Filmes online: Raya e o Último Dragão leva guerra dos streamings ao cinema
A guerra dos streamings chega aos cinemas neste fim de semana. Coincidindo com o fechamento das salas de exibição de São Paulo e Fortaleza e novas restrições de funcionamento em vários estados pelo agravamento da pandemia de covid-19, “Raya e o Último Dragão” chega em lançamento simultâneo nesta sexta-feira (5/3) nos locais que estiverem abertos e na plataforma Disney+ (por um preço bastante salgado: R$ 69,90 mais a assinatura mensal). Concebida durante o período de isolamento social, com a equipe trabalhando em suas casas e conversando por Zoom, o desenho é realmente um produto dos dias atuais. Entretanto, para protestar contra sua disponibilização ao mesmo tempo em streaming, duas redes de exibidores, Cinemark e Cinepólis, decidiram boicotar a animação e não colocá-la em cartaz. É guerra, mas, em meio a um lockdown, um dos lados está dando tiros de festim. Há cada vez menos horários disponíveis para a exibição de filmes e menos títulos sendo lançados, com adiamentos anunciados cotidianamente. Ao mesmo tempo, os estúdios começam a expandir suas experiências em streaming. Nesta semana, o Brasil ganhou mais uma plataforma (Paramount+) com a promessa de trazer lançamentos exclusivos, que não passarão pelos cinemas. A nova heroína da Disney, Raya, tem traços asiáticos e incorpora vários elementos da cultura do sudeste asiático, mas sua aventura é quase uma fantasia de princesa sem laços com o folclore regional. A trama se passa em uma terra fictícia chamada Kumandra, que foi dividida em cinco regiões com diferentes clãs de pessoas, que antes viviam em harmonia com dragões, mas agora que as criaturas místicas se foram estão em conflito permanente. Raya, então, parte atrás do último dragão existente, acreditando que ele pode restaurar a paz, apenas para encontrar um bicho tagarela que se transforma em uma mulher. O elenco de dubladores originais é repleto de asiáticos famosos de Hollywood, com destaque para Kelly Marie Tran (a rebelde Rose Tico da franquia “Star Wars”) como a voz de Raya e Awkwafina (“Jumanji: Próxima Fase”), voz do último dragão. Outro destaque do streaming neste fim de semana é o lançamento de “Um Príncipe em Nova York 2”, que também foi feito originalmente para o cinema, mas acabou vendido para a Amazon. A continuação – que mais parece remake – volta a trazer Eddie Murphy como o príncipe Akeem, do reino fictício de Zamunda, que em 1988 viajou incognito a Nova York para encontrar possíveis esposas. Agora, prestes a virar o rei, ele descobre que tem um filho que nunca conheceu nos EUA. Honrando o desejo de seu pai (James Earl Jones) para que prepare seu filho como o príncipe herdeiro, Akeem volta a Nova York em busca do filho desconhecido, virando coadjuvante de Jermaine Fowler (“Superior Donuts”) em seu próprio filme. A lista de estreias em VOD traz mais comédias, com destaque para “Duas Tias Loucas de Férias”, que volta a juntar Kristen Wiig e Annie Mumolo (ambas de “Missão Madrinha de Casamento”), e “A Arte de Ser Adulto”, novo filme de Judd Apatow, diretor de “Ligeiramente Grávidos” (2007) e “O Virgem de 40 Anos” (2005). Confira abaixo outras dicas e os trailers dos 10 melhores filmes para ver em streaming e VOD neste fim de semana. Raya e o Último Dragão | EUA | 2021 (Disney+ com Premier Access) Um Príncipe em Nova York 2 | EUA | 2021 (Amazon Prime Video) Duas Tias Loucas de Férias | EUA | 2021 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, YouTube Filmes) Convenção das Bruxas | EUA | 2020 (Apple TV, Google Play, NOW, YouTube Filmes) Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta | EUA | 2021 (Netflix) Meu Verão Extraordinário com Tess | Holanda, Alemanha | 2019 (Apple TV, Looke, NOW, Vivo Play) Berlin Alexanderplatz | Alemanha | 2020 (Apple TV, Looke, Vivo Play) Sentinela | França | 2021 (Netflix) Notorious B.I.G. – A Lenda do Hip Hop | EUA | 2021 (Netflix) Aznavour por Charles | EUA | 2021 (Vivo Play)
Dakota e Elle Fanning criam produtora de TV e cinema
