John Stahl (1953–2022)
O ator John Stahl, que interpretou Rickard Karstark nas primeiras temporadas de “Game of Thrones”, morreu na quarta-feira (2/3) aos 68 anos. A causa da morte não foi revelada. Antes de aparecer na série da HBO, o ator era mais conhecido por interpretar Tom “Inverdarroch” Kerr na longeva novela escocesa “Take the High Road”. Ele apareceu no programa de 1982 até o final de sua exibição em 2003. O personagem Karstark também teve grande destaque nas primeiras temporadas de “Game of Thrones”. A maioria das cenas de Stahl foram compartilhadas com Richard Madden, intérprete de Robb Stark, enquanto as Casas de Karstark e Stark passaram de aliadas a inimigas juradas. Na 3ª temporada, Rickard Karstark termina executado por Robb, o que, num efeito em cadeia, leva o filho mais velho dos Starks a ser abandonado por aliados e cair vítima da traição do “Casamento Vermelho”. Ele também apareceu nos filmes “Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha” (2017), “Duas Rainhas” (2018) e na recente comédia romântica da Netflix “Um Castelo para o Natal” (2021). A maior parte de sua carreira, porém, foi passada no teatro. Suas principais interpretações aconteceram com a Royal Shakespeare Company e no National Theatre em Londres.
Johnny Brown (1937–2022)
O ator Johnny Brown, estrela da série clássica “Good Times”, morreu aos 84 anos. A causa de morte não foi informada por sua família, que anunciou sua morte na quarta (2/3) no Instagram. Brown teve uma carreira multifacetada. Ele gravou músicas e tocou em uma banda, apareceu na Broadway e foi comediante televisivo. Criado no Harlem, em Nova York, ele venceu uma competição de talentos no Teatro Apollo e passou a integrar um grupo de entretenimento de um nightlub com sua futura esposa June e o sapateador Gregory Hines. E foi assim que acabou chamando atenção de Sammy Davis Jr., que o convidou a participar do musical “Golden Boy” em 1964 na Broadway. Assumindo o papel de mentor, Sammy Davis Jr. também o levou a Hollywood, incluindo-o em seu filme “Um Homem Chamado Adam” (1966) como um pianista cego. Ele também atuou na comédia clássica “Forasteiros em Nova Iorque” (1970), dirigida por Arthur Hiller, escrita por Neil Simon e estrelada por Jack Lemmon. O filme demonstrou seu talento cômico e lhe abriu as portas para integrar o elenco de “Laugh In”, programa pioneiro de esquetes dos EUA – e novamente com indicação de Davis Jr. Depois de três temporadas criando personagens em “Laugh In”, o produtor do programa, Allan Manings, resolveu incluir Brown em outra de suas atrações: “Good Times”. O ator entrou no meio da 2ª temporada, exibida em 1975, e rapidamente se tornou um dos favoritos do público. Uma das primeiras séries de elenco exclusivamente negro, “Good Times” (1974–1979) acompanhava o cotidiano de uma família de classe baixa numa região pobre de Chicago. Brown viveu Nathan Bookman, o zelador indolente do projeto habitacional em que vivia a família Evans. Depois do fim da produção, ele seguiu aparecendo em várias séries populares até 2007, quando fez sua última participação especial num episódio de “Todo Mundo Odeia o Cris”.
Mitchell Ryan (1934–2022)
O ator Mitchell Ryan, que estrelou “Dark Shadows”, “Máquina Mortífera” e “Dharma & Greg”, morreu na sexta-feira (4/3) de insuficiência cardíaca congestiva em sua casa em Los Angeles. Ele tinha 88 anos. Ryan estreou nas telas em 1958, no filme noir “A Lei da Montanha”, estrelado por Robert Mitchum, e participou de vários episódios de séries antes de ser contratado para a famosa novela gótica “Dark Shadows” em 1966, no papel de Burke Devlin, um ex-presidiário que retornava a Collinsport em busca de vingança. Nos anos 1970, estrelou vários filmes de ação, incluindo “Um Homem Dificil de Matar” (1970) com Lee Marvin, “Caçada Sádica” (1971) com Gene Hackman, “Cavalgando com a Morte” (1972) com James Coburn, “A Polícia da Estrada” (1973) com Robert Blake, “Os Amigos de Eddie Coyle” (1973) com Robert Mitchum e dois clássicos de Clint Eastwood: “O Estranho sem Nome” (1973) e “Magnum 44” (1973). Marcado por papéis de policial – especialmente o que odiava hippies em “A Polícia da Estrada” – ele evoluiu para vilões assumidos nos anos seguintes, como o líder de uma seita em “Halloween 6: A Última Vingança” (1995) e o general traficante que explodia em seu carro no primeiro “Máquina Mortífera” (1987). O ator também fez quase uma centena de participações em séries, chegando a estrelar algumas produções de curta duração, vivendo, entre outros, o papel-título da série policial “Chase” (1973-74), o presidente de uma corporação no drama “Executive Suite” (1976–77) e um obstetra na atração médica “Having Babies” (1978–79). Mas só foi encontrar sucesso televisivo num gênero que pouco explorou na carreira: a comédia. Ele apareceu em todos os 119 episódios de “Dharma & Greg” como Edward Montgomery, o pai de Greg (Thomas Gibson) e sogro de Dharma (Jenna Elfman), que aprende a tolerar o fato de seu filho advogado ter se casado com uma instrutora de ioga de espírito livre. Com cinco temporadas exibidas de 1997 a 2002, a série foi o último êxito de sua carreira.
