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Filme

Fusão entre Warner e Paramount mantém James Gunn na DC, mas troca chefia do cinema

O diretor de "Superman" e Peter Safran continuam à frente do DC Studios, enquanto os chefões da Paramount passam a mandar também na Warner

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Etc

Tiririca e dezenas de famosos ficam sem mandato nas eleições

Humorista teve apenas 5,5 mil votos no Ceará após quatro mandatos por São Paulo e se junta a dezenas de artistas, ex-realities e ídolos do esporte derrotados

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5 de outubro de 2026
Etc

Eduarda vence 3ª Prova do Lampião de A Fazenda 18 e define nova Baia

Modelo derrotou Thaíde na final e conquistou poder para interferir no Resta Um da próxima formação da Roça

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5 de outubro de 2026
Filme

Vingadores: Ultimato assume posto de maior bilheteria da história

Relançamento “Encore” acrescentou US$ 126 milhões ao total do filme e permitiu ultrapassagem sobre “Avatar”

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4 de outubro de 2026
Filme

Verity tinha final mais perverso, que foi descartado após testes com público

Versão filmada transformava Lowen numa possível vilã e revelava Verity viva no fundo do lago, mas espectadores rejeitaram a solução

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4 de outubro de 2026
  • Filme

    Jessica Chastain, Lupita Nyong’o e Penélope Cruz são espiãs em trailer de filme de ação

    6 de outubro de 2020 /

    A Universal divulgou fotos, uma coleção de pôsteres e o primeiro trailer de “The 355”, filme de ação que reúne um grande elenco feminino, formado pela americana Jessica Chastain (“X-Men: Fênix Negra”), a alemã Diane Kruger (“Em Pedaços”), a mexicana/queniana Lupita Nyong’o (“Pantera Negra”), a espanhola Penélope Cruz (“Dor e Glória”) e a chinesa Fan Bingbing (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). As estrelas são o grande atrativo do projeto, mas vale observar que a francesa Marion Cotillard (“Assassin’s Creed”) chegou a ser cotada e preferiu fazer algo melhor. Na trama, espiãs de diferentes agências internacionais resolvem se aliar para enfrentar um “inimigo invisível” em comum. Apesar da ameaça aparentemente ser um hacker, a missão envolve muitos tiros e o dobro de discussões de relação entre as personagens. Na teoria, a premissa promete uma aventura mundial, com cinco atrizes de primeira linha representando espiãs de agências internacionais rivais, que se unem e superam suspeitas e conflitos enquanto lutam para impedir que uma organização global lance o mundo ao caos. Ao longo da jornada, estranhas e inimigas tornam-se companheiras e amigas, e uma nova irmandade de espionagem, de codinome 355, é formada. O problema é que o roteiro foi escrito por Theresa Rebeck (do infame “Mulher-Gato”) e a direção está a cargo de Simon Kinberg em seu segundo trabalho oficial na função, após o abissal “X-Men: Fênix Negra”. O elenco ainda conta com Sebastian Stan (“Vingadores: Ultimato”) e Edgar Ramirez (“Wasp Network”). A estreia está marcada para janeiro de 2021, sujeita a alterações, como todos os lançamentos atuais.

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  • Música

    BLACKPINK vai ganhar documentário da Netflix. Veja o trailer legendado

    6 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer legendado do documentário “Light Up The Sky”, que conta a história do fenômeno do K-pop BLACKPINK. Entre outros detalhes, a prévia mostra a formação do grupo, que foi reunido pela agência de talentos/produtora/gravadora YG Entertainment quando elas ainda eram pré-adolescentes, a amizade que se formou entre as meninas, que passaram a morar juntas, a pressão pelo sucesso e a conquista do público americano após a aparição no Festival de Coachella. Para quem não sabe, nem todas as integrantes do grupo são sul-coreanas. Lalisa Manoban, a Lisa, é tailandesa, e Roseanne Park, a Rosé, nasceu na Nova Zelândia. O documentário promete trazer muitas outras informações para quem tem interesse em conhecer não apenas a história da banda, mas como funciona a indústria do K-pop, que nos últimos anos tem gerado vários grupos musicais sul-coreanos com apelo internacional. O filme já vai chegar ao streaming na próxima semana, dia 14 de outubro, poucos dias após o lançamento do “The Album”, que por incrível que pareça é apenas o primeiro álbum oficial do grupo. Só agora, quatro anos após o primeiro single e a conquista do sucesso mundial, Lisa, Jennie, Jisoo e Rosé preparam seu primeiro lançamento maior que um EP, trazendo oito faixas – uma compilação de singles lançada há dois anos com exclusividade no Japão não costuma constar da discografia oficial. Vale lembrar que alguns dos clipes extraídos do disco, como “How You Like That” e “Ice Cream” (com Selena Gomez), estão entre os mais vistos do YouTube em 2020.

