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13 de outubro de 2026
  • Filme

    Patricia Bosworth (1933 – 2020)

    5 de abril de 2020 /

    Patricia Bosworth, atriz e cronista da Era de Ouro de Hollywood, morreu na quinta-feira passada (2/4) de complicações relacionadas ao novo coronavírus. Ela tinha 86 anos. Nascida Patricia Crum, na Califórnia, era filha de um advogado e uma repórter/romancista de crimes, e teve uma vida dramática do começo ao fim. Enquanto cursava a universidade Sarah Lawrence, fugiu com uma estudante de arte que a abusou, levando à anulação de seu casamento após 16 meses. Seu irmão mais novo se suicidou e seu pai faria o mesmo seis anos depois. Ela virou modelo e foi fotografada pela célebre Diane Arbus para um anúncio de ônibus da empresa Greyhound. E graças a esse trabalho conseguiu realizar seu sonho de infância, tornando-se atriz em 1954. Bosworth ingressou no Actors Studio em Nova York, estudando com Lee Strasberg e ao lado de muitos dos grandes artistas da Era de Ouro de Hollywood, incluindo Paul Newman, Marilyn Monroe, Steve McQueen e Jane Fonda. Em meados dos anos 1950, começou a aparecer em várias produções da Broadway, fazendo rapidamente sua transição para as telas. Após estrear no cinema com “Quatro Rapazes e um Revólver” (1957), ela foi escalada em seu principal papel, como uma freira ao lado de Audrey Hepburn no clássico de Fred Zinnemann “Uma Cruz à Beira do Abismo” (1959). A sequência de tragédias de sua vida a acompanhou mesmo neste auge da carreira. No mesmo dia em que foi escalada para o longa de 1959, Bosworth soube que estava grávida e pagou para ter um aborto ilegal, para não perder o papel. Ela nunca mais engravidou. Seus últimos trabalhos como atriz foi em séries de TV, entre elas “Cidade Nua” e “The Patty Duke Show”, entre 1960 e 1963. Na década de 1960, decidiu deixar de atuar para se concentrar no jornalismo, passando a escrever sobre o show business. Escreveu para a revista New York e o jornal The New York Times antes de se tornar, durante as décadas seguintes, editora das revistas Screen Stars, Harper’s Bazaar, Viva, Mirabella e, principalmente, da Vanity Fair, onde Tina Brown a contratou como editora colaboradora em 1984. Ela manteve essa posição pelo resto da vida, com uma breve interrupção entre 1991 e 1997. Seus artigos permaneceram por décadas entre os mais lidos e discutidos da Vanity Fair, com destaque para um perfil de Elia Kazan que lhe rendeu o Prêmio Front Page do Newswomen’s Club de New York. Ela também escreveu biografias best-sellers de Montgomery Clift, Diane Arbus, Marlon Brando e Jane Fonda, além de vários livros de memórias. Seu livro sobre Arbus serviu de base para o roteiro do filme “A Pele” (2006), estrelado por Nicole Kidman e Robert Downey Jr.

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  • Etc,  Filme

    Shirley Douglas (1934 – 2020)

    5 de abril de 2020 /

    A atriz Shirley Douglas, mãe do ator Kiefer Sutherland, morreu neste domingo (5/4), aos 86 anos, por complicações de um pneumonia, no momento em que os EUA atravessam sua pior fase de contaminação do covid-19. “Minha mãe era uma mulher extraordinária que levou uma vida extraordinária”, escreveu o astro das séries “24 Horas” e “Designated Survivor” nas redes sociais. “Tristemente, ela estava lutando por sua saúde há algum tempo e nós, como família, sabíamos que esse dia estava chegando. Para todas as famílias que perderam entes queridos inesperadamente devido ao coronavírus, meu coração se parte por você. Por favor, fique seguro.” Douglas, que faria aniversário na quinta-feira, foi casada com o ator Donald Sutherland de 1966 até o divórcio de 1971, e eles tiveram um casal de filhos gêmeos, Kiefer e Rachel. Ela era filha de Tommy Douglas, o fundador do Medicare do Canadá. Moradora de Toronto, Douglas apareceu em clássicos do cinema, como “Lolita” (1962), de Stanley Kubrick, e “Gêmeos – Mórbida Semelhança” (1988), de David Cronenberg, entre outras produções, incluindo o telefilme “Sombras no Lago” (1999), que lhe rendeu o prêmio Gemini (equivalente canadense do Emmy). Ela também foi ativista e na juventude lutou contra a Guerra do Vietnã e pelos direitos civis, assistência médica pública e desarmamento nuclear.

