Ricardo Waddington é o novo diretor de conteúdo da Globo
O diretor de novelas Ricardo Waddington vai assumir em dezembro o cargo de diretor de Entretenimento da Globo. O novo chefe ocupará a vaga de Carlos Henrique Schroder, que anunciou nesta quinta-feira (19/11) que está deixando a função. Schroder comunicou a mudança numa reunião online, via zoom, com a presença de mais de 400 pessoas, entre as quais Tony Ramos, Luciano Huck, Marina Ruy Barbosa, Fatima Bernardes e Silvio de Abreu. Vários deles fizeram discursos emocionados após o anúncio. A troca de comando foi oficializada por um comunicado de Jorge Nóbrega, presidente-executivo da Globo, que agradeceu as contribuições de Schroder e “sua generosidade ao sacrificar projetos pessoais e dilatar seu prazo de permanência conosco para poder colaborar na conclusão dessa tarefa tão essencial para o nosso projeto de construção da Globo do futuro”, e desejou ao novo chefe “muito sucesso na sua nova função”. Waddington agora será responsável por desenvolver novos projetos para a Globo, tanto para a TV convencional quanto para a plataforma de streaming Globoplay. Irmão do cineasta Andrucha Waddington, que dirigiu o filme “Sob Pressão” e produz a série derivada de grande sucesso na Globo, Ricardo entrou na emissora nos anos 1980, quando dirigiu sucessos como “Selva de Pedra”, “Roda de Fogo” e “Vale Tudo”. Ele assinou sua última novela em 2015, “Boogie Oogie” e, depois de comandar o setor de programas de variedades e multitelas, assumiu em dezembro de 2018 o cargo de diretor de produção, função que exercia até a nova promoção.
Jonas Mello (1937 – 2020)
O ator Jonas Mello, que participou de várias novelas e filmes clássicos, morreu na tarde de quarta (18/11), aos 83 anos, em seu apartamento no bairro de Santana, na Zona Norte de São Paulo. As informações foram confirmadas em uma publicação no Facebook do artista, feita por um amigo. A causa da morte, porém, ainda não foi divulgada. “Hoje infelizmente Jonas se foi, para tristeza de muitos. Fui seu amigo mais próximo nos últimos dez anos, pois me tornei seu ajudante para que entrasse no mundo digital, para que não ficasse parado no tempo. Tive o prazer de incluir ele no Facebook e ajudá-lo com seus e-mails”, escreveu Edson Brandão. Josefina Rodrigues de Mello, irmã do artista, disse à Agência Record que ele tinha uma rotina ativa e vivia sozinho. “Ele dirigia, fazia as compras, caminhava pelo bairro e estava bem para um senhor de 83 anos”, contou. Segundo ela, na tarde de ontem o ator ligou para um primo após passar mal. O parente foi até a casa e o encontrou morto na cama. O paulistano Jonas Mello estreou na TV em 1969, com “A Cabana do Pai Tomás”, da TV Globo, pouco depois de começar a carreira cinematográfica com “Hitler IIIº Mundo” (1968), de José Agripino de Paula, clássico do cinema marginal. No cinema, também atuou em “Um Anjo Mau” (1971), de Roberto Santos, “Nenê Bandalho” (1971), de Emilio Fontana, “A Carne” (1975) e “Passaporte para o Inferno” (1976), ambos de J. Marreco, e “Que Estranha Forma de Amar” (1977), do autor de novelas da Tupi Geraldo Vietri, além de produções mais recentes como “O Cangaceiro” (1997), de Anibal Massaini Neto, e o premiado “Um Céu de Estrelas” (1996), de Tata Amaral. Nos anos 1970, também fez novelas da Tupi e da Record, como “Os Inocentes”, “Os Deuses Estão Mortos”, “O Tempo Não Apaga” e “Sol Amarelo”, chegando a viver os papéis-títulos de “Meu Rico Português”, “Os Apóstolos de Judas” e “João Brasileiro, o Bom Baiano”, entre 1975 e 1978. Com a implosão da Tupi em 1980, Jonas foi para a Globo, onde continuou sua carreira de sucesso. Em dois anos de contrato, fez nada menos que cinco novelas, “Os Gigantes”, “Chega Mais”, “Coração Alado”, “Baila Comigo” e “Terras do Sem-Fim”. Mas, acostumado a ser protagonista, preferiu trocar papéis de coadjuvantes nas produções da emissora carioca por desempenhos mais destacados em produções paulistas do SBT, Band, Gazeta e TV Cultura. Sem exclusividade, ainda encaixou “Partido Alto”, da Globo, e o fenômeno “Dona Beja”, da Manchete, entre uma série de projetos de diversos canais. A carreira itinerante lhe permitiu atuar em “O Outro”, “Bambolê”, “Barriga de Aluguel” e “Vila Madalena” na Globo, “Mandacaru” na Manchete, “Dona Anja”, “Amor e Ódio” e “Canavial de Paixões” no SBT, “Estrela de Fogo” e “A Escrava Isaura”, na Record, entre muitos outros trabalhos. Seus últimos papéis o levaram de volta à Globo, com participações em “O Astro”, “Salve Jorge” e “Flor do Caribe”. Esta novela de 2013, por sinal, é atualmente reprisada na emissora. A Record emitiu uma nota de pesar: “Expressamos nossas condolências aos familiares, amigos e admiradores do talento deste profissional que ajudou a escrever a história da televisão brasileira.”
