Prólogo da franquia Kingsman ganha novo trailer legendado
A agora chamada 20th Century Studios divulgou novos pôster e trailer legendado de “King’s Man: A Origem”. A produção é um prólogo da franquia “Kingsman”, baseada nos quadrinhos de Mark Millar. Com várias cenas impactantes, que cobrem de batalhas no front da 1ª Guerra Mundial à duelos de espada com Rasputin, o monge louco, a prévia introduz a origem da agência de espionagem britânica que funciona nos fundos de uma alfaiataria de Londres. O filme é estrelado por Ralph Fiennes (o M da franquia “James Bond”) como o Duque de Oxford, um dos líderes dos Kingsman, e Harris Dickinson (“Mentes Sombrias”) como seu aprendiz. O resto do elenco inclui Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Matthew Goode (“The Crown”), Charles Dance (“Godzilla II: O Rei dos Monstros”), Gemma Arterton (“Mistério no Mediterrâneo”), Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Djimon Honsou (“Capitã Marvel”), Tom Hollander (“Piratas do Caribe”) e Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”), irreconhecível como Rasputin. Novamente escrito por Jane Goldman e dirigido por Matthew Vaughn, responsável pelos dois “Kingsman” anteriores, “King’s Man: A Origem” tem estreia marcada para 17 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Emicida incentiva carreira de atriz de Ludmilla após polêmica
Após a atriz Samantha Schmutz criticar a escolha de Ludmilla, uma “não atriz”, para integrar o elenco da 2ª temporada da série “Arcanjo Renegado”, a cantora acabou no centro de discussões acaloradas. Vendo a onda de críticas, o rapper Emicida resolveu se solidarizar, defendendo a amiga. “C*raio Ludmilla, eu torço demais por você e tô sempre mandando aquele axé daqui, porque vou te contar viu, os bico não consegue ver você vencer mesmo, era só ignorar, mas eles simplesmente não conseguem, precisam falar alguma bosta… Continua que tá lindo e você não está sozinha”, declarou ele. A publicação fez muito sucesso, recebendo mais de 50 mil curtidas e 3 mil retuítes, além de a própria Ludmilla responder à publicação. “Vou seguir fazendo a minha parte, nunca foi fácil e não vai ser agora que será. Tá cada dia mais difícil, mas essa força que tô recebendo é fundamental, ler isso de você me faz bem. Quanto mais eles batem, mais forte a gente fica!”, disse ela. Pra quem não lembra, a polêmica começou quando Ludmilla comemorou em seu Instagram o convite para atuar em “Arcanjo Renegado” e foi surpreendida por um comentário negativo de Samantha Schmutz, que demonstrou insatisfação pela escolha de seu nome. “O meu sonho é que meus amigos atores, desempregados, porém formados em Artes Cênicas, tenham essa mesma facilidade em conseguir um papel”, atravessou a atriz, que atualmente pode ser vista na reprise da novela “Totalmente Demais”, na pele da desaforada Dorinha. A dona do hit “Cheguei” respondeu. “Meu sonho é que todos os artistas com talento possam ter espaço pra mostrar seu trabalho, mas infelizmente esse é um momento que a cultura do nosso país está tão desvalorizada que isso se torna cada vez mais difícil. Melhor seria que nós, artistas, que temos voz e alcance, nos uníssemos para melhorar a situação. Não acredito que seu comentário desmerecendo meu trabalho e minha trajetória- que é de muita superação- vá ajudar nisso”, iniciou Lud. Ludmilla ainda relembrou que outras cantoras já participaram de projetos dramáticos sem que ninguém reclamasse. “Várias cantoras brasileiras também já fizeram trabalhos na TV. Ivete, por exemplo, brilhou na minissérie “Gabriela”. Sem contar inúmeros exemplos internacionais em que vários cantores também atuam. Porque arte é arte. Funk também é arte. Pagode é arte. Música popular e de massa é arte. Antes de ser cantora, sou uma artista, e quero poder explorar e experimentar várias formas artísticas sem me limitar. Paz”, concluiu ela.
