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  • Filme

    Trailer de comédia da HBO Max traz Seth Rogen em papel duplo

    3 de julho de 2020 /

    A plataforma HBO Max divulgou o trailer de “An American Pickle”, comédia que traz Seth Rogen (“Vizinhos”) em papel duplo. Na trama, Rogen interpreta um imigrante do Leste Europeu que chega em Nova York com sonhos de fortuna no começo do século 20, mas logo ao chegar cai num caldo de pickles na fábrica em que trabalha e acaba “preservado” por 100 anos. Ao acordar, ele descobre que o mundo mudou radicalmente e o único parente vivo que possui é um neto que nunca conheceu, também vivido por Rogen. Os dois decidem se juntar num negócio de pickles, sonhando com o antigo plano de riqueza da família. Mas o trailer revela que, para viver no mundo moderno, o velho imigrante ainda precisará descobrir se David Bowie é homem ou mulher. Na verdade, esta é a única piada do trailer inteiro, cuja história parte de uma premissa similar a “O Dorminhoco” (1973), de Woody Allen, e a animação “Futurama”. Escrito por Simon Rich, roteirista de “Divertida Mente” (2015) e criador da série “Miracle Workers”, o filme tem direção de Brandon Trost, que trabalhou com Rogen na série “Future Man”. E o elenco também inclui Sarah Snook (“Succession”), Jorma Taccone (“Popstar: Sem Parar, Sem Limites”), Jeff Daniel Phillips (“The Gifted”) e Kevin O’Rourke (“O Irlandês”). A estreia está marcada para 6 de agosto em streaming nos EUA. A HBO Max ainda não está disponível no Brasil.

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  • Etc,  Filme,  TV

    Leonardo Villar (1923 – 2020)

    3 de julho de 2020 /

    O ator Leonardo Villar, consagrado pelo Festival de Cannes em “O Pagador de Promessas” (1962), morreu na manhã desta sexta-feira (3/7) em São Paulo, aos 96 anos, vítima de uma parada cardíaca. Ele tinha sido internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) após se sentir mal na noite de quarta. Nascido em Piracicaba, no interior de São Paulo, Leonildo Motta (seu nome de batismo) foi virar Leonardo Villar no teatro. Ele atuou em peças da Companhia Dramática Nacional (CDN), no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) e no programa televisivo de clássicos da dramaturgia “Grande Teatro Tupi” (entre 1952 e 1959) antes de ser alçado ao estrelato mundial como Zé do Burro, o personagem principal de “O Pagador de Promessas”. O filme tinha sido rejeitado pelo autor da peça original, Dias Gomes, após mudanças no texto promovidas pelo então galã transformado em cineasta Anselmo Duarte. Até os diretores do Cinema Novo atacaram a produção, jamais superando a inveja por sua consagração. Mas o fato é que “O Pagador de Promessas”, com um galã atrás das câmeras e um estreante no cinema diante delas, encantou a crítica mundial e faturou a Palma de Ouro. É até hoje, 58 anos depois, o único filme brasileiro vencedor de Cannes. E com o seguinte detalhe: venceu “apenas” os clássicos absolutos “O Anjo Exterminador”, de Luís Buñuel, “Cléo das 5 às 7”, de Agnès Varda, “O Eclipse”, de Michelangelo Antonion, e “Longa Jornada Noite Adentro”, de Sidney Lumet. Foi também o primeiro filme da carreira de Villar. Ator de teatro, ele ficou com o papel por insistência de Duarte, que recusou “sugestões” sucessivas para que Mazzaropi estrelasse o longa, o que facilitaria seu sucesso comercial. A grande ironia é que o filme tornou-se um sucesso justamente pela interpretação crível e inesquecível do ator, que deu vida ao simples Zé do Burro, um homem que só queria pagar uma promessa, carregando uma cruz gigante contra a vontade da Igreja local. Villar foi a alma de “O Pagador de Promessas”, carregando-o nas costas como o personagem, até o tapete vermelho da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, que encerrou a trajetória consagradora do longa com uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Graças à fama de Zé do Burro, Villar se estabeleceu como um dos principais astros do cinema brasileiro, dando vida a outros personagens e obras icônicas, como os papéis-títulos de “Lampião, Rei do Cangaço” (1964), de Carlos Coimbra, e o excepcional “A Hora e a Vez de Augusto Matraga” (1965), de Roberto Santos, que lhe rendeu o troféu Candango de Melhor Ator no Festival de Brasília. Estabelecendo uma bem-sucedida parceria com Coimbra, ainda estrelou dois sucessos do diretor, “O Santo Milagroso” (1967) e “A Madona de Cedro” (1968), sem esquecer o maior título da carreira de Cacá Diegues, “A Grande Cidade ou As Aventuras e Desventuras de Luzia e Seus 3 Amigos Chegados de Longe” (1966). Ele viveu até Jean Valjean na versão brasileira de “Os Miseráveis”, clássico de Victor Hugo transformado em novela por Walther Negrão em 1967, na Bandeirantes. Mas a partir da entrada na rede Globo, com “Uma Rosa Com Amor” em 1972, praticamente trocou o cinema pelas novelas, com passagens por cerca de 30 sucessos da emissora, incluindo “Estúpido Cupido”, “Tocaia Grande”, a versão original e o remake de “Os Ossos do Barão”, “Barriga de Aluguel”, “Laços de Família”, “Pé na Jaca”, até “Passione”, seu último trabalho em 2011, em que viveu o divertido Antero Gouveia. Entre uma novela e outra, intercalou telefilmes da Globo, entre eles “O Duelo” (1973) e “O Crime do Zé Bigorna” (1974), com Lima Duarte, mas isso também significou longos períodos afastado do cinema. De todo modo, os poucos filmes da fase final de sua carreira marcaram época, como “Ação Entre Amigos” (1998), de Beto Brant, “Brava Gente Brasileira” (2000), de Lúcia Murat, e “Chega de Saudade” (2007), de Laís Bodanzky.

