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30 de setembro de 2026
  • Filme

    Emma Stone é Cruella no trailer do novo filme da Disney

    17 de fevereiro de 2021 /

    A Disney divulgou o primeiro trailer de “Cruella”, filme em que Emma Stone encarna a vilã Cruella De Vil, que queria transformar os cãezinhos de “101 Dálmatas” em casaco de peles. A prévia demonstra que a trama não é uma história alternativa sobre como a vilã foi mal-julgada, ao estilo de “Malévola”. Emma Stone diz com todas as letras que sua personagem é uma psicopata e aparece se deliciando como piromaníaca. Resta saber como o clima sombrio será apresentado para as crianças, pois o trailer não é engraçado. É assustador. Mas Tim Burton fez carreira com esse tipo de tom híbrido em seus filmes. Concebido como um prólogo, o novo longa vai se passar nos anos 1970, em Londres, e mostrará Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que aos poucos vai desenvolvendo uma fascinação por peles de animais — especialmente, é claro, dálmatas. Por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, é produtora executiva do projeto. A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vem a referência fashion. E ganhou roteiro final de Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e o elenco também conta com Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Emily Beecham (“Into the Badlands”), Joel Fry (“Yesterday”) e Mark Strong (“Shazam!”). A estreia está marcada para 28 de maio nos cinemas. Veja abaixo os trailers em versões legendada e dublada em português.

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  • Etc

    Dwayne Johnson diz que pode concorrer à presidência dos EUA “se o povo quiser”

    17 de fevereiro de 2021 /

    O astro de filmes de ação Dwayne Johnson pode concorrer à presidência dos EUA. Em entrevista ao jornal USA Today, ator das franquias “Velozes e Furiosos” e “Jumanji” afirmou que consideraria entrar numa campanha para disputar o cargo. “Se o povo quiser, eu vou pensar seriamente nisso. Estou sendo sincero, e não quero soar convencido. Tudo depende do povo… Eu vou esperar e ouvir o que o povo tem a dizer”, ele afirmou. Também conhecido como The Rock, apelido de seus tempos da luta livre profissional, Johnson já tinha falado antes que poderia entrar na política para disputar a presidência. Em uma série de entrevistas em 2016 e 2017, ele disse que estava considerando a possibilidade. Além disso, pela primeira vez nas eleições presidenciais de 2020, ele fez posts políticos e pediu votos para Joe Biden e Kamala Harris. Na ocasião, Johnson se definiu como um independente (nome dado a políticos nos EUA que não são nem democratas, nem republicanos) e centrista. Lançada na noite de terça (16/2), a série de comédia “Young Rock”, que aborda a infância e adolescência do astro, até usa a possível campanha à presidência como fonte de piadas. Em algumas cenas, Johnson aparece em 2032 como candidato ao cargo.

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  • Filme

    Emma Stone vira vilã da Disney no pôster de Cruella

    16 de fevereiro de 2021 /

    A Disney divulgou o primeiro cartaz oficial de “Cruella”, novo filme baseado na história dos “101 Dálmatas”. A imagem em preto e branco retrata a protagonista Emma Stone no papel da vilã do título e anuncia a estreia para o mês de maio – data jamais alterada pela pandemia. A tipografia escolhida para grafar o nome da atriz e a maquiagem utilizada pela personagem reforça o tom punk rock da produção, introduzido pela primeira foto oficial de Emma Stone no papel, revelada em agosto de 2019 na D23 Expo, a “Comic Con da Disney”. Intitulado “Cruella”, o filme vai contar a história da vilã que ficou famosa graças ao desenho animado “A Guerra dos Dálmatas” (1961), primeira adaptação do livro infantil de Dodie Smith realizada pela Disney. Na época, a tradução caprichou para apresentá-la no Brasil com o ótimo nome de Malvina Cruela. Mas a Disney renegou a denominação nacional quando a personagem ganhou carne-e-osso pela primeira vez. Ela virou Cruella De Vil, seu nome em inglês, na interpretação de Glenn Close (“Guardiões da Galáxia”) em 1996. Além disso, o filme também preservou o título original do livro, “101 Dálmatas” – que virou “102 Dálmatas” na continuação do ano 2000. Concebido como um prólogo, o novo longa vai se passar nos anos 1970 – o que explica as alusões à estética punk. Escrito por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e com direção de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”), o filme também conta com Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”) e Joel Fry (“Yesterday”) em seu elenco. O primeiro trailer será revelado nesta quarta (17/2).

