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Reality

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Música

The Town anuncia primeiros artistas e gera polêmica com Marilyn Manson

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TV

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Cantor entra na 6ª temporada de “Arcanjo Renegado” e também está escalado para “A Doutrina”, sobre o jogo do bicho

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Música

Chico Buarque aciona polícia após ameaça de morte

Mensagem foi publicada em comentário sobre ato de campanha de Lula no Rio. Advogada pediu abertura de inquérito para identificar o autor

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28 de setembro de 2026
  • Série

    Netflix anuncia volta de “Lucifer”

    29 de março de 2021 /

    A Netflix revelou nas redes sociais a data de estreia da segunda metade da 5ª temporada de “Lucifer”. Chamada pela plataforma de “5B”, a metade da temporada (midseason) recomeça em 28 de maio. Com oito episódios inéditos, o lançamento vai continuar a história interrompida há quase um ano, em agosto de 2020. A série já se encontra renovada para a 6ª temporada, que será a “última” – pela terceira vez. No ar desde 2016, “Lucifer” enfrentou seu primeiro cancelamento após três temporadas na emissora original, a Fox, e acabou sendo salva pela Netflix devido a uma forte campanha dos fãs. Mas depois de lançar o quarto ano, a plataforma fez um anúncio bizarro de “renovação”, avisando que a série estava cancelada e que a 5ª temporada seria o fim da linha. Desta vez, os produtores informaram aos fãs que nem adiantava protestar. Em seguida, dedicaram-se a criar um final definitivo para a trama. Só que, de forma surpreendente, a Netflix voltou atrás por vontade própria, encomendando uma 6ª temporada – que, claro, também foi anunciada como “última”. Sim, eu ouvi as preces (e o choro, os gritos e os xingamentos) de vocês. A temporada 5B de Lucifer chega dia 28 de maio no meu site. pic.twitter.com/uK4ML18Nil — netflixbrasil (@NetflixBrasil) March 29, 2021

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  • Série

    Netflix renova “Sky Rojo” e “Quem Matou Sara?”

    29 de março de 2021 /

    A Netflix anunciou a renovação de duas séries faladas em espanhol: “Sky Rojo” e “Quem Matou Sara?”. Recém-lançadas, ambas terão suas continuações disponibilizadas de forma rápida. Lançamento da sexta passada (26/3), a mexicana “Quem Matou Sara?” voltará em 19 de maio, enquanto a espanhola “Sky Rojo”, que entrou na plataforma uma semana antes, ganhará sua 2ª temporada no dia 23 de julho. A rapidez dos anúncios e a proximidade das datas só foi possível porque os capítulos inéditos já estão gravados. A “renovação”, portanto, fazia parte da encomenda inicial de episódios produzidos. Nova série criminal de Álex Pina (criador de “La Casa de Papel”) em parceria com Esther Martínez Lobato (criadora de “Vis a Vis”), “Sky Rojo” segue um grupo de mulheres armadas em ritmo de fuga. Na trama, três prostitutas se tornam foragidas após deixarem seu cafetão gravemente ferido. Interpretadas pela espanhola Verónica Sánchez (“O Píer”), a cubana Yany Prado (“A Dupla Vida de Estela Carrillo”) e a atriz e cantora argentina Lali Espósito (“Floricienta”), as três têm a máfia a seu encalço e não podem pedir ajuda para a polícia, precisando escolher a menos pior entre suas duas opções: fugir até serem pegas ou atacar primeiro. Criação de José Ignacio Valenzuela (“La Hija Prodiga”), “Quem Matou Sara?” gira em torno da vingança de um homem que passou 18 anos preso injustamente pelo assassinato da irmã. Ao ser libertado, Alex Guzmán (Manolo Cardona) decide se vingar da família Lazcano, que o culpou pelo crime, e descobrir quem realmente matou sua irmã Sara (Ximena Lamadrid). O que ele não imaginava é que a busca por provas o levaria a se apaixonar por Elisa (Carolina Miranda), filha de seu principal suspeito, e perceber que os muitos segredos de Sara são seu principal obstáculo para chegar à verdade. Veja abaixo os teasers das novas temporadas. Peguei os pedidos de renovação de Sky Rojo e transformei numa segunda temporada. Bota o cinto que eu tô a 100km/h: no dia 23 de julho essa perseguição continua. pic.twitter.com/19t56UE4Rw — netflixbrasil (@NetflixBrasil) March 29, 2021 Álex tendrá que enfrentarse a una pregunta mucho más peligrosa: ¿quién era realmente su hermana? El 19 de mayo llega la segunda temporada de '¿Quién mató a Sara?'. pic.twitter.com/d2bcFEMhdC — Netflix España (@NetflixES) March 29, 2021

