PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
Reality

Primeiro casal de A Fazenda 18 termina após uma semana

Ana Bruna e Renê Thristan encerraram romance após discussão sobre jogo e convivência: “Nesse modelo não vai dar certo”

Leia mais
29 de setembro de 2026
Música

Taylor Swift lança clipe de Patient Zero com Dakota Johnson e Colin Farrell

Vídeo transforma música em suspense gótico sobre relação tóxica, com participações de Cara Delevingne e Matthew Stafford

Leia mais
29 de setembro de 2026
Música

The Town anuncia primeiros artistas e gera polêmica com Marilyn Manson

Cantor, que vai se apresentar no mesmo dia do Slipknot, provocou reação imediata devido a acusações de abuso

Leia mais
29 de setembro de 2026
TV

Belo ganha dois novos papéis na Globo após Três Graças

Cantor entra na 6ª temporada de “Arcanjo Renegado” e também está escalado para “A Doutrina”, sobre o jogo do bicho

Leia mais
28 de setembro de 2026
Música

Chico Buarque aciona polícia após ameaça de morte

Mensagem foi publicada em comentário sobre ato de campanha de Lula no Rio. Advogada pediu abertura de inquérito para identificar o autor

Leia mais
28 de setembro de 2026
  • Série

    “Falcão e o Soldado Invernal” aborda história mais polêmica da Marvel

    27 de março de 2021 /

    O segundo episódio de “Falcão e o Soldado Invernal” surpreendeu os leitores de quadrinhos por abordar uma das histórias mais polêmicas já publicadas pela Marvel. É tudo spoiler para quem não assistiu à série da Disney+ (Disney Plus). Ao perceber que tinham lutado contra supersoldados, o Soldado Invernal (Sebastian Stan) revelou ao Falcão (Anthony Mackie) que o Capitão América e ele não foram os únicos militares americanos que receberam o soro experimental. Durante a Guerra da Coreia, ele tinha conhecido Isaiah Bradley, um soldado negro dos Estados Unidos, submetido aos testes da fórmula secreta. O personagem foi criado pelo falecido escritor Robert Morales e desenhado por Kyle Baker na minissérie “Capitão América: Verdade – Vermelho, Azul e Negro”. A publicação de 2003 revelou que Steve Rogers não tinha sido o único soldado a se submeter ao Projeto Rebirth durante a 2ª Guerra Mundial – Bucky Barnes, o Soldado Invernal, recebeu o soro de outra forma. O governo dos EUA fez experiências com 300 soldados negros em uma tentativa de recriar o soro do supersoldado em 1942. Mais: aquilo que eventualmente se tornou a fórmula secreta fazia parte de uma pesquisa para eliminar linhagens “menos desejáveis”, esterilizando grupos étnicos e pessoas com deficiências, com objetivos similares aos experimentos de eugenia dos nazistas. A história de Morales sugeria que o governo dos Estados Unidos e os nazistas tinham mais em comum nos anos 1940 do que a maioria gostaria de acreditar. O pior é que essa história revoltante foi inspirada num caso real. Em 1932, o Serviço de Saúde Pública e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA firmaram parceria com o Instituto Tuskegee, uma universidade predominantemente negra, para testar os efeitos prolongados da sífilis em homens negros. 600 pessoas foram selecionadas para o Estudo de Tuskegee, dos quais 399 foram infectadas sem saber. O experimento acompanhou por décadas as cobaias que, aceitando participar do teste sem saber de suas intenções reais, passaram anos sofrendo, com o diagnóstico de sífilis sempre escondido durante atendimentos públicos. Sem tratamento, a doença lhes causou danos cerebrais. O estudo só foi encerrado nos anos 1970, quando um vazamento de informações revelou o propósito real do teste e suas práticas antiéticas. Nos quadrinhos, Isaiah Bradley foi o último sobrevivente de seu esquadrão, após a maioria morrer com mutações e deformidades causadas pelo soro experimental. Ele se tornou uma arma do governo, usado em ações táticas de grande importância, mas sem receber a publicidade e a glória destinadas a Steve Rogers, o Capitão América. E quando a guerra acabou, o governo prendeu Bradley por 17 anos por roubar o uniforme do Capitão América. Eles o esterilizaram e colheram seu esperma e sangue para novos experimentos, enquanto lhe negaram o tratamento necessário para atenuar os efeitos colaterais do soro, o que o deixou com a capacidade mental de uma criança ao ser