Alec Baldwin ataca série documental da HBO em defesa de Woody Allen
O ator Alec Baldwin resolveu defender Woody Allen nas redes sociais, no momento em que o cineasta é alvo de ataques semanais de uma série documental da HBO. O ator gravou um vídeo de 14 minutos em que criticou a cultura do cancelamento e lembrou que Allen foi inocentado do crime do qual é acusado. “Vi algumas pessoas me atacando por defender pessoas que foram acusadas de crimes… Bem, eu não estou defendendo alguém que é culpado de algo. Estou escolhendo defender alguém que não foi provado que ser culpado de algo”, ele disse. Allen foi acusado de ter cometido abuso sexual contra a filha adotiva Dylan Farrow nos anos 1990, quando ela tinha sete anos. O documentário “Allen vs Farrow” se centra na denúncia deste crime, estendida por quatro episódios semanais. Na época, duas investigações diferentes o consideraram inocente, sugerindo que Dylan teria sofrido lavagem cerebral da mãe, Mia Farrow. A série oferece outra visão da história, ao mesmo tempo em que apresenta um vídeo gravado por Mia, em que Dylan recita as acusações aos sete anos. Baldwin criticou o trabalho feito pelos documentaristas em sua conta do Twitter, ironizando: “Quem precisa de tribunais quando podemos ter julgamento pela mídia?”. “Não me importa quantos documentários de merda que você faz, você tem que provar isso em um tribunal. Se fosse provado, além de qualquer dúvida razoável, que essa pessoa era culpada, eu certamente mudaria de opinião e até mesmo pediria desculpas às vítimas”. Por fim, o ator concluiu o assunto dizendo: “Eu sou totalmente a favor de leis rígidas sobre pessoas que assediam ou abusam sexualmente, mas o crime tem que ser provado.” Não é a primeira vez que Baldwin defende Allen de ataques relacionados ao caso. Quando Dylan retomou as acusações em 2017, aproveitando-se do movimento #MeToo para lançar uma bem-sucedida campanha de cancelamento contra o diretor, ele tomou as dores do cineasta nova-iorquino. “Woody Allen foi investigado por dois estados e nenhuma acusação foi formalizada. A renúncia a ele e ao seu trabalho, sem dúvida, serve a algum propósito. Mas é injusto e triste pra mim. Eu trabalhei com ele três vezes e foi um dos privilégios da minha carreira”, disse Baldwin na ocasião. Para defender Allen, ele também já atacou Dylan Farrow, antes mesmo de saber que ela dispõe de um vídeo para repetir e manter suas acusações sempre iguais. Em janeiro de 2018, duas semanas após o twitter original em defesa de Allen, o ator escreveu: “Uma das armas mais eficientes que Dylan Farrow tem em seu arsenal é a ‘persistência da emoção’. Como Mayella em ‘O Sol É Para Todos’, suas lágrimas e apelos são feitos para constranger você a acreditar na história dela. Mas eu preciso mais do que isso antes de destruir alguém, independentemente da sua fama. Preciso de muito mais. Dizer que Dylan Farrow está falando a verdade é dizer que Moses Farrow [irmão dela] está mentindo. Qual dos filhos de Mia herdou o gene da honestidade, e qual não?” Moses Farrow, único filho adotivo com idade suficiente para dar uma testemunho crível dos fatos, jura que o abuso nunca aconteceu e que Mia Farrow, sua mãe adotiva, ensaiou os filhos para mentirem sobre Allen. Alec Baldwin estrelou os filmes “Alice” (1990), “Para Roma, com Amor” (2012) e “Blue Jasmine” (2013), dirigidos por Woody Allen.
