The Walking Dead: Esposa de Negan é destaque em vídeo da volta da série
A produtora Skybound divulgou um novo vídeo de “The Walking Dead”, que mostra as gravações em andamento, destaca os personagens principais e anuncia a data de estreia dos episódios extras da 10ª temporada. Além de enfatizar a volta de Maggie (Lauren Cohan), junto de seu filho Hershell, ao grupo de sobreviventes de Alexandria, a prévia apresenta um personagem desconhecido, vivido por Robert Patrick (“O Exterminador do Futuro 2”), e o visual de peruca esverdeada de Hilarie Burton (“Lances da Vida/One Tree Hill”), que vai estrear em flashbacks como Lucille, a esposa de Negan (Jeffrey Dean Morgan). Burton e Morgan são casados na vida real. Originalmente, o 10º ano de produção deveria se encerrar no capítulo “A Certain Doom” em abril, mas, devido à pandemia de coronavírus, o episódio só foi ao ar em 1º de outubro passado. Só que, depois disso, o canal pago AMC decidiu ampliar a temporada com a encomenda de mais seis episódios adicionais. Os capítulos extras decorrem da decisão de encerrar a série no 11º ano de produção. Com isso, o equivalente a uma 12ª temporada completa foi absorvido pela programação remanescente. Desta forma, a 10ª temporada foi estendida para chegar a 22 capítulos e a 11ª terá mais episódios que todas as demais – 24. Ao todo, a produção tem ainda 30 programas inéditos para exibir até sair do ar – ou seja, o equivalente a duas temporadas, que serão apresentados como uma temporada completa e um terço extra. A série retomará sua história do ponto em que parou, num episódio batizado de “Home Sweet Home” e agendado para o dia 28 de fevereiro. A estreia vai acontecer no mesmo dia no Brasil, onde “The Walking Dead” é exibida pelo canal pago Fox.
Era uma vez em Hollywood: Livro de Quentin Tarantino será lançado no Brasil
O primeiro livro de ficção de Quentin Tarantino já tem editora no Brasil. A Intrínseca comprou os direitos da versão romanceada de “Era uma vez em Hollywood”, uma obra que expande a trama do filme homônimo, que recebeu dez indicações ao Oscar deste ano. Prevista para o meio de 2021, a obra contará novas histórias de vários personagens do filme, principalmente do ator de TV Rick Dalton e seu dublê Cliff Booth (interpretados no cinema por Leonardo DiCaprio e Brad Pitt, respectivamente), tanto antes quanto depois da história apresentada no filme. Replicando o estilo do longa, o livro colocará os dois interagindo com personagens reais e fictícios. “As ‘versões romanceadas’ de filmes foram os primeiros livros adultos que li na década de 1970”, disse Tarantino em comunicado sobre o projeto. “E até hoje tenho um carinho enorme pelo gênero. Portanto, como um aficionado por adaptações romanceadas de cinema, tenho o orgulho de anunciar minha contribuição para este subgênero frequentemente marginalizado, mas amado na literatura. Também estou entusiasmado em explorar ainda mais meus personagens e seu mundo em um empreendimento literário que pode (espero) ser considerado ao lado de sua contraparte cinematográfica.”
