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  • Etc

    Terrorista pede testemunho de Clint Eastwood em julgamento na França

    18 de novembro de 2020 /

    A defesa do terrorista marroquino Ayoub el Khazzani, que tentou cometer um atentado armado, disparando a bordo de um trem europeu em agosto de 2015, tentou convocar o veterano cineasta Clint Eastwood como testemunho de seu julgamento, que começou na segunda-feira (16/11) em Paris. A advogada de Khazzani pediu à corte que Eastwood fosse intimado a comparecer como testemunha, alegando que ele poderia “lançar alguma luz” sobre a autenticidade das cenas de seu filme “15h17: Trem para Paris”, que retrata o atentado. O filme de Eastwood se baseia em um livro escrito por três militares americanos que estavam a passeio no trem e impediram o atentado. Os próprios heróis da vida real interpretaram a si mesmos no longa, que, por conta disso, teria bastante veracidade. Só que em seu depoimento, Khazzani disse que tinha decidido desistir do ataque no último segundo, mas que acabou sendo tarde demais para evitar o confronto com os militares, segundo uma fonte judicial ouvida pela agência Reuters. O filme de Eastwood não mostra esta suposta mudança de opinião, e a advogada de defesa teme que isso possa influenciar o júri durante o julgamento. Ela queria questionar Eastwood sobre quais instruções deu sobre a cena ao dirigi-la. O pedido para intimar o cineasta americano acabou rejeitado pela procuradoria francesa, com a alegação de que ele não testemunhou o incidente e que não faria sentido convocar um homem de 90 anos a viajar dos EUA até Paris para dizer exatamente isto durante uma pandemia. Veja o trailer do filme abaixo.

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  • Filme

    Criador da franquia Pânico anuncia final da produção do quinto filme

    18 de novembro de 2020 /

    O roteirista Kevin Williamson, criador e produtor da franquia de filmes “Pânico” (e de “The Vampire Diaries”), anunciou nas redes sociais o encerramento das filmagens da nova continuação e contou algumas novidades sobre o filme. Numa hashtag ao lado de sua mensagem, ele sugeriu que o título do quinto longa será “Pânico” (“Scream”), assim como o primeiro, e confirmou o lançamento para janeiro de 2022. “Há quase 25 anos, quando escrevi ‘Pânico’ e Wes Craven transformou em realidade, eu não poderia ter imaginado o efeito permanente que teria em vocês, fãs”, ele disse, emocionado por retomar seus personagens icônicos. “Estou animado para vocês voltarem a Woodsboro e se assustarem novamente”, continuou. “Eu acredito que Wes teria ficado muito orgulhoso do filme que Matt e Tyler estão fazendo”, acrescentou, citando os novos diretores. “Estou emocionado por me reunir com Neve, Courteney, David e Marley, e estar trabalhando ao lado de uma nova equipe de cineastas e um elenco incrível de recém-chegados que se juntaram para continuar o legado de Wes com o relançamento da franquia que eu guardo no meu coração. Vejo vocês no cinema em janeiro de 2022”, completou. A continuação voltará a contar com Neve Campbell como a “final girl” Sidney Prescott, junto com outros dois sobreviventes veteranos da franquia, Courteney Cox e David Arquette, que retomarão seus papéis como Gale e Dewey Riley. Além do trio que apareceu em todos os filmes, a produção contará ainda com Marley Shelton, que viveu uma policial em “Pânico 4”, e os novatos Melissa Barrera (“Vida”), Jenna Ortega (“Jane the Virgin”), Jack Quaid (“The Boys”) e mais nomes recém-confirmados: Dylan Minnette (“13 Reasons Why”), Kyle Gallner (“Sniper Americano”), Mikey Madison (“Better Things”), Mason Gooding (“Fora de Série”) e Jasmin Savoy Brown (“The Leftovers”). Os responsáveis por substituir o falecido Wes Craven na direção são a dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que dirigiram o recente terrir “Casamento Sangrento” (Ready or Not), lançado diretamente em VOD no Brasil. Eles integram um coletivo de criadores chamado Radio Silence, do qual também faz parte o novo roteirista do filme, Guy Busick (que coescreveu “Casamento Sangrento”). A história também passou pelas mãos de James Vanderbilt (roteirista de “O Espetacular Homem-Aranha”). Já Williamson participa da continuação apenas como produtor. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Kevin Williamson (@kevwilliamson)

