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Filme

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Filme, Série

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  • Série

    Jensen Ackles faz campanha antidrogas em vídeo de “The Boys”

    30 de maio de 2022 /

    A Amazon Prime Video divulgou um novo vídeo da aguardada 3ª temporada de “The Boys” nas redes sociais. Trata-se de um “antigo” comercial de serviço público, em que o ator Jensen Ackles (o Dean de “Supernatural”) aparece na pele do “super” Soldier Boy fazendo campanha antidrogas. Como se sabe, os super-heróis da série são resultado de experiências à base de drogas perigosas. Muitos permanecem viciados na substância que lhes deu superpoderes até hoje. Assim, o comercial é mais uma alusão à hipocrisia da sociedade, criticada na série por meio de clichês dos quadrinhos. Os produtores também divulgaram o vídeo dos outtakes e bloopers, as cenas que foram cortadas por contar palavrões e erros de gravações, em que Soldier Boy demonstra o oposto de sua mensagem oficial. “Se tomar drogas não é cool, eu sou o filhodamãe menos cool do planeta”, ele debocha, rindo do texto que precisa dizer. Os novos episódios vão estrear na sexta-feira (3/6). Going through our vaults, we discovered this lost footage of America's greatest hero, Soldier Boy. On this day, we salute the sacrifices made by the few, for the benefit of the many. Let’s all heed his important reminder: real heroes don’t use drugs. pic.twitter.com/6ZOtNzE9id — Vought International (@VoughtIntl) May 30, 2022 This your Captain, America? pic.twitter.com/1eYAcGK71L — THE BOYS (@TheBoysTV) May 31, 2022

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  • TV

    Globoplay anuncia suas próximas novelas de streaming

    30 de maio de 2022 /

    Enquanto o primeiro projeto de novela da HBO Max atravessa fase de silêncio, após trocas de comando na nova empresa Warner Bros. Discovery, o Grupo Globo já programa sua segunda e terceira novelas em streaming. “A ideia é que a gente lance uma novela por ano no Globoplay, contando com a expertise de criação e produção dos Estúdios Globo. As novelas são, indiscutivelmente, uma paixão nacional do nosso público, que encontra no streaming uma nova experiência de consumo”, explicou Erick Brêtas, diretor de Produtos Digitais e Canais Pagos da Globo, em comunicado enviado à imprensa nesta segunda-feira (30/5). Depois do sucesso de “Verdades Secretas 2”, a próxima novela da plataforma Globoplay será “Todas as Flores” (batizado anteriormente de “Olho por Olho”), escrita por João Emanuel Carneiro (“Avenida Brasil”). Segundo o comunicado, a produção será dividida em duas partes, com a primeira leva de episódios exibida no fim deste ano e a segunda no segundo trimestre de 2023. A trama contará com 85 capítulos, terá a direção artística de Carlos Araújo e vai girar em torno de um garçom em busca de vingança. Nicolas Prattes (“O Segredo de Davi”) será o protagonista, que aceitará assumir a autoria de um crime em troca de uma boa quantia de dinheiro, apenas para ser enganado. O elenco também conta com Sophie Charlotte, Leticia Colin e Regina Casé. Já a terceira novela da Globoplay vai se chamar “Guerreiros do Sol”. Prevista para 2024, está sendo escrita por George Moura e Sergio Golderberg, e pretende fazer uma releitura da história de Lampião e Maria Bonita. Anteriormente, a produção estava sendo anunciada como série. Ambientado nos anos 1920 e 1930, o enredo deve ser contado a partir da ótica feminina, como aconteceu em várias produções assinadas pelos autores, como as recentes “Onde Está Meu Coração” (2021) e “Onde Nascem os Fortes” (2018).

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  • Música

    Banda que venceu Eurovision vende troféu para ajudar exército da Ucrânia

    30 de maio de 2022 /

    A Kalush Orchestra, banda ucraniana que venceu a Eurovision, festival da música europeia deste ano, vendeu seu troféu de campeã por US$ 900 mil (R$ 4,2 milhões na cotação atual) e vai doar o dinheiro para o Exército do país, para ajudar na guerra contra a Rússia. O leilão do microfone de cristal aconteceu enquanto a banda se apresentava num show beneficente no Portão de Brandemburgo, em Berlim, na Alemanha, no domingo (29/5). O apresentador ucraniano de TV Serhiy Prytula anunciou que o dinheiro será usado para comprar três drones PD-2, um equipamento muito usados ​​pelas forças ucranianas, tanto como armas quanto como aeronaves de reconhecimento. Durante o show, o vocalista Oleh Psiuk apelou para que as pessoas não se acostumem com a guerra e passem a considerar os relatos de mortes e destruição como corriqueiros. “Acho que (a guerra) deveria estar sempre nas primeiras páginas, até que a paz seja estabelecida”, disse Psiuk. Lembre abaixo o vídeo da música Stefania, que conquistou o prêmio principal da Eurovision 2022.

