Sailor Moon vai ganhar filme em duas partes na Netflix
Um dos animes mais populares de todos os tempos, “Sailor Moon” vai ganhar um novo filme animado na Netflix. Dividido em duas partes, “Pretty Guardian Sailor Moon: Eternal: O Filme” vai chegar à plataforma em 3 de junho. A trama é inspirado no arco “Sonho” do mangá original e já ganhou um pôster e um teaser com dublagem em várias línguas, inclusive português. Veja abaixo. Criação de Naoko Takeuchi, o mangá de “Sailor Moon” surgiu em 1991 introduzindo as guardiãs adolescentes da Terra em lutas contra as forças do mal. A primeira série animada foi lançada um ano depois, exibida entre 1992 e 1997 no Japão, com 200 episódios que foram transmitidos no Brasil pela Rede Manchete e Rede Brasil, e rendeu o spin-off “Sailor Moon Crystal”, que retomou os personagens em 2014. O filme vai abordar o amadurecimento das Sailor Guardians, tanto como adolescentes quanto como defensoras do planeta, além do primeiro amor de Chibiusa Tsukino (conhecida como Rini na dublagem nacional). Chiaki Kon, que trabalhou no terceiro ano de “Sailor Moon Crystal”, é o diretor do longa, que teve suas duas partes lançadas no Japão no início deste ano. AAAAAAAAAAAA pic.twitter.com/9sHIFaW6u5 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 27, 2021
Legends of Tomorrow: Heróis enfrentam aliens e viram desenhos animados no novo trailer
A rede americana The CW divulgou o pôster e um novo trailer da 6ª temporada de “Legends of Tomorrow”, série de super-heróis que viajam no tempo e, nos novos capítulos, também no espaço. A prévia explora tramas de sci-fi, que se sucedem como trechos de uma coleção de VHS dos anos 1980 – por sinal, o pôster apresenta a série justamente como uma fita antiga de vídeo. Mas a busca por Sara Lance (Caity Lotz), abduzida por um disco voador no final da temporada passada, traz mais que ameaças alienígenas. As cenas incluem diversas situações bizarras, inclusive a transformação dos personagens em desenhos animados! Como novidade, os novos episódios vão contar com mais tripulante à bordo da Waverider, a nave espaço-temporal dos protagonistas. A atriz Lisseth Chavez, que interpretou Vanessa Rojas na recente 7ª temporada de “Chicago PD”, entrou na série como uma especialista em alienígenas chamada Esperanza “Spooner” Cruz. A personagem não existe nos quadrinhos da DC Comics. Mas vale considerar que ela compartilha o sobrenome com Jessica Cruz, uma das Lanternas Verdes da editora, o que pode ser apenas uma coincidência, mas também indício de algo que a série pode abordar mais adiante. A 6ª temporada tem estreia marcada para 2 de maio nos EUA e chega duas semanas depois ao Brasil, exibida a partir de 16 de maio pelo canal pago Warner.
A Guerra do Amanhã: Sci-fi da Amazon com Chris Pratt ganha primeiras fotos
A Amazon divulgou nas redes sociais cinco fotos da sci-fi “A Guerra do Amanhã” (The Tomorrow War), produção da Paramount estrelada por Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”). O filme tem direção de Chris McKay (“Lego Batman: O Filme”) e acompanha viajantes do tempo que chegam aos dias atuais para advertir a humanidade sobre uma guerra contra uma espécie alienígena mortal. Os viajantes do tempo querem recrutar soldados e civis do presente para serem transportados ao futuro e se alistarem na luta. Pratt interpreta um professor de ensino médio e pai de família que se dispõe a salvar o mundo para sua filha. Ele se junta a uma cientista brilhante (Yvonne Strahovski, de “The Handmaid’s Tale”) e seu pai distante (JK Simmons, de “Whiplash”) na missão. O elenco também inclui Betty Gilpin (“GLOW”), Sam Richardson (“Veep”) e Edwin Hodge (“Bumblebee”). A estreia em streaming está marcada para 2 de julho. This isn't exactly the rooftop view we were hoping for though. pic.twitter.com/6WOxx0frex — Prime Video (@PrimeVideo) April 27, 2021
Ele é Demais: Reboot de comédia teen dos anos 1990 ganha primeira fotos
A Netflix divulgou a data de estreia e as primeiras fotos de “Ele é Demais”, continuação do clássico adolescente “Ela é Demais”, que volta a trazer Rachael Leigh Cook ao papel que a popularizou em 1999. Desta vez, ela vive a mãe da nova protagonista, vivida por Addison Rae. O filme marca a estreia de Addison Rae como atriz. Na época da produção, ela era a segunda pessoa mais seguida no TikTok. No lançamento dos anos 1990, garotos apostavam que poderiam transformar uma garota comum e pouco atrativa na rainha do baile de formatura. Já a continuação se propõe a fazer o contrário, acompanhando o impacto de uma influenciadora de mídia social na vida de um garoto. Não só a história é a mesma como o roteirista também, R. Lee Fleming, que transformou a premissa de “Pigmalião” (peça de 1913 de George Bernard Shaw) no filme teen dos anos 1990. A nova versão ainda destaca Tanner Buchanan (o Robby de “Cobra Kai”) como o nerd que se transforma em galã e participação especial da influencer Kourtney Kardashian, BFF de Addison Rae. “Ele é Demais” tem direção de Mark Waters (do cult “Garotas Malvadas”) e estreia marcada para 27 de agosto em streaming.
