Regina Duarte sofre acidente e quebra os dentes
Regina Duarte sofreu uma queda nas ruas de São Paulo e teve que passar por uma cirurgia após quebrar três dentes. O acidente aconteceu no dia 13 de agosto, mas só agora a atriz resolveu contar o acontecido em suas redes sociais. Em sua conta no Instagram, a ex-secretária especial da cultura explicou que o acidente foi ocasionado pelo mau uso do celular. “O celular pode ser uma arma. Uma distração, um informante de conhecimentos e cultura. O celular pode ser um professor, um fofoqueiro, uma distração, um potencial solucionador e pode ser também uma arma que deve ser mantida pra ser usada em espaços de segurança”, filosofou ela. Ela disse que decidiu falar sobre seu acidente para chamar atenção de seus seguidores para os perigos de caminhar vendo o celular. “Quero partilhar com vocês minha desagradável experiência. Eu não levava em conta os perigos a que estamos expostos quando menosprezamos o quão perigoso pode ser um celular, o mau uso dele. Há duas semanas, caminhando rapidamente numa calçada irregular de São Paulo, vinha eu digitando uma mensagem que considerava ‘urgente’ e não me dei conta de uma depressão que existia logo ali à minha frente. Resultado: pisei em falso nela, aterrissei de boca no chão, queixo, nariz, dente. Não tive tempo de amortecer a queda, fui de boca no chão.” A atriz disse que a queda ocasionou lesões em seu rosto e boca. “Quebrei três dentes, muito sangue, a boca cheia de cacos de porcelana. Pessoas que viram a queda assustadas querendo me levar para um hospital, eu recusando, estava mesmo bem perto de minha casa, agradeci e fui, no aconchego do lar, avaliar o estrago”, escreveu. Em casa, ela ligou para o profissional que cuida dos seus dentes há mais de uma década e revelou ter passado por uma cirurgia plástica de uma hora e meia. “Foram 16 pontos em 3 camadas do epitélio que fiz questão de assistir, claro que depois de 4 tubos de anestesia e sem sentir 1 pingo de dor.” Ao final, ela reforça o alerta. “Só compartilho este assunto chato com vocês porque acho que é tema de utilidade pública. Lembrar que, mais uma vez, é imprescindível ficarmos alertas para os perigos do uso equivocado dos celulares. Esses aparelhinhos tiram de nós a capacidade de concentração, nos mantém atrelados a eles atrasando os reflexos e podendo por em risco a nossa vida”, disse. Regina concluiu dizendo que já está bem e que, a partir de agora, pretende utilizar o aparelho com “responsabilidade”. Ver essa foto no Instagram O celular pode ser uma arma . Uma distração, um informante de conhecimentos e cultura . O celular pode ser um professor , um fofoqueiro , uma distração, um potencial soluçionador e pode ser tb uma arma que deve ser mantida pra ser usada em espaços de segurança . Quero partilhar com vocês minha desagradável experiência. Eu não levava em conta os perigos a que estamos expostos quando menosprezamos o quão perigoso pode ser um celular,o mau uso dele . Há duas semanas, caminhando rapidamente numa calçada irregular de SPaulo , vinha eu digitando uma mensagem que considerava “urgente” e não me dei conta de uma depressão que existia logo ali à minha frente . Resultado : pisei em falso nela, aterrissei de boca no chão, queixo, nariz , dentenão tive tempo de amortecer a queda, fui de boca no chão. Resultado: quebrei 3 dentes, muito sangue, a boca cheia de cacos de porcelana , pessoas que viram a queda assustadas querendo me levar prum hospital, eu recusando, estava mesmo bem perto de minha casa, agradeci e fui , no aconchego do lar, avaliar o estrago . 