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  • Série

    Elenco de GLOW reage com tristeza ao cancelamento da série

    6 de outubro de 2020 /

    O elenco de “GLOW” lamentou nas redes sociais a forma como aconteceu o cancelamento inesperado da série, anunciado pela Netflix na segunda-feira (5/10). A plataforma considerou que a produção tinha ficado inviabilizada, após seguidos adiamentos de gravações da 4ª temporada, devido à pandemia de coronavírus, e deixou a trama sem o final prometido. Alison Brie, Marc Maron e outras estrelas declararam-se tristes e desapontados com a decisão. “Vou sentir falta disso… Mas serei sempre grata à minha família ‘GLOW’ por mudar minha vida para sempre”, escreveu Brie no Instagram, compartilhando uma foto com suas colegas de elenco no set da produção, fazendo caretas estúpidas em seus trajes de luta. Rebekka Johnson, por sua vez, reagiu à notícia pedindo aos seguidores do Twitter que usassem suas máscaras, já que a covid-19 continua impedindo gravações de diversos outros títulos. Veja as reações das estrelas abaixo. Ver essa foto no Instagram Going to miss this… Forever grateful to my GLOW family for changing my life forever. ❤️ #glownetflix Uma publicação compartilhada por Alison Brie (@alisonbrie) em 5 de Out, 2020 às 4:32 PDT WEAR A MASK! 😭😭😭😭 https://t.co/nqTE7Rcirz — rebekka johnson (@HelloRebekka) October 5, 2020 devastated. #saveglow https://t.co/4eOhFlmTrG — Kimmy Gatewood (@kimmygatewood) October 6, 2020 No more GLOW. Sorry. Stinks. — marc maron (@marcmaron) October 5, 2020 My heart. pic.twitter.com/JCaQwTpfC3 — Britt Baron (@brittbaron) October 5, 2020 So glad to have been a tiny part of this show. I will play Betty Gilpin’s husband or ex-husband or mail carrier or anything, anytime anyone ever asks me to. She’s one of my favorite scene partners of all time, and I was beyond lucky to get to stand toe-to-toe with her. https://t.co/RgoPjZRJU0 — Rich Sommer (@richsommer) October 5, 2020 Thank you for changing my life Liz. https://t.co/ochd0m7LSw — Shakira Barrera (@Shakirax3) October 5, 2020

