Justiça Jovem tem 4ª temporada confirmada
A WarnerMedia não esqueceu a série animada “Justiça Jovem” (Young Justice). Após uma renovação oficiosa para a 4ª temporada em julho… de 2019 (!), a atração, que conta tramas completas a cada temporada, ganhou seu título oficial. O novo arco vai se chamar “Young Justice: Phantoms”. A série de Brandon Vietti e Greg Weisman estreou em novembro de 2010 e foi originalmente encerrada em março de 2013, após duas temporadas, no Cartoon Network. Uma forte campanha de fãs viu a série ser ressuscitada para a plataforma de streaming DC Universe em janeiro de 2019. A 3ª temporada de duas partes foi concluída em 19 de agosto de 2019. Durante a Comic-Con International do ano passado, em San Diego, a WB Animation tinha anunciado que a produção dos novos episódios começara, e que Vietti e Weisman trabalhariam ao lado de Sam Register (de “Teen Titans Go!”). Demorou um ano, mas os fãs finalmente tiveram novidades sobre a produção. Entretanto, não foi revelado onde a série será exibida. Em meio a relatos – e provas – de que a WarnerMedia pretende aposentar a DC Universe, a confirmação dos novos episódios vem com zero detalhes adicionais além do título. Também não está claro qual será a trama. Cada temporada apresentou uma geração diferente de heróis juvenis da DC Comics, apresentando a evolução e o amadurecimento dos personagens originais.
Junkie XL revela trecho da trilha inédita da nova versão de Liga da Justiça
O DJ, músico e produtor Thomas Holkenborg, mais conhecido pelo nome artístico Junkie XL, compartilhou uma prévia da nova trilha que irá acompanhar o lançamento do Snyder Cut – a versão de “Liga da Justiça” de Zack Snyder. A música vai embalar uma cena de ação e foi revelada durante a participação do artista na DC FanDome, convenção virtual de fãs da DC Comics, neste sábado (12/9). Apesar de mostrar a nova composição, ele também adiantou que ainda tem muito trabalho para fazer antes de terminar a trilha completa. Autor das trilhas de “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “Deadpool” (2016) e “O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” (2019), Junkie XL era a escolha original de Zack Snyder para “Liga da Justiça”, após os dois trabalharem juntos em “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016). Mas quando Joss Whedon assumiu a pós-produção e refilmou grande parte do longa, ele decidiu trocar o compositor, trazendo Danny Elfman, do “Batman” de 1989, para assinar a música do filme. A restauração da visão original de Snyder também irá restituir Junkie XL a seu papel original. Assim, o Snyder Cut não terá só imagens diferentes, mas também uma trilha totalmente inédita. A nova versão de “Liga da Justiça” será lançada como uma minissérie de quatro partes – com quatro horas de duração – na plataforma HBO Max em 2021. Junkie XL previews his Justice League theme! Wow!#DCFanDome #TheSnyderCut pic.twitter.com/UDW668Q22t — The Zack Snyder Bible (@ZackSnyderBible) September 12, 2020
Nomadland vence o Leão de Ouro no Festival de Veneza
“Nomadland”, de Chloé Zhao, venceu o Festival de Veneza 2020. O drama estrelado por Frances McDormand era favorito a prêmios antes mesmo de ser exibido, pelo histórico dos talentos envolvidos em sua produção, mas após sua première na sexta (11/9) sua vitória passou a ser considerada a maior barbada do evento. O filme foi recebido com aplausos estrondosos e deixou os críticos em êxtase. No Rotten Tomatoes, os elogios atingiram 100% de aprovação. Road movie com influência de documentários, “Nomadland” traz Frances McDormand como uma viúva sem rumo, viajando pelos EUA numa van durante