The Last of Us: Part 2 encanta crítica e desperta ódio de gamers homofóbicos
O aguardado lançamento do game “The Last of Us: Part 2” na sexta passada (19/6) encantou a crítica, mas também demonstrou mais uma vez o lado negro da força do universo geek. O jogo atingiu 95% de aprovação na média das avaliações críticas consideradas pelo site Metacritic. Mas apenas nota 3,7 (de 10) entre o público no mesmo site. No IMDb, a nota ficou em 5,3. O resultado da suposta decepção do público é fruto de uma campanha de um grupo pequeno mas ruidoso nas redes sociais, que usa robôs para manipular as votações. A tática é tão descarada que Neil Druckmann, criador do game, chegou a ironizar no Twitter: “Nossa… em poucas horas de lançamento já temos quase o dobro do número de críticas de usuários obtido pelo primeiro jogo… em sete anos! Adoro essa paixão!”. A mesma tática foi usada anteriormente e por motivos similares contra os filmes “Pantera Negra”, “Capitã Marvel” e a recente trilogia “Star Wars”, todas produções da Disney que se tornaram blockbusters, demonstrando quão minoritários são os descontentes. O motivo do descontentamento é o fato de “The Last of Us: Part 2” não ser conservador. Gamers homofóbicos odiaram o fato de a protagonista Ellie ter se tornado uma lésbica assumida, envolver-se com uma mulher e enfrentar outra, que é “puro músculo, um caminhão”, nas palavras da roteirista do game, Halley Gross. Para completar, a trama também inclui um personagem trans em fuga de uma seita de fanáticos religiosos e a presença de muitas mulheres boas de briga em posições de comando. Nas redes sociais, os reacionários apelidaram o jogo de “the lesbian of us”, dizendo que ele é fruto de “ideologia de gênero”, denominação da extrema direita para qualquer visão de visão de mundo fora da heteronormatividade. O jogo é a continuação do premiado “The Last of Us”, de 2013, que liderou diversas listas de melhores games da década, e que recentemente teve sua adaptação para o formato de série anunciada pelo canal pago HBO. A série será escrita e dirigida pelos criadores de “Chernobyl”, o roteirista Craig Mazin e o diretor Johan Renck, que trabalharão com o autor do game, Neil Druckmann. A trama começa cinco anos após a dupla Joel e Ellie iniciar sua jornada pelo que restou dos Estados Unidos, agora destruído por uma pandemia causada por um fungo zumbi. Se no primeiro game o foco era na relação quase de pai e filha entre os dois protagonistas, em “The Last of Us Part 2” Ellie já tem 19 anos e deixa claro que é sexualmente ativa – com outras mulheres. Enquanto as críticas da imprensa usam adjetivos como “perfeito”, “cinematográfico” e “excelente” – o jornal The Guardian achou o game “inovador e poderoso”, enquanto o Washington Post o chamou de “um dos melhores videogames já criados” – , as resenhas dos “fãs” se resumem a repetir que “lésbicas no apocalipse f****** a saga”. Em meio à polêmica, a intérprete de Ellie (via captura de movimentos), a atriz Ashley Johnson, disse que se sentia “incrivelmente orgulhosa de interpretar essa personagem”, numa reportagem feita pela BBC. “Eu amo Ellie e acho muito importante que as pessoas vejam personagens como ela nos videogames. Ter uma jovem líder feminina que é gay faz com que o jogo pareça mais real”, ela apontou. Disse mais: “Eu acho que é essencial ter representação feminina e LGBTQIA+ em todas as mídias, precisamos disso em todos os formatos. As coisas estão começando a mudar lentamente, mas adoraria chegar logo a um ponto no entretenimento em que isso não seja mais considerado algo ousado”. Na mesma reportagem, Neil Druckmann afirmou que sua produtora, Naughty Dog, está numa situação confortável, graças a uma série de sucessos comerciais que lhes “permite arriscar”. “Se ‘The Last of Us: Part 2″ for bem sucedido, e alguém quiser fazer um novo game com um elenco semelhante, pelo menos as equipes de marketing poderão olhar e ver: ‘Bem, isso funcionou’, então o medo [de preconceituosos] deixará de ser entrave para que possamos refletir mais as pessoas à nossa volta”. Veja o impressionante trailer legendado do game abaixo.