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  • Etc,  Série

    Plataforma Quibi estreia em meio à quarentena do coronavírus

    5 de abril de 2020 /

    A plataforma Quibi vai estrear na segunda-feira (6/4) nos EUA – e aparentemente também no Brasil – num cenário completamente diferente do que previam seus idealizadores. Criada para ser uma alternativa “de bolso” da Netflix, a Quibi investiu quase US$ 1,8 bilhão e atraiu pesos-pesados de Hollywood, de Steven Spielberg a Jennifer López, com sua estratégia de programas de curta duração, para se tornar o primeiro serviço de streaming especializado em conteúdo exclusivo para celular. O nome Quibi vem da junção das primeiras sílabas das palavras “quick” (ligeiro) e “bites” (pedaços), que o marketing da companhia tentava transformar em sinônimo de conteúdo rápido nos comerciais do lançamento. O conceito do novo serviço é apresentar programas de até 10 minutos, tendo como público-alvo todos que têm um celular e que consomem vídeos curtos em transportes públicos ou durante pausas no expediente para tomar um café e ir ao banheiro. A proposta é claramente o oposto da que gerou o fenômeno comportamental por trás do sucesso da Netflix: as maratonas que, ao vararem noites, mudaram os hábitos de consumo de séries. Entretanto, a inauguração do serviço vai se dar num período em que a maioria da população americana está em suas casas, assistindo filmes e maratonando séries na televisão. Ted Sarandos, chefe de conteúdo da Netflix, já confirmou publicamente que seu serviço está atingindo recordes históricos de audiência. Neste contexto, como fica o projeto de séries com episódios de 10 minutos? É o que o mercado, e especialmente os investidores do Quibi, querem saber. “Honestamente, não sabemos o que esperar”, confidenciou, de forma sincera, a CEO Meg Whitman (ex-CEO da eBay e da Hewlett Packard) ao MarketWatch, em entrevista por telefone na quinta passada (2/4). Dada a circunstância atual, ela disse: “As pessoas ainda têm seus momentos intermediários para se divertir, seja depois da escola em casa ou do Zoom”, ponderou, antes de concluir: “Teremos que esperar e ver”. Whitman foi a primeira contratada de Jeffrey Katzenberg, ex-Disney e fundador da DreamWorks Animation, quando o projeto da Quibi começou a sair do papel. Katzenberg é o verdadeiro responsável pela iniciativa e, graças às suas conexões na indústria de entretenimento, construiu um portfólio impressionante de produções para lançar sua plataforma. Atraídas pelo célebre executivo de Hollywood e pelos milhões de dólares prometidos, estrelas do cinema e da televisão prepararam várias séries e programas de variedades para a Quibi, desde um reboot da série clássica “O Fugitivo” até um reality de sobrevivência de Zac Efron, que ganhou manchetes após o ator ser hospitalizado. Mas a imprensa já reparou que muitas séries prometidas, algumas ligadas a franquias clássicas, têm na verdade a duração de um filme convencional e passam a impressão de ser longa-metragens fatiados em episódios. De fato, o serviço apresenta essas produções como filmes em capítulos, o que não soa como o atrativo imaginado pelos produtores. Por outro lado, antologias, como a produção de terror “50 States of Fear”, do cineasta Sam Raimi, tendem a funcionar melhor nesse formato por conta de suas histórias curtas completas. Não bastasse o desafio de emplacar uma nova forma de consumo de conteúdo, a Quibi ainda enfrenta uma batalha jurídica para ser lançada e permanecer no ar. O motivo é uma disputa de patentes tecnológicas. Todo o conteúdo da plataforma é produzido em formato vertical e horizontal, mudando automaticamente de um para o outro, conforme a preferência do espectador. A tecnologia e o conceito por trás dessa inovação, pensada no consumo em celular, teria sido desenvolvido por outra empresa, que foi à justiça americana tentar impedir o lançamento da plataforma, alegando roubo de propriedade intelectual. Em seu processo, a empresa Eko denuncia que fez uma demonstração de sua tecnologia para vários empregados da Quibi para fechar negócio, inclusive Katzenberg, e de repente a plataforma anunciou ter sua própria solução, desenvolvida internamente, que era exatamente igual à apresentada. O caso segue na justiça americana. Por tudo isso, a proposta revolucionária da Quibi chega ao mercado como uma grande incógnita. Para evitar o desapontamento e virar a possível maior vítima comercial do coronavírus, a empresa resolveu oferecer testes gratuitos de 90 dias para seus primeiros assinantes, o que supera ofertas semelhantes da Netflix e da Amazon. Após os primeiros três meses, a assinatura do serviço custará entre US$ 5 e US$ 8 mensais, dependendo da opção preferida – com ou sem anúncios. Veja abaixo o comercial americano do serviço.