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  • Série

    Série de Obi-Wan Kenobi terá volta dos tios de Luke Skywalker

    29 de março de 2021 /

    A nova série de “Star Wars” focada no personagem Obi-Wan Kenobi anunciou o seu elenco completo. Entre os nomes divulgados pela Lucasfilm, estão os de Joel Edgerton e Bonnie Piesse, que viveram Owen e Beru Lars, os tios que tem a missão de criar Luke Skywalker no final de “Star Wars, Episódio III: A Vingança dos Sith”. Bonnie Piesse também ficou conhecida, recentemente, pela série documental “The Vow”, em que denunciou a seita NXIVM, que escravizava mulheres sob o disfarce de autoajuda. Edgerton e Piesse voltarão a se juntar com Ewan McGregor, que retoma o papel de Obi-Wan, e Hayden Christensen, o intérprete de Anakin Skywalker/Darth Vader. Os quatro participaram da trilogia-prólogo da franquia. A série vai se passar dez anos após os eventos de “A Vingança dos Sith”, quando Obi-Wan viveu escondido em Tatooine para escapar da perseguição do Império, enquanto vigiava o menino Skywalker à distância. Outros nomes do elenco revelado nesta segunda (29/3) incluem Moses Ingram (“O Gambito da Rainha”) Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”), Indira Varma (“Game of Thrones”), Rupert Friend (“Homeland”), O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”), Sung Kang (“Velozes e Furiosos 6”), Simone Kessell (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) e o ator-cineasta Benny Safdie (“Bom Comportamento”). Escrita por Joby Harrold (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e dirigida por Deborah Chow (“The Mandalorian”), a série começa suas gravações em abril.

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  • Filme

    Russell Crowe é confirmado no novo filme de Thor

    29 de março de 2021 /

    O ator Russell Crowe, protagonista de “Gladiador”, “Robin Hood” e “Noé”, vai estrear na Marvel. Ele terá o que está sendo descrito como “uma participação divertida” no filme “Thor: Love and Thunder”. A confirmação foi feita após o vazamento de fotos do ator com o elenco das filmagens, na Austrália, durante o fim de semana. Crowe vai se juntar a outros astros que farão “participações especiais” no filme, como Matt Damon, Sam Neill e Melissa McCarthy. Estes três já tiveram os papéis confirmados por paparazzi que vazaram imagens set: serão atores numa peça sobre os eventos de “Thor: Ragnarok”, interpretando, respectivamente, Loki, Odin e Hela. Luke Hemsworth, irmão de Chris Hemsworth, completa o elenco da peça como Thor. O filme dirigido por Taika Waititi (de “Thor: Ragnarok”) vai mostrar Jane Foster (Natalie Portman), ex-namorada do Thor nos primeiros dois filmes, assumindo o martelo e os poderes do herói. Enquanto isso, o personagem de Chris Hemsworth será visto viajando pelo espaço com os Guardiões da Galáxia, na sequência aos eventos de “Vingadores: Ultimato”. Por conta dessa história, o quarto “Thor” também contará com Chris Pratt (Senhor das Estrelas), Dave Bautista (Drax), Karen Gillan (Nebula) e Pom Klementieff (Mantis), e possivelmente com dublagens de Vin Diesel (Groot) e Bradley Cooper (Rocket). O elenco espetacular ainda contabiliza a volta Tessa Thompson (Valquíria) e Jaimie Alexander (Sif), e apresentará Christian Bale (o Batman de “Cavaleiro das Trevas”) como um novo vilão. A estreia está marcada para maio de 2022.