Festival Varilux de Cinema Francês exibe 18 filmes em 44 cidades
O Festival Varilux de Cinema Francês retoma seu projeto anual nesta quinta-feira (19/11) com a exibição de 18 longas em 44 cidades do Brasil. O evento, que começou em 2010 exibindo filmes franceses em 9 localidades, no ano passado chegou a 84 municípios do país, mas a verdade é que a edição atual quase não aconteceu, devido à pandemia de coronavírus. Originalmente prevista para junho, a programação foi suspensa e os organizadores utilizaram a data para lançar um evento digital com títulos das seleções passadas. Desta vez, porém, o festival é para valer, presencial e com filmes inéditos, produzidos entre 2019 e 2020. Os títulos incluem campeões de bilheteria e longas premiados, entre dramas, comédias, suspenses, uma animação e um documentário. Além disso, a programação destaca a exibição de um grande clássico da nouvelle vague, “Acossado” (1960), obra-prima de Jean-Luc Godard com roteiro de François Truffaut, estrelada por Jean-Paul Belmondo e Jean Seberg, que foi restaurada em comemoração aos 60 anos de seu lançamento. Entre os inéditos, os destaques são “Belle Époque”, de Nicolas Bedos, vencedor do César (o Oscar francês) de Roteiro Original e Atriz Coadjuvante (a veterana Fanny Ardant), e “Verão de 85”, de François Ozon, também presente na programação do Festival Mix Brasil. A lista inclui ainda filmes estrelados por Juliette Binoche (“A Boa Esposa”), Chiara Mastroianni (“A Garota da Pulseira”), Louis Garrel (“DNA”) e Vincent Cassel (“Mais que Especiais”). Além disso, os organizadores farão nesta sexta (20/11) uma exibição digital de “Sou Francês e Preto”, de Jean-Pascal Zadi e John Wax, seguida de debate online, em comemoração ao Dia Nacional da Consciência Negra – com transmissão no Facebook (http://pt-br.facebook.com/variluxcinefrances) e no YouTube do Varilux: https://www.youtube.com/user/variluxcinefrances”>https://pt-br.facebook.com/variluxcinefrances) e no YouTube (https://www.youtube.com/user/variluxcinefrances) do Festival Varilux. Confira a programação completa, com horários e locais, no site oficial: http://variluxcinefrances.com/2020/.
Filmes de streaming são os principais lançamentos de cinema no Brasil
As principais estreias de cinema desta quinta (19/11) no Brasil são filmes que tiveram apenas lançamentos digitais nos EUA. Já é o segundo fim de semana que o circuito apela para produções que o mercado americano reservou para o streaming. Isto ocorre porque, à exceção dos títulos da Universal (peculiaridade de um acordo com as redes exibidoras americanas), os grandes estúdios tiraram todos os seus filmes do calendário ou forçaram lançamentos simultâneos com plataformas online nos EUA, como reação à pandemia de covid-19. Vislumbrando o momento frágil do parque exibidor, os títulos mais atraentes foram para a internet. Mas como muitas das plataformas americanas ainda não foram inauguradas no Brasil, estes lançamentos ainda encontram espaço nas telas grandes daqui. Lançado na plataforma HBO Max, por enquanto inoperante no país, “A Convenção das Bruxas” é uma adaptação do clássico infantil “As Bruxas”, de Roald Dahl (autor de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”), sobre um garoto que descobre que bruxas são reais e planejam transformar as crianças em ratos, começando por ele próprio. Esta história já rendeu um filme bem-sucedido, dirigido por Nicolas Roeg e protagonizado por Anjelica Houston em 1990. A nova versão tem direção de Robert Zemeckis (“De Volta ao Futuro”) e traz Anne Hathaway (“Interestelar”) no papel de bruxa principal – que ao ser retratada como deficiente acabou rendendo polêmica paraolímpica. Por sua vez, “Destruição Final – O Último Refúgio” entra em cartaz um mês antes de sua estreia para locação digital nos EUA. O filme de catástrofe apocalíptica estrelado por Gerard Butler (“Invasão a Casa Branca”) e Morena Baccarin (“Deadpool”) acompanha a correria de uma família para chegar a um abrigo militar supostamente seguro quando um cometa adentra a atmosfera, ameaçando extinguir toda a vida no planeta. Escrito por Chris Sparling, especialista em terrores baratos (“Enterrado Vivo”, “Armadilha”, “Por um Corredor Escuro”), o filme marca um reencontro de Butler com o ex-dublê Ric Roman Waugh, que recentemente o dirigiu em “Invasão ao Serviço Secreto”. O terceiro título de streaming dos cinemas é uma produção brasileira, “Cidade Pássaro”, de Matias Mariani, que ganhou lançamento internacional na Netflix em julho passado. Exibido na mostra Panorama do Festival de Berlim deste ano, trata-se de uma das produções nacionais mais elogiadas de 2020, que desembarca nas telas brasileiras após atingir 100% de aprovação no Rotten Tomatoes – embora com apenas 10 críticas somadas. O drama conta a história um imigrante nigeriano que viaja à São Paulo em busca de seu irmão, o primogênito de uma família da etnia Igbo, e descobre que ele mentiu sobre sua vida no Brasil. O protagonista OC Ukeje é um ator de destaque em Nollywood, a indústria cinematográfica da Nigéria, com papéis em mais de 30 filmes, enquanto Chukwudi Iwuji já se projetou em produções americanas, aparecendo em “Designated Survivor” e na premiada minissérie “Olhos que Condenam” (When They See Us). De última hora, a Netflix ainda anunciou “Mank” como um dos lançamentos da semana, em circuito limitado. Dirigido por David Fincher (“Garota Exemplar”) e estrelado por Gary Oldman (vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação”), o filme conta a história de Herman J. Mankiewicz, roteirista do clássico “Cidadão Kane”, com várias histórias dos bastidores lendários da produção do longa de Orson Welles. Cotado para o Oscar, o filme chega à Netflix em 4 de dezembro. A programação também destaca um filme que, parece mentira, sempre foi pensado para o cinema, “O Caso Collini”, drama jurídico alemão que acompanha o primeiro caso de um advogado iniciante, que, ao defender um acusado de homicídio, acaba desvendando um dos maiores escândalos judiciais do país. Prato cheio para quem gosta de dramas de tribunais, o filme tem 83% de aprovação no Rotten Tomatoes. A lista tem ainda um filme gospel com o astro de “Riverdale” KJ Apa e um documentário sobre a primeira militar transexual brasileira. Além disso, o drama brasileiro “Casa de Antiguidades”, exibido no Festival de Cannes, terá uma sessão especial exclusiva de uma semana no Petra Belas Artes, em São Paulo. A estreia comercial do longa só vai acontecer em 2022. E o Festival Varilux de Cinema Francês retorna com sessões presenciais. Confira abaixo os trailers das estreias deste fim de semana. Convenção das Bruxas | EUA | 2020 Destruição Final – O Último Refúgio | EUA | 2020 Cidade Pássaro | Brasil | 2019 Mank | EUA | 2020 O Caso Collini | Alemanha | 2019 Enquanto Estivermos Juntos | EUA | 2020 Maria Luiza | Brasil | 2019 Casa de Antiguidades | Brasil | 2020 Festival Varilux | França | 2020
Megan Fox e Machine Gun Kelly se declaram apaixonados
Megan Fox e cantor Machine Gun Kelly se declararam apaixonados em entrevista à revista americana Nylon. “Amá-lo é como estar apaixonada por um tsunami ou pelo incêndio em uma floresta”, descreveu a atriz. “A intensidade da minha imersão com ele é avassaladora. E a ameaça que isso impõe é tão poderosa e bela que não me resta nenhuma outra escolha além de me render com reverência e gratidão”, romanceou a estrela de 34 anos. O novo casal teria se formado durante a filmagem de um longa ainda inédito, intitulado “Midnight in the Switchgrass”, que marca a estreia na direção do produtor Randall Emmett (de “O Irlandês”). E o envolvimento foi mesmo devastador, pois levou a atriz a encerrar seu casamento de dez anos com Brian Austin Green (de “Barrados no Baile”), pai de seus três filhos. Os dois se separaram em maio, dias antes de Megan estrelar, toda sensual, um clipe de Kelly. Depois disso, Megan e Kelly ainda voltaram a se beijar num segundo clipe. O cantor, por sua vez, assumiu a paixão antes de virar capa da Nylon, durante uma entrevista de outubro ao site britânico NME (New Musical Express), em que disse que Megan fez com que ele se transformasse em uma pessoa melhor. Ele também afirmou que seu disco mais recente, “Tickets To My Downfall” (Ingressos para a minha ruína), reflete o relacionamento. “Eu me apaixonei durante a gravação desse álbum e me tornei uma pessoa melhor”, disse ele. “Provavelmente houve uma encruzilhada no meio de fazer este álbum onde o título teria correspondido à realidade. Eu acho que o universo me pegou querendo fazer uma mudança. Foi como: ‘Talvez não façamos disso uma realidade; talvez possamos tornar isso irônico’. Em vez da ruína, vá em frente e tenha a maior ascensão de sua vida.” Fox já teria apresentado Kelly aos seus três filhos. Uma fonte ligada à atriz disse à revista People que o relacionamento dos dois está cada vez mais sério e eles começam a planejar um futuro juntos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por NYLON (@nylonmag)
WandaVison terá seis episódios inspirados na história das séries de TV
