Warner coloca máscaras em seus personagens por campanha de conscientização
A Warner se associou ao CDC (Centro de Controle de Doenças, na sigla em inglês) e ao Ad Council, organização sem fins lucrativos americana que produz, distribui e promove anúncios de serviço público em nome de vários patrocinadores, para uma campanha de conscientização do uso de máscaras de proteção contra o coronavírus. Intitulada “Mask Up America”, a campanha concebida pela parceira apresenta diversos personagens da Warner, como Harry Potter, Mulher-Maravilha, Flash, Arlequina, Coringa, Dr. Evil, Neo, Furiosa, Bilbo, Coringa e até o Rick de “Casablanca”, entre outros, usando máscaras de proteção contra o coronavírus. Confira abaixo como ficam as cenas clássicas do cinema com os personagens mascarados.
Carolina Dieckmann revela que roubo de fotos íntimas não tirou vontade de mandar nudes
A atriz Carolina Dieckmann, no ar em reprises de “Laços de Família”, revelou que nunca deixou de mandar nudes, mesmo depois que suas fotos íntimas vazaram para o público. Numa entrevista ao podcast “Calcinha Larga”, Dieckmann comentou o impacto do roubo de suas fotos, que aconteceu em 2012 e inspirou uma lei apelidada com seu nome, tipificando delitos ou crimes de informática. Ela lembrou que sofreu reprovação do público por mandar nudes, mas que sua atitude firme, ao buscar a polícia após o crime, foi importante para mudar essa percepção e criminalizar a prática. “Quando roubaram as minhas fotos e eu fui à delegacia, e para mim foi superdifícil… Seria muito mais fácil pegar, dar dinheiro para o cara e ‘Some’. Não! Fui à delegacia fazer o que é certo. Fui tão bombardeada. Começaram achar mais ou menos ok quando virou lei. Mas mesmo assim a pessoa me olha: ‘Mas pra quê você mandou foto para o seu marido?’ Eu acho que se fosse hoje eu já não precisaria me defender”, afirmou. Ela explicou que isso não mudou seu costume. “As pessoas me perguntam: ‘Você parou de mandar foto?’ E eu: ‘Não, gente! Agora além de tudo tem a lei!’ Primeiro, que não tem mais graça me ver pelada porque já viram. E, segundo, porque já tem lei. Então, está tudo certo”. Casada há 17 anos com o diretor Tiago Worcmann, a artista, que é mãe de dois filhos crescidos, conta que manteve o costume também porque a química permanece. “Eu acho ele lindo, o único cara com quem gostaria de estar. Não tem segredo. É uma coisa que ainda sinto, que só sinto por ele. Não sei muito… Mas ao longo do tempo você começa a tentar pensar o que de fato você fez que deu certo, entre aspas, e o que você fez que detonou um pedaço da relação. E eu acho que a minha relação com o Tiago é livre de mágoa. A gente fala tudo o que incomoda no momento em que está incomodado”.