As irmãs atrizes Dakota e Elle Fanning formaram sua própria produtora, Lewellen Pictures. E já fecharam um contrato de produção televisiva com a MRC Television, responsável pela série “The Great”, que Elle estrela na plataforma Hulu (disponibilizada pela Starzplay no Brasil). “Estamos entusiasmados por lançar esta empresa juntas e formar uma parceria com a MRC, que têm sido excelentes parceiros em ‘The Great’”, disseram as irmãs em comunicado. “Nosso objetivo é contar histórias, por meio da comédia e do drama, que sejam autênticas para a experiência humana, e não apenas de nossa própria perspectiva. Também queremos criar conteúdo que não poderíamos fazer apenas como atores. Podemos aprender muito quando olhamos para fora de nossos pontos de vista específicos. Temos a sorte de trabalhar com muitos contadores de histórias brilhantes e esperamos continuar nessa linha, ao mesmo tempo que oferecemos oportunidades para muitos mais ”. A Lewellen Pictures desenvolverá projetos de longa-metragem e televisão, bem como outras mídias, incluindo podcasts. Seu primeiro projeto será uma minissérie baseada no romance “The Last House Guest”, de Megan Miranda, lançado em 2019. Sarah Walker (diretora das séries “Warrior Nun” e “A Descoberta das Bruxas”) vai escrever e produzir a adaptação, descrita como um thriller policial sobre uma amizade íntima entre duas garotas que se apaixonam violentamente pelas diferenças uma da outra, o que, no final, cria dúvidas, traição e tragédia.
Party Down vai ganhar revival no canal Starz
O canal pago americano Starz anunciou que vai reviver sua série mais cultuada. A emissora vai trazer de volta “Party Down” como uma minissérie de seis episódios. Criada por Rob Thomas logo após a decepção do cancelamento de “Veronica Mars”, a série original foi exibida no Starz por duas temporadas, entre 2009 e 2010, focada num grupo de empregados de um buffet itinerante de festas de Los Angeles, que sonha emplacar carreiras em Hollywood. Cada episódio se desenrolava em um evento diferente, enquanto os funcionários do buffet inevitavelmente se envolviam demais na vida dos convidados. O elenco era fenomenal, formado por Ken Marino, Adam Scott, Jane Lynch, Martin Starr, Ryan Hansen e Lizzy Caplan. Na 2ª temporada, Megan Mullally se juntou aos funcionários e a trama também contava com muitas participações especiais, como Kristen Bell, a própria “Veronica Mars”. Engraçadíssima, “Party Down” não sobreviveu ao costume original do Starz de encomendar apenas duas temporadas de cada série. Mas se tornou cultuada em reprises. “Antes de o elenco de ‘Party Down’ se tornar bem conhecido na televisão e cinema, e vencedores de prêmios, todos usavam as mesmas gravatas-borboleta cor-de-rosa como parte de uma equipe pouco competente de garçons de Los Angeles, enquanto perseguiam seus sonhos de estrelato na série do Starz”, lembrou Christina Davis, presidente de programação original da Starz. “Os fãs têm esperado mais de 10 anos para que esse retorno aconteça e estamos entusiasmados por ele estar em desenvolvimento”, completou, em comunicado. No mesmo comunicado, Rob Tomas revelou que a vontade de retomar a série veio de um encontro com o elenco, ocorrido há três anos, quando celebraram uma década da atração. “No final de 2019, o elenco e os produtores de ‘Party Down’ se reuniram para uma retrospectiva da série. Nós nos divertimos tanto que queríamos encontrar uma maneira de reunir a equipe novamente”, disse o produtor executivo sobre o revival. A demora para anunciar o projeto se deveu à dificuldade para encontrar uma brecha comum na agenda de todos os integrantes, o que ainda é um grande desafio, segundo ele. “O elenco está tão ocupado atualmente que encontrar uma janela onde conseguiríamos fazer isso pode exigir trigonometria, mas estamos determinados a fazer isso acontecer”, afirmou. A equipe de produtores do revival volta a reunir os produtores executivos originais: além de Thomas, John Enbom (que atuará como showrunner), o ator Paul Rudd (o “Homem-Formiga”) e Dan Etheridge (que também trabalhou com Thomas em “Veronica Mars” e “iZombie”).