A capa desta semana da revista Entertainment Weekly é dedicada à série da Marvel “WandaVison”, com direito a revelações sobre a produção, que só vai estrear em janeiro na Disney+ (Disney Plus), e entrevistas com os intérpretes dos protagonistas Wanda (a Feiticeira Escarlate) e Visão. A publicação apurou que a série terá seis episódios estrelados por Elizabeth Olsen e Paul Bettany, e o primeiro foi gravado em preto e branco, diante de uma plateia, para remontar a época dos sitcoms clássicos dos anos 1950. “Foi uma loucura”, disse Olsen. A trama promete apresentar a vida feliz do casal de heróis, utilizando estilos característicos de diferentes épocas em cada episódio, para homenagear a evolução das séries de TV. “Estávamos todos tão emocionados no final, queríamos continuar fazendo a série. Talvez transformá-la numa turnê ou algo assim”, comentou Bettany. Para a intérprete de Feiticeira Escarlate, a primeira série da Marvel na Disney+ (Disney Plus) foi um verdadeiro presente. “Fazer esta série foi o maior presente que a Marvel me deu. Você consegue apenas se concentrar na personagem e não em como ela se sentia com as histórias de todos os outros”, disse a atriz. Já o intérprete do Visão acreditava que seria dispensado do MCU (universo cinematográfico da Marvel) após “Vingadores: Ultimato”, quando seu personagem permaneceu morto. “Achei que estava para ser dispensado. Foi uma surpresa muito agradável para mim e para o gerente do meu banco, obviamente”, completou. O casal, que tenta ter uma vida recatada e com os poderes sob sigilo, mostrou a Paul um “talento” que ele diz, ironicamente, ter percebido só agora. “Eu arruinei minha vida inteira. Eu deveria estar fazendo sitcoms o tempo todo”, brincou. “WandaVision” foi desenvolvida por Jac Schaeffer, a roteirista do vindouro filme solo da “Viúva Negra”, e também trará de volta Kat Dennings e Randall Park a seus papéis do MCU, respectivamente como Darcy Lewis (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Além disso, Teyonah Parris (da série “Cara Gente Branca”) aparecerá como Monica Rambeau, que foi introduzida ainda criança em “Capitã Marvel” (passado em 1995), e Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) está escalada como “uma vizinha barulhenta”. Durante sua participação na CCXP 2019, Kevin Feige, o chefão da Marvel Studios, adiantou que a série dará oportunidade para o público “ver mais do que Wanda é capaz de fazer, e mais do que faz o Visão ser o Visão”, e confirmou que “WandaVision” vai “revelar um nome que acho que ainda não falamos no MCU, mas que damos importância na série, que é o fato de Wanda ser a Feiticeira Escarlate, e o que isso significa”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Paul Bettany (@paulbettany)
Mulher-Maravilha 1984 será lançado no cinema e em streaming no Natal
A Warner transformou “Mulher Maravilha 1984″ num lançamento natalino da HBO Max. O estúdio anunciou que disponibilizará o filme em 25 de dezembro simultaneamente nos cinemas e em sua plataforma de streaming. O CEO da WarnerMedia, Jason Kilar, divulgou uma nota sobre a decisão oficial do conglomerado de mídia no fim desta quarta (18/11). A diretora Patty Jenkins também tuitou sobre a notícia, relativizando a decisão. “Em algum momento você tem que escolher compartilhar qualquer amor e alegria que você tem para dar, acima de tudo”, ela escreveu. “Amamos nosso filme como amamos nossos fãs, então realmente esperamos que nosso filme traga um pouco de alegria e alívio para todos vocês nesta temporada de festas. ” A HBO Max disponibilizará o filme para seus assinantes sem cobrar uma quantia adicional, ao contrário do que a Disney fez com “Mulan”. Fora dos EUA, onde a plataforma da WarnerMedia ainda não foi lançada, a distribuição convencional nos cinemas ficou mantida. A estreia no Brasil continua marcada para 24 de dezembro nas salas de exibição. Apesar disso, é um senso comum que a distribuição parcial em streaming contribui para o avanço da pirataria, com potencial para corroer os rendimentos até dos mercados em que o filme entrará em cartaz. A falta de grandes lançamentos nos cinemas é tão grave, que as redes exibidoras concordaram com a proposta da Warner e não devem boicotar a distribuição do filme – como fariam antes do coronavírus. A decisão da Warner também representa uma cachoeira de água fria no mercado exibidor, que começa a perceber o longo inverno que se aproxima. Assim como aconteceu durante o verão norte-americano, os estúdios não deverão lançar grandes títulos nos cinemas durante as férias de inverno, período que vai até março nos EUA. Vários títulos que deveriam ser exibidos no começo do ano já foram adiados para a metade e até para o final de 2021. Não há a menor expectativa da volta da programação normal de lançamentos. “À medida que navegamos nestes tempos sem precedentes, nós tivemos que ser inovadores para manter as nossas empresas avançando e continuando a servir aos nossos fãs”, disse Ann Sarnoff, Presidente e CEO, da WarnerMedia Studios e do Grupo Networks, que inclui Warner Bros. “Este é um filme incrível que