Justin Bieber fará show na última festa do “BBB 21”
A última festa do “BBB 21” vai ser praticamente um festival de música pop, com participações de vários artistas, entre eles ninguém menos que Justin Bieber, que vai cantar de forma remota, num show especial para a atração da rede Globo. O evento, que vai acontecer neste sábado (1/5), deve virar a madrugada com participações nacionais de Alceu Valença, Luan Santana, Daniel, Jota Quest, Bruno Martini e Wesley Safadão, além de artistas internacionais como o citado Justin Bieber, Bebe Rexha, Meduza e os DJs Tiësto e David Guetta. Mais eclético só se tivesse rock – além de funk, que aparentemente sumiu da programação, após marcar a trilha do reality show, junto com a saída de Pocah. Diferente das outras festas, a comemoração do Top 4 vai acontecer no segundo andar da casa e terá tema de de bastidores da televisão, visando celebrar – e permitir aos participantes reviverem – os momentos marcantes no programa, especialmente aqueles que curtiram nas festas ao longo da temporada.
Little Mix lança primeiro clipe como trio
O grupo feminino britânico Little Mix lançou um novo clipe para o single “Confetti” com participação da rapper norte-americana Saweetie. A nova versão da música não conta com a presença de Jesy Nelson e marca o começo da nova fase do grupo como trio. O vídeo se alterna entre as cantoras Jade Thirlwall, Leigh-Anne Pinnock e Perrie Edwards e suas versões drag kings, em que elas aparecem com barba, roupas e poses masculinas. O clipe ainda traz as drag queens Bimini Bon Boulash, Tayce e A’Whora, destaques da 2ª temporada do programa “RuPaul’s Drag Race UK”.
Séries estreladas por Noel Clarke são interrompidas após denúncias de abusos
Os canais britânicos ITV e Sky romperam suas relações profissionais com o ator, diretor e produtor Noel Clarke, após uma reportagem publicada na quinta (29/4) pelo jornal The Guardian trazer denúncias de mais de 20 mulheres contra o comportamento do artista, classificado como sexualmente abusivo. O último capítulo da minissérie “Viewpoint”, que deveria ter ido ao ar na sexta na rede ITV, não foi exibido e a atração deve ficar sem desfecho. Além disso, o canal pago Sky anunciou que não voltará a trabalhar com Clarke, inclusive na encomendada 4ª temporada da série policial “Bulletproof”, que deve ser cancelada porque, além de ser estrelada pelo artista, também era produzida por ele. Nos EUA, a rede The CW, que exibe a atração, afirmou que não pretende continuar a transmiti-la. O artigo do Guardian contém depoimentos nominais e em off de várias mulheres que trabalharam com o astro em uma variedade de projetos de cinema e TV nos últimos anos, trazendo alegações que vão desde toques inadequados até a filmagem secreta de uma atriz nua durante uma audição. As denúncias assumidas foram feitas por Gina Powell, que trabalhou para Clarke como produtora por três anos, e a atriz Jahannah James, que apareceu no filme “Brotherhood” (2016), final da trilogia que Clarke dirigiu e estrelou. A notícia chocou a indústria britânica porque o astro sempre foi considerado uma personalidade complexa, mas nunca deixou de ser aplaudido ao longo de sua carreira por seu firme compromisso em promover a diversidade e a representação no cinema e TV britânicos. Ele se tornou popular graças à sua participação marcante nas primeiras temporadas do revival de “Doctor Who” de 2005 e abriu as portas para a representatividade da juventude negra na indústria britânica com o sucesso de seu filme “Juventude Rebelde” (Kidulthood) em 2006, além das sequências que completaram a trilogia. Por suas realizações, ele até foi homenageado no BAFTA Awards (o Oscar britânico) deste ano, que aconteceu há apenas duas semanas, com um prêmio especial de contribuição para o Cinema britânico. De acordo com a investigação do Guardian, o BAFTA estava ciente das acusações contra Clarke antes de conceder-lhe o prêmio, mas como eram anônimas decidiu ir em frente apesar da perspectiva da história vir à público. Após o jornal The Guardian trazer declarações de mulheres conhecidas, a Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas suspendeu o artista. “À luz das alegações de má conduta grave em relação a Noel Clarke no The