Sabrina Carpenter vai estrelar versão musical de Alice no País das Maravilhas
A estrela jovem do recente filme de dança da Netflix, “Dançarina Imperfeita” (Work It), vai voltar a protagonizar uma nova produção musical da plataforma de streaming. Sabrina Carpenter, que também é cantora, estrelará “Alice”, adaptação da fábula clássica “Alice no País das Maravilhas”. O filme será uma versão contemporânea da história de Lewis Carroll, que terá como pano de fundo um festival de música chamado “Wonderland” (o País das Maravilhas). Não maiores detalhes da trama, que está sendo escrita pelo compositor e músico Ross Evans (do também vindouro “Catch the Moon”). A produção é da Alloy Entertainment, empresa responsável por “Dançarina Imperfeita” e também pela série “Você” (You), outro sucesso da Netflix. Além deste projeto, Sabrina Carpenter vai aparecer em outro musical de streaming na semana que vem: “Clouds”, que será lançado na Disney+ (Disney Plus) em 16 de outubro nos EUA.
James McAvoy fará remake de thriller francês na base de improvisação
O estúdio STX vai produzir o remake do thriller francês “Mon Garçon” (2017), que juntará James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) e Claire Foy (“Millennium: A Garota na Teia de Aranha”) em seu elenco. A versão em inglês será dirigida por Christian Carion (“Feliz Natal”), que também dirigiu o longa original. McAvoy tem o papel principal. Quando seu único filho desaparece, ele viaja para a cidade onde mora sua ex-mulher (Foy) em busca de respostas. O detalhe é que, para interpretar um homem cuja vida está envolta em mistério, McAvoy não receberá roteiro com diálogos. Ele terá consciência apenas de aspectos básicos da história, e terá que improvisar e reagir a cada momento em que a filmagem se desenrola. Já o resto do elenco e da equipe estarão cientes das cenas. Carion dirigiu o filme original da mesma forma, com seu protagonista francês (Guillaume Canet) improvisando o papel. “Estamos entusiasmados por trabalhar com Christian para criar ‘My Son’ para o público mundial”, disse Adam Fogelson, presidente do STXfilms Motion Picture Group, no comunicado do projeto. “James fará o trabalho de detetive do filme em tempo real, diante das câmeras, para criar uma tensão real neste thriller. Gostamos de apoiar histórias ousadas e inovadoras como ‘My Son’, e Claire não poderia ser uma escolha mais espetacular para este filme que certamente emocionará o público”, completou. As filmagens está previstas para começar em novembro na Escócia. Veja abaixo o trailer do filme original.
Sangue de Zeus: Trailer de anime mostra ataque dos Titãs na Grécia antiga
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Sangue de Zeus” (Blood of Zeus), série que transforma a mitologia grega em trama de anime. A história é basicamente uma versão de “Ataque dos Titãs” passada na Grécia antiga, em que os Titãs mitológicos conjuram uma raça de demônios gigantes para destruir a civilização helênica. Entre os heróis da resistência destaca-se Heron, um bastardo que na verdade é filho do deus Zeus. Apesar do visual estilizado de anime, a produção não é japonesa, mas americana. A série foi criada pelos irmãos Charley e Vlas Parlapanides, de Nova Jersey, que já tinham usado sua descendência grega como inspiração para o roteiro do filme “Imortais” (2011), em que Henry Cavill (“The Witcher”) viveu o herói mitológico Teseu. O elenco de vozes originais destaca vários atores conhecidos dos EUA. Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”) dubla Zeus, Claudia Christian (“Babylon 5”) faz Hera, Jessica Henwick (“Punho de Ferro”) vive a heroína Alexia, Chris Diamantopoulos (“Silicon Valley”) encarna Poseidon, Mamie Gummer (“True Detective”) dá voz à Elektra e Derek Phillip (“Longmire”) interpreta Heron. A estreia está marcada para 27 de outubro.