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  • Filme

    Warner adia vários filmes e Batman fica para 2022

    6 de outubro de 2020 /

    A Warner não adiou apenas “Duna”, como as publicações dedicadas à indústria do cinema americano tinham apurado nesta segunda (5/10). O estúdio mexeu com metade de seu calendário. Conforme antecipado, a sci-fi de Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”) trocou seu lançamento original em dezembro por uma nova data em 1 de outubro nos EUA. Mas como este dia já estava reservado para a estreia de “Batman”, o filme do super-herói da DC Comics também teve sua abertura alterada. A produção dirigida por Matt Reeves e estrelada por Robert Pattinson agora só vai chegar aos cinemas americanos em 4 de março de 2022. E não será a única adaptação de quadrinhos da DC Comics que vai demorar mais para aparecer nas telas. “The Flash”, de Andy Muschietti, será lançado em 4 de novembro de 2022 em vez de 3 de junho de 2022, e “Shazam 2”, de David Sandberg, chegará em 2 de junho de 2023 e não mais em 4 de novembro de 2022. Enquanto isso, “Black Adam”, o filme do anti-herói Adão negro, que será estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson, perdeu a data de estreia. Anteriormente agendado para 22 de dezembro de 2021, o longa ficou sem previsão de lançamento. Outro filme que saiu do calendário, a versão de cinema do videogame “Minecraft”, também não aparecerá mais em 4 de março de 2022, caindo no limbo. Em compensação, “Matrix 4”, que tinha sido adiado para 1º de abril de 2022, acabou adiantado para 22 de dezembro de 2021, na única reversão da lista. Essas mudanças podem estar relacionadas com o anúncio do fechamento da 2ª maior rede de cinemas dos EUA, a Regal, e das salas de sua matriz britânica, a Cineworld, por período indeterminado, mas podem induzir outros exibidores a seguir o mesmo caminho. Por conta disso, as atenções estão todas voltadas para “Mulher-Maravilha 1984”, que continua marcado para o próximo Natal. Caso esse filme também seja adiado, causará um novo efeito em cadeia, além de disparar os alarmes das redes de cinema. Apenas a programação do filme estrelado por Gal Gadot impede a Warner de ficar até o próximo verão americano (a partir de junho) sem lançar filmes no cinema. Os próximos títulos que o estúdio tem agendados são o musical “Em um Bairro de Nova York” e o terror “Invocação do Mal 3” para o começo de junho, a animação “Space Jam: O Novo Legado” em julho e o esperado “O Esquadrão Suicida” em agosto. Todos abrem antes das novas datas anunciadas, o que não dá muita firmeza à manutenção de suas estreias. Único estúdio a se arriscar com a estreia de um blockbuster durante a pandemia, a Warner pode ter se arrependido de colocar “Tenet” nos cinemas antes da disseminação de uma vacina contra o coronavírus. As novas datas coincidem com as expectativas de vacinações existentes. Por via das dúvidas, o novo calendário da Warner também reserva duas datas para produções sem título (facilitando remanejamentos), marcadas para um esperançoso futuro pós-covid, em 3 de junho de 2022 e 5 de agosto de 2022.

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  • Etc,  Série

    Clark Middleton (1957 – 2020)

    5 de outubro de 2020 /

    O ator Clark Middleton, que estrelou as séries “Twin Peaks” e “The Blacklist”, morreu no domingo (4/5) por infecção do vírus do Nilo Ocidental, aos 63 anos. “Com o coração pesado, anunciamos a passagem de uma vida eminentemente digna de comemoração: Clark Tinsley Middleton, 63 – amado ator, escritor, diretor, professor, herói, marido, farol, amigo”, escreveu sua esposa Elissa nas redes sociais. “Clark fez a transição em 4 de outubro como resultado do vírus do Nilo Ocidental, para o qual não há cura conhecida. Clark era uma bela alma que passou a vida desafiando limites e defendendo as pessoas com deficiência”. Middleton começou a trabalhar como ator em Nova York em 1983, fazendo sua estreia teatral ao lado da estrela da Broadway Geraldine Page. Nos últimos 30 anos, sua extensa experiência no palco o levou por todo o país, onde se apresentou nos principais teatros das cidades de Nova York e Los Angeles, incluindo a montagem de sua peça individual aclamada pela crítica “Miracle Mile”. Na televisão, Middleton se destacou em papéis recorrentes em “Law & Order”, “Fringe”, no revival de “Twin Peaks” (como o marido de Aubrey/Sherilyn Fenn) e, mais recentemente, em “The Blacklist”, onde interpretou um parceiro profundamente irritante de Raymond “Red” Reddington (James Spader). Sua última participação na série foi exibida em abril passado. Ao longo de sua carreira, Middleton trabalhou com vários diretores proeminentes, como Quentin Tarantino em “Kill Bill Vol. 2” (2004), Robert Rodriguez em “Sin City” (2005), Ang Lee em “Aconteceu em Woodstock” (2009), Bong Joon Ho em “Expresso do Amanhã” (2009) e Alejandro G. Iñárritu em “Birdman” (2014). Membro vitalício do Actors Studio, ele também ensinou atuação por mais de 20 anos na cidade de Nova York. Paralelamente ao trabalho artístico, ainda foi um porta-voz da Fundação de Artrite, após conviver com a artrite reumatóide juvenil por mais de 50 anos. Em comunicado, o criador de “The Blacklist”, Jon Bokenkamp, lamentou a morte do ator. “Estou com o coração partido. Além de ser um ator verdadeiramente único e talentoso, Clark era simplesmente um cara incrível em todos os sentidos. Ele era um louco por filmes. Ele amava seu trabalho com paixão. E ele era incrivelmente generoso de espírito… Eu sei que sua família inteira em ‘The Blacklist’ está arrasada com essa notícia. Clark era um dos bons, e nós o perdemos cedo demais.”