Atriz de Buffy denuncia abuso e assédio moral de Joss Whedon, criador da série
Uma das séries mais cultuadas da TV americana, conhecida por passar uma imagem de empoderamento feminino, “Buffy: A Caça-Vampiros” tinha bastidores sombrios, que não refletiam sua mensagem. A revelação foi feita por Charisma Carpenter, que interpretou Cordelia Chase na atração e no seu derivado, “Angel: O Caça-Vampiros”. Em um post publicado em seu Instagram, a atriz revelou que manteve silêncio por quase 20 anos e que foi inspirada a contar sua história após Ray Fisher chamar publicamente o comportamento de Joss Whedon nos bastidores das refilmagens de “Liga da Justiça” de “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. “Me bateu forte, porque Joss tem um histórico de crueldade”, ela explicou. Segundo a atriz, o criador de “Buffy”, “Angel”, “Dollhouse”, “Firefly” e “Agents of SHIELD” “criou um ambiente hostil e tóxico desde cedo na minha carreira. Eu sei porque testemunhei. Repetidamente”. “Joss Whedon abusou de sua posição em várias ocasiões, enquanto trabalhava nos sets de ‘Buffy’ e ‘Angel'”, acusou Carpenter, afirmando que o assédio moral que sofreu do diretor-roteirista-produtor “desencadeou uma condição física crônica da qual ainda sofro”. Carpenter afirma que o criador de Buffy a chamou de “gorda” quando ela estava grávida de 4 meses, ameaçou demiti-la e fez as pessoas aprovarem esse comportamento no set. A atriz diz que, numa reunião, Whedon “me perguntou se eu ‘iria manter'” a gravidez. “Ele me acusou de sabotar o programa e me despediu sem cerimônias na temporada seguinte, após eu dar à luz”. Antes de despedi-la, porém, Whedon a teria obrigado a trabalhar mais horas que o costume, apesar da gravidez. Carpenter disse que “se sentiu impotente e sozinha”, mas, com um bebê a caminho, também sentiu que não tinha outra opção, então “engolir os maus-tratos e continuar”. Essa falta de poder, ela afirma, sugou a alegria de ser uma nova mãe. “Joss era o vampiro”, ela descreve, usando o tema da série. Em seu longo desabafo, publicado no Instagram nesta quarta-feira (10/2), ela também revelou ter testemunhado durante a investigação da WarnerMedia sobre o comportamento de Whedon. Disse que acreditava em Fisher e que foi sua demissão do filme “The Flash”, após fazer sua denúncia, que a fez vir à público. Foi “a gota d’água para mim”. Ela reforça a crítica: “Me incomoda e entristece que, em 2021, os profissionais ainda tenham que escolher entre a denúncia de irregularidades no local de trabalho e a segurança no emprego”. “Como mãe solteira, cuja subsistência da família depende do meu ofício, estou com medo [das repercussões]. Apesar do meu medo sobre o impacto no meu futuro, não posso mais ficar em silêncio. Isso já está atrasado e é necessário. Está na hora.” Vale observar que Whedon se afastou do comando de “The Nevers”, série que ele criou e na qual trabalharia como showrunner, diretor e roteirista, no final da investigação da WarnerMedia. Em um comunicado oficial sobre a investigação, a WarnerMedia disse que “medidas corretivas foram tomadas”, enquanto a HBO afirmou que seguiria com a produção do programa sem ele. Whedon também emitiu um comunicado, dizendo que os acontecimentos sem precedentes de 2020 afetaram sua vida de “maneiras que jamais poderia ter imaginado”. Descrevendo-se como “genuinamente exausto”, ele afirmou que agora focaria sua energia em sua vida pessoal, “que passará por mudanças animadoras”. Veja o post completo de Charisma Carpenter abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por CHARISMA CARPENTER⚡️ (@karazma)
Pedro Pascal apoia transição de gênero da irmã atriz
