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Filme

Vingadores: Ultimato assume posto de maior bilheteria da história

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Filme

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4 de outubro de 2026
Filme

Verity lidera bilheteria com US$ 32 milhões diante de fracasso de Digger

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4 de outubro de 2026
Música

Alexander Skarsgård protagoniza videoclipe dos Rolling Stones

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Música

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4 de outubro de 2026
  • Filme

    Buck Rogers vai virar filme e série

    14 de outubro de 2020 /

    A Legendary estaria prestes a anunciar a compra dos direitos de adaptação do herói espacial “Buck Rogers” para uma grande variedade de projetos. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o estúdio tem interesse em desenvolver filmes, séries e até desenhos animados do homem do século 20 que vai parar no futuro, e está há anos negociando com herdeiros e empresas que detém os direitos do personagem e das histórias que ele viveu em diferentes publicações, nos seriados de aventura do cinema e na famosa série de televisão de 1979. A produção dos projetos está a cargo de Don Murphy e Susan Montford, por meio de sua empresa Angry Films, cujos créditos incluem a franquia “Transformers” e “Gigantes de Aço” (2011). Herói da literatura pulp, Buck Rogers apareceu pela primeira vez na história “Armageddon 2419”, publicada nas páginas da revista de sci-fi barata “Amazing Stories” em 1928. Na trama escrita por Philip Francis Nowlan, um homem chamado Anthony Rogers fica preso em uma mina de carvão durante um desmoronamento, entra em animação suspensa e, ao estilo de Rip Van Winkle, acorda quase 500 anos no futuro, quando é alistado para lutar numa guerra entre várias gangues no que antes eram os EUA. Anthony virou Buck Rogers no ano seguinte, ao ser transformado em quadrinhos pelo próprio Nowlan, com ilustrações de Dick Calkins, e publicado em pequenas tiras diárias na imprensa americana. Os quadrinhos fizeram a popularidade do personagem explodir em todo o país. Em pouco tempo, ele começou a ser transformado em brinquedos, programas de rádio e chegou ao cinema, num seriado de aventuras de 1939 estrelado por Buster Crabbe (que também foi Flash Gordon). A primeira série televisiva do personagem foi exibida em 1950 e a última em 1979. Embora tenha quatro décadas, a atração estrelada pro Gil Gerard é lembrada até hoje por atualizar a história e transformar Rogers num astronauta que vai parar no século 25, quando a Terra é ameaçada por invasores alienígenas. A trama incluiu um assistente robô, chamado Twiki, que os produtores pretendiam explorar em vendas nas lojas de brinquedos. O criador desta versão, Glen A. Larson, também foi responsável por “Battlestar Galactica”, “Magnum” e “Supermáquina”. Ao longo de sua existência, Buck Rogers inspirou vários heróis espaciais similares, sendo o mais famoso deles Flash Gordon. Até os desenhos do “Looney Tunes” assumiram sua influência, ao batizar um personagem astronauta de Patolino de Duck Dodgers. O acordo de direitos envolve uma das últimas propriedades intelectuais da cultura pop do século 20 ainda disponíveis no mercado, permitindo o lançamento de uma franquia inédita. Reveja abaixo um trailer estendido da série de 1979.