Curta com personagens de “Soul” ganha prévia dublada
A Disney+ divulgou o pôster e uma prévia dublada em português de “22 contra a Terra” (22 vs. Earth). Trata-se de um curta animado inédito da Pixar, baseado nos personagens de “Soul”, vencedor do Oscar 2021 de Melhor Animação. A produção é um prólogo centrado na alma cética 22, que volta a ser dublada por Tina Fey em inglês. A história acontece muito antes de 22 conhecer o protagonista de “Soul”, Joe Gardner (dublado por Jamie Foxx), e mostra sua tentativa de criar uma rebelião. O curta vai mostrar 22 desafiando as regras do Grande Antes ao se recusar a ir para a Terra, alistando cinco alminhas novas e inocentes para sua causa – batizada simplesmente de Apocalipse. A direção é assinada por Kevin Nolting, editor de “Soul”, que venceu o Eddie Award, troféu do Sindicato dos Editores, e o Annie Award, considerado o “Oscar da animação”, por seu trabalho no longa da Pixar. Ele também editou outros dois filmes de Pete Docter, diretor de “Soul” – “Up: Altas Aventuras” (2009) e “Divertida Mente” (2015), ambos também vencedores do Oscar. “Enquanto fazíamos ‘Soul’, conversamos sobre o porquê de uma nova alma não querer viver na Terra, mas, em última análise, isso não fazia parte daquele filme”, disse Nolting em comunicado. “’22 contra a Terra’ é uma chance de explorar algumas das perguntas sem respostas que tínhamos sobre o que levou 22 a ser tão cínica. Como sou, eu mesmo, uma pessoa bastante cínica, me pareceu um material perfeito para dirigir.” “22 contra a Terra” vai estrear no streaming da Disney na sexta-feira (30/4).
Cole Sprouse e Lana Condor vão estrelar romance espacial
A plataforma de streaming HBO Max anunciou a produção de um romance espacial estrelado pelos jovens astros Cole Sprouse (o Jughead de “Riverdale”) e Lana Condor (a Lara Jean da trilogia “Para Todos os Garotos”). Chamada de “Moonshot”, a trama romântica terá ingredientes de ficção científica, pois se passará num futuro distópico em que os humanos colonizaram Marte. O casal central é formado por dois estudantes universitários que compartilham uma viagem ao planeta vermelho para reencontrarem suas famílias de colonizadores. O roteiro foi escrito pelo estreante Max Taxe e a direção está cargo de Christopher Winterbauer, que causou sensação no circuito dos festivais indies americanos em 2019 com seu longa de estreia, a comédia distópica juvenil “Wyrm”. “Moonshot” ainda não tem previsão de estreia.