O ator chileno Pedro Pascal, também conhecido como o Mandaloriano da série da Disney+ (Disney Plus), demonstrou seu apoio à irmã mais jovem, após ela se declarar uma mulher transgênero. O astro de 45 anos compartilhou a capa da revista Ya, estampada por Lux Pascal, em seu Instagram. A revista traz Lux falando sobre sua transição pela primeira vez. Ela contou que começou a receber o tratamento hormonal em julho do ano passado e que o período de transição foi natural. “Minha transição foi algo muito natural para todos na minha família. É quase algo que eles esperavam que acontecesse”, acrescentou. Pedro Pascal confirmou. “Minha irmã. Meu coração. Nossa Lux”, ele escreveu no post. Assim como o irmão famoso, Lux é atriz. A jovem de 28 anos pode ser vista atualmente como o personagem masculino Benjamin na série “La Jauría”, disponibilizada em janeiro pela Amazon Prime Video. A série está renovada para sua 2ª temporada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Pedro Pascal he/him (@pascalispunk)
César 2021: Conheça os filmes indicados ao “Oscar francês”
A Academia das Artes e Técnicas do Cinema da França divulgou nesta quarta (10/2) os indicados ao César 2021, premiação equivalente ao Oscar francês. Curiosamente, o filme com maior número de indicações não teve consagração em festivais, o que é reflexo da não realização do Festival de Cannes, onde estava inscrito. O drama romântico “Les Choses Qu’On Dit, Les Choses Qu’On Fait”, conhecido pelo título internacional de “Love Affair(s)”, recebeu 13 indicações, incluindo Melhor Atriz (Camélia Jornada), Ator (Niels Schneider), Diretor (Emmanuel Mouret) e, claro, Melhor Filme. A falta de referência em festivais também acompanha “Adieu Les Cons” (Bye Bye Morons), de Albert Dupontel, que disputa 12 estatuetas. Mas há pelo menos um título bem conhecido entre os mais cotados: “Verão de 85” (Eté 85). O filme de François Ozon, que também concorre a 12 troféus, passou em vários eventos cinematográficos e disputou a premiação da Academia Europeia. Mas também não venceu nenhum prêmio europeu relevante. De fato, o filme mais premiado da lista teve apenas quatro indicações. Trata-se de “Nós Duas” (Deux), que disputa o César de Melhor Atriz com suas duas intérpretes, Martine Chevallier e Barbara Sukowa, além de Melhor Roteiro Original e Filme de Estreia, com o diretor Filippo Meneghetti. Este filme faz parte dos 15 títulos pré-selecionados ao Oscar de Melhor Filme Internacional. Entre os títulos conhecidos no Brasil, a lista do César também inclui o polêmico “Lindinhas” (Mignones), da Netflix, que disputa duas categorias, e o documentário “Adolescentes”, recém-lançado em VOD no Brasil, que concorre a cinco troféus. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Vale observar que, à exceção de “Adieu Les Cons”, todos os filmes citados são produções sobre sexualidade. A 46ª edição do César acontece em 12 de março, em Paris. Melhor Filme “Adieu Les Cons”, de Albert Dupontel “Adolescentes”, de Sébastien Lifshitz “Minhas Férias com Patrick”, de Caroline Vignal “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait”, de Emmanuel Mouret “Verão de 85”, de François Ozon Melhor Direção Albert Dupontel, por “Adieu Les Cons” Maîwenn, por “DNA” Sébastien Lifshitz, por “Adolescentes” Emmanuel Mouret, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” François Ozon, por “Verão de 85” Melhor Atriz Laure Calamy, por “Minhas Férias com Patrick” Martine Chevallier, por “Nós Duas” Virginie Efira, por “Adieu Les Cons” Camélia Jordana, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” Barbara Sukowa, por “Nós Duas” Melhor Ator Sami Bouajila, por “Un Fils” Jonathan Cohen, por “Enorme” Albert Dupontel, por “Adieu Les Cons” Niels Schneider, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” Lambert