Billy Watson (1923–2022)
O ator Billy Watson, que veio de uma famosa família de atores mirins de Hollywood e apareceu em um punhado de filmes clássicos, morreu em 17 de fevereiro, de causas naturais aos 98 anos, mas sua família só anunciou neste fim de semana. Watson tinha oito irmãos, que apareceram em centenas de filmes entre os anos 1920 e 1940. Sua família de atores é a única celebrada conjuntamente com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood, conquistando seu lugar no Hollywood Boulevard em 1999. Ele era o sexto dos nove filhos – seis meninos e três meninas – , que viraram atores graças às conexões de seus pais não famosos. A mãe, Golda Watson, lavava e passava figurinos de filmes, e seu pai, Coy Watson Sr., era um dublê de caubói, que se tornou adorado pelos produtores por conceber os efeitos especiais práticos (cordas de piano!) usados para criar a ilusão do tapete voador de Douglas Fairbanks no clássico mudo “O Ladrão de Bagdad” (1924). Outro fator para o sucesso das crianças foi o fato de a casa da família Watson ser localizada próxima do Keystone Studios de Mack Sennett – no que hoje é o Echo Park. Por isso, quando um diretor precisava de uma criança figurante, procurava Coy Watson Sr. porque sabia que poderia contar com a presença rápida de uma criança no estúdio. Corre a lenda que quando lhe perguntavam “Preciso de um filho para um filme. Você tem um?”, ele respondia: “Qual o tamanho e o sexo?”. O filho mais velho, Coy Watson, acabou conhecido como “The Keystone Kid”, pela quantidade de filmes do estúdio em que apareceu. Billy começou a atuar em 1928, com apenas cinco anos, aparecendo como figurante em dezenas de filmes, muitas vezes ao lado de alguns de seus irmãos. Mas só começou a ganhar mais destaque na adolescência. Seu primeiro papel importante veio em 1938, quando, aos 15 anos, interpretou a versão infantil do personagem de Don Ameche em “Na Velha Chicago” (1938), de Henry King – outro de seus irmãos, Bobs Watson, também estava no elenco. Em seguida, ele e mais três irmãos interpretaram os filhos do Governador Hopper (Guy Kibbee), o homem que nomeia o famoso personagem Jefferson Smith (Jimmy Stewart) para o Senado no clássico de Frank Cappra “A Mulher Faz o Homem” (Mr. Smith Goes to Washington, 1939). Também apareceu em mais três clássicos de 1939: “As Aventuras de Huck Finn”, de Richard Thorpe, “As Aventuras de Stanley e Livingstone”, de Henry King, e “A Mocidade de Lincoln”, de John Ford. Mas aos 16 ficou velho demais para o papel de “filho”, encerrando sua carreira em 1940 com uma aparição não creditada em “A Mulher que Eu Quero”. Depois de se formar no colegial, Watson serviu na Guarda Costeira dos EUA, durante a 2ª Guerra Mundial, e seguiu carreira como fotógrafo comercial em Los Angeles, além de se apresentar em teatros locais. Só um de seus irmãos ainda está vivo, Garry, com 92 anos. Mas ele conheceu nada menos que 13 bisnetos.