libertado. “Capitão América: Verdade – Vermelho, Azul e Negro” se tornou extremamente polêmica entre os leitores da Marvel. Muitos acharam que ela arruinou o legado de Steve Rogers. Houve racistas enfurecidos com a imagem do negro Isaiah vestido com o uniforme do Capitão América. Mas hoje a criação de Morales é considerada um marco dos quadrinhos. Tanto que o neto de Isaiah Bradley, Elijah Bradley, acabou incorporado em novas histórias como um herói: o Patriota, membro dos Jovens Vingadores. Em “Falcão e o Soldado Invernal”, Isaiah foi interpretado por Carl Lumbly (“Supergirl”), que surge amargurado, revoltado e escondido do mundo, recusando-se a falar do passado, mas ainda superpoderoso – ele é visto brevemente ao lado do neto na série. Na versão live-action, o personagem lutou na Guerra da Coreia e não na 2ª Guerra, e em vez de ter sido recebido como herói por ter derrotado o Soldado Invernal nos anos 1950, passou 30 anos preso e servindo de cobaia para novos testes. Ao saber dessa história, o Falcão fica chocado, especialmente por ter sido convencido a não virar o novo Capitão América porque, supostamente, só existia um Steve Rogers. Sua intenção de homenagear o amigo acabou traída pelo governo, que se apossou do escudo deixado por Rogers para ele. O governo americano nem perdeu tempo para passar o símbolo do Capitão América para as mãos de outro militar branco. O episódio ainda reforçou a crítica ao mostrar que, em meio a sua discussão com Bucky, o Soldado Invernal, Sam Wilson é cercado por viaturas policiais e se torna vítima de assédio racial por parte de policiais, que o identificam apenas como um homem negro agitado, sem reconhecê-lo fora do uniforme do Falcão. Apesar da importância da história e o impacto causado em sua utilização na série, até então a Marvel não parecia interessada em mantê-la relevante. Quando a Disney comprou a Marvel em 2009, “Verdade” saiu de catálogo e não ganhou republicação. Josiah X, filho de Isaiah Bradley, desapareceu em 2004, e Elijah Bradley deixou de ser considerado um dos Novos Vingadores em 2012 – um novo personagem, Rayshaun Lucas, assumiu o manto de Patriota. Uma década depois de sua estreia, “Capitão América: Verdade – Vermelho, Azul e Negro” tornou-se um item de colecionador difícil de se encontrar, ao mesmo tempo em que as menções ao “Capitão América negro” viraram trivia lembrada apenas por um punhado de geeks. Nem o nome e nem legado do personagem eram mencionados nas páginas da Marvel Comics há uma década. O escritor Robert Morales morreu aos 55 anos em 2013, sem ver seu personagem ganhar carne e osso.

    Leia mais
  • Filme

    Indicado ao Oscar, Meu Pai terá lançamento digital no Brasil

    27 de março de 2021 /

    Depois de “Druk – Mais uma Rodada” neste fim de semana, mais um filme indicado ao Oscar terá distribuição digital diante do fechamento dos cinemas no Brasil. “Meu Pai”, que concorre a seis troféus da Academia, incluindo Melhor Filme, Ator (Anthony Hopkins) e Atriz Coadjuvante (Oliva Colman), chegará às plataformas digitais no dia 9 de abril, disponibilizado na Apple TV, Google Play, NOW, Sky Play e Vivo Play. A distribuidora California Filmes também pretende fazer o lançamento nas salas de cinema que estiverem abertas, uma iniciativa também esboçada por “Druk”. Mas os principais parques exibidores não tem data para voltar a funcionar. Na história impactante de “Meu Pai”, Hopkins interpreta o pai da personagem de Colman e começa a demonstrar sintomas de demência. Confundindo-se com pessoas e situações, ele perde a noção da realidade, mas se recusa a deixar o apartamento onde viveu a vida toda, suspeitando que a filha pretende colocá-lo em um asilo. A sensação de desorientação é aprofundada pela decisão de apresentar a trama sob o ponto de vista do pai. A Academia gosta de premiar intérpretes de doentes e já deu um Oscar para Julianne Moore pelo retrato de uma mulher com Alzheimer, em “Para Sempre Alice”. O filme tem direção do dramaturgo francês Florian Zeller (“A Viagem de Meu Pai”), que também escreveu o roteiro com Christopher Hampton (vencedor do Oscar por “Ligações Perigosas”). Exibido no Festival de Sundance em janeiro, foi ovacionado pela crítica e mantém 98% de aprovação no Rotten Tomatoes. Veja o trailer legendado abaixo.