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  • Etc,  Série

    Globoplay chega ao quinto programa caseiro durante o isolamento social

    3 de julho de 2020 /

    O Globoplay estreou nesta sexta-feira (3/7) “Cada um no Seu Quadrado”, seu quinto programa produzido de forma caseira durante o período de isolamento social. O acúmulo de produções, num período em que poucos estão gravando – até os estúdios da Globo estão fechados – , demonstra uma grande capacidade criativa, bem como o arsenal de talentos envolvidos com a plataforma. O primeiro lançamento foi o humorístico “Sinta-se em Casa”, criado e protagonizado por Marcelo Adnet em sua casa. A iniciativa superou as limitações das “lives” com imitações divertidas e um texto cheio de graça, mas que também reflete a situação política do país. Depois veio “Que Tal um Pouco de Esperança e Boas Notícias”, feito por Luciano Huck, que é basicamente o “Some Good News” do ator e cineasta John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”). Trata-se de uma tentativa de passar mensagens positivas e valorizar boas ações durante a pandemia. O terceiro programa foi “Sterblitch Não Tem um Talk Show: o Talk Show”, que combina gravações de “lives”, em que o comediante Eduardo Sterblitch interage com o público, e entrevistas com personalidades. Disponibilizado na semana passada, “Diário de um Confinado” é a primeira obra de ficção da leva, estrelada por Bruno Mazzeo como um personagem solteiro e solitário que tem que lidar com as dificuldades da quarentena. A série de comédia com 12 episódios curtos (“quibis” de 10 minutos) foi criada pelo ator em parceria com sua mulher, Joana Jabace, que é diretora de séries e novelas da Globo. Por isso, mesmo lidando com as restrições do confinamento, com gravações em sua própria casa e sem auxílio de equipe técnica, o resultado surpreende pelo acabamento profissional – tem o famoso “padrão Globo”. Vale observar que a produção também conta com participações remotas de peso – Renata Sorrah, Fernanda Torres, Debora Bloch, Lucio Mauro Filho, Luciana Paes, etc. Por fim, a estreia desta sexta, “Cada um no Seu Quadrado”, é uma espécie de talk show comandado por Fernando Caruso e Paulo Vieira, que recebem quatro convidados rotativos. Na estreia, eles se reúnem com os amigos Débora Lamm, Fabiula Nascimento, Bruno Mazzeo e Lúcio Mauro Filho simulando um bate-papo caseiro, por videoconferência, em que conversam, brincam e se questionam sobre temas relacionados à situação de isolamento atual. Com a exceção do programa de Adnet, aberto ao público em geral, todos os demais estão disponíveis apenas para assinantes da plataforma. Já “Diário de um Confinado” será lançado na TV aberta neste sábado (4/7), pela rede Globo. Veja abaixo o trailer da estreia de “Diário de um Confinado” na televisão, com trilha dos Titãs.