Starz tenta impedir Disney de usar o nome Star no Brasil
A Disney rebatizou os canais Fox de Star em toda a América Latina, mas a mudança de nome pode ser revertida por causa de um processo. O canal pago americano Starz tenta impedir na justiça que o nome Star continue a ser usado no mercado latino, além de tentar barrar o lançamento em junho da plataforma de streaming Star+ (Star Plus), conforme planejado pela Disney. O registro da marca Star+ foi encaminhado ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) em fevereiro, mas em 1 de abril a empresa dona do canal, Starz Entertainment LLC, abriu processo para impedir o uso da denominação no Brasil, Argentina e México. O canal pago americano alega que o nome é muito similar ao do StarzPlay, seu serviço de streaming que já se encontra em operação na América Latina. Na ação, o Starz reforça que o Star+ da Disney é concorrente direto de seu Starzplay no Brasil e o nome parecido poderia levar as pessoas a confundirem as marcas, o que seria prejudicial para seus negócios. O Starz também faz oposição ao registro da marca dos canais Star na TV paga, que incluem o Star Channel, Star Life, Star Hits, Star Fun, Star Action, Star Comedy, Star Classics e Star Premium no Brasil, Argentina e México. Esta contestação ajuda a explicar porque a Disney ainda não começou a divulgação da Star+ no Brasil. Após a campanha do rebranding dos canais Fox para Star, não houve nenhum comunicado sobre o lançamento da Star+, originalmente previsto para chegar ao país daqui a dois meses. Como comparação, a HBO Max, que também chega em junho, já tem peças publicitárias em exibição. A marca Star é derivada da Star India, originalmente uma rede de TV indiana, que se tornou propriedade da Disney por ocasião da compra do conglomerado de entretenimento da 21st Century Fox. Já a plataforma Star+ seria o equivalente ao Hulu no mercado internacional, funcionando como complemento ao Disney+. O serviço oferecia conteúdo de streaming voltado ao público adulto, produzido por estúdios como 20th Century Studios, 20th Television, Searchlight, FX, Touchstone e outras empresas do conglomerado, além de contar com sua própria programação original produzida especialmente para consumo online. Caso o Starz consiga fazer valer sua oposição ao registro da Star no INPI, a Disney ficaria impedida de usar a marca no Brasil.
Yasuke: Anime sobre o primeiro samurai negro ganha novo trailer
A Netflix divulgou novos pôster e trailer de “Yasuke”, série animada sobre o primeiro samurai negro da História. De acordo com a sinopse oficial: “Ele veio da África para lutar ao lado de um poderoso senhor feudal no violento Japão do século 16 – e se tornou uma lenda”. Coprodução nipo-americana, o projeto foi desenvolvido por LeSean Thomas, diretor e animador da série “Black Dynamite”, e tem produção do estúdio Mappa, responsável por animes como “Dorohedoro” e a temporada final de “Ataque dos Titãs”. Já a dublagem original destaca o ator americano Lakeith Stanfield (indicado ao Oscar 2021 por “Judas e o Messias Negro”) como a voz do personagem-título. Vale lembrar que Yasuke também ganharia um filme, que seria estrelado por Chadwick Boseman (“Pantera Negra”), mas a morte do ator jogou o projeto no limbo. A estreia de série está marcada para quinta-feira (29/4) na Netflix. Veja abaixo o trailer dublado em português e a versão original com a voz de LaKeith Stanfield.
Quem Matou Sara?: Trailer apresenta 2ª temporada da série mais popular da Netflix em 2021
A Netflix divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Quem Matou Sara?”, thriller mexicano que se tornou a série mais popular da plataforma no primeiro trimestre de 2021, com uma estimativa de 55 milhões de visualizações de assinantes em seu primeiro mês de lançamento. Criação de José Ignacio Valenzuela (“La Hija Prodiga”), “Quem Matou Sara?” gira em torno da vingança de um homem que passou 18 anos preso injustamente pelo assassinato da irmã. Ao ser libertado, Alex Guzmán (Manolo Cardona) decide se vingar da família Lazcano, que o culpou pelo crime, e descobrir quem realmente matou sua irmã Sara (Ximena Lamadrid). O que ele não imaginava é que a busca por provas o levaria a se apaixonar por Elisa (Carolina Miranda), filha de seu principal suspeito, e perceber que os muitos segredos de Sara são seu principal obstáculo para chegar à verdade. A série foi lançado em 24 de março e renovada quase imediatamente, três dias após chegar em streaming. A 2ª temporada estreia no dia 19 de maio.