Regina Duarte é processada por apologia aos crimes da ditadura militar
A ex-secretária da Cultura, Regina Duarte, virou ré em uma ação na Justiça Federal do Rio. Segundo a denúncia, apurada pelo colunista Anselmo Gois, do jornal O Globo, Duarte é tipificada no crime de apologia a crimes de tortura e mortes praticados na ditadura. O colunista destaca que a denúncia foi feita por Lygia Jobim, filha do falecido embaixador José Jobim, assassinado por “suicídio” em março de 1979, após ser sequestrado quando iria denunciar a corrupção no regime militar. Ele foi considerado uma das vítimas da ditadura pela Comissão Nacional da Verdade. Ela alega que Regina, durante sua polêmica entrevista à CNN Brasil, que foi ao ar em 7 de maio, relativizou os atos dos militares. Entre seus pedidos, Lygia cobra indenização de R$ 70 mil.
Steve McQueen diz que excesso de brancura em filmes e séries britânicas é “racismo descarado”
O diretor Steve McQueen, do filme vencedor do Oscar “12 Anos de Escravidão”, chamou de “racismo descarado” o fato de que filmes e séries britânicas tenham poucos profissionais não brancos, tanto atuando na frente das câmeras como – e principalmente – atrás delas. Ele deu um depoimento ao jornal inglês The Guardian em que comparou sua experiência de trabalhar nos EUA, onde comandou três longas – o mais recente, “Viúvas”, foi estrelado por Viola Davis, Michelle Rodriguez e Elizabeth Debicki – , e na indústria audiovisual britânica. “No ano passado, visitei um set televisivo em Londres. Parecia que eu tinha saído de um ambiente, a Londres que me cercava, para outro, um lugar que era estranho para mim. Eu não podia acreditar na quantidade de brancura naquele cenário. Fiz três filmes nos Estados Unidos e parece que nada mudou para valer neste período na Inglaterra. O Reino Unido estão muito atrás em termos de representatividade, é vergonhoso”, escreveu. “Toda a cultura da indústria tem que mudar. Isso não é saudável. Está errado. E, no entanto, muitas pessoas na indústria concordam com isso, como se isso fosse normal. Isso não é normal. É tudo menos normal. É ofensivo, obviamente errado. É racismo descarado. Fato. Eu cresci com isso”, completou. O desabafo de Queen reflete a iniciativa de profissionais de minorias étnicas (grupo chamado de BAME no Reino Unido, que inclui também asiáticos e “outros”) que enviaram neste fim de semana uma carta de protesto ao governo britânico contra a falta de iniciativas para enfrentar a falta de diversidade nas representações culturais. McQueen contou que, durante a produção de “Small Axe”, série sobre a comunidade negra britânica que ele está desenvolvendo para a rede BBC, deparou-se com diversas dificuldades para contratar minorias. “Tivemos incentivos fiscais, apoio financeiro, mas as únicas pessoas da comunidade BAME contratadas foram os motoristas e um eletricista. A dura realidade é que não há infraestrutura para apoiar e contratar essas pessoas”, afirmou. Para ele, toda a indústria precisa mudar. Ele questionou o número de negros trabalhando em produções recentes da BBC e em filmes como “Harry Potter”. “Não se trata apenas de negros trabalhando em filmes negros, mas de negros trabalhando em cinema e televisão, ponto final”. Ele descreve como a cultura pode mudar. “A questão fundamental é que precisamos acelerar o treinamento e o acesso às artes para todas as crianças talentosas, e não apenas para as crianças brancas talentosas”. O cineasta conclui: “Sim, estou farto. Não quero ouvir ninguém dizer: ‘Ah, sim, é terrível’ novamente. Eu já ouvi isso milhares de vezes. Todos concordam, mas nada é feito. O que eu quero é ver a mudança, não ouvir desculpas. Estou totalmente indignado com a falta histórica de esforço. Agora é a hora da mudança real”.