Edie Falco será Hillary Clinton em “Impeachment: American Crime Story”
A atriz Edie Falco, de “Os Sopranos” e “Nurse Jackie”, vai interpretar Hillary Clinton na 3ª temporada de “American Crime Story”, série de antologia do canal pago FX, que pretende cobrir o julgamento de impeachment do ex-presidente Bill Clinton. Falco se junta a Clive Owen (“Projeto Gemini”), que tem o papel de Bill Clinton, Beanie Feldstein (“Fora de Série”) como Monica Lewinsky, Annaleigh Ashford (“Má Educação”) como Paula Jones, Sarah Paulson (a “Ratched”) como Linda Tripp, Betty Gilpin (“GLOW”) como Ann Coulter e Billy Eichner (“American Horror Story”) como Matt Drudge. Segundo a revista The Hollywood Reporter, o acordo para Falco interpretar a ex-primeira-dama estava sendo negociado há meses, mas só foi fechado recentemente. “Impeachment: American Crime Story” seguirá as perspectivas de três personagens femininas: Lewinsky, Tripp e Paula Jones, que processou Clinton por assédio sexual. A trama é baseada em “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, best-seller de 2000 escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. A adaptação foi feita por Sarah Burgess (“Compliance”) e dá sequência a duas temporadas muito premiadas da série desenvolvida pelos produtores Ryan Murphy e Brad Falchuk – as anteriores abordaram o julgamento de O.J. Simpson e o assassinato de Gianni Versace. A equipe da 3ª temporada ainda inclui a própria Monica Lewinsky, creditada como coprodutora. Não há previsão para a estreia.
Joan Weldon (1930 – 2021)
A atriz Joan Weldon, que estrelou a clássica sci-fi “O Mundo em Perigo” (Them!) em 1954 , morreu em 11 de fevereiro em sua casa em Fort Lauderdale, Flórida, anunciou sua família nesta quinta-feira (4/3). Ela tinha 90 anos. Weldon começou sua carreira como cantora de ópera aos 16 anos, fazendo história como a cantora mais jovem contratada pela San Francisco Opera Company. Durante uma apresentação em Los Angeles, foi “descoberta” pela Warner Bros., que lhe ofereceu um contrato de cinema. O estúdio a escalou no musical “Gloriosa Consagração” (1953), no noir “Nódoa Infamante” (1953) e nos westerns “Sob o Comando da Morte” (1954) e “Alma de Renegado” (1954). Mas foi só quinto filme que ela chamou atenção. Em “O Mundo em Perigo” (1954), Welson interpretou a Dra. Patricia Medford, que ajuda os moradores de uma cidade a enfrentar uma colônia de formigas mutantes junto com seu pai médico. O papel lhe rendeu o apelido de a “exterminadora mais bela do cinema”. O filme fez grande sucesso. Foi indicado ao Oscar de efeitos visuais e inspirou uma série de produções de “insetos gigantes” em Hollywood. Entretanto, também foi o último do contrato de Weldon, que aproveitou a liberdade para estrelar um musical da MGM, “Bem no Meu Coração” (1954), sem sucesso. Ela se voltou para a TV, aparecendo em diversas séries do Velho Oeste, e ainda estrelou um par de westerns – “Chuva de Balas” (1957) e “Na Fúria de uma Sentença” (1958) – antes de encerrar a carreira nas telas em 1958. Desde então, focou-se na música, fazendo turnês e também conquistando papéis em diversas produções teatrais.
Dandara Mariana estrela clipe dos Paralamas do Sucesso
Os Paralamas do Sucesso lançaram nesta quinta (5/3) o clipe de “Não Posso Mais”, música de Nando Reis que a banda gravou num disco de 2017 e que agora ressurge em vídeo dirigido por outro artista, o cantor Rubel. Além de dirigir, Rubel assinou o roteiro da produção, que se apresenta como um curta-metragem sobre o tema do desejo em tempos de isolamento social. As atrizes Dandara Mariana (de “A Força do Querer”) e Priscila Lima (“Brilhante F.C.”) vivem as protagonistas, duas vizinhas que se descobrem pela janela numa madrugada de insônia e começam a trocar mensagens escritas em “chamequinho” até despertar a vontade, mas, respeitando a quarentena, despedem-se sem dar “o beijo na boca” que gostariam.