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  • Filme

    Produção de Michael Bay sobre a pandemia é paralisada por descumprir regras de proteção

    3 de julho de 2020 /

    O filme “Songbird”, que pretendia ser a primeira grande produção hollywoodiana a abordar a pandemia de coronavírus, teve suas filmagens proibidas. Justamente por causa da pandemia de covid-19. Produzido por Michael Bay (“Transformers”), o filme contaria com astros como Demi Moore (“Margin Call”), Craig Robinson (“Ghosted”) e Peter Stormare (“Deuses Americanos”), mas recebeu ordem do SAG-AFTRA, o sindicato dos atores dos EUA, para não iniciar os trabalhos. O SAG-AFTRA acusou os responsáveis pelo filme de “não serem transparentes sobre suas medidas de segurança” relacionadas ao coronavírus. “Isso é algo que, obviamente, nós levamos muito a sério”, disse o porta-voz da instituição ao site The Hollywood Reporter. “Além disso, como explicitamos na ordem que enviamos ao filme, os produtores não aceitaram assinar o nosso acordo”, completou, referindo-se a um documento do sindicato estabelecendo as regras obrigatórias para todas as produções que quiserem retomar atividades em meio à pandemia. O filme tem direção de Adam Mason (“A Cadeira do Diabo”), um especialista em terrores baratos, que co-escreveu o roteiro com Simon Boyes (“Má Conduta”). Os dois já trabalharam juntos em sete filmes, desde a estreia de ambos em “Jogos Sangrentos” (2006). A trama abordaria um futuro próximo que mostraria o agravamento do quadro da pandemia, no qual o mundo continuaria sob severas ordens de isolamento. A produção cita filmes como “Atividade Paranormal” e “Cloverfield” como influências para criar “um clima de paranoia” na sua trama. Os dois filmes são mais conhecidos por usar cenas captadas por câmeras amadoras, manipuladas pelos próprios atores. São exemplos da estética “found footage”, cuja narrativa é construída sobre vídeos “encontrados” após os fatos, com as imagens da trama. A equipe acertou detalhes da pré-produção através de videoconferências, tecnologia que também foi usada no processo de escalação e preparação dos atores. “Songbird” foi o segundo filme proibido de iniciar suas filmagens pelo sindicato devido à problemas no protocolo de proteção da covid-19. Anteriormente, o SAG-AFTRA tinha impedido as filmagens de uma comédia chamada “Courting Mom & Dad”, estrelada por Scott Baio (“See Dad Run”) e Kristy Swanson (“SEAL Team”).

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  • Música

    Karol Conka reflete “Tempos Insanos” em clipe influenciado pela pop art

    3 de julho de 2020 /

    A rapper Karol Conka lançou o clipe de “Tempos Insanos”, parceria com WC no Beat, que impressiona por evocar uma instalação de arte moderna. O vídeo manifesta a letra de Karol usando basicamente cenários diminutos e efeitos de edição visual. Estão lá o isolamento, protestos contra a violência policial, a crise habitacional, notícias do Brasil e do mundo sobre os dias de apocalipse viral e social. Minimalista, o vídeo usa referências das artes plásticas para enfatizar sua mensagem. Em vez de dançarinas de fundo, coreografia brega ou apelo sensual abundante, a cenografia rouba literalmente a cena com seus ambientes icônicos. Há uma simulação de ocupação residencial, concebida com muito grafite e colorido espraiado à la Jackson Pollock, e um cubículo forrado com páginas de jornal, que lembra as colagens de Robert Rauschenberg. Além disso, a própria Karol sofre intervenções gráficas que evocam tanto Andy Warhol quanto a fase criativa da MTV. Basquiat, Aguilar, Richard Hamilton, pop art, abstrata, referências em remix na colagem sonora hip-pop atual. A direção é da dupla Arthur Carratu e Haruo Kaneko, do Studio Curva, que trabalhou no projeto com o escultor-grafiteiro Jey77.

