4ª temporada de The Handmaid’s Tale só vai estrear em 2021
O lançamento da 4ª temporada de “The Handmaid’s Tale” foi adiado para 2021. O anúncio foi feito nesta segunda (22/6) durante o “upfront” digital da Hulu, plataforma de streaming responsável pela exibição original da série nos EUA. Em sua apresentação da programação em desenvolvimento para a próxima temporada, a Hulu revelou que a 4ª temporada da série premiada só terá uma data de estreia definida após as gravações serem retomadas. A produção dos novos episódios tinha sido iniciada em março, mas em seguida foi paralisada, devido ao avanço da pandemia de coronavírus. Não há previsão para a volta aos trabalhos.
Novo filme do Bob Esponja tem estreia cancelada nos cinemas
O filme “Bob Esponja: O Incrível Resgate”, que tinha sido adiado de maio para agosto por causa da pandemia de coronavírus, não será mais lançado no cinema. Em comunicado, a Paramount afirma que “Bob Esponja: O Incrível Resgate” vai sair direto em streaming. “Nós estamos empolgados por ter ‘Bob Esponja: O Incrível Resgate’ como um lançamento da CBS All Access. O lançamento vai se encaixar perfeitamente com nossos planos de expansão contínua para a plataforma no começo de 2021”, disse Marc DeBevoise, presidente da ViacomCBS. “Nós estamos incrivelmente felizes por dar às crianças e famílias uma ajuda da forma que pudermos. Difícil pensar em uma maneira melhor de imersão no otimismo e na alegria que este personagem [Bob Esponja]”, completou. Os planos de expansão da plataforma foram revelados há poucos dias e apontam para a transformação da CBS All Access num serviço de streaming internacional – por enquanto, ele é restrito aos EUA – e vitaminado por conteúdo dos diversos canais do conglomerado ViacomCBS, que incluem entre outros o Nickelodeon, lar original do Bob Esponja. Mas, como disse DeBevoise, essa fase é prevista só para 2021. “Bob Esponja: O Incrível Resgate” vai chegar bem antes ao streaming. Por conta disso, o site Deadline afirma ter apurado que a Paramount lançará o filme em VOD (locação digital) antes de disponibilizá-lo na CBS All Access. Não há informação sobre se a mudança também será estendida ao Brasil, onde a estreia do longa estava marcada apenas para outubro. Com direção de Tim Hill (“Alvin e os Esquilos”), a animação usa computação gráfica em vez do desenho tradicional da série animada, e tem participações do rapper Snoop Dogg e do ator Keanu Reeves (“Matrix”). Veja abaixo um trailer dublado em português.
Michael Keaton negocia voltar ao papel de Batman nos filmes da DC Comics
O ator Michael Keaton pode voltar ao papel de Batman. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, ele negocia com a Warner para reprisar o papel do herói em “The Flash”, filme do herói velocista da DC Comics, interpretado por Ezra Miller em “Liga da Justiça” (2017). Keaton deu vida ao vigilante de Gotham City em “Batman” (1989) e “Batman: O Retorno” (1992), ambos dirigidos por Tim Burton, e é até hoje considerado um dos melhores intérpretes do personagem. Recentemente, ele voltou ao mundo dos super-heróis, mas como o vilão, no papel de Abutre em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017). “The Flash” faz parte dos planos da Warner há alguns anos e passou por várias reformulações, com diretores e roteiristas diferentes. O atual projeto será dirigido por Andy Muschietti (“It: A Coisa”) e está sendo reescrito pela roteirista Christina Hodson (“Aves de Rapina”), visando um lançamento em julho de 2022. Em sua reportagem, o THR ainda afirma que o contrato prevê participações de Keaton em outras adaptações da DC Comics. O site chega a especular que a ideia seria fazer o Bruce Wayne/Batman de Keaton assumir um papel semelhante ao de Nick Fury (Samuel L. Jackson) nos longas da Marvel. E ainda cita “Batgirl” como um filme em que isso poderia acontecer. Por coincidência, “Batgirl” também tem roteiro de Christina Hodson – mas ainda nem entrou no cronograma de lançamentos da Warner. Resta saber o que isso significa para o Batman vivido por Robert Pattinson, que vai chegar aos cinemas no ano que vem – antes, portanto, que o filme com Keaton. Uma hipótese plausível diz respeito à inclusão de uma trama sobre universos paralelos em “The Flash” – Batman é bem mais velho na Terra 2 original dos quadrinhos. Até recentemente, a Warner trabalhava com a ideia de usar a trama de “Ponto de Ignição” (Flashpoint), que retrata uma linha de tempo paralela, no filme solo do Flash. Mas Batman não seria mais velho nesse contexto.