Guardian, a BAFTA tomou a decisão de suspender sua filiação e o prêmio especial imediatamente e até novo aviso”, disse a instituição por comunicado. Além disso, ele foi dispensado pela agência de talentos CAA, que cuidava de sua carreira, e sua produtora Unstoppable Entertainment perdeu o apoio da All3Media, que fornecia o financiamento para a realização de seus projetos. “Temos uma abordagem de tolerância zero para abuso, intimidação e assédio”, disse um porta-voz da All3Media. A princípio, Clarke negou firmemente todas as alegações. “Em uma carreira de 20 anos, coloquei a inclusão e a diversidade como foco do meu trabalho e nunca tive uma reclamação contra mim”, afirmou o artista num primeiro comunicado. “Se alguém que trabalhou comigo alguma vez se sentiu incomodado ou desrespeitado, peço desculpas sinceramente. Eu nego veementemente qualquer má conduta sexual ou delito e pretendo me defender contra essas falsas alegações. ” Mas conforme as consequências foram ficando mais claras para o artista, inclusive com o encaminhamento de uma denúncia criminal para a Política Metropolitana de Londres, ele acrescentou que estava “buscando ajuda profissional para me educar e mudar para melhor”.
Grammy anuncia fim dos polêmicos comitês secretos para seleção de indicados
A Academia Fonográfica dos EUA anunciou na sexta-feira (30/4) o fim dos comitês secretos que selecionam as obras indicadas para o prêmio Grammy (o Oscar da música), após diversas críticas de artistas e acusações de manipulação que abalaram a premiação deste ano. A organização do Grammy afirmou que os mais de 11 mil membros da Academia decidirão, em conjunto, os indicados para o prêmio de 2022. A decisão marca o fim das cartas marcadas da premiação, tirando a seleção dos indicados dos comitês formados por entre 15 e 30 supostos especialistas cujas identidades são desconhecidas. Em comunicado, a Academia afirmou que as “mudanças significativas” refletem seu “compromisso contínuo de evoluir com o panorama musical e garantir que as regras e diretrizes dos prêmios Grammy sejam transparentes e justas”. A próxima edição do Grammy terá 86 categorias — com a criação de duas novas, uma delas para a música latina. As mudanças acontecem depois que o cantor The Weeknd acusou os organizadores do Grammy de “corrupção”. Apesar do sucesso comercial e de crítica de seu novo álbum, ele não recebeu nenhuma indicação à premiação deste ano. “A corrupção do Grammy continua. Eles devem a mim, aos meus fãs e à indústria, transparência”, declarou o artista canadense em novembro passado. Esnobado pelo Grammy, ele foi premiado no American Music Awards, MTV Video Music Awards e lidera as nomeações do Billboard Awards. The Weeknd chegou a anunciar que boicotaria a premiação “para sempre”. “Por causa dos comitês secretos, não permitirei mais que minha gravadora envie minha música ao Grammy”, reiterou em um comunicado enviado à imprensa em março passado. O fim agora anunciado dos comitês foi precedido por acusações até da ex-presidente da Academia. O desfecho aconteceu mais de um ano depois de Deborah Dugan ser demitida da função, justamente por fazer várias denúncias internas sobre corrupção e abusos – incluindo sexuais – de membros da instituição. Em sua saída, ela tornou algumas das denúncias públicas, inclusive que os comitês secretos eram formados por pessoas que representam ou têm relacionamentos com os artistas indicados, e que a própria Academia forçava os comitês a escolherem artistas que gostaria que se apresentassem ao vivo no evento. Dugan processou a Academia e, por isso, a discussão sobre os bastidores da organização se tornaram segredo de Justiça. As mudanças, porém, mostram que as acusações de corrupção começaram a abalar a credibilidade do prêmio e Harvey Mason Jr, presidente interino que substituiu Dugan, precisou tomar medidas drásticas para evitar que o Grammy perdesse seu prestígio e caísse no mesmo descrédito que o Globo de Ouro passou a enfrentar neste ano. Mason disse que este foi “um ano de mudanças transformadoras sem precedentes para a Academia Fonográfica”. Ao comentar as mudanças, ele resumiu: “Esta é uma nova Academia, que dobrou seu compromisso de atender às necessidades da comunidade musical”.