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  • Etc

    “Top Gun: Maverick” lidera bilheterias brasileiras

    30 de maio de 2022 /

    Tom Cruise também derrotou “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” no Brasil. Após três semanas no topo das bilheterias, o super-herói da Marvel foi superado por “Top Gun: Maverick”, que registrou um público de cerca de 666 mil pessoas e uma renda de R$ 15,75 milhões entre quinta-feira e domingo (29/5), segundo dados da Comscore. Entretanto, como a Paramount exibiu “pré-estreias” pagas do filme, no fim de semana anterior ao lançamento oficial, a continuação de “Top Gun” já foi assistida, na verdade, por mais 1,1 milhões de espectadores brasileiros e acumula R$ 25,4 milhões em bilheteria. Considerando apenas o público do fim de semana, a sequência de “Doutor Estranho” foi vista por 333 mil pessoas, enquanto “Sonic 2: O Filme” completou o pódio com pouco mais de 50 mil espectadores, superando “O Homem do Norte”, que estreou na semana passada. Veja abaixo o Top 10 nacional, de acordo com a Comscore. #Top10Bilheteria #Filmes #Cinema 26-29/51. #TopGunMaverick 2. #DoutorEstranho #MultiversoDaLoucura 3. #SonicMovie2 4. #OHomemDoNorte5. #UEFAChampionsLeagueFINAL 6. #AMedium7. #LutaPelaFé8. #DetetivesPredioAzul39. #DogAAventuraDeUmaVida10. #MedidaProvisória — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) May 30, 2022

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  • Etc

    Johnny Depp faz show de rock enquanto espera veredito do processo contra Amber Heard

    30 de maio de 2022 /

    Enquanto aguarda o veredito do processo milionário que abriu contra Amber Heard, o ator Johnny Depp viajou até a Inglaterra para participar de um show do músico Jeff Beck. Ele cantou quatro músicas ao lado do guitarrista na noite de domingo (30/5). Em 2020, os dois gravaram uma versão de “Isolation”, composição de John Lennon, de 1970. Durante o show com Jeff Beck, o ator também cantou “What’s Going On”, de Marvin Gaye, “Little Wing”, de Jimi Hendrix, e “Hedy Lamarr”, do próprio Jeff Beck. Antes de se tornar ator, Depp queria ser roqueiro. Ele até testemunhou sobre essas aspirações musicais no processo contra Heard, observando que, como não estava tendo tanto sucesso na música, voltou-se à atuação. Depp também faz parte do grupo Hollywood Vampires, que conta com Alice Cooper e o guitarrista Joe Perry (do Aerosmith). O resultado do processo aberto em Fairfax, no estado americano de Virgínia, espera a deliberação do júri, que deve acontecer na terça-feira (1/5). Depp está processando sua ex-esposa em US$ 50 milhões por difamação, devido a um texto que ela escreveu sobre violência doméstica no jornal The Washington Post em 2018, e Heard reagiu processando-o em US$ 100 milhões por alegar que suas afirmações são mentiras. Veja abaixo trechos do show de Beck e Depp, registrados por fãs.

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  • Filme

    Maestro: Netflix revela fotos do novo filme de Bradley Cooper

    30 de maio de 2022 /

    A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais de “Maestro”, próximo filme de Bradley Cooper, que será uma biografia do famoso maestro e compositor Leonard Bernstein (1918–1990), conhecido por suas trilhas para filmes e peças de teatro como “Amor, Sublime Amor”, “Um Dia em Nova York” e “Sindicato de Ladrões”. Para dar noção da importância de Bernstein para a história dos musicais, basta dizer que ele é o autor da conhecidíssima canção “New York, New York”. A plataforma de streaming “roubou” o filme da Paramount, que estava originalmente desenvolvendo o longa. Entre os produtores do projeto, estão ninguém menos que os cineastas Martin Scorsese (“O Irlandês”), Steven Spielberg (“Jogador Nº 1”) e Todd Phillips (“Coringa”). Será o segundo filme dirigido por Cooper, após sua estreia atrás das câmeras em “Nasce uma Estrela”. Ele também estrela a produção e aparece bastante envelhecido por maquiagem nas fotos divulgadas. O astro ainda co-escreveu o roteiro com Josh Singer, roteirista do drama vencedor do Oscar “Spotlight”. O longa vai cobrir mais de 30 anos para contar a história complexa do casamento entre Bernstein e sua esposa, Felicia Montealegre. A atriz Carey Mulligan (“Bela Vingança”) interpreta a mulher do compositor e Maya Hawke (“Stranger Things”) está escalada como a filha mais velha do casal, Jamie. Cooper obteve os direitos artísticos das obras de Bernstein e trabalha em estreita colaboração com os filhos do maestro – Jamie, Alexander e Nina. Ele está comprometido com esse projeto já há quatro anos e, graças ao apoio da família de Bernstein e ao controle dos direitos musicais, derrubou um filme rival, chamado de “The American”, que deveria ser dirigido por Cary Fukunaga (“007 – Sem Tempo para Morrer”) e estrelado por Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”). Além da estreia na Netflix, o filme terá lançamento limitado nos cinemas, visando a temporada de premiações. Vale lembrar que “Nasce Uma Estrela”, a estreia de Cooper na direção, foi indicado a oito Oscars. From the set of MAESTRO. pic.twitter.com/y3qsYILk6P — NetflixFilm (@NetflixFilm) May 30, 2022