Wilson, por “De Gaulle” Melhor Filme Estrangeiro “1917”, de Sam Mendes “Corpus Christi”, de Jan Komasa “O Preço da Verdade”, de Todd Haynes “Druk: Mais Uma Rodada”, de Thomas Vinterberg “A Virgem de Agosto”, de Jonas Trueba Melhor Atriz Coadjuvante Fanny Ardant, por “DNA” Valeria Bruni Tedeschi, por “Verão de 85” Emilie Dequenne, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” Noémie Lvovsky, por “A Boa Esposa” Yolande Moreau, por “A Boa Esposa” Melhor Ator Coadjuvante Edouard Baer, por “A Boa Esposa” Louis Garrel, por “DNA” Benjamin Lavernhe, por “Minhas Férias com Patrick” Vincent Macaigne, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” Nicolas Mairé, por “Adieu Les Cons” Melhor Atriz Estreante Mélissa Guers, por “A Garota da Pulseira” India Hair, por “Poissonsexe” Julia Piaton, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” Camille Rutherford, por “Felicità” Fathia Youssouf, por “Cuties” Melhor Ator Estreante Guang Huo, por “La Nuit Venue” Félix Lefebvre, por “Verão de 85” Benjamin Voisin, por “Verão de 85” Alexandre Wetter, por “Miss” Jean-Pascal Zadi, por “Sou Francês e Preto” Melhor Roteiro Original Albert Dupontel, por “Adieu Les Cons” Caroline Vignal, por “Minhas Férias com Patrick” Emmanuel Mouret, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” Filippo Meneghetti & Malysone Bovorashy, por “Nós Duas” Benoît Delépine & Gustave Kerven, por “Apagar o Histórico” Melhor Roteiro Adaptado Olivier Assayas, por “Wasp Network: Rede de Espiões” Hannelore Cayre & Jean-Paul Salomé, por “La Daronne” François Ozon, por “Verão de 85” Stéphanie Demoustier, por “A Garota da Pulseira” Eric Barbier, por “Petit Pays” Melhor Fotografia Alexis Kavyrchine, por “Adieu Les Cons” Antoine Parouty & Paul Guilhaume, por “Adolescentes” Simon Beaufils, por “Minhas Férias com Patrick” Laurent Desmet, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” Hichame Alaouié, por “Verão de 85” Melhor Edição Christophe Pinel, por “Adieu Les Cons” Tina Baz, por “Adolescentes” Annette Dutertre, por “Minhas Férias com Patrick” Marital Salomon, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” Laure Gardette, por “Verão de 85” Melhor Figurino Mimi Lempicka, por “Adieu Les Cons” Madeline Fontaine, por “A Boa Esposa” Hélène Davoudian, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” Anaïs Romand & Sergio Ballo, por “De Gaulle” Pascaline Chavanne, por “Verão de 85” Melhor Design de Produção Carlos Conti, por “Adieu Les Cons” Thierry François, por “A Boa Esposa” David Faivre, por “Les Choses Qu”On Dit, Les Choses Qu”On Fait” Nicolas De Boiscuillé, por “De Gaulle” Benoît Barouh, por “Verão de 85” Melhor Animação “Calamity, Une Enfance De Martha Jane Cannary”, de Rémi Chayé “Josep”, de Aurel “Petit Vampire”, de Joann Sfar Melhor Documentário “Adolescentes”, de Sébastien Lifshitz “La Cravate”, de Etienne Chaillou & Mathias Théry “Cyrille Agriculteur, 30 Ans, 20 Vaches, Du Lait, Du Beurre, Des Dettes”, de Rodolphe Marconi “Histoire D”Un Regard”, de Mariana Otero “Un Pays Qui Se Tient Sage”, de David Du Fresne Melhor Filme de Estreia “Nós Duas”, de Filippo Meneghetti “Garçon Chiffon”, de Nicolas Maury “Lindinhas”, de Maïmouna Doucouré “Sou Francês e Preto”, de Jean-Pascal Zadi “Un Divan à Tunis”, de Manele Labidi Melhor Trilha Sonora Christophe Julien, por “Adieu Les Cons” Stephen Warbeck, por “DNA” Mateï Bratescot, por “Minhas Férias com Patrick” Jean-Benoït Dunckel, por “Verão de 85” Rone, por “La Nuit Venue”
Documentário faz Britney Spears se manifestar: “Cada pessoa tem sua história”