Tim Considine (1940-2022)
O ator Tim Considine, um dos astros mirins mais populares da Disney nos anos 1950, morreu na quinta-feira (3/3) em sua casa em Los Angeles aos 81 anos. Filho de John W. Considine Jr., produtor de filmes de sucesso como “Com os Braços Abertos” (1938) e “O Jovem Thomas Edison” (1940), e irmão mais novo do também ator John Considine (“O Cadillac Azul”), Tim iniciou a carreira em Hollywood aos 11 anos, interpretando o filho do comediante Red Skelton em “O Palhaço” (1953). Depois de pequenos papéis em outros filmes e séries, ele emendou três atrações televisivas do Clube do Mickey, “The Adventures of Spin and Marty” (1955), “The Hardy Boys” (1956-57) e “Annette” (1958), ao lado de Annette Funicello. E culminou sua trajetória na Disney com um grande sucesso cinematográfico: “Felpudo, o Cão Feiticeiro” (The Shaggy Dog), produção infantil de 1959 estrelada por Fred MacMurray que iniciou uma franquia. Mas apesar da popularidade do filme, ele permaneceu na TV, vindo em seguida a estrelar seu papel mais conhecido: Mike Douglas, o filho mais velho de “Meus 3 Filhos”. Na série de 1960, ele voltou a trabalhar com MacMurray, que tinha o papel principal como o pai viúvo de três meninos. Mas após cinco temporadas, o jovem resolveu abandonar a atração. Seu personagem se casou na trama e foi viver sua própria vida, enquanto a produção seguiu em frente, durando ao todo 12 anos! A vida de ator adulto, porém, não foi o que Considine esperava. Apesar das muitas participações em episódios de séries dos anos 1960, seu único papel proeminente após “Meus 3 Filhos” foi uma aparição brevíssima, ainda que importante, no filme “Patton”. Ele encenou a cena mais memorável do longa vencedor do Oscar de 1971, como o soldado “em estado de choque” que leva um tapa na cara do general do título, vivido por George C. Scott. Considine acabou afastando-se da atuação nas décadas seguintes, dedicando-se a escrever livros sobre fotografia, esportes e automóveis. Mesmo distante, ele não foi esquecido pela Disney, que em 2000 o convidou a participar de um remake televisivo de “The Adventures of Spin and Marty”, chamado de “As Novas Aventuras de Spin e Marty”, no papel do prefeito da cidade.
Anitta sensualiza em clipe do porto-riquenho Lenny Tavárez
O cantor porto-riquenho Lenny Tavárez lançou o clipe de “Que Vamo’ Hacer?”, que destaca a participação de Anitta. O vídeo de reggaeton romântico traz os dois e um carro, entre compras, danças e a cama. Gravado nas ruas de Miami, ainda tem Anitta com uma câmera de liquidação na mão, registrando alguns takes de baixa resolução – referência a uma possível sex tape. A letra entoada com respiração ofegante, com pitadas de português, não precisa de maior tradução que as poses sensuais da brasileira. A direção é da colombiana Laura Castellanos (da Tokyo Films), que chega ao sexto clipe de Lenny Tavárez. Por curiosidade, esta não é primeira parceria entre Anitta e o cantor porto-riquenho. Tavárez é o autor de “Envolver”, que a poderosa lançou em novembro passado.
Novo clipe de Camila Cabello é sobre fim do romance com Shawn Mendes
A cantora Camila Cabello lançou o clipe de “Bam Bam”, sua faixa de rompimento, que conta com parceria de Ed Sheeran. A música é claramente sobre o fim do relacionamento com o também cantor Shawn Mendes. “À medida em que vou ficando mais velha, as prioridades mudam. E sinto que foi assim para nós dois”, explicou Camila em entrevista à Apple Music. “Nós dois começamos a namorar muito jovens. É como se estivéssemos realmente aprendendo a ser adultos saudáveis”, completou, basicamente recitando a letra de “Bam Bam”. “Você disse que odiava o oceano, mas agora está surfando/ Eu disse que te amaria por toda a vida, mas acabei de vender nossa casa/ Nós éramos crianças no começo, acho que somos adultos agora”, começa a letra da canção. Já o refrão, misturando inglês e espanhol, indica a superação: “Sim, o amor veio e me derrubou/ Mas estou em pé de novo/ Assim é a vida, sim/ Sim, é apenas a vida, baby/ Eu mal ficava em pé, mas agora estou dançando”. A letra é ilustrada com o vídeo de uma noitada desastrada, em que Camila e Ed Sheeran, em lugares/países diferentes, sofrem esbarrões e acidentes, cada um buscando seu caminho. A opção de Camila após ser atingida por um drinque é derrubar uma garrafa inteira em seu vestido, enquanto Ed materializa literalmente o ditado de ir para a chuva para se molhar. A direção é de Mia Barnes, que comanda seu primeiro clipe após ser fotógrafa de set de várias produções musicais assinadas por Dave Meyers. “Bam Bam” é parte do novo álbum de Camila Cabello, “Familia”, que será lançado em 8 de abril. Fãs brasileiros poderão conferir a música ao vivo em setembro, quando a cantora se apresentar no Rock in Rio.