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  • Reality,  TV

    Fiuk exagera que foi xavecado por Demi Lovato e elogiado por Selena Gomez

    29 de março de 2021 /

    O “BBB 21” está servindo para mostrar que a autoestima de Fiuk não tem limites. Depois de sugerir que recebeu cantada de Harry Styles, o combo de cantor e ator disse para Juliette e Camilla, na manhã desta segunda (29/3), que foi xavecado por Demi Lovato e ficou com Selena Gomez. “Eu entrevistei a Demi Lovato num programa que eu tinha. Ela me xavecou ao vivo, e eu estava namorando. Falei canta uma música aqui e tal, e ela falou: ‘Se você quiser no hotel, eu canto para você”, afirmou o ator e cantor. Camilla perguntou o que ele respondeu. “Eu fiquei super sem graça, porque eu estava namorando, não tinha como acontecer nada”, disse Fiuk. A sister indagou, então, se ele ficaria com a Demi, provocando indignação em Juliette. “Ó pergunta besta. Cara, é a Demi Lovato”, disse a maquiadora. “Ah, ela é demais”, concordou Fiuk. Antes, o ator e cantor comentou que Selena Gomez também já tinha se manifestado sobre ele. “Selena Gomez viu minha foto em um programa e disse que me pegaria” Para não ficar para trás, Juliette também se vangloriou de ter pegado um famoso. Horas antes, na madrugada, contou para Pocah, Thaís e Camilla que tinha beijado uma celebridade no Carnaval. Sem lembrar o nome do artista, ela disse que ele havia feito “Malhação” como par de Betina, personagem de Fernanda Vasconcellos. “Ele não sabia nem meu nome. Só me beijou”, disse. Mas Thaís desvendou o mistério. “Sei. É o Thiago Rodrigues”, apontou. “Meu Deus, que vergonha. O menino não vai nem se lembrar da minha cara”, lamentou Juliette para as colegas de reality. As duas conversas repercutiram na internet. Fãs de Juliette começaram a comentar nos posts de Thiago Rodrigues. “Já beijou a campeã do Big Brother Brasil 21”, brincou um perfil. “Do jeito que Juliette está famosa hoje, ele que deve falar para os amigos: ‘Já beijei Juliette'” apostou outro. No caso do Fiuk, internautas acharam os supostos vídeos em que Demi Lovato e Selena Gomez teriam dado em cima dele e rapidamente desmascararam as mentiras. Na entrevista de Demi, a cantora diz que Whitney foi a maior cantora de todos os tempos e que só se arrisca a cantar as músicas dela no chuveiro. É quando Fiuk insiste para ela dar uma palhinha, mas a cantora rejeita e, dizendo, sem mencionar hotel: “Que tal se eu cantar para você depois?”. Fiuk responde que seria legal. O humorista Patrick Maia, que também participava do programa “Coletivation”, da MTV, pergunta: “No chuveiro?” Sem graça, Demi afirma que não. “E, se fosse no chuveiro, eu estaria totalmente vestida”. Já a declaração de Selena aconteceu no programa da Eliana. Na dinâmica, a cantora americana foi apresentada a fotos de Fiuk e do cantor Luan Santana, e Selena disse que preferia o ator. No Twitter, os internautas não perdoaram os exageros contados pelo candidato a galã. pic.twitter.com/2fBHCbM7kg — P (@sounda_music) March 29, 2021 #BBB21 Ele distorce TUDO mesmo né? 🗣 Fiuk: “Selena Gomez viu minha foto em um programa e disse que me pegaria” Realidade: pic.twitter.com/9ZFocKwlV2 — Camila 🌼 (@chateadissim4) March 29, 2021 a autoestima do fiuk falando que a demi e a selena já deram em cima dele… já não bastava o harry styles meu pai a fic pic.twitter.com/0DzQOVkxc2 — Julia (@artjodies) March 29, 2021 meu deus o fiuk é muito mentiroso primeiro harry styles, agora demi e selena pic.twitter.com/gB5HDJWYPb — fernanda ˢᵖᶠᶜ (@hernxnez) March 29, 2021 até agora estas são as celebridades que deram em cima do fiuk segundo ele mesmo: selena gomez, hayley williams, harry styles e demi lovato vamos aguardar qual realidade o discípulo da karol comk vai inventar da próxima vez — isadora (@botelhohshit) March 29, 2021

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  • Filme

    Dwayne Johnson revela nova data de estreia de Adão Negro

    29 de março de 2021 /

    O astro Dwayne Johnson (“Jumanji: Próxima Fase”) divulgou um vídeo em seu Instagram que revela que “Adão Negro”, o filme em que ele vai virar personagem da DC Comics, será lançado em 29 de julho de 2022. A postagem é um registro de outro vídeo, que foi exibido ao ar livre na Times Square, em Nova York, com uma narração que avisa: “A hierarquia de poder no Universo DC está prestes a mudar”. O pequeno anúncio com a data de lançamento também foi apresentado na TV americana no domingo (28/3). Antes desse vídeo, a Warner mantinha a estreia do longa, que ainda não começou a ser filmado, marcada para 22 de dezembro (deste ano, imaginem…). Mas ninguém levava a sério essa previsão. A nova data foi anunciada cinco dias depois do anúncio de Pierce Brosnan (o 007 dos anos 1990) no papel do herói Senhor Destino. Ele era o último intérprete que faltava no grupo de heróis do filme, a Sociedade da Justiça, que também inclui Aldis Hodge (“O Homem Invisível”) como Gavião Negro, Quintessa Swindell (“Gatunas”) na pele de Ciclone e Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) como o Esmaga-Átomo. Além da Sociedade da Justiça e do Adão Negro vivido por Johnson, o elenco do filme dirigido Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”) ainda conta com Sarah Shahi (“Pessoa de Interesse”) como Adrianna Tomaz (a Poderosa Isis). O roteiro inicial é de Adam Sztykiel (“Rampage: Destruição Total”), mas, em processo constante de revisão, passou por último pelas mãos de Rory Haines e Sohrab Noshirvani, roteiristas do recente e premiado drama “The Mauritian”. As filmagens devem começar em duas semanas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock)