😬Liguei pro Marcelo do Atelier Oral que cuida dos meus dentes há mais de 10 anos, era emergência . Me recebeu de imediato e já com a boca anestesiada por ele segui pro meu cirurgião plástico no Pronto Socorro do Sirio, p/ uma cirugia de hora e meia. Foram 16 pontos em 3 camadas do epitélio que fiz questão de assistir, claro que depois de 4 tubos de anestesia e sem sentir 1 pingo de dor. Era 13 de agosto. Claro que não creio nessas coisas… pêro que las hay..Hay! E aos meus anjos Herman e sua Equipe, ao Marcelo e Equipe do Atelier Oral, minha gratidão .) Só compartilho este assunto chato c vcs porque acho que é tema de utilidade pública . Lembrar que , mais uma vez!, é imprescindível ficarmos alertas para os perigos do uso equivocado dos celulares. Esses aparelhinhos tiram de nós a capacidade de concentração, nos mantém atrelados a eles atrasando os reflexos e podendo pôr em risco a nossa vida…. 😳 De agora em diante só uso o Celular com responsabilidade , me protegendo dos perigos que possam me causar . Estou bem, gracias, amo vocês e desejo uma boa noite a todos .💞💞💞💞💞😉💝 Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte) em 29 de Ago, 2020 às 7:38 PDT
Anya Taylor-Joy é campeã de xadrez em fotos e teaser de minissérie
A Netflix divulgou quatro fotos e o primeiro teaser de “O Gambito da Rainha” (The Queen’s Gambit), minissérie de época estrelada por Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”, “Emma.”, “Os Novos Mutantes”). Além de apresentar cenas da atração, a prévia anuncia a data de estreia, marcada para 23 de outubro. Baseada no romance homônimo de Walter Tevis, a produção de seis episódios retrata a vida de uma órfã que se torna prodígio do xadrez durante a Guerra Fria. A trama segue Beth Harmon (Taylor-Joy) dos 8 aos 22 anos, enquanto luta contra o vício e tenta se tornar a maior enxadrista do mundo. O elenco também inclui Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”), Bill Camp (“The Outsider”), Harry Melling (“Harry Potter”) e Chloe Pirrie (“Emma.”) A série foi desenvolvida por Scott Frank, roteirista do filme “Logan” e criador de “Godless”. Repetindo o trabalho realizado na minissérie “Godless”, ele assina como roteirista, diretor e produtor executivo da atração.
Amor e Sorte: Série sobre casais de quarentena ganha trailer da Globo
A Globo divulgou o primeiro trailer de “Amor e Sorte”, minissérie de comédia que reflete os problemas de convivência gerados pela quarentena de prevenção contra o coronavírus. A prévia reúne cenas das quatro histórias que compõem os capítulos da atração. “Amor e Sorte” reúne casais e famílias da vida real. Cada uma das duplas formadas por Taís Araújo e Lázaro Ramos, Luisa Arraes e Caio Blat, Fabiula Nascimento e Emilio Dantas, e Fernanda Torres e Fernanda Montenegro estrelam um capítulo diferente, que conta uma história completa, passada em suas próprias casas. Além de estrelar, eles também tiveram que operar todo o equipamento de gravação, e, segundo Lázaro Ramos, o estresse foi tanto que quase acabou com seu casamento. Os atores, porém, não interpretam eles mesmos, mas personagens criado por um time de roteiristas de primeira. O episódio protagonizado por Taís e Lázaro, por exemplo, foi escrito por Alexandre Machado. É o primeiro texto do roteirista desde a morte da mulher e parceira Fernanda Young (1970-2019). Jorge Furtado, que é criador de “Mister Brau”, “Sob Pressão” e “Todas as Mulheres do Mundo”, escreveu o capítulo de Luisa Arraes e Caio Blat. Fabiula Nascimento e Emilio Dantas estrelam um episódio escrito por Jô Abdu e Adriana Falcão. E a trama com Fernanda Montenegro e Fernanda Torres foi escrita por Antônio Prata, Chico Matoso, Furtado e a própria Fernanda Torres. Este último é o único capítulo que contará com uma equipe profissional in loco. É que Fernanda é casada com o cineasta Andrucha Waddington. Além disso, dois filhos deles, Pedro e Joaquim, também trabalham no meio. Não é por acaso que esse capítulo tem maior destaque na prévia. É que a gravação, com mais gente envolvida no “set”, resultou mais profissional. A série tem previsão de estreia para setembro.
