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    SAG Awards: Premiação do Sindicato dos Atores dos EUA é adiada para março

    2 de julho de 2020 /

    O SAG Awards 2021, premiação do Sindicato dos Atores dos EUA, foi adiado para 14 de março, devido à pandemia de coronavírus. A 27ª edição da premiação, que inicialmente iria ocorrer em 24 de janeiro, será realizada quase dois meses depois, acompanhando os adiamentos do Oscar, BAFTA Awards, Independent Film Spirt Awars, Globo de Ouro e de outras premiações anuais do cinema e da TV. Assim como aconteceu com as demais premiações, a janela de elegibilidade e os períodos de votação da cerimônia também foram estendidos. As indicações serão anunciadas em 4 de fevereiro e a votação dos melhores do ano ocorrerá entre 10 de fevereiro e 10 de março, entre os membros do sindicato. A premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA foi a primeira a anunciar seu adiamento, há duas semanas, dando início a um efeito dominó. Originalmente prevista para acontecer em 28 de fevereiro, a 93ª cerimônia do Oscar foi remanejada para 25 de abril de 2021. A mudança fez todas as demais premiações refazerem seus cronogramas.

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  • Etc

    Duffy critica Netflix por promover a violência sexual de 365 Dias

    2 de julho de 2020 /

    A cantora britânica Duffy teria decidido protestar publicamente contra a publicidade elogiosa em torno do longa polonês “365 Dias”, que é apresentado como um novo “Cinquenta Tons de Cinza” na Netflix. Em fevereiro, ela revelou ter sido sequestrada, drogada, mantido em cativeiro e estuprada por um período longo e não detalhado, dizendo que isso a fez abandonar sua arte e sumir por um tempo. “365 Dias” mostra, justamente, um homem raptando e mantendo uma mulher em cativeiro pelo tempo de seu título, como o objetivo de forçá-la a se apaixonar por ele. O filme foi lançado na Polônia em 7 de fevereiro e entrou no catálogo da Netflix em 8 de junho. Duffy não usa redes sociais e teria se manifestado por meio de uma carta aberta, endereçada ao CEO da Netflix, Reed Hastings. Uma cópia da carta foi fotografada pelo jornal britânico The Sun (veja a reprodução abaixo). Nela, Duffy chama a decisão de disponibilizar o filme de “irresponsável”. “Não queria ter que escrever para você, mas a ‘virtude’ do meu sofrimento me obriga a fazê-lo”, diz a cantora, fazendo referência ao que passou enquanto foi mantida em cativeiro. “‘365 Dias’ glamoriza a realidade brutal do tráfico sexual, do sequestro e do estupro. Não deveria ser a ideia de entretenimento para ninguém, nem ser descrito como tal ou comercializado desta maneira. Enquanto escrevo essas palavras, cerca de 25 milhões de pessoas são vítimas de tráfico [sexual] em todo o mundo. Por favor, tire um momento para pensar neste número, equivalente a quase metade da população da Inglaterra.” Duffy também lamentou que a Netflix ofereça uma plataforma para esse tipo de filme, que erotiza o sequestro e distorce a violência sexual, transformando-a em algo “sexy”, e disse não conseguir imaginar como a empresa pode ter sido tão descuidada e insensível. “Todos sabemos”, continuou, “que a Netflix não reproduziria um material que glamorizasse pedofilia, racismo, homofobia, genocídio ou qualquer outro crime contra a humanidade. O mundo corretamente se levantaria e gritaria. Tragicamente, as vítimas de tráfico e sequestro são invisíveis e, em ‘365 Anos’, seu sofrimento é transformado em um ‘drama erótico’, como descreve a Netflix.” A cantora também se dirigiu aos autodeclarados fãs do filme, incentivando as milhões de pessoas que gostaram de “365 Anos” a refletir sobre sequestro, tráfico e exploração sexual. Duffy ainda compartilhou links com mais informações sobre o tema e indicou entidades como a Coalition Against Trafficking in Women e Hope for Justice, que enfrentam a situação. “Vocês não se deram conta de como ‘365 Anos’ levou sofrimento àqueles que passaram pela dor e o horror que esse filme glamoriza pelo entretenimento e por dólares. O que eu e outros que conhecemos essas injustiças precisamos é exatamente o oposto — uma narrativa da verdade, da esperança e que nos dê voz.”