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  • Série

    Young Rock: Dwayne Johnson comenta trailer da série sobre sua juventude

    16 de fevereiro de 2021 /

    A rede NBC divulgou um trailer comentado de “Young Rock”, série sobre a juventude de Dwayne “The Rock” Johnson (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”), que estreia nesta terça (16/2) na TV americana. O próprio The Rock apresenta a prévia, sugerindo que todos os fatos da série aconteceram de verdade, embora se materializem como piadas de uma sitcom. A comédia autobiográfica enfoca três fases da vida de Dwayne Johnson, décadas antes de virar um astro de Hollywood. A série vai acompanhar simultaneamente sua infância em uma família envolvida com o circuito de luta-livre profissional, a puberdade passada entre diversas escolas e o fim da adolescência como jogador de futebol americano na Universidade de Miami. Por conta disso, a atração terá três atores diferentes no papel do Jovem Rock: Adrian Groulx (The Rock aos 10 anos), Bradley Constant (aos 15) e Uli Latukefu (aos 20). Com poucos trabalhos na carreira, Adrian Groulx foi visto no telefilme “The Christmas Cure” (2017). Bradley Constant participou do drama indie “Following Phil” (2018). E Uli Latukefu é conhecido por diversas séries, de “Marco Polo” a “Doctor Doctor”. O elenco principal ainda conta com Joseph Lee Anderson (“Harriet”) como o pai Rocky Johnson, Stacey Leilua (“Um Cupido Caiu do Céu”) como a mãe Ata Johnson e Ana Tuisla (“Liliu”) como a avó Lia Maivia. Desenvolvida por Nahnatchka Khan (criadora de “Fresh Off the Boat”), a série também tem produção e participação especial de Johnson. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Sindicato dos Roteiristas destaca filmes de streaming em indicações de prêmio

    16 de fevereiro de 2021 /

    O Sindicato dos Roteiristas dos Estados Unidos (WGA, na sigla em inglês) divulgou nesta terça-feira (16/2) a lista dos indicados ao seu prêmio anual, WGA Awards, que será entregue em 21 de março. As nomeações ajudam a reforçar a campanha de “Judas e o Messias Negro”, chamam atenção para a seriedade com que a indústria trata a comédia “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, alertam para o subestimado “Palm Springs”, insistem no superestimado “O Som do Silêncio”, preparam a vitória de “Os 7 de Chicago” e incluem “O Tigre Branco”, que até então só tinha sido lembrado pelo Spirit Awards. Mas as surpresas ocupam vagas de filmes esperados, como “Minari – Em Busca da Felicidade”, “Nomadland”, “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre” e “First Cow”, exemplares do bom cinema indie americano, premiados mundialmente e que não foram lançados em streaming. Em compensação, a WGA indicou nove filmes de streaming, dos quais quatro foram produzidos pela Netflix. De forma impressionante, todos os cinco indicados na categoria de Melhor Roteiro Adaptado são produções de streaming, numa competição particular entre Netflix e Amazon. Confira abaixo a lista dos roteiros de filmes que concorrem a prêmios. Melhor Roteiro Original “Judas e O Messias Negro” – Will Berson, Shaka King, Kenny Lucas e Keith Lucas; Warner Bros. “Palm Springs” – Andy Siara e Max Barbacow; Hulu “Bela Vingança” – Emerald Fennell; Focus Features “O Som do Silêncio” – Darius Marder, Abraham Marder e Derek Cianfrance; Amazon Studios “Os 7 de Chicago” – Aaron Sorkin; Netflix Melhor Roteiro Adaptado “Borat: Fita de Cinema Seguinte” – Sacha Baron Cohen, Anthony Hines, Dan Swimer, Peter Baynham, Erica Rivinoja, Dan Mazer, Jena Friedman, Lee Kern e Nina Pedrad; Amazon Studios “A Voz Suprema do Blues” – Ruben Santiago-Hudson; Netflix “Relatos do Mundo” – Paul Greengrass e Luke Davies; Netflix “Uma Noite em Miami” – Kemp Powers; Amazon Studios “O Tigre Branco” – Ramin Bahrani; Netflix Melhor Roteiro de Documentário “Até o Fim: A Luta Pela Democracia” – Jack Youngelson; Amazon Studios “The Dissident” – Mark Monroe e Bryan Fogel; Briarcliff Entertainment “Herb Alpert Is…” – John Scheinfeld; Abramorama “Red Penguins” – Gabe Polsky; Universal Pictures “Totally Under Control” – Alex Gibney; Neon

