Bárbaros: Trailer de nova série épica mostra maior derrota do Império Romano
A Netflix divulgou mais de 30 fotos, os pôsteres e o trailer de “Bárbaros” (Barbaren), nova série alemã que se passa na época do Império Romano. No estilo das batalhas épicas de “Vikings”, a atração vai contar como tribos guerreiras germânicas rivais formaram uma aliança estratégica para lutar contra três legiões do Exército Romano na Batalha da Floresta de Teutoburgo em 9 DC, considerada a maior derrota do exército de Roma. A série é estrelada pelo austríaco Laurence Rupp (“Os Sonhados”), no papel histórico de Arminius, um bárbaro criado pelos romanos que, apesar de ter sido treinado como oficial romano, acabou se tornando um lendário chefe germânico. Ele foi capaz de unir as tribos rivais para a batalha sangrenta, que forçou Roma a fugir da Germânia. O resultado da batalha estabeleceu o rio Reno como fronteira do Império Romano pelos séculos seguintes, fato que distanciou as culturas romana e germânica e causou o declínio da influência romana na região que viraria a Alemanha. A série tem produção executiva de Andreas Heckmann (“Out of Control”) em parceria com Arne Nolting e Jan Martin Scharf, os produtores-roteiristas da versão alemã da série hospitalar adolescente “The Red Band Society”, e direção de Steve Saint Leger, que comandou a sci-fi “Sequestro no Espaço” e vários episódios de “Vikings”. O elenco ainda inclui Jeanne Goursaud (“Der Lehrer”), David Schutter (“As Panteras”), Ronald Zehrfeld (“Babylon Berlin”), Nicki von Tempelhoff (“Bad Cop: Kriminell Gut”), Gaetano Aronica (“Baarìa – A Porta do Vento”), Bernhard Schütz (“Sense8”) e Sergej Onopko (“Operação Red Sparrow”). A estreia está marcada para a próxima semana, em 23 de outubro, na plataforma de streaming.
The Liberator: Trailer de série animada impressiona com o realismo da guerra
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “The Liberator”, minissérie animada adulta e realista, baseada no aclamado livro de não-ficção de Alex Kershaw sobre a 2ª Guerra Mundial. A prévia destaca o realismo da animação, criada com auxílio de uma técnica avançada de rotoscópio, que transforma a performance dos intérpretes dos personagens em desenho, ao mesmo tempo em que demonstra uma evolução nesse estilo visual, aplicado em “O Homem Duplo” (2006) de Richard Linklater e na recente série “Undone”, da Amazon. O astro britânico Bradley James (o Arthur da série “Merlin”) estrela a produção como Felix Sparks, um oficial do Exército dos EUA que na vida real liderou um dos primeiros batalhões aliados a desembarcar na Itália e marchar em direção à Alemanha, onde libertou o campo de concentração de Dachau. A marcha de Sparks e seus homens durou mais de 500 dias, em meio a tiroteios traiçoeiros e explosões, e a minissérie de quatro episódios vai recriar sua árdua missão. A adaptação do livro de Krashaw foi escrita pelo veterano roteirista Jeb Stuart (“Duro de Matar”) e dirigida pelo aclamado artista de efeitos visuais Grzegorz Jonkajtys (da equipe de “Star Wars: O Despertar da Força” e “Vingadores: Guerra Infinita”). Co-estrelada por Jose Miguel Vasquez (“The Walking Dead”), Bryan Hibbard (“Cobra Kai”), Martin Sensmeier (“Westworld”) e Ross Anderson (“Predadores Assassinos”), “The Liberator” vai estrear em 11 de novembro, data em que se comemora o Dia dos Veteranos nos EUA.
Rachel Brosnahan foge de assassinos em trailer de suspense
A Amazon divulgou o pôster e o trailer de “I’m Your Woman”, suspense estrelado por Rachel Brosnahan, vencedora do Emmy por “A Maravilhosa Sra. Maisel” (The Marvelous Mrs. Maisel). Passado nos anos 1970, o filme gira em torno de uma jovem mãe (Brosnahan), que é forçada a se esconder com seu bebê quando seu marido criminoso se envolve em um trabalho extremamente perigoso que inesperadamente dá errado e a transforma em alvo de capangas assassinos. A única pessoa que pode ajudá-la é um homem negro que ela não conhece (Arinzé Kene, de “Flack”), enviado pra levá-la para longe caso o pior acontecesse. O elenco também inclui Marsha Stephanie Blake (“Olhos que Condenam”) e o veterano Frankie Faison (“Banshee”) como membros de uma família afro-americana que ajudam a protagonista a se esconder. O roteiro e a direção são assinados pela cineasta independente Julia Hart, que antes havia feito o thriller sobrenatural “Fast Color”, com Gugu Mbatha-Raw, em 2018, e a comédia “Miss Stevens”, com Lily Rabe e Timothee Chalamet, em 2016. A estreia está marcada para 11 de dezembro em streaming.
