Ralph Carmichael (1927–2021)
Ralph Carmichael, um prolífico compositor e arranjador de músicas e trilhas, morreu na segunda-feira (18/10) em Camarillo, Califórnia, aos 94 anos. A causa da morte não foi informada. Carmichael iniciou sua longa carreira no início dos anos 1950, quando sua banda escolar apareceu na TV local de Los Angeles. Pouco depois, ele começou a compor músicas incidentais para séries como “I Love Lucy”, “December Bride” e “Bonanza”, entre outras, passando rapidamente a criar trilhas para filmes B e a exercer o cargo de diretor musical de especiais de TV com cantores como Roy Rogers, Bing Crosby, Barbara McNair, Julie London e Anita Bryant. Entre suas trilhas de cinema, destaca-se “A Bolha Assassina”, sci-fi barata de 1958 que lançou a carreira cinematográfica do ator Steve McQueen, e que contou com participação de Burt Bacharah na faixa de abertura. Já na TV, o destaque foi a música-tema de “Minha Mãe, o Carro” (1965). Carmichael compôs a divertida melodia que acompanhava a descrição da premissa da série, sobre a reencarnação da mãe do protagonista (Jerry Van Dyke) como um carro. Ele também se destacou na música popular americana, como arranjador, maestro, pianista e produtor de discos de Nat King Cole, Frankie Laine, Rosemary Clooney, Bing Crosby e Roger Williams. Entre os nove álbuns que gravou com Cole, encontra-se o clássico “The Magic of Christmas”, de 1960, que se tornou um dos discos de Natal mais tocados de todos os tempos. O compositor fundou sua própria gravadora em 1968, especializando-se em lançar artistas cristãos, como Andrae Crouch, os Continental Singers, Cliff Richard e seu próprio grupo de estúdio, The Young People. Creditado por escrever mais de 300 canções gospel, Carmichael também assinou a trilha do filme religioso “A Cruz e a Navalha” (1970), em que o cantor Pat Boone vivia um padre em luta contra jovens delinquentes. Ele ainda serviu por vários anos como presidente da Associação da Música Gospel dos EUA, ocasião em que chegou a ser conhecido como o “Pai da Música Cristã Contemporânea”. Mas o rótulo não foi seu único reconhecimento. Carmichael entrou para o Hall of Fame da Música Evangélica em 1985 e um ano depois publicou uma autobiografia em que falava de sua fé, batizada com o nome de uma de suas gravações de gospel mais famosas, “He’s Everything to Me”. Em 1994, ele recebeu o Grammy gospel, o Dove Award, por seu disco “Strike Up the Band”, e ainda foi homenageado no Hall of Fame dos Difusores Religiosos em 2001. Lembre abaixo a música-tema de “Minha Mãe, o Carro”.
Dougray Scott nega acusações de abusos em “Batwoman”
Acusado por Ruby Rose de ter comportamento abusivo no set de “Batwoman”, Dougray Scott emitiu uma declaração em que nega as acusações da ex-colega, dizendo que a atriz inventou tudo. “Como a Warner Bros. Television já comunicou, eles decidiram não manter Ruby na 2ª temporada por causa de vários depoimentos sobre seu comportamento no set”, disse Scott em comunicado. “Eu nego as afirmações difamatórias e prejudiciais feitas por ela contra mim. A situações foram completamente inventadas e nunca aconteceram”. A nota foi uma reação a uma série de Stories da atriz publicados nesta quarta (20/10), em que ela lista de assédio sexual à ambiente de trabalho inseguro, revela acidentes, constrangimentos e maus-tratos e mira desde a equipe de produção à colegas de elenco, para explicar porque nunca mais voltaria a trabalhar trabalhar em “Batwoman”. Ela começou sua lista de queixas atacando Peter Roth, ex-presidente do braço televisivo da Warner Bros., afirmando que ele assediava sexualmente as jovens mulheres da equipe, além de tê-la ameaçado logo no começo do trabalho, quando sofreu um acidente que a levou a passar por cirurgia, forçando-a a voltar ao set em 10 dias. Rose listou outros acidentes graves para descrever um ambiente de trabalho inseguro, criado pela pressa da showrunner Caroline Dries de terminar a 1ª temporada em meio à