Animação criada por Lin-Manuel Miranda ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “A Jornada de Vivo”, animação musical que conta com canções originais de Lin-Manuel Miranda, o criador de “Hamilton” e “Em um Bairro de Nova York”. Miranda também estrela a produção, com a voz do personagem-título, um jupará (pequeno mamífero de florestas tropicais) que aparece na prévia como um artista de realejo. Na animação, Vivo passa seus dias tocando música para o público de uma animada praça de Havana, ao lado de seu amado dono e parceiro Andrés (dublado pelo músico cubano Juan de Marcos González). Embora não falem a mesma língua, Vivo e Andrés são a dupla perfeita por compartilharem o mesmo amor pela música. Mas uma tragédia acontece e, quando Andrés recebe uma carta de sua antiga companheira, a famosa musicista Marta Sandoval (dublada pela cantora Gloria Estefan), convidando-o para assistir ao show de despedida dela em Miami, Vivo recebe a missão de entregar uma mensagem de seu dono para Marta em forma de música. Mas para chegar à longínqua terra de Miami, ele terá que contar com a ajuda de uma adolescente elétrica chamada Gabi (a estreante Ynairaly Simo), que segue seus próprios impulsos. O elenco de vozes também inclui Zoe Saldana (“Vingadores: Ultimato”), Brian Tyree Henry (“Godzilla vs. Kong”), Nicole Byer (“Loosely Exactly Nicole”), Michael Rooker (“Guardiões da Galáxia”), Juan de Marcos González, Leslie David Baker (“The Office”), Katie Lowe (“Scandal”), Olivia Trujillo (“For All Mankind”) e Lidya Jewett (“Good Girls”). A história foi concebida por Miranda e Quiara Alegría Hudes, sua parceira no libreto e no roteiro do musical “Em um Bairro de Nova York”, e roteirizada com ajuda do cineasta Kirk DeMicco (“Os Croods”). No comando da direção, DeMicco também trabalhou em parceria com Brandon Jeffords, que estreia como diretor após trabalhar nas animações de “Os Smurfs e a Vila Perdida”, “Hotel Transilvânia 2″ e “Tá Chovendo Hambúrguer 2”. Primeiro longa animado musical da Sony Pictures, “A Jornada de Vivo” deveria ter sido lançado nos cinemas em 4 de junho, mas acabou negociado com a Netflix, que recentemente fechou um contrato de distribuição de catálogo e produção de conteúdos exclusivos com o estúdio. A data da estreia em streaming ainda não foi divulgada.
Anthony Hopkins queria participar do Oscar por videoconferência, mas foi barrado
O final anticlimático da desastrosa cerimônia do Oscar 2021 foi culpa exclusiva dos organizadores. Eles não mudaram apenas a ordem de premiação, encerrando a premiação com a entrega do troféu de Melhor Ator. Fizeram pior: proibiram Anthony Hopkins de participar por videoconferência. A princípio, o cineasta Steven Soderbergh e os produtores Stacey Sher e Jesse Collins, encarregados do evento, exigiram a presença de todos os indicados em Los Angeles, para receber seus prêmios no palco improvisado na estação de trem Union Station. Mas isso se tornou impraticável para os indicados europeus, devido aos protocolos de proteção contra o coronavírus. Resignados, os organizadores decidiram criar palcos paralelos em Londres e Paris, para onde os indicados deveriam convergir. Mas Hopkins estava no País de Gales e não na Inglaterra. O repórter Kyle Buchanan, do jornal The New York Times, apurou que o veterano ator se ofereceu para aparecer na cerimônia por meio de um aplicativo como o Zoom, mas Soderbergh e os outros produtores barraram a ideia. Ele chegaram a declarar que o Oscar seria a primeira festa da indústria do entretenimento a acontecer sem uso de videoconferência. Na prática, porém, as participações em Londres e Paris pareceram videoconferências. Diante da recusa dos produtores, Hopkins abriu mão de participar do evento. Ele tinha demorado meses para conseguir autorização para viajar da Inglaterra ao País de Gales, onde nasceu e onde possui uma propriedade rural distante e segura. Talvez pensasse que não valeria a pena enfrentar riscos para sua saúde ou novas dificuldades de translado apenas para assistir à vitória de Chadwick Boseman. Afinal, a mudança de ordem, que deixou o Oscar de Melhor Ator para o fim da cerimônia, apontava para uma homenagem ao ator de “A Voz Suprema do Blues”, falecido no ano passado. Assim sendo, ele nem se deu ao trabalho de assistir ao evento. Estava dormindo quando sua vitória, pelo desempenho fantástico em “Meu Pai”, foi anunciada na Union Station, marcando um raro final de Oscar sem discursos. Dormindo, Hopkins fez História. Aos 83 anos, ele se tornou o ator mais velho a vencer um Oscar – superando Christopher Plummer, que realizou a façanha aos 82 anos, quando recebeu a estatueta de Melhor Ator Coadjuvante por “Toda Forma de Amor”, em 2012. Ao acordar na manhã seguinte, ele compartilhou seu agradecimento num vídeo postado nas redes sociais, em que homenageou Boseman e confessou que não esperava a vitória. Um agradecimento que poderia ter acontecido ao vivo, não fosse o preciosismo dos produtores do Oscar 2021.