Netflix anuncia contratação de Bruna Marquezine
A Netflix oficializou a contratação de Bruna Marquezine. Sem revelar qual será o primeiro projeto da atriz, a plataforma fez o anúncio com um vídeo que “coloca” a brasileira em algumas de suas principais produções, como “Dark”, “Gambito da Rainha” e “Elite”. Confira a rebatizada #BruFlix abaixo. Apesar da falta de detalhes, a atriz poderá ser vista em breve em pelos menos dois projetos da plataforma, um deles já completamente gravado. Ela estará em “Conquest”, série estrelada e produzida por Keanu Reeves (“John Wick”), que foi rodada em São Paulo e Santos com direção de Carl Rinsch (“47 Ronins”), e ainda não tem previsão de estreia. Além disso, vazamentos consistentes sugerem que ela deve fazer dobradinha com a melhor amiga Manu Gavassi no elenco de “Condom Ladies” (ou “Condom Lady” ou como quer que se chame), que também inclui Enzo Romani (“Me Chama de Bruna”), Sheron Menezzes (“Novo Mundo”) e Guilherme Winter (“Os Dez Mandamentos”). Mas, por enquanto, nada disso é oficial, porque, como demonstra o sigilo de seus números de audiência, a plataforma prefere manter muitas informações no escuro. Por sinal, o vídeo abaixo tem participações de Manu, referência a Bruno Gagliasso, outro ex-Globo contratado pela plataforma, além de incluir uma ligação de boas-vindas de Bobby Berk (“Queer Eye”) e uma divulgação paralela da nova série de Jorge Lopez (“Elite”) gravada no Brasil, “Temporada de Verão”. Não é só um sonho, gente. #BruFlix é real! Seja bem-vinda, @BruMarquezine 💘 pic.twitter.com/YhXlROvSXi — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 23, 2020
Disney vai exibir série animada de Miguel Falabella
O ator e roteirista Miguel Falabella emplacou sua primeira série animada na Disney. Em parceria com a ilustradora Vivian Suppa, ele é um dos autores de “Os Óculos Mágicos de Charlotte”, que vai estrear no canal pago Disney Júnior em 14 de dezembro. Com 22 episódios, a atração irá ao ar diariamente, sempre às 17h15. Escrita por Falabella e desenhada por Suppa, que tem mais de 160 livros ilustrados e já ganhou dois prêmios Jabuti, a atração gira em torno de uma menina de sete anos que recebe de presente óculos mágicos que mostram o mundo como ele deveria ser. Apesar de úteis, eles têm um defeito: apenas mostram o ideal, não resolvem os problemas. Mas a partir desta visão, a protagonista Charlotte e seus amigos decidem promover mudanças em suas vidas. A inspiração da série nasceu de uma noite de insônia da filha de Suppa. Durante o começo da adolescência, ela apareceu no atelier da mãe para questioná-la sobre os problemas sociais do mundo. As perguntas da filha não eram nada simples e terminavam com mais questionamentos. E como deixam isso acontecer? A conversa avançou noite adentro e combinaram de escrever um livro sobre o poder da educação e de atitudes que podem fazer a diferença. E assim surgiu a ideia dos óculos mágicos que fariam com que as pessoas vissem como o mundo poderia ser, motivando as pessoas a transformarem isso em realidade. O livro ilustrado foi publicado em 2016, mas a ideia acabou florescendo até virar série animada, que surgiu em 2018 em um canal independente do YouTube, o Canal da Charlotte, que tem vários vídeos publicados – mas parou de ser atualizado há três meses, provavelmente pela mudança na mídia de exibição. Suppa, Falabella e o diretor Filipe Fratino criaram um novo estúdio de animação para tocar o projeto, chamado de O Mundo de Charlotte. Veja abaixo a introdução original da personagem.
Netflix prepara série ambientada no universo da música sertaneja
Diante do sucesso de “Sintonia”, série que reflete o universo da música funk, a Netflix está planejando lançar outro drama brasileiro de temática musical. Segundo o colunista Fefito, a plataforma deve dar início em janeiro às gravações de uma atração ambientada em torno da indústria da música sertaneja. A série vai falar sobre música sertaneja e também mostrar os bastidores dessa indústria. Elenco e elenco já teriam sido escalados, apesar de ainda não terem sido anunciados. A produção estaria a cargo da produtora Coração da Selva, que tem em seu portfólio filmes como “Praia do Futuro”, “Chorar de Rir” e “Onde Está a Felicidade”. A Netflix deve divulgar maiores detalhes – na verdade, os primeiros detalhes oficiais – em breve. Vale lembrar que, em julho, a plataforma lançou sua primeira atração sertaneja, o documentário “Amor Sertanejo”, escrito e dirigido por Fabrício Bittar (“Os Exterminadores do Além Contra a Loira do Banheiro”) e com participação de Luan Santana, Naiara Azevedo, Chitãozinho e Xororó.