Estudantes explodem em trailer de comédia com Katherine Langford
A Paramount divulgou o primeiro trailer de “Espontânea” (Spontaneous), comédia de humor negro estrelada por Katherine Langford. Conhecida por seus papéis em “13 Reasons Why” e “Cursed”, a atriz aparece loira como uma estudante matriculada numa high school em que os alunos explodem – literalmente. Em paralelo a seu romance adolescente com o personagem de Charlie Plummer (“Tudo o Dinheiro do Mundo”), ela precisa lidar com o trauma de ter pedaços dos colegas nas roupas e de virar cobaia de cientistas que tentam encontrar a causa do fenômeno. Estreia na direção de Brian Duffield (roteirista de “Ameaça Profunda”), o filme adapta o best-seller homônimo de Aaron Starmer e ainda traz em seu elenco Piper Perabo (“Covert Affairs”) e Hayley Law (“Riverdale”). A estreia está marcada para o começo de outubro nos Estados Unidos, em VOD e nos cinemas que estiveram abertos. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Des: David Tennant é serial killer em trailer de minissérie britânica
O canal britânico ITV revelou o primeiro teaser de “Des”, minissérie em que David Tennant (“Doctor Who”) vive um serial killer. A atração se baseia em fatos reais e conta a história de Dennis Nilsen, serial killer que matou mais de uma dezena de meninos e adolescentes entre as décadas de 1970 e 1980 no Reino Unido. Dividida em três capítulos, a trama vai mostrar a prisão e o julgamento de Nilsen e será apresentada sob o ponto de vista de três personagens: o próprio assassino, o detetive inspetor-chefe Peter Jay (interpretado por Daniel Mays, de “Rogue One”) e o biógrafo do criminoso, Brian Masters (Jason Watkins, de “The Crown”). Com direção de Lewis Arnold (“Misfits”, “Humans” e “Broadchurch”), “Des” estreia em setembro, em dia ainda não determinado. Brand new true crime drama #Des, starring David Tennant, @DanielMays9 and @Jason__Watkins. Coming this September to @ITV and @ITVHub. #AllNewITV pic.twitter.com/HrqeUyGm2p — ITV (@ITV) August 23, 2020
Spike Lee atualiza clipe clássico de Michael Jackson com cenas de protestos raciais
Spike Lee homenageou Michael Jackson, no dia em que o astro pop completaria 62 anos, com uma nova versão do clipe de “They Don’t Care About Us”, um dos vídeos mais icônicos da carreira do cantor. O novo trabalho acompanha um remix da música, que enfatiza a percussão do grupo Olodum, e é uma paulada. O cineasta intercalou as imagens que ele próprio gravou originalmente na Favela Santa Marta, no Rio de Janeiro, e no Pelourinho, em Salvador, com cenas de outro clipe alternativo, passado numa prisão cenográfica. E atualizou o contexto ao acrescentar registros dos protestos raciais do movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) em todo o mundo – do Brasil ao Japão. A nova edição deixa bastante evidente a relevância social da canção. Quando Michael canta que “eles não se importam conosco”, a tela apresenta negros presos ou sofrendo violência da polícia, refletindo os protestos descadeados após a morte do americano George Floyd e que continuam com a perpetuação de ataques mortais contra mulheres e homens negros desarmados. A revolta se expressa no gestual do próprio cantor, que faz cara feia e aponta dedos para a polícia militar brasileira, figurante da gravação. “Grandes canções de protesto não envelhecem, ficam obsoletas ou irrelevantes porque a luta ainda continua. É por isso que ‘They Don’t Care About Us’ é um hino durante a caótica pandemia mundial que nós todos estamos vivendo. Para celebrar o dia do nascimento de Michael Jackson, nós fizemos essa versão do clipe para continuar lutando por igualdade para todos. Fiquem seguros”, disse Spike Lee, em comunicado, sobre a nova versão.