Mamma Mia! pode ganhar terceiro filme
“Mamma Mia!”, aí vem eles de novo. A produtora Judy Craymer revelou que tem planos para um terceiro musical da franquia inspirada pelos hits da banda Abba. “Eu deveria estar fazendo isso, na minha cabeça, durante estes meses. Mas daí eu fui atingida pelo bloqueio da covid-19”, ela disse, em entrevista ao jornal britânico Daily Mail. A produtora ressaltou que o estúdio tem planos para um novo filme. “Eu acho que um dia haverá um outro filme, porque foi feito para ser uma trilogia. Eu sei que a Universal quer que eu faça”, explicou. E para quem acha que o Abba não tem mais sucessos que possam render um terceiro longa, Craymer contou que o terceiro filme deve ter músicas inéditas e exclusivas da banda. “Mamma Mia” (2008) foi inspirado num musical da Broadway produzido por Craymer, mas o segundo longa, “Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo” (2018), foi criado especificamente para o cinema e faturou bem menos que o anterior – US$ 395 milhões contra os US$ 609 milhões que abriram a franquia. A história dos filmes gira em torno de Sophie (Amanda Seyfried) e sua mãe Donna (Meryl Streep). Enquanto Sophie se prepara para o dia do casamento, surge a questão de sua paternidade e ela convida três dos antigos namorados da mãe (Pierce Brosnan, Colin Firth e Stellan Skarsgård) na esperança de encontrar seu verdadeiro pai. A sequência de 2018 mergulha na história de Donna, interpretada por Lily James em flashbacks dos anos 1970, e explora ainda mais seu romance com os três homens de seu passado. Dez anos se passaram entre o lançamento dos dois filmes.
Ingrid Guimarães e Tatá Werneck serão irmãs no cinema
As atrizes Ingrid Guimarães e Tatá Werneck vão viver duas irmãs que se odeiam sem deixar de se amar numa nova comédia, que está sendo desenvolvida pelas duas. Segundo a coluna de Patrica Kogut no jornal O Globo, os detalhes vêm sendo tratados na maior confidencialidade, com direito a contratos de sigilo. Mas as pesquisas já foram iniciadas, e a equipe trabalha a todo vapor nos roteiros durante a quarentena. Trata-se de um sonho de longa data das atrizes. Elas são amigas de longa data, já tendo dividido a tela grande em “De Pernas pro Ar 2” (2012), “Loucas para Casar” (2015) e “TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva” (2017) O filme com Tatá vem sendo tratado como prioridade na agenda desde que Ingrid encerrou as gravações de “Bom sucesso”.
Ansel Elgort se manifesta sobre acusação de abuso de menor
O ator Ansel Elgort, de “A Culpa É das Estrelas” e “Em Ritmo de Fuga”, usou seu Instagram para se defender das acusações de queria abusado sexualmente de uma fã menor de idade, chamada Gabby, que ele conheceu via redes sociais. Em um post no Instagram, o ator de 26 anos disse que teve uma relação legal e consensual com a mulher em 2014, que disse em sua acusação ter na época 17 anos. Ela fez um longo relato no Twitter sobre o suposto abuso, mostrando uma foto dos dois juntos para comprovar o relacionamento. O ator deu sua versão dos fatos também via rede social, publicando um comunicado. “Fiquei angustiado de ver os posts nas redes sociais sobre mim que vêm circulando nas últimas 24 horas. Eu não posso alegar que entendo os sentimentos de Gabby, mas a sua descrição dos eventos simplesmente não foi o que aconteceu”, ele escreveu. “Eu nunca agredi e nunca agrediria alguém. O que é verdade é que em 2014, em Nova York, quando eu tinha 20 anos, Gabby e eu tivemos uma relação breve, legal e inteiramente consensual”, afirmou o ator. “Infelizmente, eu não lidei bem com o término. Eu parei de responder a ela, o que é uma coisa imatura e cruel de se fazer com alguém. Eu sei que essa desculpa atrasada não me absolve do meu comportamento