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  • Reality,  TV

    Revista americana Variety analisa BBB como retrato político do Brasil em 2021

    28 de março de 2021 /

    O reality show da Globo “Big Brother Brasil” ganhou destaque neste domingo (28/3) no site da revista americana Variety, a mais tradicional e respeita publicação da indústria do entretenimento dos EUA. Em uma reportagem sobre a grande audiência e pautas comportamentais do programa, a publicação afirmou que a conscientização social dos participantes da edição deste ano tornou a atração mais vista, mais interessante e mais importante que nunca. O texto da jornalista Augusta Saraiva cita o primeiro beijo gay ocorrido no reality show em suas mais de duas décadas de transmissão, entre Lucas Penteado e Gilberto, como ponto de partida para um “BBB” diferente de todos, especialmente pela reação negativa que se seguiu, incluindo a patrulha “ideológica” de Lumena Aleluia, psicóloga lésbica, até a pressão psicológica feita pela rapper Karol Conká para Lucas pedir para sair, o que acabou acontecendo. O artigo salienta ainda que as duas detratoras foram eliminadas na votação popular, inclusive com recorde de rejeição de Karol. A publicação não acompanhou os episódios mais recentes, quando a pauta LGBTQIA+ voltou recentemente ao centro das discussões com a indicação do líder Gilberto ao cantor sertanejo Rodolffo por comentários supostamente homofóbicos. Rodolffo ficou na casa por uma diferença de 0,5% de votos contra a atriz Carla Diaz, rejeitada por não ter sido feminista suficiente ao se submeter aos abusos de seu ficante no programa, Arthur. Apesar desse hiato, a revista destacou ainda o caso de Fiuk, sem nomeá-lo, afirmando que um integrante branco teve aulas de sensibilidade antes de entrar em confinamento, mas, por ser algo artificial, não tem conseguido evitar recaídas de “mansplaining”. Ao entrar em contato com a Globo, a Variety observou que a reviravolta do “Big Brother Brasil” aconteceu depois que a emissora percebeu que os debates sobre feminismo e racismo da edição anterior tinham rendido grande audiência. Por conta disso, os produtores optaram for incluir um grupo de concorrentes com maior diversidade racial e sexual. Nove dos 20 participantes iniciais se identificam como afro-descendentes e muitos deles pertencem à comunidade LGBTQIA+. O resultado dessa mistura foram discussões intensas, delicadas e importantes, que renderam a maior audiência do programa em todos os tempos. No dia em que Conká foi “despejada”, a Globo atingiu 63% de audiência geral da televisão brasileira. A Globo informou ao veículo americano que 40 milhões de pessoas – quase um quinto da população de 211 milhões do Brasil – assistem ao reality show todos os dias, o que representa 5,5 milhões de telespectadores diários a mais que no ano passado. Laurens Drillich, presidente da Endemol Shine Latino, que produz e licencia a franquia “Big Brother” no Brasil, completou dizendo à publicação que “a Globo fez um trabalho maravilhoso em manter a marca renovada e encontrar novas maneiras de envolver o público”. O executivo também apontou a pandemia de covid-19 como fator de valorização dos reality shows de confinamento, num momento em que a TV brasileira vive de reprises pela impossibilidade de gravar interações entre atores. Além disso, com mais pessoas em isolamento social, o “BBB 21″ ganhou a proporção de um grande evento televisivo. A Variety acrescenta que, graças à sua abertura à votação pública, o “BBB 21″ também virou um verdadeiro mostruário sobre o que pensam os brasileiros sobre vários assuntos importantes. Isto também inclui política. O texto em inglês destaca que Sarah, não nomeada no artigo, era inicialmente uma das favoritas a ganhar o prêmio de R$ 1,5 milhão, mas sofreu forte rejeição online depois de dizer a seus colegas de casa que gostava do “presidente de extrema direita do Brasil” (aspas da Variety), Jair Bolsonaro. Na mesma ocasião, ela disse que “não falaria sobre isso em rede nacional” para evitar ser eliminada do programa, esquecendo que as câmeras já tinham registrado a fala. Uma semana depois, ela perdeu mais de 1 milhão de seguidores no Instagram. Ouvida pela reportagem, Cristiane Moreira, professora de psicologia da Pontifícia Universidade Católica de Petrópolis, disse que, devido ao formato do programa, de vigilância quase constante, alguns participantes acabam “não lembrando que as câmeras estão lá”. “Você pode controlar seu comportamento, mas chega um momento em que você vai baixar a guarda e normalizar a situação”, disse. “Eles estão lá há dois meses e têm até câmeras nos banheiros. [Participantes] atuam, mas não conseguem fazer isso o tempo todo. ” Para os produtores, as conversas trazidas pelos participantes sobre os mais variados temas só fortalecem o “BBB” ainda mais. “Inevitavelmente, situações e discussões que fazem parte do dia a dia acontecem dentro da casa [‘Big Brother’]”, afirma Rodrigo Dourado, diretor geral do ‘Big Brother Brasil’. “São pessoas reais falando sobre temas reais, com culturas, gostos e experiências diferentes. Tudo isso ajuda a criar a originalidade de um [reality show]. ” Especialistas procurados pela publicação dizem que os debates sobre raça, gênero e sexualidade, entre outros assuntos, que estão movimentando o programa dificilmente desaparecerão após o término da atual edição, em abril. “É importante que isso aconteçam no programa? Acho que sim ”, disse o psicólogo Bruno Branquinho, especialista em saúde LGBTQIA+. “Mas esses temas não surgiram no ‘Big Brother Brasil’. Eles estão ganhando muita atenção por causa do programa, mas fazem parte do debate nacional há anos.”