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  • TV

    André Marques deixa a Globo após 27 anos

    30 de maio de 2022 /

    O ator e apresentador André Marques deixou a Rede Globo após 27 anos. Revelado como o personagem Mocotó em “Malhação”, ele se despede da emissora como apresentador do “É de Casa”, que irá ao ar até o próximo dia 2 de julho. “André Marques deixa a Globo, após uma longa trajetória como ator e apresentador. Do inesquecível Mocotó de “Malhação”, em 1995, à apresentação do “É de Casa”, matinal que integra desde a estreia, passando por realities como “The Voice Kids”, “The Voice+”, “The Voice Brasil”, “Superstar”, e “No Limite”, além do “Vídeo Show”, foram 27 anos em que seu carisma, talento e sua irreverência conquistaram o público”, disse a Globo em comunicado. A nota acrescenta que o fim do contrato segue as “novas dinâmicas de trabalho” da Globo com seus talentos, que passa a ser por obra realizada. “André tem abertas as portas da Globo para futuros projetos em todas as suas múltiplas plataformas”, conclui o texto. André Marques também fez uma publicação nas redes sociais, fazendo um apanhado de sua carreira e comentando o desligamento da emissora. “Despretensioso de tudo, comecei a fazer teatro em 1992. Em 1995 entrei em Malhação.Fiquei 5 anos lá, mas o Mocotó, que mudou a minha vida, segue comigo até hoje. Depois virei apresentador e foram 14 anos de outro marco, o Vídeo Show. Ainda tive o prazer de comandar o Video Game Verão , Superstar, Mais Você, The Voice Brasil, The Voice + , The Voice Kids, No Limite e o É de Casa, programa que me despeço em julho, dia 2”, escreveu. “Na Globo cresci, fiz amizades pra vida, operei meu estômago, uma mudança grande na minha vida! Uma linda relação com a Globo. Sou só Gratidão. E, depois desses quase 30 anos de um casamento feliz, fiel e cheio de amor… conversamos bastante, e em comum acordo, decidimos nos separar no papel”, resumiu. Ele também falou sobre seus próximos passos fora da emissora: “Chegou a hora de colocar meus projetos e sonhos em prática. Serei meu próprio chefe”. Dando uma dica do que vem por aí, ele disse: “Vou cozinhar por esse Brasil🇧🇷 e pelo mundo, e levando vocês comigo pela tela da tv, do celular, do computador e no coração, sempre!” “Assim que eu puder… conto mais detalhes do que vem por ai pra vocês! (Ansioso) Porque antes… vou tirar umas férias”, completou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andre Marques (@euandremarques)

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  • Série

    Alycia Debnam-Carey se despede de “Fear the Walking Dead” após 7 temporadas

    30 de maio de 2022 /

    A atriz australiana Alycia Debnam-Carey usou o Instagram para se despedir de Alicia Clark, personagem que interpretou em sete temporadas de “Fear the Walking Dead”. Seu último episódio vai ao ar nesta segunda (30/5) no país, pelo canal pago AMC Brasil. “Eu tinha 21 anos quando comecei esta jornada louca – e, agora, aos 28, após sete anos e 100 episódios, decidi que era hora de seguir em frente como atriz e como pessoa. Como é da natureza da nossa profissão, eu precisava sair por aí procurando novos desafios e oportunidades”, explicou ela. “Me sinto muito sortuda por ter feito parte de algo tão incrível por tanto tempo. Espero que vocês possam entender e respeitar a minha escolha de continuar crescendo e expandindo minha carreira. Eu não estaria aqui sem vocês, e me sinto grata”, completou. A série encerra sua 7ª temporada na próxima semana, mas o destino de Alicia vai ficar em aberto. Grande spoiler daqui pra frente. Infectada por uma mordida de zumbis, Alicia parece milagrosamente se curar em sua cena final, mas o contexto deixa no ar se isso foi fato ou delírio, fazendo-a desaparecer em meio à fumaça de um grande incêndio, enquanto ruma para uma nova aventura. Assim, ela se junta à personagem Al (Maggie Grace), que também continua viva, mas sem fazer mais parte da trama da atração. Por outro lado, o final aberto permite um retorno em algum ponto do futuro, como aconteceu com Kim Dickens, que, ironicamente, retomou o papel de Madison Clark, a mãe de Alicia, no episódio posterior à despedida de Alycia Debnam-Carey. Vale lembrar que a atriz australiana já morreu antes numa série, “The 100”, e o clamor dos fãs a fez retornar várias vezes em participações especiais. O destino de Alicia, por sinal, fará parte de uma discussão importante entre Madison e Morgan (Lennie James) em seu primeiro contato na série, previsto para a semana que vem. E o tom indica que a morte da personagem não será aceita sem questionamentos. Mas situação mais urgente precisará ser resolvida antes de qualquer busca por Alicia, quando ambos retornarem na 8ª temporada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alycia Debnam-Carey (@alyciajasmin)