    Leia mais
  • Filme

    Ryan Reynolds zoa o novo adiamento de Free Guy nos cinemas

    27 de março de 2021 /

    O ator Ryan Reynolds (o “Deadpool”) postou um vídeo para anunciar – e zoar – mais um adiamento de “Free Guy: Assumindo o Controle”, sua comédia de fantasia produzida pelo 20th Century Studios, da Disney. “Ei, pessoal! Notícia incrível. Temos uma nova data de estreia para ‘Free Guy’. Sei que tivemos alguns percalços, mas desta vez é 100% garantido. Nunca tive tanta certeza de nada em toda a minha vida”, ele disse no vídeo. “E com essa [nova data] nos sentimos muito bem. A menos que… é claro…”, ironizou Originalmente marcado para julho do ano passado, o filme sofreu o primeiro adiamento para dezembro devido à pandemia de coronavírus. Um segundo atraso o levou para maio deste ano. Até que, na semana passada, ganhou sua quarta previsão de estreia: agosto de 2021. A ironia dessa situação é que o ator já zoava os adiamentos do filme em outubro passado, quando postou um vídeo em que o elenco utilizava diferentes feriados comemorativos para se referir às mudanças na data de estreia – que poderia ser no Natal de 2020, Dia da Independência e até o Halloween de 2021. Em “Free Guy”, Reynolds vive um bancário comum. Ou melhor, um bancário comum que é figurante de videogame. Seu personagem habita um game e só aparece para os jogadores durante uma cena de assalto. Num belo dia, ele resolve reagir a um jogador e se torna autoconsciente, descobrindo que sua existência é artificial e criada por um programador de games (Taika Waititi, de “Jojo Rabbit”). O elenco também destaca Joe Keery (“Stranger Things”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Jodie Comer (“Killing Eve”), que vive uma heroína no jogo. Ela ajuda Guy a enfrentar os perigos causados por sua rebelião. O roteiro escrito por Matt Lieberman foi adquirido em 2016 pela então chamada 20th Century Fox. Nesse meio tempo, Lieberman deixou de ser um roteirista promissor para se tornar especialista em longas animados de Hollywood, assinando novas animações de “A Família Addams” e “Scooby-Doo”. O filme também marca o retorno do diretor Shawn Levy à direção, sete anos após o fracasso de seu último longa, “Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba”. Desde então, ele vinha se concentrando na atividade de produtor, emplacando com sucesso a série “Stranger Things”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds)