O documentário “Framing Britney Spears” (“Enquadrando Britney Spears”, em tradução literal) está dando o que falar nos EUA. E a própria Britney resolveu se manifestar. “Cada pessoa tem sua história e sua opinião sobre as histórias dos outros. Nós todos temos vidas lindas e brilhantes”, afirmou a cantora no Twitter. “Lembre-se, não importa o quanto a gente acha que sabe sobre a vida de uma pessoa. Nada se compara a própria pessoa vivendo sob a lente das câmeras”, continuou. O documentário produzido pelo The New York Times – e lançado na plataforma americana Hulu e no canal pago FX – analisa as polêmicas em torno da cantora, especialmente a ideia de que ela tem problemas mentais que a tornam incapaz e a tutela do pai sobre ela. Com um enfoque que destaca o machismo da mídia e bullying sistemático sofrido pela artista, o filme também destaca o movimento Free Britney, que defende o direito da cantora de decidir seu destino. “O documentário contribui para a conversa crítica que estamos tendo sobre mulheres, representação e trauma”, refletiu a crítica Patricia Grisafi, da emissora americana NBC. “Na tradição de tantas histórias de ‘mulheres loucas’ antes dela, “Framing Britney Spears” se pergunta o que acontece quando a porta é aberta para revelar não uma bruxa que espuma pela boca, mas nuances de um ser humano peculiar, totalmente competente”, acrescentou. Em nota ao final do documentário, o NYT observou que tentou entrar em contato com Britney para que ela participasse do projeto, mas “não está claro se ela recebeu nossos pedidos”. Isso porque a artista está desde 2008 proibida pela Justiça dos EUA de tomar decisões por conta própria. A tutela legal exercida pelo pai por preocupações com a sua saúde mental a obriga a pedir consentimento a ele para quase tudo, embora nestes anos ela tenha continuado a trabalhar como qualquer outro artista, inclusive com uma turnê permanente em Las Vegas. Seu tutor legal também administra todos os seus bens. Confira abaixo os comentários de Britney e o trailer do documentário. Each person has their story and their take on other people’s stories !!!! We all have so many different bright beautiful lives 🌹🌸🌷🌼!!! Remember, no matter what we think we know about a person's life it is nothing compared to the actual person living behind the lens 📷✨ !!!! — Britney Spears (@britneyspears) February 9, 2021
Conheça as 15 músicas semi-finalistas do Oscar 2021
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA revelou nesta terça (9/2) os 15 títulos pré-selecionados para disputar as cinco indicações da categoria de Melhor Canção Original na peneira do Oscar 2021. E a seleção tem de tudo, de músicas sérias de documentários à canções satíricas de comédia. Assim, a dramaticidade de “Turntables”, de Janelle Momae, que integra “Até o Fim: A Luta Pela Democracia”, e de Mary J Blige em “See What You’ve Done”, que ressoa no documentário “Belly of the Beast”, concorre com “Wuhan Flu”, uma piada de Sacha Baron Coen no filme “Borat: Fita de Cinema Seguinte”. Já houve um tempo em que a Academia destacava canções que marcavam época, como “What a Feeling”, de “Flashdance”, “I Just Called to Say I Loved You”, de “A Dama de Vermelho” ou até mesmo “Take My Breath Away”, de “Top Gun – Ases Indomáveis”, mas uma mudança das regras do Oscar passou a restringir hits para priorizar músicas que fossem parte indissociável dos filmes, fazendo com que canções ouvidas apenas nos créditos finais sejam ignoradas. Isto aumentou a quantidade de músicas de gozação, feitas como piadas de comédias, entre os indicados oficiais. Este ano, além do country de Borat, um electropop satírico da comédia musical “Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars” também está na disputa por uma indicação. Por outro lado, ainda há espaço para faixas comerciais, como a balada