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  • Série

    Chloë Moretz vai estrelar nova série sci-fi dos criadores de Westworld

    5 de outubro de 2020 /

    A atriz Chloë Grace Moretz (“Suspiria”) vai estrelar “The Peripheral”, nova série sci-fi desenvolvida por Jonathan Nolan e Lisa Joy, os criadores de “Westworld”. A produção da Warner Bros. Television está sendo desenvolvida para a plataforma Amazon Prime Video e se baseia no best-seller homônimo do escritor William Gibson, um dos pais do subgênero cyberpunk. A série gira em torno de Flynne Fisher (Moretz), uma mulher que tenta unir os pedaços de sua família desfeita em um canto esquecido da América rural. Flynne é inteligente, ambiciosa, mas condenada, porque não tem futuro naquele lugar. Até que o futuro chega chamando por ela. A trama vai lidar com linhas temporais diferentes e como um contato com o futuro pode influenciar o presente e impactar a História. A adaptação está a cargo de Scott B. Smith, escritor dos livros que viraram o suspense “Um Plano Simples” (1998) e o terror “As Ruínas” (2008), com Nolan e Joy atuando como produtores por meio de sua empresa Kilter Films. A encomenda da produção é o primeiro resultado do contrato fechado pelo casal com a Amazon para desenvolver novas atrações exclusivas. O primeiro episódio terá direção do cineasta Vincenzo Natali (“Cubo”, “Splice – A Nova Espécie”). Vale lembrar ainda que Moretz não integra um elenco de série live-action desde que recorreu em sete episódios de “Dirty Sexy Money” em 2007 e 2008, no começo de sua carreira. Depois disso, ela só apareceu em três episódios de “30 Rock”, em anos distintos.

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  • Música

    Miley Cyrus vai fazer show acústico de quintal na MTV

    5 de outubro de 2020 /

    A cantora e atriz Miley Cyrus será a atração principal de uma nova versão do programa “MTV Unplugged”, conhecido por aqui (nos saudosos tempos da MTV Brasil) como “Acústico MTV”. O canal pago americano fez o anúncio nesta segunda-feira (5/10), revelando que a gravação tem como cenário o quintal da casa da artista em Los Angeles. Por isso, vai se chamar “Miley Cyrus Backyard Sessions”. Nestas condições, fica difícil não considerar que se trata, na verdade, de mais uma live da pandemia, só que transmitida pela TV, em vez da internet. De fato, a MTV reviveu a série “Unplugged” no início deste ano como uma série de lives em seus canais de mídias sociais. JoJo, Alessia Cara, Jewel e a boy band de K-pop Monsta X foram alguns dos artistas que participaram do projeto. “Backyard Sessions” será o segundo “Unplugged” de Cyrus, depois de fazer o show original em 2014 para promover seu álbum “Bangerz”. Além de tocar versões acústicas de seus maiores sucessos, ela pretende apresentar alguns covers, como “Gimme More”, de Britney Spears, além de versões de músicas de Pearl Jam, The Cardigans e outros artistas – há duas semanas, ela tocou “Heart of Glass”, da banda Blondie, no iHeartRadio Music Festival 2020. A live do quintal de Miley Cyrus também ganhou um vídeo no Instagram da cantora, que revela que o programa será superproduzido. Veja abaixo. A estreia está marcada para a semana que vem, no dia 16 de outubro, nos EUA. Ver essa foto no Instagram 🚨 Backyard Sessions on @mtv October 16th 🚨 Uma publicação compartilhada por Miley Cyrus (@mileycyrus) em 5 de Out, 2020 às 12:08 PDT

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  • Filme

    Trailer de filme sobre omissão de Trump na pandemia supera 6 milhões de views em 72 horas