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  • Filme

    After: Depois do Desencontro ganha trailer com cenas picantes

    16 de fevereiro de 2021 /

    A Diamond Filmes divulgou o trailer legendado do terceiro filme da franquia “After”. Intitulado “After: Depois do Desencontro”, o filme mostra o casal Tessa (Josephine Langford) e Hardin (Hero Fiennes Tiffin) dividindo-se entre cenas picantes e melodrama. Espécie de “Cinquenta Tons de Cinza” sem perversões e para adolescentes, as adaptações dos livros de Anna Todd são um fiasco de público e crítica, mas continuam sendo produzidos, com o quarto já em filmagens. Com míseros 17% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o primeiro “After” refletia sua origem como fanfic, ao materializar todos os clichês do gênero, em que uma protagonista romântica recatada encontrava um rebelde bonitão e “perdia a cabeça”. A continuação, “After: Depois da Verdade”, foi considerada ainda pior com apenas 14% de aprovação e fez apenas US$ 2 milhões nas bilheterias dos EUA em 2020 – antes da pandemia. Quem não esperava voltar a ver Tessa e Hardin novamente depois desse vexame, tem a chance de acompanhar o casal balançar com revelações sobre seus pais, em meio a reconciliações e rompimentos familiares, sex tapes, mentiras e segredos. E muito melodrama mesmo. Apesar da volta de Langford e Tiffin como protagonistas, o elenco foi praticamente todo mudado, com a inclusão de Kiana Madeira (“Gatunas”), Chance Perdomo (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Mira Sorvino (“Hollywood”), Stephen Moyer (“True Blood”) e Arielle Kebbel (“Midnight, Texas”) em papéis interpretados por outros atores até então. A direção é de Castille Landon (“Albion: O Garanhão Encantado”), que ainda comandará o quarto capítulo, “After Ever Happy”. Não há previsão de estreia.

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  • Filme

    Astro de Bridgerton vai estrelar filme de Dungeons & Dragons

    16 de fevereiro de 2021 /

    O ator britânico Regé-Jean Page está aproveitando o sucesso de “Bridgerton” para participar de seu primeiro filme de grande orçamento. Ele entrou na nova adaptação de “Dungeons & Dragons”, juntando-se a Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”) e Justice Smith (“Pokémon – Detetive Pikachu”) no elenco da produção da Paramount Pictures. Nenhum deles teve seus papéis revelados, mas o site The Hollywood Reporter que Regé-Jean Page terá destaque na trama. O filme tem roteiro e direção da dupla Jonathan Goldstein e John Francis Daley, especialistas em comédias que dirigiram o remake de “Férias Frustradas”, grande fracasso de bilheteria, e “A Noite do Jogo” (2018), uma das comédias mais engraçadas dos últimos anos. Eles também são os autores do roteiro de “Homem-Aranha: De Volta para Casa” (2017). Passada num mundo de magos, dragões e guerreiros, como os filmes de “O Senhor dos Anéis” e a série “Game of Thrones”, a adaptação de “Dungeons and Dragons” virou prioridade da Hasbro, que fabrica o jogo de tabuleiro, depois que a empresa comprou seu próprio estúdio de cinema, eOne, em dezembro de 2019. O filme é uma coprodução da Paramount com a eOne. Vale lembrar que “Dungeons and Dragons” já ganhou algumas adaptações anteriores. A mais popular foi uma série animada dos anos 1980, conhecida no Brasil como “Caverna do Dragão”, que durou três temporadas. Em 2000, a Warner lançou (via New Line) a primeira adaptação live-action de cinema, “Dungeons & Dragons – A Aventura Começa Agora”, que mais parecia uma comédia infantil e se provou um desastre de público e crítica.