pop “Loyal Brave True”, cantada por Christina Aguilera em “Mulan”, e, reforçando uma tendência dos últimos anos, muito R&B, com destaque para “Fight For You”, de H.E.R., na trilha de “Judas e o Messias Negro”, e “Speak Now”, cantada por Leslie Odom Jr. em “Uma Noite em Miami”. Só não há uma faixa sequer de Sia no desastre chamado “Music”, que só os eleitores do Globo de Ouro acharam bom. Conheça abaixo as 15 canções semi-finalistas do Oscar 2021. “Turntables”, de “Até o Fim: A Luta Pela Democracia” “See What You’ve Done”, de “Belly of the Beast” “Wuhan Flu”, de “Borat: Fita de Cinema Seguinte” “Husavik”, de “Festival Eurovision da Canção: A Saga de Sigrit e Lars” “Never Break”, de “Vozes que Inspiram” “Make It Work”, de “Uma Invenção de Natal” “Fight For You”, de “Judas e o Messias Negro” “lo Sì (Seen)”, de “Rosa e Momo” “Rain Song”, de “Minari – Em Busca da Felicidade” “Show Me Your Soul”, de “Mr. Soul!” “Loyal Brave True”, de “Mulan” “Free”, de “O Grande Ivan” “Speak Now”, de “Uma Noite em Miami” “Green”, de “O Som do Silêncio” “Hear My Voice”, de “Os 7 de Chicago”
Sandra Bullock entra em filme de ação estrelado por Brad Pitt
A atriz Sandra Bullock (“Bird Box”) é a mais nova estrela a embarcar no thriller de ação “Bullet Train”, que será estrelado por Brad Pitt (“Era uma Vez em Hollywood”). Ela se junta a um elenco repleto de estrelas, que inclui Lady Gaga (“Nasce uma Estrela”), Joey King (“A Cabine do Beijo”), Aaron Taylor Johnson (“Godzilla”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Masi Oka (“Heroes”), Logan Lerman (dos filmes de “Percy Jackson”), Andrew Koji (“Warrior”), Hiroyuki Sanada (“Westworld”) e Karen Fukuhara (“The Boys”). Os detalhes do papel de Bullock no filme são desconhecidos. Até o presente, a Sony tem se recusado a comentar as informações sobre o elenco. As filmagens teriam começado em outubro, sinalizando que a participação de Bullock é pequena. De todo modo, será a primeira vez que Pitt e Bullock, dois vencedores do Oscar, atuarão juntos. Baseado no romance “Maria Beetle” de Kōtarō Isaka, o filme segue um grupo de assassinos que embarca no mesmo trem-bala em Tóquio com motivos conflitantes. Pitt seria um dos assassinos do longa, que está sendo descrito como um encontro entre “Velocidade Máxima” (1994) e “Sem Escalas” (2014) num trem. “Bullet Train” é uma produção da Columbia Pictures, com roteiro de Zak Olkewicz (produtor de “Quando as Luzes se Apagam”) e direção de David Leitch (“Deadpool 2”).
Cinema brasileiro fica fora do Oscar 2021
O Brasil ficou mais uma vez fora da disputa do Oscar de Melhor Filme Internacional. O país concorria a uma vaga com o documentário “Babenco: Alguém tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou”, de Barbara Paz, mas não conseguiu passar pela fase eliminatória. Nesta terça (8/1), a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA divulgou várias listas contendo semi-finalistas em algumas categorias do Oscar 2021, e o filme escolhido pela Academia Brasileira de Cinema (ABC) para representar o país não apareceu entre os 15 que continuam no páreo. A última vez que uma produção brasileira foi indicada à Melhor Filme Internacional aconteceu em 1999, quando a categoria ainda se chamava Melhor Filme em Língua Estrangeira. O feito coube a “Central do Brasil”, que também obteve uma indicação a Fernanda Montenegro como Melhor Atriz. O longa brasileiro perdeu para o italiano “A Vida É Bela”, enquanto Gwyneth Paltrow tirou – controvertidamente – o Oscar de Fernanda com “Shakespeare Apaixonado”. Além da vaga mais cobiçada, a obra de Barbara Paz também tinha esperança de entrar na disputa de Melhor Documentário, após o bom desempenho de “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, no