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  • Etc

    Woody Allen volta a negar acusações “absurdas” de abuso da filha

    28 de março de 2021 /

    Em uma nova entrevista para a CBS News, disponibilizada nos EUA na plataforma Paramount+ neste domingo (28/3), Woody Allen voltou a negar as acusações “absurdas” de que molestou a filha adotiva Dylan Farrow em 1992, quando ela tinha sete anos, fato que teria acontecido durante sua briga pela custódia dos filhos contra a ex Mia Farrow. “É tudo muito absurdo, mas a mancha permanece”, disse Allen ao jornalista Lee Cowan na entrevista, que foi gravada em julho passado, após a publicação da autobiografia do diretor “A Propósito de Nada”. “Eles preferem se agarrar, senão à noção de que molestei Dylan, à possibilidade de que eu poderia tê-la molestado. Nada do que eu já fiz com Dylan em minha vida poderia ser tão mal interpretado assim. ” Lamentando a reação de atores com quem já trabalhou e que o condenaram publicamente nos últimos anos, Allen mostrou-se conformado. “Acho que eles são bem-intencionados, mas são tolos”, comentou. “Tudo o que eles estão fazendo é perseguir uma pessoa perfeitamente inocente e, com isso, incentivando essa mentira”. Estrelas como Kate Winslet (“Roda Gigante”), Mira Sorvino (“Poderosa Afrodite”), Elliot Page (“Para Roma com amor”) e Colin Firth (“Magia ao Luar”) expressaram arrependimento por trabalhar com Allen e disseram que não atuariam novamente em filmes do diretor. Além disso, Timothée Chalamet, Rebecca Hall e outras estrelas de “Um Dia de Chuva em Nova York” doaram os salários que receberam pelo filme para a caridade. A nova entrevista foi transmitida poucas semanas após a HBO exibir a minissérie documental “Allen v. Farrow”, que voltou a examinar as acusações de abuso sexual contra o diretor, trazendo apenas o ponto de vista de Mia e Dylan Farrow, com direito a vídeo da filha descrevendo a agressão com sete anos de idade. Durante a conversa com Lee Cowan, Allen contou que não fala com Dylan desde que as acusações surgiram pela primeira vez, em 1992. Ele disse não duvidar que Dylan acredita que foi realmente abusada. “Não creio que ela esteja inventando, não creio que ela esteja mentindo – creio que ela acredita nisso”, afirmou, ainda que negue ter feito algo errado. O diretor, que foi considerado inocente após duas investigações independentes sobre as acusações, questiona o motivo de querer abusar de sua filha. “Nunca houve lógica nisso”, disse ele. “Por que um cara de 57 anos, que nunca fui acusado de nada na vida, de repente resolve ir, em meio a uma disputa de custódia, para a casa de campo de Mia para abusar de uma menina de 7 anos? Por isso não achava nem que fosse necessária uma investigação”. O cineasta ressaltou que as acusações de abuso surgiram durante sua separação tumultuada de Mia Farrow, com quem teve três filhos – Ronan Farrow e dois filhos adotivos, Moses e Dylan – e que nunca o perdoou por trocá-la por outra de suas filhas adotivas, Soon-Yi Previn. Allen observou que ele e Soon-Yi, com quem se casou em 1997, também adotaram duas meninas pequenas – que agora estão na faculdade e nunca falaram mal do pai. “Ninguém dá duas meninas para quem acham que é um pedófilo”, apontou. Ele também afirmou que não viu problemas em namorar a filha adotiva jovem de sua então parceira. “Isso não foi um problema porque o relacionamento com Soon-Yi foi muito gradual. Não foi como se eu tivesse saído com ela uma noite e a beijado”, contou. “Nunca houve um momento em que a relação não fosse a coisa mais natural do mundo”. Para reforçar, acrescentou que seu relacionamento com Mia Farrow foi o oposto disso e nem sequer era um casamento, muito menos uma parceria conjugal. “Eu nunca morei com Mia. Nunca dormi na casa de Mia em todos os anos que estive com ela”, revelou. “Tínhamos um relacionamento, mas nunca foi um relacionamento conjugal. Depois de um tempo, tornou-se uma relação de conveniência”. A entrevista de Allen foi acompanhada por uma entrevista de Dylan Farrow, feita em 2018, em que ela abordou longamente suas acusações, negando ter sofrido lavagem cerebral ou ter sido treinada por sua mãe, Mia Farrow, para fazer as acusações. Por sua vez, o mais velho dos três irmãos, Moses Farrow, ignorado no documentário “Allen v. Farrow”, já afirmou em mais de uma ocasião que Mia treinou os filhos para acusar Allen.