inaceitável quando eu desapareci”, explicou Ansel. Ele afirmou ter vergonha de seus atos. “Olhando para trás e a minha atitude, eu me sinto enojado e extremamente envergonhado pela forma como agi. Eu sei que preciso continuar a refletir, aprender e trabalhar para desenvolver empatia”, escreveu Ansel. Segundo o relato da jovem, publicado na noite de sexta (19/6), os dois tiveram relações sexuais, inicialmente com consentimento, mas depois o ator ignorou a dor por ser a primeira vez dela e os pedidos para que parasse. “Ele me fez pensar que era assim que o sexo deveria ser. Eu era tão jovem e ele sabia disso. Ele também disse coisas como ‘você será uma moça tão bonita quando for mais velha.’ Eu tinha 17 anos”, disse ela em seu relato. Gabby afirma ter ficado com transtornos pós-traumáticos e ataques de pânico, e que resolveu contar sua história “para que possa finalmente me curar” e ajudar outras meninas que tenham sido vítimas do ator. Pouco depois da publicação ter viralizado, a conta de Gabby foi deletada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por @ansel em 20 de Jun, 2020 às 6:36 PDT
Ludmilla e Samantha Schmutz brigam por causa de papel em série
A cantora Ludmilla e a atriz Samantha Schmutz trocaram farpas nas redes sociais, durante a sexta-feira (19/6), por causa de uma série da Globoplay. Ao comemorar em seu Instagram o convite para integrar o elenco da 2ª temporada de “Arcanjo Renegado”, Ludmilla foi surpreendida por um comentário negativo de Samantha, que demonstrou insatisfação pela escolha de seu nome. “O meu sonho é que meus amigos atores, desempregados, porém formados em Artes Cênicas, tenham essa mesma facilidade em conseguir um papel”, confessou a artista, que atualmente pode ser vista na reprise da novela “Totalmente Demais”, na pele da desaforada Dorinha. A dona do hit “Cheguei” respondeu. “Meu sonho é que todos os artistas com talento possam ter espaço pra mostrar seu trabalho, mas infelizmente esse é um momento que a cultura do nosso país está tão desvalorizada que isso se torna cada vez mais difícil. Melhor seria que nós, artistas, que temos voz e alcance, nos uníssemos para melhorar a situação. Não acredito que seu comentário desmerecendo meu trabalho e minha trajetória- que é de muita superação- vá ajudar nisso”, iniciou Lud. Ludmilla ainda relembrou que outras cantoras já participaram de projetos dramáticos sem que ninguém reclamasse. “Várias cantoras brasileiras também já fizeram trabalhos na TV. Ivete, por exemplo, brilhou na minissérie “Gabriela”. Sem contar inúmeros exemplos internacionais em que vários cantores também atuam. Porque arte é arte. Funk também é arte. Pagode é arte. Música popular e de massa é arte. Antes de ser cantora, sou uma artista, e quero poder explorar e experimentar várias formas artísticas sem me limitar. Paz”, concluiu ela.
Babu Santana passa mal e é internado em hospital do Rio
O ator Babu Santana (“Tim Maia”), que ficou mais conhecido ao participar do “BBB20”, precisou ser internado às pressas em um hospital da zona oeste do Rio de Janeiro após passar mal na sexta-feira (19/9). Um comunicado nos Stories do Instagram do ator informou que ele passa bem e que foi descartada a suspeita de covid-19. Mas permanece internado no hospital para a realização de exames de rotina. Apesar de tranquilizar os seguidores, a publicação pede a eles que torçam por sua recuperação. “Aos fãs e amigos do Babu, gostaríamos de informar que paizão está bem. Só o que a família pede a vocês neste momento é que emanem energias positivas para que ele volte para casa o mais rápido possível”, diz a mensagem. Por sua vez, sua namorada, Tatiane Melo, publicou nas redes sociais que estava com Babu e reforçou que ele está bem. Veja as mensagens abaixo.