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Milton Gonçalves (1933-2022)

    30 de maio de 2022 /

    O ator Milton Gonçalves, pioneiro da representatividade na TV e no cinema brasileiros, morreu nesta segunda-feira (30/5), em sua casa no Rio de Janeiro, aos 88 anos, por consequência de problemas de saúde que vinha enfrentando desde que teve um AVC em 2020, enquanto participava de uma feijoada na quadra da escola de samba Salgueiro. Com uma carreira vasta, iniciada nos anos 1950, ele chegou na TV pelo teatro, ou melhor pelo teleteatro, integrando várias adaptações de textos dramatúrgicos que preenchiam o “Grande Teatro Tupi”, antes das primeiras novelas. Mas sempre foi mais ligado ao cinema, estreando na tela grande em “O Grande Momento”, clássico de Roberto Santos lançado em 1958. O ator fez parte de momentos marcantes do cinema nacional, a partir das participações em “Cidade Ameaçada” (1960), de Roberto Farias, um dos pioneiros do gênero policial brasileiro, e no revolucionário “Cinco Vezes Favela” (1962), que colocou as comunidades cariocas na tela. Nesta antologia de tramas de favela trabalhou com o mestre do Cinema Novo Joaquim Pedro de Andrade. Sua trajetória praticamente se confunde com história da sétima arte no país, desde chanchadas com Dercy Gonçalves (“Sonhando com Milhões”, em 1963), dramas de cafajestes de Jece Valadão (“Procura-se uma Rosa” e “História de um Crápula”, em 1964 e 65), marcos do Cinema Novo (além de “Cinco Vezes Favela”, a adaptação de “Grande Sertão”, feita em 1965 por Geraldo e Renato Santos Pereira, o politizado “O Bravo Guerreiro”, de Gustavo Dahl, de 1968, e o icônico “Macunaíma”, de Joaquim Pedro de Andrade, em 1969), musicais de pop/rock (“Em Busca do Tesouro”, com Jerry Adriani, em 1967, e “É Simonal”, com Wilson Simonal em 1970), cinema underground (“O Anjo Nasceu”, de Júlio Bressane, em 1969) e até protótipos da pornochanchada (“Toda Donzela Tem Um Pai Que É Uma Fera” e “Os Paqueras”, respectivamente de Roberto e Reginaldo Farias, em 1966 e 1969), além de sucessos populares (“O Homem Nu”, de Roberto Santos) e a consagração como o bandido favorito do emergente gênero policial brasileiro (“Paraíba, Vida e Morte de um Bandido”, “Mineirinho Vivo ou Morto”, “Na Mira do Assassino”, “Máscara da Traição”, “Pedro Diabo Ama Rosa Meia Noite”, “Sete Homens Vivos ou Mortos”, apenas entre 1966 e 1969). Ele continuou se destacando na tela grande nos anos seguintes, mas após ser contratado pela Globo foi como se só fizesse novelas, tamanha a popularidade alcançada por alguns de seus personagens, como o Zelão das Asas, de “O Bem-Amado” (1973), e o médico Percival, de “Pecado Capital” (1975). Sua longa experiência cinematográfica também o credenciou a se tornar diretor de novelas, estreando na função em “Irmãos Coragem” (1970), de Janete Clair, primeira produção com cenas intensas de ação da TV brasileira e um dos maiores sucessos da Globo em todos os tempos, além de ter comandando “Selva de Pedra” (1972), “O Bem-Amado” (1973) e “Escrava Isaura” (1976), outros fenômenos de audiência – no caso da última, audiência mundial. Também participou da série infantil “Vila Sésamo” (1972), como o Professor Leão, ao lado de Sonia Braga e Armando Bógus, e se destacou como ator em mais de 40 novelas e minisséries, incluindo “Roque Santeiro” (1985), “Tenda dos Milagres” (1985), “As Noivas de Copacabana” (1992), “Agosto” (1993), “Chiquinha Gonzaga” (1999), “Sinhá Moça” (2006), primeira novela da Globo indicada ao Emmy Internacional, e “A Favorita” (2008), atualmente sendo reprisada na TV. Ao mesmo tempo, continuou preenchendo as telas de cinema com performances antológicas, clássico atrás de clássico. Foram mais de 80 longa-metragens! Se já tinha sido o cara do cinema dos anos 1960, atuando em praticamente todos os gêneros populares no período, seguiu fazendo História com “A Rainha Diaba” (1974), de Antonio Carlos da Fontoura, em que viveu uma drag queen criminosa, foi premiado pela primeira vez no Festival de Gramado pelo papel coadjuvante de “Barra Pesada” (1977), drama criminal dirigido pelo ator Reginaldo Faria, com quem contracenou em “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1977), de Hector Babenco, que denunciou tortura e chegou a ser