Bob Odenkirk já tem nova série após “Better Call Saul”
O ator Bob Odenkirk vai continuar no canal pago AMC após o fim de “Better Call Saul”. Ele fechou o papel principal da série “Straight Man”, em que será casado com outra estrela da emissora: Mireille Enos, da série “The Killing”. A produção é uma comédia dramática em que Odenkirk viverá William Henry “Hank” Devereaux Jr., o improvável e relutante presidente do departamento de inglês de uma faculdade subfinanciada no interior da Pensilvânia. Seu descontentamento está enraizado em questões não resolvidas com seu pai, um corpo estudantil medíocre e autoritário, e no fato de que seu departamento é mais selvagemente dividido do que a ex-Iuguslávia. Enos interpretará Lily Devereaux, a esposa imperturbável do personagem de Odenkirk. Ela também é vice-diretora da escola secundária local na zona rural da Pensilvânia, onde eles moram. À medida que a vida de Hank começa a desmoronar, Lily começa a questionar o caminho em que está e as escolhas que fez. Ela começará a explorar outras oportunidades para si mesma enquanto faz o possível para manter Hank e sua filha adulta no caminho certo. A trama é baseada no romance homônimo de Richard Russo (roteirista dos filmes “A Sangue Frio” e “De Bico Calado”), que está sendo produzida pelos produtores-roteiristas Aaron Zelman (“The Killing”) e Paul Lieberstein (“The Office”). Além disso, os episódios contarão com direção de Peter Farrelly, vencedor do Oscar de Melhor Filme por “Green Book” (2018).
HBO confirma 12ª temporada de “Curb Your Enthusiasm”
A HBO anunciou ter fechado o retorno de “Curb Your Enthusiasm”, estrelada pelo inimitável Larry David, para sua 12ª temporada. “Larry se supera temporada após temporada e sempre consegue voltar quando o público mais precisa dele”, disse Amy Gravitt, vice-presidente de programação da HBO, em um comunicado. “Estamos empolgados por ele, Jeff Schaffer, e nosso elenco fenomenal continuarem nos fazendo rir e arrepiar na mesma medida.” A HBO adora a série, exibida desde o ano 2000 com grandes hiatos, mas depende da vontade de David para produzir suas temporadas. Uma das esperas mais longas aconteceu entre a 8ª e a 9ª temporadas, que durou seis anos, seguidos por novo intervalo de mais três anos para a estreia do 10º ano de produção. A 11ª e mais recente temporada foi encerrada em dezembro passado. A série acompanha uma versão exagerada de David, experimentando uma vida fictícia repleta de conflitos inspirados em situações supostamente reais. Como exemplo dessa mistura, ele contracena com um elenco fixo de intérpretes, mas também com outros atores que vivem a si mesmos. Embora David nunca tenha se casado com a intérprete de sua ex-esposa, Cheryl Hines – que na vida real é casada com Robert F. Kennedy Jr., filho do senador assassinado Robert F. Kennedy – , não seja empresariado pelo comediante Jeff Garlin e não divida sua casa com J.B. Smoove, o mau-humor deliciosamente ranzinza exibido nos episódios é 100% baseado nas reações reais do ator-produtor. “Desempenhar o papel de Larry David foi a maior honra da minha vida”, explica David no comunicado que confirma a volta da série. “Ao pesquisar este homem multifacetado e multitalentoso, descobri que há mais nele do que jamais poderia ter imaginado: ele fala seis idiomas, salga seus próprios picles e lidera um movimento nacional para instalar um bidê em cada casa. Também me disseram de várias fontes que ele é o mais generoso dos amantes. Estou muito animado para mais uma vez me transformar nessa força da natureza. Eu só rezo para que possa fazer justiça a ele”, completou com seu humor característico.