Acusações de Harry e Meghan abalam família real e agitam imprensa no Reino Unido
O Palácio de Buckingham respondeu nesta terça (9/3), em um curto comunicado, às alegações de racismo e hostilidade feitas pelo príncipe Harry e por Meghan Markle em sua reveladora entrevista à apresentadora Oprah Winfrey no domingo (7/3). “Toda a família está triste de tomar conhecimento da extensão do quão desafiador os últimos anos foram para Harry e Meghan”, diz a nota. O texto ressalta que “as questões levantadas, particularmente aquelas relacionadas à raça, são preocupantes”. Mas faz ressalvas. “Embora algumas memórias possam variar, elas são levadas muito a sério e serão tratadas pela família em particular”. O comunicado encerra afirmando que “Harry, Meghan e Archie sempre serão membros muito amados da família”. A nota foi o único comentário oficial da monarquia britânica sobre a polêmica entrevista, após quase dois dias de silêncio, em meio a uma das piores crises de imagem da história recente da Coroa. Nesta mesma terça, o príncipe Charles, pai de Harry, havia se recusado a comentar o assunto durante sua visita a um centro de vacinação do NHS, o sistema de saúde público britânico. Entre os pontos polêmicos da entrevista, Meghan e Harry alegaram que um membro da família real teria feito comentários racistas sobre a cor da pele do filho que esperavam. A Coroa também decidiu que Archie, hoje com quase dois anos, também não receberia proteção ou o título de príncipe, algo que seria seu direito automático como neto de um futuro monarca. Meghan também revelou que os funcionários reais limitavam seus movimentos e encontros com amigos, controlavam seu passaporte e não a defendiam ou desmentiam acusações falsas dos tradicionalmente cruéis tabloides britânicos. Desde que anunciou seu namoro com Harry, a ex-atriz americana — a primeira pessoa que se identifica como negra a fazer parte do alto escalão da Casa de Windsor — tornou-se alvo do que, para muitos, é uma campanha de difamação de cunho machista e racista. A entrevista do casal rachou o Reino Unido. Uma pesquisa realizada pelo instituto YouGov revelou que 36% dos entrevistados afirmaram estar ao lado da monarquia, enquanto 22% declaram opinião mais favorável a Harry e Meghan. O apoio ao duque e a duquesa de Sussex é maior entre os jovens de 18 a 24 anos — 48% disseram estar a seu lado —, enquanto apenas 9% dos britânicos com mais de 65 anos lhes são favoráveis. Entre os mais velhos, 55% estão ao lado da família real. A imprensa britânica também repercutiu as denúncias com manchetes bombásticas. “A pior crise real em 85 anos”, publicou o jornal Daily Mirror, enquanto a capa do Daily Mail perguntou “O que eles [Harry e Meghan] fizeram?”. Já Trevor Kavanagh, colunista do Sun, questionou se a entrevista é o fim da realeza. Uma personalidade do jornalismo britânico chegou a perder o emprego devido à controvérsia. O apresentador Piers Morgan se exaltou na manhã desta terça (9/3) ao comentar a entrevista, atacando Meghan Markle e abandonando o programa “Good Morning Britain” ao vivo, em protesto contra as acusações de racismo feitas pelo casal. Ele foi demitido durante a tarde do mesmo dia.
Tyler Posey mostra tudo em vídeo do Only Fans
O ator Tyler Posey, que protagonizou a série “Teen Wolf”, liderou a lista de tópicos do Twitter nesta terça (9/3), após aparecer nu durante uma live no Only Fans, uma rede social que não censura conteúdos adultos. Ele já tinha feito nudes discretos em seu perfil, mas de repente decidiu mostrar tudo aos seus assinantes, num vídeo com close frontal. Tyler e sua posey indiscreta viralizaram. E renderam elogios ousados para o ator. “Eu to indignada e chocada, mas eu amei”, “Gostoso demais esse homem”, “Vocês surpresos com o nude do Tyler Posey e eu pensando em como vai ser o próximo”, “Pode mostrar mais Tyler, a gente gosta”, “Finalmente né”, foram alguns dos comentários sobre o vídeo. O ator, que desde o fim de “Teen Wolf” em 2017 tem se especializado em dublar séries animadas infantis, surpreendeu seus fãs no ano passado ao anunciar que criaria uma conta na Only Fans, a rede mais usada por cam girls nos EUA. Recentemente, a atriz Bella Thorne também entrou no Only Fans e rapidamente ganhou uma fortuna, mas sem mostrar nada tão radical. Tyler Posey atualmente dubla Tony Toretto, o protagonista da série animada “Velozes & Furiosos: Espiões do Asfalto”, na Netflix – e também fez a voz do Príncipe Alonso em “Elena de Avalor”. Ele também tem gravado músicas com sua nova banda de rock, chamada Five North.