a implosão financeira de sua cidade, estado e país, e coloca a atriz, que já venceu o Oscar por “Fargo” (1996) e “Três Anúncios para um Crime” (2017), na briga pelas premiações da temporada. A vitória é mais importante ainda para a diretora chinesa, radicada nos EUA. Veneza não premiava um filme dirigido por mulher há uma década, desde a controvertida vitória de Sofia Coppola por “Um Lugar Qualquer” (2010). Em um ano com um recorde de oito diretoras em competição, havia muitas especulações de que o júri presidido por Cate Blanchett destacaria uma delas. E nenhuma cineasta chegou mais cercada de expectativas que Zhao. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA ignora quem ela seja, mas Chloé Zhao vem sendo considerada uma das diretoras mais promissoras do cinema indie americano desde seu primeiro longa, “Songs My Brothers Taught Me”, há cinco anos. O segundo, “Domando o Destino”, tem 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e foi consagrado como o Melhor Filme indie de 2017 na premiação do Gotham Awards, além de ter vencido o Festival de Atenas e o troféu da Confederação dos Cinemas de Arte no Festival de Cannes. Até a Marvel sabe quem ela é, ao contratá-la para dirigir a superprodução de heróis “Eternos”. A vitória de “Nomadland” deve, agora, pressionar a Academia para sair do casulo em que se meteu na última premiação do Oscar, quando ignorou o cinema indie para prestigiar apenas produções dos grandes estúdios. A imprensa americana praticamente já começou a campanha para ver Zhao se tornar a primeira mulher não branca indicada ao Oscar de Melhor Direção. Do ponto de vista dos negócios, a vitória de “Nomadland” também fortalece o prestígio do estúdio Searchlight, que atinge sua primeira conquista após ser incorporado à Disney na compra da Fox. Vale lembrar que esta já é a segunda vitória da Searchlight em Veneza, após conquistar o Leão de Ouro em 2017 com “O Forma da Água”, de Guillermo del Toro, que acabou vencendo o Oscar de Melhor Filme – e Direção. O prêmio de Melhor Direção, porém, ficou com outro cineasta asiático, o veterano mestre japonês Kiyoshi Kurosawa por “Wife of a Spy”, um drama frio e contido de espionagem em tempos de guerra, enquanto a escolha de Melhor Atriz recaiu sobre a inglesa Vanessa Kirby. Ela era outro destaque do evento, tendo estrelado dois dos longas da seleção de Veneza. Seu prêmio foi pelo longa húngaro “Pieces of a Woman” de Kornél Mundruczó. O júri comandado por Blanchet também agraciou o thriller social distópico “New Order”, do mexicano Michel Franco, com seu Grande Prêmio, e “Dear Comrades”, do veterano cineasta russo Andrei Konchalovsky com o Prêmio Especial, além de reconhecer Pierfrancesco Favino como Melhor Ator, por “Padrenostro”. Para completar, a Mostra Horizontes, principal seção paralela do Festival de Veneza, consagrou outra cineasta feminina. A atriz portuguesa Ana Rocha de Sousa venceu dois troféus com sua estreia na direção: o Prêmio Especial do Júri e o Leão do Futuro de Melhor Filme de Estreia por “Listen”. “The Wasteland”, do iraniano Ahmad Bahrami, foi o Melhor Filme da seção, e o colecionador de troféus Lav Diaz ganhou mais um, pela Direção de “Genus Pan”, 24º longa e um dos mais curtos da carreira do cineasta filipino, com “apenas” duas horas e meia de duração. Confira abaixo a lista completa dos prêmios. Mostra Competitiva Leão de Ouro: “Nomadland”, de Chloé Zhao Grande Prêmio do Júri: “New Order”, de Michel Franco Leão de Prata de Melhor Direção: Kiyoshi Kurosawa, “Wife of a Spy” Melhor Atriz: Vanessa Kirby, “Pieces of a Woman” Melhor Ator: Pierfrancesco Favino, “Padrenostro” Melhor Roteiro: Chaitanya Tamhane, “The Disciple” Prêmio Especial do Júri: “Dear Comrades”, de Andrei Konchalovsky Prêmio Marcello Mastroianni de Melhor Ator Jovem: Rouhollah Zamani, de “Sun Children” Mostra Horizontes Melhor Filme: “The Wasteland”, de Ahmad Bahrami Melhor Direção: “Genus Pan”, de Lav Diaz Prêmio Especial do Júri: “Listen”, de Ana Rocha de Sousa Melhor Atriz: Khansa Batma, “Zanka Contact” Melhor Ator: Yahya Mahayni, “The Man Who Sold His Skin” Melhor Roteiro: Pietro Castellitto, “I Predatori” Melhor Curta: “Entre Tú y Milagros”, de Mariana Safron Leão do Futuro Prêmio Luigi De Laurentiis de Melhor Estreia: “Listen”, de Ana Rocha de Sousa Competição de Realidade Virtual Melhor Realidade Virtual: “The Hangman at Home: An Immersive Single User Experience”, de Michelle e Uri Kranot Melhor Experiência Virtual: “Finding Pandora X”, de Kiira Benzing Melhor História de Realidade Virtual: “Killing a Superstar”, de Fan Fan
Patrulha do Destino é renovada para a 3ª temporada
A HBO Max anunciou a renovação de “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) para sua 3ª temporada. A 2ª temporada da série estreou em junho nas plataformas americanas HBO Max e DC Universe, mas os próximos capítulos serão exibidos exclusivamente na plataforma da WarnerMedia. A mudança confirma o sucateamento da DC Universe, que, se ainda não foi oficialmente fechada, sairá do ar simplesmente por não ter o que exibir. “Patrulha do Destino” reúne os personagens mais bizarros da DC Comics, criados ainda nos anos 1960. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Vale destacar que a adaptação é influenciada principalmente pela fase mais adulta da publicação, após passar a ser escrita por Grant Morrison (criador de “Happy!”) nos anos 1980 e incorporar uma temática queer. O elenco inclui April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) como Mulher-Elástica, Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane, Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue, Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) como Niles Caulder, o Chefe, e participações de Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”) como dubladores e intérpretes das cenas de flashback dos personagens Homem-Robô e Homem Negativo, respectivamente. Elogiadíssima, as duas temporadas da série têm 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais de quadrinhos na televisão.
Segunda parte da DC FanDome acontece neste sábado
A segunda parte do evento DC FanDome, convenção virtual dedicada às várias atrações relacionadas à DC Comics, começa às 14h (horário de Brasília) deste sábado (12/9), exclusivamente em https://www.dcfandome.com/. 22 milhões de fãs de 220 países diferentes acompanharam ao vivo a primeira parte, que aconteceu em agosto com o subtítulo de Hall of Heroes. Já a nova etapa é chamada de Explore The Multiverse, aludindo a um tipo diferente de interação, com opção de seleção de conteúdo. Além disso, enquanto a primeira parte teve foco especial nos filmes, agora o destaque fica com as séries de TV do Arrowverso. Estão confirmados painéis inéditos de “Batwoman”, “Black Lightning” (Raio Negro), “Legends of Tomorrow”, “Stargirl”, “Patrulha do Destino”, “Lucifer”, “The Flash”, “Supergirl” e a estreante “Superman & Lois”. Mas os organizadores prometem mais de 100 horas de conteúdo sobre todo o universo DC, incluindo mais filmes, games, quadrinhos e animação. Por isso, a ideia é que cada espectador monte sua própria agenda e confira os painéis no seu próprio tempo, já que o material ficará disponível por apenas 24h no endereço oficial da convenção. Confira abaixo o trailer da atração.