Lars von Trier revela abertura e pôsteres de sua nova série
A produtora Zentropa divulgou um vídeo da abertura e dois pôsteres de “The Kingdom Exodus”, terceira e última encarnação da série “O Reino”, iniciada na década de 1990 pelo cineasta Lars von Trier (“Ninfomaníaca”). A abertura simula as vinhetas de sitcoms, apresentando os personagens em situações – supostamente – engraçadas. Já os cartazes destacam dois dos personagens principais da série. “O Reino” é uma série ambientada em um hospital construído em cima das antigas lagoas de branqueamento (cheias de químicas da indústria têxtil) em Copenhague, onde o mal se enraizou. As primeiras temporadas foram exibidas em 1994 e 1997, e o desfecho vai contar a história de uma sonâmbula chamada Karen (interpretada por Bodil Jørgensen, de “Tempos de Escuridão”) que busca respostas para questões não resolvidas que possam impedir o hospital de cair em ruína. O elenco ainda conta com Lars Mikkelsen (“House of Cards”), Nikolaj Lie Kaas (“Britannia”), Mikael Persbrandt (“O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”), Ghita Nørby (“Toscana”), Nicolas Bro (“Loucos Por Justiça”), Søren Pilmark (“Atlantic Crossing”), Peter Mygind (“Borgen”), Udo Kier (“Bacurau”) e Tuva Novotny (“O Último Destino”), além de uma participação especial de Alexander Skarsgård (“O Homem do Norte”). Lars von Trier dirigiu todos os episódios e continuou a trabalhar na pós-produção de “The Kingdom Exodus” mesmo depois de ser diagnosticado com Mal de Parkinson. A série será exibida nos Festivais de Veneza, Toronto e Nova York, e depois vai estrear no serviço de streaming nórdico Viaplay. A atração também será a primeira série distribuída mundialmente pela plataforma MUBI, que a exibirá em vários países – inclusive no Brasil – em data ainda não divulgada.
Spirit Awards: Oscar do cinema independente elimina gêneros de sua premiação
A Film Independent, organização responsável pelos Spirit Awards, premiação voltada para a produção independente de cinema e TV, anunciou ter eliminado a diferenciação por gênero de seus prêmios de atuação. Ante, as categorias eram divididas em quatro: Melhor Ator, Atriz, Ator Coadjuvante e Atriz Coadjuvante. Agora, serão apenas duas: Melhor Desempenho Principal e Melhor Desempenho Coadjuvante. Isto vai acontecer tanto na competição de cinema quanto de TV, com as categorias abertas a qualquer gênero. Ainda que o número de troféus tenha diminuído, o número de indicados permaneceu igual, juntando 10 concorrentes gerais em cada uma das categorias – em vez de cinco nas quatro anteriores. Entretanto, apenas metade deles levará troféus para casa. Para compensar a diminuição de premiados por interpretação, uma nova categoria foi adicionada, com critério claramente subjetivo: Melhor Desempenho Inovador, que contará com cinco indicados de qualquer gênero. O Spirit Awards é a mais recente premiação a optar por categorias neutras de atuação, num esforço para gerar maior inclusão. Outros prêmios que recentemente eliminaram os gêneros de atuação incluem o British Independent Film Awards (BIFA), o Gotham Awards e o MTV Movie and TV Awards. “Estamos entusiasmados por nos juntarmos a outros festivais e premiações que já estão se movendo para celebrar grandes atuações sem referência a gênero”, disse o presidente da Film Independent, Josh Welsh, em comunicado. “Também estamos felizes em receber artistas não binários no Spirit Awards sem forçá-los a escolher se identificar como homem ou mulher”. Além das mudanças de categoria, o Independent Spirit Awards também anunciou uma mudança de critérios gerais na competição. Agora, para ser considerado independente, um filme de estúdio médio precisa custar no máximo US$ 30 milhões. Até o ano passado, o limite era de US$ 22,5 milhões, mas ele foi alterado para acompanhar a inflação e o aumento dos custos de filmagem. O limite de orçamento para o Prêmio John Cassavetes, que elege o melhor filme barato também aumentou, de US$ 500 mil para US$ 1 milhão. A entrega dos próximos Spirit Awards acontecerá em 4 de março de 2023 em Santa Mônica, cidade do estado da Califórnia, EUA.