proibido pela ditadura. Ainda integrou “Eles Não Usam Black-Tie” (1981), de Leon Hirszman, como um operário engajado no drama grevista que marcou a abertura democrática do país, e ajudou a contar a história de Palmares em “Quilombo” (1984), de Cacá Diegues. Babenco foi responsável por lançar sua carreira internacional em “O Beijo da Mulher-Aranha” (1985), premiado com o Oscar. Por isso, mesmo sem sair do Brasil, ele foi dirigido pelos americanos Paul Mazursky na comédia “Luar sobre Parador” (1988), Zalman King no erótico “Orquídea Selvagem” (1989), Rick King no thriller de ação “Kickboxer 3: A Arte da Guerra” (1992), e Jeff e Michael Zimbalist na biografia “Pelé: O Nascimento de uma Lenda” (2016), sem esquecer do francês Éric Rochat em “O Quinto Macaco” (1989) – o que lhe permitiu contracenar com astros de Hollywood como Richard Dreyfuss, Mickey Rourke, Vincent D’Onofrio e Ben Kingsley. Gonçalves também participou de “O Que é Isso, Companheiro?” (1997), drama político de Bruno Barreto indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional, do remake de “O Homem Nu” (1997), de Hugo Carvana, do musical “Orfeu” (1999), uma de suas muitas parcerias com Cacá Diegues, e muitos, muitos outros filmes. Especialista em produções criminais, ele ganhou um troféu internacional por integrar o elenco de “Carandiru” (2003), de Babenco, no Festival de Cartagena. Mas nem sempre foi bandido. Também foi delegado em “Bufo & Spallanzani” (2001), de Flávio Ramos Tambellini, e até Presidente da República em “Segurança Nacional” (2010), de Roberto Carminati. Fez de tudo um pouco, até três produções da Xuxa. E trabalhou com os maiores cineastas que viveram no país, incluindo mestres negros, como Antonio Pitanga e Joel Zito Araújo. Vivendo o pai de “Filhas do Vento”, de Araújo, conquistou o Kikito de Melhor Ator do Festival de Gramado em 2004. Entre seus trabalhos mais recentes estão “Quincas Berro d’Água” (2010), de Sérgio Machado, “O Abismo Prateado” (2011), de Karim Aimouz, “Assalto ao Banco Central” (2011), de Marcos Paulo, “Giovanni Improtta” (2013), de José Wilker, “Carcereiros: O Filme” (2019), de José Eduardo Belmonte, e “Pixinguinha, Um Homem Carinhoso” (2019), de Allan Fiterman e Denise Saraceni. Seu último longa foi “Hermanoteu na Terra de Godah: O Filme” (2022), adaptação de uma comédia teatral popular, enquanto sua despedida televisiva se deu em dois tempos: no streaming com “Filhas de Eva” (2021) e na TV aberta com “Juntos a Magia Acontece: Especial de Natal” (2019), primeiro especial de Natal com uma família negra da televisão brasileira, que venceu o Leão de Ouro na categoria Entretenimento, no Festival Internacional de Criatividade de Cannes. Sua morte causou comoção nos colegas de cena. “O coração está pequeno agora”, escreveu Lázaro Ramos nas redes sociais. “Choro com sua partida. E agradeço imensamente todos os caminhos que o senhor abriu pra nós. Me sinto privilegiado por ter te assistido em cena e testemunhado toda sua inteligência cênica, assim como me sinto honrado por termos nos encontrado tantas vezes no trabalho. Obrigado por ser inspiração e pelo seu pioneirismo. Receba meu mais caloroso aplauso, seu Milton Gonçalves”. “É uma perda gigante porque Milton representa o que temos de melhor”, disse Taís Araújo em depoimento ao jornal O Globo. “E quando a gente perde alguém por aqui, a gente ganha um ancestral. E ganhar um ancestral significa que ele continua entre nós e que seu legado agora é nosso norte. Fui ‘filha’ de Milton em três novelas e um filme, não poderia ter um mestre melhor. Ele segue sendo minha bússola e jamais deixará de ser um dos faróis de nossa arte com seu talento e por ter aberto tantos caminhos”. “Quando alguém de tanta importância se despede de nós, sempre me faltam muitas palavras, como agora…”, postou Zezé Motta nas redes sociais. “Milton Gonçalves era dos mais importantes atores que este país já teve. Milton faz parte da história da TV brasileira. Um gênio, elegante, brilhante profissional. Foram muitos sets juntos, muitas histórias, muitas famílias… Nosso último trabalho juntos foi no especial ‘Juntos a Magia Acontece’, que ganhou prêmio em Cannes. Descanse em paz meu querido colega. Obrigada por tanto, você é eterno. Você é referência.”