Netflix incentiva detratores a verem Lindinhas
A Netflix divulgou um vídeo com bastidores e depoimento da diretora de “Lindinhas” (Cuties/Mignonnes), filme que a própria Netflix polemizou por vacilo de seu marketing. No vídeo, Maïmouna Doucouré, que também escreveu o filme, explica sua intenção com a obra e como se inspirou em sua própria história, em meio ao fogo-cruzado que vem se abatendo sobre ela na internet. Maïmouna Doucouré foi uma das primeiras mulheres negras a vencer o prêmio de Melhor Direção no Festival de Sundance e recebeu elogios rasgados da crítica internacional por seu trabalho – 88% de aprovação no Rotten Tomatoes – , mas por um equívoco calamitoso da Netflix acabou virando alvo de uma guerra cultural. Um cartaz da plataforma sensualizou as personagens pré-adolescentes da produção e deu outro sentido à obra. A Netflix assumiu o erro e pediu desculpas. Mas isso não arrefeceu campanhas ativas contra a produção na internet, que incentivam quem não o viu a dar “dislikes” e notas baixas em sites como o Rotten Tomatoes, IMDb e Metacritic, além de difundir hashtags pedindo boicotes. A diretora contou que tem recebido até ameaças de morte. Além do vídeo com a diretora, a Netflix também emitiu um novo comunicado junto com o lançamento, que aconteceu nesta sexta (11/9), incentivando os detratores a perceberem que o filme se preocupa com as mesmas coisas que os escandalizam. “‘Cuties’ é uma crítica social à sexualização de crianças. É um filme premiado, com uma história poderosa sobre a pressão que jovens meninas sofrem das redes sociais e da sociedade em geral enquanto crescem – e encorajamos qualquer pessoa que se importa com este tema fundamental a assistir ao filme”, diz o texto oficial. Por curiosidade, o filme acabou sendo lançado no Brasil com o título original, “Mignonnes” em francês, após toda a confusão. Mas durante a divulgação inicial, ele ficou conhecido como “Lindinhas” no país. Mudar o título não muda o filme, só mostra que o marketing da Netflix não funciona mesmo como deveria.
Cinemas poderão reabrir em Salvador a partir de segunda
Os cinemas, teatros e centros de eventos de Salvador poderão reabrir a partir da próxima segunda-feira (14/10), indicou o prefeito ACM Neto (DEM). Ao falar com a imprensa sobre a reabertura nesta sexta, o prefeito afirmou que os cinemas deverão seguir um protocolo de medidas de prevenção definido pelo setor, e terão o horário de funcionamento de segunda a domingo, das 12h às 23h. A venda de ingressos deverá ser feita, preferencialmente, por meio digital. “Os resultados de Salvador no combate ao novo coronavírus têm sido excelentes nesses seis meses de medidas contra a doença. Quando anunciamos a reabertura de alguma atividade é porque temos plena convicção de que isso pode acontecer com segurança”, afirmou ACM Neto. Em uma das medidas de prevenção definidas, ingressos para poltronas adjacentes só poderão ser compradas pelo mesmo cliente — e, mesmo assim, apenas dois assentos. Para clientes diferentes, um distanciamento mínimo de duas poltronas será exigido. Além disso, haverá medição de temperatura dos espectadores na entrada e o uso de máscaras será obrigatório. As mesmas regras básicas servirão para os teatros, locais de shows e eventos.
