Personagem de Frozen, Olaf ganha série animada. Veja o primeiro episódio
O boneco de neve Olaf, personagem da franquia “Frozen”, ganhou uma série animada, intitulada “At Home with Olaf” (“Em Casa com Olaf”, em tradução literal). O título da atração reflete esses tempos de coronavírus. A série foi criada e produzida por Hyrum Osmond em sua casa. Ele trabalhou como animador de “Frozen”, além de outros desenhos da Disney, como “Moana”, “Detona Ralph” e “Zootopia”. Assim como nos filmes, Olaf é dublado por Josh Gad, que também atuou remotamente na produção. Os episódios são curtos e mostram Olaf interagindo com outros pequenos bonecos de neve. O primeiro pode ser visto abaixo e novos capítulos serão disponibilizados diariamente no YouTube e no Twitter da Walt Disney Studios. Olaf também está em “Frozen 2”, longa mais recente da franquia da Disney, que recentemente foi disponibilizado em VOD no Brasil.
Love 101: Série turca adolescente ganha trailer legendado da Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Love 101” (Ask 101), sua nova série adolescente que tem um diferencial. É uma produção turca. A prévia, que pode ser conferida abaixo, mostra alunos problemáticos e sem controle de uma escola do Ensino Médio. Os atores são claramente mais velhos que a idade dos personagens, mas o clima evoca um dos grandes sucessos internacionais da plataforma: a série espanhola “Elite” A trama se passa nos anos 1990 na Turquia, e acompanha um grupo de alunos que se une com o objetivo de fazer com que sua professora favorita se apaixone e decida não se mudar de cidade. Caso ela se mude, o diretor tem planos de expulsá-los da escola. A 1ª temporada terá oito episódios e estreia na Netflix em 24 de abril.
Vídeos de The Walking Dead revelam a volta de Maggie
A produtora Skybound divulgou o trailer e uma cena completa de “A Certain Doom”, o último episódio da 10ª e atual temporada de “The Walking Dead”. As prévias mostram o confronto final contra os Sussurradores e a volta de Maggie (Lauren Cohan). A última aparição de Maggie aconteceu no episódio final de Rick (Andrew Lincoln), antes do salto temporal da 9ª temporada, mas seu destino só foi revelado em diálogos dos personagens remanescentes. Ela teria abandonado Hilltop para ajudar Georgie (Jayne Atkinson) a construir uma nova comunidade. A referência é especialmente obscura pelo fato de Georgie só ter aparecido num capítulo da 8ª temporada. A decisão foi financeira. Cohan não renovou seu contrato com a AMC após um impasse na negociação de seu cachê e, como não conseguiu o aumento desejado, passou a integrar o elenco de uma nova série, “Whiskey Cavalier”. Entretanto, a rede ABC cancelou “Whiskey Cavalier”, abrindo a possibilidade de reintegração da atriz em “The Walking Dead”. Ela fará parte do elenco fixo da 11ª temporada, que não tem previsão de estreia. A exibição de “A Certain Doom” tampouco está agendada. Com a suspensão dos trabalhos como prevenção contra a pandemia do novo coronavírus, o episódio ficou sem pós-produção. Assim que receber autorização, a equipe voltará para finalizar o capítulo. A expectativa é para o fim do ano. Vale lembrar, ainda, que “A Certain Doom” é o mesmo título de uma edição dos quadrinhos de “The Walking Dead”. A história escrita por Robert Kirkman também se passa no final da guerra contra os Sussurradores e marcou a despedida de Andrea, personagem que na série está morta desde a 3ª temporada – desde então, seu arco tinha sido assumido por Michonne (Danai Gurira) na adaptação televisiva.