Joel Schumacher (1939 – 2020)
O cineasta Joel Schumacher, de “Batman Eternamente” (1995) e “Batman e Robin” (1997), faleceu nesta segunda-feira (22/6) aos 80 anos, enquanto enfrentava um câncer. Schumacher teve uma longa carreira em Hollywood, iniciada como figurinista de “O Destino que Deus Me Deu”, dramédia estrelada por Tuesday Weld em 1972. Ele chegou a Los Angeles após ter trabalhado como desenhista de roupas e vitrinista em Nova York, e se estabeleceu rapidamente na indústria cinematográfica, quebrando o galho até como cenografista em “Abelhas Assassinas” (1974). Após assinar figurinos de filmes de Woody Allen – “O Dorminhoco” (1973) e “Interiores” (1978) – , foi incentivado pelo cineasta a escrever e, eventualmente, tentar a direção. O incentivo rendeu os roteiros da famosa comédia “Car Wash: Onde Acontece de Tudo” (1976) e do musical “O Mágico Inesquecível” (1978), versão de “O Mágico do Oz” com Diana Ross e Michael Jackson, dois sucessos absurdos dos anos 1970. Com essas credenciais, conseguiu aval para sua estreia na direção, que aconteceu na comédia sci-fi “A Incrível Mulher que Encolheu” (1981), logo seguida por “Taxi Especial” (1983), produção centrada na popularidade do ator Mr. T (da série “Esquadrão Classe A”). O trabalho como diretor começou a chamar atenção a partir do terceiro filme, quando Schumacher demonstrou seu raro talento para escalar atores. No drama “O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas” (1985), ele juntou uma turma jovem que marcou a década de 1980: Demi Moore, Rob Lowe, Emilio Estevez, Judd Nelson, Andrew McCarthy e Ally Sheedy – apelidados de “brat pack” pela mídia. O sucesso comercial veio com dois terrores inventivos, que viraram exemplos da chamada “estética MTV” no cinema. Ele usou elementos de clipes para dar uma aparência juvenil aos temas sobrenaturais. Em “Os Garotos Perdidos” (1987), filmou uma história de vampiros delinquentes, reunindo pela primeira vez os atores Corey Haim e Corey Feldman, que formariam uma dupla inseparável ao longo da década, ao mesmo tempo em que explorou a imagem de Jim Morrison, cantor da banda The Doors, como referência para uma juventude vampírica que se recusava a envelhecer. Em “Linha Mortal” (1990), juntou o então casal Kiefer Sutherland (seu vilão em “Os Garotos Perdidos”) e Julia Roberts num grupo de estudantes de Medicina (com Kevin Bacon, William Baldwin e Oliver Platt) que decide colocar a própria saúde em risco para descobrir se havia vida após a morte. Os dois filmes tornaram-se cultuadíssimos, a ponto de inspirarem continuações/remakes. Entre um e outro, ele ainda explorou o romance em “Um Toque de Infidelidade” (1989), remake do francês “Primo, Prima” (1975), com Isabella Rossellini, e “Tudo por Amor” (1991), com Julia Roberts. E assinou clipes de artistas como INXS, Lenny Kravitz e Seal – a tal “estética MTV”. Já tinha, portanto, uma filmografia variada quando se projetou de vez com o thriller dramático “Um Dia de Fúria” (1993), um dos vários filmes estrelados por Michael Douglas que deram muito o que falar no período – durante sete anos, entre “Atração Fatal” (1987) e “Assédio Sexual” (1994), o ator esteve à frente dos títulos mais controvertidos de Hollywood. O longa mostrava como um cidadão dito de bem era capaz de explodir em violência, após o acúmulo de pequenos incidentes banais. A projeção deste filme lhe rendeu status e o convite para dirigir o terceiro e o quarto longas de Batman. Mas o que deveria ser o ponto alto de sua trajetória quase acabou com ela. O personagem dos quadrinhos vinha de dois filmes muito bem-recebidos por público e crítica, assinados por Tim Burton, que exploraram uma visão sombria do herói. Schumacher, porém, optou