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  • Filme

    Mel Gibson confirma produção de Máquina Mortífera 5

    18 de novembro de 2020 /

    Mel Gibson confirmou que a franquia de “Máquina Mortífera” vai ganhar um quinto filme, que está sendo desenvolvido pelo diretor original do longa, Richard Donner. A revelação foi feita durante participação do ator no programa “Good Morning America” para falar sobre seu novo filme, “Fatman”. Ao ser questionado sobre um possível “Máquina Mortífera 5”, ele disse: “Sim, com certeza. E o homem que estava por trás de tudo isso, o homem que trouxe para a tela, está trabalhando nisso agora: Richard Donner. Ele é uma lenda”. Mel Gibson co-estrelou os quatro filmes de “Máquina Mortífera”, de 1987 a 1998, interpretando o detetive da polícia de Los Angeles Martin Riggs, ao lado de Danny Glover como seu parceiro Roger Murtaugh – que já nos anos 1980 dizia estar “velho demais” para isso. Rumores a respeito da produção de “Máquina Mortífera 5” começaram a circular em 2007 e ganharam força dez anos depois, quando foi noticiado que Gibson e Glover estudavam a possibilidade de produzir o filme. Mais recentemente, durante um entrevista de janeiro passado para o site The Hollywood Reporter, o produtor Dan Lin revelou que o longa estaria realmente em desenvolvimento com o retorno da equipe original, incluindo o diretor Richard Donner e os atores Mel Gibson e Danny Glover. “Estamos tentando fazer o último filme de ‘Máquina Mortífera’. E Dick Donner está de volta. O elenco original também. É simplesmente incrível. A história em si é muito pessoal para ele. Mel e Danny estão prontos para rodar, então apenas dependemos do roteiro”, contou o produtor na ocasião. Vale lembrar que a franquia também foi adaptada para a TV numa série conturbada de 2016, que teve o intérprete televisivo de Riggs, o ator Clayne Crawford, demitido ao final da 2ª temporada por “mau comportamento”, após ataques de estrelismo e até agressões físicas contra o colega Damian Wayans, intérprete de Roger Murtaugh. A atração foi cancelada logo em seguida, ao final de seu terceiro ano, que acabou em fevereiro de 2019 num cliffhanger (gancho para a continuação) sem resolução.

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  • Etc

    Polícia abre inquérito para apurar denúncia contra Claudia Raia

    18 de novembro de 2020 /

    A Polícia Civil de São Paulo instaurou inquérito para apurar denúncia contra a atriz Claudia Raia por suposto exercício ilegal da profissão de educadora física. Ela foi denunciada pelo Conselho Federal de Educação Física (CONFEF) após publicar vídeo nas redes sociais coordenando aula fitness. Para o Conselho, Claudia Raia promoveu sessão de educação física “sem possuir conhecimento científico ou capacitação técnica para tanto”. A prática pode se caracterizar em Exercício Ilegal da Profissão, artigo 47 da Lei das Contravenções Penais (exercer profissão ou atividade econômica ou anunciar que a exerce, sem preencher as condições a que por lei está subordinado o seu exercício). Por conta desta denúncia, ela já tinha prestado depoimento em agosto na 2ª Delegacia de Polícia da Divisão de Investigações sobre Infrações contra a Saúde Pública, onde teria relatado que os exercícios físicos foram elaborados pelo seu personal trainer Marcos Prado, formado em Educação Física. Um vídeo de 6 minutos apontado pela denúncia traz a atriz e o marido, Jarbas Homem de Mello, praticando atividades físicas no apartamento do casal, mas o texto cita o personal trainer dela como responsável pela rotina. “Eu e o Jarbas Homem de Mello junto com o seu personal Marcos Leme do Prado montamos com muito amor outro treininho pra gente seguir com a nossa rotina de exercícios. A ideia é manter nosso bem estar físico e mental, vamos todos juntos? Vocês poderão repetir até 3 vezes cada exercício, seguindo uma série de 10. E lembrem-se de fazer as pequenas pausas, sempre de 01 a 02 minutos. E o principal: curta a atividade com quem vocês amam, respirem e tomem muita água”, diz o texto, que também cita o De acordo com a atriz, o personal coordenou e acompanhou todo o treinamento no apartamento, e que, portanto, “em momento algum esteve desassistida por profissional regularmente habilitado na área de saúde”. Segundo Raia, a ideia de gravar o vídeo surgiu após diversos pedidos de seguidores como uma forma de motivá-los no começo da quarentena, em março. A atriz informou que “em momento algum objetivou auferir lucros financeiros com a divulgação do vídeo em questão”, mas, sim, “incentivar a atividade física e uma vida mais saudável”. O Ministério Público se manifestou no sentido de que o caso seja remetido ao Juizado Especial Criminal, que julga infrações com menor potencial ofensivo (cuja pena máxima seja menor que dois anos). No dia 6 de novembro, a juíza Gabriela Marques Bertoli acolheu o requerimento do MP e determinou a remessa para o Juizado Especial Criminal. Veja abaixo o post que gerou o inquérito. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Claudia Raia (@claudiaraia)

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  • Filme

    Documentário sobre Babenco é escolhido para representar o Brasil no Oscar 2021

    18 de novembro de 2020 /

    A Academia Brasileira de Cinema (ABC) anunciou nesta quarta-feira (18/11) que o documentário “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou”, de Bárbara Paz, será o candidato oficial do Brasil para tentar uma vaga entre os indicados na categoria do próximo Oscar de Melhor Filme Internacional. O filme, que chega ao circuito cinematográfico na quinta-feira que vem (26/11), é uma crônica dos últimos dias do diretor Héctor Babenco (“Carandiru”, “Pixote”), diretor argentino que virou brasileiro por afinidade, morto em 2016, depois de décadas lutando contra o câncer. Esta é a primeira vez que um documentário é escolhido pela comissão nacional. No ano passado, quando “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, concorreu ao Oscar de Melhor Documentário, ele foi selecionado por uma comissão americana, enquanto o candidato oficial do Brasil foi “A Vida Invisível”, de Karim Aïnouz, que acabou não entrando na lista. A escolha deste ano também foi a primeira sem participação do governo federal. Os responsáveis foram profissionais do setor: os diretores de fotografia Afonso Beato e Lula Carvalho, os produtores Clelia Bessa, Leonardo Monteiro de Barros, Renata Magalhães e Rodrigo Teixeira, e os cineastas Laís Bodanzky, Roberto Berliner e Viviane Ferreira. Os também cineastas Andre Ristum e Toni Venturi serviram de membros suplentes do grupo. “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou” teve uma trajetória internacional premiada, vencendo, entre outros, o troféu de Melhor Documentário do Festival de Veneza do ano passado. Além dele, a lista de filmes avaliada ainda incluiu “A Divisão”, “A Febre”, “Alice Júnior”, “Aos Olhos de Ernesto”, “Casa de Antiguidades”, “Cidade Pássaro”, “Jovens Polacas”, “M8”, “Macabro”, “Marighella”, “Minha Mãe É uma Peça 3”, “Narciso em Férias”, “Pacarrete”, “Pureza”, “Sertânia”, “Todos os Mortos”, “Três Verões” e “Valentina”. A última vez que um filme selecionado pela comissão oficial conseguiu chegar entre os finalistas e obter indicação ao Oscar foi em 1999, com “Central do Brasil” (de 1998) – que também emplacou o nome de Fernanda Montenegro na categoria de Melhor Atriz. Antes disso, só “O Pagador de Promessas” (1962), “O Quatrilho” (1995) e “O que É Isso, Companheiro?” (1997) conseguiram ser indicados ao troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas do EUA (AMPAS). O primeiro corte dos candidatos ao troféu acontecerá no dia 9 de fevereiro, quando serão revelados os títulos pré-selecionados pela AMPAS para seguir na disputa. Já os cinco finalistas à categoria de Melhor Filme Internacional só serão conhecidos durante o anúncio de todas as indicações ao Oscar, previsto para acontecer no dia 15 de março. A cerimônia de premiação, por sua vez, está marcada para 25 de abril de 2021.