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  • Etc

    Filhos de Sarah Michelle Gellar descobrem Buffy e viram fãs

    14 de outubro de 2020 /

    A atriz Sarah Michelle Gellar contou que voltou a assistir “Buffy: A Caça-Vampiros”, para apresentar a série para seus filhos, e eles viraram fãs. Ela fez a revelação ao participar do programa de Kelly Clarkson nesta quarta-feira (14/10). “Eu nunca pensei em mostrar a eles”, disse a atriz de 43 anos, explicando que a ideia surgiu quando eles estavam “tentando encontrar programas para maratonar” e seus filhos perguntaram se eles poderiam assistir “Buffy”. A atriz tem dois filhos com o marido, o ator Freddy Prinze Jr. – os dois se conheceram nos bastidores de “Eu Sei o que Você Fez no Verão Passado”, em 1997. A mais velha, Charlotte, tem 11 anos, e o caçula, Rocky, 8 anos. “Eu nem sabia se eles gostariam disso, mas eles gostaram muito”, disse ela. Apesar de Gellar interpretar o personagem-título, ela admitiu que é a “maior decepção do mundo” para os filhos, porque não consegue se lembrar de muitas coisas da época da série. “Eles sempre fazem perguntas e eu fico tipo ‘Não me lembro. Vou ter que mandar uma mensagem de texto para alguém e perguntar'”, revelou. “Eles acham que sabem mais da série do que eu neste momento.” Assistir ao programa com as crianças também melhorou muito seu Ibope doméstico. “Meu filho finalmente acha que sou cool agora”, disse ela a Clarkson. Embora a série tenha terminado em 2003, “Buffy” continua adorada e citada até hoje em novas séries, como marco do entretenimento de fantasia na TV e pelo pioneirismo de usar monstros como metáfora para os rituais da adolescência. Veja a entrevista abaixo.

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  • Série

    Last Man Standing vai acabar na próxima temporada

    14 de outubro de 2020 /

    A Fox anunciou que a 9ª temporada de “Last Man Standing” será a última da série de comédia estrelada por Tim Allen. Os episódios começaram a ser gravados nesta semana e têm estreia marcada para janeiro. “Tive a sorte de ter feito parte de ‘Last Man Standing'”, disse Allen em comunicado. “Agradeço muito ao apoio incrível de nossos fãs nesta quase década de trabalho. À medida que nos aproximamos da 9ª temporada, eu simplesmente admiro e me sinto grato por todo o trabalho árduo que nosso elenco e equipe realizaram. Todos nós tínhamos pensado em encerrar a série após a última temporada, mas, junto com a Fox, decidimos adicionar um ano para que pudéssemos produzir uma temporada completa e assim criar um adeus gentil e divertido. Estou ansioso por uma temporada final memorável e hilária.” A próxima temporada será apenas a terceira de “Last Man Standing” na Fox, que se mudou para a rede depois de seis temporadas na ABC. Muitos críticos comentaram, na época, que a ABC tinha cometido um erro estratégico ao cancelar a série criada por Jack Burditt (roteirista das clássicas “Mad About You” e “Just Shoot Me”), visto que ela era muito popular na demografia dos eleitores de Donald Trump, perfil raro entre as séries exibidas nos Estados Unidos – porque os produtores de TV tendem a priorizar uma agenda progressista, evitando ao máximo ideais reacionários, como as preocupações machistas do personagem de Allen em sua sitcom. Na série, Tim Allen (a voz de Buzz Lightyear em “Toy Story”) interpreta Mike Baxter, o único homem numa família repleta de mulheres – esposa e três filhas – , que se sente extremamente incomodado pelo crescente empoderamento feminino do mundo atual – ou, como diz a descrição oficial, ele é um homem “que tenta manter sua masculinidade em um mundo cada vez mais dominado por mulheres”. Com o ator principal, também voltaram quase todas as mulheres de sua família televisiva: Nancy Travis (a esposa Vanessa), Amanda Fuller (a filha mais velha Kristin) e Kaitlyn Dever (a caçula Eve), mas Molly Ephraim (a filha do meio Mandy) preferiu não participar do resgate – e foi substituída por Molly McCook (a Darlene da série “The Ranch”). Além delas, também retornaram Jonathan Adams (Chuck), Christoph Sanders (Kyle), Jordan Masterson (Ryan) e Hector Elizondo (Ed). A 7ª temporada manteve uma média de 5,8 milhões de telespectadores ao vivo, excelente para o padrão das comédias da Fox, mas a 8ª caiu para 4,2 milhões. Não deixa de ser simbólico que a decisão de encerrar a produção aconteça na véspera de uma eleição presidencial que demonstra uma nova mudança de rumo nos EUA, com o provável fim do governo Trump. Com o encerramento de “Last Man Standing”, a Fox ficará com apenas duas comédias live-action em sua programação: “The Moodys”, estrelada por Denis Leary e Elizabeth Perkins, e a vindoura “Call Me Kat”, estrelada por Mayim Bialik (“The Big Bang Theory).