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  • Música

    Ludmilla lança clipe de música que fãs acham ser sobre Anitta

    3 de julho de 2020 /

    A cantora Ludmilla lançou o clipe de sua nova música, “Cobra Venenosa”, que muitos fãs estão considerando uma alusão à Anitta, dias depois de a cantora trocar farpas com a colega nas redes sociais. O vídeo dirigido por João Monteiro (de “Verdinha”) tem uma estética “Mad Max” do subúrbio. Gravado num terreno abandonado, traz Ludmilla num Jeep customizado com ferro-velho, acompanha por dançarinas vestidas de couro preto e metal dourado. Não faltam sequer alfinetes de segurança nos detalhes de acabamento visual, enfeite icônico do pós-apocalipse punk. Nada disso seria usado para alfinetar Anitta, garante a funkeira. Em entrevista ao jornal O Globo, ela jurou que música foi composta, na verdade, há três anos. “Ela [Anitta] até tem no celular. Quando a gente se falava, ela pediu todas as minhas músicas 150 [BPM, um subgênero de funk]. A inspiração veio do dia a dia, de tudo que vivo, que vejo e ouço as pessoas reclamarem”, disse. Só um detalhe. A líder da gangue rival, que aparece no clipe, é interpretada por Luiza Drewanz, conhecida por ser sósia de Anitta… Em publicações no Instagram, a cantora revelou que todas as pessoas envolvidas da gravação do vídeo foram submetidas a testes para a covid-19. Com isso, Ludmilla e a mulher, Brunna Gonçalves, acabaram descobrindo que já tiveram a doença causada pelo novo coronavírus.

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  • Filme

    Katy Keene é cancelada após 1ª temporada

    3 de julho de 2020 /

    A rede The CW cancelou “Katy Keene”, spin-off de “Riverdale” estrelado por Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”), após uma temporada. Ela foi a única série atual da CW não renovada para a próxima temporada em janeiro – à exceção, claro, daquelas que se encerram neste ano: “Supernatural”, “Arrow” e “The 100”. O cancelamento inspirou posts de despedida de Lucy Hale e do criador Roberto Aguirre-Sacasa, no Instagram. Apesar disso, a produtora Berlanti Productions anunciou que tentará buscar uma nova casa para a atração. E já tem até um endereço preferencial em vista, pois a série também é exibida pela plataforma HBO Max. A trama tinha ligação íntima com “Riverdale” por conta de uma personagem transplantada, Josie McCoy. Na produção, Ashleigh Murray reprisava seu papel de Josie, que se muda para Nova York para perseguir seu sonho de virar cantora profissional. Lá, ela vai morar com a amiga nova-iorquina de Veronica, Katy Keene, passando a dividir apartamento também com a drag queen Jorge/Ginger Lopez (Jonny Beauchamp, a Angelique de “Penny Dreadful”). O elenco ainda destacava Julia Chan (a Dra. Maggie Lin de “Saving Hope”) como Pepper Smith, uma promoter trambiqueira cheia de contatos, e Lucien Laviscount (“Scream Queens”) no papel de Alexander Cabot, um aspirante a empresário musical. Apesar da ligação com “Riverdale”, o tom de “Katy Keene” foi completamente diverso da outra série de Aguirre-Sacasa, pelo fato dos personagens serem adultos (e não estudantes colegiais) e por seus dramas serem… dramas (e não mistérios criminais). Todos os personagens buscam realizar seus sonhos na cidade grande, mas enfrentam sucessivas desilusões e a inveja de rivais poderosos. “Katy Keene” foi a terceira criação de Roberto Aguirre-Sacasa baseada em personagens da Archie Comics, após “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina” na Netflix. Lançada nos anos 1940, a personagem original dos quadrinhos costumava ser uma atriz, modelo e “rainha das pin-ups”, mas na série foi apresentada como uma vendedora de loja de roupas que sonhava virar estilista de moda. A série também era a terceira menos vista da CW – acima só de “Dynasty” e “In the Dark”. E para piorar, teria tido um desempenho abaixo do esperado em streaming, de acordo com apuração do site Deadline. No Brasil, “Katy Keene” teve sua única temporada exibida pela HBO. O cancelamento foi a segunda má notícia recebida por Aguirre-Sacasa nesta semana. Na segunda (29/6), a rede ABC anunciou ter rejeitado seu projeto de série “The Brides”, sobre as noivas vampiras de Drácula. A decisão da CW pode, ainda, ter relação com outro projeto da Berlanti Productions. Criada como uma joint venture entre as empresas CBS e Warner (daí a abreviatura CW), a rede costuma aprovar sempre uma série de cada sócio, e agora abriu-se uma vaga para um novo título da Warner, que tem duas produções aguardando definição: os spin-offs de “The 100” e de “Arrow”. Na sexta passada, o produtor Marc Guggenheim afirmou que a rede se manifestaria sobre o spin-off “Green Arrow and the Canaries” nos próximos dias, fosse de forma positiva ou negativa. Como esta série também é realizada pela Berlanti Productions, o cancelamento de “Katy Keene” pode representar uma inclinação maior para sua aprovação. Ver essa foto no Instagram Sad to deliver this news ! But I love the show. I love what it stands for. And mostly I love YOU. To the cast, crew, and all involved… 👏🏻👏🏻👏🏻 adore you. Uma publicação compartilhada por Lucy Hale (@lucyhale) em 2 de Jul, 2020 às 7:02 PDT Ver essa foto no Instagram From the first #katykeene table read. It seems like a dream. So proud of this show and the beautiful souls who came together to make it.💔 Uma publicação compartilhada por Roberto Aguirre-Sacasa (@writerras) em 2 de Jul, 2020 às 5:51 PDT