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  • Série

    50 States of Fright: Antologia de terror de Sam Raimi ganha primeiro trailer

    5 de abril de 2020 /

    A plataforma Quibi divulgou o pôster e o primeiro trailer de “50 States of Fright”, antologia de terror produzida pelo cineasta Sam Raimi (“Evil Dead”). Com 50 episódios curtos (de até 10 minutos), a série pretende apresentar as lendas urbanas mais arrepiantes de cada estado americano – uma por capítulo. O próprio Raimi também é creditado como roteirista, junto com seu irmão Ivan Raimi (“Ash vs. Evil Dead”) e a dupla Scott Beck e Bryan Woods (de “Um Lugar Silencioso”). Já o elenco conta com participações de Jacob Batalon (“Homem-Aranha: Longe de Casa”), Rachel Brosnahan (“A Maravilhosa Sra. Maisel”), Taissa Farmiga (“A Freira”), Christina Ricci (“Z: The Beginning of Everything”), Ming-Na Wen (“Agents of SHIELD”), Asa Butterfield (“Sex Education”), James Ransone (“It: Capítulo Dois”), Travis Fimmel (“Vikings”), Ron Livingston (“Invocação do Mal”) e muitos outros. “50 States of Fright” estreia nesta segunda (6/4), junto com o lançamento da Quibi nos EUA.

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  • Filme

    Diretor de Shazam! aterroriza a esposa em curta de terror feito na quarentena

    5 de abril de 2020 /

    O isolamento social não impediu o diretor David F. Sandberg de fazer um novo filme. Ele aproveitou a quarentena do coronavírus para retomar suas origens de terror com um curta filmado em sua própria casa e estrelado por sua mulher. Muito antes de fazer “Shazam!” e até mesmo “Annabelle 2: A Criação do Mal”, Sandberg se projetou com o curta “Luzes Apagadas” (2013), estrelado por sua esposa, Lotta Losten. Naquele filme, ela vivia uma mulher assombrada por uma criatura que se movia no escuro, mas que desaparecia quando as luzes se acendiam. O curta inspirou o primeiro longa dirigido por Sandberg, “Quando as Luzes se Apagam”, lançado em 2016. A mesma premissa retorna no novo trabalho, intitulado “Shadowed”, em que Lotta Losten é perseguida por sombras, após uma queda de energia em sua casa. O próprio Sandberg dá vida a uma das sombras aterradoras. De acordo com a descrição do vídeo, a melhor forma de assistir à obra é “no escuro e com o som bem alto”. Usando as redes sociais, o cineasta disse que em breve disponibilizará um making-of, contando como conseguiu fazer o curta, que tem efeitos visuais, contando apenas com a colaboração de sua esposa e co-produtora, enquanto ambos estão trancados em sua casa.