Roteirista de Caça-Fantasmas vai escrever remake de Mansão Assombrada
A Disney deu o pontapé inicial para a produção de um novo filme baseado em “Mansão Assombrada”, popular atração da Disneylândia e outros parques temáticos da empresa, que já virou filme em 2003, estrelado por Eddie Murphy. A comédia de fantasmas original foi um grande fracasso de bilheteira, mas o estúdio é destemido e contratou Kate Dipold, responsável por “Caça-Fantasmas” – também conhecido como “a versão feminina” de “Os Caça-Fantasmas” – , que foi outra atração do gênero a dar prejuízo. Contra esta zica, os produtores são os mesmos do sucesso “Aladdin”, Dan Lin e Jonathan Eirich. Vale considerar que o projeto representa a pá de cal num antigo sonho de Guillermo del Toro, que passou anos tentando convencer a Disney a deixá-lo fazer um filme da atração. O cineasta, vencedor do Oscar por “A Forma da Água”, chegou a atrair o astro Ryan Gosling para o projeto, mas a Disney considerou a premissa muito assustadora para o que tinha em mente e barrou a produção.
Arquivo X vai virar série animada
A série “Arquivo X” vai ganhar um spin-off animado. A Fox encomendou a adaptação de um projeto de comédia animada, baseada no universo de mistério e ficção científica da atração clássica. Intitulada “Arquivo X: Albuquerque” (ou, em inglês, “X-Files: Albuquerque”), a produção está sendo desenvolvida por Rocky Russo e Jeremy Sosenko, roteiristas de outras duas séries animadas – “Paradise PD”, da Netflix, e “Brickleberry”, do Comedy Central. A iniciativa lembra a recém-lançada “Star Trek: Lower Decks”, com personagens inéditos e pouco capacitados. Baseados em Albuquerque, no Novo México, os protagonistas da nova série serão agentes desajustados que investigam os casos considerados malucos demais, ridículos ou simplesmente estúpidos, que não merecem a atenção de Mulder e Scully. Eles são basicamente o time B dos Arquivos X. A produção está a cargo da 20th Television, da Fox Entertainment e do Bento Box, estúdio de animação de propriedade da Fox. Chris Carter, criador de “Arquivo X”, também está a bordo, mas David Duchovny e Gillian Anderson, intérpretes de Mulder e Scully, não estão envolvidos na série, pelo menos neste momento. Vale lembrar que Mulder e Scully já apareceram animados, e com dublagem de Duchovny e Anderson, numa atração da Fox. Eles foram os convidados especiais de um episódio de “Os Simpsons” (“The Springfield Files”) exibido em 1997 – por sinal, a imagem que ilustra esse post é assinada pelo criador dos Simpsons.