Globoplay disponibiliza as séries The Originals e Legacies
A Globoplay disponibilizou neste fim de semana as cinco temporadas completas de “The Originals” e o primeiro ano de “Legacies”. Ambas se passam no mesmo universo, inaugurado por “The Vampire Diaries”, e foram criadas por Julie Plec. Primeiro spin-off de “TVD”, “The Originals” acompanha a família dos vampiros mais antigos do mundo. Introduzidos como vilões na série dos irmãos Salvatore, eles mostram mais nuances na atração própria, a partir da decisão de Klaus Mikaelson (Joseph Morgan) de criar raízes em Nova Orleans para o nascimento de sua filha, um milagre que só foi possível por ele ser híbrido de lobisomem – também o primeiro de uma raça rara. “Legacies” é a história da filha de Klaus, Hope Mikaelson (Danielle Rose Russell), descendente da mais antiga linhagem de vampiros, lobisomens e bruxas, e com poderes das três espécies sobrenaturais. Levada ainda criança para aprender a lidar com seu legado numa escola para crianças especiais, ela se torna a estudante mais poderosa entre outras jovens de enorme capacidade destrutiva. São adolescentes que poderiam virar monstros, mas só pensam em passar de ano, namorar, se divertir e, nas horas vagas, salvar o mundo, graças à educação que receberam de um dos mais famosos caça-vampiros da saga, Alaric Saltzman (Matthew Davis). Atualmente renovada para sua 3ª temporada, “Legacies” surpreendeu por atingir o nível de “Buffy: A Caça-Vampiros”, a icônica produção teen sobrenatural dos anos 1990 que todas as sucessoras falharam em imitar. A série também é exibida no canal pago Warner no Brasil. Veja abaixo os trailers das primeiras temporadas das duas séries.
Ansel Elgort é acusado de abusar de menor de idade
Uma mulher que se identifica como Gabby nas redes sociais acusou o ator Ansel Elgort (“A Culpa É das Estrelas”, “Em Ritmo de Fuga”) de agredi-la sexualmente em 2014, quando tinha 17 anos. Ela publicou a denúncia na sexta-feira (19/6) em seu Twitter, acusando o ator de ter se aproveitado da fama para abusar dela. Gabby disse que em 2014 enviou uma mensagem direta a Elgort, informando que em breve seria seu aniversário de 17 anos, sem imaginar que ele responderia. Mas Elgort respondeu com um acesso a sua conta privada no Snapchat. Ele pediu fotos nuas dela e também teria sugerido fazer sexo a três com uma amiga dela. Segundo seu relato, os dois tiveram relações sexuais, inicialmente com consentimento, mas o ator ignorou a dor por ser a primeira vez dela e os pedidos para parar. “Ele me fez pensar que era assim que o sexo deveria ser. Eu era tão jovem e ele sabia disso. Ele também disse coisas como ‘você será uma moça tão bonita quando for mais velha.’ Eu tinha 17 anos”, disse ela em seu relato. Gabby afirma ter ficado com transtornos pós-traumáticos e ataques de pânico, e que resolveu contar sua história “para que possa finalmente me curar” e ajudar outras meninas que tenham sido vítimas do ator. A acusação é finalizada com duas fotos: uma supostamente da dona do perfil ao lado de Elgort, e outra do registro de troca de mensagens privadas no Twitter. A conta no Twitter foi completamente apagada após a publicação, mas os prints podem ser conferidos abaixo. Os representantes de Ansel Elgort ainda não se manifestaram. Ele terminou recentemente de filmar o remake de “Amor, Estranho Amor” (West Side Story), com direção de Steven Spielberg, e estava gravando a série “Tokyo Vice” para a HBO Max. Veja o depoimento original abaixo.
Stranger Things: 4ª temporada já está toda escrita
A 4ª temporada de “Stranger Things” já está toda escrita. O Twitter da sala de roteiristas da série divulgou uma foto com a pilha completa de scripts. E com um detalhe extra: a imagem revela que a temporada contará com nove episódios inéditos. Veja abaixo. Isto representa um episódio a mais que a 3ª temporada e que os próprios planos originais dos irmãos Duffer para o novo ciclo. Em 2019, eles alegaram que o quarto ano teria oito capítulos. Ter um conjunto completo de scripts também representa uma mudança de ritmo para o programa. “Stranger Things” costuma trazer o produtor Shawn Levy para dirigir episódios no meio da temporada para que os Duffers possam terminar os roteiros da segunda metade. A mudança foi ocasionada pela pandemia de covid-19. A produção chegou a reunir o elenco para a leitura coletiva do primeiro roteiro em março e estava no começo de suas gravações quando houve a suspensão de todos os trabalhos como prevenção contra o coronavírus. Ainda não há previsão para retomada das gravações, nem para a estreia dos novos episódios de “Stranger Things”. Stranger Things 4: the complete season. #ST4 pic.twitter.com/DAjQFnPVGq — stranger writers (@strangerwriters) June 18, 2020