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  • Série

    Produtores de The Office preparam nova série sobre Home Office!

    5 de abril de 2020 /

    Os produtores Paul Lieberstein e Ben Silverman, que ganharam o Emmy de Melhor Série de Comédia por “The Office”, estão desenvolvendo uma nova série de escritório. Com uma diferença crucial. Será uma comédia sobre home office. Com a súbita popularidade do trabalho remoto durante a pandemia do coronavírus, eles imaginaram rapidamente a premissa. “Tantos de nós estão fazendo reuniões diárias via Zoom – para o trabalho e outras coisas. Estamos em uma nova situação de normalidade e pessoalmente procurando maneiras de nos manter conectados e produtivos”, disse Silverman, em comunicado. “Com o brilhante Paul Lieberstein no comando, nós achamos que temos uma série que não apenas traz humor e conforto durante este período turbulento, mas também será uma comédia inventiva e duradoura”. Criada por Lieberstein, a série – ainda sem título oficial – vai se focar em “um chefe prodígio que, em uma tentativa de garantir a produtividade e a conectividade da sua equipe, pede que todos interajam virtualmente e trabalhem cara a cara todos os dias”. Lieberstein também produziu “The Newsroom” e “Ghosted”, mas é mais conhecido por sua participação como ator na série “The Office”, como o contador Toby Flenderson, vítima das piadas mais cruéis do chefe do escritório, Michael Scott (Steve Carell). Ainda não há nenhuma emissora ou plataforma ligada à produção, que será comercializada pela Propagate Content, responsável por séries documentais na Netflix e Hulu, além de “Charmed”, na rede CW, e “Blood and Treasure”, na CBS.