    5 de outubro de 2020 /

    A distribuidora indie Neon informou que o trailer de “Totally Under Control”, documentário que denuncia a omissão do governo de Donald Trump diante da pandemia de coronavírus responsável pela morte de mais de 210 mil americanos, foi visto mais de 6 milhões de vezes em 72 horas (desde que foi lançado no fim de semana) em todas as plataformas. O interesse pela produção foi ampliado após o próprio presidente dos EUA ser infectado pela covid-19 e precisar ser internado num hospital na sexta (2/10). O filme tem roteiro e direção de Alex Gibney, vencedor do Oscar de Melhor Documentário por “Um Táxi para a Escuridão” (2007), que denunciou a prática de tortura de prisioneiros, levada adiante pelo governo americano durante a Guerra do Afeganistão. O título de “Totally Under Control” vem de uma frase de Trump, que afirmou que a a pandemia estava “totalmente sob controle”, quando não estava. Em outra frase vista no trailer, um médico define os pronunciamentos do presidente como “uma besteira completa”. “Ele não faz ideia do que está falando”. A produção foi rodada em segredo durante a pandemia e compara a atuação do governo americano com a de outros países, como a Coreia do Sul, onde, sem paralisação significativa das atividades econômicas, apenas 420 vidas foram perdidas – de uma população total de 51 milhões de habitantes. O filme expõe o colapso completo dos EUA causado por um vazio profundo da liderança presidencial e conta o que deu errado por meio de testemunhos contundentes de autoridades de saúde pública e reportagens investigativas que nomeiam responsabilidades. Graças ao desempenho dos EUA, o Brasil acabou não conseguindo a liderança do ranking mundial de mortes e contaminação por covid-19. Mas o desempenho similar de Bolsonaro diante do avanço da doença também deve render um documentário nacional. Já há produções do gênero atualmente em desenvolvimento. “Totally Under Control” será lançado na próxima semana, dia 13 de junho, em PVOD (locação digital premium), antes de chegar no dia 20 para os assinantes da plataforma Hulu nos EUA. Veja abaixo o trailer e o pôster divulgados pela Neon.

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  • Série

    Paddy Considine será o Rei de Westeros no prólogo de Game of Thrones

    5 de outubro de 2020 /

    O ator – e roqueiro! – Paddy Considine (“Peaky Blinders”) tornou-se o primeiro nome anunciado no elenco da nova série passada no universo de “Game of Thrones”. Prólogo do fenômeno da HBO, a atração vai se passar três séculos antes do nascimento de Daenerys, mas destacará sua família, os nobres da Casa do Dragão. Considine viverá o Rei Viserys Targaryen, escolhido pelos senhores de Westeros para sentar no Trono de Ferro e liderar o continente como sucessor do Velho Rei, Jaehaerys Targaryen. Um homem caloroso, gentil e decente, Viserys deseja apenas levar adiante o legado de seu avô. Mas os homens bons não viram necessariamente grandes reis. Intitulada “House of the Dragon” (Casa do Dragão), a série foi co-criada pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e o escritor George R.R. Martin, criador da saga literária que inspirou “Game of Thrones”. A trama, por sinal, baseia-se num livro de Martin, “Fogo & Sangue”. A produção também contará com o retorno de um diretor veterano de “Game of Thrones”, Miguel Sapochnik, responsável pelo famoso episódio da “Batalha dos Bastardos”, que dirigirá o piloto e capítulos adicionais. Martin, Condal e Sapochnik são os produtores executivos da atração, que deve começar a anunciar agora seus demais integrantes de elenco. Por coincidência, Cosidine está atualmente no ar na HBO. Ele faz parte da minissérie de terror “The Third Day”, que atingiu no domingo (4/10) a metade dos episódios previstos para sua exibição.