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  • Etc,  Filme

    Fãs de “Liga da Justiça” atacam “Godzilla vs. Kong” na internet

    28 de março de 2021 /

    O fandom negativo e abusivo voltou a se manifestar nos últimos dias com o lançamento de uma campanha de fãs de “Liga da Justiça” contra “Godzilla vs. Kong” na internet. A superprodução dos monstros gigantes, que estourou as bilheterias internacionais neste fim de semana, só estreia nos EUA na quarta-feira (31/3), mas já está recebendo várias avaliações negativas de fãs americanos do filme de Zack Snyder em fórums e plataformas de cinema abertas à participação do público. O IMDb, por exemplo, foi inundado por resenhas que não falam do filme, apenas lhe dão nota 1 (a mais baixa) e justificavam a classificação com menções à “Liga da Justiça”. “Eu nunca mais vou apoiar filmes da Warner até que eles restaurem o SnyderVerse”, diz uma crítica. “Nos dê o que queremos! Warner ouça seu público de uma vez e veja a satisfação em relação ao lucro”, reclama outro fã. “Por favor, Zack Snyder é um dos melhores diretores de todos os tempos … Zack SnyderCut é uma obra-prima”, exclamou um terceiro, sem mencionar o filme que estava resenhando. O detalhe é que o MonsterVerse, do qual “Godzilla vs. Kong” faz parte, também tem muitos fãs, que estão contra-atacando com diversas notas 10 (a máxima) no mesmo IMDb, o que está causando grande oscilação na avaliação do filme. A campanha de negativação de “Godzilla vs. Kong” vem acompanhada pela hashtag #RestoreTheSnyderVerse nas redes sociais. E também inclui a invasão de inúmeras páginas de propriedades da Warner, como “Vila Sésamo” e HBO, com o assunto “SnyderVerse”. Ironicamente, a ação negativa só acontece porque a Warner atendeu a uma campanha anterior dos fãs e lançou o “SnyderCut”, que oficialmente ganhou o título de “Liga da Justiça de Zack Snyder”. O filme de quatro horas, atualmente disponível nas plataformas de locação digital, veio à luz após um esforço coletivo que durou anos, desde o lançamento da versão cinematográfica de “Liga da Justiça” em 2017, com refilmagens e reedição de Joss Whedon com aval do estúdio. A “Liga da Justiça” cinematográfica foi execrada pelos fãs da visão sombria do diretor original, Zack Snyder, que não descansaram, incentivados por revelações do próprio cineasta sobre cenas cortadas, até que a Warner percebesse que poderia lucrar com essa dedicação fervorosa, lançando o “SnyderCut”. O problema é que “Liga da Justiça de Zack Snyder” não conclui sua história, que deveria ser continuada em novo filme – ou filmes. E como os presidentes da DC Films e da Warner declararam com todas as letras que a ressurreição da visão de Snyder se resumia à edição do diretor, os fãs ficaram inconformados, exigindo a continuação que o filme sugere e a Warner diz que não vai entregar. Ilustrando um velho ditado popular, a Warner deu a mão e agora os fãs querem o braço inteiro.