“The Last Kingdom” vai acabar na 5ª temporada
A Netflix anunciou que a vindoura 5ª temporada será a última de “The Last Kingdom”, ponto fim à saga viking iniciada originalmente na BBC há seis anos. A produção estão em andamento na Hungria para as gravações dos dez episódios finais das aventuras de Uhtred de Bebbanburg (Alexander Dreymon), um guerreiro nascido saxão, mas criado como dinamarquês, na Inglaterra dos séculos IX e X. A história será baseada no nono e no décimo volumes da franquia literária conhecida como “Crônicas Saxônicas”, do autor inglês Bernard Cornwell, que ao todo têm 13 livros. Bastaria mais uma temporada para condensar as obras finais e contar a história completa, mas a Netflix optou por cancelar a série antes do final da saga. Intérprete do protagonista, Alexander Dreymon fará sua estreia como diretor na última temporada, assinando um episódio. Em comunicado, ele disse que “interpretar Uhtred por cinco temporadas foi uma jornada maravilhosa”.
José Padilha vai dirigir thriller de ação na Netflix
O diretor José Padilha está volta a Netflix, onde lançou as séries “Narcos” e “O Mecanismo”, para comandar um novo thriller, passado no mundo das lutas de faca. Intitulado “Sharp” (Afiado, em inglês), o filme acompanha um grupo de seis assassinos especializados em armas brancas que, depois de um trabalho dar errado, é forçado a unir forças para descobrir quem os traiu. Padilha concebeu o projeto com a atriz Nicolette Noble, criadora da série “Pretty Gritty”. Ele também assina a produção e vai dirigir o longa. Em comunicado, Padilha e Noble disseram que “leram pelo menos 20 livros sobre lâminas, de diferentes épocas e culturas, antes de escrever ‘Sharp’. Tudo se resume a isso: os tiroteios costumam ser anônimos; você pode atirar em alguém de longe. Mas as lutas de faca são sempre íntimas, próximas e pessoais. Estamos felizes que a Netflix tenha entrado fundo, sem trocadilhos”. A ideia do diretor e do coprodutor Greg Silverman é criar uma franquia, com o lançamento de sequências futuras. Vale lembrar que a “cultura das facas” já rendeu um thriller celebrado com diretor brasileiro: “A Grande Arte”, adaptação do romance homônimo de Rubem Fonseca comandada por Walter Salles em 1991.