The Equalizer: Série baseada em O Protetor é renovada
A rede CBS renovou “The Equalizer”. O anúncio foi feito após a exibição dos primeiros quatro episódios da temporada inaugural. Graças à estreia após o Super Bowl, o episódio de estreia foi visto por um público impressionante, 20,4 milhões de espectadores, e ajudou a produção a manter números sólidos, com episódios assistidos por cerca de 11,5 milhões desde então. “‘The Equalizer’ provou ser mais do que previsto na tarefa de engajar espectadores e acumular vitórias na noite de domingo”, disse a presidente da CBS Entertainment, Kelly Kahl. “Estamos extremamente orgulhosos de ver este drama excelente, liderado por Queen Latifah, bater a competição e retornar para uma 2ª temporada.” A série é reboot de uma atração homônima, exibida nos anos 1980, em que o protagonista Robert McCall era vivido pelo branco Edward Woodward. Mas seu retorno se deve, na verdade, ao sucesso de recentes adaptações cinematográficas, em que o personagem foi encarnado por Denzel Washington – em dois filmes batizados em português de “O Protetor”. Na nova série, além de se manter negra como Denzel, a personagem também mudou de sexo, trazendo a atriz Queen Latifah (“Star”) como Robyn McCall, uma mãe solteira com um histórico misterioso, aposentada de uma agência secreta, que usa suas habilidades para proteger e defender aqueles que não podem fazer isso por si mesmos. Enquanto atua como um anjo da guarda para os outros, ela também busca sua própria redenção. O elenco ainda destaca Laya DeLeon Hayes (“Uma Pitada de Magia”) como filha da protagonista e Chris Noth (“Sex and the City”), que interpreta um ex-diretor da CIA, além de Tory Kittles (“Colony”), Lorraine Toussaint (“Orange Is the New Black”), Liza Lapira (“Nancy Drew”) e Adam Goldberg (“God Friended Me”). Latifah também é creditada como co-criadora da série ao lado de Richard Lindheim, que foi um dos criadores da versão original. Já a produção está a cargo do casal Andrew Marlowe (que criou “Castle”) e Terri Miller (“It Takes Two”).
Atrizes de Agents of SHIELD serão As Meninas Superpoderosas adultas
A rede americana The CW revelou o elenco do projeto da série live-action (com atores reais) baseada na série animada “As Meninas Superpoderosas”, do Cartoon Network. E duas das estrelas já foram mulheres superpoderosas na TV, na série “Agents of SHIELD”. Para começar, Chloe Bennet, conhecida como a heroína Tremor/agente Daisy Johnson, viverá a doce e sensível Lindinha (Blossom). Embora mais lembrada como Mal de “Descendentes”, Dove Cameron também participou da série da Marvel, como a vilã Ruby na 5ª temporada, e interpretará a líder Florzinha (Bubbles). Quem completa o trio, como a rebelde Docinho (Buttercup), é Yana Perrault, estreante nas telas, que participou recentemente do musical “Jagged Little Pill” na Broadway. Perrault é uma atriz e cantora negra, o que significa que, além de aparecerem adultas, as Meninas Superpoderosas também sofrerão transformação racial – e poderão cantar. Vale lembrar que o reboot dos desenhos introduziu uma quarta Menina Superpoderosa negra em 2017, chamada Estrelinha (Bliss), mas a nova série não inclui esta personagem. O projeto está sendo desenvolvido pelas roteiristas Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno” e autora da vindoura cinebiografia de Madonna) e Heather V. Regnier (“Veronica Mars”, “Sleepy Hollow”) em parceria com o megaprodutor Greg Berlanti (criador do Arroverso). Mas não conta com envolvimento do criador da série original, Craig McCracken (que atualmente comanda “Kid Cosmic” na Netflix). Uma das séries mais populares do Cartoon Network, “As Meninas Superpoderosas” foi ao ar originalmente de 1998 a 2005 e rendeu até um longa-metragem em 2002. A segunda versão da série, desenvolvida por Nick Jennings e Bob Boyle, foi lançada em 2016 e durou três temporadas. O projeto live-action pretende ser uma continuação de tudo isso, mostrando Florzinha, Lindinha e Docinho já crescidas, como jovens adultas ressentidas pelo fato de terem perdido a infância para combater o crime. Só que o mundo vai precisar delas mais uma vez. O piloto, que precisa ser aprovado para virar série, será dirigido por Maggie Kiley (“Riverdale”, “Dirty John”) para a Warner Bros. Television. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Chloe Bennet (@chloebennet) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por DOVE (@dovecameron) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Yana Perrault (@yanaperrault)