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  • Etc

    Christina Ricci pede divórcio após denunciar agressão do marido

    2 de julho de 2020 /

    A atriz Christina Ricci, até hoje lembrada por filmes dos anos 1990 como “A Família Addams” e “A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça”, entrou com um pedido de divórcio do produtor James Heerdegen por ter sofrido agressão. A notícia surgiu na imprensa americana no começo da tarde desta quinta (2/7), quando veio à tona uma ordem de restrição na justiça americana contra Heerdegen. De acordo com o processo judicial, obtido pelo site TMZ, ele teria agredido a atriz na residência do casal. Segundo apurou o site, há cerca de uma semana, a polícia foi chamada para a casa do casal por conta de uma briga entre eles. Apesar do chamado, Heerdegen não foi preso, mas a Justiça garantiu a ordem de restrição, impedindo que ele entrasse em contato com Ricci por qualquer meio. Eles se conheceram em 2011, nos bastidores da série “Panam”, em que Heerdegen trabalhou como dolly grip (um dos operadores de câmera). A relação virou matrimônio em 2013, em Nova York, e eles tiveram um filho juntos, Freddie, de 5 anos. A atriz contratou a advogada Samantha Spector, uma das mais famosas de Hollywood, para cuidar de seu caso. Foi a mesma profissional que lidou com a separação de Amber Heard e Johnny Depp. Além disso, ela também contratou Jenna Dawn, especialista em casos envolvendo violência doméstica e guarda de crianças. Na documentação apresentada em um tribunal de Los Angeles, Christina afirmou ter “diferenças irreconciliáveis” com o marido como motivo para solicitar o divórcio. Além disso, pediu a guarda exclusiva do filho.

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  • Etc

    Ancine lança relatório em que se vangloria de sua ineficácia

    2 de julho de 2020 /

    A Agência Nacional do Cinema (Ancine), que em junho disse não ter dinheiro para honrar compromissos assumidos, publicou na terça-feira (30/6) um balanço financeiro de sua gestão, em que afirma ser “possível perceber que não houve, em nenhum momento, uma paralisação da política pública de financiamento”. Mas o balanço demonstra claramente o contrário. Nele, é possível perceber que houve, desde a posse de Bolsonaro, uma paralisação quase completa da política pública de financiamento. O argumento da atual gestão da Ancine é o mesmo do presidente anterior, atualmente enredado em processo penal. O órgão afirma que continua a desembolsar valores para fomento de projetos. Um dos detalhes não mencionados é que esses projetos foram aprovados até 2018. Afinal, o comitê gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) ainda não estabeleceu a política de editais para liberação da verba de 2019 – R$ 703,7 mil. Muito menos estabeleceu o Plano Anual de Investimento (PAI) de 2020. Geralmente o PAI é formulado no começo do ano, mas o PAI de 2019 foi feito às pressas em dezembro passado, para evitar um caso flagrante de omissão. Outro detalhe não mencionado pela Ancine é que a política pública de financiamento está funcionando atualmente à base de decisões judiciais. A judicialização virou a única forma dos produtores terem acesso a dinheiro de editais aprovados até 2018. Muitos cansaram de esperar por mais de um ano – isto é, desde o começo do desgoverno Bolsonaro – pela liberação de verbas, que foram travadas pela desorganização atual de todas as agências ligadas à Cultura. Reportagem do jornal O Globo de junho passado procurou alguns dos produtores que processaram a Ancine e descobriu que muitos se arrependeram de ter esperado, pacientemente, por uma resolução satisfatória dos trâmites burocráticos. A produtora catarinense Aline Belli, sócia da Belli Studio, responsável pela série animada “Boris e Rufus” exibida pelo Disney XD, foi selecionada em um edital de Santa Catarina, pelo qual recebeu R$ 250 mil em outubro de 2018 para a realização dos 13 episódios da 2ª temporada. O projeto seria complementado com recursos do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual), no valor de R$ 950 mil. Mas após cumprir todas as exigências, ela não recebeu o aporte da Ancine, previsto para ter sido liberado em junho do ano passado. O contrato foi enviado apenas um ano depois, com a entrada da produtora na Justiça. Outro produtor, baseado em São Paulo e que preferiu não se identificar ao jornal por temer represálias na agência, contou ter se surpreendido com o uso da burocracia para impedir financiamentos e só conseguiu obter o orçamento já captado para seu projeto após entrar com mandado de segurança. Entre os membros da Associação das Produtoras Independentes (API), estima-se que entre 25 e 30 processos ainda disputam a liberação de um montante que pode chegar a R$ 15 milhões — e que seguem travados pela agência sem maiores explicações. Este quadro sugere que apenas as ações na Justiça impedem a paralisação total da política pública de financiamento. Mas nenhum projeto novo (ZERO), de janeiro de 2019, data da posse de Bolsonaro, até o dia de hoje recebeu qualquer encaminhamento financeiro na Ancine. Em vez de tratar do futuro do audiovisual, a Ancine segue firme em sua pujança para liberar verbas de… 2018. Chama atenção ainda que mesmo o valor liberado tem sido escandalosamente pequeno. O balanço financeiro, em que a Ancine se vangloria por ainda estar funcionando, demonstra que o fomento encolheu a valores do primeiro ano de vigência da Lei nº 11.437 e do decreto nº 6.299, que estabeleceram o FSA. Em seu primeiro período de arrecadação, de 2008 para 2009, a Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine) rendeu R$ 37 milhões para a Ancine utilizar no fomento de filmes e séries brasileiras. Basicamente o mesmo repassado em 2019: R$ 37,1 milhão. Entre o começo e o atual período de arrecadação, o Condecine também passou a incidir sobre serviços de provedores de telecomunicação, o que aumentou sensivelmente o montante do FSA. Em 2018, os valores disponibilizados para fomento atingiram R$ 1,1 bilhão, um pico até exagerado em relação às arrecadações entre R$ 440 e 640 milhões da última década. Por tudo isso, os R$ 37,1 milhão obtidos por meio de ações judiciais são a antítese de uma política pública de financiamento em pleno funcionamento. Os motivos dessa paralisação variam desde a incompetência como método de (des)governo, via sucessivas demissões e falta de preenchimento de vagas que mantém as instituições inoperantes, até “mistérios” financeiros, que surgem de cabeça para baixo em relatórios semelhantes a este que celebra a pungência da ineficácia. Em junho passado, por exemplo, outro relatório da Ancine chegou a sugerir que o dinheiro do FSA simplesmente “sumiu”. Faltaram maiores explicações, como no caso atual. Sem liberar verbas, a proposta da Ancine para os projetos de 2019 em diante é emprestar dinheiro à juros para os produtores, trocando seu papel original de agência fomentadora para uma atividade que se confunde com intermediação bancária. Tem muita gente achando o máximo, mas é realmente o mínimo possível e nem sequer atende a questão principal: o que vão fazer – ou já fizeram – com o dinheiro supostamente disponível no FSA?