Viúva quer filmar último roteiro de zumbis de George A. Romero
Suzanne Romero, viúva do cineasta George A. Romero, está tentando viabilizar a produção do último roteiro do diretor, que criou o gênero dos zumbis modernos em 1968 com o clássico “A Noite dos Mortos-Vivos” (Night of the Living Dead). Intitulado “Twilight of the Dead”, o filme seria o sétimo longa de zumbis de Romero e o final de sua longa saga. O projeto estava sendo desenvolvido pelo diretor em parceria com o ator Paolo Zelati (“O Segredo da Borboleta”) e, após a morte de Romero em 2017, Zelati pediu a Suzanne Romero permissão para finalizá-lo, trazendo os roteiristas Joe Knetter (“Blind – Eu Estou Aqui”) e Robert L. Lucas (do documentário “One for the Fire: The Legacy of ‘Night of the Living Dead'”) para ajudar. “Eu dei a ele minha total bênção, contanto que eu pudesse estar lá a cada passo do caminho para que permanecesse fiel à visão de George”, disse Suzanne Romero ao site The Hollywood Reporter. “Tivemos um tratamento sólido e o início do roteiro. Posso dizer que George ficaria incrivelmente feliz em ver isso continuar. Ele queria que essa fosse sua marca final no gênero zumbi.” “Twilight of the Dead” deverá explorar a ideia do zumbi inteligente, que Romero introduziu em “Dia dos Mortos” (1985) e aprofundou em “Terra dos Mortos” (2005). “Tudo começou com a minha pergunta para ele: ‘Para onde vão os zumbis no final da Terra dos Mortos ?’”, disse Zelati sobre a origem do projeto. George A. Romero dirigiu mais dois filmes de zumbis após “Terra dos Mortos” – “Diário dos Mortos” (2007) e “A Ilha dos Mortos” (2009) – , mas não considerava estes dois como parte da história global que ele começou a contar com “A Noite dos Mortos Vivos” e no igualmente cultuado “Despertar dos Mortos” (1978). “Não é nenhum segredo que ‘Diário’ e ‘A Ilha’ não eram o final que ele imaginava para a saga”, observa Zelati. “’Twilight of the Dead’ seria seu adeus ao gênero que ele criou e queria lançar um filme poderoso”. Enquanto os três roteiristas trabalhavam, eles também assistiam a vídeos de George A. Romero sugerindo como seria a história. “Eu pude ver como George estava feliz, quase tonto”, Joe lembra Knetter. “Isso nos fez focar ainda mais em trazer a história à vida da maneira que ele gostaria.” Fã dos filmes do diretor, Robert L. Lucas disse que a experiência de “desenvolver a peça final do quebra-cabeça no universo morto-vivo” foi um sonho que se tornou realidade. A viúva de Romero agora busca o diretor certo (e o financiamento) para completar a saga de zumbis de seu falecido marido. “Este é o filme que ele queria fazer. E embora outra pessoa carregue a tocha como diretor, será mais um filme de George A. Romero”, ela acredita.
Atriz de “Game of Thrones” processa Marilyn Manson por abuso sexual
Depois das denúncias na mídia e nas redes sociais, Marilyn Manson também virou alvo de um processo por abuso sexual. A atriz Esme Bianco, conhecida pelo papel de Ros em “Game of Thrones”, entrou na Justiça contra o roqueiro por supostamente drogá-la, torturá-la e estuprá-la em um incidente datado de 2009. Bianco falou inicialmente sobre sua experiência com Manson ao New York Magazine em fevereiro passado, contando até ter sido esfaqueada, mas a ação criminal detalha de forma ainda mais explícita a denúncia da suposta violência do cantor. A queixa, apresentada nesta sexta-feira (30/4) no Tribunal Distrital da Califórnia, também denuncia o empresário do artista, Tony Ciulla, por tráfico humano, ao trazê-la de Londres para Los Angeles sob o pretexto de contratá-la para um videoclipe que nunca foi lançado e um filme que nunca foi feito. De acordo com a atriz, ela foi contatada em 2009 sobre a possibilidade de estrelar um clipe. Mas quando Bianco chegou à casa do artista em Los Angeles (EUA), no