Bilheterias brasileiras desabam com novas restrições contra pandemia
As bilheterias brasileiras do primeiro fim de semana de março sofreram forte impacto com a volta das restrições de funcionamento dos cinemas, especialmente devido aos decretos de lockdown em estados importantes do circuito, como São Paulo e Minas Gerais. Segundo dados da consultoria Comscore, a arrecadação, que já era baixa devido à pandemia, caiu pela metade entre quinta e domingo (7/3) passados. No total, foram arrecadados R$ 1,16 milhão em bilheteria, com a frequência de 72,8 mil espectadores nos cinemas. O valor equivale ao que “Tom & Jerry: O Filme” fez sozinho na semana anterior, antes da volta das quarentenas obrigatórias. Neste fim de semana, “Tom & Jerry: O Filme” teve renda de R$ 299 mil e foi o filme mais visto nos cinemas, por 19,2 mil pessoas. O número de espectadores representa uma queda de 55,8% na comparação com o fim de semana passado, quando 165 mil pessoas foram aos cinemas. Na comparação com o mesmo período em 2020, o tombo é de 92,8%. Entre 5 e 8 de março do ano passado, os cinemas brasileiros tiveram público de 1,01 milhão de pessoas e arrecadação de R$ 17,7 milhões com a venda de ingressos. Mas, no começo de março do ano passado, as salas ainda operavam sem nenhuma restrição em todo o país. As más notícias não devem acabar nisso, já que a expectativa é de ampliação da “zona vermelha” do lockdown para mais estados, especialmente nas cidades maiores, que já definiram toque de recolher e fechamento das atividades não essenciais aos fins de semana. Enquanto outros países que seguiram orientações de distanciamento social e iniciaram vacinação em massa começam a retomar suas atividades, o Brasil vive a pior fase da pandemia desde seu começo há um ano atrás.
Agravamento da pandemia paralisa produções da Globo
O grande aumento dos números de contaminações e mortes da pandemia de coronavírus no Brasil fez a rede Globo paralisar as gravações de suas novelas e séries. Em um comunicado enviado à imprensa na semana passada, a emissora já tinha revelado preocupação com o estado atual da saúde pública e se comprometido a seguir os protocolos de segurança. “Com o decreto da Prefeitura do Rio de Janeiro, os Estúdios Globo, que já seguiam num ritmo de produção menor do que o habitual, por conta de todas as precauções do protocolo de segurança, diminuirão ainda mais”, diz um dos trechos do comunicado. Nesta semana, a Globo optou por afastar todos os atores veteranos, que só poderão voltar aos estúdios depois de tomarem a segunda dose da vacina anti-covid. Com isso, Renata Sorrah teve de deixar o elenco de “Verdades Secretas 2″. As gravações da série de Walcyr Carrasco, que contariam também com a portuguesa Maria de Medeiros (“Pulp Fiction”), estavam previstas para começar na segunda (8/3), mas foram adiadas. A paralisação também atingiu as gravações de “Quanto Mais Vida Melhor”, que já tinha iniciado a fazer externas. As novas temporadas das séries “Segunda Chamada” e “Aruanas” foram igualmente interrompidas, enquanto a superprodução “O Anjo de Hamburgo”, dirigida por Jayme Monjardim, passa por grande adaptação, com diminuição de figurantes, exclusão de externas e cortes de algumas cenas, com gravações realizadas sob forte protocolo exclusivamente nos Estúdios Globo. Para completar, ao suspender (novamente) as gravações de “Um Lugar ao Sol”, próxima novela das 9, a emissora decidiu reprisar “Império”, novela exibida originalmente em 2014 e premiada com o Emmy Internacional, como sucessora de “Amor de Mãe”. Já na Record, “Gênesis” mantém seu ritmo normal. Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, a produção vem pedindo apenas para que elenco e equipe não saiam de casa nas folgas.