Paramount+ revela primeiras fotos da série sobre Anderson Silva
A Paramount+ divulgou as primeiras imagens da minissérie biográfica “Anderson Spider Silva”, que vai narrar a vida do campeão de UFC Anderson Silva. O lutador será vivido por Caetano Vieira e Bruno Vinícius na infância e juventude, quando aprendeu a lutar para sobreviver na periferia de Curitiba. Já sua versão adulta é interpretada por William Nascimento (“Genesis”), que passou três meses treinando em academias de luta no Rio de Janeiro para encarar o auge de um dos maiores campões de MMA do UFC. Parte dos roteiristas da série veio do projeto Narrativas Negras, que desenvolve conteúdo exclusivo para a ViacomCBS, conglomerado dono da Paramount+. Entre eles, Marton Olympio, Nathalia Cruz, Eliana Alves Cruz, Luiz Assis e Raul Perez. Marton Olympio (“Alemão 2”) é o roteirista principal e Caito Ortiz (“Papai é Pop”) dirige a produção, que mostrará também a vida pessoal do atleta. O elenco ainda destaca Seu Jorge (“Marighella”) e Tatiana Tiburcio (“Malhação: Viva a Diferença”) no papel dos tios responsáveis pela educação de Anderson, além de Douglas Silva (“Cidade dos Homens”), Jean Paulo Campos (“Carrossel: O Filme”), Jeniffer Dias (“Rensga Hits!”), Larissa Nunes (“Coisa Mais Linda”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Vaneza Oliveira (“3%”). Ainda não há previsão para a estreia.
Academia Europeia de Cinema vai homenagear Margarethe von Trotta com prêmio de carreira
A atriz, roteirista e cineasta alemã Margarethe von Trotta (“Hannah Arendt – Ideias Que Chocaram o Mundo”) será homenageada na 35ª edição do European Film Awards, premiação da Academia Europeia de Cinema. Von Trotta vai receber o Prêmio pelas Realizações da Carreira por sua “contribuição única para o mundo do cinema” durante o evento anual da Academia, marcado para o dia 10 de dezembro em Reykjavik, capital da Islândia. Nascida em 21 de fevereiro de 1941, em Berlim, von Trotta começou sua carreira atuando no teatro e trabalhando na TV. Em 1970, ela começou a atuar para Rainer Werner Fassbinder, um dos maiores cineastas alemães de todos os tempos, em filmes como “Deuses da Peste” e “O Soldado Americano”. Sem abandonar a atuação, Margarethe von Trotta começou a se aventurar por outras áreas, trabalhando primeiro como roteirista no filme “Fogo de Palha” (1972), que ela também estrelou para Volker Schlöndorff, e posteriormente como co-diretora em “A Honra Perdida de Katharina Blum”, ao lado de Schlöndorff – com quem foi casada de 1971 a 1991. Sua estreia como cineasta-solo foi no filme “O Segundo Despertar de Christa Klages” (1978), sobre três pessoas que assaltam um banco para ajudar uma creche que está endividada. Desde então, ela se tornou uma das principais diretoras do cinema autoral europeu. Seus créditos incluem “Marianne & Juliane” (1981), vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza, e “Rosa Luxemburgo” (1986), que rendeu a Barbara Sukowa o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes. Outros trabalhos de destaque foram os dramas “Três Irmãs” (1988), “As Mulheres da Rosenstrasse” (2003) e “Hannah Arendt – Ideias Que Chocaram o Mundo” (2012), biografia da famosa acadêmica judeu-alemã. Seus trabalhos mais recentes foram um documentário sobre o cineasta Ingmar Bergman e o longa de ficção “Bachmann & Frisch”, que narra a relação entre os escritores Ingeborg Bachmann e Max Frisch. A homenagem da Academia Europeia não será a primeira a reconhecer os méritos da carreira de Margarethe von Trotta. Ela já foi agraciada com o Prêmio Dragão Honorário no Festival de Cinema de Göteborg, em 2013, e com o prêmio de honra do Festival Internacional de Cinema de Valladolid, em 2018, entre muitos outros.