Veja o trailer de Nine Days, dirigido por brasileiro e premiado no Festival de Sundance
A Sony Pictures Classics divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer de “Nine Days”, longa de estreia do paulista Edson Oda, que tem premissa metafísica e venceu o prêmio de roteiro no Festival de Sundance deste ano. Escrito e dirigido por Oda, o filme é uma produção americana, que conta com o cineasta Spike Jonze (“Ela”) entre seus produtores e com um elenco hollywoodiano, encabeçado por Winston Duke (de “Nós” e “Pantera Negra”) e Zazie Beetz (de “Deadpool 2” e “Coringa”). A sinopse oficial explica a história assim: “Will (Winston Duke) passa seus dias em um posto remoto assistindo a vida ao vivo pela TV, até que uma pessoa morre, abrindo uma vaga para uma nova alma na Terra. Vários candidatos – almas não nascidas – chegam até ele para se submeter a entrevistas que determinam sua aptidão e precisam encarar o esquecimento quando não passam no teste. Mas Will logo encara seu próprio desafio existencial na forma de Emma (Zazie Beetz), uma candidata de espírito livre que não é como os outros, forçando-o a voltar-se para dentro e encarar seu próprio passado tumultuado. Alimentado por um poder inesperado, ele descobre um novo e ousado caminho em sua própria vida”. Os demais integrantes da produção são Bill Skarsgård (“It: A Coisa”), Benedict Wong (“Doutor Estranho”), Tony Hale (“Veep”), Arianna Ortiz (“Jane the Virgin”) e David Rysdahl (“Dead Pigs”). Com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção segue sendo exibida em festivais e ainda não tem previsão de estreia comercial.
Netflix anuncia documentário de Emicida
A Netflix anunciou nesta terça (13/10) a produção do documentário “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, que contará com músicas, animações, entrevistas e cenas de bastidores do show do rapper Emicida no Theatro Municipal, de São Paulo, no ano passado. Duas imagens das gravações do espetáculo foram divulgadas juntos do anúncio. Veja abaixo. O filme tem direção de Fred Ouro Preto (sobrinho de Dinho, do Capital Inicial), que assinou vários clipes de Emicida, e sua proposta é ambiciosa. Além de apresentar o show, a produção pretende estabelecer um elo entre a apresentação de Emicida e dois momentos importantes da história e da cultura brasileira nos últimos 100 anos: a Semana de Arte Moderna de 1922 e a fundação do Movimento Negro Unificado (MNU) em 1978. O que esses fatos tem em comum é o fato de terem acontecido no mesmo local. “São quatro décadas que separam a nossa ascensão ao palco do Theatro Municipal do encontro das pessoas do MNU naquelas escadarias. Então, subir ali e gritar ‘obrigado, MNU’ pro mundo é para que eles saibam que é da luta deles que nasce um sonhador como o Emicida”, diz o rapper, no comunicado do projeto. “Quando eu cheguei aqui, tudo era impossível, qualquer coisa que falávamos era tida como problemática e improvável de se realizar. Hoje, não é mais. E é dessa forma que quero que lembrem do meu nome no futuro, como alguém que sabia que o impossível era grande, mas não maior que si. O palco do Municipal abrigou alguns dos mais importantes movimentos da arte do planeta e acho que caminhamos para ser isso”, completa Emicida. Com 90 minutos, o documentário tem lançamento confirmado para o dia 8 de dezembro. Além disso, a Netflix e a produtora Laboratório Fantasma (criada por Emicida e seu irmão Fióti), tem um segundo projeto em desenvolvimento, que será lançado em 2021.