Neville de Almeida quer filmar Fiuk em adaptação de Nelson Rodrigues
Mania nacional, o “BBB 21” também chamou a atenção do veterano cineasta Neville de Almeida. Em entrevista à coluna de Ancelmo Gois no jornal O Globo, o diretor contou que, após assistir o reality show, decidiu convidar Fiuk para encerrar a sua trilogia sobre Nelson Rodrigues. Se aceitar, o ator e cantor interpretará o personagem Osvaldinho, playboy canalha de “Anti-Nelson Rodrigues”, penúltima obra do dramaturgo, lançada em 1971 no teatro — e que Neville adaptará para o cinema. Mimado pela mãe e desprezado pelo pai, ele tenta seduzir pelo dinheiro uma funcionária de sua empresa, mas a moça não se deixa levar e faz o rapaz reavaliar a postura. “Fiquei observando o Fiuk no ‘BBB’ e acho ele a cara do Osvaldinho. Estou esperando o ator sair do programa para entregar o roteiro. Com esse espetáculo, encerro a trilogia de Nelson Rodrigues”, contou o cineasta. A trilogia de Neville de Almeida começou em 1978 com o fenômeno “A Dama do Lotação”, com Sonia Braga, uma das maiores bilheterias do cinema brasileiro até hoje, e teve sequência dois anos depois com “Os 7 Gatinhos, com Regina Casé e Antônio Fagundes. Desde então, o diretor fez só mais quatro longas de ficção. O mais recente foi “A Frente Fria que a Chuva Traz”, com Bruna Linzmeyer e Chay Suede, lançado há seis anos.
“Os Flintstones” vai ganhar nova versão centrada em Pedrita adulta
A série clássica animada “Os Flintstones” vai ganhar revival. Encomendada pela Fox, a nova atração ganhou o título de “Bedrock”, nome da cidade em que os personagens moram desde a estreia em 1960. A trama, por sua vez, vai se passar 20 anos depois dos desenhos originais, acompanhando as aventuras pré-históricas da jovem Pedrita. Apesar de ter sido tratada como novidade pela imprensa mundial, a ideia não é nova. Uma série com a mesma premissa já foi exibida nos anos 1970, “Bambam e Pedrita” – durou 20 episódios. A nova versão da Pedrita adulta terá a voz de Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”) na versão em inglês. Ela estará prestes a começar sua carreira profissional, enquanto seu pai Fred inicia a aposentaria, após trabalhar na pedreira de Bedrock por anos a fio. Mas esta não será a única mudança enfrentada pela família mais famosa da pré-História. Conforme a Idade da Pedra dá lugar à Idade do Bronze, os Flintstones precisarão fazer muitas adaptações ao seu modo de vida. Além de dublar Pedrita, Elizabeth Banks também vai produzir a série, que terá Lindsay Kerns (“Jurassic World: Acampamento Jurássico”) como roteirista principal e produção da Warner e Hannah-Barbera Studios. Criação da célebre dupla de animadores Joseph Barbera e William Hanna, “Os Flintstones” foi originalmente produzida entre 1960 e 1966 como o primeiro desenho animado adulto de todos os tempos. Embora hoje seja lembrado como uma atração infantil, a série original chegou a concorrer ao Emmy em 1961 como um programa normal de humor. Seu sucesso duradouro fez com nunca ficasse muito tempo fora do ar, ganhando reprises e sucessivas versões novas para a alegria das novas gerações. Além disso, a família Flintstone e seus vizinhos favoritos, os Rubles, também foram adaptados várias vezes para os cinemas e o mercado de vídeo, em longas animados e até em dois filmes live-action, em 1994 e 2000. “Bedrock”, porém, será a primeira versão dos personagens a conviver com seus principais sucessores na televisão. Desta vez, eles não serão exibidos no Cartoon Network, mas no canal de “Os Simpsons”. A produção também está sendo anunciada, pela primeira vez desde os anos 1960, como uma animação adulta. Relembre abaixo a abertura do primeiro desenho a mostrar Pedrita adulta.