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  • Série

    Premiada com o Emmy, Malhação: Viva a Diferença ganha reprise na Globo

    5 de abril de 2020 /

    A temporada mais famosa de “Malhação”, intitulada “Viva a Diferença”, vai voltar ao ar em versão especial compacta, nesta segunda-feira (6/4) na rede Globo. Vencedora do prêmio Emmy Kids Internacional de 2018, a fase fez tanto sucesso que deu origem até a uma série derivada, “As Five”, produzida para a plataforma Globoplay. Exibida originalmente entre 2017 e 2018, “Malhação: Viva a Diferença” foi, como sugere seu título, a mais diferente das versões da novelinha eterna da Globo. Para começar, foi a primeira temporada ambientada em São Paulo. Mais importante que isso, a primeira a valorizar a amizade feminina, em vez de namorinhos, e a integrar personagem LGBTQIA+ entre as protagonistas, retratada não como alívio cômico ou vítima de preconceito, mas ao estilo gente como a gente. Outro fato inovador aconteceu após sua exibição, quando se tornou a primeira fase de “Malhação” a ganhar spin-off. Na trama, tudo começa durante uma pane no metrô paulista, em que Lica (Manoela Aliperti), Ellen (Heslaine Vieira), Benê (Daphne Bozaski) e Tina (Ana Hikari) se veem presas no mesmo vagão em que Keyla (Gabriela Medvedovski) entra em trabalho de parto. O nascimento da criança se torna uma experiência impactante na vida das cinco garotas, que apesar de origens e personalidades distintas, tornam-se ligadas para sempre. Escrita pelo recém-falecido Bruno Lima Penido e pelo cineasta Cao Hamburger (de “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” e “Xingu”), a produção rompeu com o padrão dos draminhas românticos que vinham se alternando em “Malhação” para abordar cinco histórias paralelas, que, além de ilustrar diferentes estilos de vida, formaram um panorama multicultural capaz de refletir a amplitude do universo jovem paulistano. Os temas se aprofundaram, da gravidez na adolescência à rejeição sofrida por jovens LGBTQIA+, passando pelo preconceito racial e de doença (autismo), sem esquecer do empoderamento feminino. Isto teve impacto na audiência e reconhecimento da crítica. “Malhação” se tornou programa maduro, sem perder seu foco original no público jovem. A volta de “Malhação: Viva a Diferença” à televisão é consequência da suspensão das gravações de novos programas do núcleo de dramaturgia da Globo, como forma de prevenção contra o avanço da pandemia de coronavírus no Brasil. A emissora estava preparando a estreia de uma nova temporada, “Malhação: Transformação”, quando suspendeu a produção geral de seus trabalhos. Mas a opção pela reprise da temporada premiada também funciona como esforço de sinergia, já que antecede o lançamento da continuação da história, “As Five”. Ainda sem data oficial de estreia, “As Five” tinha previsão de lançamento no segundo semestre na Globoplay, mas a crise sanitária pode ter mudado esses planos. A trama pretende mostrar o reencontro das cinco amigas, “três anos, seis meses e dois dias” depois dos acontecimentos de “Malhação: Viva a Diferença”. Algumas mudaram de cidade, outras se casaram e o até o bebê que as juntou cresceu, mas o motivo do reencontro, segundo tem sido divulgado, será um enterro – de Mitsuko (Lina Agifu), mãe de Tina. Tina continua morando em São Paulo e virou uma produtora musical ao lado do namorado, Anderson (Juan Paiva). Quando a notícia da morte de sua mãe chega nas amigas, ela recebe apoio das quatro para superar o momento difícil. Mas logo vai ficar claro que cada uma delas também atravessa uma crise particular e cada uma vai tentar ajudar a outra. Veja abaixo uma apresentação da história original de “Malhação: Viva a Diferença”.

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  • Filme

    Serviço de saúde pública do Reino Unido inspira agradecimentos de astros britânicos

    4 de abril de 2020 /

    Várias celebridades britânicas se juntaram em vídeos de agradecimento ao NHS, serviço de saúde britânica que inspirou o SUS brasileiro, por seu trabalho duro durante a pandemia de coronavírus no Reino Unido. Publicado no Twitter pelo próprio NHS, os vídeos começam com funcionários públicos, como a chefe de enfermagem Ruth May, agradecendo à equipe médica. E segue com o anúncio de que outras pessoas também gostariam de estender seus sentimentos. A lista de famosos que compartilham “thank you” e seguram folhas de papel com as hashtags #OurNHSPeople e #ThankYouNHS é enorme. Entre os atores, inclui Daniel Craig, Kate Winslet, Naomi Harris, Phoebe Waller-Bridge, Keira Knightley, Jude Law, Benedict Cumberbatch, Martin Freeman, Henry Cavill e John Boyega. Mas também há cantores como Paul McCartney, Elton John, Mick Jagger e Kyle Minogue, e muitas outras celebridades. Neste momento de crise sanitária mundial, a saúde pública ganha cada vez mais reconhecimento e valor, e sistemas como o NHS e o SUS se tornam contrastes gritantes diante da situação de países sem plano de saúde estatal, como os EUA, que não estão preparados para atender sua população. Our #ThankYouThursday doesn't end there! Joining James Bond, David Beckham and Paul McCartney are some more famous faces who want to give a shout out to #OurNHSPeople. #ThankYouNHS pic.twitter.com/g36o1sVuxr — NHS England and NHS Improvement (@NHSEngland) April 2, 2020