por uma abordagem cômica e bem mais colorida, chegando a escalar o comediante Jim Carrey como vilão (o Charada) e introduzindo Robin (Chris O’Donnell) e até Batgirl (Alicia Silverstone). Ele também deu mais músculos ao traje usado por Val Kilmer em “Batman Eternamente” (1995) e mamilos ao uniforme de George Clooney em “Batman e Robin” (1997) – o que até hoje rende piadas. Abertamente homossexual, Joel Schumacher acabou acusado por fanboys de enfatizar aspectos homoeróticos de Batman. Diante do fiasco, a Warner se viu obrigada a suspender a franquia, que só voltou a ser produzida num reboot completo de 2005, pelas mãos de Christopher Nolan. Em meio à batcrise, o diretor também filmou dois dramas de tribunal, “O Cliente” (1994) e “Tempo de Matar” (1996), inspirados por livros de John Grisham, que tampouco fizeram o sucesso imaginado pelo estúdio, aumentando a pressão negativa. Sem desanimar, ele realizou o suspense “8mm: Oito Milímetros” (1999), juntando Nicolas Cage e Joaquin Phoenix, e ainda foi responsável por lançar Colin Ferrell em seu primeiro papel de protagonista no drama “Tigerland – A Caminho da Guerra” (2000). Ambos receberam avaliações positivas. Mas entre cada boa iniciativa, Schumacher continuou intercalando trabalhos mal-vistos, o que fez com que diversos momentos de sua carreira fossem considerados pontos de “retorno” à melhor fase. O elogiadíssimo suspense “Por um Fio” (2002), por exemplo, com Colin Ferrell basicamente sozinho numa cabine telefônica, atingiu 76% de aprovação no Rotten Tomatoes e assinalou o momento mais claro de “renascimento”. Só que em seguida veio o fracasso dramático de “O Custo da Coragem” (2003), com Cate Blanchett e – novamente – Ferrell, fazendo com que o trabalho seguinte, a adaptação do espetáculo da Broadway “O Fantasma da Ópera” (2004) fosse visto como mais uma chance de recuperação. Cercado de expectativa, o musical estrelado por Gerard Butler e Emmy Rossum se provou, contudo, um fiasco tão grande quanto as adaptações de quadrinhos, encerrando o ciclo de superproduções do diretor. O terror “Número 23” (2007), com Jim Carrey, foi a tentativa derradeira de recuperar a credibilidade perdida. E acabou-se frustrada. Schumacher nunca superou as críticas negativas a esse filme – 8% de aprovação no Rotten Tomatoes – , que tinha conceitos ousados, mas foi recebido como sinal evidente de fim de linha. Ele ainda fez mais três filmes de baixo orçamento, dois deles para o mercado europeu, abandonando o cinema ao voltar a Hollywood para seu último fracasso, “Reféns” (2011), estrelado por Nicolas Cage e Nicole Kidman. Na TV, ainda comandou dois episódios da 1ª temporada de “House of Cards”, ajudando a lançar o projeto de conteúdo original da Netflix em 2013. De forma notável, dezenas de pessoas que trabalharam com Schumacher, nos sucessos e nos fracassos, mobilizaram-se nas últimas horas para lembrar no Twitter que ele não é só o diretor dos piores filmes de Batman. O cineasta foi “uma força intensa, criativa e apaixonada” nas palavras de Emmy Rossum. “Ele viu coisas mais profundas em mim que nenhum outro diretor viu”, apontou Jim Carrey. “Ele me deu oportunidades e lições de vida”, acrescentou Kiefer Sutherland, concluindo que sua “marca no cinema e na cultura moderna viverão para sempre”. Muitos ainda lembraram dele como mentor e amigo. O roteirista Kevin Williams contou como foi convidado para ir a um set por Schumacher e recebeu conselhos que considera importantes para sua carreira. E Corey Feldman revelou, sem filtro, que “ele me impediu de cair nas drogas aos 16 anos”, citando como foi enquadrado e quase demitido pelo cineasta em “Os Garotos Perdidos”. “Pena que eu não escutei”.