Viúva Negra, Shang-Chi e Doutor Estranho 2 vão estrear uma semana antes no Brasil
Três dias depois de anunciar as novas datas de estreias e seus filmes nos EUA, a Disney oficializou a situação de seus próximos lançamentos no Brasil. A previsão de estreia reflete o otimismo pouco realista do calendário americano, com a primeira estreia marcada para junho. Pelo cronograma, o filme que abre a volta da Disney ao cinema é a animação “Soul”. Trata-se de uma produção que nunca alterou sua data. O desenho produzido pela Pixar está desde sempre marcado para 25 de junho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Em seguida, a Disney pretende lançar “Mulan”. O filme, que chegaria em março, foi remarcado para 24 de julho de 2020, mês que outros estúdios ainda consideraram inviável – a Sony adiou “Morbius”, que chegaria às telas brasileiras em 30 de julho, para 19 de março de 2021 nos EUA, e passou “Ghostbusters: Mais Além”, de 10 de julho para 5 de março de 2021. Já “Viúva Negra” será lançada em 29 de outubro. Mais plausível, esta data coloca o filme em cartaz no Brasil uma semana antes dos EUA, onde a estreia está marcada para 6 de novembro. Anteriormente, o filme chegaria aos cinemas no fim de abril. Ela não será o único filme da Marvel que chegará antes ao Brasil. “Eternos” (11/2/21), “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” (29/4/21) e “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” (28/10/21) também estrearão no Brasil com antecedência. No caso do primeiro, de apenas um dia, mas a diferença chega a uma semana para os demais. A lista também confirma que “Os Novos Mutantes” voltou para o limbo, ficando sem previsão. Triste sina do derivado dos X-Men, que deveria ter estreado em abril do ano passado, caso a Disney não tivesse comprado a Fox. Claro que se os cinemas continuarem fechados, estas datas não significarão nada. Confira abaixo o calendário dos próximos lançamento da Disney no Brasil. “Soul”: 25/6 “Mulan”: 23/7 “Empty Man”: 6/8 “The One and Only Ivan”: 13/8 “The Beatles: Get Back”: 3/9 “King’s Man: A Origem”: 17/9 “Morte No Nilo”: 8/10 “The French Dispatch”: 15/10 “Everybody’s Talking About Jamie”: 22/10 “Viúva Negra”: 29/10 “Deep Water”: 19/11 “Free Guy – Assumindo O Controle”: 10/12 “West Side Story”: 17/12 “Raya and the Last Dragon”: 7/1/21 “Eternos”: 11/2/21 “Ron’s Gone Wrong”: 25/2/21 “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”: 29/4/21 “Cruella”: 3/6/21 “Jungle Cruise”: 29/7/21 “Hamilton”: 14/10/21 “Doctor Strange in the Multiverse of Madness”: 28/10/21 “Avatar 2”: 16/12/21
Bruce Willis e Demi Moore compartilham quarentena juntos
Separados há mais de 20 anos, Bruce Willis e Demi Moore estão passando juntos a quarentena preventiva contra a pandemia do novo coronavírus. A revelação veio à tona quando uma das filhas do casal compartilhou uma foto em que eles aparecem combinando o mesmo modelo de pijamas, em casa. Quem publicou o clique foi Tallulah Willis, de 26 anos. “Caótico neutro”, escreveu ela na legenda do post desta segunda (6/4), que também enquadra seu namorado Dillon Buss e sua irmã Scout, de 28 anos. Uma segunda imagem, postada na página de Dillon, acrescenta ao isolamento o namorado de Scout, Jake Miller, numa imagem em que todos compartilham os mesmos modelos de pijamas. Bruce e Demi formaram um dos casais mais badalados de Hollywood. Eles ficaram casados de 1987 até o início dos anos 2000 e, além de Scout e Tallulah, também são pais de Rumer, de 31 anos. Demi atualmente está solteira, depois de um relacionamento longo com o também ator Ashton Kutcher. Mas Bruce recentemente renovou os votos de casamento com a esposa Emma Hemming em uma cerimônia realizada no Caribe. Ele tem mais duas filhas pequenas com Emma, Mabel e Evelyn, de oito e seis anos de idade. Ver essa foto no Instagram chaotic neutral Uma publicação compartilhada por tallulah (@buuski) em 6 de Abr, 2020 às 1:35 PDT
Novo clipe da trilha de Trolls 2 junta Justin Timberlake e Anna Kendrick
Justin Timberlake lançou em sua página no YouTube um novo clipe baseado na trilha da animação “Trolls 2”, disponibilizada nesta semana em serviços de VOD do exterior. A música “Don’t Slack” é uma parceria entre Timberlake e o cantor Anderson Paak, e o clipe traz os dois tentando contagiar com sua alegria a atriz Anna Kendrick, que aparece desanimada em trajes de quarentena (pijamas). Os personagens principais da franquia “Trolls” são dublados por Timberlake e Kendrick. “Don’t Slack” é a segunda música da trilha sonora de “Trolls 2” a ganhar clipe. A primeira foi “The Other Side”, uma parceria de Timberlake com SZA. A animação tinha estreia marcada para 9 de abril no Brasil, mas com os cinemas fechados a Universal decidiu lançar o filme em streaming nos EUA e Europa. Não há previsão para que o mesmo aconteça no Brasil, onde o estúdio planeja retomar o lançamento cinematográfico de “Trolls 2” em outubro.