The Witcher: Fotos revelam a nova armadura de Henry Cavill na 2ª temporada
A Netflix divulgou o novo visual de Henry Cavill na 2ª temporada de “The Witcher”. As fotos revelam que seu personagem, Geralt de Rivia, aparecerá nos próximos episódios com uma nova armadura. “Nova armadura, mesmo bruxo”, escreveu a Netflix no texto que acompanhou as fotos no Twitter. A série está atualmente em produção, retomando os trabalhos no Reino Unido após a paralisação ocasionada pela pandemia de coronavírus em março. A produção do segundo ano também ganhou uma sinopse. Diz o texto: “Convencido de que a vida de Yennefer (Anya Chalotra) foi perdida na Batalha de Sodden, Geralt de Rivia leva a princesa Cirilla (Freya Allan) ao lugar mais seguro que ele conhece, sua casa de infância, Kaer Morhen. Enquanto os reis, elfos, humanos e demônios do continente lutam pela supremacia fora de seus muros, ele deve proteger a garota de algo muito mais perigoso: o misterioso poder que ela possui em seu interior.” Os novos episódios só devem ser exibidos após fevereiro de 2021.
Free Guy ganha trailer legendado e vídeo zoando os adiamentos de cinema
A 20th Century Studios divulgou mais um pôster e dois novos vídeos de “Free Guy: Assumindo o Controle”. Um deles é o trailer legendado, que explica a história e promete um filme divertido, cheio de explosões. O outro é um teaser que transforma em humor a tragédia atual do cinema, num ano em que várias estreias estão sendo adiadas sem parar. Apesar do lançamento do filme estar marcado para dezembro deste ano, o segundo vídeo traz o elenco gravando mensagens para estreias em datas alternativas – além do Natal, no Ano Novo, no Dia dos Namorados, no Dia da Independência, no Halloween do ano que vem, antes da queda do meteoro, etc. “Acho que cobrimos tudo”, diz o diretor Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”). “Sim, por uns 40 ou 50 anos”, confirma o astro Ryan Reynolds (“Deadpool”). Originalmente, o filme chegaria aos cinemas em julho, mas após a pandemia de coronavírus transformou-se num lançamento natalino, aguardado agora para 10 de dezembro no Brasil – um dia antes da estreia nos EUA. Na trama, Reynolds vive um bancário comum. Ou melhor, um figurante de videogame, que só aparece numa cena de assalto. Num belo dia, ele resolve reagir a um jogador e se torna autoconsciente, descobrindo que sua existência é artificial e criada por um programador de games (Taika Waititi, de “Jojo Rabbit”). O elenco também destaca Joe Keery (“Stranger Things”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Jodie Comer (“Killing Eve”), que vive uma heroína no jogo. Ela ajuda Guy a enfrentar os perigos causados por sua rebelião. O roteiro escrito por Matt Lieberman foi adquirido em 2016 pela então chamada 20th Century Fox. Nesse meio tempo, ele andou bastante ocupado, escrevendo inúmeros projetos para grandes estúdios de Hollywood, entre eles, as animações de “A Família Addams” e “Scooby-Doo”. O filme também marca o retorno do diretor Shawn Levy à direção, seis anos após o fracasso de seu último longa, “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”. Desde então, ele vinha se concentrando na atividade de produtor, emplacando com sucesso a série “Stranger Things”.