Atriz de Anne with an E se assume bissexual “acidentalmente”
A atriz Amybeth McNulty, protagonista da série “Anne with an E”, revelou “acidentalmente” que é bissexual. A confirmação ocorreu após ela curtir e republicar em seu Instagram Stories um vídeo feito por um fã, na qual ela própria aparece com uma placa dizendo “Anne Shirley é bi”, referindo-se à sua personagem na série da Netflix. “Bom, eu acho que acidentalmente saí do armário (risos). Feliz Mês do Orgulho LGBTQIA+”, escreveu McNulty em seu perfil no Twitter, após o vídeo e fotos em que aparece enrolada na bandeira do arco-íris viralizarem. “Anne with an E” foi gravada entre 2017 e 2019. A 3ª e última temporada foi lançada na Netflix em janeiro passado. Amybeth McNulty tinha 15 anos quando a série surgiu e está atualmente com 18. Ela será vista a seguir no terror sobrenatural “Maternal”, que tem uma curiosidade para os fãs da personagem Anne Shirley. Amybeth interpretará a filha de Megan Follows, atriz que viveu Anne Shirley em minisséries e telefilmes de 1985 ao ano 2000. Megan Follows também assina a direção do longa, que ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram a legend of bicon 🏳️🌈 kinda late but happy pride month cc selenatimothee ac voidgold for everyone✨ ~ –🎵: Drake – Nice for what dt @sweetblythee @blossxm.mills @blythesvsp @shirley.amp @theworld.ofantasy @xqueenofenglandx 💙 AMYBETH LIKED AND REPOSTED I AM DEAD PERSON NOW AND AMYBETH TWITTED ABOUT SHE IS BI I AM SCREAMING Uma publicação compartilhada por 𝒑𝒍𝒖𝒗𝒊𝒂 🦋 (@plxvia) em 17 de Jun, 2020 às 6:44 PDT ❤💛💚💙💜I love you and I'm proud of you, anyway! Congrats! pic.twitter.com/GwI8VPr1ni — sam ⚔ (@schreavebeauty) June 17, 2020 Well, I think I just accidentally came out hahaha happy pride month lovelies🏳️🌈❤️ — Amybeth (@AmybethMcnulty) June 17, 2020
Globo de Ouro 2021 será realizado no final de fevereiro
A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) informou a data em que será realizado o próximo Globo de Ouro. Um dos eventos que tradicionalmente abre a temporada de premiações em Hollywood, o Globo de Ouro de 2021 vai acontecer em 28 de fevereiro, seguindo a tendência de atraso das cerimônias do setor, devido a pandemia de coronavírus. A data é a mesma que tinha sido previamente reservada para o Oscar. Ela ficou disponível após a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas adiar sua premiação para 25 de abril. Em comunicado, a HFPA informou que “fornecerá mais informações sobre elegibilidade, período de votação e o cronograma de anúncio dos indicados nas próximas semanas”. A cerimônia será apresentada pela dupla Tina Fey e Amy Poehler, que já comandou a premiação por três anos, de 2013, quando a transmissão televisiva da cerimônia conquistou considerável aumento de audiência, até 2015.
Em um mês, Brasil ganha 18 novos cines drive-in
A volta dos cines drive-in é o principal fenômeno do circuito cinematográfico do período da pandemia de coronavírus. Segundo um levantamento da consultoria Comscore, no último final de semana 6,5 mil brasileiros assistiram filmes num total de 20 drive-ins espalhados pelo Brasil. Isto representa um aumento expressivo na quantidade de cinemas ao ar livre no país, mais exatamente de 81,8% em relação à semana passada, quando eram 11 em funcionamento. E de 900% na comparação com o mês passado, quando havia apenas 2 cines drive-in em todo o território nacional – o Cine Drive-In Brasília e o Cinesystem Litoral Plaza Drive-In, em Praia Grande (SP). Em um mês, o Brasil ganhou nada menos que 18 novos cines drive-in. As primeiras inaugurações aconteceram em 22 de maio: o Cineprime Drive-In, em Uruguaiana (RS), e o Cineplus Drive-in, em Curitiba (PR). São Paulo lidera esse mercado com 7 espaços do gênero (3 na capital), seguido pelo Paraná (4), Rio Grande do Sul (3) e Rio (2), etc. A velocidade do crescimento impressiona, já que esse tipo de espaço era considerado em extinção. Popularizados nos anos 1950 e em declínio desde os 1970, os drive-in também ganharam força nos EUA como alternativa durante a pandemia. Para completar, o festival Cine-PE, de Recife, informou que também vai acontecer num esquema de drive-in, entre 24 a 30 de agosto. Apesar de configurar um fenômeno, os 20 cines drive-ins não são suficientes para a indústria cinematográfica comemorar uma retomada nas bilheterias. Eles renderam apenas R$ 161,3 mil em ingressos vendidos no fim de semana. O filme mais assistido foi “Jumanji: Próxima Fase” com público de 1.344 pessoas. O Top 3 incluiu ainda “Coringa”, com 1.294 espectadores, e “O Homem invisível”, visto por 974 pessoas. Todos esses títulos estão disponíveis em streaming.