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  • Filme

    Estreia de Duna é adiada para daqui a um ano

    5 de outubro de 2020 /

    A estreia do remake de “Duna” foi adiada para outubro de 2021. A Warner ainda não divulgou um comunicado oficial, mas as quatro principais publicações que cobrem a indústria cinematográfica americana são unânimes em afirmar que a mudança já está decidida. Os sites da Variety, The Hollywood Reporter, Deadline e The Wrap afirmam que a nova data escolhida é 1 de outubro. O detalhe é que ela já estava reservada para a estreia de “Batman”. Isto provavelmente significa que o lançamento do filme do super-herói da DC Comics também sofrerá mudanças. Apesar da pandemia, a Warner não tinha alterado a previsão de estreia de “Duna”, que até então sempre esteve prevista para dezembro de 2020. A alteração pode ser resultado de – e ampliar – um efeito dominó. Com o anúncio do fechamento da 2ª maior rede de cinemas dos EUA, a Regal, e das salas de sua matriz britânica, a Cineworld, por período indeterminado, a perspectiva de uma volta a normalidade das bilheteria tomou um rumo sombrio para os estúdios. O desempenho de “Tenet”, filme que desbravou os cinemas durante a pandemia, também tem sido desanimador. Até o fim de semana, o longa (da própria Warner) tinha feito apenas US$ 45,1 milhões no mercado norte-americano, valor considerado muito baixo para uma produção orçada em mais de US$ 200 milhões. Apesar do filme ter desempenho melhor no exterior, as percentagens das bilheterias internacionais não costumam compensar desastres no mercado doméstico, devido às peculiaridades de cada país. A China, por exemplo, que praticamente já voltou à normalidade, devolve apenas 25% do total arrecadado para Hollywood. A saída de “Duna” do calendário de dezembro também liga um novo alarme entre os exibidores. Se até então a expectativa era manter as salas abertas na esperança de uma normalização de lançamentos a partir do Natal, começam a surgir receios de novos adiamentos em massa, que possam zerar o calendário de dezembro como já aconteceu com os meses anteriores. Por enquanto, os filmes que permanecem previstos para dezembro são “Free Guy” e “Morte no Nilo”, ambos da 20th Century Studios/Disney, “Um Príncipe em Nova York 2”, da Paramount, “Mulher-Maravilha 1984”, da Warner, “News of the World”, da Universal, “Escape Room 2”, da Screen Gems/Sony e “Monster Hunter”, da Constantin/Sony – mas já há boatos de que este último também vai mudar de data. Com direção de Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”) e um grande elenco encabeçado por Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”), “Duna” ganhou seu primeiro trailer há pouco menos de um mês. Confira abaixo. O filme também já tem uma continuação confirmada, que sugere que a adaptação será dividida em duas partes. Além disso, Villeneuve também está trabalhando numa série derivada para o serviço de streaming HBO Max.

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  • Série

    GLOW: Pandemia impede 4ª temporada e série é cancelada

    5 de outubro de 2020 /

    A Netflix decidiu cancelar a série “GLOW” após vários adiamentos do começo das gravações de sua 4ª temporada. As restrições impostas pelos protocolos de higiene e segurança para a retomada dos trabalhos durante a pandemia tornaram muito difícil a continuidade da produção, graças ao contato físico constante exigido pelas cenas que retratam lutas livres femininas. “Tomamos a difícil decisão de não fazer uma 4ª temporada de ‘GLOW’ devido ao coronavírus, que tornou a gravação desta série fisicamente íntima com seu grande elenco especialmente desafiadora”, disse a Netflix em um comunicado. “Somos muito gratos aos criadores Liz Flahive e Carly Mensch, Jenji Kohan e todos os escritores, elenco e equipe por compartilhar esta história sobre as mulheres incríveis de ‘GLOW’ conosco e com o mundo.” A série tinha sido renovada no ano passado e a produção chegou a começar os trabalhos da 4ª temporada nos primeiros meses do ano, mas foi interrompida em seu início devido à pandemia. Segundo apurou a revista Variety, os atores foram pagos integralmente pela 4ª temporada. “O coronavírus matou seres humanos reais. É uma tragédia nacional e deve ser nosso foco. O coronavírus também aparentemente tirou nosso programa do ar”, disseram os criadores da série, Liz Flahive e Carly Mensch, em um comunicado. “A Netflix decidiu não terminar as gravações da última temporada de ‘GLOW’. Recebemos liberdade criativa para fazer uma comédia complicada sobre mulheres e contar suas histórias. E lutas. E agora isso se foi. Há um monte de coisas ruins acontecendo no mundo que são muito maiores do que isso agora. Mas ainda é uma pena que não possamos ver essas 15 mulheres juntas novamente. Sentiremos falta de nosso elenco de palhaços estranhos e de nossa equipe heroica. Foi o melhor trabalho”. Com o cancelamento, a trama da atração ficará sem o final planejado por seus produtores. O fim da série passa a ser o último capítulo da 3ª temporada, exibido há mais de um ano, em agosto de 2019. Detalhe: esse final passa longe de ser definitivo, pois preparava a história para um novo recomeço. No fundo, porém, a decisão da plataforma apenas apressou o cancelamento, já que os planos previam encerrar a série no quarto ano da produção. Inspirado em fatos reais, a atração acompanhava as aventuras de um grupo de mulheres reunido pelo produtor Sam Sylvia (Marc Maron) para estrelar um pioneiro programa de TV de luta livre feminina nos anos 1980. No final do terceiro ano, a estrela das lutas, Debbie (Betty Gilpin), resolveu criar sua própria produtora e profissionalizar o negócio, causando um racha. O elenco também incluía Alison Brie (“Community”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. “GLOW” foi indicada a 15 Emmys e venceu três estatuetas da Academia da Televisão. A notícia é especialmente ruim para a produtora Jenji Kohan, que, além de “GLOW”, ainda perdeu sua nova série, “Caçadora de Recompensas”, também cancelada pela Netflix nesta segunda (5/10).