    Leia mais
  • Série

    Série clássica Ally McBeal pode ganhar revival

    27 de março de 2021 /

    A série “Ally McBeal” (1997-2002) pode voltar a ser produzida. Vários sites americanos ouviram de suas fontes que a 20th Television (antiga Fox Television) estaria conversando com David E. Kelley, criador da série original, para produzir um revival. Mas tudo depende da vontade de Calista Flockhart de retomar o papel-título. “Ally McBeal” acompanhava a advogada do título, bem-sucedida na carreira profissional, mas totalmente frustrada em sua vida amorosa por ser apaixonada pelo amigo Billy (Gil Bellows), casado com sua colega Georgia (Courtney Thorne-Smith). Os dois também eram advogados e trabalhavam com Ally no mesmo escritório. O elenco original incluía Greg Germann, Lisa Nicole Carson, Jane Krakowski e Peter MacNicol, além de Portia de Rossi e Lucy Liu, que entraram na 2ª temporada. Também não se pode esquecer de Robert Downey Jr., o Homem de Ferro dos filmes da Marvel, e o cantor Jon Bon Jovi, que viveram interesses românticos da protagonista, respectivamente no quarto e no quinto ano da produção. A comédia dramática foi um dos grandes sucessos da rede Fox no final dos anos 1990. A média de 11,4 milhões de telespectadores na 1ª temporada disparou para 13,8 milhões no segundo ano, após “Ally McBeal” e Calista Flockhart vencerem o Globo de Ouro nas categorias de Melhor Série de Comédia e Melhor Atriz. Na época, a atração só era menos vista que “Arquivo X” (1993-2018). A atração ainda teve sete vitórias no Emmy, incluindo Melhor Série de Comédia de 1999. E consolidou a fama de David E. Kelley como um dos produtores mais talentosos de sua geração. Ele já tinha criado o fenômeno infantil “Tal Pai, Tal Filho” (Doogie Howser, M.D.), o drama “Picket Fences”, a série médica “Chicago Hope” e a jurídica “O Desafio” (The Practice), e após “Ally McBeal” ainda concebeu “Boston Public” e “Justiça Sem Limites” (Boston Legal). Mas deu uma sumida após meados dos anos 2000, só voltando recentemente com uma reinvenção completa de sua carreira, agora na TV paga. A reviravolta veio com “Big Little Lies”, na HBO, e continuou com “Mr. Mercedes”, “The Undoing” e “Big Sky”. Atualmente, ele tem mais quatro séries e minisséries inéditas em desenvolvimento. Calista Flockhart, por sua vez, estrelou outra série bem-sucedida após viver Ally McBeal, como a republicana conservadora da família de democratas progressistas de “Brothers & Sisters”, atuando com um elenco que marcou época – Sally Field, Matthew Rhys, Rachel Griffiths, Dave Annable, Rob Lowe, Emily VanCamp, etc. Entretanto, seu último trabalho foi como Cat Grant em “Supergirl”. Ela abandonou a série em 2018 quando a produção trocou de canal (foi da CBS para a CW) e começou a ser gravada no Canadá. Ainda não há nenhum canal ou plataforma atrelados ao revival de “Ally McBeal”, mas a 20th Television faz parte do conglomerado Disney, dono da rede ABC e de vários canais pagos, sem esquecer das plataformas Disney+ e Hulu (Star+).

    Leia mais
  • Etc

    Michael Douglas revela sofrer problemas de memória

    27 de março de 2021 /

    O ator Michael Douglas, que tem 76 anos, revelou ter percebido falhas em sua memória recente. Durante uma entrevista recente, o ator diz que isso foi acirrado pela falta de compromissos durante o isolamento social. “Durante esse período da Covid-19, em que fiquei muito tempo jogado no sofá sem fazer nada, fiquei chocado com a redução da minha estamina. E minha memória de longo prazo está boa, mas a recente não”, confessou o astro ao site da AARP, organização dedicada à saúde de pessoas acima de 50 anos nos EUA. Ele considera que as falhas possam ter relação com o modo como viveu nos anos 1970 e 1980, época marcado por abusos de drogas e álcool. “Eu costumava culpar a maconha. Mas tenho alguns amigos que fumam há tanto tempo e têm memórias fabulosas, então não acho que seja esse o problema. Estou pesquisando”. Além de ter problemas com a memória, o ator lutou contra um câncer de estágio quatro, diagnosticado em sua língua, em 2010. Ao ser perguntado se estava arrependido dos hábitos de beber e fumar, fatores de risco conhecidos como causa de tumores de garganta e boca, ele declarou que não possui remorso. “Sem querer ser muito específico, esse câncer em particular é causado pelo HPV, que na verdade vem do cunilingus”. Ele é casado com a atriz Catherine Zeta-Jones, com quem tem dois filhos: Dylan, de 20 anos, e Carys, de 17 anos. Michael também é pai de Cameron Douglas, de 42 anos.