BBB 21: Lucas Penteado fecha contrato para atuar em produções da Globo
O ator Lucas Penteado, que desistiu do “BBB 21” após sofrer bullying dos outros participantes, assinou contrato com a Globo nesta terça (9/3). O artista de 24 anos, que já tinha participado de “Malhação”, fechou por dois anos com a emissora para atuar em novas obras. Já nesta quarta (10/3), Lucas voltará ao programa “Mais Você”, de Ana Maria Braga, para contar as novidades de sua carreira, possivelmente revelando seu primeiro projeto do novo contrato. Desde que deixou o programa, o artista também emplacou dezenas de contratos publicitários. Sua ascensão pode ser medida pelo crescimento de suas redes sociais. O intérprete de Fio de “Malhação” (2017) tinha menos de 1 milhão de seguidores no Instagram antes de ser anunciado como participante do “BBB 21”. Hoje, possui mais de 10 milhões.
Léo Rosa (1984 – 2021)
O ator gaúcho Léo Rosa, intérprete do repórter César na novela “Amor de Mãe”, morreu nesta terça-feira (9/3) após uma longa batalha contra o câncer. Depois de fazer algumas peças de teatro, ele se tornou nacionalmente conhecido em 2006 ao estrelar “Vidas Opostas”, uma das novelas mais bem-sucedidas da rede Record, onde fez par romântico com Maytê Piragibe. A boa audiência impulsionou sua carreira e o tornou um dos principais astros da emissora. Ele atuou em seguida em “Amor e Intrigas” (2007), “Promessas de Amor” (2009), “Rei Davi” (2012), “Balacobaco” (2012), “Milagres de Jesus” (2015) e “Escrava Mãe” (2016), que vem sendo reprisada atualmente todas as tardes. Além dos trabalhos na Record, ele participou de três filmes, “Podecrer!” (2007), “Faroeste Caboclo” (2013), “Por Trás do Céu” (2016), e da série “O Mecanismo” (2018-2019), da Netflix. O último papel foi a estreia na Globo, na primeira fase de “Amor de Mãe”, exibida em 2019. Léo Rosa também se destacou atrás das câmeras, dirigindo um videoclipe da cantora Maria Gadú, “Axé Accapella”, e feito assistência de direção em longas-metragens do cineasta Caio Sóh a partir de “Teus Olhos Meus” (2011). O convite para fazer a última novela veio logo após ele descobrir o câncer. O ator vinha lutando contra a doença desde 2018. Depois de passar por sessões de quimioterapia, ele adotou um estilo de vida mais saudável, vivendo longe da metrópole, em contato com a natureza, e chegou a afirmar que estava em processo de cura. Em entrevista do ano passado à Patricia Kogut, do jornal O Globo, ele contou como foi parar na Globo. “Estava em casa no Natal e a Manuela (Dias, a autora) me ligou perguntando se eu teria condições de fazer este trabalho. Nem pensei, aceitei na mesma hora. A minha preparação foi basicamente conseguir chegar de pé e disposto ao estúdio. Quando a gente passa por algo tão forte como essa doença, meio que fica preparado para encarar qualquer outro desafio de peito aberto. Em meio a tanto sofrimento, sou muito grato por todo o aprendizado de vida que o câncer me deu. Hoje, por exemplo, eu não faço planos para o futuro. Eu vivo o hoje, o agora”, contou.