Emily em Paris: Série é lamentada pela imprensa francesa por excesso de clichês
A série “Emily em Paris”, lançada no fim de semana pela Netflix, pode agradar fãs de comédias românticas, mas a imprensa francesa definitivamente odiou. Desenvolvida por Darren Star (criador de “Sex and the City”, “Barrados no Baile” e “Younger”), a história acompanha a Emily do título, vivida por Lily Collins (“Simplesmente Acontece”), recém chegada em Paris, descobrindo o cotidiano da capital francesa. Mas o olhar americano teria dado vida a todos os clichês possíveis sobre a cidade. “Aprendemos que os franceses são ‘todos maus’ (sim, sim), que são preguiçosos e nunca chegam ao escritório antes do final da manhã, que são paqueradores incorrigíveis, que não estão realmente apegados ao conceito de lealdade, que são sexistas e retrógrados e, claro, que têm uma relação duvidosa com o chuveiro. Sim, nenhum clichê é poupado, nem mesmo os mais fracos”, apontou a revista Première. Com sarcasmo, o site Sens Critique acrescentou que “os roteiristas devem ter cogitado por dois ou três minutos enfiar uma baguete debaixo [do braço] de cada francês, ou mesmo uma boina para distingui-los claramente, por outro lado, todos fumam cigarros e paqueram até a morte”. O texto ainda diz que Paris é retratada na série como “uma espécie de cidade-testemunho onde cada rua se torna pitoresca sem o menor lixo, com figurantes vestidos de alta costura e só chove se Lily Collins está triste”. A rádio RTL, por sua vez, lamenta que a série, em vez de retratar a verdadeira Paris, tenha gravado um compêndio de como Hollywood vê a cidade. “Raramente tínhamos visto tantos clichês sobre a capital francesa desde os episódios parisienses de ‘Gossip Girl’ [série americana lançada em 2007] ou do final de ‘O Diabo Veste Prada’ [filme de 2006]”. Como a 1ª temporada de “Emily em Paris” terminada num cliffhanger romântico, o produtor Darren Star tem planos de explorar novos clichês nos próximos capítulos, caso a audiência seja boa o suficiente para a Netflix encomendar o segundo ano da produção. “Ela fará parte do tecido do mundo em que está vivendo. Ela será mais uma residente da cidade”, contou Star à Oprah Magazine.
Missão Impossível 7: Tom Cruise é flagrado em cima de trem em movimento
O ator Tom Cruise foi flagrado durante as filmagens do novo “Missão Impossível” na Noruega. Um fã que viajava de carro próximo ao local flagrou o ator, junto de parte da equipe do filme, em cima de um trem em movimento. Ao gravar um vídeo da cena, ele até ganhou tchauzinho do astro. O resultado foi postado no Tik Tok e viralizou em outras redes sociais. O flagra revela que a produção já saiu de Londres e começou as filmagens em outros países da Europa. A sequência do trem deve, inclusive, contar com a explosão de uma ponte. Os produtores pretendiam filmar a cena na Polônia, mas houve protestos de moradores, que não gostaram de saber dos planos de dinamitar uma ponte centenária, apesar dela ser praticamente sucata, para a sequência explosiva. Na gravação, Tom Cruise está totalmente de preto e sorridente, durante uma pausa nas filmagens, aguardando o momento de voltar a trabalhar em cima do trem. Vendo que a pausa foi flagrada, o diretor Christopher McQuarrie postou em seu Instagram um registro do que aconteceu após gritar “ação!” sobre o trem – foto que também pode ser vista abaixo, com direito a participação de helicóptero. O cineasta está atualmente comandando a produção de dois longas consecutivos, “Missão: Impossível 7” e “Missão: Impossível 8”. Além da volta de Tom Cruise ao papel do agente Ethan Hunt, outros integrantes da saga de espionagem vão reaparecer nos novos filmes, como Rebecca Ferguson e Simon Pegg, intérpretes de Ilsa Faust e Benji Dunn, e Vanessa Kirby, recentemente introduzida como Alanna Mitsopolis/Viúva Branca. Outro retorno confirmado