Patrick Estrela vai protagonizar série derivada de Bob Esponja
A Nickelodeon vai produzir um novo spin-off de Bob Esponja, desta vez centrado em Patrick Estrela. Intitulado em inglês “The Patrick Star Show”, a série é o segundo spin-off da franquia animada. Nesta quinta (4/3), o streaming Paramount+ (Paramount Plus) lançou o spin-off “Kamp Koral”, que mostra a infância do Bob Esponja. Assim como “Kamp Koral”, “The Patrick Star Show” terá como foco uma versão mais jovem do personagem, que apresenta um programa de TV e vive com sua família. Bill Fagerbakke, dublador de longa data do personagem, continuará no papel principal. Fãs podem esperar por ainda mais derivados, segundo o chefe da Nickelodeon, Brian Robbins. “Há possibilidades ilimitadas de histórias para se contar nesta franquia. Vocês verão filmes estrelados por personagens coadjuvantes, além de mais séries como ‘Patrick’, e também shows ao vivo. Quando você pensa no elenco que temos, é uma fonte inesgotável”, disse Robbins em entrevista à revista Variety. A série de Patrick Estrela vai estrear no próximo verão norte-americano, entre junho e agosto.
Sci-fi com filha de Johnny Depp ganha primeiro trailer
A Lionsgate divulgou o pôster e o trailer da sci-fi “Voyagers”, novo filme de Neil Burger, diretor de “Sem Limites” e “Divergente”. A prévia parece “O Senhor das Moscas” no espaço, com adolescentes pirando numa nave espacial, em meio a cenas de sexo, violência e poder. Os jovens incluem Tye Sheridan (“X-Men: Fênix Negra”), Fionn Whitehead (“Dunkirk”), Isaac Hempstead Wright (“Game of Thrones”) e Lily-Rose Depp (“O Rei”), filha do astro Johnny Depp. Além deles, o elenco também destaca o veterano Colin Farrell (“Magnatas do Crime”), único adulto a bordo para supervisionar a explosão hormonal. Eles formam um grupo de astronautas isolados no espaço, em treinamento para ajudar na colonização de outros planetas. Com o futuro da raça humana em jogo, os jovens foram criados geneticamente para desenvolver inteligência e a obediência. Mas acabam desafiando seu treinamento para explorar suas naturezas mais primitivas. Enquanto a vida na nave se transforma no caos, eles são consumidos pelo medo, pela luxúria e pela fome insaciável de poder. A estreia está marcada para 9 de abril nos EUA e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Regé-Jean Page entra em filme com Wagner Moura
O ator Regé-Jean Page segue aproveitando a fama de galã conquistada com o sucesso da série “Bridgerton”. Depois de entrar no elenco da fantasia “Dungeons and Dragons”, ele foi contratado para a superprodução “The Gray Man”, novo projeto dos irmãos Russo, que também conta com Chris Evans (“Vingadores: Ultimato”), Ryan Gosling (“La La Land”) e Wagner Moura (“Wasp Network”) no elenco. Inspirado no livro de estreia de Mark Greaney, publicado em 2009, “The Gray Man” vai trazer Gosling como um assassino de aluguel e ex-agente da CIA, que é caçado ao redor do mundo por um ex-colega de agência (Evans). O personagem de Gosling, o matador freelance Court Gentry, também apareceu em outras quatro aventuras literárias. A mais recente, “One Minute Out”, foi publicada no ano passado nos EUA. Os Russos escreveram o roteiro, que recebeu um polimento de Christopher Markus e Stephen McFeely, seus parceiros em quatro filmes da Marvel, de “Capitão América: O Soldado Invernal” a “Vingadores: Ultimato”. Além dos nomes citados, o elenco também inclui Billy Bob Thornton (“Fargo”), Alfre Woodard (“Luke Cage”), Ana De Armas (“Blade Runner 2049”), Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Dhanush (“Karnan”) e a menina Julia Butters (“Era Uma Vez Em… Hollywood”). Veja as fotos desse elenco grandiosos abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Netflix Film (@netflixfilm) Por curiosidade, esta não é a primeira tentativa de adaptação da saga literária de Greaney. Há alguns anos, Brad Pitt quase virou o Homem Cinzento, com direção de James Gray. O projeto não saiu do papel, mas os dois fizeram “Ad Astra”. O longa será baseado no livro de Mark Greaney de 2009, que acompaha a história de Court Gentry, o homem cinza do título, ex-agente da CIA conhecido como um insuperável assassino de aluguel. A trama do filme trará Gentry (Gosling) sendo caçado pelo mundo todo por Lloyd Hansen (Evans), um ex-colega da CIA. Anthony Russo já adiantou o tom intenso da obra: “Para quem é fã de Capitão América: O Soldado Invernal, nós estamos indo a fundo naquela pegada de ambientação.” O longa terá ainda nomes como Billy Bob Thornton, Alfre Woodard, Ana de Armas, Jessica Henwick, Dhanush e Julia Butters.