Roseanne Barr “descobre” que coronavírus é plano para eliminar sua geração
A comediante Roseanne Barr, atualmente mais conhecida por propagar teorias de conspiração da extrema direita na internet, descobriu qual é o objetivo da pandemia de coronavírus que vem matando milhares de pessoas em todo o mundo. Segundo Roseanne, a doença faz parte de um plano para matar as pessoas mais velhas, eliminando a geração conhecida como “baby boomer”. Ela compartilhou sua descoberta numa live do também comediante Norm Macdonald. “Você sabe o que é, Norm? Acho que eles estão apenas tentando se livrar de toda a minha geração”, disse Roseanne. “As garotas boomers que, você sabe, são viúvas hoje. Elas herdaram o dinheiro, então eles foram onde quer que o dinheiro estivesse e descobriram uma maneira de obtê-lo das pessoas”, completou Barr, sem deixar claro quem seriam “eles” ou como o dinheiro será obtido com a morte das viúvas. Barr também contou que está usando o tempo livre na quarentena para trabalhar em um processo contra Hollywood. Ela não superou o fato de ter sido demitida de sua própria série, “Roseanne”, pela presidente da rede ABC após disparar um tuíte racista contra uma ex-integrante do governo de Barack Obama. Na época, a comediante também foi dispensada por sua agência, a ICM Partners. A ABC chegou a resgatar a série, rebatizando-a de “The Conners”, sem participação de Roseanne. “Agora tenho tempo para pesquisar e propor a ação perfeita”, contou Barr. Veja a conversa entre Roseanne e Macdonald no vídeo abaixo.
J.K. Rowling revela que teve “todos os sintomas” de covid-19
J.K. Rowling, a criadora da saga “Harry Potter” e roteirista dos prólogos cinematográficos “Animais Fantásticos”, revelou que teve “todos os sintomas” do novo coronavírus durante as últimas duas semanas, mas não fez o teste para confirmar a doença. A escritora disse que, em vez de ir ao hospital, seguiu recomendações de seu marido médico para aliviar os sintomas respiratórios enquanto a doença seguia o seu curso. Ela contou que, após o susto, já se recuperou. Rowling também postou o link para o vídeo de um doutor no Queens Hospital, no Reino Unido, que ensina uma técnica de respiração para aliviar a falta de ar associada à infecção. Ao receber mensagens de apoio dos fãs, ela voltou ao Twitter para agradecer o carinho. “Eu realmente estou 100% recuperada, e só queria compartilhar uma técnica com vocês que é recomendada por médicos, não custa nada e não tem efeitos colaterais”, escreveu. “Isso pode ajudar você e seus entes queridos como me ajudou. Fiquem seguros, pessoal”, completou a escritora. Thank you for your kind and lovely messages! I really am completely recovered and wanted to share a technique that’s recommended by doctors, costs nothing, has no nasty side effects but could help you/your loved ones a lot, as it did me. Stay safe, everyone x — J.K. Rowling (@jk_rowling) April 6, 2020
Jay Benedict (1951 – 2020)
O ator Jay Benedict morreu no sábado (4/4) aos 68 anos, vítima de covid-19. A informação foi confirmada pela assessoria do ator. “É com muita dor que anunciamos a morte do nosso cliente Jay Benedict, que perdeu a batalha contra o covid-19 nesta tarde. Nossos pensamentos estão com sua família”, disse a TCG Artist Management em um comunicado. Nascido na Califórnia (EUA), Benedict teve uma longa carreira, com participações em várias séries, inclusive produções britânicas. Ele também apareceu em grandes sucessos do cinema, como “Vítor ou Vitória?” (1982), “Aliens, o Resgate” (1986), “A Casa da Rússia” (1990), “A Colônia” (1997), “Vatel, um Banquete para o Rei” (2000) e “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012), entre outros, sempre em papéis pequenos. Seus últimos filmes foram duas produções francesas de 2017: a comédia “Madame” e a sci-fi “Depois do Apocalipse”. Benedict era casado com Phoebe Scholfield, que trabalhava com casting de dubladores e também era atriz – estrelou a série britânica “‘Allo ‘Allo!” (1982–1992).