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  • Etc

    Desgoverno demite secretário do Audiovisual – de novo

    2 de julho de 2020 /

    O novo secretário especial da Cultura, Mario Frias, demitiu Heber Trigueiro, secretário nacional do Audioviosual, e Caio Kitade, secretário de Desenvolvimento Cultural. As exonerações foram publicadas no Diário Oficial da União desta quinta (2/7). Ambos haviam sido nomeados por Regina Duarte, antiga secretária especial da Cultura. Kitade chegou em março, enquanto Trigueiro assumiu o cargo em abril – ficou pouco mais de dois meses no cargo. Com isso, o Brasil volta a ficar sem secretário do Audiovisual, responsável pela política do setor. Regina já não tinha dado posse ao escolhido (André Sturm) pelo secretário da Cultura anterior, e a última secretária oficializada, Katiane Gouvêa, ficou só duas semanas no cargo, entre novembro e dezembro do ano passado. Antes dela, tinham passado pelo cargo durante o atual desgoverno o produtor Ricardo Rihan e o biógrafo de Alexandre Frota, Pedro Peixoto. O secretário do Audiovisual também integra o comitê gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), de onde sai o dinheiro para o fomento de filmes, séries e até games nacionais. Montante que não é liberado desde a posse de Bolsonaro, em janeiro de 2019, justamente pela alta rotatividade de seus membros, inclusive do próprio secretário da Cultura. Mario Frias já é o quinto secretário da Cultura do desgoverno atual. Recentemente, a Ancine sugeriu que o FSA, que deveria reunir mais de R$ 1 bilhão arrecadados por meio de taxas do setor, “sumiu”.