Universal adia estreias de Velozes e Furiosos 9 e Minions 2
A Universal Pictures adiou a estreia mundial de “Velozes e Furiosos 9” em um mês e, num movimento mais radical, atrasou a animação “Minions 2: A Origem de Gru” em um ano. Ambos os filmes deveriam ter estreado no ano passado, mas sofreram sucessivos adiamentos devido à pandemia de covid-19. Este é o terceiro adiamento de “Velozes & Furiosos 9”, que estava previsto para novembro, passou para abril, sofreu reagendamento para 28 de maio e agora deve chegar aos cinemas norte-americanos em 25 de junho. O primeiro trailer do filme foi apresentado em janeiro de 2020. “Minions 2: A Origem de Gru” sofreu seu segundo adiamento. A Universal lançou seu primeiro trailer em fevereiro de 2020, já com dublagem nacional de Leandro Hassum. O filme deveria ter estreado em junho de 2020, foi atrasado para julho de 2021 e agora é esperado em julho de 2022.
Ex-estrela mirim de Escola do Rock diz que sofreu bullying e caiu nas drogas após filme
Ex-estrela mirim do clássico “Escola do Rock”, a jovem antigamente conhecida como Rebecca Brown revelou, em entrevista ao jornal New York Post, que sofreu bullying dos colegas da escola e mergulhou nas drogas após não conseguir outros papéis de destaque, achando que tinha atingido o auge aos 10 anos de idade. Hoje com 28 anos, usando gênero neutro e se denominando Rivkah Reyes, a ex-atriz compara sua história à de Britney Spears, que teve seu histórico de problemas causados pela fama precoce retratado no documentário “Framing Britney Spears”. Ela tinha 10 anos em 2003, quando deu vida à baixista mirim Katie em “Escola do Rock”. Na comédia de sucesso, Jack Black interpretava um professor que estimulava alunos de ensino fundamental a formarem uma banda. Apesar do filme ser para crianças, Rivkah diz que “se sentiu inseguro existindo” por causa de fãs obsessivos, lembrando o episódio em que um homem tentou tirar fotos suas enquanto ainda estava na 6ª série. Lamentando a sexualização precoce, conta que via adultos comentando em fóruns da internet que não podiam “esperar até que tivesse 18 anos”. Mas o pior, segundo Rivkah, foi o assédio que sofreu de colegas no colégio. “Especialmente após o término da produção, quando voltei para a escola, as pessoas eram muito legais ou realmente más. Não havia meio-termo”, revelou. “Fui literalmente seguida pela escola por pessoas entoando ‘Escola do Rock'”. Em um outro artigo, publicado no ano passado em sua página no site Medium, Rivkah detalhou que se convenceu de que precisava de outro papel de expressão para ser algo além de “a garota de ‘Escola do Rock'”, contando que ao falhar nesse plano acabou entrando nas drogas. “Desde os 14 anos, usei drogas, álcool, sexo, comida e automutilação para anestesiar toda essa dor. Eu sobrevivi a dezenas de relacionamentos tóxicos e três tentativas de suicídio”, escreveu. “Não estou dizendo que tudo isso é porque toquei baixo em um filme quando era criança, mas porque passei mais de uma década com medo de ter atingido o pico aos 10 anos”, explicou. Apesar dos problemas causados pelo filme, Rivkah afirmou que não se arrependeu de ter feito “Escola do Rock”. “Não tive nada além de amor e apoio”, disse sobre a experiência durante as filmagens. “Nunca perdi a gratidão por isso, ou desejei não ter feito parte disso”, completou.