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  • Filme

    Escalação de Gal Gadot como Cleópatra rende polêmica nas redes sociais

    14 de outubro de 2020 /

    Como era previsível e tinha sido antecipado pela Pipoca Moderna, a notícia de que Gal Gadot será a nova Cleópatra do cinema gerou protestos nas redes sociais. As duas situações previstas aconteceram. Em primeiro lugar, a acusação de “whitewashing”, prática cultivada por Hollywood durante décadas para representar pessoas de diferentes etnias com intérpretes brancos. Os filmes mais recentes sobre o Egito antigo, “Êxodo: Deuses e Reis” (2014) e “Deuses do Egito” (2016), enfrentaram a mesma denúncia, em campanhas cada vez mais fortes para que a prática seja encerrada, sob a ameaça de fracasso nas bilheterias. A segunda polêmica girou em torno da escalação específica de Gadot, uma atriz israelense, país que há 50 anos travou guerra contra o Egito. Opiniões mais radicais consideraram a escolha uma afronta, com usuários muçulmanos das redes sociais lembrando o serviço militar obrigatório cumprido por Gadot nas forças armadas de Israel. Em meio à polêmica, a intérprete de “Mulher-Maravilha” (2017) limitou-se a destacar no Twitter que o filme contará a “história pela primeira vez através dos olhos das mulheres, tanto atrás quanto na frente das câmeras”. O longa vai voltar a reunir Gadot com a diretora Patty Jenkins, responsável por “Mulher-Maravilha” e sua continuação, “Mulher-Maravilha 1984”, prevista para dezembro, e tem seu roteiro assinado por Laeta Kalogridis (criadora de “Altered Carbon”). Laeta Kalogridis, por sinal, foi quem se arriscou a acirrar a discussão ao lembrar que Cleópatra não era negra ou, no limite, “africana”. Ela se manifestou após o escritor sul-africano James Hall, um branco que escreveu sete livros e, segundo seu Twitter, 6 mil artigos sobre a África, lamentou o suposto racismo da escalação de Gadot. “Hollywood sempre escala atrizes americanas brancas como a Rainha do Nilo. Pelo menos uma vez, eles não conseguem encontrar uma atriz africana?”, tuitou o autor, que não pesquisou a origem da intérprete da produção, chamando-a de americana. Kalogridis retrucou os comentários com uma constatação óbvia. “Incrivelmente animada para ter a chance de contar a história de Cleópatra, minha faraó ptolemaica favorita e indiscutivelmente a mulher greco-macedônia mais famosa da história”, ela escreveu. E a postagem foi retuitada por Gadot, sem acrescentar comentários sobre o tema. De descendência grega, Kalogridis aprendeu na escola que a governante egípcia do século 1 a.C. era descendente de Ptolomeu, general macedônico do Imperador Alexandre, o Grande. Mais que isso, os homens da dinastia ptolomaica eram obcecados pela Grécia e só se casavam com mulheres gregas, o que garante uma herança genética branca para Cleópatra. De fato, uma das maiores cidades helenistas do mundo antigo, Alexandria, foi fundada no Egito por Alexandre, e abrigou a maior biblioteca, o maior farol e a maior comunidade urbana judaica de sua época. Judeus, gregos e egípcios conviveram simultaneamente no Egito antes e depois de Cleópatra, até a invasão Persa, que só aconteceu cerca de 600 anos após a morte da rainha. A propósito, assim que começaram os argumentos sobre Cleópatra ser grega, as redes sociais também reagiram, reclamando que, então, uma atriz grega devia interpretá-la. Vale lembrar que boa parte dos personagens americanos de Hollywood são interpretados por atores britânicos, inclusive Martin Luther King em “Selma”. E que Chadwick Boseman não é africano, apesar de ter interpretado um rei daquele continente em “Pantera Negra”.