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  • Etc

    Gina Carano era reincidente e descobriu sua demissão pelas redes sociais

    16 de fevereiro de 2021 /

    A atriz e ex-lutadora de MMA Gina Carano revelou que descobriu sua demissão de “The Mandalorian” (The Mandalorian) pelas redes sociais. Entretanto, seu desligamento da série aconteceu após receber uma advertência anterior da Lucasfilm. O motivo foi o mesmo que levou ao fim de sua participação na série: posts ofensivos no Twitter. Em entrevista ao site de Bari Weiss (ex-redatora do New York Times), ela revelou que não recebeu nenhum aviso de sua demissão e que só soube que não voltaria na 3ª temporada da série pela repercussão da nota da Lucasfilm sobre seu afastamento, após o movimento #FireGinaCarano se tornar viral. Mas ela admitiu que era reincidente. Já tinha sido procurada anteriormente pelo estúdio devido à postagens infelizes e não levou a sério. O contato anterior foi por conta de uma mudança em seu perfil nas redes sociais que zombava de pronomes transgêneros. Carano disse que a Lucasfilm a pressionou a divulgar um pedido de desculpas escrito pela empresa sobre o assunto, mas ela se recusou. “No início do ano passado, antes do lançamento [da 2º temporada] de ‘O Mandaloriano’, eles queriam que eu usasse suas palavras exatas para um pedido de desculpas sobre o uso de pronomes”, disse Carano. “Recusei e fiz uma declaração com as minhas próprias palavras. Eu deixei claro que não queria zombar da comunidade transgênero e estava apenas chamando a atenção para a multidão abusiva que forçava as pessoas a colocarem pronomes em suas biografias”. De acordo com Carano, a reação da Lucasfilm por ela não ter usado seu pedido de desculpas foi exclui-la de toda a divulgação e promoção da 2ª temporada da série. “Foi de partir o coração, mas não quis tirar o trabalho árduo de todos que trabalharam no projeto, então aceitei”, acrescentou Carano. “Essa foi a última vez que fui contatada sobre qualquer tipo de declaração pública ou pedido de desculpas da Lucasfilm. Depois descobri nas redes sociais, como todo mundo, que fui demitida”. Lucasfilm anunciou a demissão de Carano chamando suas postagens nas redes sociais de “repugnantes e inaceitáveis”. “Suas postagens nas redes sociais atacando pessoas com base em suas identidades culturais e religiosas são repugnantes e inaceitáveis”, disse o texto oficial do estúdio. A gota d’água foi um post em que a ex-lutadora de MMA comparou os republicanos, como ela, aos judeus perseguidos na Alemanha nazista. “Os judeus foram espancados nas ruas, não por soldados nazistas, mas por seus vizinhos … até por crianças. Como a história é editada, a maioria das pessoas hoje não percebe que, para chegar ao ponto em que os soldados nazistas puderam facilmente prender milhares de judeus, o governo primeiro fez com que seus próprios vizinhos os odiassem simplesmente por serem judeus. Como isso é diferente de odiar alguém por suas opiniões políticas?”, ela escreveu, acrescentando uma foto do Holocausto. Em outra postagem em seu Stories, Carano publicou uma foto de uma pessoa com várias máscaras de pano cobrindo todo o rosto e a cabeça, de forma irônica. A legenda dizia: “Enquanto isso na Califórnia”… Após sua demissão, o site The Hollywood Reporter noticiou que a Lucasfilm havia cancelado planos de anunciar Carano como a estrela de uma série derivada de “O Mandaloriano” (provavelmente “Rangers of the New Republic”). Com a galáxia de “Star Wars” ficou definitivamente distante para ela, Carano agora vai estrelar e produzir um filme para o site de extrema direita The Daily Wire. Em declaração inicial sobre o projeto, ela disse: “Estou enviando uma mensagem direta de esperança a todos que vivem com medo do cancelamento pela multidão totalitária. Estou apenas começando a usar minha voz, que agora está mais livre do que nunca, e espero que inspire outros a fazer o mesmo. Eles não podem nos cancelar se não permitirmos.”