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  • Série

    Warrior Nun: Trailer apresenta nova série sobrenatural da Netflix no dia da estreia

    2 de julho de 2020 /

    A Netflix finalmente disponibilizou a versão legendada do trailer de “Warrior Nun”, série de fantasia sobrenatural sobre uma ordem secreta de freiras que combate as forças das trevas. Duas semanas após surgir nos EUA, a versão nacional quase chega depois da série, que estreou na plataforma nesta quinta (2/7). A prévia é bastante promissora, com muitos efeitos visuais, criaturas sobrenaturais e heroínas com poderes miraculosos, que não são necessariamente santas. A crítica americana aprovou, com 80% de comentários positivos no site Rotten Tomatoes. A trama acompanha a jovem Ava (a portuguesa Alba Baptista, de “Linhas de Sangue”) que acorda em um necrotério, supostamente após sua morte, com poderes inexplicáveis. Sua busca por respostas a leva à Ordem da Espada Cruciforme, uma sociedade secreta de freiras guerreiras que juraram proteger o mundo do mal. Enquanto equilibra suas responsabilidades como uma noviça da Ordem e a vida normal de uma adolescente, a jovem – e todos os demais – se questiona porque foi escolhida, já que nunca foi um anjo. Produção americana gravada na Espanha, a série foi criada por Simon Barry, responsável pela cultuada série sci-fi canadense “Continuum” e a menos incensada “Ghost Wars”. Mas a trama é, na verdade, baseada nos quadrinhos “Warrior Nun Areala”, de Ben Dunn, publicados desde 1994 em estilo mangá. O elenco inclui várias atrizes novatas, como Toya Turner (vista em “Chicago Med”), Lorena Andrea (“House on Elm Lake”) e a estreante Kristina Tonteri-Young, nos papéis de noviças rebeldes, além do português Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”), da holandesa Thekla Reuten (“Operação Red Sparrow”) e da italiana Sylvia De Fanti (“Medici: Mestres de Florença”) como integrantes da ordem secreta.

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  • Filme

    Atriz de Trama Fantasma será a Princesa Margaret no final de The Crown

    2 de julho de 2020 /

    A atriz Lesley Manville, indicada ao Oscar por “Trama Fantasma”, será a intérprete da princesa Margaret na 5ª e última temporada de “The Crown”. O anúncio foi feito pela conta oficial da série nas redes sociais. Ela vai se juntar a Imelda Stauton (a Dolores Umbridge de “Harry Potter”), que já foi confirmada como a rainha Elizabeth na reta final da série da Netflix. “Eu não poderia estar mais feliz por poder interpretar a princesa Margaret. Fui precedida por duas atrizes formidáveis e não quero decepcionar. Além disso, interpretar a irmã da minha querida amiga Imelda Stauton será uma enorme alegria”, disse Manville, no comunicado sucinto publicado no Twitter. A princesa Margaret foi interpretada por Vanessa Kirby (que venceu o BAFTA pelo papel) nas duas primeiras temporadas de “The Crown” e por Helena Bonham Carter no terceiro ano. Ainda inédita, a 4ª temporada da série será exibida, com o mesmo elenco da 3ª, ainda neste ano. Lesley Manville will play Princess Margaret in the fifth season of The Crown. pic.twitter.com/R5aZEBOW0t — The Crown (@TheCrownNetflix) July 2, 2020

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  • Série

    Desejo Sombrio: Série mexicana com atriz de Rebelde ganha trailer picante

    2 de julho de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Desejo Sombrio” (Oscuro Deseo), série mexicana estrelada por Maite Perroni, mais conhecida pelo público brasileiro como a Lupita, de “Rebelde” (RBD). A prévia sugere uma novela de suspense picante. Na trama, Maite vive uma mulher que se envolve com um desconhecido mais novo (Alejandro Speitzer, de “Rainha do Sul”), que vira seu mundo de cabeça para baixo. O que deveria ser apenas uma aventura extraconjugal se complica quando o rapaz volta a aparecer em sua vida. Para piorar, tudo indica que ele seja um assassino profissional. A série foi criada por Leticia López Margalli, roteirista de novelas mexicanas e da comédia blockbuster “Não Aceitamos Devoluções” (2013), que chegou a ganhar remake brasileiro com Leandro Hassum (“Não se Aceitam Devoluções”). A estreia está marcada para o dia 15 de julho.