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  • Filme

    “Godzilla vs Kong” fatura US$ 121 milhões com maior estreia internacional da pandemia

    28 de março de 2021 /

    Ainda inédito nos EUA (e no Brasil), “Godzilla vs Kong” fez sua estreia internacional em 39 países neste fim de semana. E a Warner ficou feliz. O filme teve um desempenho monstruoso e gigante, com o melhor faturamento de uma produção americana desde que os primeiros cinemas foram fechados devido à pandemia de coronavírus – há um ano. Ao todo, o lançamento rendeu US$ 121,8 milhões de bilheteria mundial, dando a Hollywood a esperança de que as grandes arrecadações voltarão com a reabertura dos cinemas. Para dar noção de como a abertura foi forte, o filme americano que detinha o recorde anterior de maior estreia durante a pandemia era “Tenet”, também da Warner, que faturou US$ 53 milhões em agosto passado. Os monstros brigaram com mais força no mercado chinês, onde a estreia atingiu a marca de US$ 70,3 milhões, representando 82% de toda a arrecadação do país entre sexta e este domingo (28/3). Mas apesar da felicidade da Warner, sua parceira comercial na produção, a produtora Legendary, é quem realmente está comemorando, porque ficou com os direitos exclusivos sobre o mercado chinês na divisão comercial, enquanto a Warner manteve os direitos sobre os lucros do resto do mundo. “Godzilla vs Kong” ainda teve bons lançamentos no México (US$ 6,3 milhões), Austrália (US$ 6,3 milhões), Rússia (US$ 5,8 milhões) e Taiwan (US$ 5,2 milhões), onde marcou a segunda maior abertura da Warner Bros., atrás apenas de “Aquaman”. Já a estreia na Índia (US$ 4,8 milhões) perdeu apenas para “Batman vs Superman” e “A Freira”. Na média, o desempenho tem sido melhor que o sucesso de “Kong: Ilha da Caveira” (2017) e muito superior à decepção de “Godzilla II: Rei dos Monstros” (2019). Os cinemas do circuito Imax também celebraram uma receita de US$ 12,4 milhões em vendas de ingressos, sua melhor arrecadação de estreia desde dezembro de 2019. O filme chega nos EUA e Canadá na quarta-feira (31/3), mas num lançamento simultâneo com sua disponibilização em streaming, na plataforma HBO Max, o que pode impactar sua venda de ingressos. No Brasil, a estreia está marcada para a semana seguinte (8/4), mas esse cronograma deve sofrer alteração, pois a maioria dos cinemas do país se encontram fechados. Em São Paulo, maior mercado cinematográfico nacional, o fechamento está mantido pelo menos até 11 de abril.

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    Novo thriller de ação do criador de John Wick estreia em 1º lugar nos EUA

    28 de março de 2021 /

    O thriller de ação e vingança “Anônimo” estreou em 1º lugar nos EUA e Canadá neste fim de semana, com arrecadação de US$ 6,7 milhões. O desempenho representa o dobro da média de arrecadação de alguns meses atrás, graças à reabertura de mais cinemas em Los Angeles e no resto da Costa Oeste dos EUA. Oito das maiores 25 bilheterias da produção foram contabilizadas em Los Angeles. O filme escrito por Derek Kolstad (criador de “John Wick”) e dirigido pelo russo Ilya Naishuller (“Hardcore: Missão Extrema”) traz Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) como um pai de família que, ao ter a casa invadida por assaltantes, revela suas habilidades secretas como matador profissional. Ou, como ele chama: de “auditor”. Por 12 anos, o aparente homem comum e anônimo trabalhou para pessoas perigosas, mas deixou tudo para trás ao se casar. Com a família ameaçada, ele demonstra porque poucos lembravam de seu passado – ele matou a maioria. A Universal programou a estreia de “Anônimo” para maio no Brasil. Veja o trailer abaixo. O Top 3 norte-americano ainda registrou bons faturamentos para a animação “Raya e o Último Dragão”, da Disney, e o híbrido “Tom & Jerry”, da Warner, que aumentaram seus totais domésticos para US$ 28,4 milhões e US$ 37,1 milhões com mais US$ 3,5 milhões e US$ 2,5 milhões no fim de semana, respectivamente. Ambos também estão disponíveis em streaming no mercado norte-americano. A sci-fi “Mundo em Caos”, estrelada por Tom Holland (o Homem-Aranha da Marvel) e Daisy Ridley (a Rey de “Star Wars”), ficou em 4º lugar com US$ 1,9 milhão e atingiu um total doméstico de US$ 11,5 milhões, enquanto o thriller britânico “The Courier”, com Benedict Cumberbatch (o Doutor Estranho da Marvel), fez US$ 1 milhão em sua segunda semana, chegando a US$ 3,5 milhões em dez dias em cartaz.     1 Anônimo     2 Raya e o Último Dragão     3 Tom & Jerry     4 Mundo em Caos     5 The Courier