    Leia mais
  • George R.R. Martin
    Etc,  Série

    George RR Martin assina contrato de exclusividade com a HBO

    26 de março de 2021 /

    A HBO fechou um contrato de exclusividade com George RR Martin, autor dos livros que inspiraram a série “Game of Thrones” e que também é co-autor do spin-off “House of the Dragon”, atualmente em desenvolvimento no canal pago americano. Pelo acordo, Martin vai desenvolver novas séries para o canal e para o serviço de streaming HBO Max. A notícia vem na esteira da revelação de que a HBO prepara várias séries derivadas de “Game of Thrones”, inclusive uma versão animada, que se encontram em diferentes estágios de desenvolvimento. Por enquanto, porém, apenas a produção de “House of the Dragon”, co-criada por Martin e Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”), encontra-se confirmada. Além do spin-off focado na família Targaryen e baseado em seu livro “Fogo & Sangue”, o escritor tem dois outros projetos ativos na HBO: “Who Fears Death” (uma adaptação do premiado romance pós-apocalíptico de Nnedi Okorafor de 2011) e “Roadmarks” (adaptação do romance de fantasia de Roger Zelazny de 1979), ambos previamente anunciados. Fora da HBO, ele está à frente de “Wild Cards”, série de super-heróis de uma vasta coleção literária iniciada pelo escritor nos anos 1980, atualmente em andamento na plataforma Peacock, e o filme “In the Lost Lands”, adaptação de contos de fantasia de Martin comandada por Paul WS Anderson, que será estrelada por Milla Jovovich e Dave Bautista. Mas embora muitos projetos derivados de suas obras tenham sido cogitados nos últimos anos, como uma série de lobisomens baseada no conto “The Skin Trade”, poucos têm conseguido sair do papel. Vale lembrar que, fora “Game of Thrones”, a mais recente adaptação de Martin para a TV foi uma grande decepção. Lançada com grande orçamento e expectativa pelo canal SyFy em 2018, a série “Nightflyers” acabou sem fim, cancelada na 1ª temporada, com baixa audiência e críticas bastante negativas (35% de aprovação no Rotten Tomatoes).

    Leia mais
  • Série

    Don Cheadle será o narrador da nova versão de “Anos Incríveis”

    26 de março de 2021 /

    O reboot da série clássica “Anos Incríveis” (Wonder Years) encontrou seu narrador. Don Cheadle (o Máquina de Combate da Marvel) interpretará a versão adulta do protagonista, que será ouvida comentando detalhes de sua infância ao longo dos episódios. Elisha “EJ” Williams interpreta o Dean de 12 anos na nova versão da série, que vai se centrar em uma família negra em Montgomery, Alabama, em 1968. O menino atualmente dubla o cão Bingo no desenho animado “Puppy Dog Pals” da Disney Junior e já apareceu nas séries “Henry Danger” e “Força Danger”, da Nickelodeon. Os atores Dulé Hill (“Psych” e “Suits”) e Saycon Sengbloh (“No Escuro/In the Dark”) também estão no elenco com os pais do garoto. O seriado original girava em torno de uma família de classe média dos 1960, que tinha sua típica vida suburbana recortada pelo olhar do pequeno Kevin Arnold, vivido por Fred Savage. Os episódios eram narrados por sua versão adulta, interpretada pelo ator Daniel Stern. Fenômeno de audiência, a série original rendeu seis temporadas, exibidas entre 1988 e 1993, que se tornaram referência para muitas produções que se seguiram, com seu formato imitado por várias séries de sucesso nos últimos anos, como “Todos Odeiam o Cris”, “Os Goldbergs” e “Young Sheldon”. Um detalhe curioso é que Fred Savage, o eterno Kevin, será diretor e produtor executivo do reboot. Ele dirige séries desde 1999 e já contabiliza a realização de capítulos de mais de 70 atrações diferentes no currículo. A nova versão vai partir da mesma premissa da série original, acompanhando dramas familiares nos anos 1960, mas desta vez com todo o contexto histórico apresentado pelo ponto de vista de uma criança negra. O roteirista encarregado do reboot é o comediante Saladin K. Patterson, que assinou episódios de “The Big Bang Theory” e “Psych”. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado pela rede ABC. O episódio de teste precisa ser aprovado para a série ser oficializada.