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  • Etc,  Série

    Doctor Who ganha curta inédito escrito pelo ex-showrunner da série

    4 de abril de 2020 /

    “Doctor Who” ganhou um curta oficial, escrito por Steven Moffat, o antigo showrunner da série, que usou seu tempo de quarentena para criar uma história inédita sobre a jovem Amelia “Amy” Pond, personagem vivida por Karen Gillan. Disponibilizado neste sábado (4/4), “The Raggedy Doctor” foi ilustrado por Sophie Iles, uma fã de “Doctor Who” de longa data, e narrado por Caitlin Blackwood, que interpretou a versão criança de Amy. A trama ganha vida no diário de Amelia e serve de complemento para o episódio “The Eleventh Hour”, a primeira vez que ela encontrou o Doutor, então vivido por Matt Smith. O curta também faz referência aos dois melhores amigos da criança, incluindo seu futuro marido Rory e Mels – que os fãs mais atentos lembrarão como uma futura versão da filha de Amy e Rory, River Song. Todos os envolvidos na produção do vídeo contribuíram com seu tempo e talento gratuitamente, em apoio a um fundo de emergência para ajudar funcionários da indústria televisiva britânica durante a pandemia. Confira abaixo.

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  • Filme

    Roteirista de Rick & Morty vai escrever Homem-Formiga 3

    4 de abril de 2020 /

    A Marvel contratou Jeff Loveness, roteirista da série animada “Rick & Morty” e do programa “Jimmy Kimmel Live!”, para escrever o terceiro filme do Homem-Formiga. O longa, que será novamente dirigido por Peyton Reed e estrelado por Paul Rudd, Evangeline Lilly e Michael Douglas. Em um entrevista de novembro passado, Douglas contou que a produção só deveria começar a ser filmada em janeiro de 2021. Não há informação sobre se a data será afetada pela pandemia de coronavírus, já que a volta geral ao trabalho é prevista para muito antes disso. Mas o filme não tem previsão de estreia. Além de seus dois filmes solo, o Homem-Formiga teve um papel importante em “Vingadores: Ultimato”, ao introduzir o Reino Quântico, que possibilitou a viagem no tempo responsável por mudar a história, salvar o universo – e os heróis falecidos – e derrotar Thanos.

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  • Série

    The Walking Dead: Cena inédita explora relacionamento de Daryl e Judith

    4 de abril de 2020 /

    O canal pago AMC divulgou uma nova cena inédita do próximo episódio de “The Walking Dead”, que foi o último finalizado antes da suspensão da produção devido à pandemia de coronavírus. A prévia explora o relacionamento de Daryl (Norman Reedus) e Judith (Cailey Fleming). O vídeo mostra como o ex-solitário se torna uma figura paterna para a menina, que virou praticamente uma órfã após Michonne (Danai Gurira) sair da série. Intitulado “The Tower”, o capítulo era originalmente o penúltimo da 10ª temporada, mas agora fechará a trama. Segundo o AMC, o capítulo que encerraria o ano será exibido mais tarde em 2020, como um episódio especial, após a retomada dos trabalhos no departamento de pós-produção. “The Tower” vai ao ar no próximo domingo (5/4). “The Walking Dead” é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