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  • Série

    Disney anuncia suas primeiras séries europeias de streaming

    16 de fevereiro de 2021 /

    A Disney anunciou nesta segunda (16/2) a produção dos primeiros conteúdos originais europeus para suas plataformas de streaming. Serão 10 programas desenvolvidos na França, Itália, Alemanha e Holanda, incluindo os primeiros projetos para a vindoura Star+ (Star Plus), versão internacional da Hulu, que respondem por oito títulos do total. A lista europeia inclui uma mistura de dramas, fantasias, comédias e documentários, que destaca as séries “The Good Mothers”, sobre mulheres mafiosas, produzida pela empresa italiana Wildside (“We Are Who We Are” da HBO), a fantasia “Parallels”, criada por Quoc Dang Tran (o escritor por trás da série de terror francesa “Marianne” da Netflix), e “Sam – A Saxon”, história do primeiro policial negro da Alemanha Oriental, escrita por Jörg Winger (criador da premiada “Deutschland 83”). Entre as comédia, a Disney+ (Disney Plus) vai retomar a série italiana “Boris” (foto acima), originalmente da Fox, após três temporadas anteriores e um longa-metragem. Liderada por Diego Londono (ex-Fox), vice-presidente executivo de redes de mídia e conteúdo da Disney na EMEA (Europa, Oriente Médio e África), e Liam Keelan (ex-BBC), vice-presidente de conteúdo original na região, a iniciativa europeia da Disney buscou atrair produtores de peso e espera lançar seus primeiros programas ainda em 2021. Em comunicado, Londono disse que a Europa é uma “potência criativa” e os projetos locais ajudarão a Disney+ a se tornar um “destino certo” para o público. Keelan acrescentou: “Nossa oferta europeia inicial ressalta o compromisso regional da Disney com talentos diferenciados e excepcionais, refletindo nosso desejo de trabalhar com os melhores contadores de histórias da indústria”. O lançamento da Star+ deu à dupla mais flexibilidade em termos dos tipos de programas que podem encomendar, embora o mercado adulto seja muito mais competitivo, com Netflix, Amazon e Apple brigando por séries internacionais de alto nível. Além dos programas anunciados, a Disney sinalizou intenção de lançar originais da Espanha e Reino Unido, além de investir mais em produções da Alemanha. O plano é, em última instância, ultrapassar a meta de produção de 50 séries internacionais originais até 2024, anunciada durante o Dia do Investidor no ano passado. Este montante, porém, não é exclusivo da Europa e também conta com produções de outros mercados, como a América Latina.

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  • Etc

    Ray Fisher aproveita escândalo de Buffy para provocar chefões da Warner

    16 de fevereiro de 2021 /

    O ator Ray Fisher, intérprete de Ciborgue em “Liga da Justiça”, aproveitou a nova leva de acusações contra Joss Whedon, agora de integrantes das séries “Buffy: A Caça-Vampiros” e seu spin-off “Angel”, para provocar figuras de peso da Warner que teriam acobertado o mau comportamento do diretor. “Só há um motivo para não ter sido processado por Joss Whedon, Toby Emmerich, Geoff Johns, Jon Berg ou Walter Hamada: eles sabem que estou dizendo a verdade”, ele tuitou. De fato, Fisher chegou a desafiar Whedon a processá-lo em julho passado, logo após denunciar o diretor no Twitter por comportamento “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável” no set de “Liga da Justiça”. “Se qualquer coisa que eu disse sobre [Joss Whedon] for mentira, eu o convido, sinceramente, a me processar. Pode vir”, afirmou na ocasião, durante participação na convenção online Justice Con, que contou com a presença de Zack Snyder, o diretor original de “Liga da Justiça”. Snyder acabou se afastando do longa devido a uma tragédia pessoal e a Warner promoveu sua substituição na pós-produção por Whedon, responsável pelo blockbuster “Os Vingadores”, que refez boa parte do filme. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, resultou numa catástrofe – fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou acusações sobre os bastidores das refilmagens que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. O intérprete de Ciborgue disse que Geoff Johns e Jon Berg, produtores de “Liga da Justiça”, “incentivaram” o mau comportamento do diretor. Ele ainda acusou Johns de ameaçar acabar com sua carreira caso levasse adiante suas reclamações, revelou que o presidente da DC Films, Walter Hamada, pediu para livrar Johns das acusações e que o próprio presidente da Warner Bros. Pictures, Toby Emmerich, teria participado de discussões racistas para eliminar personagens negros e diminuir o seu espaço nas refilmagens do longa. “Antes do processo de refilmagem da ‘Liga da Justiça’, conversas abertamente racistas foram mantidas e entretidas – em várias ocasiões – por antigos e atuais executivos de alto nível da Warner Bros. Pictures”, disse o ator. “Os tomadores de decisão que participaram dessas conversas racistas foram Geoff Johns, Jon Berg e o atual presidente do Warner Bros. Pictures Group, Toby Emmerich”, ele tuitou em outubro. Ele pressionou a empresa até a AT&T, dona da Warner Bros Pictures, conduzir uma investigação interna, que se encerrou em dezembro com um comunicado avisando que “medidas corretivas foram tomadas”. Na prática, porém, o único resultado visível foi o afastamento de Joss Whedon (que ele fez parecer voluntário) da produção de “The Nevers”, a primeira série do produtor cineasta na HBO – com lançamento previsto para abril. Só que após esta pequena vitória, Fisher foi afastado do filme “The Flash”, em que faria uma participação como Ciborgue. Esta aparente punição não passou desapercebida por Charisma Carpenter, intérprete de Cordélia em “Buffy” e uma das testemunhas ouvidas na investigação sobre Whedon, que se revoltou e colocou a boca no mundo, revelando o que sofreu nas mãos de Whedon nos bastidores da série clássica. Foi “a gota d’água para mim”, disse, sobre o afastamento de Fisher. “Me incomoda e entristece que, em 2021, os profissionais ainda tenham que escolher entre a denúncia de irregularidades no local de trabalho e a segurança no emprego”. A denúncia de Carpenter gerou comoção e levou outras atrizes a falarem do “ambiente tóxico” de “Buffy”, abrindo outra crise na empresa, já que a série era uma produção da Warner Bros. TV. Fisher também aproveitou a acusação da atriz para voltar a atacar o presidente da DC Films. ‘O que torna Walter Hamada ‘o tipo mais perigoso de permissível’ é sua disposição de encobrir cegamente seus colegas. Se ele tivesse conseguido desencorajar a investigação de bastidores de ‘Liga da Justiça’, não estaríamos aqui. Ele deve desculpas a Charisma Carpenter e a todos os outros”, apontou, sem que o estúdio se manifestasse. There’s only one reason that I haven’t been sued by Joss Whedon, Toby Emmerich, Geoff Johns, Jon Berg, or Walter Hamada: They know I’m telling the truth. A>E — Ray Fisher (@ray8fisher) February 16, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ray Fisher (@ray8fisher)