entanto, só quem a aguardava era o próprio Manson com uma câmera. Garantindo que tudo seria usado no vídeo, o roqueiro a fez ficar só de lingerie, ameaçou estuprá-la e agredi-la, a amarrou em um oratório antigo que ele tinha em um quarto de sua casa, passando a chicoteá-la e eletrocutá-la. O clipe em questão nunca foi lançado, mas Bianco disse que Manson utilizou “drogas, ameaças e violência” para mantê-la sob o seu controle por anos depois das “gravações”, prometendo papel em seu projeto cinematográfico “Phantasmagoria”, com novas cenas degradantes e que também nunca foi lançado, e alimentando expectativas numa lavagem cerebral que a fez morar com ele em 2011. Nesta época, segundo a atriz, Manson a obrigava a ficar dias sem dormir, a xingava quando ela reclamava do tratamento que recebia e a estuprava frequente e violentamente. Em uma ocasião, o roqueiro teria cortado Bianco com uma faca e postado as imagens das feridas nas redes sociais, sem a permissão dela. Os advogados de Marilyn Manson ainda não comentaram sobre o processo. As acusações contra o cantor vieram à tona após Evan Rachel Wood, que namorou Manson entre 2006 e 2010, romper o silêncio. “Ele começou a me assediar quando eu ainda era uma adolescente e abusou terrivelmente de mim por anos. Eu sofri uma lavagem cerebral e fui manipulada à submissão”, ela escreveu em seu Instagram no dia 1º de fevereiro. A denúncia abriu as portas para várias outras mulheres fazerem acusações semelhantes. Manson, entretanto, nega tudo, dizendo que as relações sádicas foram consensuais. “Essas recentes declarações a meu respeito são distorções horríveis da realidade. Meus relacionamentos íntimos sempre foram completamente consensuais”. Após a onda de acusações, Manson foi dispensado de sua gravadora, teve suas participações nas séries “American Gods” e “Creepshow” cortadas, e acabou ficando sem empresariamento artístico, com o rompimento de seu contrato pela agência de talentos CAA, uma das maiores de Hollywood. O processo de Bianco é o primeiro das alegadas vítimas do cantor que chega na Justiça, mudando a situação de patamar.
Kaya Scodelario denuncia: Diretor renomado exigiu vê-la nua para emprego
A atriz Kaya Scodelario, conhecida por atuar nas franquias “Maze Runner”, “Piratas do Caribe” e no thriller “Predadores Assassinos”, postou um desabafo no Twitter nesta sexta (30/4). Ela contou que um diretor renomado de cinema pediu que ela tirasse a roupa para conseguir um papel num filme. Sua sorte foi ter um bom agente que a impediu de fazer isso. “A proposta dizia: ‘Ela só precisa vir até aqui, tirar as roupas e fim’. Eu fiquei aterrorizada. Por sorte, tenho um agente que rapidamente recusou. Era um filme grande, com um diretor grande. Uma ‘grande oportunidade’ para mim”, ela escreveu, sem dar nomes. “Muitas jovens atrizes não têm a rede de segurança de um agente atencioso para protegê-los. Eles acharão que é normal que uma atriz seja avaliada pelo corpo que tem. Pela quantidade de pele que deseja mostrar. Fomos condicionadas a acreditar nisso”, continuou. A estrela inglesa, que tem mãe brasileira, ainda contou que outro diretor uma vez ficou em dúvida entre ela e uma atriz concorrente ao mesmo papel e escreveu um e-mail dizendo que a primeira que topasse ficar nua seria contratada. “Em outro elenco, a escolha estava entre eu e outra atriz. Ambas trabalhamos muito para impressionar esse diretor notoriamente difícil. Tentamos várias vezes. Ele mandou um e-mail para nossos agentes: ‘Quem concordar em ficar nua primeiro consegue o emprego’. O filme não continha nudez. Ele só queria ver quem diria sim”, revelou. A atriz encerrou o desabafo dizendo que iria acordar de manhã com ansiedade por ter escrito tudo isso, “mesmo que não tenha citado nenhum nome”. “As mulheres que se expõem são muito