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  • Série

    Série Dexter vai voltar com episódios inéditos

    14 de outubro de 2020 /

    O canal pago Showtime anunciou a volta da cultuada série “Dexter”, com novos episódios estrelados por Michael C. Hall. A trama será uma continuação da série original, que durou oito temporadas e terminou em 2013 com Dexter Morgan, o psicopata “bonzinho” vivido por Hall, optando por se afastar de todos. A última cena revelava que ele tinha assumido a identidade de um lenhador e se escondido numa floresta, vivendo uma vida solitária. A produção terá formato de minissérie e contará com apenas 10 capítulos, comandados pelo showrunner original da atração, Clyde Phillips. E já tem previsão para começar suas gravações no início do próximo ano, com uma estreia planejada para o outono de 2021 (entre setembro e novembro). “‘Dexter’ é uma série especial, tanto para seus milhões de fãs quanto para a Showtime, já que esse programa inovador ajudou a colocar nosso canal no mapa há muitos anos”, disse o presidente da Showtime Entertainment, Gary Levine. “Só revisitaríamos esse personagem único se pudéssemos encontrar uma abordagem criativa que fosse verdadeiramente digna da série original e brilhante. Bem, estou feliz em informar que Clyde Phillips e Michael C. Hall encontraram isso, e mal podemos esperar para gravá-la e mostrá-la ao mundo. ” A conclusão aberta da série chegou a render a especulações sobre um spin-off, com o então chefe da Showtime, David Nevins, dizendo o canal chegou a discutir isso, mas só avançaria se Hall estivesse envolvido. Phillips atuou como showrunner nas primeiras quatro temporadas de “Dexter”, saindo em 2009. Foi sob comando que a atração virou um fenômeno, ganhando três indicações ao Emmy de Melhor Série de Drama e quatro indicações no troféu do Sindicato dos Roteiristas (WGA Awards) na mesma categoria. Hall, por sua vez, recebeu cinco indicações consecutivas ao Emmy por interpretar Dexter, vindo a ganhar o Globo de Ouro e o prêmio do Sindicato dos Atores (SAG Awards) pelo papel em 2010. Depois da série, nenhum dos novos projetos do ator teve o mesmo sucesso. Seus créditos mais recentes incluem a série “Safe” (2018), na Netflix, e o thriller “O Relatório” (2019), na Amazon. A volta de “Dexter” integra uma linha de revivals que a Showtime vem explorando nos últimos anos, entre eles “Twin Peaks: The Return”, “The L Word: Generation Q” e “Penny Dreadful: City of Angels”.

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  • Série

    Final de Supernatural ganha data de exibição no Brasil

    14 de outubro de 2020 /

    O canal pago Warner anunciou a data de estreia dos episódios finais de “Supernatural” no Brasil. Os sete capítulos da reta final começam a ser exibidos às 21h40 do dia 27 de outubro, com novas transmissões da fase inédita nas terças-feiras seguintes. Deste modo, a programação nacional terá uma defasagem de duas semanas e meia em relação aos EUA, onde a série retornou na quinta-feira passada (8/10). Com essa diferença, a data de exibição do último capítulo ficou marcada para o dia 6 de dezembro no Brasil – enquanto a rede americana CW fará a transmissão em 19 de novembro. Lançada em 2005, “Supernatural” está em sua 15ª temporada e é a série mais longeva da CW. Entretanto, já deveria ter acabado. A despedida dos irmãos caçadores de monstros vividos foi adiada por alguns meses devido à pandemia, que impediu as gravações de três capítulos e a pós-produção de mais quatro. Com a retomada dos trabalhos em agosto passado, no Canadá, os capítulos que faltaram já foram totalmente gravados.