Diretor de “O Homem nas Trevas” fará próximo filme de “Alien”
O uruguaio Fede Alvarez, diretor de “A Morte do Demônio” (2013) e “O Homem nas Trevas” (2016), assinou com o 20th Century Studios para escrever e dirigir um novo filme da franquia “Alien”. De acordo com o site Deadline, o novo longa não será continuação de “Alien: Covenant” (2017), lançamento mais recente da franquia, nem terá relação com os filmes clássicos ou a série atualmente sendo desenvolvida por Noah Hawley para o canal pago FX. O cineasta Ridley Scott, que dirigiu o longa original de 1979 e as duas edições mais recentes da franquia, produzirá o novo filme por meio de sua empresa Scott Free. A produção, porém, não está sendo desenvolvida para o cinema, mas para a plataforma americana Hulu – o que significa que chegará no Brasil pela Star+. Ainda não há título conhecido, premissa ou previsão de estreia. Ao todo, a franquia “Alien” conta com seis filmes e mais dois derivados de “Alien vs. Predator”. Todos os títulos estão disponíveis no catálogo da Star+.
Will Smith e Michael B. Jordan vão estrelar “Eu Sou a Lenda 2”
Os astros Will Smith e Michael B. Jordan vão estrelar o primeiro filme juntos. E será a sequência do blockbuster “Eu Sou a Lenda”, sci-fi estrelada por Will Smith (e Alice Braga) em 2007. O filme será escrito pelo roteirista do filme original, Akiva Goldsman. E a produção vai juntar as empresas dos dois astros, a Westbrook Studios de Smith e a Outlier Society de Jordan, com os estúdios Warner Bros. O primeiro filme foi uma adaptação do clássico romance distópico homônimo de Richard Matheson, publicado em 1954 e que já tinha rendido dois filmes antes, “Mortos que Matam” (1974) com Vincent Price e “A Última Esperança da Terra” (1971) com Charlton Heston. A versão estrelada por Smith foi a mais bem-sucedida de todas, arrecadando US$ 585 milhões de dólares. Conversas sobre uma continuação tem sido travadas desde então, mas sempre enfrentaram um obstáculo: a morte do personagem de Smith, cientista que encontra a cura para uma praga, que exterminou a maior parte da humanidade e transformou os sobreviventes em criaturas monstruosas. Não está claro como Smith pode retornar para a sequência. Também não houve anúncio sobre o retorno de Alice Braga, cuja personagem sobreviveu ao apocalipse. Will Smith está atualmente indicado ao Oscar de Melhor Ator por seu desempenho no filme “King Richard: Criando Campeãs”, que recentemente lhe rendeu o SAG Awards, o prêmio do Sindicato dos Atores dos EUA. Já Jordan se prepara para dirigir seu primeiro filme, “Creed 3”, que ele também vai estrelar. Lembre abaixo do trailer de “Eu Sou a Lenda”.
Ian McKellen defende que heterossexuais possam interpretar gays e vice-versa
O ator Ian McKellen, gay assumido e intérprete de Gandalf em “O Senhor dos Anéis” e Magneto em “X-Men”, defendeu na BBC News que papéis gays não precisam ser interpretados apenas por atores e atrizes LGBTQIAP+. O assunto foi introduzido com um questionamento sobre a reação causada pela escalação da atriz Helen Mirren como protagonista da cinebiografia de Golda Meir, ex-primeira-ministra de Israel, pelo fato de a atriz não ter ascendência judia. “Então agora é regra que um gentio não pode interpretar um judeu? E, por conseguinte, que um judeu não pode interpretar um gentio?”, protestou o ator em conversa com o jornalista Amol Rajan. “Um homem heterossexual não pode interpretar um papel gay? E, se sim, isso significa que eu não posso interpretar papéis heterossexuais e não tenho permissão para explorar o fascinante assunto da heterossexualidade em ‘Macbeth'”, acrescentou, citando a peça clássica de William Shakespeare. Ele respondeu rapidamente a questão retórica com um “Claro que não”. “Estamos atuando, estamos fingindo”, reforçou. O debate sobre se atores heterossexuais podem interpretar personagens LGBTQIAP+ e vice-versa é recente em Hollywood, e tem levado muitos a opinarem sobre o conflito entre a agenda politicamente correta e a limitação que isso pode acarretar nas carreiras de artistas gays, lésbicas, transexuais e etc. Veja a íntegra da entrevista com McKellen abaixo. A questão polêmica é abordada no fim do vídeo, pouco depois de 52 minutos de conversação.