Conchata Ferrell (1943 – 2020)
A atriz Conchata Ferrell, que viveu a governanta Berta na série de sucesso “Two and a Half Men”, morreu na segunda (12/10), aos 77 anos, de complicações após uma parada cardíaca. Ela estava internada desde julho e morreu na companhia de toda a família no Hospital Sherman Oaks, na Califórnia. Ferrell começou a carreira em peças da trupe Circle Repertory Company, que fazia sensação no circuito off-off-Broadway no começo dos anos 1970. Por seu papel de Gertrude Blum na peça “The Sea Horse”, ela venceu três prêmios de prestígio: Drama Desk, Theatre World e Obie Awards, como Melhor Atriz. E chamou atenção do famoso produtor Norman Lear, que adaptou outra peça estrelada pela atriz, “Hot L Baltimore”, especialmente para lançá-la na TV em 1975. A atração durou só 13 episódios, mas lhe abriu as portas de Hollywood, levando-a ao oscarizado drama “Rede de Intrigas” (1976), enquanto participava de outras séries de Lear, como “Good Times” e “One Day at a Time”. Em 1979, ela estrelou “Heartland”, seu principal trabalho no cinema, vivendo uma mãe viúva que vai trabalhar como empregada doméstica num rancho isolado no começo do século 20. O filme do diretor Richard Pearce venceu o Urso de Ouro no Festival de Berlim. Ela também teve papel de destaque em dois filmes estrelados por Julia Roberts, a comédia romântica “Três Mulheres, Três Amores” (Mystic Pizza, 1988) e “Erin Brockovich” (2000), além de ter trabalhado em “Edward Mãos de Tesoura” (1990), “Amor à Queima Roupa” (1993), “Entre o Céu e a Terra” (1993), “Freeway – Sem Saída” (1996), “Meus Queridos Presidentes” (1996), “K-Pax: O Caminho da Luz” (2001), “A Herança de Mr. Deeds” (2002) e feito dezenas de participações especiais em séries clássicas. Entre os papéis televisivos mais longos, incluem-se aparições recorrentes em “As Aventuras de B.J.” (entre 1979 e 1981), “Plantão Médico”/”ER” (1984-1985) e “L.A. Law” (1988-1992). Pelo trabalho nesta última, foi indicada ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante. Claro, nenhum desses papéis teve a popularidade de seu desempenho como Berta, a governanta do folgado Charlie Sheen, do atrapalhado Jon Cryer e, posteriormente, do alheio Ashton Kutcher em “Two and a Half Men”. Ela apareceu em 212 episódios das 12 temporadas da atração, de 2003 a 2015, recebendo duas indicações ao Emmy (em 2005 e 2007) de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia. Após o fim da série, Ferrell estrelou dois filmes de Natal – incluindo o terrir “Krampus: O Terror do Natal” (2015) – e reencontrou Kutcher num papel recorrente em “O Rancho” (The Ranch), na Netflix. Além de atuar, ela também deu aulas de interpretação televisiva na UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles) por vários anos. “Ela era uma linda humana”, disse Jon Cryer, co-estrela de “Two and a Half Men”, no Twitter. “O exterior rude de Berta foi uma invenção dos roteiristas. O calor e a vulnerabilidade de Chatty eram seus verdadeiros pontos fortes. Estou chorando pela mulher de que vou sentir falta e pela alegria que ela trouxe a tantas pessoas”, completou, citando o apelido da atriz. Charlie Sheen acrescentou: “Um amor absoluto, uma profissional consumada, uma amiga genuína. Uma perda chocante e dolorosa. Berta, sua arrumação da casa era um pouco suspeita, mas sua arrumação de ‘pessoas’ era perfeita”.