Western afro-americano de Jay-Z vai reunir Idris Elba, Regina King e grande elenco
A Netflix revelou o elenco de “The Harder They Fall”, western produzido pelo rapper Jay-Z. E é uma reunião impressionante de astros afro-americanos. Regina King (“Watchmen”), Zazie Beetz (“Coringa”), Lakeith Stanfield (“Entre Facas e Segredos”), Delroy Lindo (“Destacamento Blood”), Edi Gathegi (“Briarpatch”), Danielle Deadwyler (“P-Valley) e RJ Cyler (“Scream: The TV Series”) juntaram-se a Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) e Jonathan Majors (“Lovecraft Country”) na produção. Elba e Majors estavam escalados desde o ano passado nos papéis principais. A trama acompanha Nat Love (Majors), bandido que descobre que seu inimigo, Rufus Buck (Idris Elba), está para sair da prisão. Assim, Love reúne sua gangue para caçar Buck e se vingar. O filme tem roteiro de Boaz Yakin (de “Fresh” e “Truque de Mestre”) e será o segundo western afro-americano do diretor Jeymes Samuel, que estreou com “They Die By Dawn” – juntando Michael Kenneth Williams, Giancarlo Esposito, Rosario Dawson e Jesse Williams em 2013 – , antes de assinar o clipe de “Legacy”, de Jay-Z. As filmagens devem começar ainda este ano para um lançamento em 2021 na plataforma de streaming. Okay, the anticipation for “The Harder They Fall” just got SUPER real!! The amazing Zazie Beetz, Regina King, Delroy Lindo, LaKeith Stanfield, Danielle Deadwyler, Edi Gathegi and RJ Cyler join Jonathan Majors and Idris Elba in the Western – coming soon to @netflix!! pic.twitter.com/MHvhOdIUNH — Strong Black Lead (@strongblacklead) September 11, 2020
Lindsay Lohan é processada por livro que cobrou para fazer e não escreveu
A editora HarperCollins está processando Lindsay Lohan por conta de um adiantamento para que ela escrevesse um livro que nunca começou. A atriz recebeu US$ 365 mil para escrever sua autobiografia, mas nunca entregou sequer um primeiro rascunho, diz a editora HarperCollins. Segundo o jornal USA Today, a empresa decidiu dar entrada num processo na quinta-feira (10/9) em Nova York para ser reembolsada. De acordo com o processo, Lohan e HarperCollins assinaram o contrato em 2014, e os representantes da atriz prometeram que o livro estaria pronto em maio do ano seguinte. A editora esperou até março de 2017, e quando a obra não foi enviada, revisaram o acordo com Lohan. Para esse trabalho, a editora fez um adiantamento em dinheiro. Mais tempo se passou e, em setembro de 2018, a HarperCollins comunicou aos representantes de Lohan que estava cancelando o acordo e exigindo o dinheiro de volta. O processo só foi iniciado quando a atriz resolveu se esquivar da cobrança. Como resultado, além do reembolso dos US$ 365 mil originais, a editora quer também que Lohan pague os advogados que precisou contratar para o caso.
Bruised: Estreia de Halle Berry na direção deve ser lançada pela Netflix
A Netflix está finalizando uma negociação para distribuir “Bruised”, filme que marca a estreia de Halle Berry na direção. Segundo os sites The Hollywood Reporter e Deadline, a plataforma de streaming pode pagar até US$ 20 milhões pelos direitos do filme, no recém-aberto mercado de negócios do Festival de Toronto. Em “Bruised”, Berry dá vida a Jackie “Justice”, uma lutadora de MMA fracassada, que abandonou o filho recém-nascido seis anos atrás. Quando o pequeno Manny inesperadamente retorna para a mãe, ela precisa sair da aposentadoria e enfrentar no ringue uma jovem estrela do esporte. Para as filmagens, a atriz de 53 anos treinou com brasileira Cris Cyborg, lutadora profissional e campeã de MMA, e encerrou a preparação para o papel com uma barriga tanquinho – “não há melhor sensação”, chegou a postar no Instagram. O roteiro foi escrito pela estreante Michelle Rosenfarb e o projeto tem produção da equipe de “John Wick 3” – que Berry também estrelou. A première vai acontecer no sábado (12/9) no Festival de Toronto, e por conta disso a primeira imagem oficial do filme foi divulgada (acima).