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  • Filme

    Leonardo DiCaprio e Meryl Streep se juntam a Jennifer Lawrence em comédia da Netflix

    14 de outubro de 2020 /

    O diretor Adam McKay (“Vice”) juntou um elenco de peso para sua estreia na Netflix, com muitos oscarizados que também nunca tinham trabalhado antes numa produção da plataforma de streaming. Depois de definir Jennifer Lawrence (“Mãe!”) no papel principal da comédia “Don’t Look Up”, ele acrescentou Rob Morgan (“A Fotografia”) e Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), e agora chutou as expectativas para o infinito, com o anúncio dos nomes de – ninguém menos que – Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em Hollywood”), Meryl Streep (“A Dama de Ferro”), Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”), Himesh Patel (“Yesterday”), Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”), Matthew Perry (“Friends”), Tomer Sisley (“Messiah”), o rapper Kid Cudi (“We Are Who We Are”) e até a cantora Ariana Grande (“Sam & Cat”). Na produção, Lawrence vai viver uma astrônoma que descobre a aproximação de um cometa que poderá destruir o planeta Terra. Mas ao sair alertando o mundo pela imprensa, ela e um colega são recebidos com desdém e descrença. DiCaprio foi confirmado como o outro cientista. Esta premissa já foi filmada várias vezes (quem não lembra “Armageddon”?) e uma versão alternativa (a lua em vez de meteoro/cometa) servirá de base para o próximo filme apocalíptico de Roland Emmerich (“2012”), batizado de “Moonfall”. A diferença é que McKay pretende contar a história como comédia. Além de dirigir o filme, ele também assina o roteiro. As filmagens estão marcadas para começar no dia 19 de novembro, mas ainda não há uma previsão para a estreia.

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  • Série

    Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado vai virar série da Amazon

    14 de outubro de 2020 /

    A Amazon e a Sony anunciaram nesta quarta (14/10) que vão produzir uma série inspirada no terror “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”, de 1997. A atração vai se basear no livro homônimo de 1973, escrito por Lois Duncan, que foi adaptado no filme e ainda rendeu a continuação “Eu Ainda Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” (1998). A trama básica será a mesma, envolvendo um grupo de adolescentes que passa a ser perseguido por um assassino, após causarem um acidente fatal na noite da sua formatura. Mas a nova adaptação pretende dar uma roupagem moderna a esse enredo. Ao lado de “Pânico”, lançado um ano antes, “Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado” é um dos filmes responsáveis por revitalizar o terror, atualizando o subgênero “slasher”, dos serial killers mascarados, para os anos 1990. Muito de seu sucesso também foi derivado do ótimo elenco jovem, que reuniu Jennifer Love Hewitt, Sarah Michelle Gellar, Ryan Phillippe e Freddie Prinze Jr. Depois de se conhecerem na produção, Gellar e Prinze acabaram se casando e estão juntos até hoje, como pais de dois filhos. A roteirista Sara Goodman, de “Preacher” e “Gossip Girl”, é a responsável pela nova adaptação. “As melhores franquias de terror sempre têm novos sustos por vir e essa série de ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado’ de Sara Goodman é a atualização perfeita para um filme tão icônico”, afirmou Albert Cheng, diretor de operações da Amazon Studios, no comunicado do projeto. Veja abaixo o trailer do filme original.