realmente ganha vida na tela grande e, trabalhando com nossos parceiros na comunidade de exibição, iremos fornecer essa opção aos consumidores nos EUA, onde os cinemas estão abertos. Percebemos que muitos consumidores não podem voltar ao cinema devido à pandemia, então também queremos dar a eles a opção de ver ‘Mulher Maravilha 1984’ por meio de nossa plataforma HBO Max.” “Nós apreciamos a paciência do público e, dada a grande expectativa em torno de ‘Mulher Maravilha de 1984’, somos gratos por poder tornar este filme incrivelmente divertido amplamente disponível nestes tempos desafiadores”, acrescentou Toby Emmerich, Presidente do Warner Bros. Pictures Group. Para um filme dessa escala, isso não tem precedentes. Dado isso, queríamos compartilhar algum contexto. “Há muitas coisas que influenciam em uma decisão como esta”, explicou Jason Killar, o CEO da WarnerMedia. Ele listou: “A pandemia. Nossa crença na experiência teatral e, portanto, na importância dos expositores. Nossa missão de ser parceiros fortes e de apoio para Patty, Gal, o produtor Chuck Rovner e toda a equipe da ‘Mulher Maravilha 1984’. E, finalmente, a torcida, que é onde decisões importantes como essa sempre devem começar e sempre devem terminar”. Killar continua: “Estamos, é claro, em um momento extraordinário. Isso envolve uma colcha de retalhos de regulamentos, considerações geográficas e, o mais importante, preferências dos fãs. Com isso em mente, vemos uma oportunidade de fazer algo firmemente focado nos fãs: dar a eles o poder de escolher entre ir ao cinema local ou ver a estreia na HBO Max. Os super fãs provavelmente escolherão ambos”. “Se você tem a sorte de morar em um local onde os cinemas são abertos, acreditamos que estamos oferecendo uma ótima opção, dados os protocolos segurança que nossos parceiros implementaram. Com isso, os exibidores estão oferecendo uma experiência de cinema com distanciamento social, máscaras, protocolos de limpeza e ventilação. Por outro lado, se você e sua família preferem ficar em casa e fazer sua própria pipoca neste feriado, queremos compartilhar a experiência da ‘Mulher Maravilha 1984’ com você no mesmo dia na HBO Max. A decisão é sua”. pic.twitter.com/mLwGrB07vO — Patty Jenkins (@PattyJenks) November 18, 2020
Isaiah Washington lembra sua demissão polêmica de Grey’s Anatomy com ataque à Katherine Heigl
O ator Isaiah Washington retomou uma controvérsia de 13 anos para reclamar de Katherine Heigl por sua demissão na série “Grey’s Anatomy”. “Essa mulher uma vez disse que eu nunca mais deveria falar publicamente. O mundo concordou com ela na época e pediu minha cabeça e meu emprego em 65 idiomas. Eu gostaria de ter uma conta no Twitter em 2007 porque eu nunca vou parar de praticar meu direito de liberdade de expressão”, escreveu o ator, ao lado de uma foto de Heigl. Ele ainda completou: “Eu aprendi que nem todo dinheiro é bom e que não há quantia de dinheiro que substitua sua dignidade e integridade. Alguns chamam isso de viver com princípios”. Isaiah Washington se tornou o primeiro ator do elenco principal de “Grey’s Anatomy” a deixar a série, devido a uma polêmica de bastidores. Intérprete do cirurgião Preston Burke da 1ª à 3ª temporada, ele foi demitido da produção após ser acusado de se dirigir de forma homofóbica a colegas de elenco, com agressões verbais e, segundo boatos, até físicas. Os rumores da época diziam que Katherine Heigl, intérprete de Izzie Stevens no drama médico, teria defendido o colega T.R. Knight durante uma dessas discussões e exigido a demissão de Washington. A história ganhou volume depois de Washington pegar o microfone diante da criadora da série, Shonda Rhimes, para comentar o assunto durante o Globo de Ouro de 2007. “Não, eu não chamei T.R. de ‘bichinha'”, o ator afirmou na sala de imprensa da premiação. Ele depois acrescentou: “Não há possibilidade de eu ter dito algo tão perverso e tão horrível, não somente a um colega de elenco, mas a um ser humano”. Mais tarde, veio à tona que Washington não teria brigado com TR Knight, que ainda não havia assumido a homossexualidade na época, mas sim com outro colega de elenco. Ele chegou a pedir desculpas, mas o caso tomou grandes proporções e seu contrato foi finalizado em 2007. Depois disso, tanto Knight (primeiro) quanto Heigl (mais tarde) pediram para sair da produção. Por ironia, deste trio, apenas Washington acabou voltando a aparecer na série, numa participação especial no episódio de despedida de Sandra Oh, intérprete de Christina Yang, que foi noiva de seu personagem na série. Heigl, por sinal, tornou-se persona non grata na produção. Muitos acreditavam que isso se devia à sua decisão de abandonar “Grey’s Anatomy” para seguir carreira no cinema – um grande erro de cálculo, como sua filmografia pode atestar. Mas nesta semana, a showrunner Krista Vernoff revelou um fato que ajuda a explicar o desamor entre as partes. O motivo de Izzy nunca ter recebido um episódio de despedida na série deveu-se simplesmente à vontade de Heigl, que decidiu não aparecer no estúdio para fazer sua aparição final prevista. Desde a demissão, Washington culpa o incidente, que se tornou público devido à declarações de Heigl, pelo fracasso de sua carreira artística. Após a polêmica, seu único papel de destaque foi como coadjuvante das primeiras temporadas de “The 100”. This woman once proclaimed that I should ‘never’ be allowed to speak publicly again. The world agreed with her proclamation back then and protested for my job and my head in 65 languages. I wish I was on Twitter in 2007, because I will NEVER stop exercising my free speech. pic.twitter.com/fQ6L1zfQRR — The Tweet Sniper💥 (@IWashington) November 16, 2020 I’ve learned that all money ain’t good money and no amount of money can replace your dignity and integrity. Some call it living by your principles. — The Tweet Sniper💥 (@IWashington) November 16, 2020
Michael J. Fox anuncia aposentadoria como ator
O ator Michael J. Fox, estrela de “De Volta para o Futuro”, anunciou que irá se aposentar da atuação. É a segunda vez que ele toma esta decisão. O ator de 59 anos sofre do Mal de Parkinson, e já havia dado uma pausa na carreira no início da década de 2000, quando estrelava a série “Spin City”, devido à doença. A decisão foi oficializada por Fox em seu quarto livro de memórias, “No Time Like the Future: An Optimist Considers Mortality” (Não há tempo como o futuro: um otimista considera a mortalidade”), lançado esta semana nos Estados Unidos. Na obra, ainda sem previsão de publicação no Brasil, ele afirma que seu tempo de se dedicar a “12 horas de trabalho diárias e memorizar sete páginas de diálogos ficou para trás”. “Isso pode mudar, porque tudo muda. Mas, se este é o fim da minha carreira de ator, que seja”, acrescenta ele, que relata ter notado recentemente um aumento na perda de memória e nos episódios de confusão causados pela doença. Há menos de duas semanas, o ator já tinha dito, em entrevista à revista People, que os sintomas de Parkinson começaram a prejudicar a sua memória, o que iria impedir a continuidade de sua carreira como ator. “Minha memória de curto prazo está destruída”, disse ele. “Eu sempre tive uma capacidade real para decorar falas e memorização. E eu tive algumas situações extremas nos últimos trabalhos que fiz, que foram realmente cheios de palavras. Eu me esforcei durante os dois”, acrescentou o vencedor do Emmy, referindo-se à sua participação em dois episódios da série “The Good Fight”. A doença de Parkinson é um distúrbio do sistema nervoso que afeta o movimento. Não há causa conhecida, e as complicações podem incluir problemas cognitivos, de deglutição e distúrbios do sono. Diagnosticado em 1991, aos 29 anos, o ator só revelou a doença sete anos depois. Em 2000, anunciou que abandonaria o papel principal na série “Spin City”, sendo substituído por Charlie Sheen. No novo livro, ele conta que decidiu abdicar do trabalho ao sentir que seu rosto “não era mais tão expressivo como precisava”. Após a pausa na carreira, Fox continuou fazendo pequenas aparições, principalmente como ele mesmo, e atuando como dublador. Em 2010, passou a integrar o elenco recorrente da série “The Good Wife”, pela qual foi indicado cinco vezes ao Emmy. Ele retomou o mesmo papel recentemente no spin-off “The Good Fight”. No novo livro, o ator também cita sua experiência à frente de “The Michael J. Fox Show”, sitcom de 2013 em que interpretava um ex-âncora de telejornal vítima de Parkinson. A série foi cancelada ainda na 1ª temporada e Fox relata que sentiu que os executivos da série ficaram “assustados” com o avanço de sua doença. Ele ainda afirma que, à época, “não tinha o foco para administrar o suporte de vida de que precisaria para fazer o trabalho.” O último papel que ele desempenhou foi seu mais famoso, Marty McFly, da trilogia “De Volta para o Futuro”, reencenado numa participação no novo clipe de Lil Nas X, “The Origins of ‘Holiday'”. Apesar de seu diagnóstico, Fox se recusa a desacelerar. Ele está focando sua criatividade na escrita, como demonstra o lançamento de seu quarto livro. “Minha técnica de violão não está boa. Meus desenhos não são bons, minha dança nunca foi boa e atuar está ficando cada mais difícil de fazer. Mas eu posso escrever”, brincou Fox, na entrevista à People. “Felizmente, eu realmente gosto disso.” O astro acrescentou que seu otimismo o ajudou a “atravessar os tempos mais sombrios”. “A vida é boa”, concluiu.