Chadwick Boseman gera tuíte mais curtido e compartilhado de todos os tempos
Mesmo após a morte, Chadwick Boseman continua a reinar. Um dia depois de perder sua sua batalha contra o câncer de cólon, o ator quebrou dois recordes do Twitter. A rede social anunciou neste sábado (29/8), que o tuíte final postado na conta do astro, anunciando sua morte, tornou-se o post mais curtido e compartilhado de todos os tempos. “Um tributo digno de rei”, acrescentou a conta oficial do Twitter. Postado por volta das 23 horas (horário de Brasília) de sexta-feira, o comunicado da família do ator já foi retuitado cerca de 3 milhões de vezes e curtido por quase 6 milhões de pessoas, e os números continuam crescendo. Entre os milhões que retuitaram e curtiram a despedida do intérprete do Pantera Negra, contaram-se várias estrelas de Hollywood, políticos, músicos, esportistas e outras figuras públicas, além de empresas e instituições, como a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. Boseman morreu de câncer de cólon, doença que enfrentou em segredo por quatro anos. Ele tinha 43 anos. pic.twitter.com/aZ2JzDf5ai — Chadwick Boseman (@chadwickboseman) August 29, 2020 Most liked Tweet ever. A tribute fit for a King. #WakandaForever https://t.co/lpyzmnIVoP — Twitter (@Twitter) August 29, 2020
Magreza de Chadwick Boseman chamava atenção, mas doença só foi revelada após morte
Um dos motivos da grande comoção em torno da morte de Chadwick Boseman na sexta-feira (28/8) foi a surpresa dos fãs e de muitos colegas ao descobrirem que ele enfrentava um câncer de cólon há quatro anos. O ator manteve a doença em segredo durante todo esse tempo, enquanto fazia alguns de seus trabalhos mais famosos, como o blockbuster “Pantera Negra”. Durante a divulgação deste filme, ele chegou a chorar ao contar a história de duas crianças com câncer terminal que não conseguiram resistir para ver a estreia nos cinemas. Em retrospecto, ele claramente se identificou com as jovens vítimas da doença, que tiveram suas trajetórias abruptamente interrompidas. Só quem sabia da doença era a família e as pessoas de seu círculo mais íntimo. Bastante reservado, o ator não revelou sequer que tinha se casado com Taylor Simone Ledward nos últimos meses, notícia que só veio à tona do dia de sua morte, quando o porta-voz da família contou que ele faleceu ao lado da esposa. “Minha vida não é da conta de ninguém, de verdade. Quando falo sobre coisas pessoais, torno-me uma espécie de celebridade. E minha vida pessoal acaba interferindo na parte profissional. Eu sou um ator, e as pessoas me conhecem pelos personagens que eu interpreto. Elas têm uma impressão sobre quem eu sou, mas não sabem realmente tudo”, chegou a dizer, numa entrevista recente. Apesar disso, sua aparência deixava claro que algo não estava bem com sua saúde. Em fevereiro, durante a cerimônia de entrega do Oscar, chamou atenção por estar bastante magro. E, desde então, não fez mais aparições públicas. Devido à pandemia de covid-19, ele se manteve recluso, em isolamento social, mostrando apenas o rosto em lives na internet. Mesmo assim, um vídeo publicado em suas redes sociais, em abril de 2020 (veja abaixo), chamou atenção para sua gritante perda de peso. O ator apareceu magérrimo para divulgar a “Operação 42”, iniciativa para ajudar hospitais que atendem comunidades negras durante a pandemia do novo coronavírus, e que foi batizada em homenagem ao filme “42: A História de uma Lenda” (2013), em que ele interpretou Jackie Robinson, primeiro jogador de beisebol negro a participar da liga profissional. Em junho, fotos de paparazzi flagraram o ator entrando em cadeira de rodas num hospital. O fato não foi esclarecido à época. Em nenhum momento, a doença do ator foi comunicada ou vazada para a imprensa. Diagnosticado com o estágio 3 do câncer em 2016, Chadwick Boseman enfrentou cirurgias e quimioterapia sem que o público soubesse, esperando superar as dificuldades de saúde para continuar a carreira, que tinha atingido o auge. Entretanto, não conseguiu evitar que doença evoluísse para o estágio 4, terminal. Ver essa foto no Instagram I am hearing stories of desperation from people all over the country, and we know our communities are suffering the most and urgently need help. Celebrating #JackieRobinsonDay with the launch of Thomas Tull’s #Operation42, a donation of 4.2 million dollars in personal protective equipment (PPE) to hospitals that service the African American Communities who have been hit the hardest by the Covid-19 pandemic. Thank you, Jackie, for refusing to accept the world as it is, for showing us that we can make a difference. Uma publicação compartilhada por Chadwick Boseman (@chadwickboseman) em 15 de Abr, 2020 às 6:36 PDT