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  • Filme

    Eduardo e Mônica: Filme da música do Legião Urbana vence festival no Canadá

    5 de outubro de 2020 /

    O filme “Eduardo e Mônica”, do diretor René Sampaio, foi premiado como Melhor Filme Internacional no Festival de Edmonton, do Canadá. Por causa da pandemia de coronavírus, o cineasta não viajou para acompanhar a exibição, que aconteceu em cinemas com lotação limitada e seguindo medidas de segurança estabelecidas pelo governo local. Em entrevista à GloboNews, Sampaio contou que foi informado da vitória por email, enviado pelos organizadores no domingo (4/9). “Eu não acreditei, recebemos um email, a láurea e começamos a comemorar. Liguei para os atores e comemoramos. Acho que esse prêmio vem em um bom momento para ajudar que as autoridades e o governo se organizem para que possamos promover de fato a cultura brasileira com sua pluralidade total”, disse o diretor. No filme, Gabriel Leone (novela “Os Dias Eram Assim”) e Alice Braga (“A Rainha do Sul”) dão vida ao casal que ficou conhecido pela música homônima de Renato Russo, gravada pela banda Legião Urbana em 1986. Sampaio já tinha levado com sucesso outra música da banda para o cinema, “Faroeste Caboclo” (2013). Por sinal, o elenco coadjuvante do novo filme inclui um integrante da adaptação anterior, Fabricio Boliveira – além de Victor Lamoglia (“Socorro! Virei uma Garota”), Otávio Augusto (“Hebe”), Bruna Spinola (“Impuros”) e Ivan Mendes (“Me Chama de Bruna”). “Eduardo e Mônica” já deveria ter estreado no Brasil. A previsão original era de um lançamento em abril. Com o começo da pandemia, foi adiado para 12 de junho, junto do Dia dos Namorados. Mas como os cinemas continuaram fechados, a produção acabou desistindo de remarcar uma nova data. A estreia ficou oficialmente para “em breve”. Veja abaixo o primeiro trailer do longa, que foi disponibilizado ainda em 2019.

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  • Série

    Netflix cancela Caçadoras de Recompensas na 1ª temporada

    5 de outubro de 2020 /

    A Netflix cancelou a série “Caçadoras de Recompensas”, que no Brasil eliminou parte de seu título original. A série era na verdade sobre caçadoras de recompensa adolescentes e a palavra eliminada do título original, “Teenage Bounty Hunters”, é que fazia a diferença – e dava o tom – da produção. O cancelamento foi confirmado cerca de dois meses após a estreia da produção, que disponibilizou seus 10 episódios no dia 14 de agosto. A série girava em torno de duas irmãs gêmeas que levam a rebeldia adolescente a outro nível, ao descobrir que são capazes de surpreender e prender criminosos, porque ninguém desconfia que adolescentes possam fazer isso, e decidem se juntar a um caçador de recompensas veterano para aprender os truques do negócio. Os episódios mostravam as duas equilibrando os riscos de sua profissão secreta com os problemas de sua vida no ensino médio, incluindo romance, sexo, aulas e, claro, as terríveis meninas populares da escola. O elenco era encabeçado por Maddie Phillips (“Ghost Wars”) e Anjelica Bette Fellini (“The Gifted”) como as irmãs caçadoras de recompensa, Kadeem Hardison (“Agente K.C.”) como seu mentor, Virginia Williams (“Charmed”) e Mackenzie Astin (“Homeland”) como os pais sem noção e Spencer House (“The Society”) como o bonitão da classe. Primeira série criada por Kathleen Jordan (roteirista de “American Princess”), “Caçadoras de Recompensas” contava com os experientes Jenji Kohan (criadora de “Weeds” e “Orange Is the New Black”) e Jesse Peretz (diretor de “Juliet, Nua e Crua”) entre os produtores. Peretz também dirigiu o primeiro episódio.

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