ano passado. Mas isso também não aconteceu. O cinema nacional tampouco conseguiu as indicações que buscava nas categorias de Curta Animado, onde alimentava sonhos com “Umbrella”, de Helena Hilario e Mario Pece, e de Curta Documental, na qual buscava encaixar “Carne”, da diretora Camila Kater. Nenhum desses filmes contou com apoio do governo brasileiro para conseguir suas indicações, graças à paralisação da Ancine e a uma visão ideológica anti-Cultura. Agora, a única chance do país ser representado no Oscar 2021 se concentra em “Bacurau”, com chances remotas nas categorias técnicas. Embora não tenha sido indicado pela ABC ao Oscar Internacional, onde teria chances maiores, o thriller de Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho passou a ser considerado elegível para categorias técnicas após seu lançamento nos EUA no ano passado. O feito de um filme brasileiro disputar prêmios com os lançamentos americanos já aconteceu antes com o fenômeno “Cidade de Deus”, que apesar de barrado na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira em 2003, concorreu a nada menos que quatro Oscars em 2004: Melhor Fotografia, Edição, Roteiro e Direção. Os 15 filmes que ainda estão na disputa das cinco indicações de Melhor Filme Internacional são: “Quo Vadis, Aida?” – Bósnia e Herzegovina “El Agente Topo” – Chile “Charlatan” – República Tcheca “Druk – Mais Uma Rodada” – Dinamarca “Nós Duas” – França “La Llorona” – Guatemala “Shaonian de ni” – Hong Kong “Crianças do Sol” – Irã “La Nuit des Rois” – Costa do Marfim “Ya No Estoy Aquí” – México “Håp” – Noruega “Colectiv” – Romênia “Dorogie Tovarishchi” – Rússia “Yangguang Puzhao” – Taiwan, “The Man Who Sold His Skin” – Tunísia E os 15 filmes na disputa de Melhor Documentário são: “Até o Fim: A Luta pela Democracia” “Boys State” “Collective” “Crip Camp: Revolução pela Inclusão” “As Mortes de Dick Johnson” “Gunda” “MLK/FBI” “El Agente Topo” “Professor Polvo” “Notturno” “The Painter and the Thief” “76 Days” “Time” “The Truffle Hunters” “Bem-vindo à Chechênia”
Search Party é renovada para 5ª temporada
A HBO Max anunciou a renovação de “Search Party” para sua 5ª temporada. Além disso, também fechou um contrato geral para desenvolvimento de novos conteúdos com os criadores da comédia de humor negro, Charles Rogers e Sarah-Violet Bliss. O comunicado com essas informações foi divulgado cerca de duas semanas após a estreia dos episódios finais da 4ª temporada. “Charles e Sarah-Violet são os mestres da mistura de gêneros e mal podemos esperar para ver o que eles vão fazer a seguir”, disse Sarah Aubrey, chefe de conteúdo original da HBO Max, na nota enviada à imprensa. “Não poderíamos estar mais felizes por eles continuarem a chamar a HBO Max de sua casa.” “Estamos emocionados que a HBO Max não só deu ao mundo uma 5ª temporada de ‘Search Party’, mas também mostrou muita fé em nossa parceria para desenvolvermos novos projetos para a plataforma”, acrescentaram Bliss e Rogers. “Search Party” gira em torno de um pequeno grupo de hipsters nova-iorquinos, que buscam estar sempre na moda, mas essa obsessão os arrasta a situações perigosas, tornando-os suspeitos e até vítimas de crimes. O elenco é encabeçado por Alia Shawkat (“Arrested Development”), John Reynolds (“Stranger Things”), John Early (“O Artista do Desastre”), Meredith Hagner (série “Younger”) e Brandon Micheal Hall (“Deus Me Adicionou”). Pouco conhecida no Brasil, a série teve suas duas primeiras temporadas exibidas pelo canal pago TBS, mas acabou mudando para o streaming na 3ª temporada, que foi disponibilizada junto com o lançamento da HBO Max. A mudança de mídia acabou tornando a produção ainda mais insana que o habitual.