pandemia de coronavírus, enquanto outras séries da Warner tinham optado por suspender as gravações. Também acusou colegas de elenco: Dougray Scott de comportamento não profissional, por ferir uma dublê e gritar com a equipe, e Camrus Johnson, por ter espalhado o boato de que ela era uma “atriz-problema”. Sobre Dougray Scott, que saiu da série ao final da 2ª temporada, ela disse especificamente: “Feriu uma dublê e gritava como uma cadela com as mulheres. Ele era um pesadelo, chegava e ia embora quando queria, e abusava das mulheres. Como protagonista, mandei um e-mail pedindo que proibissem gritos no set, mas negaram”. Em resposta às acusações, a Warner Bros. TV oficializou, com outras palavras, que ela era realmente uma “atriz-problema”. “Apesar da história revisionista que Ruby Rose está agora compartilhando online contra os produtores, elenco e equipe, a rede e o estúdio, a verdade é que a Warner Bros. Television decidiu não exercer sua opção de manter contratada Ruby para a 2ª temporada de ‘Batwoman’ com base em várias reclamações sobre seu comportamento no local de trabalho, que foram extensivamente revisadas e tratadas em particular por respeito a todos os envolvidos”, disse o comunicado oficial do estúdio, que foi mencionado por Scott em seu próprio depoimento.
Clipe de “Noite Passada em Soho” revela talento musical de Anya Taylor-Joy
A Focus Features divulgou um clipe do filme “Noite Passada em Soho”, que revela o talento musical da atriz Anya Taylor-Joy (de “O Gambito da Rainha”). Ela gravou uma versão em ritmo lento e intimista para o hit “Downtown”, grande sucesso dos anos 1960 na voz retumbante de Petula Clark. O vídeo mescla cenas da atriz no estúdio, acompanhada por orquestra, e cenas do filme. Dirigido por Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”), “Noite Passada em Soho” acompanha Thomasin McKenzie (“Jojo Rabbit”), um jovem na Londres atual, que ao dormir faz uma viagem de sonhos à Londres dos anos 1960. E conforme fica obcecada pelo visual e estilo glamouroso da época, assumindo as feições e a personalidade que vê nos sonhos (Anya Taylor-Joy), também embarca numa jornada de pesadelos, perseguida pelos horrores da época. Ainda mais depois de descobrir que tudo que sonhou realmente aconteceu no passado. O elenco também destaca Matt Smith (“The Crown”) e três astros britânicos que viveram intensamente as noites do Soho durante os anos 1960, Terence Stamp (visto mais recentemente em “Mistério no Mediterrâneo”), Rita Tushingham (“Os Intrusos”) e Diana Rigg (“Game of Thrones”) em seu último papel, filmado antes de seu falecimento no ano passado. “Noite Passada em Soho” faz parte da programação da Mostra de São Paulo. A estreia comercial está marcada para 22 de outubro nos EUA e em 11 de novembro no Brasil. Veja abaixo o clipe do filme e a versão original de “Downtown”, cantada por Petula Clark em 1964 no programa de Ed Sullivan.
Insânia: Star+ revela teaser e data de sua primeira série original brasileira
A Star+ divulgou banner e teaser com a data de lançamento de “Insânia”, sua primeira série original brasileira – sem contar a 3ª temporada de “Impuros”, produção inaugurada no antigo canal pago Fox. A trama acompanha a policial científica Paula (Carol Castro, de “Veneza”) trancada em uma misteriosa clínica psiquiátrica. Lá, sua mente vagueia por caminhos sombrios e duvidosos, chegando à beira da insanidade, enquanto investiga o verdadeiro motivo de sua hospitalização e desvenda uma conspiração aterrorizante. O elenco também destaca Rafaela Mandelli (“O Negócio”), Bella Camero (“Malhação”), Eucir de Souza (“Rua Augusta”), Rafael Losso (“Rotas do Ódio”) e Samuel de Assis (“Me Chama de Bruna”). Concebida por Lucas Vivo (“Pacto de Sangue”), a série também tem roteiros de Marcelo e Walter Slavich, criadores de “Sr. Ávila”, e direção de Gustavo Bonafé (“Irmandade”). Com oito episódios, a produção é da Intro Pictures e a estreia está marcada para 3 de dezembro.