    Leia mais
  • Filme

    Criador do Esquadrão Suicida aparece no trailer do novo filme

    26 de março de 2021 /

    O diretor James Gunn comentou nas redes sociais mais uma participação especial revelada pelo trailer de “O Esquadrão Suicida”. Foi a roteirista Gail Simone (dos quadrinhos de “Aves de Rapina” e “Batgirl”), quem percebeu. “Fico muito feliz em ver o respeito por John Ostrander neste filme. Um grande cara e um escritor brilhante”, ela apontou. Para quem não percebeu, John Ostrander, criador da versão moderna do Esquadrão Suicida nos quadrinhos da DC Comics, é quem aparece administrando as bombas biológicas na cabeça dos condenados. Ele é visto rapidamente dando a injeção letal na nuca de Savant (Michael Rooker). “Vocês viram ele no trailer? Faz o maior sentido que o verdadeiro criador do ‘Esquadrão Suicida’ seja quem coloca as bombas em suas cabeças (e ajudou o fato de John Ostrander ser na verdade um ex-ator)”, explicou Gunn. Ostrander foi quem concebeu o Esquadrão Suicida como ele é conhecido hoje dia, pegando o nome de um grupo de heróis sem superpoderes de 1959 para batizar a Força Tarefa X. Foi dele a ideia de reunir vilões aprisionados num time relutante, que cumpriria missões arriscadas para o governo em troca da redução de suas sentenças. Do grupo original, ele só manteve o líder da equipe, Rick Flag Jr. Mas também aproveitou elementos dos filmes “Os 12 Condenados” (1967) e “Fuga de Nova York” (1981) para estabelecer a premissa básica de seu equipe de personagens. Lançados como coadjuvantes da minissérie “Lendas” (Legends) em 1983, os anti-heróis logo ganharam revista própria e hoje estão a caminho de seu segundo longa-metragem cinematográfico. “O Esquadrão Suicida” tem estreia marcada para agosto de 2021. Did you see him in the trailer? It only makes sense that the actual creator of #TheSuicideSquad is the one to put the bombs in their heads (and it helped that John Ostrander was actually a former actor.) https://t.co/w8k8uvWkld pic.twitter.com/kdhxzM16Th — James Gunn (@JamesGunn) March 26, 2021

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Larry McMurtry (1936 – 2021)

    26 de março de 2021 /

    O escritor americano Larry McMurtry morreu na quinta (25/3) nos EUA, aos 84 anos. Além de romancista prolífico com mais de 30 livros publicados, ele venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005). A causa da morte não foi informada. O belo romance gay, baseado num conto de Annie Proulx, também deveria ter ganhado o troféu de Melhor Filme em 2006, mas o preconceito da velha guarda da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas preferiu premiar “Crash”, um dos dramas mais medíocres a vencer o Oscar. O envolvimento sexual dos cowboys enrustidos vividos por Heath Ledger e Jake Gyllenhaal foi um dos poucos roteiros realmente escritos por McMurtry, que dividiu o trabalho com a amiga Diana Ossana. Isto porque a maioria das vezes em que seu nome apareceu nas telas de cinema foi devido à adaptação de seus livros por terceiros. McMurtry escreveu vários livros que inspiraram grandes sucessos de bilheteria, como “Laços de Ternura” (1983), de James L. Brooks, vencedor do Oscar de Melhor Filme, o cultuadíssimo “A Última Sessão de Cinema” (1971), que ele próprio adaptou com o diretor Peter Bognadovich, ganhando sua primeira indicação ao Oscar, e até “O Indomado” (1963), de Martin Ritt, estrelado pelo jovem Paul Newman. Ele também inspirou diversas obras televisivas, como a minissérie “Os Pistoleiros do Oeste” (1989), adaptada do livro “Lonesome Dove”, vencedor do Prêmio Pulitzer em 1986, que virou franquia com duas continuações. Sua paixão pela literatura ainda o fez manter, durante meio século, um dos maiores sebos dos Estados Unidos, chamado de Book Up, na sua cidade natal, Archer City. Antes de leiloar os livros em 2012, a Book Up chegou a ter mais de 400 mil volumes, distribuídos em seis prédios diferentes. Apesar disso, ele se orgulhava de ser um outsider do meio literário, sem abrir mão de morar, na maior parte da vida, na sua cidadezinha natal no Texas. Uma das maiores demonstrações de seu desapego ao glamour aconteceu no Oscar, quando subiu ao palco, para receber a estatueta por “Brokeback Mountain”, trajando jeans e botas de cowboy, e em seu discurso homenageou “todas as livrarias do mundo”. Veja abaixo. McMurtry finalizou um último roteiro com Diana Ossana, que deve ganhar lançamento comercial nos cinemas ainda neste ano. Exibido no Festival de Toronto passado, “Good Joe Bell” acompanha um cowboy (vivido por Mark Wahlberg) que tem a vida virada pelo avesso após seu filho se matar, atormentado pelo bullying dos colegas de escola por ser gay.