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  • Série

    Atriz de Sex Education será protagonista da 2ª temporada de Bridgerton

    15 de fevereiro de 2021 /

    A produção de “Bridgerton” encontrou a atriz principal da sua 2ª temporada. A série da Netflix escalou Simone Ashley (a Olivia da série “Sex Education”) como Kate Sharma, interesse amoroso de Anthony Bridgerton (Jonathan Bailey) na trama do segundo ano da produção. Os próximos capítulos serão baseados no segundo volume da coleção literária “Os Bridgerton”, de Julia Quinn, intitulado em português “O Visconde que Me Amava”. Os oito primeiros episódios adaptaram “O Duque e Eu”, o primeiro livro, com foco em Daphne Bridgerton (Phoebe Dynevor), a filha mais velha da família, durante seu debut na alta sociedade, quando atrai a atenção de vários pretendentes e acaba se casando com o Duque de Hastings (Regé-Jean Page). Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e, no segundo volume, o solteiro mais cobiçado da temporada de bailes é Anthony Bridgerton, o visconde do título do livro – charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Quem rouba seu coração é uma recém-chegada a Londres. Kate Sharma é inteligente e teimosa e não tolera idiotas – incluindo Anthony Bridgerton. Com a escalação de Simone Ashley, a série continua sua reformulação do universo de Julia Quinn. Nos livros, o Duque de Hastings é branco, da mesma forma que Kate, retratada como loira na capa nacional de “O Visconde que Me Amava”. A personagem teve até o sobrenome alterado para refletir sua mudança racial na série – deixando de ser Kate Sheffield, como na obra original. Mas ao contrário de quem imaginava protestos dos fãs dos livros, o elenco multirracial foi bastante elogiado e acabou virando uma marca da série. Na verdade, trata-se de uma característica das produções da Shondaland, empresa de Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”), que será mantida na 2ª temporada de “Bridgerton”.