Warner fecha contrato de exclusividade com diretor de “Batman”
O cineasta Matt Reeves, responsável pelo sucesso “Batman” (2022), fechou um contrato de exclusividade com o estúdio Warner Bros. O contrato terá duração de diversos anos e dará ao estúdio a prioridade em qualquer produção desenvolvida por Reeves como roteirista, diretor ou produtor. O propósito deste contrato é tornar Reeves um diretor quase que exclusivo da Warner, assim como é o caso de Todd Phillips (“Coringa”), Clint Eastwood (“Cry Macho”) e, mais recentemente, J.J. Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”). “A Warner sempre teve a tradição de ser a casa dos cineastas, Clint Eastwood sendo o mais proeminente entre eles”, disse o executivo Michael De Luca. “Queremos continuar essa tradição, especialmente com pessoas com quem tivemos sucesso. Queremos criar uma atmosfera em que tenhamos negócios repetidos com esses cineastas.” O contrato foi negociado pelos executivos De Luca e Pamela Abdy, veteranos da MGM contratados em junho passado pelo CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, para conduzirem a divisão cinematográfica do estúdio. “Fazer deste lendário estúdio a minha casa é um sonho”, disse Reeves em um comunicado oficial. “Estou muito empolgado por trabalhar com Mike, Pam e Channing (Dungey, responsável pela divisão televisiva) e nossas equipes para trazer histórias cativantes pelas quais sou verdadeiramente apaixonado para a tela grande e para a tela pequena.” O destaque dado por Reeves à “tela pequena” aponta um futuro promissor para as divisões televisivas e de streaming da Warner, que vem sofrendo constantes baixas desde o anúncio do cancelamento do filme da “Batgirl”. Após esse cancelamento, houveram demissões dentro da HBO Max (propriedade da Warner Bros. Discovery) e conteúdos foram retirados do ar. Ainda assim, os projetos televisivos de Reeves estão garantidos. Ele já vinha trabalhando com o estúdio no desenvolvimento de uma série de TV focada no personagem do Pinguim (interpretado por Colin Farrell) e em outra centrada no Asilo Arkham de seu filme “Batman”. “Matt é uma das mentes mais imaginativas e criativas do ramo”, disse Channing Dungey, presidente do Warner Bros. Television Group. “Estamos ansiosos para continuar nossa parceria com a maravilhosa equipe da 6th & Idaho (produtora de Reeves) e expandir o mundo que Matt tão artisticamente criou com o filme ‘Batman’ através de nossa próxima série ‘The Penguin’.” Michael De Luca foi ainda mais longe, dizendo que “estamos fazendo um investimento em qualquer coisa que Matt sinta atração, no universo de Batman ou em outros. Ele tem um convite aberto para ir onde os seus interesses o levarem. Vamos nos apoiar no que Matt quiser fazer”, disse ele. Atualmente, Matt Reeves está trabalhando na continuação de “Batman”, que será novamente estrelada por Robert Pattinson. O filme ainda não tem previsão de lançamento.
Criadora de “Pequena Ellen” fala sobre sumiço da série na HBO Max: “É devastador”
A produtora-roteirista Jennifer Skelly, co-criadora da animação “Pequena Ellen” (Little Ellen), juntou-se às reclamações contra a decisão polêmica da HBO Max de excluir sua série e mais de 30 títulos do catálogo como forma de reduzir os custos do serviço de streaming. “É realmente devastador”, disse ela à revista Variety. “Eu trabalhei em um milhão de coisas que nunca foram produzidas, mas é muito raro você chegar tão longe – está literalmente feito – e ainda assim não ver a luz do dia.” Criada por Skelly e por Kevin A. Leman II (roteirista do programa “Ellen: The Ellen DeGeneres Show”), “Pequena Ellen” explorava o mundo através do olhar de uma jovem Ellen DeGeneres. Além das duas temporadas já completas da série terem sido excluídas da HBO Max, haviam ainda 20 episódios inéditos e devidamente finalizados, aguardando um lançamento que nunca vai acontecer. “Obviamente há muitas questões corporativas acontecendo em relação ao que isso significa financeiramente para eles.” Decisões financeiras foram os motivos por trás dessa exclusão. Ao não exibir os conteúdos, a Warner Bros. Discovery (dona da HBO Max) não precisaria mais pagar por custos residuais. Mas, além de prejudicar financeiramente os envolvidos naquelas atrações, essa decisão também pode ter consequências negativas nas