Tirullipa é diagnosticado com covid-19 ao filmar nova comédia
O humorista Tirullipa foi diagnosticado com covid-19 ao se preparar para filmar sua nova comédia. A assessoria do artista confirmou o resultado positivo em comunicado divulgado nesta terça-feira (13/10). “Ontem (12), antes de iniciar as gravações do filme ‘Detetive Madeinusa’, em São Paulo, o exame exigido pelos protocolos de segurança foi repetido para a confirmação do resultado e as diárias suspensas”, explicou a assessoria. “Ele ficará as duas próximas semanas isolado em hotel na capital paulista”, completa o texto. O cronograma de gravação será retomado quando Tirullipa se recuperar e cumprir o isolamento social. Tirullipa também publicou um post nas redes sociais para tranquilizar os fãs sobre seu estado de saúde. “Passo bem e estou assintomático, graças a Deus”, declarou, em meio a piadas e apelos aos seguidores. “Depois de sete meses lutando para me livrar desse demônio, o fi do cabrunco me pegou, mas ele entrou no organismo errado, pois eu vou cag*r ele já já”, debochou o comediante, antes de mudar de tom para fazer um alerta. “Fica o aviso para todos, tomem Cuidado. Todo o cuidado é pouco, pois o infeliz do coronavírus NAO ACABOU gente. Ele ainda continua, sim, e está rondando entre nós, por isso cuidem-se, previnam-se! #usemascara”. O exame positivo aconteceu no primeiro dia previsto para a filmagem, portanto nenhuma cena foi rodada, adiando o reencontro cinematográfico entre Tirullipa e seu colega de “Os Parças”, Whindersson Nunes. O filme vai trazer Tirullipa como Madeinusa, um ex-político que vira detetive por acaso, e Whindersson Nunes como o lobista bilionário Neldson, o primeiro cliente do investigador. O roteiro foi produzido em grupo, por Leonardo Lanna, Martha Mendonça e Nelito Fernandes, do site Sensacionalista, e Vinicius Antunes e Daniel Belmonte, do programa “Zorra”. Para completar, a direção é de Rodrigo Van Der Put, diretor dos comentados especiais de Natal do Porta dos Fundos. Ver essa foto no Instagram Depois de 7 meses lutando pra me livrar desse demônio o fi do cabrunco me pegou, mas ele entrou no organismo errado pois eu vou cagar ele já já👊🏼💩 fica o aviso pra todos, tomem Cuidado, todo Cuidado é pouco pois o infeliz do Corona vírus NÃO ACABOU gente ele ainda continua sim e está rondando entre nós, por isso cuidem se, previnam-se!#usemascara😷 Deus é contigo e comigo também🙏🏼❤️😷 passo bem e estou assintomático graças a Deus🙌🏼 #NãoMeCOVIDpraNada #14diasdemolho assista os historis que lá explicarei melhor! Uma publicação compartilhada por Everson Silva (@tirullipa) em 13 de Out, 2020 às 7:25 PDT
The Big Sky: Série com estrela de Vikings ganha trailer completo
A rede americana ABC divulgou o pôster e o trailer completo de “The Big Sky”, sua principal novidade da atual temporada de outono. Criada por David E. Kelley (“Big Little Lies”), a série de suspense é baseada em “The Highway”, livro de CJ Box que abre uma série de romances da personagem Cassie Dewell. No suspense rural, a detetive particular Cassie Dewell e a ex-policial Jenny Hoyt se juntam em uma busca por duas irmãs que foram sequestradas por um motorista de caminhão em uma estrada remota de Montana. Quando descobrem que essas não são as únicas garotas que desapareceram na área, elas correm contra o relógio para deter o assassino antes que outra mulher seja levada. A produção destaca Kylie Bunbury (“Olhos que Condenam”) como Cassie e Katheryn Winnick (“Vikings”) como Jenny, além de Ryan Phillippe (“Shooter”) no papel de Cody Hoyt, ex-marido da personagem de Winnick, que também é ex-policial e se envolve no caso porque uma das garotas desaparecidas é namorada de seu filho. O elenco ainda inclui Natalie Alyn Lind (“The Gifted”), Brian Geraghty (“Briarpatch”), John Carroll Lynch (“Fome de Poder”), Jesse James Keitel (“Forever Alone”), Valerie Mahaffey (“Dead to Me”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”) e Dedee Pfeiffer (“O Segredo do Lago”). O primeiro episódio tem direção do cineasta Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”) e a estreia foi marcada para 17 de novembro nos EUA.
Selena Gomez vai produzir filme de terror
A cantora e atriz Selena Gomez vai produzir o filme de terror “Dollhouse”. Ela está desenvolvendo o projeto por meio de sua produtora, July Moon Productions, junto com Shawn Levy, produtor da série “Stranger Things”. Selena também está considerando a possibilidade de estrelar o longa, mas isso ainda não foi definido, pois no momento a prioridade é sua produtora, que foi lançada para tirar do papel a série “13 Reasons Why”, da Netflix. “Dollhouse” tem roteiro de Michael Paisley (“The Witcher”) e se passa no mundo da elite da moda de Nova York. A produção será distribuída pelo estúdio STXfilms. “O envolvimento de Selena é uma direção estimulante para este projeto. Ela é extremamente talentosa como estrela e produtora”, disse Adam Fogelson, presidente do grupo de cinema da STXfilms, em um comunicado. Além desse filme, a cantora também vai estrelar e produzir a animação da Sony “Hotel Transylvania 4”, em que ela dubla a filha de Drácula (voz de Adam Sandler), e a série de comédia “Only Murders in the Building”, ao lado dos outros dois intérpretes principais, Steve Martin e Martin Short, na plataforma Hulu.
Atrizes da nova e da velha Charmed têm briga virtual
A atriz Sarah Jeffery, que vive Maggie Vera na nova versão de “Charmed”, chamou duas intérpretes da série original dos anos 1990 de “tristes e francamente patéticas” depois que elas debocharam do reboot nas redes sociais. As estrelas originais Holly Marie Combs e Rose McGowan detonaram a nova série num vídeo do Instagram no início deste mês. O assunto foi trazido à tona por Combs, ao comentar a observação de um seguidor de que o “Charmed” original tinha sido retirado da Netflix. Combs teorizou que “quando você procura [o programa no Netflix], eles querem que você encontre o novo ‘Charmed’ e não o velho”, o que levou McGowan a responder que o reboot “é uma droga”. “Eu não vi, não posso dizer isso. Nunca vi”, McGowan continuou, em meio a risadas, e foi completada por Combs: “Estou feliz que as pessoas tenham empregos. Mas ainda pode ser uma droga”. Na noite de segunda (12/10), Jeffery escreveu uma série de tuítes sobre esses comentários. “Sabe, eu vi isso antes e me abstive de dizer qualquer coisa. Eu pensei, melhor apenas deixá-las gritarem para o abismo. Mas quero dizer que acho triste e francamente patético ver mulheres adultas se comportando dessa maneira. Eu realmente espero que elas encontrem a felicidade em outro lugar e não no ato de rebaixar outras [mulheres de cor]. Eu ficaria com vergonha de me comportar dessa maneira. Paz e amor para todos vocês.” Em seguida, ela publicou um gif de “O Mágico de Oz”, no qual Glinda pergunta a Dorothy: “Você é uma bruxa boa ou uma bruxa má?” O descontentamento de Combs com o reboot de “Charmed” – renovado para sua 3ª temporada – ficou claro desde que o projeto foi anunciado. Em janeiro de 2018, a atriz tuitou que “’Charmed’ pertence às quatro [atrizes principais], à nossa vasta quantidade de escritores, equipes e, principalmente, aos fãs. Para sua informação, você não os enganará por possuir um título/marca. Então, tchau.” As outras atrizes originais, incluindo Shannen Doherty e Alyssa Milano, não foram tão radicais e até torceram pelas novas intérpretes. 1/2 You know, I saw this earlier and I refrained from saying anything. I thought, better to just let them shout into the abyss. But I do want to say, I find it sad and quite frankly pathetic to see grown women behaving this way. https://t.co/MuyZCZjbCp — Sarah Jeffery (@sarahjeffery) October 13, 2020 pic.twitter.com/OtWJ1HW96f — Sarah Jeffery (@sarahjeffery) October 13, 2020 Here’s the thing. Until you ask us to rewrite it like Brad Kern did weekly don’t even think of capitalizing on our hard work. Charmed belongs to the 4 of us, our vast amount of writers, crews and predominantly the fans. FYI you will not fool them by owning a title/stamp. So bye. — Holly Marie Combs Ryan (@H_Combs) January 26, 2018
Keira Knightley desiste de estrelar série da Apple TV+
Preocupada com a segunda onda de contágio da pandemia de coronavírus no Reino Unido, Keira Knightley (“Colette”) abandonou a produção da série “The Essex Serpent”, da AppleTV+. A atriz, que tem duas filhas pequenas com o músico James Righton (da banda Klaxons), não se sentiu confortável em ficar longe das crianças por um período estendido, que o novo protocolo de segurança impôs às a produções britânicas durante a pandemia. Seriam quatro meses e meio afastada das filhas. Prevista para começar dentro de seis semanas, a gravação da série foi paralisada em busca de uma nova protagonista. A produção de época é baseada no romance “A Serpente do Essex” de Sarah Perry, vencedor do prêmio de Livro do Ano de 2016 no Reino Unido, e está sendo desenvolvida pela roteirista Anna Symon (“Sra. Wilson”), com direção da cineasta Clio Barnard (“O Gigante Egoísta” e “Dark River”). A trama gira em torno de Cora, que, ao se tornar viúva e encerrar um casamento abusivo, muda-se com o filho da Londres vitoriana para o pequeno vilarejo de Aldwinter em Essex. Lá, fica intrigada com a superstição local de que uma criatura mítica conhecida como a serpente de Essex voltou para a área. Naturalista amadora sem interesse por superstições ou questões religiosas, Cora se empolga com a ideia de que aquilo que as pessoas da região tomam por uma criatura sobrenatural possa, na realidade, ser uma espécie ainda não descoberta. Além do drama da Apple, Knightley também tinha se comprometido a estrelar e produzir uma série limitada para a Hulu, baseada no romance “The Other Typist”, de Suzanne Rindell. Não há informações sobre o status desse projeto, mas a atriz pode ter optado apenas por diminuir os compromissos, em vez de parar tudo durante a pandemia.