Série de “A Escolha Perfeita” terá atrizes de “Modern Family” e “The Good Place”
A atração derivada de “A Escolha Perfeita” começou a anunciar seu elenco de atrizes. As estrelas Jameela Jamil (a Tahani de “The Good Place”), Sarah Hyland (a Haley de “Modern Family”) e Lera Abova (“Anna: O Perigo Tem Nome”) foram escaladas para estrelar o projeto da plataforma Peacock, ao lado de Adam Devine e Flula Borg. A série da Universal Television tem produção de Devine e da atriz Elizabeth Banks, que estrelou os três filmes e dirigiu o segundo longa da trilogia. A trama vai se concentrar no destino do vilão favorito dos fãs, Bumper Allen (papel de Adam Devine). Vários anos depois que os espectadores o viram pela última vez no segundo longa-metragem, ele decide se mudar para a Alemanha para tentar reviver sua carreira musical, aproveitando que uma de suas canções estourou em Berlim. Lá, reencontra Pieter Krämer (Flula Borg), o co-líder do poderoso grupo vocal alemão Das Sound Machine. Para quem não lembra, o grupo foi o principal rival do grupo vocal feminino da Barden University, as Barden Bellas, na competição internacional do segundo filme. Anna Kendrick, Anna Camp, Rebel Wilson, Brittany Snow e Hailee Steinfeld eram algumas das estrelas daquela produção. Este é o contexto para a introdução das novas personagens. Jamil interpretará Gisela, uma estrela pop alemã bombástica e chamativa, que também é ex-namorada de Krämer e a principal rival de Bumper. Hyland viverá Heidi, a assistente americana alegre e um pouco estranha de Bumper e Krämer. Ela trabalha na equipe dos artistas durante o dia e secretamente nutre sonhos de ser uma cantora e compositora. Por fim, Abova será a irmã de Krämer, uma promissora produtora musical, que se apresenta em clubes por toda a cidade de Berlim como a DJ Das Boot – um trocadilho com o nome de um popular filme alemão de submarino dos anos 1980 (lançado como “O Barco: Inferno no Mar” no Brasil) e uma parte da anatomia muito apreciada por pessoas de todos os sexos. O derivado de “A Escolha Perfeita” foi desenvolvido pela roteirista Megan Amram (“The Good Place”) e ainda não tem previsão de estreia em streaming.
Astro de “A Escolha Perfeita” entra em “Grey’s Anatomy”
O ator Skylar Astin, conhecido por seus papéis na trilogia “A Escolha Perfeita” e na série “Zoey e a sua Fantástica Playlist”, entrou no elenco de “Grey’s Anatomy”. De acordo com a revista Variety, ele deverá fazer sua estreia ainda na 18ª temporada, atualmente em exibição. A rede ABC, que exibe a atração nos EUA, revelou que o ator interpretará o irmão de uma paciente grávida do hospital Grey Sloan. Nas primeiras imagens liberadas pela emissora, ele é visto interagindo com a obstetra de plantão do hospital, Jo Wilson, vivida pela atriz Camilla Luddington. O episódio de estreia de Astin será exibido no dia 24 de março nos Estados Unidos, e ele terá participação recorrente na série, ao menos até o fim da temporada. No Brasil, a 18ª temporada “Grey’s Anatomy” é exibida no canal pago Sony. A série também tem até a 17ª temporada disponível nas plataformas Star+, Amazon Prime Video e Globoplay.
Demi Lovato desiste de estrelar série sobre distúrbios alimentares
Demi Lovato desistiu de estrelar “Hungry”, que seria sua primeira série desde que saiu de “Sunny Entre Estrelas” (Sonny with a Chance), do Disney Channel, há mais de dez anos. Artista que recentemente se declarou não binária, Demi alegou conflitos de agenda para desistir do papel, mas segue na produção executiva ao lado de seu empresário, Scooter Braun, e do ator Sean Hayes (“Will & Grace”). De acordo com o site Deadline, o papel que Demi faria será repaginado e interpretado agora por outra pessoa. Segundo a sinopse da produção, “Hungry” segue “amigos que pertencem a um grupo de pessoas com distúrbios alimentares que se ajudam em busca de amor, sucesso e o que houver de mais perfeito na geladeira para deixar tudo melhor”. Produção da NBCUniversal, a série deve ir ao ar no fim do ano na rede americana NBC com roteiros de Suzanne Martin (criadora de “No Calor de Cleveland”) e direção do rei dos sitcoms James Burrows (“Will & Grace”).