carreiras dos artistas. “Houve escritores que tiveram seus primeiros trabalhos naqueles 20 episódios lançados, e diretores que tiveram sua primeira chance de dirigir”, continuou ela. “Tivemos muitas estreias em nossa equipe, e eles não poderão ver esses episódios na TV e nem ter os seus créditos. É realmente difícil.” Quando questionada se os criadores deixariam de trabalhar com a Warner Bros. Discovery em projetos futuros, com medo de que isso volte a acontecer, Skelly disse que essa situação não é comum, e que não é possível se basear nela para tentar prever o futuro. “Eu não acho que as pessoas vão evitar trabalhar com o estúdio ou mesmo que elas vão necessariamente saber o que pedir nos seus contratos para se protegerem, porque os parâmetros daqui a um ano e meio serão diferentes”, explicou ela. Skelly ainda lembrou que a série foi prejudicada por polêmicas envolvendo a figura de Ellen DeGeneres. Em 2020, o programa de entrevistas de Ellen foi investigado pela (então proprietária) WarnerMedia após o surgimento de acusações envolvendo má conduta sexual, racismo e intimidação da equipe nos bastidores do programa. Como resultado, DeGeneres demitiu três dos principais produtores do programa e pediu desculpas no ar pelos relatos de maus-tratos. Isso não foi suficiente e, em 2021, ela anunciou que o programa terminaria após sua 19ª temporada. “Fomos uma tempestade perfeita de muitas coisas, porque a marca Ellen também sofreu nos últimos anos. A nossa série não ia receber muito amor de qualquer maneira por esse motivo. Começamos no ponto alto da carreira dela, mas no momento em que foi feita a animação – porque leva uma eternidade para fazer algo em animação – a marca dela estava em um lugar realmente diferente e seu programa estava terminando.” Apesar de levar o nome de Ellen, a animação não tinha contato com a apresentadora. “Eu a conheci uma vez, muito brevemente, mas tudo passou pela Warner Bros. Não havia muita interação com a empresa dela, e certamente não com ela diretamente. Estávamos realmente fazendo nossas próprias coisas em nosso próprio mundo, o que foi ótimo.” “Pequena Ellen” foi apenas uma das muitas atrações excluídas do catálogo da HBO Max. Reality shows e séries de animação estão entre as atrações mais prejudicadas, algo que Skelly considera extremamente injusto. “A animação manteve a indústria funcionando durante a pandemia”, disse ela. “Fomos nós que continuamos quando ninguém podia aparecer no set, e os protocolos de COVID estavam impedindo as pessoas de filmar. Mas ainda criamos conteúdo para vocês. E agora que fizemos isso, e a pandemia está desacelerando, parece que estamos sendo chutados para o meio-fio. E isso é uma grande frustração entre a comunidade de animação.” Skelly se junta à crescente lista de artistas que reclamou da decisão da HBO Max. Antes dela, Stephen P. Neary, criador de “Os Fungos” (“The Fungies!”), e Julia Pott, criadora de “Summer Camp Island”, também manifestaram as suas indignações.
Zac Efron vai estrelar filme sobre luta livre
O ator Zac Efron (“Chamas da Vingança”) vai estrelar o filme “The Iron Claw” sobre uma família de lutadores de wrestling (luta livre). O filme vai narrar a história real da família Von Erich, uma verdadeira dinastia de lutadores, cuja impacto causado no esporte nos anos 1960 repercute até os dias de hoje. Além das suas conquistas nos ringues, os Von Erichs ficaram famosos por conta dos escândalos que cercavam a família. Diversos familiares morreram em circunstâncias estranhas e acredita-se que as mortes tenham relação com os pais, ou mesmo com a rivalidade entre os irmãos. Efron vai interpretar Kevin Von Erich, segundo filho mais velho do patriarca Fritz Von Erich. O elenco ainda conta com Harris Dickinson (“King’s Man: A Origem”) no papel de David Von Erich, que se tornou um dos maiores lutadores do estado americano do Texas. “The Iron Claw” foi escrito e será dirigido por Sean Durkin (“O Refúgio”). Produzido pelo estúdio indie A24 (o mesmo de “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”), o filme ainda não tem previsão de estreia. Zac Efron será visto a seguir no filme “Operação Cerveja” (The Greatest Beer Run Ever), novo longa de Peter Farrelly (“Green Book”), com estreia marcada para 30 de setembro no serviço de streaming Apple TV+.