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  • Música,  Série

    Kate Bush vira febre com “Stranger Things”. Conheça carreira e hits da artista

    30 de maio de 2022 /

    Lançada em 1985, “Running Up That Hill”, de Kate Bush, voltou a fazer sucesso neste fim de semana. A gravação original foi parar no topo da parada das músicas mais ouvidas do iTunes e disparou em visualizações no YouTube. E o motivo pode ser constatado nos comentários deixados pelo público no portal de vídeos do Google. “Ok, quem mais chorou naquela cena de ‘Stranger Things’? Foi uma tacada de mestre usar esta canção com a história de Max”, escreveu uma usuária em inglês. “‘Stranger Things’ me trouxe aqui! A música ficou ótima na cena da Max. A série nos dá a oportunidade de ouvir e conhecer boas músicas”, comentou outra, em português. “Running Up That Hill” virou o tema de Max, a personagem vivida por Sadie Sink, durante a 4ª temporada de “Stranger Things”. Mais que isso, salvou a vida de Max, literalmente, tornando-se a música mais importante de toda a série. A gravação de 1985 tem uma letra espiritual/fantasmagórica, como boa parte do repertório da cantora inglesa, que se tornou conhecida mundialmente em 1978 com uma música sobre amor assombrado, “Wuthering Heights”, inspirada pelo romance gótico “O Morro dos Ventos Uivantes”. Ela teve muita sorte em seu começo, ao ser descoberta aos 16 anos pelo guitarrista do Pink Floyd David Gilmour, que se impressionou ao ouvir uma fita caseira de suas composições e decidir bancar do próprio bolso uma gravação profissional de três músicas daquele repertório, com o produtor Andrew Powell (do The Alan Parsons Project) e um engenheiro de som que trabalhou com os Beatles. A sessão rendeu um contrato com a gravadora EMI, mas antes de gravar seu primeiro álbum em 1978, Kate Bush precisou esperar a maioridade. Ao mesmo tempo em que se dedicou a se formar na escola, ela formou sua primeira banda e estudou dança interpretativa com uma professora de David Bowie, para criar usa marca registrada: um grande impacto teatral nos palcos. Seu som era considerado altamente experimental, uma espécie de pop operístico de temática sombria, mas na era do rock progressivo as gravadoras eram mais ousadas. E a aposta se pagou de cara, quando Kate Bush emplacou quatro singles no Top 10 da parada de sucessos britânicos logo na estreia. Seu primeiro álbum, “The Kick Inside”, ainda entrou no Livro Guinness dos Recordes por se tornar o primeiro disco composto inteiramente por uma artista feminina a vender mais de 1 milhão de cópias. Em 1980, ela participou do terceiro álbum solo de Peter Gabriel e descobriu os sintetizadores, o que trouxe uma sonoridade mais moderna para seus lançamentos seguintes. Disputas com a gravadora sobre custos de seus discos, cada vez mais ousados, a levou a construir um estúdio em sua própria casa, que resultou em maior liberdade para criar seu álbum de 1985, “Hounds of Love”, o quinto de sua carreira e um dos mais bem-sucedidos, que continha “Running Up That Hill”. Ela venceu o Brit Awards com aquele disco, cuja vendagem inspirou a EMI a lançar a primeira compilação de hits da sua carreira. Mas isso também a acomodou. Ficou quatro anos sem lançar um disco novo e, com a virada de década, seu som vanguardista passou a soar datado, com cada lançamento tendo menos impacto que o anterior. Atualmente com 63 anos, ela não grava há mais de uma década, mas suas músicas nunca foram esquecidas, graças a covers frequentes de artistas das novas gerações. Mas chega de papo, porque agora é hora de aumentar o som. Quem descobriu Kate Bush em “Stranger Things”, tem abaixo a oportunidade de conhecer melhor o repertório clássico da cantora, que apesar de relacionada à turma do rock progressivo era a cantora favorita de Johnny Rotten e também foi pioneira do visual etéreo que marcou a geração indie dos anos 1980. A seleção reúne 15 hits dos dez anos iniciais, a “fase áurea”, e mostra como muitos dos clipes pré-MTV já eram puro “Stranger Things”. Fãs de “The Handmaid’s Tale” também podem reconhecer “Cloudbusting”, que marcou a 3ª temporada dessa série. E fãs da banda brasileira Angra… Ainda está lendo?     | KATE BUSH | 1978 | WUTHERING HEIGHTS     | KATE BUSH | 1979 | WOW     | KATE BUSH | 1979 | THEM HEAVY PEOPLE     | KATE BUSH | 1980 | BABOOSHKA     | PETER GABRIEL ft. KATE BUSH | 1980 | GAMES WITHOUT FRONTIERS     | KATE BUSH | 1981 | SAT IN YOUR LAP     | KATE BUSH | 1982 | THE DREAMING     | KATE BUSH | 1982 | THERE GOES A TENNER     | KATE BUSH | 1982 | SUSPENDED IN GAFFA     | KATE BUSH | 1985 | RUNNING UP THAT HILL     | KATE BUSH | 1985 | CLOUDBUSTING     | KATE BUSH | 1986 | HOUNDS OF LOVE     | KATE BUSH | 1986 | BIG SKY     | PETER GABRIEL ft. KATE BUSH | 1986 | DON’T GIVE UP     | KATE BUSH | 1989 | THIS WOMAN’S WORK     BÔNUS: 10 COVERS DE KATE BUSH   | WILLIE NELSON ft. SINEAD O’CONNOR | 1993 | DON’T GIVE UP     | ANGRA | 1994 | WUTHERING HEIGHTS     | PLACEBO | 2003 | RUNNING UP THAT HILL     | FUTUREHEADS | 2004 | HOUNDS OF LOVE     | RA RA RIOT | 2009 | SUSPENDED IN GAFFA     | GEMMA HAYES | 2009 | CLOUDBUSTING     | MAXWELL | 2009 | THIS WOMAN’S WORK     | WOLFMOTHER | 2009 | WUTHERING HEIGHTS     | CHROMATICS | 2011 | RUNNING UP THAT HILL     | FIRST AID KIT | 2018 | RUNNING UP THAT HILL    