Criador dos Novos Mutantes reclama do embranquecimento de Mancha Solar
Um dos criadores dos Novos Mutantes nos quadrinhos, Bob McLeod, não ficou nada feliz com a estreia do filme baseado em seu trabalho. Na sexta (28/8), dia em que a produção da 20th Century Studios chegou aos cinemas nos EUA, ele postou uma reclamação sobre o embranquecimento do herói Mancha Solar e o fato de os créditos do longa errarem até como se escreve seu nome. “Fiquei muito animado quando soube que eles estavam fazendo um filme de ‘Os Novos Mutantes’”, McLeod apontou no Facebook. “Achei que fazer isso como um filme de terror talvez fosse uma ideia interessante, mas não seria a melhor forma de apresentar os personagens ao público em geral. Mas, ei, meus personagens em um filme! Eu nunca tinha pensado que isso realmente aconteceria. ” “Mas, principalmente, fiquei muito desapontado por Roberto não ser baixinho e ter a pele escura. Mais um exemplo do embranquecimento de Hollywood”, acrescentou, referindo-se a Roberto da Costa, o Mancha Solar. McLeod responsabilizou o diretor Josh Boone. “Simplesmente não há desculpa. Então, basicamente, Josh Boone apagou tudo o que contribuí para a aparência dos personagens”, reclamou. Para completar, ele lamentou que seu nome tenha sido escrito incorretamente nos créditos do filme. “E agora o filme finalmente foi lançado e, aparentemente, eles creditaram alguém chamado Bob Macleod como co-criador. Eles nem se deram ao trabalho de verificar a grafia do meu nome em nenhum momento nos últimos três anos. E isso não pode ser corrigido. Isso ficará no filme para sempre. Acho que para mim este filme já deu”, completou. Bob McLeod foi o desenhista da graphic novel que introduziu os Novos Mutantes, roteirizada pelo célebre “x-critor” Chris Claremont, e o artista oficial dos primeiros três números da revista mensal dos personagens, além de ter trabalhado como arte-finalista de vários exemplares subsequentes. O trabalho de criação dos personagens coincidiu com sua lua de mel. Na história original, o brasileiro Roberto da Costa, mais conhecido por seu codinome mutante Mancha Solar, era um jovem negro de baixa estatura, mas pertencente à classe alta, filho de uma arqueóloga branca e um empresário negro. Mas, conforme os quadrinhos continuaram a ser publicados, a pele do personagem foi clareando sensivelmente. E ao ser adaptado para outras mídias, sempre foi interpretado por brancos. Quando o personagem virou desenho animado, na série “X-Men: Evolution”, ele foi dublado pelo americano Michael Coleman (“Once Upon a Time”). Quando estreou nos cinemas, em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”, foi vivido pelo mexicano Adan Canto (“Designated Survivor”). Ao menos em “Os Novos Mutantes”, o ator branco que o interpreta é brasileiro, Henry Zaga (da série “13 Reasons Why”). No filme, ele é um dos cinco jovens mutantes que estão descobrindo suas habilidades e acreditam estar sendo ajudados em um hospital projetado para treiná-los, apenas para descobrir que se encontram presos no local e sujeitos a experiências. O filme também é estrelado por Maisie Williams (“Game of Thrones”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Charlie Heaton (“Stranger Things”), Blu Hunt (“The Originals”) e Alice Braga (“A Rainha do Sul”). Confira abaixo o post original de McLeod e uma arte de Mancha Solar assinada pelo desenhista. I was very excited when I heard they were making a New Mutants movie. I thought making it into a horror movie was… Publicado por Bob McLeod em Sexta-feira, 28 de agosto de 2020
Viola, Denzel e equipe do último filme de Chadwick Boseman homenageiam ator