Cobra Kai: Série derivada de Karatê Kid troca YouTube pela Netflix
“Cobra Kai”, série que dá sequência à franquia dos anos 1980 “Karatê Kid”, trocou o YouTube, sua casa original, pela Netflix. O YouTube abandonou completamente seu projeto de criar uma seção premium no portal, com conteúdo pago em streaming, e suspendeu todas as produções que vinha desenvolvendo. A série “On Becoming a God in Central Florida”, por exemplo, foi parar no canal pago Showtime. Com sinal verde para negociar um novo endereço, a Sony, que produz “Cobra Kai”, acertou sua transferência para a Netflix. Para facilitar o negócio, o YouTube até abriu mão da exclusividade dos episódios que financiou. Assim, as duas primeiras temporadas, que foram ao ar no YouTube em 2018 e 2019, estrearão na Netflix ainda neste ano. A 3ª temporada, que já estava sendo produzida, deve chegar na plataforma logo em seguida. A série era o maior sucesso dentre as atrações originais do YouTube. O primeiro episódio, liberado no portal, foi visto mais de 80 milhões de vezes. A trama retoma os personagens de “Karatê Kid”, mais de três décadas depois dos acontecimentos do filme, para abordar a rivalidade entre Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka), que se enfrentaram em 1984. Depois de vencer Lawrence no antigo duelo de karatê, LaRusso é um bem-sucedido empresário, enquanto seu velho rival tem problemas com o alcoolismo e o filho adolescente. No meio disso, Lawrence resolve reabrir o infame dojo Cobra Kai como sensei, o que traz de volta o conflito com Daniel e o inspira a criar seu próprio dojo, em homenagem a seu mestre, o Sr. Miyagi (o falecido ator Pat Morita). Macchio e Zabka também são produtores da série, que é uma criação dos roteiristas Josh Heald (“A Ressaca”), Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (ambos de “American Pie: o Reencontro”). Os dois últimos assinaram a direção dos primeiros episódios. Além dos citados, há outro peso pesado de Hollywood no negócio: o ator Will Smith (“Esquadrão Suicida”), por meio de sua produtora Overbook, que responde pela produção. O filho de Smith estrelou o “remake” de “Karatê Kid” em 2010. Os demais integrantes do elenco são Mary Mouser (série “Freakish”), Courtney Henggeler (série “Mom”), Xolo Maridueña (série “Parenthood”), Tanner Buchanan (série “Designated Survivor”) e o veteraníssimo Edward Asner (o eterno Lou Grant da série “Mary Tyler Moore” e voz original do vovô de “Up – Altas Aventuras”). Veja abaixo o trailer oficial da série.
O Clube das Babás: Nova série teen da Netflix ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado de “O Clube das Babás”, nova série que adapta os livros escritos por Ann M. Martin. A atração é a primeira série teen da plataforma sem crimes ou maldades, finalmente refletindo o sucesso de seus filmes de garotas apaixonadas. Curiosamente, a prévia parece um filme, com começo, meio e fim – tem até conclusão ao estilo “moral da história” no vídeo. E, de fato, esta história já foi filme, lançado em 1995 – e com Rachael Leigh Cook entre as jovens. Também já foi uma série fracassada, que durou 13 capítulos em 1990 produzidos pela HBO e reprisados pelo Disney Channel. A nova versão começa com uma 1ª temporada de 10 episódios e tem um elenco muito mais jovem que as adaptações anteriores, com atrizes mais próximas da idade das personagens. A trama gira em torno de um grupo de cinco melhores amigas adolescentes da cidade de Stoneybrook que trabalham como babás. Apesar de iniciarem o negócio visando retorno financeiro, elas logo descobrem que o clube tem outro tipo de impacto em suas vidas, refletindo em autoconfiança, namoros e evolução pessoal, graças à sororidade que promove entre as envolvidas. A adaptação está a cargo de Rachel Shukert (roteirista de “Supergirl”) e inclui a cineasta Lucia Aniello (“A Noite É Delas”) na direção dos episódios. Já o elenco destaca as meninas Shay Rudolph (a Maya de “Máquina Mortífera”), Momona Tamada (a versão mirim de Laura Jean em “Para Todos os Garotos: P.S. Ainda Amo Você”), Malia Baker (“Flash”), Sophie Grace (“Terror in the Woods”) e Xochitl Gomez (“Gentefied”), além de de Alice Silverstone (a eterna Cher de “Patricinhas de Beverly Hills”) e Mark Feuerstein (“Do que as Mulheres Gostam”). A estreia está marcada para 3 de julho.