Vai Que Cola: Globo vai exibir série do Multishow a partir de dezembro
Depois de agendar um especial de fim do ano com o humorístico “220 Volts”, a Globo vai trazer para sua programação mais um comédia do Multishow originalmente estrelada pelo comediante Paulo Gustavo (de “Minha Mãe É uma Peça”). A rede de TV vai começar a exibir “Vai Que Cola” em 21 de dezembro, no horário do talk show “Conversa com Bial”, que entrará em férias. Será uma espécie de tapa-buraco na grade da emissora, previsto para ficar no ar até março. Mas seu desempenho pode ter desdobramentos. Como diz o título da produção, vai que cola. A ideia é aproveitar os muitos episódios existentes e não exibir uma temporada inédita. Será uma edição com os “melhores momentos” dos primeiros anos da série, quando Paulo Gustavo era o protagonista. Ele estrelou as quatro primeiras temporadas e depois passou a fazer esporádicas participações especiais. O elenco da atração também destaca Catarina Abdalla, Marcus Majella e Cacau Protásio. Criada por Leandro Soares em 2013, “Vai Que Cola” é uma sitcom de cenário fixo, gravada ao vivo diante de uma plateia. Este é um formato clássico, que acompanha a TV brasileira desde a época de “Família Trapo” (1967-1971), na rede Tupi, mas as novas gerações talvez só conheçam por “Sai de Baixo” e “Toma Lá, Dá Cá”. Na trama original, o malandro Valdomiro Lacerda (Paulo Gustavo) precisa se esconder após uma falcatrua. Assim, troca sua vida de luxo no Leblon por um quartinho em uma pensão, localizada nos subúrbios do Rio de Janeiro, onde precisa conviver com tipos suburbanos e adotar um estilo de vida que não está acostumado. O programa é considerado um grande sucesso e já ganhou até mesmo dois filmes para o cinema. Curiosamente, sua 8ª temporada também vai estrear em dezembro. Os episódios inéditos começarão a ser exibidos no Multishow no próximo dia 30, com o reforço de Paulinho Gogó, que interpretará um porteiro.
Ninguém Tá Olhando e Órfãos da Terra vencem o Emmy Internacional
A 48ª edição do Emmy Internacional, premiação voltada à produção televisiva mundial, consagrou em sua cerimônia de 2020, realizada nesta segunda (23/11) em Nova York, duas produções brasileiras: “Órfãos da Terra”, da TV Globo, venceu a categoria de Melhor Novela, enquanto a precocemente cancelada “Ninguém Tá Olhando”, da Netflix, foi eleita Melhor Série de Comédia. O cancelamento deixa a Netflix sem graça para comemorar a vitória, mas não seus criadores, o cineasta Daniel Rezende (“Bingo: O Rei das Manhãs”, “Turma da Mônica: Laços”), que também dirigiu episódios da atração, Teodoro Poppovic (“3%”) e Carolina Markowicz (“O Órfão”). Lançada em novembro do ano passado, a série destacava em seu elenco Kéfera Buchmann (“Eu Sou Mais Eu”), mas tinha como protagonista Victor Lamoglia (“Socorro, Virei uma Garota!”), como o mais novo integrante de uma repartição celestial dos anjos da guarda. Ou melhor, Angelus, que usam camisa e gravata para trabalhar e proteger os humanos. A trama mostrava um Céu burocratizado e a rebelião do anjo vivido por Lamoglia, que decide ignorar as regras do trabalho, que considera arbitrárias, para ajudar mais humanos que o permitido, entre eles a cativante Miriam (Kéfera), o veterinário Sandro (Leandro Ramos) e Richard (Projota), um homem que teve o coração partido. E assim sua atitude acaba contagiando outros anjos – como Julia Rabelo (“Porta dos Fundos”), Danilo de Moura (“Sequestro Relâmpago”), Augusto Madeira (“Bingo: O Rei das Manhãs”) e Telma Souza (“Ò Paí Ó”). Os produtores apostaram num elenco repleto de YouTubers – Kéfera Buchmann, Victor