His Dark Materials: Pôsteres anunciam data de estreia da 2ª temporada
A HBO divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens da 2ª temporada de “His Dark Materials”, que anunciam a data de estreia dos novos capítulos. Baseada na saga homônima, conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”, a série acompanha a menina Lyra Belacqua em suas aventuras por universos paralelos e uma guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares. A obra do escritor Philip Pullman já tinha sido levada ao cinema em 2006, no filme “A Bússola de Ouro”, estrelado por Nicole Kidman e Daniel Craig. Mas a fraca bilheteria impediu que tivesse continuação, deixando a história incompleta. “A Bússola de Ouro” é apenas o primeiro volume da trilogia literária iniciada em 1995 – os demais são “A Faca Sutil” (1997), que serve como base da 2ª temporada de “His Dark Materials”, e “A Luneta Âmbar” (2000). A versão televisiva é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, no papel da protagonista Lyra. O ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Andrew Scott (“Fleabag”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começa a se entrelaçar com o de Lyra nos novos episódios. Já James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”) teve a participação cortada na temporada, devido à pandemia de coronavírus (saiba mais). A 2ª temporada estreia em 16 de novembro.
Anya Taylor-Joy será Furiosa em prólogo de Mad Max: Estrada da Fúria
A Warner Bros. e o diretor George Miller entraram num acordo, após várias disputas financeiras, para a realização de um novo filme de “Mad Max”. O cineasta começou a escalar o elenco de seu próximo longa pós-apocalíptico, que será um prólogo de “Mad Max: Estrada da Fúria” e contará a história da Imperatriz Furiosa. A atriz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”, “Novos Mutantes”) ficou com o papel que foi interpretado por Charlize Theron no premiado filme de 2015. E ela será acompanhada por ninguém menos que Chris Hemsworth (o Thor dos filmes da Marvel) e Yahya Abdul-Mateen (vencedor do Emmy por “Watchmen”), como personagens não especificados. Miller, que comanda a franquia “Mad Max” desde o primeiro filme, de 1979, escreveu o roteiro e vai dirigir o longa, batizado de “Furiosa”, explorando o passado da personagem apresentada em “Estrada da Fúria” como a líder de uma revolta contra o cruel Immortan Joe. De acordo com a Variety, Miller considerou usar efeitos especiais para rejuvenescer Theron e permitir que ela interpretasse Furiosa novamente, mas acabou descartando a possibilidade e encontrando em Taylor-Joy a candidata perfeita para o papel. O projeto vem sendo desenvolvido desde a pré-produção de “Estrada da Fúria”. Miller e seu co-roteirista, Nick Lathouris, construíram histórias extensas para todos os personagens do filme, desde o antagonista Immortan Joe até o secundário Doof Warrior, que empunha a guitarra-lança-chamas. Mas foi Furiosa quem recebeu mais atenção. Miller procurou responder a perguntas sobre como era a vida da personagem no idílico “Green Place”, por que ela foi levada do grupo conhecido como Vuvalini e como ela se tornou a guerreira inexorável vista em “Estrada da Fúria”. Nesse processo criativo, ele achou o passado de Furiosa tão envolvente que decidiu desenvolver um roteiro completo sobre a personagem, antes mesmo de “Estrada da Fúria” começar a ser filmado. O prólogo ainda não tem orçamento aprovado nem cronograma definido, mas o diretor de 75 anos de idade está confiante o suficiente para avançar no projeto, que só deve ser filmado após Hemsworth encerrar “Thor: Love and Thunder” – previsto para começar a ser rodado em janeiro. A seu favor, conta a ansiedade dos fãs por mais “Mad Max” e o fato de “Mad Max: Estrada da Fúria” ter vencido seis Oscar e ainda disputar outros quatro, incluindo Melhor Filme.