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  • Série

    The Great: Série com Elle Fanning é renovada para 2ª temporada

    3 de julho de 2020 /

    A plataforma Hulu renovou “The Great”, série de época que traz Elle Fanning (“Mulheres do Século 20”) no papel da imperatriz Catarina, a Grande, para sua 2ª temporada. A produção de época terá mais 10 episódios em sua 2ª temporada, após se tornar, de acordo com o anúncio, “uma das comédias originais de melhor desempenho” na Hulu, que não fornece informações sobre audiência. “The Great” é a segunda atração recente sobre a imperatriz russa. O período mais avançado de seu reinado foi coberto pela minissérie “Catherine the Great”, lançada no ano passado na HBO, com Helen Mirren (“A Rainha”) no papel principal. A série da Hulu se diferencia de outras produções similares pelo humor marcante de seu criador, Tony McNamara, indicado ao Oscar pelo Roteiro de “A Favorita” (2018) – por sinal, outra atração sobre uma monarca do século 18. A série é influenciada pelo tom de “Maria Antonieta” (2006), que se evidencia pelo uso de diálogos e padrões modernos de comportamento e pela alteração sutil de fatos históricos que resultam numa “história ligeiramente real”, como diz a sinopse. A trama se passa antes da ascensão de Catarina II, que reinou na Rússia entre 1762 e 1796, mostrando-a como “uma jovem idealista e romântica que chega à Rússia para um casamento arranjado com o Imperador Pedro. Esperando por amor, ela encontra um mundo perigoso e depravado que decide mudar. Tudo o que ela precisa fazer é matar o marido, derrubar a igreja, enganar os militares e conquistar a corte”. Além de Elle fanning, o elenco destaca Nicholas Hoult (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como o czar Pedro III, imperador da Rússia. A produção representa o primeiro papel significativo de Fanning numa série e também um retorno ao formato para Hoult, que ganhou projeção ao participar da britânica “Skins”, em 2007. No Brasil, a série foi disponibilizada em 18 de junho na plataforma Starzplay.