Atriz que dublou Pocahontas da Disney é presa nos EUA
A atriz Irene Bedard, de 55 anos, que deu voz à princesa Pocahontas no desenho da Disney de 1995, foi presa em Greene County, cidade do estado de Ohio, nos EUA, após ficar descontrolada. De acordo com o relatório da polícia obtido pelo site americano TMZ, autoridades estavam fazendo uma ronda no local, quando receberem uma denúncia de que uma mulher havia desmaiado nos arbustos em uma rua residencial. Ao chegarem no tal endereço, os policiais encontraram Irene em um estacionamento, totalmente descontrolada. Primeiro, ela conversou normalmente com os policiais e, em seguida, passou a chorar. A notícia ainda aponta que Irene estava com outra mulher, Sheila, que disse à polícia o nome de alguém que eles poderiam contatar para cuidar de Irene. Neste momento, a atriz começou a gritar e tentou fugir dos policiais e acabou sendo presa. Segundo o TMZ, a prisão teria acontecido na sexta-feira (19/8) e, após dois dias detida, ela foi liberada no domingo (21/8). Não é a primeira vez que ela é presa. Bedard já tinha sido detida duas vezes em um período de três dias em novembro de 2020. Pouco antes desses problemas, a atriz reviveu seu papel mais famoso, atuando como dubladora de Pocahontas na animação “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, em 2018. Ela também foi a mãe de Pocahontas no filme live-action “O Novo Mundo” (2005), do diretor Terrence Malick, com quem ainda trabalhou em “A Árvore da Vida”, estrelado por Brad Pitt em 2011. Recentemente, ela completou cinco filmes independentes, que estão em fase de pós-produção para lançamento nos EUA.
Jennifer Lopez revela primeira foto de seu vestido de noiva
A atriz e cantora Jennifer Lopez publicou a sua primeira foto vestida de noiva após a festa de casamento com Ben Affleck no fim de semana. A cerimônia aconteceu ao longo de três dias numa propriedade do ator em Riceboro, interior da Geórgia, nos Estados Unidos. A imagem publicada no Instagram da estrela nesta terça (23/8) – e anunciada como “primeira foto do meu visual para o casamento” – é um close de seu rosto, sob um véu branco. O vestido de noiva, que foi feito sob medida pela grife Ralph Lauren, deverá ser revelado aos poucos para os seguidores. Vale lembrar que Ben Affleck e Jennifer Lopez já tinham se casado no mês passado, numa cerimônia rápida em Las Vegas, e também já tiveram sua Lua de Mel em Paris, na França. A festa do fim de semana passado foi para celebrar o matrimônio com os familiares e amigos mais próximos. A decisão de realizar dois casamentos foi curiosa, porque os dois já tinham tentado casar antes sem consumar os planos. Eles namoraram pela primeira vez de 2002 a 2004, quando colaboraram no filme “Contato de Risco” – e Affleck fez inclusive uma aparição como “namorado” no clipe “Jenny from the Block”. O casamento foi marcado para 14 de setembro de 2003, mas foi adiado devido à atenção excessiva da mídia. A separação ocorreu quatro meses depois. O casal reacendeu o romance em abril retrasado e ficou noivo pela segunda vez um ano depois. Ambos tem filhos de relacionamentos anteriores. Lopez é mãe dos gêmeos Max e Emme, de seu casamento com Marc Anthony, e Affleck tem três crianças, Violet, Seraphina e Samuel de seu casamento com Jennifer Garner. Por conta disso, o casal comprou uma propriedade em Bel Air no mês passado no valor estimado de US$ 55 milhões, que seria grande o suficiente para juntar todas as crianças. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jennifer Lopez (@jlo)
Diretores de “Batgirl” foram impedidos de acessar filmagens feitas