Lucifer: Vídeo com “momentos quentes” anuncia data da 5ª temporada
A Netflix divulgou um vídeo com “os momentos mais quentes” de “Lucifer” para anunciar a data de estreia da 5ª temporada. Depois de mostrar várias cenas do ator Tom Ellis descamisado, envolvido em orgias e exibindo o bumbum, a “prévia” revela que a série retorna no dia 21 de agosto. O vídeo não dá maiores detalhes, mas os planos da Netflix previam dividir a 5ª temporada em duas partes. Só que esses planos já foram alterados, visto que consideravam o lançamento da primeira leva de episódios em maio e o cancelamento da série ao final da segunda parte. Não só maio já passou como “Lucifer” deve ter 6ª temporada – falta apenas o anúncio para oficializar. A reta final de “Lucifer” também teria inicialmente 10 episódios, mas a Netflix decidiu estender o total para 16, visando permitir aos produtores encerrar a trama de forma apropriada. De fato, o último episódio gravado foi batizado de “Uma Chance de Final Feliz”, e sua sinopse diz: “O último episódio de ‘Lucifer’, a última briga com o pai [Deus]”. Mas a Netflix se arrependeu de encerrar a produçãoe já renegociou com a WBTV (Warner Bros. Television), os produtores e o elenco para a série continuar por pelo menos mais um ano. Os fãs agradecem.
Elenco de Riverdale reage à acusações de supostos abusos sexuais
O elenco de “Riverdale” foi alvo de acusações de abuso sexual neste fim de semana. Mas desta vez há uma grande diferença em relação a outras denúncias: os relatos detalhados de abusos supostamente cometidos por Cole Sprouse (o Jughead), Lili Reinhart (a Betty), KJ Apa (o Archie) e Vanessa Morgan (a Toni) se multiplicaram com poucas horas de diferença em contas do Twitter recém-criadas, identificadas com pseudônimos e sem fotos. Cole Sprouse e Lili Reinhart, que até recentemente namoravam fora das telas, resolveram se manifestar contra a aparente farsa, criticando quem inventa esse tipo de acusação para banalizar outras denúncias. Eles reforçaram que falsas acusações são danosas para a luta das verdadeiras vítimas. E vão processar quem espalhou as supostas mentiras. Rapidamente, algumas das contas foram deletadas. Outras disseram que ouviram falar do abuso e resolveram criar a conta só para denunciar. Teve também um perfil que afirmou ter inventado tudo para demonstrar como era fácil fazer as pessoas acreditarem em qualquer coisa. A maioria das contas criadas no fim de semana já saiu do ar, após investigações privadas terem rastreado um IP único responsável por elas. Mas as denúncias deixaram um rastro digital inflamável no Twitter, que dividiu os fãs da série com dúvidas sobre a veracidade das afirmações. “Hoje mais cedo, eu e outros três companheiros de elenco fomos falsamente acusados de agressão sexual por contas anônimas no Twitter. Eu levo essas acusações com muita seriedade e trabalharei com os times certos para chegar à raiz delas”, escreveu Sprouse em seu Twitter. “Esse parece ser mais um, dentre uma série de incidentes, que tentam de forma apelativa e sem embasamento querer cancelar meus companheiros de elenco e eu”, apontou. “Falsas acusações causam danos tremendos em vítimas de assédio. Além disso, eu jamais tentaria silenciar alguém. Eu encorajo as pessoas a olharam as acusações, já que os eventos contados são evidentemente falsos”, conclui Sprouse. Dizendo que “sempre levou as acusações de assédio sexual muito a sério”, Reinhart faz uma ressalva: “Mas ficou provado que essa conta foi criada especificamente para criar histórias falsas sobre mim e meus colegas de elenco. Eu não posso pensar em algo mais distorcido do que mentir sobre assédio sexual”. “Isso invalida homens e mulheres que são corajosos o suficiente para falar a verdade. Esse tipo de mentira pode arruinar vidas e carreiras — e eu posso dizer