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  • Filme

    Astros de Jurassic Park terão grande participação no novo Jurassic World

    2 de julho de 2020 /

    O ator Sam Neill revelou que seu papel em “Jurassic World: Dominion” não será apenas uma participação especial, como muitos especulavam após sua escalação – ao lado de Jeff Goldbum e Laura Dern, protagonistas do primeiro “Jurassic Park”, de 1993 Em entrevista para o site Yahoo Movies UK, o ator disse que o seu personagem, o paleontologista Dr. Alan Grant, fará parte do longa inteiro, assim como a paleobotanista Dr. Ellie Sattler (Dern) e o matemático Ian Malcolm (Goldblum). “Estamos em todo o filme, Jeff, eu e Laura”, disse Neill. O ator ainda brincou que “provavelmente não estará correndo tão rápido quanto 27 anos atrás”, quando os três precisaram escapar de velociraptors. Os personagens de Neill e Dern não apareciam nos filmes da franquia desde “Jurassic Park III”, em 2001. Já Goldblum ressurgiu como Ian Malcolm em “Jurassic World: Reino Ameaçado”, de 2018, mas numa pequena participação. Além dos três, o elenco também contará com Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, que protagonizam a nova trilogia jurássica. Após a paralisação das filmagens em março, devido à pandemia de coronavírus, a produção será a primeira a retomar seus trabalhos no Reino Unido. A previsão é que as filmagens recomecem na segunda-feira (6/7) no Pinewood Studios. Para isso, os atores ficarão juntos em quarentena. “Todos nós vamos morar na mesma casa por três ou quatro meses, então será divertido. E todo mundo também ama Chris e Bryce, então acho que seremos um grupo muito feliz”, completou Neill na entrevista. A estreia de “Jurassic World: Dominion” está prevista para 11 de junho de 2021.

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  • Série

    O Método Kominsky é renovada para 3ª e última temporada

    2 de julho de 2020 /

    A Netflix anunciou a renovação e o cancelamento da série “O Método Kominsky”, protagonizada por Michael Douglas e Alan Arkin, para sua 3ª e última temporada. A tática de renovar cancelando – ou cancelar renovando – tem sido usada amplamente pela plataforma desde o primeiro anúncio de cancelamento de “Lucifer” em junho do ano passado. Ironicamente, o segundo cancelamento também foi igual. A iniciativa tem dupla utilidade. Como o cancelamento é anunciada com muita antecedência, esvazia a pressão de possíveis campanhas de renovação e ainda permite aos produtores desenvolverem um arco de encerramento definitivo. É o que acontece agora, como o criador de “O Método Kominsky” atesta em comunicado. “‘O Método Kominsky’ tem sido um verdadeiro projeto de paixão para mim e uma experiência incrível de resposta calorosa do público e da crítica. Estou animado para encerrar a história com este capítulo final”, disse Chuck Lorre em comunicado. O final da série também segue a estratégia da Netflix de encerrar suas séries após um período relativamente curto. Apenas um punhado de séries originais da plataforma chegou a mais de cinco temporadas. Por sinal, o anúncio do fim de “O Método Kominsky” foi feito dois dias após a plataforma renovar e cancelar “Ozark” com uma 4ª temporada expandida. Até o momento, a Netflix não informou quantos episódios terá a última temporada nem quando as gravações irão começar, visto que a pandemia do novo coronavírus interrompeu as produções pelo mundo. A 2ª temporada da série foi disponibilizada em outubro de 2019. Na trama, Michael Douglas vive o ator Sandy Kominsky, que teve um breve sucesso no passado e agora é preparador de elencos. Apesar de não atuar mais, ele ainda é acompanhado por Norman (Alan Arkin), seu antigo agente que, na falta de outras pessoas em sua vida, vira também seu melhor amigo. A série registra os altos e baixos dessa amizade.

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  • Série

    Criadores de Westworld farão série baseada no game Fallout para a Amazon

    2 de julho de 2020 /

    Os produtores-roteiristas Jonathan Nolan e Lisa Joy, criadores de “Westworld”, estão trabalhando em uma nova série de ficção científica. A dupla será responsável por adaptar o videogame “Fallout” numa série da Amazon Studios. O anúncio do novo projeto foi acompanhado por um teaser misterioso no perfil oficial do jogo no Twitter, que inclui o logo da produtora Kilter Filmes, criada pelo casal. “Cada capítulo dessa trama insanamente criativa nos custou incontáveis horas de jogo que poderíamos ter passado com família e amigos. Então estamos incrivelmente animados pela parceria com Todd Howard e o resto dos lunáticos da Bethesda para trazer vida à esse universo massivo, subversivo e com humor sombrio na Amazon Studios”, disseram Nolan e Joy em comunicado. Lançado em 1997, “Fallout” é uma franquia premiada de RPG pós-apocalíptico, que se passa no século 22, após uma guerra nuclear devastar o planeta e os sobreviventes começarem a sair de suas comunidades subterrâneas para um mundo repleto de perigos e criaturas mutantes. O diretor da Bethesda Game Studios, Todd Howard, assinará a produção criativa ao lado da dupla. Ainda não há previsão de estreia para a atração. Confira abaixo o teaser da série e o trailer da versão mais recente do game, “Fallout 76”. #PleaseStandBy. @AmazonStudios #KilterFilms pic.twitter.com/7YmLZKIPAe — Fallout (@Fallout) July 2, 2020