é o de Henry Czerny (mais conhecido pelo papel de vilão da série “Revenge”), que viveu Eugene Kittridge, diretor da Força Missão: Impossível (IMF, na sigla em inglês) no primeiro longa, de 1996. Já as novidades incluem Hayley Atwell (“Agent Carter”), Shea Whigham (também de “Agent Carter”), Pom Klementieff (“Guardiões da Galáxia”) e Esai Morales (“Titãs”). Por sinal, Hayley Atwell também estava em cima do trem norueguês. Ela postou uma foto do momento das filmagens em seu Instagram. “Missão: Impossível 7” tem estreia marcada para 19 de novembro de 2021, e o filme seguinte, “Missão: Impossível 8”, para 4 de novembro de 2022 nos EUA. A estreia nacional dos dois filmes acontecerá um dia antes dos lançamentos americanos. If you are wondering where Christopher McQuarrie is… pic.twitter.com/BdMf2hgtOJ — Cinephilia & Beyond (@LaFamiliaFilm) October 4, 2020 Ver essa foto no Instagram Norway’s scale and beauty have left an indelible and defining imprint on our film and reminded us that anything is possible. On behalf of everyone working on Mission: Impossible, our sincerest thanks to The Norwegian Film Incentive, The Norwegian Railway Museum, the infinitely patient Stranda and Rauma Municipalities, our endlessly enduring Norwegian crew, along with everyone who supported our filming here. And, of course… The Mountain. Most of all, we give thanks to the warm and welcoming people of Norway. Your kindness and consideration are nothing less than an inspiration. We’ll miss you dearly and look forward to seeing you again. Tusen hjertelig takk. Buckle up, Roma. Here we come… #MI7MI8 Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie) em 4 de Out, 2020 às 3:15 PDT Ver essa foto no Instagram Oh hi everyone, didn’t see you there 👋🏼 here’s Norway in all its splendour. #setlife #missionimpossible yes, I’m standing on top of a train. #fitforpurpose Uma publicação compartilhada por Hayley Atwell (@wellhayley) em 2 de Out, 2020 às 11:08 PDT
Libelu – Abaixo a Ditadura vence festival É Tudo Verdade
O filme “Libelu – Abaixo a Ditadura”, de Diógenes Muniz, foi o vencedor da 25ª edição do Festival É Tudo Verdade, após a exibição de 61 longas e curtas-metragens, entre os dias 23 de setembro e este domingo (4/10). O documentário reconstitui a história do grupo Liberdade e Luta, formado principalmente por estudantes trotskistas e que foi pioneiro a gritar Abaixo a Ditadura nas manifestações dos anos 1970. Seus integrantes, mais tarde, lançaram o jornal e a tendência O Trabalho, e ajudaram a criar o PT. O júri do evento também distribuiu menções a “Segredos do Putumayo”, de Aurélio Michiles, e “Fico Te Devendo Uma Carta do Brasil”, de Carol Benjamin. Ambos abordam a questão dos direitos humanos no país, mas em períodos distintos – no ciclo da extração da borracha na Amazônia e durante a ditadura militar. Na competição internacional, o júri premiou “Colectiv”, de Alecxander Nanau, sobre uma organização jornalística independente, que ao investigar um incêndio com dezenas de mortos e centenas de feridos numa boate em Bucareste, descobre uma gigantesca fraude no sistema de saúde da Romênia. O filme já tinha vencido festivais em Luxemburgo e Zurique, na Suíça, entre outros. Entre os curtas, os premiados foram o brasileiro “Filhas de Lavadeiras”, de Edileuza Penha de Souza, e o polonês “Meu País Tão Lindo”, de Grzegorz Paprzycki. Os quatro vencedores da 25ª edição do festival, “Libelu – Abaixo a Ditadura”, “Colectiv”, “Filhas de Lavadeira” e “Meu País Tão Lindo” estão automaticamente qualificados para tentar uma vaga no Oscar nas categorias de melhor longa e melhor curta documental. O tema político dos filmes premiados também ecoou na cerimônia por conta de um manifesto de cineastas em defesa da cultura, da Cinemateca Brasileira e do cinema nacional. Veja abaixo os trailers dos dois longas premiados.