Família real britânica estaria horrorizada com The Crown
A estreia da 4ª temporada de “The Crown”, que aconteceu no último domingo (15/11) na Netflix, teria horrorizado a família real britânica, que viu retratada na tela a fase mais conturbada de sua história recente. Ambientados no começo dos anos 1980, os novos episódios apresentaram bastidores pouco lisonjeiros do casamento tumultuado do príncipe Charles e da princesa Diana. A forma como Charles é lembrado não podia ser mais terrível, mas até a abordagem de Diana, que tem uma representação benigna, causou polêmica por incluir cenas escatológicas de bulimia. O fato é que a Rainha Elizabeth II e seu marido, o Duque de Edimburgo, estão com raiva da série desde a estreia, o que piorou ainda mais na 2ª temporada, que mostrou Philip tendo um caso com uma bailarina. Nada aconteceu na ocasião, mas agora há o fato de o príncipe Harry ter fechado um contrato milionário com a Netflix, “a empresa que está por trás de tudo isso”. A família real também não estaria nada satisfeita com esse negócio. Embora a realeza não tenha se manifestado oficialmente, várias fontes supostamente próximas foram citadas para justificar uma coleção de manchetes bombásticas que lotaram as bancas do Reino Unido no começo da semana. Segundo o jornal Times, amigos do príncipe William disseram que o filho de Charles e Diana considerou a série “profundamente intrusiva” por criar uma “visão perversa e nojenta dos membros mais importantes da família real britânica”. “Eles estão explorando os meus pais para ganhar dinheiro”, teria dito William, acrescentando que Charles e Lady Diana Spencer foram “apresentados de uma forma falsa e simplista”. O jornal Daily Mail, por sua vez, citou amigos próximos de Charles para afirmar que a série “ressuscitou coisas que aconteceram durante tempos muito difíceis, 25 ou 30 anos atrás, sem pensar nos sentimentos de ninguém”. Um dos principais motivos de desconforto é a forma como a infidelidade de Charles, em seu relacionamento extraconjugal com Camilla Parker Bowles, foi mostrada. “Isso não é certo ou justo, especialmente quando muitas das coisas que estão sendo retratadas não representam a verdade. Isso é trollagem com orçamento de Hollywood”, acusou um dos amigos inomináveis. Uma das poucas pessoas a assumir seus comentários foi a biógrafa real Penny Junor, que disse ao jornal The Times que Charles ficaria “extremamente chateado” com uma cena em particular, quando seu tio-avô, o lorde Mountbatten, diz que a família real estava decepcionada com o relacionamento do príncipe com Camilla. “É o retrato mais cruel, injusto e horrível de quase todos eles. [O showrunner Peter] Morgan inventou coisas para fazer um drama caro”, acusou a escritora. Para ela, a rejeição escancarada da atual esposa do sobrinho-neto por Mountbatten “não é historicamente precisa”. Outras cenas não teriam acontecido na vida real, como o momento em que Charles grita com Diana e assume que sempre será apaixonado por Camilla e a sequência em que a “princesa do povo” confronta o futuro marido durante o ensaio para o casamento. O ex-assessor real Dickie Arbiter comentou para o Daily Mail que os monarcas estão “bastante acostumados a serem retratados” para fins de entretenimento. A questão que os preocupa é que nem todo espectador de “The Crown” perceberá que as cenas não são uma descrição precisa dos eventos. Mas será que não são mesmo? O antigo mordomo da princesa Diana, Paul Burrell, elogiou a produção para o mesmo jornal e disse que “é a melhor série já feita até agora, porque mostra a verdade em uma dramatização precisa do que realmente aconteceu”. “Esta é apenas uma espiada atrás das portas do Palácio de Buckingham, que o palácio talvez não queira que você veja”, acrescentou.