    Leia mais
  • Filme

    Paramount define novo diretor para Transformers

    26 de março de 2021 /

    A Paramount definiu um novo diretor para a franquia “Transformers”. Depois de chamar atenção no Festival de Sundance do ano passado com o drama indie “Charm City Kings” (também conhecido como “Twelve”), o cineasta Angel Manuel Soto foi o escolhido para trabalhar na sequência da franquia. Ele vai levar às telas um roteiro escrito por Marco Ramirez, showrunner da minissérie da Marvel “Os Defensores”, lançada em 2017 na Netflix. Os detalhes do enredo estão sendo mantidos em sigilo, mas a trama não deve continuar a história dos filmes que a Paramount vem fazendo desde 2007 com o diretor Michael Bay. Além deste novo longa, o estúdio também está trabalhando em outro projeto de “Transformers” com o diretor Stephen Caple Jr., responsável por “Creed II” (2018). A ideia é contar várias histórias independentes entre si, como a produtora começou a fazer com “Bumblebee” em 2018. E, pela seleção de cineastas, a Paramount também está buscando vozes mais diversificadas para tornar a marca mais ressonante com o público moderno.

    Leia mais
  • Filme

    O Esquadrão Suicida: Sylvester Stallone confirma que é o Tubarão Rei

    26 de março de 2021 /

    A revelação do primeiro trailer oficial de “O Esquadrão Suicida” encerrou o mistério por trás da identidade do intérprete de Tubarão Rei. A voz bem conhecida da criatura materializada por efeitos visuais deixou claro que o personagem é dublado pelo ator Sylvester Stallone (“Rambo: Até o Fim”). O próprio Stallone confirmou a novidade no seu Twitter, levando o diretor James Gunn a oficializar a escalação nas redes sociais. “Ok, tubarão à caminho! ‘O Esquadrão Suicida’ é um estouro”, tuitou Stallone. “Caso vocês estejam se perguntando quem é esse tubarão…”, replicou Gunn, incluindo o pôster do personagem e o tuite do ator. Esta é a segunda vez que ator e diretor trabalham juntos. Antes de virar vilão da DC, Stallone foi herói da Marvel numa participação especial em “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, dirigido por Gunn em 2017. Criado por Karl Kesel e Tom Grummett em 1994, como inimigo do novo Superboy (Kon-El), o Tubarão Rei chegou mesmo a participar do Esquadrão Suicida nos quadrinhos. O fato de ser um tubarão falante, gigante, com pés e garras também o transformou num dos personagens favoritos de outras mídias, ganhando destaque na galeria de vilões da série “The Flash” e da animação “Harley Quinn” (da Arlequina). Um detalhe ainda mais bizarro sobre o personagem foi acrescentado no longa animado “Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips”, que revelou que Tubarão Rei é ex-namorado de John Constantine. In case you're wondering who that shark is… @TheSlyStallone King Shark. #TheSuicideSquad https://t.co/ziuCDeU0Wl pic.twitter.com/uB7mnqh7ab — James Gunn (@JamesGunn) March 26, 2021