Lamoglia, Júlia Rabello e Leandro Ramos. Mas a Netflix não considerou que eles atraíam interesse suficiente para merecer investimento em sua continuação. Ao todo, o Brasil disputou sete prêmios no Emmy Internacional deste ano. Entre os cinco que bateram na trave, o destaque era Andréa Beltrão na vaga de Melhor Atriz por sua interpretação de Hebe Camargo em “Hebe – A Estrela do Brasil”, filme transformado em minissérie pela Globo. Mas a brasileira perdeu para uma veterana atriz britânica, Glenda Jackson, pelo telefilme “Elizabeth is Missing”. Outro filme que a Globo transformou em minissérie, “Elis – Viver é Melhor que Sonhar”, originalmente uma cinebiografia da cantora Elis Regina, também perdeu a disputa de sua categoria. O vencedor foi o telefilme “Responsible Child”, que também rendeu o prêmio de Melhor Ator para o menino Billy Barratt, de 13 anos. Ele superou o brasileiro Raphael Logam, que concorria por seu trabalho em “Impuros”. Fechando a participação de brasileiros no Emmy Internacional 2020, “Refavela 40” disputou o troféu de Melhor Programa de Arte, mas quem levou foi o francês “Vertige de la Chute”, enquanto “Canta Comigo” perdeu para o australiano “Old People’s Home for 4 Year Olds” na lista da categoria Entretenimento não-roteirizado. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Melhor Série de Drama “Delhi Crime” – Índia Melhor Série de Comédia “Ninguém tá Olhando” – Brasil Melhor Filme para TV / Minissérie “Responsible Child” – Reino Unido Melhor Ator Billy Barratt em “Responsible Child” – Reino Unido Melhor Atriz Glenda Jackson em “Elizabeth is Missing” – Reino Unido Melhor Série Curta “#martyisdead” – República Tcheca Melhor Novela “Órfãos da Terra” – Brasil Melhor Documentário “For Sama” – Reino Unido Melhor Entretenimento Não-roteirizado “Old People’s Home for 4 Year Olds” – Austrália Melhor Programa de Arte “Vertige de la Chute” (Ressaca) – França (VENCEDOR) Melhor Programa de Língua Estrangeira Exibido nos Estados Unidos “20th Annual Latin GRAMMY®? Awards” – Estados Unidos (VENCEDOR) “La Reina del Sur” – Estados Unidos
Sia briga com a comunidade autista ao lançar o trailer de seu primeiro filme
A cantora Sia comprou briga com a comunidade autista por conta de seu primeiro longa-metragem, “Music”, que ela escreveu e dirigiu. Sia diz que queria homenagear essa comunidade, mas escalou sua protegida, a dançarina Maddie Ziegler, no papel de uma garota autista, e o trailer do longa, revelado no fim de semana, mostrou a jovem apresentando um comportamento meio abobado e totalmente diferente das pessoas que sofrem desse mal. A polêmica estourou junto do trailer, após a interpretação de Ziegler ser considerada “ofensiva” e “imprecisa” nas redes sociais, o que deu início a uma troca de insultos entre Sia e autodeclarados autistas. A situação saiu tanto do controle que até organizações dedicadas ao atendimento de autistas decidiram fazer campanha de boicote contra o filme. Sia acabou tuitando que ficou “muito confusa” com a negatividade em relação ao seu trabalho. Uma atitude bem diferente do entusiasmo demonstrado ao lançar o trailer. A atriz irlandesa Bronagh Waugh foi a primeira a questionar Sia sobre a polêmica interpretação de Ziegler. “Posso perguntar por que você não escalou um ator deficiente para este papel?”, ela escreveu no Twitter. “É muito ofensivo a maneira que você escolheu para retratar essa personagem. Pessoas com deficiência não estão quebradas e não precisam de conserto.” Ao ver o comentário, Sia respondeu que tentou “representar amorosamente a comunidade”. Isso desencadeou várias críticas contestando o resultado, com muitos perguntando por que um ator deficiente não poderia ter interpretado o papel. Sia tentou se defender, dizendo a certa altura: “Duh. Passei três anos pesquisando, acho que é por isso que estou tão chateada. ” Ela afirmou que contratou muitas “crianças com habilidades especiais” para trabalhar no filme, incluindo uma garota do espectro, antes de escalar Ziegler. “Ela achou desagradável e estressante”, disse Sia sobre a jovem do espectro. Neste ponto, uma seguidora se ofereceu, dizendo que ela e várias outras atrizes autistas estariam disponíveis para o papel. Ao que Sia respondeu: “Talvez você seja apenas uma atriz ruim”. As respostas atravessadas acabaram gerando ainda mais raiva dentro da comunidade que Sia supostamente estava tentando agradar, até a Sociedade Nacional de Autismo do Reino Unido dizer que “Sia entendeu tudo errado” e a Associação Americana de Pessoas com Deficiências conclamar: “Não assistam ao filme da Sia”. Diante disso, Sia defendeu suas opções e pediu que criticassem o produto acabado, não o trailer. Mas fez o pedido de maneira, digamos, pouco educada, com palavrões. “Grrr. F*** f**ida, por que vocês não assistem meu filme antes de julgá-lo?”, ela escreveu no Twitter. “FÚRIA.” Este piti acabou gerando reação de uma proeminente celebridade deficiente, a atriz Marlee Martlin, vencedora do Oscar por “Filhos do Silêncio” (1986). “Querida Sia, como todo respeito como colega artista, é esse o tipo de resposta que você deseja que as pessoas vejam ao discutir um tópico tão importante, como pessoas com autismo? Por favor, não seja surda ao que eles têm a dizer”, escreveu Matlin. O filme será lançado em fevereiro, junto com o disco de sua trilha sonora. Veja abaixo o trailer que irritou os autistas e a reação que levou Marlee Martlin a se pronunciar. Dear @Sia, With respect as a fellow artist, is this the kind of response you want people to see when discussing such an important topic such as people with Autism? Please don't be deaf to what they have to say. Marlee Matlin — Marlee Matlin (@MarleeMatlin) November 21, 2020
Monster Hunter: Milla Jovovich enfrenta galeria de monstros gigantes em novo trailer
A Sony divulgou dois pôsteres japoneses e um novo trailer chinês de “Monster Hunter”, filme baseado no jogo de mesmo nome da Capcom. Repleto de cenas inéditas, o vídeo enfatiza a galeria de criaturas da produção, que são nomeadas. Com orçamento de US$ 60 milhões, “Monster Hunter” foi rodado na África do Sul e volta a reunir a atriz Milla Jovovich com o maridão, o diretor Paul W.S. Anderson, depois da parceria em “Resident Evil” – e por coincidência em nova adaptação de videogame com monstros. De acordo com a sinopse oficial, o filme acompanha a tenente Artemis (Jovovich) e seus fieis soldados, que “são transportados do nosso mundo para um novo mundo” e “têm o choque da suas vidas”, quando se veem em uma “desesperada batalha de sobrevivência contra inimigos poderosos, enormes e imparáveis”. Neste combate, “eles se unirão a um homem misterioso que descobriu um jeito de lutar contra as criaturas”. O elenco também destaca Tony Jaa (“xXx: Reativado”), T.I. Harris (“Homem-Formiga e a Vespa”), Meagan Good (“Shazam!”), Ron Perlman (“Hellboy”), Diego Boneta (“Scream Queens”), Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Jannik Schümann (“Submersão”), Hirona Yamazaki (“Startup Girls”) e a brasileira Nana Costa (“Entre Irmãs”) em sua estreia em Hollywood. Após um leve adiamento, a estreia encontra-se marcada para 31 de dezembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos EUA.
Valentina é o grande vencedor do Festival Mix Brasil
O Festival Mix Brasil anunciou neste domingo (22/11) os vencedores de sua 28ª edição, dando grande destaque para “Valentina”, de Cássio Pereira dos Santos, que foi premiado duplamente como Melhor Filme, tanto pelo júri quanto pelo público. Além do Coelho de Ouro, premiação máxima do festival, e o Coelho de Prata do Público, “Valentina” também recebeu prêmios de Melhor Interpretação, vencido pela atriz Thiessa Woinbackk, e de Melhor Roteiro, escrito pelo diretor do filme. O longa fez sua estreia mundial em agosto no Outfest Los Angeles, onde Thiessa Woinbackk também recebeu o Grande Prêmio de Melhor Interpretação. No Brasil, a première aconteceu na recente Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que consagrou o longa como Melhor Filme na escolha do público, além de rende uma menção honrosa do júri para a atriz Thiessa Woinbackk. O filme conta a história de uma jovem trans que se muda para o interior de Minas com a mãe, Márcia (Guta Stresser), para um recomeço. Com receio de ser intimidada na nova escola, a garota busca mais privacidade e tenta se matricular com seu nome social. No entanto, a menina e a mãe começam a enfrentar dilemas quando a escola começa a exigir, de forma injusta, a assinatura do pai ausente (Rômulo Braga) para realizar a matrícula. Os produtores descrevem “Valentina” como “um retrato esperançoso e inspirador das dificuldades da vida real enfrentadas por uma jovem que busca abraçar quem ela é”. “Foi um longo caminho para criar o roteiro e descobrir a linguagem cinematográfica mais apropriada para ‘Valentina’, sete anos de trabalho até chegarmos ao resultado final”, disse o diretor Cássio Pereira dos Santos, em comunicado. A consagração do trabalho reforça os esforços de uma nova geração de cineastas brasileiros, que estão se notabilizando por inovar as representações da sexualidade e identidade no cinema, especialmente com temática trans, por meio de uma abordagem afirmativa e inspiradora. O elenco e equipe do longa também foram compostos em grande parte por membros da comunidade LGBTQI+, a começar pela protagonista Thiessa Woinbackk, influencer digital que estreia no cinema. Também vale ressaltar que canção original do filme, “Eu Nasci Ali”, é uma parceria da banda paranaense Tuyo (responsável pela trilha do longa) com a cantora e compositora Xan, outro talento trans envolvido na produção. Para chegar nas telas, o filme produzido de forma independente pela Campo Cerrado Produções contou com o apoio da Secretaria do Audiovisual e do edital de Longas de Baixo Orçamento de 2016 (SAV/Ancine), em parceria com o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Por sinal, é importante ressaltar que o apoio financeiro aconteceu durante outro governo. O atual governo brasileiro, ao contrário, não apoia “este tipo” de filme e, desde que assumiu o comando da política cultural nacional, ninguém mais viu a cor da verba do FSA. Por isso, para lançar “Valentina” nos cinemas os produtores estão organizando uma campanha de financiamento coletivo na internet. Os recursos arrecadados serão usados para ações de divulgação e esforços de distribuição, com o objetivo de levar o filme a mais cidades e espectadores. Para apoiar a campanha, basta acessar o link www.catarse.me/valentinafilme Veja abaixo o trailer do vencedor do Festival Mix Brasil e a lista completa com todos os premiados. Vencedores do Festival Mix Brasil 2020 Coelho de Ouro – Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil Melhor Longa-Metragem Brasileiro: “Valentina”, de Cássio Pereira dos Santos Melhor Curta-Metragem Brasileiro: “A Mordida”, de Pedro Neves Marques Coelho de Prata – Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil de Longas Melhor Direção: Coraci Ruiz, por “Limiar” Melhor Roteiro: Cássio Pereira dos Santos, por “Valentina” Melhor Interpretação: Thiessa Woinbackk, por “Valentina” Menção Honrosa: “Mães do Derick”, de Dê Kelm Coelho de Prata – Prêmio do Júri da Mostra Competitiva Brasil de Curtas Melhor Direção: Victor di Marco e Márcio Picoli, por “O que Pode um Corpo?” Melhor Roteiro: Matheus Farias e Enock Carvalho, por “Inabitável” Melhor Interpretação: Luciana Souza, por “Inabitável” Menção Honrosa: Castiel Vitorino Brasileiro, de “Inabitáveis” Coelho de Prata – Prêmio do Público Melhor Longa-Metragem Nacional: “Valentina”, de Cássio Pereira dos Santos Melhor Longa-Metragem Internacional: “Pequena Garota”, de Sébastien Lifshitz (França) Melhor Curta-Metragem Nacional: “Letícia, Monte Bonito, 04”, de Julia Regis Melhor Curta-Metragem Internacional: “Cauda de Sereia”, de Alba Barbé i Serra (Espanha) Prêmio Canal Brasil de Curtas: “Inabitáveis”, de Anderson Bardot Prêmio SescTV: “O que Pode um Corpo?”, de Victor di Marco e Márcio Picoli Bolsa Ateliê Bucareste: Julia Leite, pela fotografia de “Letícia, Monte Bonito, 04”
Elenco de The Crown se despede de seus papéis
A Netflix divulgou uma despedida do elenco da 4ª temporada de “The Crown”. No vídeo, que pode ser conferido abaixo, Olivia Colman (a Rainha Elizabeth II), Helena Bonham Carter (Princesa Margaret), Erin Doherty (Princesa Anne), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Josh O’Connor (Príncipe Charles) falam de sua jornada ao longo de dois anos com seus personagens, o sentimento de deixar a produção e o desejo de boa sorte para seus substitutos nas próximas duas temporadas, que encerrarão a atração. Este elenco será substituído por Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”) no papel da Rainha Elizabeth II, Lesley Manville (indicada ao Oscar por “Trama Fantasma”) como a Princesa Margaret, Jonathan Pryce (“Dois Papas”) na pele do Príncipe Philip, Dominic West (da série “The Affair”) será o Príncipe Charles, mas a intérprete de Anne, a filha da rainha, ainda não foi definida. Além destes, a princesa Diana, que foi vivida por Emma Corrin, passará a ser interpretada por Elizabeth Debicki (“Tenet”). Será a terceira mudança completa de intérpretes desde o começo da série, para refletir o envelhecimento dos personagens, conforme a trama avança no tempo. E também será a última, uma vez que a produção irá se encerrar na 6ª temporada. The cast of seasons 3 and 4 of The Crown say their goodbyes ❤️🥺🔚 pic.twitter.com/Kckt9QtnJm — Netflix UK & Ireland (@NetflixUK) November 20, 2020
Astros de Riverdale, Batwoman, Legacies e Nancy Drew homenageiam Supernatural
A rede The CW divulgou um vídeo em que os elencos de quatro séries, representantes de sua programação, homenageiam “Supernatural”, encerrada há três dias, após 15 anos de exibição nos EUA. O registro traz atores de “Riverdale”, “Batwoman”, “Legacies” e “Nancy Drew” alternando-se em agradecimentos, aplausos, citações e reconhecimentos à série mais longeva do canal. “Vocês realmente abriram o caminho para o resto de nós e reconhecemos muito isso”, diz Cole Sprouse, à frente do elenco de “Riverdale”. Intitulado “Carry On”, o capítulo final foi exibido na noite de quinta-feira (19/11) nos EUA e dividiu opiniões, lotando as redes sociais com comentários emocionados, de quem chorou muito e também de quem ficou enraivecido pela forma como tudo acabou. A temporada final está sendo exibida no Brasil pelo canal pago Warner com duas semanas e meia de atraso em relação à transmissão americana. Desta forma, o último capítulo da série criada por Eric Kripke chegará à programação nacional no dia 6 de dezembro.
Veja a cena final de despedida de Supernatural
A cena final de “Supernatural” foi divulgada na internet. Mas ela não traz nenhum spoiler, pois acontece após o último momento roteirizado da série. Basicamente uma cena pós-créditos, consiste de uma despedida de Jensen Ackles e Jared Padalecki, que interpretaram os irmãos Dean e Sam Winchester durante 15 anos, incluída como forma de agradecimento direto aos fãs que possibilitaram uma jornada tão longa. “Obrigado aos fãs. Através de sangue, suor, risadas e lágrimas, vocês nos mantiveram na ativa por 15 anos”, diz Ackles no vídeo. “Nós nunca estaríamos aqui sem o seu amor, apoio, então, obrigado. Ficaremos eternamente gratos pela oportunidade de ter interpretado estes personagens por tanto tempo”, completa Padalecki. Quando a câmera se afasta, a imagem revela também Jim Beaver (Bobby) e toda a equipe de produção da série, reunidos sobre a ponte canadense em que a trama terminou. Intitulado “Carry On”, o capítulo final foi exibido na noite de quinta-feira (19/11) nos EUA e dividiu opiniões, lotando as redes sociais com comentários emocionados, de quem chorou muito e também de quem ficou enraivecido pela forma como tudo acabou. A temporada final está sendo exibida no Brasil pelo canal pago Warner com duas semanas e meia de atraso em relação à transmissão americana. Desta forma, o último capítulo da série criada por Eric Kripke chegará à programação nacional no dia 6 de dezembro.