corajosas”, ponderou. Depois de agradecer o apoio de seus seguidores aos primeiros tuítes, ela voltou à redes social para acrescentar: “Saibam que estou tomando medidas para garantir que as pessoas que mencionei sejam responsabilizadas. Eu escolho fazer isso em particular e por meio dos canais corretos da indústria”. Scodelario encerrou o assunto reforçando a importância da representatividade feminina para evitar que isso continue acontecendo. “Não posso deixar de enfatizar o quanto é importante ter uma representação que nos proteja. O quanto é importante ter mulheres em todos os níveis da indústria – para evitar o sistema atual, que permite que as pessoas sintam que podem dizer/fazer/comportar-se de maneira abusiva sem consequências”. Veja os textos originais abaixo. I had a audition for a job a few years ago. It said ‘she just needs to come in. Take her clothes off and that’s all’. I was terrified. Luckily I have an agent who swiftly said there was no way that was going to happen. This was a big movie. A big director. A big ‘opportunity’ https://t.co/Daz9xMBnzb — Kaya Scodelario (@kScodders) April 30, 2021 MANY MANY young actors do not have the safely net of a caring agent to protect them. They will assume that it is normal for an actresses worth to be measured by the body they have. By the amount of skin they are willing to show. We have been conditioned to believe this. — Kaya Scodelario (@kScodders) April 30, 2021 Different casting, between me and another actress.Both worked very hard to impress this notoriously difficult director. auditioned multiple times. He emailed our agents ‘whoever agrees to go nude 1st gets the job’ The movie had no nudity in it. He just wanted 2 see who’d say yes — Kaya Scodelario (@kScodders) April 30, 2021 You know what’s fucked? Im going to wake up in the morning with anxiety about tweeting. Despite the fact that I haven’t named names. I’m still going to feel scared. The women who come forward openly are so brave. I am in awe of you all. Thank you. Thank you. Thank you. — Kaya Scodelario (@kScodders) April 30, 2021 I can’t stress enough how important it is to have representation that safeguards you. How important it is to have women at every level of the industry – to prevent the current system that enables people to feel as though they can say/do/behave in abusive ways without consequences — Kaya Scodelario (@kScodders) April 30, 2021
Gal Gadot vai estrelar e produzir sci-fi romântica
A atriz Gal Gadot vai produzir e estrelar a adaptação do livro de estreia de Catriona Silvey, “Meet Me in Another Life”, uma sci-fi romântica passada no multiverso. Publicado na terça-feira (27/4), o livro acompanha um casal que precisa descobrir por que continua a se encontrar em diferentes versões da realidade, numa exploração das formas infinitas de amor e de como escolhas podem mudar tudo. Na trama, Thora e Santi são estranhos em uma cidade estrangeira que tem os destinos entrelaçados por um encontro casual. Imediatamente, eles se reconhecem como almas gêmeas, mas logo um trágico acidente encurta seu romance. Mas esta é apenas uma das muitas versões de suas vidas. Thora e Santi estão destinados a se encontrar novamente. Mas à medida que memórias turvas e padrões estranhos se estabelecem, eles têm uma revelação chocante e precisam descobrir a verdade sobre sua misteriosa relação antes que suas muitas vidas cheguem ao final definitivo. “Os personagens de Catriona são tão lindamente explorados e profundamente complexos – suas reencarnações às vezes beirando o tabu – , que a recompensa de sua autodescoberta parece genuína e merecida”, disse Gadot em comunicado. Ela irá realizar a adaptação por meio de sua produtora, Pilot Wave, em parceria com a Atlas Entertainment, mas ainda não há cronograma para a produção e o lançamento.