James Drury (1934 – 2020)
O ator James Drury, que por nove temporadas protagonizou a famosa série de western “O Homem de Virgínia” (The Virginian), morreu nesta segunda (6/4) aos 85 anos. A assistente do ator, Karen Lindsey, confirmou a notícia no Facebook e citou que a more ocorreu por causas naturais. Uma das séries mais populares da era de ouro do western televisivo, “O Homem de Virgínia” acompanhava os empregados do rancho Shiloh Ranch, gerenciado pelo personagem de Drury. Ele era conhecido como o homem de Virgínia, em alusão ao estado americano em que nasceu, e nunca teve seu verdadeiro nome revelado na atração, exibida entre 1962 e 1971 na TV americana. O protagonista e o seu braço direito, Trampas (Doug McClure), foram os únicos que ficaram na série por toda a duração, visto que o proprietário do rancho mudou várias vezes com o passar dos anos. Entre as diferentes temporadas, o elenco também destacou Lee J. Cobb, Clu Gulager e John McIntire. Antes de conseguir o papel que marcaria sua carreira, Drury atuou num dos maiores clássicos da ficção científica “Planeta Proibido” (1956), além de ter estrelado westerns cinematográficos, como os igualmente célebres “A Última Carroça” (1956), dirigido por Delmer Daves, e “Pistoleiro do Entardecer” (1962), do mestre Sam Peckinpah. Ele também contracenou com Elvis Presley no western “Ama-Me com Ternura” (1956) e estrelou a versão da Disney de “Pollyanna” (1960). Ao contrário do colega Doug McClure, que protagonizou vários filmes de sucesso, a carreira de Drury não prosperou após “O Homem de Virgínia”, resumindo-se a participações especiais em séries, como “Têmpera de Aço”, “Chuck Norris: Homem da Lei” e “As Aventuras de Brisco County Jr.”, e pequenas aparições em filmes derivados de séries do Velho Oeste, como “Maverick” (1994, com Mel Gibson) e a própria adaptação de “O Homem de Vírginia” (2000), estrelada por Bill Pullman no canal pago TNT. Seu último papel foi no telefilme “Billy and the Bandit”, atualmente em pós-produção.
George Ogilvie (1931 – 2020)
O diretor australiano George Ogilvie, que codirigiu “Mad Max 3: Além da Cúpula do Trovão” (1985), morreu no domingo (5/4) aos 89 anos, após sofrer uma parada cardíaca. Vindo do teatro, Ogilvie inciou sua carreira como ator, e depois de alguns papéis na TV australiana nos anos 1950, virou diretor. Ele conheceu George Miller durante a produção da minissérie “The Dismissal” (1983), que teve episódios dirigidos pelos dois. Quando decidiu continuar a sua franquia “Mad Max”, Miller chamou seu colega para codirigir o terceiro longa. “Mad Max 3: Além da Cúpula do Trovão” foi a estreia de Ogilvie no cinema. A produção de 1985 trouxe a popstar Tina Turner para atuar ao lado de Mel Gibson, na última vez em que o ator viveu Mad Max. A música-tema do filme, “We Don’t Need Another Hero”, tornou-se um dos maiores sucessos da cantora e foi indicada ao Globo de Ouro e ao Grammy. Em 1990, Ogilvie dirigiu a estreia do ator Russell Crowe no cinema, o drama romântico “The Crossing”. Os dois mantiveram a amizade, e 24 anos depois Crowe chamou Ogilvie para fazer uma aparição como ator em sua estreia na direção, “Promessas de Guerra”. No longa de 2014, o cineasta australiano aparece interpretando um afiador de facas cego. No Twitter, Crowe homenageou o amigo e mentor como “um talentoso professor na arte, no teatro e na vida”. “Foi um profundo privilégio conhecer George. Ainda sinto o impacto, todos os dias da minha vida, do que ele me ensinou. Ah, precioso Sr. Ogilvie, este é um momento triste de verdade”, escreveu o ator.