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  • Filme

    Zoe Saldana e Jennifer Garner se juntam a Ryan Reynolds em aventura da Netflix

    18 de novembro de 2020 /

    As atrizes Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”) e Jennifer Garner (“Clube de Compras Dallas”) entraram no elenco de “The Adam Project”, aventura de ficção científica da Netflix, que será estrelada por Ryan Reynolds (o “Deadpool”). A produção será o segundo filme seguido de Reynolds com direção de Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”). Os dois também fizeram “Free Guy: Assumindo o Controle”, que deveria estrear em dezembro, mas saiu do calendário de lançamentos da Disney devido à pandemia de coronavírus. “The Adam Project” mostrará Reynolds viajando ao passado para ajudar uma versão adolescente dele mesmo. Garner viverá a mãe do jovem Adam (Reynolds), enquanto Saldana será sua esposa nos dias atuais. A premissa, que lembra “De Volta ao Futuro” (1985), é de um antigo projeto abandonado, chamado “Our Name Is Adam”, que foi escrito por T.S. Nowlin (roteirista da trilogia “Maze Runner”) e quase virou filme em 2012, com Tom Cruise no papel principal. O roteiro atual foi refeito por Jonathan Tropper (criador da violenta série “Banshee”). A produção está a cargo dos estúdios Skydance e Paramount, que reforçam suas parcerias com a Netflix após o sucesso de “The Old Guard”. Reynolds também vem de vários projetos com a Netflix, como “Esquadrão 6” e o vindouro “Red Notice”, assim como as duas atrizes. Garner acaba de rodar a comédia “Yes Day” e Saldana vai estrelar a minissérie “From Scratch” na plataforma.

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  • Série

    Woke é renovada para 2ª temporada

    17 de novembro de 2020 /

    A plataforma Hulu renovou “Woke”, nova série de comédia estrelada por Lamorne Morris, o Winston de “New Girl”. A atração que terá 2ª temporada é baseada na vida e na arte do cartunista Keith Knight (criador da história em quadrinhos “The K Chronicles”) e aborda um tema absolutamente atual: o racismo estrutural. Criada pelo próprio artista em parceria com Marshall Todd (roteirista de “Uma Turma do Barulho”), a série traz Morris como Keef, um ilustrador e cartunista que vive em San Francisco. Bem-sucedido, ele tem uma visão cor-de-rosa do mundo, até virar alvo de ação racista da polícia. A partir do momento em que sente a dor do preconceito na própria pele, começa a alucinar e ver seus personagens animados onde quer que vá, forçando-o a reconsiderar sua visão de mundo e sua própria arte. O elenco também inclui o comediante T. Murph, a ex-integrante do “Saturday Night Live” Sasheer Zamata e o ator Blake Anderson (da série “Workaholics”). A estreia aconteceu em 9 de setembro nos EUA, mas ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil. Confira o trailer da série abaixo.

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  • Filme

    Diretor de Cine Holliúdy filma nova comédia no Ceará

    17 de novembro de 2020 /

    O diretor Halder Gomes, de “Cine Holliúdy” e “O Shaolin do Sertão”, já está rodando um novo filme no Ceará: a comédia “Bem-vinda a Quixeramobim”. Ele vem registrando os bastidores da produção no Instagram, com diversas imagens que podem ser conferidas abaixo. A produção conta com um elenco repleto de famosos do cinema e da televisão como Edmilson Filho, protagonista dos filmes de Halder, Luís Miranda, com atuações em humorísticos como “Zorra” e “A Grande Família”, Carri Costa, integrante da série baseada em “Cine Holliúdy”, Silvero Pereira, que ficou conhecido como o Lunga de “Bacurau, as atrizes Monique Alfradique e Chandelly Braz, estrelas de diversas novelas da Globo, e os humoristas cearenses Falcão e Bolachinha. Embora a trama ainda não tenho sido divulgada oficialmente, o filme deve girar em torno de uma carioca que chega no sertão em busca de uma herança. As filmagens acontecem em Juatama, zona rural de Quixadá, e em outras áreas entre os munícipios de Quixadá e Quixeramobim, e também incluirão cenas em Fortaleza e Sobral. Devido a pandemia de coronavírus, a produção, que segue os atuais protocolos sanitários, será mais demorada que o habitual, o que joga a estreia de “Bem-vinda a Quixeramobim” para o final de 2021 ou até mesmo 2022. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halder Gomes🎬Film director (@haldergomes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halder Gomes🎬Film director (@haldergomes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halder Gomes🎬Film director (@haldergomes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halder Gomes🎬Film director (@haldergomes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halder Gomes🎬Film director (@haldergomes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Halder Gomes🎬Film director (@haldergomes)