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  • Série

    35 anos depois, Caverna do Dragão ganha seu final

    14 de outubro de 2020 /

    A série animada “Caverna do Dragão” finalmente ganhou um final. Fãs do desenho clássico dos anos 1980, baseado no game “Dungeons & Dragons”, criaram o desfecho esperado há décadas, a partir de um roteiro de Michael Reaves, que fazia parte da equipe de escritores da série, e uma edição de cenas extraídas dos demais episódios produzidos. Para quem não lembra – ou tem menos de 30 anos – , o desenho acompanhava um grupo de crianças e adolescentes que era transportado para uma terra de fantasia e precisava lutar contra um vilão poderoso com ajuda de armas mágicas. Exibido entre 1983 e 1985 nos Estados Unidos, a série animada foi cancelada ao final da sua 3ª temporada sem que as crianças conseguissem cumprir seu objetivo principal na história: vencer o mal para poder voltar para casa. Apesar disso, muita gente encarou maratonas da série no Brasil, esperando que a Globo exibisse o desfecho. A emissora transmitiu a “Caverna do Dragão” por nada menos que 20 anos e muitas pessoas viram os mesmos episódios várias vezes, sem nunca encontrar o capítulo final. A obsessão dos fãs finalmente chegou ao fim com a produção de “Requiem”, o episódio em que os seis jovens transportados para o Reino místico descobrem que o vilão Vingador é, na verdade, filho do Mestre dos Magos. Ao retorná-lo à sua verdadeira forma, o Mestre finalmente lhes dá a opção de voltarem para casa. A existência desse roteiro começou a circular no final dos anos 1990 em fóruns de fãs, mas muitos achavam que eram um fanfic (uma história de fã), até que o roteirista Michael Reaves revelou sua autoria. Ele foi escrito para ser, realmente, o series finale oficial. Fãs americanos resolveram dar imagens para o texto, num trabalho que levou quatro anos. E agora o vídeo original foi “nacionalizado” pelo fã brasileiro Kevin Costa, de apenas 17 anos, que acrescentou legendas em português há uma semana. Vale lembrar que, no ano passado, um comercial de carros, criado pela agência DPZT para a Renault, também tentou dar um final para a saga – o vídeo contou com aprovação da Hasbro, fabricante dos jogos em que o desenho era baseado. Veja abaixo “Requiem”, o mais próximo de um final oficial que os fãs terão da série clássica.

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  • Filme

    Joaquin Phoenix será Napoleão em novo épico de Ridley Scott

    14 de outubro de 2020 /

    O ator Joaquin Phoenix, vencedor do Oscar por “Coringa”, vai estrelar o próximo filme de Ridley Scott (“Perdido em Marte”), chamado de “Kitbag”, no papel de Napoleão Bonaparte. A produção marca um reencontro entre o ator e o diretor após 20 anos. Eles trabalharam juntos em outro épico, “Gladiador” (2000), que rendeu a primeira indicação ao Oscar da carreira de Phoenix. Segundo o site Deadline, “Kitbag” deve ser uma “história de origem”, traçando a ascensão de Napoleão de soldado a imperador, e retratando ainda o relacionamento volátil e intenso com sua mulher, Josefina (Josephine). O roteiro está a cargo de David Scarpa, que escreveu “Todo o Dinheiro do Mundo” para Scott. O cineasta planeja rodar “Kitbag” após finalizar “Gucci”, outro drama histórico, embora em tom criminal, inspirado no assassinato do estilista Maurizio Gucci em 1995, que será estrelado por Lady Gaga. O detalhe é que ele ainda não começou “Gucci”. O diretor de 82 anos está atualmente à frente de “The Last Duel”, épico passado no século 14, que reúne Ben Affleck, Matt Damon e Adam Driver. O longa está em pós-produção e ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Era uma Vez um Sonho: Glenn Close e Amy Adams são mãe e filha em trailer dramático

    14 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou cinco fotos, o pôster e o trailer legendado de “Era uma Vez um Sonho” (Hillbilly Elegy), novo filme do diretor Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”). A prévia dramática destaca as interpretações de Glenn Close (“A Esposa”) e Amy Adams (“Objetos Cortantes”) como mãe e filha. O drama é baseado no livro “Hillbilly Elegy: A Memoir of a Family and Culture in Crisis”, do escritor JD Vance, lançado no Brasil com o título de “Hillbilly: Era Uma Vez Um Sonho” (veja abaixo). A “elegia caipira” é a história de um estudante de direito que se vê de volta em sua cidade natal, onde se confronta com a crise de várias gerações de sua família, marcada pela pobreza, alcoolismo e trauma. A história foi inspirada na vida do próprio autor. O livro foi adaptado por Vanessa Taylor, co-roteirista de “A Forma da Água” e é uma das principais apostas da Netflix para o Oscar 2021, junto com “Mank”, de David Fincher, e “Os 7 de Chicago”, de Aaron Sorkin. O elenco também inclui Gabriel Basso (“Escola de Espiões”), Haley Bennett (“O Diabo de Cada Dia”), Freida Pinto (“Mogli: Entre Dois Mundos”), Bo Hopkins (“A Espera da Felicidade”) e Owen Asztalos (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”). A estreia está marcada para 24 de novembro em streaming e em “cinemas selecionados”.