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  • Etc

    Indianara será exibido em quase 200 países pela plataforma MUBI

    2 de julho de 2020 /

    A distribuidora O2 Play firmou parceria com a plataforma MUBI para a exibição do documentário “Indianara”, sobre ativista transgênero brasileira Indianara Siqueira, no serviço de streaming americano, que chega a quase 200 países diferentes. Vencedor do Festival Mix Brasil do ano passado, o filme acompanha a criadora da Casa Nem, abrigo para pessoas LGBTQIs em situação de vulnerabilidade no Rio de Janeiro, que lidera um grupo de mulheres transgênero na luta contra o preconceito e a intolerância no Brasil. “A MUBI é uma plataforma global, inteligente e com filmes instigantes. É um prazer começar uma relação mais próxima lançando um filme tão impactante quanto Indianara”, declara Igor Kupstas, diretor da O2 Play, em nota oficial. Dirigido pela francesa Aude Chevalier-Buarumel e pelo brasileiro Marcelo Barbosa, “Indianara” ficará disponível aos assinantes da MUBI a partir de domingo (5/7). Mas já pode ser visto, desde o fim de semana passado, nas locadoras digitais do Brasil – disponível no Google Play, Now, Looke, Vivo Play, Amazon Prime Video e YouTube Filmes Veja o trailer do filme abaixo

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  • Filme

    Débora Nascimento é dispensada da Globo após 10 novelas

    2 de julho de 2020 /

    A Globo confirmou a dispensa de mais um artista, que não teve o seu contrato renovado. Desta vez foi a atriz Débora Nascimento. Curiosamente, ela recebeu a notícia um dia depois do ex-marido, José Loreto. Os dois e separaram no ano passado em meio aos rumores de traição durante a produção de “O Sétimo Guardião” (2018-2019). Na época, o caso rendeu mais atenção que a trama das telas, especialmente depois que algumas famosas pararam de seguir Marina Ruy Barbosa nas redes sociais. A atriz, que vivia par romântico de Loreto na novela, negou qualquer envolvimento com o colega. O último trabalho de Débora Nascimento na Globo foi a novela “Verão 90”, exibida no ano passado. Foi sua 10ª novela, numa trajetória iniciada em 2007, em “Paraíso Tropical” e “Duas Caras”, que teve seu ponto alto em “Avenida Brasil” (2012), recentemente reprisada na televisão. Nos últimos anos, ela tem se dedicado mais ao cinema, aparecendo em “Além do Homem (2018), “Uma Viagem Inesperada (2018), “O Olho e a Faca” (2019) e no excelente “Pacificado” (2019), do diretor americano Paxton Winters, que venceu o Festival de San Sebastian do ano passado – e o prêmio do público na Mostra de São Paulo. Em comunicado, a Globo enfatizou que o fim do contrato é fruto de seu novo modelo de gestão. A emissora vai passar a contratar artistas por obra e não mais por período de tempo. O encerramento dos contratos longos visa reduzir custos, após as receitas da emissora caírem 30% em decorrência da pandemia de covid-19. Nesta semana, a Globo também dispensou o veterano humorista Renato Aragão, após 44 anos na emissora. A lista de cortes ainda inclui famosos como Vera Fischer, Miguel Falabella, José de Abreu, Stênio Garcia, Camila Pitanga, Bruna Marquezine, Bruno Gagliasso e outros. Confira abaixo a nota da Globo sobre Débora Nascimento. “Como todos sabem, nos últimos anos, temos tomado uma série de iniciativas para preparar a empresa para os desafios do futuro. Com isso, temos evoluído nos nossos modelos de gestão, de criação, de produção, de desenvolvimento de negócios e também de gestão de talentos. Assim, em sintonia com as transformações pelas quais passa nosso mercado, a Globo vem adotando novas dinâmicas de parceria com seus talentos. Debora Nascimento, assim como outros talentos, tem abertas as portas da empresa para atuar em futuros projetos em nossas múltiplas plataformas”.

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