Spell: Terror com astro da série Power ganha trailer
A Paramount divulgou o pôster e o trailer de “Spell”, terror estrelado por Omari Hardwick, protagonista da série “Power”. A trama acompanha o personagem de Hardwick, que sofre um acidente de avião com sua família, enquanto voa para o funeral de seu pai na zona rural dos EUA. Ele acorda ferido, sozinho e preso no sótão de uma senhora idosa, que afirma que pode cuidar dele com o Boogity, uma figura Hoodoo que ela fez de seu sangue e pele. Mas a magia negra poderosa também é capaz de quebrar seu corpo e impedi-lo de salvar sua família de um ritual sinistro, que os moradores da região pretendem realizar na mudança de lua. O filme foi escrito por Kurt Wimmer (“Vingador do Futuro”), dirigido por Mark Tonderai (“Locke & Key”) e seu elenco também inclui Loretta Devine (“Grey’s Anatomy”), John Beasley (“Everwood”) e Lorraine Burroughs (“Hard Sun”). O lançamento vai acontecer em PVOD (locação digital premium) em 30 de outubro nos EUA.
The Walking Dead: World Beyond estreia com críticas negativas
A crítica reprovou a ampliação do universo de “The Walking Dead”. A nova série passada no apocalipse zumbi, “The Walking Dead: World Beyond”, foi recebida com avaliações negativas pela imprensa americana. A atração, que estreia neste domingo (4/10) nos EUA, ficou com apenas 40% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A revista Variety publicou a crítica mais favorável, ainda assim destacando que “não é uma série perfeita”. O que agradou a publicação foi a “vontade de reinventar, de examinar genuinamente um recanto desse universo que ainda não foi tocado”, recomendando aos fãs da franquia que “vale a pena experimentar” seus episódios. Já as publicações especializadas TV Guide e TV Line foram menos magnânimas. A primeira afirma que “The Walking Dead: World Beyond” é um spin-off “desnecessário” e que só funciona “às vezes”, enquanto a segunda declara que seus personagens são “estereótipos escritos nos termos mais simples”. Além disso, as reviravoltas não são sutis e não acrescentam nada de novo à saga. “Provavelmente, é perfeito para jovens telespectadores mais interessados em dramas [adolescentes] do que em zumbis”. A CNN reforçou que a série parece teen, refletindo o fato de sua trama seguir quatro adolescentes, “como um versão do Disney Channel de uma série zumbi, mas sem as músicas pegajosas”. E a Entertainment Weekly deu o tiro de misericórdia. “Sério, alguém estava pedindo por isso? Os adolescentes já têm seu próprio programa de zumbis, chamado ‘The Walking Dead'”. Criada por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original, a trama realmente acompanha um grupo de jovens, que cresceu numa comunidade protegida e que resolve se aventurar pela primeira vez no mundo exterior, adentrando o apocalipse zumbi. O elenco destaca Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Aliyah Royale (de “The Red Line”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), o galã LGBTQIA+ Nico Tortorella (da série “Younger”) e a veterana Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”). A série tem previsão de estreia no Brasil com um dia de atraso, às 22h de segunda-feira (5/10) no canal pago AMC. Veja abaixo um vídeo de apresentação da atração.