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  • Reality,  TV

    Rodrigo Mussi detalha seu acidente no “Fantástico” e retorna ao Instagram

    30 de maio de 2022 /

    Rodrigo Mussi, participante do “BBB 22”, deu sua primeira entrevista e voltou a postar vídeos no Instagram no domingo (29/5), pela primeira vez desde o acidente de carro sofrido em março deste ano. Tanto no “Fantástico” quanto na ferramenta Stories, ele destacou estar vivo por um “milagre”, afirmou que ainda está trabalhando em sua recuperação e agradeceu a Deus. “Sou muito grato por essa segunda chance na minha vida. Eu não vou desperdiçar. Quero devolver ao mundo, contribuir de alguma forma após tudo o que aconteceu. E quero viver muito”, ele disse no programa da rede Globo. Em sua rede social, reforçou o agradecimento às orações das pessoas por seu “milagre” e encerrou seu depoimento com a publicação de um texto religioso. Durante a entrevista, o ex-BBB contou detalhes do acidente, reforçando informações colhidas anteriormente e desmentindo algumas das primeiras notícias sobre o caso. Ele não foi arremessado para fora do carro, mesmo assim se machucou muito e chegou desacordado ao Hospital das Clínicas. “Eu sentei atrás. Eu não tinha o costume de sentar atrás. Eu não lembro realmente se eu coloquei [o cinto] ou não”, contou. Por não estar com os documentos, ficou cerca de 10 horas recebendo tratamento como desconhecido, sem que seus familiares soubessem seu paradeiro. “Se eu não fosse bem cuidado nestas primeiras horas de hospital, eu não teria sobrevivido. Fizeram isso sem me conhecer, sem saber quem eu era”, disse Rodrigo. Um dos momentos mais comoventes foi quando ele lembrou da morte do pai em seus braços, também num acidente de carro. Rodrigo contou sua história de vida, de ter sido expulso da casa da mãe e, depois, da casa do pai, precisando lutar muito para conseguir vencer na vida. Por isso, quando acordou no hospital, chegou a pensar a desistir de enfrentar o duro tratamento de reabilitação. “A pergunta que eu fazia era: até quando vou lutar? Tive lutas drásticas e muito fortes. E eu me perguntava: ‘Mas de novo? Logo agora que eu consegui algo que poderia melhorar minha vida'”, afirmou. “Não entendi o que estava fazendo ali quando acordei. Nunca sofri um acidente ou fiz cirurgias pelo corpo. Lutei muito para ser independente na minha vida e logo estava ali, dependente”, lembrou. O “Fantástico” informou que o ex-BBB perdeu 26 kg durante a internação, mas já recuperou 20 kg durante mais de um mês de fisioterapia. Ele ainda está visivelmente magro e trabalhando para recuperar massa. Também ficou com uma cicatriz na testa devido ao cateter e tem falhas no coro cabeludo. Durante a entrevista, Rodrigo disse ter ficado surpreso com a comoção que seu acidente gerou nas redes sociais. “Teve bastante gente orando, os fãs fizeram uma corrente maravilhosa. O milagre foi por essa união. Eu queria devolver esse carinho. Não tinha essa noção”, constatou. O programa da Globo ainda exibiu mensagens de três ex-BBBs que foram seus parceiros durante o reality show, Lucas Bissoli, Eslovênia Marques e Eliezer do Carmo Neto, além de um recado especial do apresentador Tadeu Schmidt. Ex-integrante do “BBB 21”, Vih Tube também participou da reportagem contando que ficou com medo de Rodrigo morrer. Os dois se tornaram amigos após ele sair no segundo paredão do “BBB 22” e essa proximidade fez com que ela pudesse acompanhar de perto todo o drama da família. “Eu tinha medo de não viver isso, a volta dele. Foi desesperador. É muito bom ver ele aparecendo, sorrindo”, afirmou ela, que cuidou das redes sociais de Rodrigo por um período. Os dois atualmente têm o mesmo agente e a entrevista foi feita na casa dela. O acidente envolvendo o ex-participante do “BBB 22” aconteceu por volta das 3h da madrugada do dia 31 de março, na Marginal Pinheiros, próximo à Ponte Eusébio Matoso, em São Paulo. Rodrigo voltava num carro de aplicativo do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi, onde assistiu ao primeiro jogo da final do Campeonato Paulista. O motorista confessou ter cochilado e o veículo se chocou contra a traseira de um caminhão, resultando em ferimentos graves para o passageiro, que não usava cinto de segurança. O ex-BBB sofreu traumatismo craniano e fraturas graves na perna, que exigiram mais de uma cirurgia e o deixaram internado no Hospital das Clínicas por praticamente um mês, até 28 de abril, quando passou para outra unidade hospitalar para realizar tratamento intensivo de reabilitação para recuperar todos os movimentos. Ele deixou a clínica de reabilitação motora há nove dias e se recupera em casa, com uma rotina diária de sessões de fisioterapia e exercícios fonoaudiólogos para recuperar a voz. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fantástico (@showdavida)