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  • Etc,  Filme

    É o Fim: Seth Rogen confirma briga com Emma Watson nos bastidores de filme de 2013

    28 de março de 2021 /

    Demorou oito anos, mas o ator Seth Rogen finalmente abordou os rumores sobre problemas com Emma Watson durante as filmagens da comédia “É o Fim”, que ele estrelou, escreveu e dirigiu em 2013. A suposta briga entre os dois era um boato que chegou a alguns blogs, mas nunca tinha sido verificado. Em entrevista à revista GQ, Rogen confirmou que a briga realmente aconteceu, mas ela provavelmente tinha razão. Ele explicou que o desentendimento ocorreu pela recusa de Emma em participar de uma cena na qual Danny McBride interpretaria um canibal, enquanto Channing Tatum, de cueca de couro, aparece preso a uma coleira como seu escravo. A atriz teria considerado a sequência de mau gosto e politicamente incorreta, e acabou abandonando a produção antes de encerrar sua participação oficial. “Eu não olho para trás e penso: ‘Como ela se atreveu a fazer isso?’, sabe? Acredito que, às vezes, quando você lê algo e isso ganha vida, não parece ser o que você pensava, que foi o que aconteceu com ela. Mas não foi um final terrível para nossa relação. Ela voltou no dia seguinte para se despedir. Ela ajudou a promover o filme”, contou o ator. Rogen acrescentou que não ficou magoado. “Sem ressentimentos. Eu não poderia ter ficado mais feliz com a forma como o filme foi recebido. Além disso, ela provavelmente estava certa. Provavelmente foi mais engraçado como acabamos fazendo”, concluiu. Primeiro filme dirigido pelo comediante, “É o Fim” mostrava vários atores famosos interpretando a si mesmos durante uma festa, quando o apocalipse tem início. Com um elenco estelar, que ainda incluía James Franco, Paul Rudd, Jay Baruchel, Jonah Hill, Craig Robinson, Michael Cera, Mindy Kaling e a cantora Rihanna, o longa arrecadou mais de US$ 126 milhões nas bilheterias, quatro vezes seu orçamento de US$ 32 milhões. Relembre o trailer do filme abaixo.

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  • Série

    Intérprete do novo “Capitão América” fez testes para viver o herói original

    27 de março de 2021 /

    O ator Wyatt Russell, intérprete de John Walker, o novo “Capitão América” em “Falcão e o Soldado Invernal”, revelou que fez teste para ser o Capitão América original no primeiro filme do herói, lançado em 2011. “Acho que é uma história engraçada, e, honestamente, foi o primeiro teste em que eu tive algo para ler para ver se eu era bom atuando ou não. [Mas] acho que eu nunca estive realmente no páreo para o papel”, disse o ator em entrevista à edição de sexta-feira (26/3) do programa “Good Morning America”. Na semana passada, ele chegou a dizer que esperava não ser muito odiado por substituir Chris Evans no papel. “Espero que não me odeiem muito. Mas seria uma honra, eu acho, ser desprezado no Universo Marvel”, disse Russell ao jornal USA Today. O personagem de Russell entrou na série de uma forma diferente de sua introdução nos quadrinhos. Criado por Mark Gruenwald e Paul Neary em 1986, John Walker foi introduzido como o vilão de extrema direita Super Patriota e, graças a manipulações do Caveira Vermelha, acabou virando o Capitão América quando Steve Rogers foi forçado a abandonar sua identidade. Mais tarde, adotou o nome de Agente Americano, quando Rogers recuperou seu escudo e uniforme, e passou a se tornar aliado do Falcão e do Soldado Invernal. Na série, Walker é escolhido pelo governo americano para virar o novo Capitão América. Ao se aposentar em “Vingadores: Ultimato”, Steve Rogers (Chris Evans) deixou seu escudo para o Falcão (Anthony Mackie), que é convencido pelas autoridades a aposentar o símbolo do herói como forma de homenagear o legado do amigo. Ele só não esperava ser traído com o anúncio de um novo Capitão América branco. “Falcão e o Soldado Invernal” é escrita por Malcolm Spellman (da série “Empire”) e dirigida por Kari Skogland (“The Handmaid’s Tale”), e exibe novos episódios todas as sextas-feiras na Disney Plus.

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