Mostra de São Paulo retoma festivais de cinema no Brasil
A Mostra Internacional de Cinema de São Paulo começa nesta quarta (20/10), a partir das 20h, sua edição de número 45 com uma abertura diferenciada. Pela primeira vez, o evento não terá uma cerimônia oficial num local fixo, optando em vez disso por exibir 12 filmes diferentes em dez salas da capital paulista numa celebração pela volta aos cinemas. O evento é o primeiro grande festival de cinema presencial no Brasil desde o começo da pandemia. A programação dessa noite inaugural traz alguns dos filmes mais populares da Mostra, como “Noite Passada em Soho”, de Edgar Wright, e “A Crônica Francesa”, de Wes Anderson, além de “Bergman Island”, da francesa Mia Hansen-Love, e o vencedor do Festival de Berlim, “Má Sorte no Sexo ou Pornô Amador”, do romeno Radu Jude. São ao todo nove longas e um programa com três curtas-metragens (incluindo “A Voz Humana”, de Pedro Almodóvar, e “Ato”, de Bárbara Paz), antecedidos pela projeção virtual da cerimônia de inauguração, com a diretora da Mostra, Renata de Almeida, além da participação de convidados. Veja abaixo a lista dos locais e filmes confirmados. O evento vai se estender até 3 de novembro no tradicional circuito alternativo da capital paulista – o maior do país para produções de arte – , que inclui os cinemas do Espaço Itaú (Augusta, Frei Caneca e Pompeia), Petra Belas Artes, Cinesesc, Reserva Cultural, Cinesala e o novo Cine Marquise (ex-Cinearte). Também receberão sessões a preços populares o Centro Cultural São Paulo, o Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso e o Museu da Imigração, na Zona Leste da cidade. Além disso, o vão-livre do Masp promoverá exibições gratuitas ao ar livre. Mas para assistir às sessões, o público precisará comprovar que se encontra imunizado contra a covid, para que as pessoas “se sintam mais seguras numa sala de cinema em que elas saibam que todo mundo está vacinado”, de acordo com o anúncio oficial. As salas terão só 50% da ocupação e o uso de máscara será obrigatório. Quem não estiver com a vacinação em dia deverá se contentar com os títulos que serão disponibilizados em plataformas digitais – não serão todos. Dos 265 filmes de mais de 50 países que compõem a programação completa, 157 poderão ser vistos online – ou seja, quase 60% do total. A maior parte dos títulos online estará disponível na Mostra Play: 131 filmes ao todo. Eles poderão ser vistos por meio da aquisição de ingressos virtuais, que custam de R$ 12 para aquisição individual até R$ 150,00 em pacotes com 15 ingressos. Os serviços parceiros Sesc Digital e Itaú Cultural Play também terão uma programação da Mostra. Mas alguns dos filmes mais aguardados não terão sessões virtuais. Para ver “Titane”, terror de Julia Ducournau que venceu a Palma de Ouro, “A Conexão Francesa”, de Wes Anderson, e “A Viagem de Pedro”, de Laís Bodanzky, por exemplo, só indo ao cinema. Entre os filmes confirmados na programação completa estão destaques dos festivais europeus deste ano. Além dos vencedores da Palma e do Urso de Ouro, há vários títulos premiados de Cannes como “Annette”, do francês Leos Carax, “Noche de Fuego”, da salvadorenha Tatiana Huezo, “Memoria”, do tailandês Apichatpong Weerasethakul, e “Murina”, da croata Antoneta Alamat Kusijanovi O cinema nacional também estará bem representado com obras de trajetória internacional, como “Deserto Particular”, de Aly Muritiba, premiado no Festival de Veneza e escolhido para representar o Brasil no Oscar, “Marinheiro das Montanhas”, de Karim Aïnouz, exibido em Cannes, “Bob Cuspe”, de Cesar Cabral, premiado no festival de animação de Ottawa, “Medusa”, de Anita Rocha da Silveira, premiado em San Sebastián e Sitges, além da première mundial de “A Viagem de Pedro”, de Laís Bodanzky, a exibição de dois documentários sobre o cartunista Ziraldo, que assina a arte do cartaz da Mostra deste ano, e o lançamento de um documentário sobre a tragédia epidêmica brasileira, “SARS-CoV-2 / O Tempo da Pandemia”, dirigido pelos irmãos Eduardo e Lauro Escorel. Como faz tradicionalmente, a Mostra terá homenagens a realizadores importantes. Este ano, o diretor português Paulo Rocha terá uma retrospectiva com seus filmes e a atriz e diretora brasileira Helena Ignez receberá o prêmio Leon Cakoff. O número de títulos é maior que o disponibilizado no ano passado, quando a Mostra foi 100% online, mas bem menor que no período anterior à pandemia e de forma até mais significativa, como era antes do governo Bolsonaro. A lista completa pode ser conferida no site oficial do evento: 45.mostra.org. Confira abaixo a programação da abertura. Cine Marquise | sala 1: “Noite Passada em Soho”, de Edgar Wright Cinesesc: “Bergman Island”, de Mia Hansen-Love Cinesala: “Compartment Nº 6”, de Juho Kuosmanen Espaço Itaú – Augusta | sala 3: programa de curtas com “A Voz Humana”, de Pedro Almodóvar, “A Noite”, de Tsai Ming Liang e “Ato”, de Bárbara Paz. Espaço Itaú – Frei Caneca | sala 1: “A Crônica Francesa”, de Wes Anderson Espaço Itaú – Frei Caneca | sala 2: “Um Herói”, de Asghar Farhadi Espaço Itaú – Frei Caneca | sala 3: “A Caixa”, de Lorenzo Vigas Petra Belas Artes | sala Leon Cakoff: “Roda do Destino”, de Ryusuke Hamaguchi Reserva Cultural | sala 1: “Má Sorte no Sexo ou Pornô Acidental”, de Radu Jude Centro Cultural São Paulo | sala Paulo Emílio: “Lua Azul”, de Alina Grigore
“Hit-Monkey” terá lançamento simultâneo no Brasil pela Star+
A plataforma Star+ anunciou que vai lançar “Hit-Monkey”, nova série animada da Marvel, simultaneamente com os EUA, no dia 17 de novembro. A série gira em torno de um macaco que se torna assassino profissional após o fantasma de um matador passar a treiná-lo. A adaptação dos quadrinhos é escrita pela dupla Josh Gordon e Will Speck (“A Última Ressaca do Ano”) e destaca em seu elenco de dubladores o ator Jason Sudeikis (de “Ted Lasso”) como Bryce, o mentor do “assassímio”, que continua a orientá-lo mesmo após a morte para se vingar de quem o matou. O bom elenco de vozes originais ainda inclui Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”) e George Takei (“Star Trek”). A atração é a segunda série animada adulta da Marvel, seguindo o lançamento de “M.O.D.O.K.”, que saiu em maio passado nos EUA e ainda não surgiu na Star+. Veja abaixo o trailer americano da atração e o anúncio de sua estreia nacional. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Star+ Brasil (@starplusbr)
Alyssa Milano é presa em protesto político nos EUA
A atriz Alyssa Milano (da série clássica “Charmed”) foi presa ao participar de uma manifestação pelo direito ao voto em frente à Casa Branca na terça-feira (19/9). Ela explicou que foi detida com mais 25 manifestantes. “Eu acabei de ser presa por demandar que o Governo Biden e o Senado usem seus mandatos para proteger o direito ao voto. Junte-se a mim e a (organização) People For The American Way para dizer ao Senado e à Casa Branca que o direito ao voto não deveria depender de onde você mora”, ela escreveu nas redes sociais. Milana integra o organização progressista People For The American Way (PFAW), que organizou o pequeno protesto após iniciativas de estados governados por políticos republicanos criarem dificuldades adicionais para eleitores de regiões pobres, de maioria populacional negra, conseguirem votar nas próximas eleições. “No passado, tivemos 425 projetos de lei para restringir o direito de votar”, apontou Milano, defendendo leis que nacionalizem as regras eleitorais nos EUA. Entre os 25 ativistas presos juntos com Milano estavam o presidente da PFAW Ben Jealous, a legisladora estadual de Geórgia Bee Nguyen e a CEO da League of Women Voters, Virginia Kase Solomón. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Alyssa Milano (@milano_alyssa) View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Alyssa Milano (@milano_alyssa)
Nova geração de “Rebelde” ganha data de estreia e primeiro clipe
A Netflix revelou que a série “Rebelde” vai estrear em 5 de janeiro de 2022. Além de anunciar data, a plataforma divulgou em suas redes sociais o clipe completo da música “Yo Soy Rebelde”, um dos grandes hits do RBD, em versão com o elenco da nova geração. Veja abaixo. As gravações da nova versão aconteceram no México, mas ao contrário das versões anteriores, o reboot será multinacional, com representantes de quatro países latinos. Até o Brasil terá uma estudante na Elite Way em 2022: Giovanna Grigio, atriz e cantora que se destacou em “Malhação: Viva a Diferença” e “As Five”, da Globoplay. O elenco também inclui o argentino Franco Masini (“Riviera”), o colombiano Jeronimo Cantillo (“Verdade Oculta”) e diversos astros jovens mexicanos, como o cantor Sergio Mayer Mori, Azul Guaita (“Sobe na Minha Moto”), Alejandro Puente (“El Club”) e as estreantes Andrea Chaparro e Lizeth Selene. A “Rebelde” de 2004 da emissora mexicana Televisa já era um remake – da novela argentina “Rebelde Way”, de 2002. E se tornou um fenômeno ao explorar os talentos musicais de seu elenco. Da novela, surgiu o grupo musical RBD formado por Anahí, Dulce Maria, Alfonso Herrera, Christian Chávez, Maite Perroni e Christopher von Uckerman. O sucesso foi tão grande, que até rendeu outro remake, desta vez brasileiro, feito pela Record em 2011 com Arthur Aguiar, Chay Suede, Lua Blanco, Sophia Abrahão e a sister do “BBB 21” Carla Diaz. Não sabia se cantava ou se procurava a @gigi_grigio nesse vídeo. 👀 A nova geração de Rebelde chega dia 5 de janeiro de 2022. pic.twitter.com/57ZYX9MnJF — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 20, 2021
Kellan Lutz e Ashley Greene revivem personagens de “Crepúsculo” no Instagram
Os astros de “Crepúsculo” Kellan Lutz e Ashley Greene retomaram seus papéis da franquia para um comercial e fotos nostálgicas no Instagram. Os intérpretes de Emmett e Alice Cullen nos filmes da franquia de vampiros publicaram no Instagram nesta quarta (20/10) fotos em que reencenam um momento do “beisebol vampiro”, visto no primeiro longa da saga. Os atores usaram até mesmo figurino – e uma peruca – para deixar o clique perfeito. “Uma explosão do passado com o Kellan Lutz fez meu coração pular e me divertir”, escreveu a atriz de 34 anos na rede social. O responsável pela reunião foi o dono de uma loja de produtos sobre música e cultura emo, que convidou os atores para fazer um vídeo promocional de seu negócio. Veja abaixo as fotos, um registro de bastidores e o vídeo promocional que registra os atores de volta a seus personagens. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Ashley Greene Khoury (@ashleygreene) View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Kellan Lutz (@kellanlutz) View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Matt Cutshall (@mattcutshall) View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Arielle Vandenberg (@arielle)
Emily Blunt entra no novo filme de Christopher Nolan
A atriz Emily Blunt entrou no elenco de “Oppenheimer”, filme biográfico do diretor Christopher Nolan (“Tenet”). Com a escalação, ela voltará a contracenar com Cillian Murphy após “Um Lugar Silencioso – Parte II”. Murphy foi escalado no papel-título, como J. Robert Oppenheimer, físico lembrado como um dos pais da bomba atômica. O papel de Blunt não foi revelado. Este é o primeiro projeto de Blunt com Nolan, que é conhecido por construir relacionamentos com atores em vários filmes. Murphy, por exemplo, trabalha com o diretor desde “Batman Begins”, em 2005. Além de dirigir, Nolan também assina a produção e o roteiro do longa, que vai adaptar o livro “American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer”, de Kai Bird e o falecido Martin J. Sherwin. Publicado em 2005, o livro venceu o Prêmio Pulitzer. “Oppenheimer” também será o primeiro longa de Nolan produzido pela Universal Pictures, após duas décadas de parceria do diretor com a Warner Bros. Embora seja um drama biográfico, a Universal está descrevendo o projeto como um “thriller épico” sobre “o paradoxo pulsante do homem enigmático que deve arriscar destruir o mundo para salvá-lo”. A estreia está marcada para julho de 2023.
DC FanDome teve 66 milhões de visualizações
A Warner Bros. revelou que o evento virtual DC FanDome, realizado no sábado passado (16/10), acumulou 66 milhões de visualizações em todo o mundo. O número é três vezes maior que a primeira edição, realizada em 2020, que gerou 22 milhões de visualizações. O crescimento se deve a uma tática diferente de divulgação, com a multiplicação de parcerias e locais onde o público pôde acompanhar o programa. Ao contrário do ano passado, quando ficou concentrado num site específico, o DC FanDome foi exibido ao vivo em vários canais diferentes do YouTube em todo o mundo. No Brasil, por exemplo, foi possível assistir ao feed pelos perfis da Warner Bros., Warner Play, HBO Max e até da Ingresso.com, sem contar os diversos sites que usaram a opção embed para incluir o evento em seus próprios endereços eletrônicos. Várias centenas de meios de comunicação retransmitiram o fluxo. O estúdio também relatou que a resposta das redes sociais foi extremamente positiva, levando o DC FanDome a ocupar o 1º lugar dos assuntos mais comentados do Twitter por oito horas nos EUA, além de ter figurado no topo de 53 países diferentes. Com quase quatro horas de duração, o evento apresentou bate-papos, entrevistas e fez revelações sobre futuros projetos ligados à DC Comics, além de apresentar vários conteúdos, como o novo trailer de “Batman”, os primeiros teasers de “The Flash” e “Adão Negro”, bastidores de “Aquaman e Reino Perdido”, “Shazam: Fúria dos Deuses” e do próprio “Batman”, o trailer da série “Pacificador”, os anúncios de renovação de “Titãs” e “Patrulha do Destino”, sem esquecer de um especial de despedida de “Supergirl”, entre muitas outras novidades. “Com o triplo do tráfego de streaming do ano passado, o DC FanDome 2021 superou todas as nossas expectativas”, disse Ann Sarnoff, presidente e CEO da WarnerMedia Studios and Networks, em comunicado. “Continuamos a inovar em toda a empresa a serviço de nossos fãs, e não posso exagerar a criatividade e o trabalho árduo que foram necessários para gerar este evento digital global altamente organizado”, continuou. “Demos aos fãs o que eles queriam – o melhor de todas as coisas da DC – e seu envolvimento e resposta foram fantásticos. Estamos tão entusiasmados quanto eles para entregar agora todo o excelente conteúdo destacado pela DC FanDome”, concluiu Sanoff.
Warner diz que Ruby Rose foi demitida de “Batwoman” por mau comportamento
A Warner Bros. TV, estúdio responsável pela produção de “Batwoman”, divulgou uma declaração com palavras fortes em resposta às denúncias graves feitas por Ruby Rose, ex-estrela da série, que acusou nesta quarta (20/10) os produtores de criar um ambiente tóxico e perigoso. No comunicado, a Warner Bros. TV corrobora a afirmação de Rose de que ela foi demitida do programa, mas diz que a ação foi o resultado de uma investigação interna sobre “reclamações sobre comportamento no local de trabalho” contra a atriz. Essa investigação sobre o comportamento de Rose circulou como boato por muito tempo, mas só foi oficialmente confirmada agora. “Apesar da história revisionista que Ruby Rose está agora compartilhando online contra os produtores, elenco e equipe, a rede e o estúdio, a verdade é que a Warner Bros. Television decidiu não exercer sua opção de manter contratada Ruby para a 2ª temporada de ‘Batwoman’ com base em várias reclamações sobre seu comportamento no local de trabalho que foram extensivamente revisadas e tratadas em particular por respeito a todos os envolvidos”, diz o comunicado. A nota foi uma reação a uma série de Stories da atriz publicados no Instagram, em que ela lista de assédio sexual à ambiente de trabalho inseguro, revela acidentes, constrangimentos e maus-tratos e mira desde a equipe de produção à colegas de elenco, para explicar porque nunca mais voltaria a trabalhar trabalhar em “Batwoman”. Ela começou sua lista de queixas atacando Peter Roth, ex-presidente do braço televisivo da Warner Bros., afirmando que ele assediava sexualmente as jovens mulheres da equipe, além de tê-la ameaçado logo no começo do trabalho, quando sofreu um acidente que a levou a passar por cirurgia, forçando-a a voltar ao set em 10 dias. Rose listou outros acidentes graves para descrever um ambiente de trabalho inseguro, criado pela pressa da showrunner Caroline Dries de terminar a 1ª temporada em meio à pandemia de coronavírus, enquanto outras séries da Warner tinham optado por suspender as gravações. Também acusou colegas de elenco: Dougray Scott de comportamento não profissional, por ferir uma dublê e gritar com a equipe, e Camrus Johnson, por ter espalhado o boato de que ela era uma “atriz-problema”. Segundo a Warner Bros. TV, ela era realmente uma “atriz-problema”. Agora, oficialmente.
Leslie Bricusse (1931–2021)
O compositor e roteirista Leslie Bricusse, que venceu dois Oscars, morreu na terça (19/10) aos 90 anos de idade. A causa da morte não foi revelada. Ao longo de sete décadas, o escritor e compositor nascido em Londres compôs temas orquestrações e canções que marcaram a história do cinema. Sua carreira começou com musicais do West End londrino na década de 1950, mas não demorou a chegar ao cinema. Ele escreveu seu primeiro roteiro, o musical “Charley Moon”, em 1956. Alternando-se entre roteiros, orquestrações e letras de músicas, Bricusse se manteve ativo até 2001. Ele ganhou o Oscar de Melhor Canção em 1967 por “Talk to the Animals”, do musical “O Fabuloso Doutor Dolittle”, que também roteirizou, e o Oscar de Melhor Trilha Sonora em 1982 pelo musical “Victor ou Victoria”, composta em parceria com Henry Mancini. Ao todo, ele teve 10 indicações ao Oscar. A lista de nomeações inclui, entre outras, as trilhas de “Adeus, Mr. Chips” (1969), “Adorável Avarento” (1970), “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (1971), “Esqueceram de Mim” (1990) e “Hook, a Volta do Capitão Gancho” (1991). Sua coleção de troféus também contém um Grammy de Melhor Canção do Ano de 1963, “What Kind of Fool Am I”, escrita com Anthony Newley para o musical do West End “Stop the World – I Want to Get Off”. E ele foi cinco vezes indicado ao Tony por espetáculos musicais, ingressando no Hall of Fame dos Compositores em 1989. Entre seus trabalhos mais conhecidos encontram-se ainda as letras das músicas-temas de dois filmes de James Bond, “007 Contra Goldfinger” (1967) e “Com 007 Só Se Vive Duas Vezes” (1967), e canções que compôs para o teatro, como “Who Can I Turn To” e “Feeling Good” foram gravadas por vários artistas, incluindo Tony Bennett e Nina Simone. Seu último trabalho cinematográfico foi como letrista no filme “Harry Potter e a Pedra Filosofal” (2001), mas suas músicas continuam aparecendo em filmes até hoje. Feita para divertir em “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, “The Candy Man”, por exemplo, virou arrepiante no terror “A Lenda de Candyman”, lançado neste ano nos cinemas.