Os cineastas Adil El Arbi e Bilall Fallah, responsáveis pelo filme cancelado da “Batgirl”, contaram que foram proibidos pelo estúdio de acessar os materiais filmados durante a produção. “Eu fui no servidor… Tudo se foi”, contou Fallah, em entrevista ao canal francês Skript. “”Nós ficamos tipo, ‘P*ta m*rda!’ Todas as cenas com o Batman estavam no servidor!”, completou El Arbi. Os diretores estavam no Marrocos para o casamento de El Arbi quando souberam do cancelamento de “Batgirl”. “Os caras da Warner nos disseram que não era um problema de talento de nossa parte ou da atriz, ou mesmo da qualidade do filme”, revelou El Arbi. “Eles nos disseram que era uma mudança estratégica. Havia uma nova administração e eles queriam economizar algum dinheiro.” O estúdio justificou o cancelamento da estreia como consequência da fusão da Warner com a Discovery. A nova administração do conglomerado estabeleceu uma mudança de prioridades, que é radicalmente oposta da anterior em relação à produção de filmes para streaming. Agora, se os filmes não tiverem estrutura para garantir boas bilheterias, eles não serão feitos nem lançados para não queimar franquias que poderiam chegar ao cinema. Segundo El Arbi, o longa-metragem ainda não estava pronto e que não seria possível lançá-lo no seu estado atual. “Não há efeitos visuais… ainda tínhamos algumas cenas para filmar. Então, se um dia eles quiserem que lancemos o filme da ‘Batgirl’, eles terão que nos dar os meios para fazê-lo. Para finalizá-lo de acordo com a nossa visão”. Os fãs já começaram uma campanha nas redes sociais, usando a hashtag #ReleaseBatgirl, com o intuito incentivar o estúdio a lançar o filme (do mesmo modo como aconteceu com “Liga da Justiça”). Até o momento, a Warner não deu qualquer indicativo de que estaria disposta a atender o pedido dos fãs. Assista a entrevista abaixo.
Paul Rudd é confirmado na 3ª temporada de “Only Murders in the Building”
O ator Paul Rudd (“Homem-Formiga: Quantumania”) foi confirmado na 3ª temporada de “Only Murders in the Building”, após fazer uma breve aparição no final do segundo ano da produção, disponibilizado nesta terça (23/8) na plataforma Star+. Rudd foi introduzido à série como a estrela da Broadway Ben Glenroy e seguirá interpretando o personagem nos próximos capítulos, ainda que sua introdução também tenha parecido ser sua despedida. SPOILER! Glenroy é o ator principal na nova peça da Broadway de Oliver Putnam (o personagem de Martin Short) que cai morto no palco assim que a cortina se egue sinalizando o início da peça. Apenas alguns segundos antes disso, Ben teve uma interação peculiar com Charles-Haden Savage (Steve Martin) que foi intencionalmente vaga, de acordo com o co-criador da série John Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”). “Paul Rudd, depois de fazer uma entrada auspiciosa no mundo da nossa série no final da 2ª temporada como Ben Glenroy, é alguém que queremos aprofundar e ver em nossa próxima temporada – já que ele é uma fonte clara de muitas perguntas e, como sempre com a nossa série, de muitas reviravoltas ainda por vir!”, informou Hoffman, em comunicado. A série foi criada por Steve Martin e John Robert Hoffman, tem produção de Dan Fogelman (criador de “This Is Us”) e traz Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez como três vizinhos obcecados por documentários criminais. A atração é a primeira série da carreira de Steve Martin e marca a volta de Selena Gomez ao formato, uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. Na trama, os três fãs de “true crime” resolvem criar um podcast ao se depararem em seu prédio com um mistério igual aos que amam assistir, o que também, por azar, os transforma em principais suspeitos do crime real. O final da 2ª temporada encerra o mistério original e avança no tempo para dar início a um novo “quem matou”. Ainda não há previsão de estreia para os novos episódios.