Evan Rachel Wood diz que continua em Westworld
Dolores pode ter morrido no final da 3ª temporada de “Westworld”, mas sua intérprete vai continuar na série. Em uma longa entrevista para a revista Variety, a atriz Evan Rachel Wood confirmou que vai gravar a 4ª temporada do programa. Ela só não sabe em qual papel. Muito menos quando. A única coisa que afirma saber com certeza é que está contratada para os próximos episódios. “As pessoas sempre me perguntam, pensando que eu sei o que vai acontecer. Mas eu sei tanto quanto vocês. Eu não tenho ideia de como será a 4ª temporada ainda”, ela disse, confirmando o que foi mostrado no desfecho da temporada passada. “Só sei que Dolores, como a conhecemos, está morta. E isso é verdade. Mas, pelo que também sei, eu não vou embora. Mas não acho que voltarei à mesma encarnação da personagem”. Ela contou que soube que iria morrer no meio da temporada. Na época, o criador da série, Jonathan Nolan, a deixou um pouco aflita por não dizer que ela continuaria na trama. “Mas sei que eles sempre têm algo na manga, então é sempre difícil acreditar que eles estão contando tudo”, comentou, lembrando que Dolores “tecnicamente morreu em todas as temporadas”. “Mas esta foi certamente uma morte verdadeira, com perda completa de suas memórias. Mesmo se ela voltasse, nunca seria a mesma Dolores que conhecíamos”, ponderou. A atriz confessou ter ficado abalada com a morte da personagem. “Tive que passar por um período de luto, porque amo muito essa personagem. Estive nessa jornada com ela. E isso influenciou minha própria vida e me mudou como pessoa. Então, ela sempre terá um espaço bem perto do meu coração. E, de novo, quem sabe o que eles têm na manga, mas será interessante voltar e interpretar mais uma personagem. Se é que é isso que vai acontecer!” Mas não foi só o desfecho de Dolores que impactou Wood no final de temporada. Assistir as cenas finais, em que as pessoas usam máscaras e protestam em revoltas nas ruas, a deixou impressionada pela forma como a ficção adiantou a realidade dos noticiários, tomados pela pandemia e o movimento Black Lives Matter (vidas negras importam). “Ninguém ficou mais arrepiado com isso do que as pessoas que trabalharam em ‘Westworld’! Terminamos a série com um grande tumulto, onde todos estão usando máscaras. E de repente vimos o mundo fazer exatamente isso, quase imediatamente depois de termos gravado. E acho que isso realmente assustou todos nós. Na verdade, enviei uma mensagem de texto para alguns membros do elenco e da equipe técnica, dizendo: ‘Alguém mais acha que antecipamos isso?’. Mas isso fala muito sobre o talento (dos roteiristas) Jonah (Nolan) e Lisa (Joy), e como eles estão em sintonia com a sociedade e a humanidade em geral”. Atualmente sendo escrita pelo casal Jonathan Nolan e Lisa Joy, a 4ª temporada de “Westworld” não tem previsão de estreia.
Jim Carrey como Joe Biden rende 3ª maior audiência do século no Saturday Night Live
A estreia da 46ª temporada de “Saturday Night Live” foi uma das mais assistidas do veterano programa humorístico durante o século 21. Exibida no sábado (3/10) na rede NBC, a atração contou com participação do comediante Chris Rock (“Gente Grande”) como apresentador e da rapper Megan Thee Stallion como convidada musical, mas o assunto mais comentado nas redes sociais foi a primeira aparição de Jim Carrey (“Sonic – O Filme”) como Joe Biden, que entrou nos Trending Topics do Twitter com mais de 40 mil menções. Carrey irá participar de toda a temporada do programa, interpretando o candidato do Partido Democrata à eleição presidencial dos EUA. No programa inicial, ele reencenou o debate da semana passada com o presidente Donald Trump, vivido por Alec Balwin (“30 Rock”) na sátira humorística, e acertou em cheio. Além da dupla, o esquete também contou com Maya Rudolph (“Missão Madrinha de Casamento”) como a senadora Kamala