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  • Série

    Dylan Walsh viverá pai de Lois Lane em nova série do Arrowverso

    4 de abril de 2020 /

    O ator Dylan Walsh, que estrelou “Nip/Tuck” e atualmente está em “Blue Bloods”, foi escalado no elenco de “Superman & Lois”, nova série do Arrowverso. Ele vai viver o General Samuel Lane, pai de Lois. O personagem já tinha aparecido na 1ª temporada de “Supergirl” interpretado por outro ator, Glenn Morshower, e terá papel importante na estreia da nova série, ao alertar Superman sobre uma ameaça em uma usina nuclear. A série vai trazer os atores Tyler Hoechlin e Elizabeth Tulloch nos papéis principais. O casal já tinha aparecido como Superman e Lois Lane em “Supergirl” e em crossovers do Arrowverso. O mais recente foi “Crise nas Infinitas Terras”, encerrado em janeiro. Segundo a sinopse oficial, a série “segue o super-herói e a jornalista mais famosos dos quadrinhos” enquanto eles “lidam com todo o estresse, pressão e complexidades de pais que trabalham na sociedade de hoje”. A paternidade de Superman chegou a ser explorada no filme “Superman – O Retorno” (2006), mas era um tema inédito na TV. Introduzida em “Supergirl”, a gravidez de Lois acabou sofrendo uma reviravolta pelos eventos de “Crise nas Infinitas Terras”, que transformaram o bebê Jonathan num par de irmãos adolescentes. “Superman & Lois” também será a primeira série protagonizada por Superman em mais de 20 anos – desde “Lois & Clark: As Novas Aventuras de Superman” (1993-1997) – , lembrando que “Smallville” era centrada em Clark Kent, o herói conhecido como “Borrão” (Blur). Na época, os produtores foram proibidos de chamar o super-herói de Superman por imposição da divisão de cinema da Warner. Tyler Hoechlin e Tom Welling, o intérprete do “Borrão”, chegaram a dividir uma cena de “Crise nas Infinitas Terras”, que mostrou o que aconteceu com Clark e Lois após o final daquela série clássica. A nova atração do Arrowverso faz parte do acordo milionário do produtor Greg Berlanti com a Warner – ele produz todas as séries de super-heróis da CW e boa parte das atrações da plataforma DC Universe – e pode vir acompanhada de mais uma adaptação de quadrinhos, centrada na filha do Arqueiro Verde. Este projeto teve piloto exibido como episódio normal de “Arrow”, mas ainda não teve sua produção oficializada.

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  • Série

    Titãs vai introduzir Barbara Gordon na 3ª temporada

    4 de abril de 2020 /

    A 3ª temporada de “Titãs” vai introduzir outra heroína famosa dos quadrinhos. Durante uma live do Facebook, o diretor de fotografia da série, Boris Mojsovski, revelou que Barbara Gordon fará sua estréia no primeiro episódio do retorno, que trará os Titãs de volta a Gotham City. A personagem é uma das mais importantes da “família de Batman”. Filha do Comissário Gordon, Barbara também é Batgirl e, após um ataque do Coringa torná-la paraplégica, virou Oráculo, expert em computação e principal fonte de informações dos heróis. Nos quadrinhos, Barbara também tem um intenso passado romântico com Dick Grayson, desde suas primeiras parcerias, quando Asa Noturna ainda era Robin, e foi a fundadora original do grupo de heroínas Aves de Rapina. Nas histórias atuais, ela recuperou sua mobilidade e voltou a ser Batgirl. Mojsovski não revelou que fase da personagem será retratada na série, mas se referiu à existência de rumores corretos sobre sua participação. Dois rumores que vieram à tona apontam situações opostas. Num deles, Barbara seria a nova Comissária da GCPD, ocupando o lugar de seu “falecido pai”. O outro rumor sugere que a produção estaria procurando “atrizes que usam cadeiras de rodas para o papel”. O cinematógrafo também confirmou que Ian Glenn retornará como Bruce Wayne, e que “os Titãs serão enormemente desafiados por forças externas, mas também internas, e a temporada terá grande similaridade, num bom sentido, com a 1ª temporada, mas com algumas coisas emocionais bacanas da 2ª temporada”. A revelação pode ser vista neste link, após 2:41:38 de conversa entre Mojsovski e o colega Brendan Steacy sobre os bastidores da série. Como praticamente todos os outros projetos, a produção na 3ª temporada de “Titãs” encontra-se paralisada e, portanto, não tem data de estreia definida. Vale lembrar ainda que há dois anos a Warner contratou a roteirista Christina Hodson (“Aves de Rapina”) para criar a trama de um filme de Batgirl, cujo status atual é desconhecido.

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