A equipe de “A Voz Suprema do Blues”, título nacional de “Ma Rainey’s Black Bottom”, homenageou o ator Chadwick Boseman, morto na sexta (28/8), que desempenhou seu último papel no filme. Produção da Netflix, “A Voz Suprema do Blues” trata de tensões raciais e blues na Chicago de 1927, centrando-se numa disputa entre a cantora Ma Rainey (Viola Davis, vencedora do Oscar por “Fences/Um Limite Entre Nós”), seu trompetista (Boseman) e uma equipe de produtores e empresários brancos. Com produção de Denzel Washington (astro de “Fences”), o longa é dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) e baseado em uma peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”). Em comunicado, Ted Sarandos, co-CEO e Diretor de Conteúdo da Netflix, saudou o ator como “um super-herói na tela e na vida” e elogiou sua dedicação ao trabalho. “É impossível imaginar trabalhar no nível que ele trabalhava enquanto lutava bravamente contra sua doença. Seu legado como pessoa e artista inspirará milhões. Nossos pensamentos e orações estão com ele e sua família durante este momento difícil”, disse o executivo em comunicado. “Trabalhar com Chadwick em ‘Ma Rainey’ foi uma experiência gloriosa. Todos os dias pudemos testemunhar a ferocidade de seu talento e a gentileza de seu coração. Um ser humano verdadeiramente abençoado, amoroso, dotado e generoso”, acrescentou o diretor Wolfe. Produtor do filme, Denzel Washington também prestou sua homenagem. “Ele era uma alma gentil e um artista brilhante que ficará conosco por toda a eternidade através de suas performances icônicas ao longo de sua curta mas ilustre carreira. Deus abençoe Chadwick Boseman”, disse o astro. Já Viola Davis se manifestou nas redes sociais. “Chadwick … sem palavras para expressar minha devastação por ter perdido você. Seu talento, seu espírito, seu coração, sua autenticidade… Foi uma honra trabalhar ao seu lado, conhecê-lo… Descanse em paz, príncipe… Que bandos de anjos te cantem até o teu descanso celestial. Eu te amo!” A Netflix planejava começar a divulgação do filme na segunda (31/8), como uma première digital para a imprensa, seguida por perguntas e respostas para o elenco e o diretor, mas este evento foi cancelado devido à morte inesperada de Boseman. A trama, adaptada pelo dramaturgo Ruben Santiago-Hudson (“Lackawanna Blues”), reconstitui fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Rainha/Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. Com os planos originais para o filme suspensos, não há, no momento, previsão para seu lançamento em streaming.
Netflix cancela divulgação do último filme de Chadwick Boseman
A Netflix cancelou os planos de divulgação de “Ma Rainey’s Black Bottom”, que se tornou o último filme estrelado por Chadwick Boseman, morto na sexta (28/8) de câncer de cólon aos 43 anos. Uma première digital para a imprensa estava marcada para segunda-feira (31/8), que seria acompanhada por uma sessão de perguntas com o elenco e o diretor. “Estamos com o coração partido com a notícia do falecimento de Chadwick Boseman, um ‘verdadeiro lutador’, como sua família o chamou em tributo comovente”, disse a Netflix em comunicado. “Esta é uma perda incrível. Estamos cancelando o evento de pré-estréia de ‘Ma Rainey’s Black Bottom’. Junte-se a nós para enviar seus pensamentos ao dele.” “Ma Rainey’s Black Bottom”, título que faz trocadilho com o “fundo do poço” e a “bunda negra” de Ma Raney, será lançado no Brasil com o título de “A Voz Suprema do Blues”. Ele chegou a ser finalizado e encontra-se pronto para ser lançado. O filme trata de tensões raciais e blues na Chicago de 1927, centrando-se numa disputa entre a cantora Ma Rainey (Viola Davis, vencedora do Oscar por “Fences/Um Limite Entre Nós”), seu trompetista (Boseman) e uma equipe de produtores e empresários brancos. Com produção de Denzel Washington (astro de “Fences”), o longa é dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) e baseado em uma peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”). A trama, adaptada pelo dramaturgo Ruben Santiago-Hudson (“Lackawanna Blues”), reconstitui fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Rainha/Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. Embora tenha planejado começar já a divulgação do filme, a Netflix teria adiado o lançamento devido à morte inesperada de Boseman e não há previsão para sua chegada ao streaming.