Gravações de Supernatural terminam com despedidas de “Sam” e “Dean”
Acabou. “Supernatural” encerrou suas gravações em Vancouver, no Canadá. A cena derradeira do capítulo final foi registrada na quinta (10/9) e os intérpretes dos irmãos Winchester marcaram o último dia no set com mensagens nas redes sociais. Jared Padalecki, intérprete de Sam, emocionou-se no Instagram. “Meu último dia como Sam Winchester”, ele escreveu, ao lado de uma foto se dirigindo para as gravações. “Obviamente, minha cabeça está girando e minhas emoções estão lá em cima, mas ainda temos um tempinho. Muito obrigado a todos vocês pelo incrível montante de amor e apoio que mandaram na nossa direção nestas últimas horas. Definitivamente estamos sentindo a vibração.” Já Jensen Ackles, o Dean, postou três fotos do seu último dia com o Impala da série, que ele vai levar para casa como “lembrancinha”. “Hoje é o último dia de uma jornada de 15 anos que mudou minha vida. Para aqueles com quem trabalhei, aqueles que assistiram e nos apoiaram… vocês nunca vão entender o quanto eu aprecio o que vocês fizeram. ‘Obrigado’ não é o bastante. Não existem palavras. Sou grato demais por estas memórias, que ficarão comigo para sempre”, escreveu. A série, na verdade, deveria ter terminado em maio nos EUA, mas a pandemia impediu as gravações de três capítulos e a pós-produção de mais quatro, adiando a despedida dos irmãos caçadores de monstros por alguns meses. “Supernatural” vai voltar em 8 de outubro para apresentar seus sete capítulos derradeiros, com a exibição do último episódio marcada para 19 de novembro. Ainda não há previsão para a exibição desta reta final no Brasil, mas o canal pago Warner já transmitiu todos os capítulos exibidos nos EUA. Ver essa foto no Instagram Well, here goes… I write this as I head to my last day of #Supernatural. My last day with #SamWinchester. Obviously, my head is spinning and my emotions are stratospheric, but there’s still a bit of time left on the clock. Thank y’all SO MUCH for the incredible amount of love and support that’s been headed our way, in these final hours. It’s definitely been felt. I’ll check in soon, but, for now, #WeHaveWorkToDo #spnfamily Uma publicação compartilhada por Jared Padalecki (@jaredpadalecki) em 10 de Set, 2020 às 1:46 PDT Ver essa foto no Instagram Woke up at 6am this morning. That alarm went off with a heavy tone. Today is the final day of a 15 year journey. One that has changed my life forever. To those I have worked with on this journey and to those who have watched and supported…you will never understand my great appreciation for you. “Thank you” doesn’t cover it. There just aren’t words. I’m so grateful for these memories that I will carry with me forever. What a ride it has been. And what a run. #spnfamilyforever here are a few shots from our final days…including today. I’ll try and send more later, but in true SPN form…we are in the middle of “nowhere” and have zero service. Go figure. Stay tuned. Uma publicação compartilhada por Jensen Ackles (@jensenackles) em 10 de Set, 2020 às 3:17 PDT
Harry Styles vai estrelar suspense de Olivia Wilde
O cantor Harry Styles foi escalado em “Don’t Worry Darling”, suspense dirigido por Olivia Wilde (“Fora de Série”). Três anos depois de fazer sua estreia como ator em “Dunkirk”, o ex-One Direction vai contracenar com Florence Pugh (indicada ao Oscar por “Adoráveis Mulheres”) e Chris Pine (“Mulher-Maravilha”) no filme. Ele substitui Shia LaBeouf, que precisou se afastar do projeto por conflitos de agenda. O roteiro de “Don’t Worry Darling” foi escrito pelos irmãos Shane e Carey Van Dyke (do terror “O Silêncio”), que são netos do veterano ator Dick Van Dyke, e foi reescrito por Katie Silberman, coautora do roteiro de “Fora de Série”. A trama se passa em uma comunidade isolada no deserto da Califórnia (EUA), nos anos 1950, onde uma dona de casa descobre uma verdade perturbadora sobre sua vida aparentemente perfeita. Wilde também vai atuar no filme, mas o destaque principal será para Pugh, atriz em ascensão, que também estrela “Viúva Negra”, próximo lançamento da Marvel nos cinemas. A produção está a cargo do estúdio New Line, que disputou os direitos de “Don’t Worry Darling” com serviços de streaming, apostando em Wilde, recém-transformada em diretora com a comédia adolescente “Fora de Série”. Lançado no ano passado, “Fora de Série” fez boa bilheteria e arrancou muitos elogios a crítica, chegando a render a Wilde o prêmio de Melhor Filme de Estreia no Film Independent Spirit Awards, a premiação do cinema americano independente. Antes desse trabalho, ela era mais conhecida por ter vivido a médica Thirteen (Treze) na série “House” e a heroína Quora em “Tron: O Legado”.