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  • Filme

    Natalia Dyer luta contra tentações no trailer de comédia com 100% no Rotten Tomatoes

    2 de julho de 2020 /

    A Vertical Entertainment divulgou o pôster e o trailer de “Yes, God, Yes”, comédia adolescente estrelada por Natalia Dyer (a Nancy de “Stranger Things”). O vídeo inclui muitos elogios da crítica. E não é exagero. Além de ter sido premiado no Festival SXSW do ano passado, o filme registra 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. A prévia mostra a premissa divertida, ao acompanhar Alice (a personagem de Dyer), uma adolescente católica que, ao atingir a puberdade, é enviada para um acampamento cristão para aprender a lidar com os hormônios e evitar as tentações. Mas ao chegar lá descobre que tudo a excita, principalmente o monitor peludo e gostoso que deveria ajudá-la a se manter virgem. Escrito e dirigido por Karen Maine (“Entre Risos e Lágrimas”), o filme é uma adaptação do curta de mesmo nome, que também foi estrelado por Dyer em 2017. O elenco ainda inclui Susan Blackwell (“Depois do Casamento”), Matt Lewis (“As Aventuras de Timmy Failure”), Alisha Boe (“13 Reasons Why”) e Wolfgang Novogratz (“Você Nem Imagina”). “Yes, God, Yes” estreia em 24 de julho em VOD nos EUA e ainda não tem previsão para chegar ao Brasil.

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  • Filme

    Charlize Theron é uma “Highlander” no trailer de The Old Guard

    2 de julho de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster nacional e o trailer legendado de “The Old Guard”, adaptação de quadrinhos estrelada por Charlize Theron (“Velozes & Furiosos 8”). A prévia chama atenção por ter muita explicação e pouca ação, apesar da trama basicamente repetir “Highlander” (1986) em sua premissa de guerreiros imortais. No filme, Charlize vive Andy, uma guerreira imortal com mais de 6 mil anos de idade, que lutou em diversas guerras ao longo da história da humanidade. Ela lidera a “Velha Guarda”, um pequeno grupo de imortais que se dedica a desfazer injustiças ao redor do mundo. Mas está cansada, desgastada e desiludida por achar que não está atingindo o impacto positivo esperado. Até que descobre uma nova imortal (KiKi Layne, de “Se a Rua Beale Falasse”) e a chegada da “novata” é exatamente o que Andy precisava para recuperar a fé em sua missão. O elenco internacional ainda destaca o inglês Chiwetel Ejiofor (“Doutor Estranho”) como um agente da CIA obcecado por encontrar o grupo e descobrir a origem de seus poderes — que, por sinal, nem os próprios imortais conhecem – , além do holandês Marwan Kenzari (o Jafar do live-action de “Aladdin”), o italiano Luca Marinelli (“Martin Eden”), o belga Matthias Schoenaerts (“Operação Red Sparrow”), a inglesa Natacha Karam (“9-1-1: Lone Star), a vietnamita Van Veronica Ngo (“Bright”), o inglês Harry Melling (o Dudley da franquia “Harry Potter”) e a romena Anamaria Marinca (“Mars”). O roteiro é assinado pelo escritor dos quadrinhos em que o filme se baseia, Greg Rucka (autor também dos quadrinhos que inspiraram a série “Stumptown”). Já a direção está a cargo de Gina Prince-Bythewood (“Além dos Limites”). “The Old Guard” tem estreia marcada para a sexta que vem, dia 10 de julho, em streaming.

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  • Filme

    Shia LaBeouf enfrenta gangues latinas em trailer de filme violento do diretor de Esquadrão Suicida

    1 de julho de 2020 /

    A RLJE Films divulgou o pôster, as fotos e o trailer de “The Tax Collector”, escrito e dirigido por David Ayer (de “Esquadrão Sucidida”), em que Shia LaBeouf (“Transformers”) vive um gângster de sangue frio, que os inimigos acreditam ser “o diabo”. E talvez ele seja mesmo, como diz o personagem na prévia, mas também tentará ser o anjo da guarda da família de seu parceiro e melhor amigo, que entra na mira de rivais. Em “The Tax Collector”, LaBeouf e seu parceiro, interpretado por Bobby Soto (“Uma Vida Melhor”), são “coletores de impostos” para um chefão do crime chamado Wizard. Isto significa que eles são responsáveis por cobrar, pelos métodos que forem necessários, uma fatia dos lucros ilícitos dos criminosos da área latina de Los Angeles dominada pelo chefão, um cargo que implica muito dinheiro e muito perigo. Situação que chega ao limite quando a velha gangue rival de Wizard decide expandir seus negócios do México para LA e vai atrás dos coletores armada até os dentes. O filme marca a segunda parceria entre Ayer e LaBeouf, após os dois colaborarem no filme de guerra “Corações de Ferro” (2014). O elenco também inclui George Lopez (“Lopez”), Cinthya Carmona (“East Los High”), Chelsea Rendon (“Vida”), Lana Parrilla (“Once Upon a Time”) e Jose Conejo Martin (“Deputy”). A expectativa é que “The Tax Collector” tenha um lançamento simultâneo nos cinemas e digital no dia 7 de agosto. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.