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  • Série

    The Flash: Trailer da 7ª temporada retoma história interrompida pela covid-19

    15 de fevereiro de 2021 /

    A rede americana The CW divulgou o pôster e um novo trailer da 7ª temporada de “The Flash”. A prévia mostra que a série vai retomar a história do ponto em que foi interrompida pela pandemia de covid-19. “The Flash” saiu do ar em maio passado antes de exibir todos os capítulos previstos para a temporada. Com isso, os primeiros episódios de 2021 concluirão a trama aberta, centrada no conflito com a versão feminina do vilão Mestre dos Espelhos (Efrat Dor), no fim da Força da Velocidade, com a consequência perda de poderes do Flash (Grant Gustin), e o desaparecimento da esposa do herói, Iris (Candice Patton), presa numa dimensão de espelhos. Além dessas situações não solucionadas, a série também terá que lidar com o destino do Homem-Elástico. O personagem não deve voltar a aparecer após a demissão de seu intérprete, Hartley Sawyer, em junho. O motivo foi o ressurgimento de tuítes antigos contendo referências misóginas e racistas. Escritos antes de Sawyer ingressar na série, os posts eram tentativas de humor com referências à agressões sexuais e repletos de linguagem racista e homofóbica. Sua demissão ocorreu em meio a protestos internacionais contra o racismo, após a morte de George Floyd, em 25 de maio, por policiais brancos nos EUA. Sawyer publicou um pedido de desculpas no Instagram, mas isso não impediu sua demissão, após se tornar um integrante fixo do elenco em 2018. Ele já foi eliminado da equipe no pôster oficial e não aparece em nenhum trecho do trailer. A situação deve ser abordada no primeiro episódio da nova temporada, que será exibido em 2 de março nos EUA. “The Flash” faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.

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  • Etc,  Série

    O Bem-Amado volta em streaming para mostrar que Brasil virou Sucupira

    15 de fevereiro de 2021 /

    A clássica novela “O Bem-Amado” estreou em streaming nesta segunda (15/2), disponibilizada pelo Globoplay. E seu retorno, quase meio século após sua exibição original, surpreendeu público e imprensa pela atualidade de sua trama. Em seus capítulos, a antiga Sucupira de Odorico Paraguaçu ressurge quase como uma premonição sobre o Brasil atual de Jair Bolsonaro. Adaptação feita por Dias Gomes de sua própria peça “Odorico, O Bem-Amado e Os Mistérios do Amor e da Morte” (1962), a obra foi exibida originalmente em 1973 como a primeira novela à cores da Globo. Foi também a primeira exportada e a primeira a conquistar premiação internacional. Marcou época por muitos motivos, mas principalmente graças à fantástica interpretação de Paulo Gracindo no papel do prefeito corrupto Odorico Paraguaçu. O personagem fez tanto sucesso que depois ainda rendeu uma série e permaneceu culturalmente relevante a ponto de ganhar um filme recente (de 2010) com Marco Nanini no papel principal. “O Bem-Amado” também lançou as carreiras da atriz Sandra Brea e até de Lima Duarte como ator da Globo – ele tinha sido contratado como diretor, um ano antes. Ela vivia a filha de Odorico e ele interpretou o matador Zeca Diabo. A história criticava o Brasil do regime militar, satirizando o cotidiano da cidade fictícia de Sucupira. Mas mesmo enfrentando censura – a ditadura proibiu que se falasse em “coronéis”, entre outras coisas – , pintou um retrato da política nacional que se revela extremamente atual no Brasil de Bolsonaro. Candidato a prefeito de Sucupira, o corrupto Odorico Paraguaçu era considerado um mito pela maior parte da população que acreditava em suas mentiras. Ele se elege com a promessa de inaugurar o primeiro cemitério na cidade, mas, como não morria ninguém, resolveu permitir o retorno do matador Zeca Diabo, com a esperança de que ele matasse alguém. Só que Zeca Diabo virou crente e prometeu nunca mais matar ninguém. A esperança do prefeito se volta então para uma epidemia de tifo, na metade da trama, que o levar a querer atrapalhar uma campanha de vacinação (do médico vivido por Jardel Filho) que pode impedir as mortes. Esta não é a única possível coincidência com a realidade atual. Odorico também reagiu com um sonoro “E daí?” ao ser informado sobre a ameaça à saúde da população de Sucupira, disse que não admitia que um adversário político fosse reconhecido por providenciar vacinas e afirmou que iria interceptar os imunizantes para distribuir ele mesmo num posto de saúde que iria inaugurar, ficando com as glórias pelo esforço alheio. O personagem também vivia fazendo trapaças e espalhando mentiras (fake news) para derrotar seus adversários, era aliado das fanáticas religiosas locais, as irmãs Cajazeiras (Ida Gomes, Dorinha Durval e Dirce Migliaccio), defensoras da moral e dos bons costumes, queria controlar a polícia e enxergava a imprensa como sua maior inimiga, perseguindo o principal jornalista da cidade (vivido por Carlos Eduardo Dolabella) por denunciar seus desmandos. Confira abaixo uma cena que confirma como a trama de quase meio século atrás tornou-se extremamente atual.

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