    Leia mais
  • Etc,  Série,  TV

    Canal “black” americano, BET estreia de graça no Brasil pela Pluto TV

    26 de março de 2021 /

    A ViacomCBS lançou o canal pago americano BET de graça no Brasil nesta sexta-feira (26/3), como parte do catálogo de programação da Pluto TV. O canal chega com produções dubladas em português e pode ser acessado diretamente pela web (https://pluto.tv/live-tv/bet-pluto-tv-ptv1), por aplicativos Apple e Android e por algumas smart TVs (a Samsung ainda não disponibilizou o app da Pluto em seu Smart Hub). Líder de entretenimento dedicada à cultura e programação para o público negro nos Estados Unidos, o canal Black Entertainment Television (BET) foi lançado em 1983 e já estava disponível em 75 países com 100% da sua programação produzida e estrelada por afro-americanos. A lista de programas inclui muitas séries de ficção nunca antes exibidas no Brasil, realities, programas musicais e diversas atrações de variedades – em especial, programas do ator Tyler Perry. No ar 24 horas por dia como um canal convencional de TV, com intervalos e programação ao vivo, a BET traz ao Brasil grifes famosas como as séries clássicas “Being Mary Jane”, estrelada por Gabrielle Union, “Real Husbands of Hollywood”, estrelada por Kevin Hart, “American Soul”, sobre a história do famosíssimo programa musical “Soul Train”, “Boomerang”, baseada no filme de Eddie Murphy “O Príncipe das Mulheres” (1992), e produções de Tyler Perry como “Assisted Living”, “House of Payne”, “The Oval and Sistas”. Novos conteúdos continuarão a ser adicionados nos próximos meses. Além disso, o canal vai exibir as tradicionais premiações de artes BET Awards e BET Hip-Hop Awards. Tiago Worcman, VP de entretenimento e marcas da ViacomCBS no Brasil – e marido da atriz Carolina Dickemann – , anunciou a novidade demonstrando que se trata de uma grande realização. “Estamos extremamente orgulhosos de trazer a BET para o Brasil. É uma marca que muito contribuiu para a mudança de paradigma global que estamos testemunhando se desdobrar hoje”, ele disse em comunicado.

    Leia mais
  • Música

    Lil Nas X sai do armário e vai parar no inferno em clipe radicalmente gay

    26 de março de 2021 /

    Lil Nas X vai do paraíso ao inferno no clipe radicalmente gay de “Montero (Call Me By Your Name)”. Com um título que referencia o romance homossexual retratado no filme “Me Chame pelo Seu Nome”, o vídeo é repleto de cenas LGBTQIA+. Algumas são capazes de causar fortes emoções (em mais de um sentido), como a lap dance hardcore feita por Lil Nas X no diabo. As cenas incluem muitos efeitos visuais, em que o rapper se faz de vítima e algoz, aparecendo em dose dupla com a ajuda da computação gráfica, que o multiplica na tela. E, ao final, ele se mostra tão “levado” que até assume o trono do inferno. A historinha não deixa de refletir uma “culpa cristã” por o rapper se assumir gay. É a primeira vez que Lil Nas X “se chama pelo seu nome” e demonstra sua sexualidade de forma explícita. E como resultado da ousadia… vai parar no inferno. Montero é o nome de batismo do autor do hit “Old Town Road”, que lançou a nova canção para se dirigir a ele mesmo quanto tinha 14 anos. “Caro Montero de 14 anos, escrevi uma música com o seu nome”, explicou no Twitter. “Eu sei que nós prometemos a nós mesmos nunca sair do armário, nunca ser ‘aquele tipo’ de pessoa gay. Eu sei que nós prometemos morrer com esse segredo, mas esse clipe vai abrir as portas para tantas pessoas queer simplesmente existirem”, acrescentou. O rapper ainda assumiu que estava “muito assustado” com a possível repercussão do clipe, temendo acusações de que ele estava “promovendo a agenda gay”. “Mas a verdade é que eu estou, mesmo. A minha agenda é fazer as pessoas entenderem que não devem se meter na vida das outras pessoas, ditando quem elas deveriam ser”, completou. O próprio Montero/Lil Nas X é creditado como diretor do clipe, em parceria com a ucraniana Tanu Muino (que fez “Up”, de Cardi B).

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie