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Reality

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Música

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Etc

Xuxa mobiliza seguidores contra racismo após ameaças a deputada eleita

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TV

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8 de novembro de 2026
  • Filme

    Paulo Gustavo vai ganhar filme da Amazon

    18 de junho de 2022 /

    A Amazon Prime Video está preparando um filme sobre o ator e humorista Paulo Gustavo. Intitulado “Filho da Mãe”, o projeto pretende reunir imagens das turnês do comediante e cenas de arquivo com sua família. O projeto começou a ser desenvolvido antes mesmo da morte do artista e também vai contar com depoimentos de profissionais e amigos próximos, além, é claro, da mãe, Déa Lúcia, e do viúvo, o dermatologista Thales Bretas. Entre as participações, estão confirmadas as atrizes e amigas Mônica Martelli e Ingrid Guimarães. Outros artistas também serão procurados pela plataforma para assinar contrato para liberação da exibição de suas imagens. Paulo Gustavo morreu no dia 4 de maio de 2021, após cerca de dois meses internado devido a complicações causadas pela covid-19. Um dos comediantes de maior sucesso do Brasil, ele concebeu e estrelou o filme de maior bilheteria do país, “Minha Mãe É uma Peça 3”. Sua personagem nesse franquia, a Dona Hermínia, era inspirada em sua mãe.

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  • Filme,  TV

    Ilka Soares (1932–2022)

    18 de junho de 2022 /

    A atriz Ilka Soares morreu na manhã deste sábado (18/6) no Rio de Janeiro. Ela estava internada na Clínica São Vicente, na capital fluminense, onde fazia um tratamento contra o câncer. Nascida em 21 de junho de 1932, completaria 90 anos na terça-feira. Com uma carreira de mais de sete décadas, Ilka virou estrela ainda na adolescência. Aos 15 anos, disputou um concurso de beleza promovido pelo jornal O Globo, onde chamou atenção do diretor de fotografia Ugo Lombardi, pai de Bruna Lombardi, e foi convidada a fazer teste para o filme “Iracema”, adaptação da obra clássica de José de Alencar. O filme foi lançado dois anos depois, em 1949, com Ilka Soares no papel-título, “a virgem dos lábios de mel”. O sucesso da produção a fez ser disputada pelos principais estúdios de cinema do Brasil. Destacou-se principalmente em produções da Atlântida, como as chanchadas “Três Vagabundos” (1952) e “Pintando o Sete” (1960), ao lado do rei do humor Oscarito, além do drama “Maior Que o Ódio” (1951), em que contracenou com o grande galã da época, Anselmo Duarte. O romance entre Ilka e Anselmo acabou virando história de amor real. Os dois se casaram. Mas, unidos pelo cinema, também se separaram após a convivência seguida nas telas. Eles mantiveram a parceria em mais duas comédias musicais – “Carnaval em Marte” (1955) e “Depois Eu Conto” (1956) – e, por volta do lançamento da segunda, se separaram. Ilka também brilhou em produções do estúdio Vera Cruz, especialista em melodramas populares, atuando em “Esquina da Ilusão” (1953) e no blockbuster nacional “Floradas na Serra” (1954), junto à primeira dama do teatro brasileiro, Cacilda Becker. Famosa e considerada uma das mulheres mais bonitas do país, ela passou a ser requisitada para capas de revistas e campanhas publicitárias das melhores marcas, o que a transformou numa das primeiras (senão a primeira) supermodelo do Brasil. Recém-inaugurado no país, o primeiro canal da TV brasileira, Tupi, fez questão de escalá-la em seu programa mais prestigioso, o “Teleteatro Tupi”, encabeçado por Fernanda Montenegro. A atração que encenava peças teatrais foi um dos maiores sucessos da década de 1950 na televisão – num período em que toda a programação era ao vivo. Em 1963, ela se casou com Walter Clark, executivo da TV Rio, que em dezembro de 1965 assumiu a direção geral de um novo canal: a TV Globo. No ano seguinte, Ilka estreou na Globo, substituindo a atriz Norma Bengell na apresentação do programa “Noite de Gala”. Fez sucesso como apresentadora e passou por outras produções, com destaque para o “Festival Internacional da Canção”, exibido no final da década. Mas mesmo com a vasta experiência como atriz, só foi fazer novelas com mais de duas décadas de carreira e após sua separação de Walter Clark. Ela estreou no gênero em 1971, na novela “O Cafona”, de Braúlio Pedroso, em que interpretou uma mulher sofisticada, tipo de personagem que a acompanharia pelo resto da carreira. A partir daí, Ilka não parou mais, emplacando novela atrás de novela. Ensaiou virar rainha das 22h, estrelando quatro atrações quase consecutivas no horário: “O Cafona”, “Bandeira 2” (1971), “O Bofe” (1972) e “O Espigão” (1974). Mas a partir de “Anjo Mau” (1976) encontrou novo nicho nas “novelas das sete”, vindo a estourar com “Locomotivas” (1977), primeira produção colorida da faixa, como Celeste, uma quarentona sexy (na época em que isso era raro na TV) que formou par com um ator 15 anos mais novo, o galã Dennis Carvalho. Cassiano Gabus Mendes foi o primeiro dramaturgo da Globo a explorar a capacidade cômica da atriz, que ela tinha aprimorado nas chanchadas. Depois de “Locomotiva”, Ilka se tornou seu talismã, aparecendo em várias de suas novelas, como “Te Contei?” (1978), “Elas por Elas” (1982), “Champagne” (1983) e “Que Rei Sou Eu?” (1989). Fez tanto sucesso em papéis cômicos que, no final da década de 1970, foi integrar um dos principais humorísticos da história da Globo, o “Planeta dos Homens”, ao lado de comediantes consagrados como Jô Soares, Agildo Ribeiro e Paulo Silvino. Ilka, porém, não virou comediante e continuou atuando em novelas, chegando a aparecer em duas atrações simultâneas entre 1990 e 1991, “Rainha da Sucata” às oito e “Barriga de Aluguel” às seis. Apesar disso, fez só mais duas novelas em seguida: “Deus Nos Acuda” (1993) e “Pecado Capital” (1998). O fim do ciclo na Globo lhe permitiu participar da série “Mandrake”, da HBO, e voltar ao cinema. Desde sua estreia no canal, Ilka só tinha feito um filme: “Brasa Adormecida”, em 1987. Ela retomou a trajetória cinematográfica interrompida com três novos lançamentos: “Copacabana” (2001), “Gatão de Meia Idade” (2006) e “Vendo ou Alugo” (2013). A comédia de Betse de Paula lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival Cine-PE, aos 80 anos de idade, e também foi a sua despedida das telas. Em 2018, Ilka fez uma nova retomada em sua carreira, voltando a modelar aos 86 anos, em fotos de lançamento de uma coleção da grife The Paradise, desenvolvida por seu neto e estilista Thomaz Azulay. Uma delas pode ser vista abaixo, ao lado de uma imagem da era de ouro da atriz no cinema.

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  • Etc,  Série

    Everett Peck (1950–2022)

    18 de junho de 2022 /

    O artista Everett Peck, criador do personagem de quadrinhos Duckman e da sua adaptação animada do final dos anos 1990, morreu na terça (14/6) de câncer, aos 71 anos na Califórnia. A série “Duckman: Detetive Particular” foi desenvolvida por Peck em parceria com o casal Gabor Csupo e Arlene Klasky, criadores de “Rugrats: Os Anjinhos” e “Os Thornberrys”. O desenho durou quatro temporadas, de 1994 a 1997, e foi indicado a três prêmios Emmy de Melhor Série Animada. O personagem era um pato detetive magrelo, bocudo, enfezado, mulherengo e pai solteiro, que tinha sido concebido para uma história em quadrinhos de 1990 publicada pela Dark Horse Comics. A adaptação contou com dublagem de Jason Alexander (de “Seinfeld”). “Foi uma honra dar voz à sua amada criação e uma alegria ter conhecido Everett”, tuitou Alexander em sua homenagem nesta sexta (17/6). Apesar de ser mais conhecido por sua obra autoral, Peck trabalhou com outros personagens. De fato, iniciou na animação antes mesmo de criar Duckman, tendo desenvolvido o design da série animada “Os Caça-Fantasmas” de 1986. Posteriormente, ele também concebeu o visual dos personagens de “Os Novos Caça-Fantasmas”, da adaptação do filme “Jumanji” e de “Godzilla: A Série”. Seu último desenho foi outra obra original: “Andy e o Esquilo” (Squirrel Boy), que durou duas temporadas no Cartoon Network – de 2006 a 2008. Ele também trabalhou em design publicitários para empresas como Nike e Honda.

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  • Filme

    “Top Gun: Maverick” atinge US$ 800 milhões e vira maior bilheteria de Tom Cruise

    17 de junho de 2022 /

    “Top Gun: Maverick” ultrapassou a marca de US$ 800 milhões arrecadados em todo o mundo, de acordo com levantamento da consultoria Comscore, quebrando novos recordes para virar a maior bilheteria na carreira de Tom Cruise. A sequência de “Top Gun” (1986) conseguiu superar com folga “Missão: Impossível – Efeito Fallout”, que era o maior sucesso mundial do ator até então, com US$ 791,1 milhões. Seu total é de US$ 806,4 milhões, com US$ 422,2 milhões conquistados no público doméstico até esta sexta (17/6). “Top Gun: Maverick” é atualmente o filme de maior bilheteria do ano na América do Norte. Os críticos adoraram o filme, atribuindo-lhe uma classificação de 97% no Rotten Tomatoes e elogiando seus efeitos visuais deslumbrantes, bem como sua hábil mistura de nostalgia com uma história capaz de agradar à nova geração de espectadores. O sucesso também reforça a longa parceria entre Cruise e o estúdio Paramount, que também é responsável pela franquia “Missão: Impossível”. Além de ser o maior sucesso do ator no mundo inteiro, “Top Gun: Maverick” também rendeu as maiores bilheterias de Tom Cruise em 23 mercados específicos, incluindo os EUA, Reino Unido, Austrália e Brasil. Em compensação, não chegou aos cinemas da Rússia e da China. O filme foi dirigido por Joseph Kosinski, que já havia trabalhado com Cruise anteriormente em “Oblivion” (2013), e nesta sexta lançou “Spiderhead” na Netflix, com participação de outro ator de “Top Gun: Maverick”, Miles Teller.

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  • Etc

    Paul Walker ganhará estrela na Calçada da Fama nos 10 anos de sua morte

    17 de junho de 2022 /

    O ator Paul Walker será celebrado com uma estrela póstuma na Calçada da Fama de Hollywood no aniversário de 10 anos de sua morte. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (17/6) pelo conselho responsável pela famosa locação turística de Los Angeles. Conhecido por seu trabalho na franquia “Velozes e Furiosos”, além de filmes como “Ela é Demais”, “Marcação Cerrada” e “Resgate Abaixo de Zero”, Walker morreu num acidente de carro em 2013, durante um intervalo das filmagens de “Velozes e Furiosos 7”. O filme acabou se transformando numa grande homenagem ao astro, sendo completado com ajuda de seus irmãos e efeitos digitais. Além de Walker, a Calçada da Fama também homenageará outro integrante de “Velozes e Furiosos”, o rapper Ludacris. A lista de artistas que ganharão estrelas em 2023 inclui ainda Uma Thurman, Lenny Kravitz, Mindy Kaling, os Jonas Brothers, Bill Pullman, Vince Vaughn, John Waters, Jon Favreau, Martin Lawrence, Ralph Macchio, Garrett Morris, Ellen Pompeo e Juanita Moore (que também ganhará homenagem póstuma).

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  • Filme

    Diretor de “Aladdin” vai filmar “Hércules” para a Disney

    17 de junho de 2022 /

    O diretor Guy Ritchie, que assinou a versão live-action de “Aladdin”, vai comandar uma nova adaptação de desenho animado da Disney: “Hércules”. O desenho de 1997 distinguia-se das inúmeras produções sobre o semideus grego por ser um musical, mas os nomes envolvidos no projeto sugerem a abordagem tradicional, já que são todos relacionados ao cinema de ação. Além do próprio diretor, responsável por “Sherlock” e vários thrillers de gângsteres, o primeiro rascunho do roteiro foi escrito por Dave Callaham (“Os Mercenários”, “Mortal Kombat”). Para completar, o filme conta com produção de Anthony e Joe Russo, diretores de “Vingadores: Ultimato”. Quando mencionaram o projeto pela primeira vez em 2020, os irmãos Russo confirmaram que, embora inspirado na animação original, a adaptação não seria um remake tradicional. “Acho que vamos fazer uma coisa que tem o mesmo sentimento do original, que é inspirado nele, mas trazer alguns elementos novos”. Ainda não há maiores detalhes sobre elenco ou previsão de lançamento.

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  • Etc

    Tim Sale (1956–2022)

    17 de junho de 2022 /

    O famoso artista de quadrinhos Tim Sale, que influenciou os filmes mais recentes de Batman, morreu na quinta-feira (17/6) aos 66 anos. Na semana passada, o diretor criativo e editor da DC Comics, Jim Lee, anunciou que Sale não estava bem, escrevendo no Twitter sobre sua internação num hospital “com graves problemas de saúde”. Os principais trabalhos do desenhista foram realizados nos anos 1990 em parceria com o escritor Jeph Loeb (que virou produtor-roteirista de “Smallville”, “Lost”, “Heroes” e chefiou a extinta Marvel Television). A dupla criou quadrinhos de Batman, Superman e Mulher-Gato que marcaram época, como “Superman As Quatro Estações” (1998), “Batman: O Longo Dia das Bruxas” (1996-1997), “Batman: Vitória Sombria” (1999) e “Mulher Gato: Cidade Eterna” (2004). “Batman: O Longo Dia das Bruxas” é disparada sua publicação mais famosa. A trama foi mencionada por Christopher Nolan como influência em seus filmes do “Cavaleiro das Trevas” e está na base do mais recente “Batman”, de Matt Reeves – que traz “agradecimentos” ao artista em seus créditos. Os quadrinhos originais foram transformados em longa animado pela Warner Bros. Animation, lançado digitalmente em duas partes em 2021. A parceria de Sale e Loeb também se estendeu para a Marvel, onde lançaram uma coleção de títulos “Coloridos”: “Demolidor: Amarelo” (2001), “Hulk: Cinza” (2003), “Homem-Aranha: Azul” (2002) e “Capitão América: Branco” (2015). Em comunicado nas redes sociais, a DC declarou: “Tim Sale foi um artista incrível, cuja visão dos personagens icônicos tinha uma profundidade humana real, e seus designs de página inovadores mudaram a maneira como uma geração inteira pensa sobre a narrativa dos quadrinhos”. Tim Sale was an incredible artist, whose take on iconic characters had real human depth, and his groundbreaking page designs changed the way an entire generation thinks about comic book storytelling. Our condolences go to Tim’s family and friends. He will be deeply missed. pic.twitter.com/VgXxu7O0V4 — DC (@DCComics) June 16, 2022

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  • Série

    Universo de “The Vampire Diaries” deve continuar após fim de “Legacies”

    17 de junho de 2022 /

    A produtora Julie Plec, criadora do universo formado pelas séries “The Vampire Diaries”, “The Originals” e “Legacies”, falou com os sites Deadline TVLine na noite de quinta-feira (17/6), após o final da última série dessa franquia, para revelar que o cancelamento de “Legacies” não representa ainda o fim de uma era. Plec anunciou que está desenvolvendo um novo projeto derivado de “The Vampire Diaries”. Agradecendo à rede The CW e ao estúdio Warner Bros. Television pela informação antecipada de um possível cancelamento, que lhe permitiu dar a “Legacies” um final adequado, Plec ressaltou que isso não a impediu de se sentir “incomodada” pelo encerramento antes do planejado. E esse inconformismo a mantém motivada a resgatar esse universo. Ela confirmou que já está conversando com a Warner sobre uma nova fase da franquia. “Seria parte da linha do tempo compartilhada desse universo, mas ambientada em um cenário diferente e com personagens diferentes”, contou ao Deadline. “Acho que não é segredo que esse não era o final que esperávamos ter”, explicou Plec. “Você sabe, em nossas mentes, ‘Legacies’ teria continuado por muitos anos. Mas os grandes movimentos de negócios, que estão fora do nosso controle, meio que escreveram um final diferente para nós.” Mas a continuação “está vindo, eventualmente”, contou Plec. “Estamos tendo conversas muito boas e divertidas sobre como relançar a franquia em sua próxima fase”. Ela deu mais detalhes ao TVLine: “Este é o fim de um capítulo, mas podemos usá-lo para lançar o início de outro capítulo, que é o que queremos fazer quando tudo estiver confirmado”. E disse mais: a possível nova série contará com participação do cocriador de “The Vampire Diaries”, Kevin Williamson (criador também da franquia “Pânico” no cinema), que não participou da produção dos spin-offs, e do showrunner de “Legacies”, Brett Matthews. “Brett, Kevin e eu temos uma ideia penetrando em nossos cérebros que ainda não tivemos tempo de colocar no papel. Mas definitivamente queremos incluir outro galho nessa árvore. É apenas uma questão de quando, não se.” Diante desses comentários, vale observar que o desfecho de “Legacies” foi um convite para o ingresso de novos personagens no universo televisivo baseado nos livros de L.J. Smith, introduzido por Plec e Williamson em 2009 com a estreia de “The Vampire Diaries”. “Legacies” completou um círculo completo, ao girar em torno de filhas de personagens daquela atração e da derivada “The Originals”, e se despedir num episódio com a participação de um pai e uma mãe das séries que a antecederam. A trama da derradeira produção se passava na Escola Salvatore para adolescentes sobrenaturais, fundada para ensinar seus alunos a lidar com poderes e maldições, e evitar que se tornassem monstros. A escola foi estabelecida na antiga residência Salvatore, lar dos irmãos vampiros de “The Vampire Diaries”, era administrada pelo ex-caçador de vampiros Alaric Saltzman (Matthew Davis) e financiada com a herança do falecido vampiro original Klaus Mikaelson (Joseph Morgan), com o objetivo de assegurar um futuro para sua filha Hope Mikaelson (Danielle Rose Russell, introduzida em “The Originals”), a jovem mais poderosa do mundo. Além de Hope, herdeira de bruxas, vampiros e lobisomens, a série também destacava as filhas gêmeas de Alaric, as bruxas Josie (Kaylee Bryant, de “Santa Clarita Diet”) e Lizzie Saltzman (Jenny Boyd, de “A Jornada dos Vikings”), e diversos jovens sobrenaturais interpretados por Aria Shahghasemi (“No Alternative”), Quincy Fouse (“The Goldbergs”), Chris Lee (“The Chi”), Ben Levin (“Caindo na Real”), Omono Okojie (“Trees of Peace”), Leo Howard (“Porque as Mulheres Matam”), Courtney Bandeko (“Dead of Night”) e Peyton Alex Smith (“Detroit em Rebelião”), entre outros. “The Vampire Diaries”, “The Originals” e “Legacies” foram exibidas no Brasil pelo canal pago Warner e estão disponíveis completas na plataforma HBO Max – que, curiosamente, traduziu o nome da última para “Legados” no streaming.

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  • Série

    “Expresso do Amanhã” vai acabar na próxima temporada

    17 de junho de 2022 /

    A série “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer) vai acabar na próxima temporada, a 4ª da atração. O cancelamento é decorrência da fusão da antiga WarnerMedia com a Discovery. A orientação do novo conglomerado, Warner Bros. Discovery, é que os canais pagos TNT e TBS, do grupo Turner, não produzam mais conteúdo original de ficção. Embora exibida no Brasil pela Netflix, a série é uma produção original do TNT. A decisão veio à tona quando os contratos do elenco não foram renovados, liberando os atores para trabalhar em outros projetos. Após esta informação se tornar pública, a TNT emitiu um comunicado. “Podemos confirmar que ‘Snowpiercer’ terminará após uma várias temporadas bem-sucedidas na TNT. Seus talentosos escritores, atores e equipe pegaram uma premissa extraordinária e a trouxeram à vida de maneiras emocionantes. Foi aclamada pela crítica, teve um impacto significativo no gênero pós-apocalíptico e agora permanecerá nos corações e mentes dos fãs para sempre”, diz o texto oficial. Desenvolvida por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”), “Expresso do Amanhã” é baseada em quadrinhos franceses e no longa-metragem homônimo dirigido pelo sul-coreano Bong Joon-ho (grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”), e destaca em seu elenco Daveed Diggs (da série “The Get Down”) e Jennifer Connelly (de “Noé”). A trama se passa a bordo de um trem de quase mil vagões, que carrega os últimos sobreviventes da humanidade, depois que um desastre climático criou uma nova era do gelo. A 3ª temporada terminou com um grande reviravolta, com a separação dos vagões, divididos em dois trens que decidem rumar em direções opostas, e a descoberta de um lugar descongelado na África. O grande elenco também inclui Sean Bean (o Ned Stark de “Game of Thrones”), Mickey Sumner (“Mistress America”), Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Sasha Frolova (“Operação Red Sparrow”), Hiro Kanagawa (série “The Man in the High Castle”), Susan Park (série “Vice-Principals”), Ryan Robbins (série “Continuum”), Roberto Urbina (série “Narcos”), Jonathan Walker (“A Coisa”), Aleks Paunovic (“Van Helsing”), Alison Wright (série “The Americans”) e, desde a 2ª temporada, Rowan Blanchard (“Garota Conhece o Mundo”). “Expresso do Amanhã” era última série original restante na TNT, que no domingo (19/5) estreia a 5ª e última temporada de “Animal Kingdom”. A 4ª temporada, atualmente em produção, contará com participação de Clark Gregg e um novo showrunner, Paul Zbyszewski, que já comandou o ator em “Agents of SHIELD”. Ainda não há previsão de estreia para os últimos capítulos, que só devem ser exibidos em 2023.

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  • Etc,  Série

    Tyler Sanders (2004-2022)

    17 de junho de 2022 /

    O ator Tyler Sanders, que estrelou a série infantil “Uma Pitada de Magia: Cidade Misteriosa”, foi encontrado morto em sua casa na quinta (16/6) aos 18 anos. O empresário do jovem, Pedro Tapia, confirmou a notícia sem dar mais detalhes sobre o ocorrido, pois a morte está sendo investigada pela polícia de Los Angeles. Ele era considerado um talentoso ator mirim, que atuava desde os dez anos de idade, e no ano passado foi indicado ao Daytime Emmy, premiação voltada às atrações diurnas e infantis dos EUA, como Melhor Ator pelo papel de Leo na série da Amazon Prime Video. Sanders viveu o personagem pela primeira vez em 2019, num episódio da série original “Uma Pitada de Magia”, da Amazon. A aparição serviu para lançar um spin-off centrado nos meio-irmãos Leo (Sanders) e Zoe (Jolie Hoang-Rappaport) e seu vizinho Ish (Jenna Qureshi) em 2020. Na trama de “Cidade Misteriosa”, o personagem de Sanders torna-se o novo protetor de um livro de receitas mágicas. Antes disso, ele participou de episódios de “Fear the Walking Dead” (em 2017) e do drama policial “The Rookie” (em 2018). Sua última aparição na TV foi num episódio de “911: Lone Star”, exibido nos Estados Unidos em abril. O ator deixou pronta sua atuação no suspense “The Price We Pay”, que será lançado ainda neste ano.

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  • Etc

    Marilu Bueno está internada em estado grave

    17 de junho de 2022 /

    A atriz Marilu Bueno, de 82 anos, está internada desde 27 de maio no Hospital Miguel Couto, no Rio de Janeiro. Segundo informou o jornal O Globo, a situação da artista é considerada grave. Ela fez uma cirurgia no abdômen e está na UTI, sedada e no respirador. Com vários papéis no teatro, Marilu Bueno fez sua estreia em novelas em 1972, com “O Bofe”, e desde então tem sido presença constante nas telas. Entre seus papéis mais recentes estão os de Narcisa em “Êta Mundo Bom!” (2016), de Walcyr Carrasco, e Dulce Sampaio em “Salve-se quem Puder” (2020), de Daniel Ortiz.

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  • Etc,  Filme

    Jean-Louis Trintignant (1930–2022)

    17 de junho de 2022 /

    O ator Jean-Louis Trintignant, um dos maiores intérpretes do cinema francês, morreu nesta sexta-feira (17/6) aos 91 anos. Ele tinha câncer e sua mulher, Mariane Hoepfner Trintignant, informou que ele morreu “pacificamente, de velhice, esta manhã em casa no Gard, cercado por seus entes queridos”, de acordo com o jornal Le Monde. Ao longo de quase 70 anos de carreira e mais de 130 filmes – sem contar dezenas de peças de teatro – , ele foi dirigido pelos principais mestres do cinema europeu, demonstrando enorme versatilidade ao encarar de dramas artísticos da nouvelle vague a comédias comerciais, épicos históricos e até western spaghetti. Originalmente, Trintignant queria ser diretor. Mas para pagar o curso na escola de cinema IDHEC em Paris começou a assumir pequenos papéis na tela. Até que chamou atenção em 1956 como um dos três homens envolvidos com Brigitte Bardot no famoso filme “E Deus Criou a Mulher” (1956), de Roger Vadim. O cineasta ficou com ele mente, mesmo que Trintignant ainda não levasse a carreira de ator à sério, especialmente pelas condições da época – após filmar o clássico de Vadim, ele foi convocado pelo serviço militar e levado a lutar na Guerra da Argélia. Após três anos, Vadim o reencontrou para integrar o elenco de sua adaptação de 1959 de “Ligações Perigosas”, de Choderlos de Laclos – lançada no Brasil como “Ligações Amorosas” – , onde contracenou com Jeanne Moreau e Boris Vian. E a partir daí Trintignant não parou mais. No mesmo ano, fez seu primeiro papel de protagonista naquele que também foi seu primeiro trabalho estrangeiro: o drama de guerra “Verão Violento”, filmado na Itália por Valerio Zurlini. E em seguida foi integrar o elenco internacional de seu primeiro épico, um filme de Napoleão com o especialista Abel Gance, “Com Sangue se Escreve a História” (Austerliz, 1960), ao lado de estrelas de Hollywood (Jack Palance, Orson Welles, Leslie Caron), da Cinecittà (Claudia Cardinale, Vittorio de Sica) e compatriotas (Jean Marais, Pierre Mondy, Martine Carol). O sucesso dos dois longas o tornou requisitado tanto na França quanto na Itália, fazendo sua filmografia inflar. Nos cinco anos seguintes, fez nada menos que 20 filmes, incluindo “Paixões e Duelo” (1962), de Alain Cavallier, como um terrorista casado com Romy Schneider, e duas comédias muito populares com Vittorio Gassman: “Aquele Que Sabe Viver” (1962), de Dino Risi, e “Minha Esposa é um Sucesso” (1963), de Mauro Morassi. Também estrelou coproduções entre França e Itália, como “Castelos na Suécia” (1963), dirigido por Roger Vadim e coestrelado por Monica Vitti, e a aventura romântica “Maravilhosa Angélica” (1964), de Bernard Borderie. Trintignant ainda estrelou o primeiro de seus filmes com Costa Gavras, “Crime no Carro Dormitório” (1965), antes de embarcar no papel que o projetou como nenhum outro, “Um Homem, uma Mulher” (1966), de Claude Lelouch. Considerado um dos filmes românticos mais famosos de todos os tempos, a história de amor vivida pelo ator e Anouk Aimée venceu a Palma de Ouro do Festival de Cannes e dois Oscars – Melhor Filme em Língua Estrangeira e Melhor Roteiro. O filme foi tão marcante que resultou num reencontro entre o casal e o diretor na continuação “Um Homem, uma Mulher: 20 Anos Depois”, lançada em 1986. Seu alcance mundial também transformou Trintignant num dos maiores astros do cinema francês. Por isso, mesmo aumentando a pilha de projetos, ele passou a aparecer em filmes cada vez mais importantes. A lista é enorme, destacando o drama de guerra “Paris Está em Chamas?” (1966), de René Clement, que disputou dois Oscars, o célebre filme lésbico “As Corças” (1968), de Claude Chabrol, premiado no Festival de Berlim, o politizado “Z” (1969), de Costa Gavras, vencedor do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, o romântico “Minha Noite com Ela” (1969), de Éric Rohmer, indicado ao Oscar de Melhor Roteiro, o icônico “O Conformista” (1970), de Bernardo Bertolucci, também indicado ao Oscar e responsável por um dos melhores desempenhos de Trintignant, entre muitos, muitos outros. Com tantos trabalhos marcantes, o próprio ator começou a receber prêmios, a partir de “O Homem que Mente” (1968), de Alain Robbe-Grillet, que lhe rendeu o Urso de Prata no Festival de Berlim. No ano seguinte, foi a vez do Festival de Cannes saudá-lo por “Z”. Mas o César, considerado o Oscar francês, só passou a considerá-lo numa fase mais madura de sua carreira. Na década de 1970, embarcou em novos projetos artísticos do diretor Robbe-Grillet (os cultuados “Deslizamentos Progressivos do Prazer” e “O Jogo com o Fogo”), retomou sua química com Romy Schneider em outros romances (“O Último Trem”, “Escalada ao Poder”), fez mais uma colaboração sensacional com o diretor Valerio Zurlini (“O Deserto dos Tártaros”) e até estreou em Hollywood, contracenando com Burt Reynolds e a conterrânea Catherine Deneuve em “Crime e Paixão” (1975), de Robert Aldrich. Depois de consagrado e rico, o grande astro ficou ainda mais exigente, o que compactuou com sua longevidade artística. Escolhendo a dedo seus projetos, ele só não viveu um renascimento nas décadas seguintes porque sua carreira nunca decaiu. Vieram três parcerias consecutivas com Ettore Scola: “O Terraço” (1980), premiado no Festival de Cannes, “Paixão de Amor” (1981) e “Casanova e a Revolução” (1982), vencedores de vários prêmios David di Donatello (o Oscar italiano). Veio seu melhor filme americano: “Sob Fogo Cerrado” (1983), de Roger Spottiswoode, indicado ao Oscar e vencedor da categoria de Melhor Filme Estrangeiro no David di Donatello. Veio a protelada colaboração com o mestre François Truffaut: “De Repente num Domingo” (1983), indicado ao César e ao BAFTA (o Oscar britânico). E, principalmente, veio a primeira indicação ao César de Trintignant, como Ator Coadjuvante em “A Mulher de Minha Vida” (1986), de Régis Wargnier. Mas ele ainda estava só começando. Com mais de 60 anos, passou a acumular indicações ao César como Melhor Ator: por “A Fraternidade é Vermelha” (1994), de Krzysztof Kieslowski, “Fiesta” (1995), de Pierre Boutron, e “Os que Me Amam Tomarão o Trem” (1998), de Patrice Chéreau. Mostrando-se disposto a se revigorar, passou a trabalhar com uma nova geração de cineastas de visões originais, com destaque para Enki Bilal, um artista de quadrinhos transformado em diretor de ficção científica, com quem filmou três filmes: “Bunker Palace Hotel” (1989), “Tykho Moon” (1996) e “Immortal” (2004). Também fez dobradinha com Jacques Audiard (“O Declínio dos Homens” e “Um Herói Muito Discreto”) e participou de uma das melhores fantasias de Marc Caro e Jean-Pierre Jeunet, dublando um cérebro falante em “Ladrão de Sonhos” (1995). Essa dedicação ao cinema foi recompensada com outro papel importante no fôlego final de sua carreira. Trintignant viveu o marido octogenário e solitário, que opta pela morte misericordiosa de sua esposa (Emmanuelle Riva), após ela sofrer derrame em “Amor” (2012). O filme do austríaco Michael Haneke venceu a Palma de Ouro e o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. E rendeu ao astro veterano o César de Melhor Ator, que tantas vezes escapou de seu alcance. Sobre o filme, o ator disse ao Le Journal du Dimanche: “O personagem me emocionou enormemente. Como ele, estou no fim da minha vida. E como ele, penso muito em suicídio. Qualquer que seja o papel que Haneke queira me escalar a seguir, eu vou aceitar.” De fato, ele voltou a atuar para Haneke em “Happy End” (2014), antes de se despedir das telas com um último drama. O ator foi casado com a atriz Stéphane Audran, que o trocou pelo diretor Claude Chabrol – e depois os três filmaram juntos “A Corsas”. Sua segunda esposa, Nadine Marquand, também foi atriz, roteirista e diretora – e dirigiu o marido em alguns filmes. Eles tiveram três filhos: o diretor Vincent Trintignant, Pauline (que morreu no berço em 1969) e Marie Trintignant, que se tornou uma atriz de sucesso, antes de ser assassinada pelo namorado em 2003, aos 41 anos. Em 2018, Trintignant anunciou que tinha sido diagnosticado com câncer de próstata e não procuraria tratamento. Seu velho amigo, Claude Lelouch, o procurou na ocasião para fazer um filme-homenagem, “Os Melhores Anos de Uma Vida”, título perfeito para o reencontro final de um homem, uma mulher e um diretor. Em sua despedida das telas, Trintignant voltou a contracenar com Ainouk Aimée como um idoso tentando lembrar o grande amor de sua vida, com direito a flashbacks de cenas em que todos eram jovens encantados. “Envelhecer é apenas uma série de problemas”, disse ele em entrevista recente. “Mas, no final, foi bom eu ter permanecido vivo por tanto tempo. Eu pude conhecer muitas pessoas interessantes.”

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    “Game of Thrones” terá sequência centrada em Jon Snow

    17 de junho de 2022 /

    A HBO está desenvolvendo sua primeira sequência de “Game of Thrones”. Após produzir o prólogo “A Casa do Dragão”, o canal pago americano decidiu ouvir os fãs, até hoje inconformados com o desfecho da história original, e dar início ao projeto de uma série centrada em Jon Snow. De acordo com as revistas The Hollywood Reporter e Variety, o ator Kit Harington já fechou contrato para estrelar a produção, que ainda não foi anunciada de forma oficial. A nova atração deverá mostrar o que acontece com Jon Snow após descobrir sua verdadeira origem, como legítimo herdeiro do Trono de Ferro, e ser exilado para além da Muralha. Em “Game of Thrones”, ele é visto pela última vez rumando para as terras geladas do Norte. Embora essa premissa tenha potencial para afastá-lo dos personagens principais e locações anteriores, nada impede uma reviravolta capaz de mudar a conclusão da série original, escrita por David Benioff e D.B. Weiss. A produção também voltará a condenar Harington à gravações em regiões gélidas. Suas cenas foram as mais cansativas de todo o programa, incluindo 11 semanas de trabalho noturno no rigor do inverno da Irlanda do Norte para a temporada final. A decisão de continuar “Game of Thrones” pode estar refletindo a expansão do universo Marvel, que tem se multiplicado em séries que se entrelaçam numa mesma linha temporal, além de valorizar um ator consagrado como seu personagem – outra característica das atrações derivadas dos filmes da Marvel. Vale lembrar que, logo que “Game of Thrones” acabou, muitos fãs clamaram por spin-offs nas redes sociais, mas a maioria estava mais interessada em ver novas aventuras de Arya Stark, vivida por Maisie Williams, que partia num barco rumo a mares desconhecidos de Westeros. A iniciativa da HBO de só encomendar prólogos foi um banho de água fria no entusiasmo do público. Quem sabe, a série de Jon Snow seja apenas a primeira de uma leva de atrações sobre o futuro de Westeros. Em teoria, a volta de Jon Snow pode permitir que outros personagens sobreviventes das batalhas de “Game of Thrones” reapareçam – além de Arya, Sansa Stark (Sophie Turner), Bran Stark (Isaac Hempstead Wright), Tyrion Lannister (Peter Dinklage) e Brienne of Tarth (Gwendoline Christie), entre outros. A HBO está desenvolvendo outras três séries do mesmo universo, mas que se passam antes de “Game of Thrones”: “10.000 Ships” (também conhecida como “Nymeria”) com a showrunner Amanda Segel, “9 Voyages” (também conhecido como “The Sea Snake”) com o showrunner Bruno Heller e “Dunk and Egg” com o showrunner Steve Conrad. Há também três projetos de prólogos animados animados, incluindo “The Golden Empire”, que se passa na terra de Yi Ti, inspirada na China. A única série totalmente produzida desse universo é “A Casa do Dragão”, passada 200 anos antes dos eventos de “Game of Thrones” e centrada na família Targaryen, que tem estreia marcada para 21 de agosto.

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