Juliana Knust tentará curar pandemia em série da Record
A atriz Juliana Knust (de “Malhação” e “Apocalipse”) será a protagonista de “Ameaça Invisível”, série sobre uma nova pandemia, que a Record está desenvolvendo para 2021. De acordo com o colunista Fefito, a atriz interpretará Renata, uma médica empenhada em descobrir a cura para um misterioso vírus chamado Orto K9, que causa uma doença chamada “febre do gelo”. A personagem usará de métodos pouco convencionais e causará controvérsia. O elenco ainda destaca Zécarlos Machado (“Sessão de Terapia” como o chefe da médica. Alguns nomes que circulam na imprensa, ligados ao projeto, são Henri Pagnoncelli (“Apocalipse”), Nicola Siri (“Os Dias Eram Assim”), Dudu Pelizzari (“Negócio da China”), Ernani Moraes (“Carcereiros”), Vanessa Gerbelli (“A Divisão”), Paloma Bernardi (“Os Parças”), Laize Câmara (“A Força do Querer”), Daniel Erthal (“A Terra Prometida”) e Juan Alba (“Gostosas, Lindas e Sexies”). A produção também buscará atores em outros países, que gravariam suas participações remotamente, de suas casas, falando sobre os efeitos da doença no exterior. A trama foi desenvolvida por Ingrid Zavarezzi (“Malhação”) com colaboração de Vitor de Oliveira (“Jesus”) e terá ao todo 12 episódios. A ideia é, além de retratar uma pandemia global, contar uma história policial e de suspense. As gravações devem começar em breve com direção de Ajax Camacho (“O Rico e Lázaro”).
Michael B. Jordan é eleito “homem mais sexy do mundo”
Michael B. Jordan, astro de “Creed” e “Pantera Negra”, foi eleito o “homem mais sexy do mundo” pela revista People. O ator de 33 anos é a capa da edição da votação anual da revista, que chegará às bancas dos EUA com data de capa de 30 novembro. Ele é o terceiro ator negro consecutivo a receber o título honorário, após o cantor John Legend e o ator britânico Idris Elba serem eleitos em 2018 e 2019. Na entrevista que acompanha a homenagem, Jordan disse que a honraria é “uma sensação legal”. “É um bom clube do qual se fazer parte”, comentou, acrescentando que as mulheres de sua família estão orgulhosas. “Quando minha avó era viva, [a revista] era algo que ela colecionava, e então minha mãe naturalmente lia muito e minhas tias também. Esta é uma (edição) que elas definitivamente guardarão em um lugar especial”, acrescentou. A revista também inclui um perfil da carreira de Jordan, que começou sua carreira como ator infantil em programas de TV como “All My Children” e progrediu constantemente em Hollywood até chamar atenção com uma atuação extraordinária no drama de justiça social “Fruitvale Station: A Última Parada”, de 2013. Aquele filme venceu o Festival de Sundance e também projetou a carreira de seu diretor-roteirista, o então estreante Ryan Coogler, que depois voltou a dirigir Jordan em “Creed: Nascido para Lutar” (2015) e “Pantera Negra” (2018). O ator também se destacou em “Luta por Justiça” (2019) e tem defendido maior diversidade em Hollywood. Sua produtora foi a primeira a adotar publicamente normas de inclusão, que estipulam que filmes devem empregar elenco e equipe diversificados. No início deste ano, no auge dos protestos do Black Lives Matter contra a injustiça racial, Jordan juntou-se à organização sem fins lucrativos Color of Change e lançou uma iniciativa que apresenta formas concretas a partir das quais Hollywood poderia investir em histórias negras e conteúdo antirracista. Em outras palavras, ele não é só “um corpinho sexy”.
Terrorista pede testemunho de Clint Eastwood em julgamento na França
A defesa do terrorista marroquino Ayoub el Khazzani, que tentou cometer um atentado armado, disparando a bordo de um trem europeu em agosto de 2015, tentou convocar o veterano cineasta Clint Eastwood como testemunho de seu julgamento, que começou na segunda-feira (16/11) em Paris. A advogada de Khazzani pediu à corte que Eastwood fosse intimado a comparecer como testemunha, alegando que ele poderia “lançar alguma luz” sobre a autenticidade das cenas de seu filme “15h17: Trem para Paris”, que retrata o atentado. O filme de Eastwood se baseia em um livro escrito por três militares americanos que estavam a passeio no trem e impediram o atentado. Os próprios heróis da vida real interpretaram a si mesmos no longa, que, por conta disso, teria bastante veracidade. Só que em seu depoimento, Khazzani disse que tinha decidido desistir do ataque no último segundo, mas que acabou sendo tarde demais para evitar o confronto com os militares, segundo uma fonte judicial ouvida pela agência Reuters. O filme de Eastwood não mostra esta suposta mudança de opinião, e a advogada de defesa teme que isso possa influenciar o júri durante o julgamento. Ela queria questionar Eastwood sobre quais instruções deu sobre a cena ao dirigi-la. O pedido para intimar o cineasta americano acabou rejeitado pela procuradoria francesa, com a alegação de que ele não testemunhou o incidente e que não faria sentido convocar um homem de 90 anos a viajar dos EUA até Paris para dizer exatamente isto durante uma pandemia. Veja o trailer do filme abaixo.