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  • Filme

    Novos pôsteres de Tenet reforçam estreia em agosto

    1 de julho de 2020 /

    A Warner divulgou dois novos pôsteres de “Tenet”, que destacam o personagem do ator John David Washington (“Infiltrado na Klan”) e a data de estreia em agosto. A data corresponde ao segundo adiamento do filme e ainda é otimista em relação aos planos de reabertura dos cinemas nos EUA. Muitos estúdios já tiraram seus principais lançamentos do calendário até dezembro. Mas a Warner está determinada em fazer de “Tenet” a primeira grande estreia pós-coronavírus. Originalmente previsto para 17 de julho, o estúdio relutou para encarar a realidade e só quando viu que não haveria cinemas abertos é que resolveu marcar o primeiro adiamento, para o dia 31 de julho. Mas a pandemia não deu sinais de amenizar seus efeitos e, diante do improvável retorno dos cinemas neste mês, o estúdio decidiu jogar o filme para duas semanas mais tarde, em 12 de agosto. No Brasil, por sinal, o filme já estava marcado para agosto, mais exatamente para 13 de agosto, que agora se tornou um dia antes da estreia nos EUA. Esta data permanece até segundo, ou melhor, terceiro aviso. A trama do longa é até agora um mistério e a sinopse genérica não ajuda: “Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo, o protagonista (John David Washington) precisa partir em uma missão dentro do mundo da espionagem internacional, que irá revelar algo além do tempo. Não é viagem no tempo. É inversão.” O texto nem sequer nomeia o personagem principal, mas remete à situações vistas no trailer, como balas que disparam na direção contrária dos tiros e carros que capotam de trás pra frente, numa espécie de “efeito rewind”, que questiona a linearidade do tempo e lembra que o diretor responsável, Christopher Nolan, é o mesmo de “A Origem” (2010) e “Interestelar” (2014). Além de Washington, o elenco também inclui Robert Pattinson (“Bom Comportamento”), Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, além de dois velhos conhecidos dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”).

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  • TV

    Globo não renova contrato com José Loreto

    1 de julho de 2020 /

    O ator José Loreto é a mais nova baixa nos cortes da Globo. A emissora não renovou o contrato do artista de 36 anos, que a partir de agora irá receber por obra contratada. “Em sintonia com as transformações pelas quais passa nosso mercado, a Globo vem adotando novas dinâmicas de parceria com seus talentos. José Loreto, como outros talentos, tem abertas as portas da empresa para atuar em futuros projetos em nossas múltiplas plataformas”, informou a Globo em comunicado à imprensa. Nesta semana, a Globo também dispensou o veterano humorista Renato Aragão, após 44 anos na emissora. A lista de cortes é repleta de veteranos como Vera Fischer, Miguel Falabella, José de Abreu e Stênio Garcia, mas também tem astros mais jovens como Camila Pitanga, Bruna Marquezine e Bruno Gagliasso. O encerramento dos contratos longos visa reduzir custos, após as receitas da emissora caírem 30% em decorrência da pandemia de covid-19. Loreto estava há 15 anos na Globo. A primeira atuação dele no canal foi em 2005, quando fez o personagem Marcão em “Malhação”. Já a última foi na novela “O Sétimo Guardião” (2018-2019), que teve mais drama nos bastidores que nas telas. A produção marcou o fim do casamento de Loreto e da também atriz Débora Nascimento, rendendo muitas especulações nos sites de fofoca sobre o que teria motivado o divórcio – especialmente depois que algumas famosas pararam de seguir Marina Ruy Barbosa nas redes sociais. A atriz, que vivia par romântico de Loreto na novela, negou qualquer envolvimento com o colega. Atualmente, o ator tem se dedicado mais ao cinema. Ele fez bastante sucesso em sua estreia como protagonista em “Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo” (2016) e se prepara para estrelar outras cinebiografias, em filmes sobre o cantor Sidney Magal (“Meu Sangue Ferve por Você”) e o jogador de futebol Walter Casagrande (“Casagrande e Seus Demônios”), ambos em pré-produção.

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