Dani Calabresa fala sobre assédio pela primeira vez
Dani Calabresa falou pela primeira vez sobre o assédio sofrido na época em que trabalhou com Marcius Melhem. Sem citar o nome do antigo chefe, que só foi nomeado por uma advogada que representa atrizes da Globo e numa reportagem da revista Piauí, a comediante desabafou na noite de quarta (3/3) no programa “Saia Justa”: “Eu acho que os dois momentos mais difíceis da minha vida foram depois do divórcio e nesse episódio horrível de assédio. O que me ajudou a colar os pedaços foi o trabalho, de verdade o trabalho me salvou”. Ela justificou a demora em denunciar o assédio. “Hoje, analisando, por causa do trabalho eu não reagi antes. Tinha tanto medo de sofrer algum boicote, ser prejudicada, que não reagi antes. O assédio é um assunto tão assustador que a gente tenta fingir que é normal. Você segue como você consegue. Fingindo normalidade, tentando ser legal, demonstrando uma gratidão excessiva. Mas chega uma hora que isso começa a fazer tão mal que você tem que arrebentar a tampa desse caldeirão”. Calabresa também reforçou que ninguém tem permissão automática para assediar o outro. “Nada autoriza assédio. Nenhuma brincadeira, nenhuma mensagem autoriza assédio. ‘Ah, mas naquele dia foi carinhosa, riu, bebeu’, não interessa. Ninguém tem o direito de forçar o contato físico com ninguém. É preciso permissão. É muito difícil lidar com tudo isso, organizar o pensamento. Estou com meus pedaços colados, estou leve. E na terapia”. A apresentadora do programa, Astrid Fontenelle. afirmou ao fim do desabafo que ela deveria se orgulhar disso tudo. “Você. Chore, mas chore de alegria e de orgulho da mulher que você reconstruiu”. A apresentadora afirmou ainda que, por causa da coragem de Dani, diversas mulheres que estavam assistindo ao programa também teriam coragem de “quebrar o vaso” e “se reconstruir”. Marcius Melhem nega o assédio e entrou com uma interpelação judicial para Dani Calabresa confirmar oficialmente a acusação, pois ela nunca menciona o nome do ex-chefe ao tocar no assunto. Outras acusadoras também não tratam o caso publicamente, tendo prestado depoimentos na Ouvidoria das Mulheres do Conselho Nacional do Ministério Público, visando abertura de inquérito. Dani Calabresa vai estrear um novo programa semanal, “Dani-se”, nesta sexta (5/3) no canal pago GNT. O “Saia Justa” vai ao ar todas às quartas no mesmo canal. Veja abaixo o debate com a participação da comediante.
Will Smith inspirou Gil do BBB 21 a cursar Economia
O cinema pode mesmo mudar vidas. Durante a festa que aconteceu durante esta madrugada (4/3) no “BBB 21”, Gilberto revelou porque decidiu estudar Economia. Ele deu a explicação ao responder uma pergunta de Camilla de Lucas: “Quando você descobriu que queria fazer economia?”. “Eu assisti ao filme ‘Em busca da felicidade’ com o Will Smith, em que ele tem um filho e eles passam várias necessidades”, respondeu Gil, mencionando o longa de 2006 que, na verdade, se chama “À Procura da Felicidade” no Brasil. O filme estrelado por Will Smith mostrava como um desempregado ia ao fundo do poço, sem dinheiro nem teto e tendo um filho para cuidar. Mesmo diante do desespero, ele decide se dedicar aos estudos e ingressar num estágio não remunerado para entrar na bolsa de valores, fazendo bicos para comer e invadindo lugares para dormir. Esta história aconteceu de verdade com Chris Gardner, que foi vivido por Smith na tela e hoje é um empresário bem-sucedido. “No final, ele arruma um emprego na bolsa de valores”, resume Gil. “Aí eu fui pesquisar qual era o curso que estudava a bolsa de valores. Vi que era relacionado a finanças, economia. Pesquisei o curso de Economia e decidi me inscrever”. “Isso bem pertinho da época de vestibular”, continuou. “Era mais difícil entrar em economia do que em [Ciências] Contábeis. Eu [pensei]: ‘Ah, vou tentar'”. Gil ainda não sabe, por estar confinado no estúdio do “BBB 21”, mas sua opção deu tão certo que ele foi aprovado em seleção de PhD de duas universidades dos EUA. Veja abaixo o trailer de “À Procura da Felicidade”.