Honor Blackman (1925 – 2020)
A atriz inglesa Honor Blackman, conhecida por viver a Bond girl Pussy Galore em “007 Contra Goldfinger” (1964), morreu nesta segunda (6/4) em sua casa em Lewes, no Reino Unido, de causas naturais não relacionadas ao novo coronavírus, segundo disse a família ao jornal The Guardian. Ela tinha aos 94 anos. “Além de ter sido uma mãe e avó adorada por nós, Honor era uma atriz de talento criativo imensamente prolífico, com uma extraordinária combinação de beleza, inteligência e poderio físico, além de sua voz única e sua ética de trabalho dedicada”, escreveu a família em nota. Ela começou a carreira nos anos 1940, geralmente escalada como jovem recatada em filmes como “A Filha das Trevas” (1948) e “Quarteto” (1948). E sua longa carreira inclui muitos clássicos, entre eles “Angústia de uma Alma” (1950), “Somente Deus por Testemunha” (1958), uma das versões cinematográficas do desastre do Titanic, e “Jasão e o Velo de Ouro” (1963), em que viveu a deusa Hera. Mas, curiosamente, sua popularidade só explodiu quando ela foi para a TV, ao estrelar a série “Os Vingadores” (The Avengers) em 1962 como Catherine Hale, uma espiã em roupa de couro preto que marcou época na programação televisiva britânica. Ela deixou o papel em 1964, exatamente para se juntar a Sean Connery em “007 Contra Goldfinger”, a terceira aventura de James Bond nos cinemas. A personagem de Blackman, Pussy Galore, que liderava um esquadrão aéreo, rompeu com os clichês das Bond girls indefesas e submissas da franquia. “Ela era uma criatura fascinante e a menos previsível de todas as conquistas de James Bond”, disse Blackman uma vez. “Todas as outras sucumbiram rapidamente [à sedução de Bond], mas não Pussy. No livro [de Ian Fleming], ela era lésbica.” E ela era capaz de fazer mais que deixar os homens tontos com sua beleza, ela os fazia cair a seus pés, desmaiados após golpes de artes marciais. Graças ao papel de “Os Vingadores”, Blackman tinha treinado judô e a repercussão de seus papéis em produções de ação renderam até o lançamento de um livro em que atriz ensinava golpes de autodefesa. Seu papel em Pussy Galore ainda repercutiu na cultura pop, inspirando o nome de uma banda de rock, formada em Washington em 1985 pelo guitarrista e cantor Jon Spencer (posteriormente líder do trio The Jon Spencer Blues Explosion). O sucesso de “007 Contra Goldfinger” levou Blackman a estrelar três filmes em 1965: a comédia “O Segredo do Meu Sucesso”, o drama “Leilão de Almas” e o romance trágico “Por um Momento de Amor”. Ela voltou a contracenar com Sean Connery no western “Shalako” (1968) e continuou em alta até o fim dos anos 1970, aparecendo em “Twinky” (1970), de Richard Donner, e em vários terrores cultuados, como “Uma Noite de Pavor” (1971), “Uma Filha para o Diabo” (1976) e “O Gato e o Canário” (1978). Blackman também fez muitas produções televisivas, inclusive um arco em “Doctor Who”, nos anos 1980, e na maior parte dos anos 1990 estrelou a série de comédia “The Upper Hand”, a versão britânica da sitcom americana “Who’s the Boss?”, como uma mãe sexualmente ativa que contrata um empregado doméstico masculino. Entre seus últimos papéis estão participações nos filmes “O Diário de Bridget Jones” (2001), “Totalmente Kubrick” (2005), “Eu, Anna” (2012) e o terrir “Cockneys vs. Zombies” (2012). A atriz foi casada duas vezes. Seu último marido foi o também ator Maurice Kaufmann, com quem contracenou em “Uma Noite de Pavor”. O casal adotou dois filhos, Lottie e Barnaby, que lhes deram os netos Daisy, Oscar, Olive e Toby.
Lee Fierro (1929 – 2020)
A atriz Lee Fierro, conhecida por interpretar a Sra. Kintner em “Tubarão” (1974) e “Tubarão 4: A Vingança” (1987), morreu aos 91 anos, vítima de complicações relacionadas ao coronavírus. Ela era uma moradora de Martha’s Vineyard, onde o filme original de Steven Spielberg foi filmado, e acabou sendo escalada como habitante da fictícia Amity Island durante a produção. Sua personagem era mãe de Alex Kintner, a segunda vítima do ataque do tubarão da trama. Depois da projeção obtida pelo papel, ela se tornou diretora artística do Island Theatre Workshop, que ensinava atuação aos moradores da região. Fierro deu aulas de atuação para mais de mil crianças, até se aposentar aos 80 anos. O ator Jeffrey Voorhees, que interpretou seu filho em “Tubarão”, compartilhou uma história engraçada sobre Fierro em uma entrevista de 2014. “No meu restaurante [na cidade de Martha’s Vineyard] há um sanduíche chamado Alex Kintner Burger, e uma vez essa senhora entrou com sua amiga, e eu reconheci instantaneamente”, ele explicou. “Quando me aproximei da mesa dela, disse: ‘Posso fazer uma pergunta muito pessoal: você acredita em reencarnação? Porque eu acho que morri anos atrás, e você parece minha mãe de uma vida anterior’. E Lee percebeu quem eu era e embarcou na piada, dizendo: ‘Oh meu Deus, eu tive um filho que morreu anos atrás no oceano!’ E todos no restaurante, incluindo a amiga dela, ficaram espantados, perguntando-se o que diabos estava acontecendo!”