que isso é uma mentira porque a pessoa que fez as alegações já admitiu que as histórias foram inventadas”, continuou. “Nós estamos pensando em tomar ações legais. Esse tipo de comportamento doentio fere apenas os sobreviventes verdadeiros. Isso foi um gatilho inacreditável pra mim e assustador porque eu sempre apoiei as vítimas e acreditei nelas”, acrescentou. “Eu espero e rezo para que isso não desencoraje sobreviventes reais a denunciarem suas experiências”, acrescentou em seu perfil. False accusations do tremendous damage to victims of actual assault. Furthermore, I would never seek to silence anybody. I encourage that people look into the accusations themselves, as the events detailed were factually untrue. 2 — Cole M. Sprouse (@colesprouse) June 22, 2020 Brave enough to come forward with the truth. This kind of lie can ruin lives and careers- and I can call it a lie because the person who made the allegations already admitted that the stories were fabricated. — Lili Reinhart (@lilireinhart) June 22, 2020 I hope and pray that this does not discourage real survivors from speaking out about their experiences. — Lili Reinhart (@lilireinhart) June 22, 2020
Shows clássicos: Vídeos com The Specials, The Police, Blondie, B-52’s, Talking Heads, Gang of Four, etc
Pipoca Moderna apresenta a 6ª mostra de show históricos, numa seleção com 28 documentários, festivais e programas de TV raros que traçam mais um capítulo da história do pop/rock. A nova coleção de vídeos abre com a popularização do afro beat e do reggae, que internacionalizou o universo pop nos anos 1980, avança pelo movimento Two Tone do ska britânico e chega até a new wave e o pós-punk – um trajeto que vai de Youssou N’Dour a Bow Wow Wow. A lista de shows históricos inclui as últimas turnês de Bob Marley, da formação original de Toots and the Maytals, de Gang of Four e de Blondie nos anos 1980, além da apresentação do UB40 com Chrissie Hynde em homenagem a Mandela em 1988, e os megaconcertos de “Synchronicity” do Police, “Heartbeat City” do Cars e “Stop Making Sense” do Talking Heads. Confira também as seleções anteriores, que podem ser acessadas nos links abaixo. > Shows dos 1960 (iê-iê-iê, mod, folk e psicodelia) > Shows dos 1970 – Parte 1 (hard rock e glam) > Shows dos 1970 – Parte 2 (progressivo e funk) > Shows dos 1970 – Parte 3 (disco, new wave e punk rock) > Shows dos 1980 – Parte 1 (punk, hardcore e grunge) Youssou N’Dour | 1989 Fela Kuti & Egypt 80 | 1986 Bob Marley & The Wailers | 1980 Peter Tosh | 1984 Steel Pulse | 1980 Toots & The Maytals | 1982 UB40 | 1988 The Beat | 1980 The Selecter | 1980 The Specials | 1980 Fun Boy Three | 1983 Madness | 1983 The Police | 1983 Men at Work | 1983 XTC | 1982 Blondie | 1982 The Go-Go’s | 1982 The Motels | 1982 The Romantics | 1983 The Waitresses | 1982 The B-52’s | 1980 The Cars | 1984 Talking Heads | 1984 Gang of Four | 1983 Bush Tetras | 1980 Public Image Ltd | 1985 Adam and the Ants | 1981 Bow Wow Wow | 1982
The Rental: Terror dirigido por Dave Franco ganha trailer tenso
A IFC Films divulgou o pôster e o trailer do terror indie “The Rental”, que marca a estreia do ator Dave Franco (“Vizinhos”, “Esquadrão 6”) como diretor. A prévia tensa acompanha dois casais, que alugam uma casa no campo para passar um fim de semana longe da cidade e acabam descobrindo que caíram numa armadilha, com câmeras no chuveiro, vultos furtivos ao redor da casa e uma série de dificuldades que os impede de sair daquele lugar. O elenco é encabeçado por Dan Stevens (“Legion”), Alison Brie (“GLOW”), Sheila Vand (“Expresso do Amanhã”), Jeremy Allen White (“Shameless”) e Toby Huss (“Halt and Catch Fire”) como o locatário sinistro. O filme será lançado em drive-ins no dia 18 de julho nos EUA e chegará em VOD a partir do dia 24 do mesmo mês.