BAFTA Awards: Nomadland lidera indicações do “Oscar britânico”
A Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (British Academy of Film and Television Arts) anunciou nesta terça (9/3) os indicados a seus prêmios de cinema, os BAFTA Awards. Vencedor dos festivais de Veneza, Toronto, do Globo de Ouro e do Critics Choice, “Nomadland” foi o filme que recebeu mais indicações, aparecendo em sete categorias do “Oscar britânico”. Curiosamente, ele divide esse número com “Rocks”, drama teen do Reino Unido que conquistou a crítica local. O fenômeno da representatividade feminina, que tem marcado a temporada de premiações, repetiu-se na disputa de Melhor Direção, com quatro mulheres entre as seis indicações, incluindo a favorita Chloé Zhao, de “Nomadland”, que vem levando todos os prêmios da categoria. O BAFTA Awards também reflete o reconhecimento ao desempenho de vários astros negros em 2021, um ano após a Academia Britânica ser criticada por indicar apenas atores brancos para as categorias competitivas da premiação. O BAFTA prometeu mudanças no processo de votação para tentar aumentar a diversidade dos indicados e aparentemente deu certo. Todas as categorias de atuação do BAFTA 2021 trazem múltiplos indicados não-brancos, incluindo o falecido Chadwick Boseman, favorito a vencer o BAFTA de Melhor Ator por “A Voz Suprema do Blues”, a veterana estrela sul-coreana Yuh-Jung Youn, que disputa o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante por “Minari”. A entrega dos troféus vai acontecer em cerimônia marcada para 11 de abril em Londres. Confira abaixo a lista dos indicados. Melhor Filme “Meu Pai” “The Mauritanian” “Nomadland” “Bela Vingança” “Os 7 de Chicago” Melhor Filme Britânico “Calm With Horses” “A Escavação” “Meu Pai” “O Que Ficou Para Trás” “Limbo” “The Mauritanian” “Mogul Mowgli” “Bela Vingança” “Rocks” “Saint Maud” Melhor Atriz Bukky Bakray, por “Rocks” Radha Blank, por “The Forty-Year-Old Version” Vanessa Kirby, por “Pieces of a Woman” Frances McDormand, por “Nomadland” Wunmi Mosaku, por “O Que Ficou Para Trás” Alfre Woodard, por “Clemency” Melhor Ator Riz Ahmed, por “O Som do Silêncio” Chadwick Boseman, por “A Voz Suprema do Blues” Adarsh Gourav, por “O Tigre Branco” Anthony Hopkins, por “Meu Pai” Mads Mikkelsen, por “Another Round” Tahar Rahim, por “The Mauritanian” Melhor Atriz Coadjuvante Niamh Algar, por “Calm with Horses” Kosar Ali, por “Rocks” Maria Bakalova, por “Borat: Fita de Cinema Seguinte” Dominique Fishback, por “Judas e o Messias Negro” Ashley Medekwe, por “County Lines” Yuh-Jung Youn, por “Minari” Melhor Ator Coadjuvante Daniel Kaluuya, por “Judas e o Messias Negro” Barry Keoghan, por “Calm with Horses” Alan Kim, por “Minari” Leslie Odom Jr., por “Uma Noite em Miami” Clarke Peters, por “Destacamento Blood” Paul Raci, por “O Som do Silêncio” Melhor Direção Thomas Vinterberg, por “Another Round” Shannon Murphy, por “Babyteeth” Lee Isaac Chung, por “Minari” Chloé Zhao, por “Nomadland” Jasmila Zbanic, por “Quo Vadis, Aida?” Sarah Gavron, por “Rocks” Melhor Roteiro Adaptado Moira Buffini, por “A Escavação” Florian Zellner & Christopher Hampton, por “Meu Pai” Rory Haines, Sohrab Noshirvani & M.B. Traven, por “The Mauritanian” Chloé Zhao, por “Nomadland” Ramin Bahrani, por “O Tigre Branco” Melhor Roteiro Original Tobias Lindholm & Thomas Vinterberg, por “Druk – Mais uma Rodada” Jack Fincher, por “Mank” Emerald Fennell, por “Bela Vingança” Theresa Ikoko & Claire Wilson, por “Rocks” Aaron Sorkin, por “Os 7 de Chicago” Melhor Animação “Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica” “Soul” “Wolfwalkers” Melhor