Madonna confirma que está escrevendo filme de sua vida
Depois de atiçar os fãs por um mês inteiro, com vídeos em que falava da carreira para a roteirista Diablo Cody, vencedora do Oscar por “Juno” (2007), Madonna confirmou que o projeto em que as duas estão trabalhando é mesmo um filme autobiográfico. Em live no Instagram, a cantora foi direto ao ponto, dizendo que a produção é “sobre minha luta como mulher e artista tentando sobreviver no mundo dos homens. É realmente a jornada feliz, triste, insana, louca, boa, má e feia”. Num vídeo postado na quinta (10/9), ela celebrou ter ultrapassado as 100 primeiras páginas do roteiro. “E tenho tanto mais para contar…” O filme vai abordar seu surgimento na Manhattan dos anos 1980, ao lado de artistas como Andy Warhol, Keith Haring, Jean-Michel Basquiat e Martin Burgoyne, e a cena dançante da época. “Honestamente, [aquela fase foi] um dos melhores momentos da minha vida, e um dos piores também. Espero poder retratar ou expressar como foi emocionante para mim em todos os sentidos”, ela afirmou. A cantora também adiantou que a obra não será um musical, ainda que tenha muita música envolvida. E prometeu “uma cena incrível da composição da canção ‘Like a Prayer'”, a história de sua experiência “devastadora” com a Pepsi e os bastidores da canção “Vogue”. Ela ainda garantiu que retratará alguns episódios conturbados da carreira, citando brigas nos bastidores de “Evita” (1996) com Andrew Lloyd Webber, autor do musical que inspirou o longa. “Tive alguns colapsos nervosos me preocupando com a chance de ser demitida todos os dias”, ela revelou. Madonna só não contou se, além de ajudar Diablo Cody a desenvolver o roteiro, vai querer ela própria dirigir sua história. Não há maiores detalhes, como estúdio envolvido, sugestões de elenco ou previsão de estreia. Ainda em gestação, o projeto deve demorar para nascer. Veja abaixo alguns dos vídeos da interação entre Madonna e Diablo Cody na criação do projeto. Ver essa foto no Instagram #screenplay #diablocody #jamesbaldwin Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em 10 de Set, 2020 às 2:08 PDT Ver essa foto no Instagram …………..I can’t make shit up! But in fact I dont need to. The truth will set you free and also be devastating! 😨😀😬😂 #screenplay #diablocody #movie #massiveattack Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em 8 de Set, 2020 às 4:28 PDT Ver essa foto no Instagram Looking back its hard to believe that this book caused so much controversy……………………. And have we moved forward? Is the Patriarchal world we live in ready to accept Women expressing their Sexuality? …………………..#sex #wap #controversy #diablocody Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em 5 de Set, 2020 às 1:11 PDT Ver essa foto no Instagram #screenplay #diablo #davidbanda Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em 2 de Set, 2020 às 4:42 PDT Ver essa foto no Instagram Will work for 🥜 Nuts!!! #diablo #madonnalouise Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em 26 de Ago, 2020 às 1:06 PDT ‘