Harris, candidata a vice na chapa de Biden. Ao todo, o programa atraiu 7,7 milhões de espectadores ao vivo e uma classificação de 1,68 na demo (adultos de 18 a 49), o que representa a terceira maior estreia do “SNL” no século, atrás apenas dos episódios inaugurais de 2016 e 2008. Em comparação com a estreia do ano passado, a transmissão da noite passada aumentou em 27% o total de espectadores (7,7 milhões contra 6,1 milhões) e em 26% a audiência da demo (1,68 contra 1,33). O “SNL” tradicionalmente tem picos de audiência durante o período que antecede as eleições presidenciais. A maior abertura deste século, 12 anos atrás, também foi durante um ano eleitoral. Na ocasião, a personificação de Sarah Palin, candidata a vice, interpretada por Tina Fey (“30 Rock”), dominou a cultura pop americana e rendeu prêmio para a atriz no Emmy. No Brasil, o “SNL” é exibido pelo canal pago Sony. Veja abaixo o começo do esquete de Carrey e Baldwin. There he is. #SNLPremiere pic.twitter.com/Mfm7tBBcKh — Saturday Night Live – SNL (@nbcsnl) October 4, 2020
Thomas Jefferson Byrd (1941 – 2020)
O cineasta Spike Lee anunciou a morte de Thomas Jefferson Byrd em seu Instagram. Em sua postagem, Lee compartilhou uma foto de Thomas como o personagem Errol Barnes em seu filme “Irmãos de Sangue” (1995). Segundo o diretor, o ator foi assassinado na noite de sábado (3/10) em Atlanta, na Geórgia. “Estou tão triste em anunciar o assassinato trágico de nosso amado irmão Thomas Jefferson Byrd na noite passada”, Lee escreveu. “Tom era meu cara.” O Departamento de Polícia de Atlanta confirmaram a morte de Byrd à revista The Hollywood Reporter. Em comunicado, informou que policiais foram despachados por volta de 1h45 no sábado para a Avenida Belvedere, 2.257, após relatos de um ferido. “Na chegada, as unidades localizaram um homem deitado sem resposta no local”. Ele foi encontrado morto com vários tiros nas costas. “A vítima foi posteriormente identificada como Thomas Byrd”, confirmou o departamento. Byrd estrelou uma variedade de filmes de Spike Lee, começando por “Irmãos de Sangue” (1995) e seguindo até os trabalhos mais recentes do diretor. Ele participou de “Garota 6” (1996), “Todos a Bordo” (1996), “Jogada Decisiva” (1998), “A Hora do Show” (2000), “Verão em Red Hook” (2012), “A Doce Sede de Sangue” (2014), “Chi-Raq” (2015) e até da série “Ela Quer Tudo” (2017-2019), que Lee realizou na Netflix. A filmografia do ator também inclui produções famosas de outros cineastas, como “Até as Últimas Consequências” (1996), de F. Gary Gray, “Politicamente Incorreto” (1998), de Warren Beatty, “Ray” (2004), de Taylor Hackford e “Atraídos Pelo Crime” (2009), de Antoine Fuqua. Seu último trabalho foi uma participação em “Freedom’s Path”, western passado na Guerra Civil e ainda inédito, que marcará a estreia do premiado curta-metragista Brett Smith no comando de um longa. Mas além do cinema, Byrd ainda teve uma carreira destacada no teatro, chegando a ser indicado ao prêmio Tony de Melhor Ator em 2003 por seu papel na montagem de “Ma Rainey’s Black Bottom”, peça que agora vai virar filme na Netflix com o último desempenho da vida de Chadwick Boseman. A morte de Byrd está atualmente sob investigação no Departamento de Polícia de Atlanta. Ver essa foto no Instagram I’m So Sad To Announce The Tragic Murder Of Our Beloved Brother Thomas Jefferson Byrd Last Night In Atlanta,Georgia. Tom Is My Guy,Here Below You See Him As The Frightening Character Errol Barnes In CLOCKERS. Brother Byrd Also Did His Thang In My Joints- CHI-RAQ,SWEET BLOOD OF JESUS, RED HOOK SUMMER,BAMBOOZLED,HE GOT GAME,GET ON THE BUS,GIRL 6 And CLOCKERS. May We All Wish Condolences And Blessings To His Family. Rest In Peace Brother Byrd.🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜💜 Uma publicação compartilhada por Spike Lee (@officialspikelee) em 4 de Out, 2020 às 10:40 PDT