Documentário “Collective” “David Attenborough e Nosso Planeta” “The Dissident” “My Octopus Teacher” “O Dilema das Redes” Melhor Filme em Língua Não-Inglesa “Druk – Mais uma Rodada” (Dinamarca) “Dear Comrades!” (Rússia) “Os Miseráveis” (França) “Minari” (EUA) “Quo Vadis, Aida?” (Bósnia) Melhor Estreia de Roteirista, Diretor ou Produtor Britânico “O Que Ficou Para Trás”, Remi Weekes (Roteirista/Diretor) “Limbo”, Ben Sharrock (Roteirista/Diretor), Irune Gurtubai (Produção) “Moffie”, Jack Sidey (Roteirista) “Rocks”, Theresa Ikoko, Claire Wilson (Roteiristas) “Saint Maud”, Rose Glass (Roteirista/Diretor), Oliver Kassman (Produção) Melhor Trilha Sonora Trent Reznor, Atticus Ross, por “Mank” Emile Mosseri, por “Minari – Em Busca da Felicidade” James Newton Howard, por “Relatos do Mundo” Anthony Willis, por “Bela Vingança” Jon Batiste, Trent Reznor, Atticus Ross, por “Soul” Melhor Intérprete Estreante Shaheen Baig, por “Calm With Horses” Alexa L. Fogel, por “Judas e o Messias Negro” Julia Kim, por “Minari – Em Busca da Felicidade” Lindsay Graham Ahanonu, Mary Vernieu, por “Bela Vingança” Lucy Pardee, por “Rocks” Melhor Fotografia Sean Bobbitt, por “Judas e o Messias Negro” Erik Messerschmidt, por “Mank” Alwin H. Küchler, por “The Mauritanian” Dariusz Wolski, por “Relatos do Mundo” Joshua James Richards, por “Nomadland” Melhor Edição Yorgos Lamprinos, por “Meu Pai” Chloé Zhao, por “Nomadland” Frédéric Thoraval, por “Bela Vingança” Mikkel E.G. Nielsen, por “O Som do Silêncio” Alan Baumgarten, por “Os 7 de Chicago” Melhor Design de Produção Tatiana Macdonald, por “A Escavação” Peter Francis, Cathy Featherstone, por “Meu Pai” Donald Graham Burt, Jan Pascale, por “Mank” David Crank, Elizabeth Keenan, por “Relatos do Mundo” Sarah Greenwood, Katie Spencer, por “Rebecca – A Mulher Inesquecível” Melhor Figurino Michael O’connor, por “Ammonite” Alice Babidge, por “A Escavação” Alexandra Byrne, por “Emma” Ann Roth, por “A Voz Suprema do Blues” Trish Summerville, por “Mank” Melhor Cabelo e Maquiagem Jenny Shircore, por “A Escavação” Patricia Dehaney, Eryn Krueger Mekash, Matthew Mungle, por “Era uma Vez um Sonho” Matiki Anoff, Larry M. Cherry, Sergio Lopez-Rivera, Mia Neal, por “A Voz Suprema do Blues” Kimberley Spiteri, Gigi Williams, por “Mank” Mark Coulier, por “Pinocchio” Melhor Som Jason Abell, Odin Benitez, Beau Borders, por “Greyhound: Na Mira do Inimigo” Michael Fentum, William Miller, Mike Prestwood Smith, John Pritchett, Oliver Tarney, por “Relatos do Mundo” Sergio Diaz, Zach Seivers, M. Wolf Snyder, por “Nomadland” Coya Elliott, Ren Klyce, David Parker, por “Soul” Jaime Baksht, Nicolas Becker, Phillip Bladh, Carlos Cortés, Michelle Couttolenc, por “O Som do Silêncio” Melhores Efeitos Visuais Pete Bebb, Nathan Mcguinness, Sebastian Von Overheidt, por “Greyhound: Na Mira do Inimigo” Matt Kasmir, Chris Lawrence, David Watkins, por “O Ceu da Meia-Noite” Steve Ingram, Anders Langlands, Seth Maury, por “Mulan” Santiago Colomo Martinez, Nick Davis, Greg Fisher, por “O Grande Ivan” Scott Fisher, Andrew Jackson, Andrew Lockley, por “Tenet” Melhor Curta Britânico de Animação “The Fire Next Time” “The Owl And The Pussycat” “The Song Of A Lost Boy”
Kung Fu: Nova versão da série clássica ganha trailer repleto de ação