Atriz de Borat 2 vai estrelar comédia inspirada nos bastidores de Jurassic World 3
A atriz búlgara Maria Bakalova, revelada ao mundo em “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, emplacou seu segundo filme em Hollywood. Ela faz parte do elenco grandioso revelado nesta terça (9/2) pelo diretor e roteirista Judd Apatow (“Descompensada”, “Bem-vindo aos 40”) para nova comédia, intitulada “The Bubble”, que será lançada pela Netflix. Na produção, ela vai aparecer ao lado de vários famosos, como Karen Gillan (“Jumanji: Próxima Fase”), Pedro Pascal (“The Mandalorian”), David Duchovny (“Arquivo X”), Keegan-Michael Key (“A Festa de Formatura”), Fred Armisen (“Moonbase 8”), Peter Serafinowicz (“Guardiões da Galáxia”), além da esposa do diretor, Leslie Mann (“Mulheres ao Ataque”), e sua filha Iris Apatow (“Bem-vindo aos 40”). Com gravações marcadas para a próxima semana em Londres, o longa vai acompanhar um grupo de atores e atrizes presos num hotel, dentro de uma “bolha” de proteção contra a pandemia, enquanto tentam concluir um filme de franquia de grande orçamento. A meta-comédia teria sido inspirada nos bastidores de “Jurassic World: Domínio”, que manteve seu elenco preso durante meses num hotel em Londres para completar as filmagens do blockbuster em meio à pandemia. Apesar da referência, os personagens serão diferentes. O roteiro foi escrito por Apatow em parceria com Pam Brady (“Hamlet 2”). “The Bubble” ainda não possui data de estreia.
Roteirista de Juno assina piloto de série live-action das Meninas Superpoderosas
A rede americana The CW encomendou oficialmente o piloto de uma série live-action (com atores reais) baseada na série animada “As Meninas Superpoderosas”, do Cartoon Network. A série está sendo desenvolvida pelas roteiristas Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno” e autora da vindoura cinebiografia de Madonna) e Heather V. Regnier (“Veronica Mars”, “Sleepy Hollow”) em parceria com o megaprodutor Greg Berlanti (criador do Arroverso). Mas não conta com envolvimento do criador da série original, Craig McCracken (que atualmente comanda “Kid Cosmic” na Netflix). Uma das séries mais populares do Cartoon Network, “As Meninas Superpoderosas” foi ao ar originalmente de 1998 a 2005 e rendeu até um longa-metragem em 2002. Uma nova versão da série, desenvolvida por Nick Jennings e Bob Boyle, foi lançada em 2016 e durou três temporadas, até o ano passado. O projeto live-action pretende ser uma continuação de tudo isso, mostrando Florzinha, Lindinha e Docinho já crescidas, com mais de 18 anos e ressentidas pelo fato de terem perdido a infância para combater o crime. Só que o mundo vai precisar delas mais uma vez. Curiosamente, a série original já teve um episódio em que as Meninas viraram Adolescentes Superpoderosas. Confira abaixo como a adolescência atrapalha o combate ao crime.
Amazon fará série com livros da autora de Para Todos os Garotos que Já Amei
A Amazon vai aproveitar o sucesso que Jenny Han conseguiu na Netflix com a adaptação de sua trilogia “Para Todos os Garotos” para lançar uma série baseada em outro trio de livros da escritora. A própria Jenny Han vai escrever o piloto da série, que é baseada na “Trilogia Verão”, iniciada com a publicação de “O Verão Que Mudou Minha Vida” em 2009. “‘O Verão Que Mudou Minha Vida’ foi feito há muitos anos, e estou muito animada de contar a história de Belly em 2021. Para os fãs de longa data, acho que a espera terá valido a pena. Para os que estão descobrindo a ‘Trilogia Verão’, espero que se apaixonem por esses personagens e esse lugar que é tão querido para mim”, afirmou a escritora em comunicado. A história de “O Verão Que Mudou Minha Vida” gira em torno da amizade entre uma garota e dois irmãos que decidem disputar seu coração, colocando-a num dilema terrível aos 15 anos de idade. A trama segue por uma década, acompanhando a entrada de Belly na faculdade e também a evolução de seu relacionamento familiar. A responsável pela produção da série é Gabrielle Stanton, produtora-roteirista de “The Flash” e “Haven”. A série terá oito episódios, mas ainda não escalou elenco e nem possui previsão de estreia.