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  • Filme

    Monster Hunter: Milla Jovovich enfrenta monstros gigantes em dois trailers diferentes

    14 de outubro de 2020 /

    A Sony divulgou dois pôsteres e dois trailers completamente diferentes de “Monster Hunter”, filme baseado no jogo de mesmo nome da Capcom. A prévia nacional, disponibilizada com legendas, tem mais explicações, enquanto o trailer americano, sem legendas, traz muito mais ação e efeitos visuais. Com orçamento de US$ 60 milhões, o filme foi rodado na África do Sul e volta a reunir a atriz Milla Jovovich com o maridão, o diretor Paul W.S. Anderson, depois da parceria em “Resident Evil”, e por coincidência em nova adaptação de videogame com monstros. De acordo com a sinopse oficial, o filme acompanha a tenente Artemis (Jovovich) e seus fieis soldados, que “são transportados do nosso mundo para um novo mundo” e “têm o choque da suas vidas”, quando se veem em uma “desesperada batalha de sobrevivência contra inimigos poderosos, enormes e imparáveis”. Neste combate, “eles se unirão a um homem misterioso que descobriu um jeito de lutar contra as criaturas”. O elenco também destaca Tony Jaa (“xXx: Reativado”), T.I. Harris (“Homem-Formiga e a Vespa”), Meagan Good (“Shazam!”), Ron Perlman (“Hellboy”), Diego Boneta (“Scream Queens”), Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Jannik Schümann (“Submersão”), Hirona Yamazaki (“Startup Girls”) e a brasileira Nana Costa (“Entre Irmãs”) em sua estreia em Hollywood. A estreia está marcada para 3 de dezembro no Brasil, quase um mês antes da previsão de lançamento nos EUA – em 30 de dezembro.

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  • Filme

    Atriz de Pessoa de Interesse será a poderosa Isis no filme do Adão Negro

    14 de outubro de 2020 /

    A atriz Sarah Shahi, conhecida por papéis nas séries “The L Word”, “Pessoa de Interesse” (Person of Interest) e a recente “City on a Hill”, entrou no filme “Black Adam”, adaptação dos quadrinhos do anti-herói Adão Negro, que será estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson. Na produção da Warner Bros., ela viverá uma ativista e professora universitária que lidera a resistência contra o governo ditatorial de Kahndaq, a terra natal do Adão Negro. Embora o estúdio não adiante outros detalhes do papel, a descrição não deixa dúvidas que sua personagem será Adrianna Tomaz, a poderosa Isis, que integrou a resistência contra Kahndaq na minissérie “Os Novos 52”. Com o primeiro nome e várias características alteradas, Tomaz também é uma das heroínas da série “Legends of Thomorrow”. “Black Adam” ainda contará com Aldis Hodge (“O Homem Invisível”) no papel do herói Gavião Negro e Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) como o Esmaga-Átomo. O filme tem roteiro de Adam Sztykiel (“Rampage: Destruição Total”) e direção Jaume Collet-Serra (“A Órfã”), e deve escalar em breve novos heróis da Sociedade da Justiça. A continuidade desse trabalho de pré-produção significa que, embora tenha saído recentemente do cronograma de lançamentos da Warner, “Black Adam” continua em desenvolvimento e prestes a entrar em filmagens.

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