A rede The CW divulgou o primeiro trailer de “Kung Fu”, série vagamente inspirada pela atração de mesmo nome dos anos 1970. A prévia é cheia de ação e golpes de artes marciais, justificando o nome da atração. “Kung Fu” é uma produção do prolífico Greg Berlanti (criador do Arrowverso) e estreia na CW após ter duas versões recusadas pela rede Fox. A produção aprovada foi desenvolvida em parceria com Christina M. Kim (produtora-roteirista de “Blindspot” e “Hawaii Five-0”) e lembra mais uma série do Arrowverso que a trama original. Como muitos ainda lembram, a “Kung Fu” original trazia David Carradine (o Bill de “Kill Bill”) como o “gafanhoto” Kwai Chang Kane, filho órfão de um americano e de uma chinesa que, após ser criado num mosteiro Shaolin, acabava vagando pelo Velho Oeste americano do século 19 – enquanto procura o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. Em contraste com a versão criada por Ed Spielman em 1972, o novo “Kung Fu” se passa no século 21 e acompanha Nicky, uma jovem de descendência asiática que deixa a faculdade após uma crise e embarca numa jornada que muda sua vida, num mosteiro isolado na China. Quando ela volta aos EUA, encontra sua cidade natal mergulhada em crimes e corrupção, e passa a usar suas habilidades em artes marciais para proteger a comunidade e levar criminosos à justiça – enquanto procura o assassino que matou seu mentor Shaolin e que agora está em seu encalço. O papel principal é desempenhado por Olivia Liang, intérprete da malvadinha Alyssa Chang em “Legacies” (também do CW), e o elenco também inclui Shannon Dang (“The Romanoffs”), Bradley Gibson (“Power: Book II – Ghost”), Tony Chung (o Sub-Zero do game “Mortal Kombat 11”), Jon Prasida (“Tomorrow, When the War Began”), Gavin Stenhouse (“Allegiance”), Eddie Liu (“Eu Nunca…”), Kheng Hua Tan (“Marco Polo”) e o veterano Tzi Ma (“Mulan”). A nova série vai se juntar às duas estreias bem-recebidas – e já renovadas – de 2021 no canal: “Superman & Lois” (também de Berlanti) e “Walker”, estrelada por Jared Padalecki (de “Supernatural”), que por sinal é outro reboot de série clássica (“Walker, Texas Ranger”). A estreia está marcada para 7 de abril nos EUA.
Liga da Justiça de Zack Snyder vaza acidentalmente na HBO Max
A aguardada versão de “Liga da Justiça” de Zack Snyder vazou temporariamente na tarde de segunda (8/3) pela HBO Max. Vários usuários que procuraram assistir “Tom & Jerry” acabaram sendo redirecionados para “Liga da Justiça”, que recebeu classificação etária “R”, para maiores de 17 anos nos EUA. A plataforma percebeu o erro e, depois de cerca de uma hora, o filme (que tem quatro horas de duração) saiu do ar. O serviço de streaming soltou um comunicado oficial se desculpando. “A ‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder ficou temporariamente disponível na HBO Max e o erro foi corrigido em minutos”, disse a plataforma. A estreia oficial do “Snyder Cut”, como é conhecida a nova versão do filme dos super-heróis, totalmente reeditada pelo diretor Zack Snyder, só estreia oficialmente na semana que vem, no dia 18 de março. No Brasil, o lançamento acontecerá em VOD (locação digital).
Personagens de Falcão e o Soldado Invernal ganham pôsteres individuais
A Marvel divulgou uma coleção de pôsteres de personagens da série de “Falcão e o Soldado Invernal”. Além dos dois Vingadores do título, interpretados por Anthony Mackie (Falcão) e Sebastian Stan (Soldado Invernal), “Falcão e o Soldado Invernal” também destaca personagens introduzidos nos filmes do Capitão América, trazendo de volta Emily Van Camp ao papel de Sharon Carter e Daniel Brühl como Barão Zemo, vilão responsável pelos eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. Desenvolvida pelo roteirista Malcolm Spellman (da série “Empire”), a série vai estrear em 19 de março na Disney+ (Disney Plus) com episódios assinados por Kari Skogland, diretora premiada de “The Handmaid’s Tale”, “The Walking Dead” e “The Americans”.