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    Conheça as músicas da 4ª temporada de “Stranger Things”

    29 de maio de 2022 /

    A trilha sonora da 4ª temporada de “Stranger Things” surpreendeu os fãs que esperavam apenas hits dos anos 1980. Eles estão lá, mas acompanhados até por composições eruditas. A seleção de faixas que sonoriza a produção dos irmãos Duffer inclui ópera, sinfonias, jazz, surf music, funk, rock, synthpop e até rap recente. O mais curioso é que, apesar da trama se passar em 1986, apenas uma gravação presente na seleção foi lançada naquele ano: a versão de “California Dreamin'” dos Beach Boys, ouvida no primeiro episódio. Algumas músicas se repetem, como “Dream a Little Dream of Me”, de Ella Fitzgerald, mas principalmente “Running Up that Hill”, de Kate Bush, transformada numa espécie de tema da personagem Max (Sadie Sink). Veja abaixo, por ordem cronológica de lançamento, as 20 músicas mais importantes dos sete episódios da primeira parte da 4ª temporada da atração, disponíveis desde sexta (27/5) na Netflix. | ELLA FITZGERALD | 1957 | DREAM A LITTLE DREAM OF ME     | RICKY NELSON | 1961 | TRAVELIN’ MAN     | SURFARIS | 1963 | WIPE OUT     | KISS | 1976 | DETROIT ROCK CITY     | TALKING HEADS | 1977 | PSYCHO KILLER     | THE CRAMPS | 1980 | I WAS A TEENAGE WEREWOLF     | THE CRAMPS | 1980 | FEVER     | MUSICAL YOUTH | 1982 | PASS THE DUTCHIE     | DONNELL PITMAN | 1983 | BURNING UP     | PHILIP GLASS | 1983 | PROPHECIES     | PHILIP GLASS | 1984 | AKHNATEN AND NEFERTITI     | KATE BUSH | 1985 | RUNNING UP THAT HILL     | DEAD OR ALIVE | 1985 | YOU SPIN ME ROUND (LIKE A RECORD)     | FALCO | 1985 | ROCK ME AMADEUS     | BALTIMORA | 1985 | TARZAN BOY     | STARPOINT | 1985 | OBJECT OF MY DESIRE     | BEACH BOYS | 1986 | CALIFORNIA DREAMIN’     | EXTREME | 1989 | PLAY WITH ME     | HIPBONE SLIM & HIS FROGMEN | 2013 | LEGLESS     | ABM CUTTHROAT | 2020 | SURVIVE    

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    Rapper de 16 anos é assassinado durante gravação de clipe nos EUA

    29 de maio de 2022 /

    O rapper 23 Rackz foi assassinado a tiros enquanto gravava um novo clipe, em Washington, D.C., nos Estados Unidos. Seu nome real era Justin Johnson, tinha 16 anos e estava em ascensão no mercado norte-americano, integrando a nova vertente de rap da região de Maryland e Virginia, batizada de DMV rap, que é marcada por vocais velozes, exaustivos e gritados, além de batidas pesadas e temática gangsta. Segundo a WTTG-TV, o jovem foi baleado próximo das 11h30 da quinta-feira (26), na região sudeste da capital dos EUA, onde ele vivia. Antes de ser morto, o cantor divulgou sua exata localização em um story do Instagram, num vídeo em que aparecia aguardando o começo das gravações. A postagem pode ter sido fatal. Ele tinha o costume de gravar clipes segurando largos maços de dinheiro, característica presente também na capa de seu primeiro disco, “Rookie of the Year”, lançado no ano passado. Até o momento, não se sabe quem foi o autor dos disparos e a polícia está oferecendo US$ 25 mil — mais de R$ 118 mil na cotação atual — por informações que levem à identificação e captura do culpado. Veja abaixo o último clipe do rapper, lançado há um mês, no final de abril passado.

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