Naomi: Série de super-heroína da DC ganha primeira foto oficial
O piloto da série “Naomi”, baseada em quadrinhos da DC Comics que a cineasta Ava DuVernay (“Selma”, “Olhos que Condenam”) está desenvolvendo para a rede The CW, ganhou sua primeira foto oficial. A imagem traz a jovem atriz Kaci Walfall, de 16 anos e conhecida por sua participação em “Army Wives”, recriando uma cena dos quadrinhos. Vale a pena comparar a imagem live-action com a ilustração original logo abaixo. Na trama, Naomi (Walfall) é uma estudante popular e confiante, que vive em uma cidade militar com seus pais. Mesmo sem ter vergonha de admitir seu lado geek e ser apaixonada por histórias em quadrinhos, ela leva um choque quando eventos sobrenaturais fazem com que descubra ter superpoderes. O resto do elenco inclui Alexander Wraith (“Orange Is the New Black”), Cranston Johnson (“Filthy Rich”) e a novata Camila Moreno. O projeto é baseado na revista em quadrinhos “Naomi”, criada por Brian Michael Bendis, David F. Walker e Jamal Campbell em 2019, e publicada no Brasil pela editora Panini. A adaptação está a cargo da roteirista-produtora Jill Blankenship (da série “Arrow”). DuVernay assina a produção e a direção do piloto, que está sendo realizado por sua produtora Array em parceria com a Warner Bros. TV. Caso a série seja aprovada, “Naomi” será a primeira adaptação da DC a estrear na rede CW sem a chancela do produtor Greg Berlanti desde “Arrow” em 2012. Até “Stargirl”, recém-transferida do DC Universe, é uma produção de Berlanti. Além de “Naomi”, Ava DuVernay tem outra atração baseada em quadrinhos da DC prestes a estrear: a minissérie “DMZ”, atualmente em pós-produção para a plataforma HBO Max. Ela também iria dirigir o filme “Novos Deuses”, que a Warner cancelou no começo de abril.
Ator de “American Horror Story” vai estrelar série do herói Lanterna Verde
A HBO Max escalou Finn Wittrock, ator conhecido por participar de várias temporadas de “American Horror Story”, como um dos protagonistas na vindoura série do Lanterna Verde. Wittrock interpretará a versão do herói representada por Guy Gardner. Nos quadrinhos da DC Comics, Guy Gardner foi o segundo Lanterna Verde da Terra, criado por John Broome e Gil Kane em 1968. Mas sua personalidade se alterou bastante nos anos 1980, quando ganhou mais destaque e virou quase um alívio cômico na Liga da Justiça, como um símbolo do hiper-patriotismo e masculinidade tóxica do período. Segundo informações, a série não terá apenas um protagonista. O projeto deve contar histórias dos várias integrantes da Tropa dos Lanternas Verdes, explorando a mitologia dos personagens, especialmente Guy Gardner, Jessica Cruz, Simon Baz, Alan Scott, Sinestro e Kilowog. A 1ª temporada terá 10 episódios escritos e produzidos por Seth Grahame-Smith (“Lego Batman: O Filme”) e Marc Guggenheim (um dos roteiristas do filme do “Lanterna Verde”). Eles trabalharão na produção com outro responsável pelo filme de 2011, o produtor Greg Berlanti, que se tornou o mentor do Arrowverso na rede The CW. Berlanti e Guggenheim foram justamente os responsáveis pelo roteiro do piloto de “Arrow”, que inaugurou o universo de séries atuais da DC Comics na TV americana. O projeto dos produtores é reintroduzir o Lanterna Verde como uma saga que se estende por décadas e galáxias, que servirá para introduzir vários Lanternas Verdes diferentes. Nos quadrinhos, eles são os policiais galácticos que patrulham o universo conhecido e desconhecido. Ainda não há previsão de estreia.
Lucifer encontra Deus no trailer dos próximos capítulos
A Netflix divulgou os pôsteres e o trailer da segunda parte da 5ª temporada de “Lucifer”, que destaca o reencontro do protagonista com seu pai, também chamado de Deus pelo resto dos mortais. O ator Dennis Haysbert foi escalado no papel. Ele ficou conhecido por viver o primeiro presidente negro da TV americana, David Palmer, na série de ação “24 Horas”, e por curiosidade seu irmão naquela série era vivido pelo ator D.B. Woodside, que em “Lucifer” interpreta o anjo Amenadiel, outro filho de Deus. Na prévia, Deus decide que vai se aposentar, o que faz Lucifer (Tom Ellis) considerar ocupar sua vaga. A ideia tem paralelos com o desfecho dos quadrinhos em que a série é (vagamente) baseada. Mas a execução sugere um encaminhamento completamente diferente, na linha da disputa entre Michael (Miguel) e Lucifer explorada em “Supernatural”. O final da 5ª e penúltima temporada de “Lucifer” será lançado em 28 de maio.