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  • Série

    Alice in Borderland: Série baseada em mangá ganha terceiro trailer legendado

    17 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou um novo trailer de “Alice in Borderland”. Já é o terceiro. Todos foram legendados e disponibilizados nas páginas internacionais da plataforma no YouTube, demonstrando uma aposta na produção japonesa que não se vê em outras séries do serviço de streaming. O que incentiva essa atenção é que se trata de uma adaptação de mangá popular do Japão. A obra de Haro Aso, inclusive, já rendeu uma minissérie de anime (Imawa no Kuni no Arisu) em 2014. Na trama, um grupo de jovens vai parar num universo paralelo, que é exatamente igual a Tóquio, só que deserto. A princípio, eles acreditam ser as únicas pessoas desse mundo, mas logo descobrem outros habitantes e as regras do lugar: para permanecerem vivos, terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência. A série tem direção de Shinsuke Sato, responsável pela adaptação live-action de “GantZ”, mangá cultuadíssimo que pode ser considerado uma influência em “Alice in Borderland”. Ele também assinou “A Sociedade da Espada” (2001), o excelente terror de zumbis “I Am Hero” (2015), a continuação “Death Note: Iluminando um Novo Mundo” (2016) e o filme de “Bleach” (2018). Curiosamente, todas essas produções foram baseadas em mangás famosos. Já o elenco destaca Kento Yamazaki (da versão japonesa de “Good Doctor”) e Tao Tsuchiya (dos filmes de “Samurai X”). A 1ª temporada será lançada no dia 10 de dezembro.

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  • Filme

    Vanessa Kirby brilha em trailer da Netflix rumo ao Oscar de Melhor Atriz

    17 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Pieces of a Woman”, filme que já rendeu o troféu de Melhor Atriz para a inglesa Vanessa Kirby (a princesa Margaret de “The Crown”) no Festival de Veneza deste ano. A prévia é uma mostra de seu desempenho impactante, como uma mãe que precisa lidar com a perda do filho num parto que dá errado em sua casa. A plataforma adquiriu o filme logo após o anúncio da conquista em Veneza e antes da estreia do drama na América do Norte, que aconteceu poucos dias depois, durante o Festival de Toronto, com o objetivo de fazer campanha intensiva para Kirby levar o Oscar. O trailer também surge uma segunda aposta na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante para a veterana Ellen Burnstyn (“Interestelar”), que interpreta a mãe da protagonista. Curiosamente, os tradutores que barbarizam com títulos surreais nos lançamentos da plataforma no Brasil não foram convocados para trabalhar em “Pieces of a Woman”, que está sendo divulgado para os assinantes com a denominação original em inglês (a tradução literal seria “pedaços de uma mulher”). Na trama, após perder o filho no parto, a personagem de Kirby inicia uma odisseia de um ano de luto, que atinge seu marido (Shia LaBeouf, de “Ninfomaníaca”), sua mãe (Ellen Burstyn) e sua parteira (Molly Parker, de “Perdidos no Espaço”). Ela é uma executiva muito rígida, casada com um operário da construção civil de passado volátil, e os dois encontraram o amor apesar da diferença de classes e esperavam ansiosamente seu primeiro filho. Mas complicações com a parteira interrompem o planejado parto em casa, jogando o casal num drama devastador. O filme inclui entre seus fãs o cineasta Martin Scorsese, que se tornou produtor do longa após sua finalização, justamente para facilitar as negociações de sua distribuição internacional. O diretor de “O Irlandês” teria sido peça-chave para o acordo com a empresa de streaming. “Pieces of Woman” tem roteiro de Kata Wéber e direção de Kornél Mundruczó, dois cineastas húngaros que repetem as parcerias de “Deus Branco” (White God, 2014) e “Lua de Júpiter” (2017). O filme marca a estreia do casal em inglês e reflete a jornada de superação da perda do filho deles na vida real, enquanto as cenas de julgamento que finalizam a história foram inspiradas por um caso real de 2010, que levou uma parteira aos tribunais da Hungria. A estreia está marcada para 7 de janeiro “só na Netflix”.

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  • Filme,  Música

    Documentário do show de Emicida no Theatro Municipal ganha trailer

    17 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer do documentário “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, dedicado ao show do rapper Emicida no Theatro Municipal, de São Paulo, no ano passado. Além das cenas das gravações do espetáculo, que destacam a participação de Pabblo Bittar e Majur na apresentação ao vivo de “AmarElo”, a prévia também destaca os bastidores da produção e conta com cenas narradas por Emicida sobre o movimento negro e a importância de fazer o show num palco que é marco da cultura brasileira. O filme tem direção de Fred Ouro Preto (sobrinho de Dinho, do Capital Inicial), que assinou vários clipes de Emicida, e sua proposta pretende estabelecer um elo entre o show e dois momentos importantes da história e da cultura passados dentro e fora do Municipal: a Semana de Arte Moderna de 1922 e a fundação do Movimento Negro Unificado (MNU) em 1978. “São quatro décadas que separam a nossa ascensão ao palco do Theatro Municipal do encontro das pessoas do MNU naquelas escadarias. Então, subir ali e gritar ‘obrigado, MNU’ pro mundo é para que eles saibam que é da luta deles que nasce um sonhador como o Emicida”, diz o rapper, no comunicado do projeto. Com 90 minutos, o documentário tem lançamento marcado para o dia 8 de dezembro. Além disso, a Netflix e a produtora Laboratório Fantasma (criada por Emicida e seu irmão Fióti), tem um segundo projeto em desenvolvimento, que será lançado em 2021.

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  • Série

    Criador de Boardwalk Empire desiste de fazer série derivada do filme de Batman

    17 de novembro de 2020 /

    A série derivada do próximo filme de Batman perdeu o responsável por seu desenvolvimento, o produtor-roteirista Terence Winter. Criador de “Boardwalk Empire” e “Vinyl”, Winter seria o showrunner da atração da HBO Max, mas teve “diferenças criativas” com o diretor Matt Reeves, que está à frente do filme e deste projeto. Aparentemente, a visão de Winter não correspondia ao que Reeves e outros produtores tinham em mente para a série. A produtora 6th & Idaho, de Reeves, já está em busca de um novo showrunner para a atração, que pretende acompanhar os detetives do DPGC, o departamento de polícia de Gotham City, enfrentando a criminalidade e a corrupção nas ruas da cidade. A ideia é inspirada nos quadrinhos de “Gotham Central”, criado pelos roteiristas Ed Brubaker e Greg Rucka. Ainda sem título definido, a série se passaria durante o “Ano Um” da carreira de Batman. Isto localiza a trama num período posterior à “Gotham”, série que se encerrou no ano passado justamente com o surgimento do herói. Na verdade, porém, ela seria um prólogo do novo filme, que Reeves já disse ser ambientado durante o “Ano 2” do personagem-título. Ao anunciar o projeto em agosto passado, o diretor não esclareceu se Batman ou mesmo o Comissário Gordon de seu longa-metragem aparecerão na série, mas observou que a trama seguirá um policial que luta contra a corrupção dentro da GCDP (departamento de polícia de Gotham). Enquanto isso acontece, o mito do Cavaleiro das Trevas começa a crescer, então provavelmente a série fará referências ao herói. Dito isto, não está claro se as estrelas de “Batman”, Robert Pattinson (Batman/Bruce Wayne) e Jeffrey Wright (James Gordon) aparecerão no lançamento da HBO Max.

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  • Filme

    Quentin Tarantino vai transformar Era uma Vez em Hollywood em livro

    17 de novembro de 2020 /

    O diretor Quentin Tarantino fechou contrato com a editora HarperCollins para lançar dois livros. O primeiro será uma versão de “Era uma vez em Hollywood”, enquanto o segundo será uma obra de não-ficção chamada “Cinema Speculation”, sobre o cinema dos anos 1970. O romance vai aprofundar detalhes da vida dos dois protagonistas do filme indicado em dez categorias do Oscar: o ator de TV Rick Dalton e seu dublê Cliff Booth. Nos cinemas, eles foram interpretados por Leonardo DiCaprio e Brad Pitt, respectivamente. “As ‘versões romanceadas’ de filmes foram os primeiros livros adultos que li na década de 1970”, disse Tarantino em comunicado sobre o projeto. “E até hoje tenho um carinho enorme pelo gênero. Portanto, como um aficionado por adaptações romanceadas de cinema, tenho o orgulho de anunciar minha contribuição para este subgênero frequentemente marginalizado, mas amado na literatura. Também estou entusiasmado em explorar ainda mais meus personagens e seu mundo em um empreendimento literário que pode (espero) ser considerado ao lado de sua contraparte cinematográfica.” Já “Cinema Speculation” é descrito como um “mergulho profundo nos filmes dos anos 1970, uma rica mistura de ensaios, resenhas, escritos pessoais e especulações.” Tais especulações seriam similares à premissa de “Era uma Vez em Hollywood”, ponderando o que teria acontecido com personagens com finais diferentes de suas histórias conhecidas. Nenhuma das duas obras tem previsão de lançamento, mas a versão romanceada de “Era uma vez em Hollywood” ganhou capa para seu lançamento em paperback – como se chamam as versões mais baratas das obras literárias. Confira abaixo.

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