Primeira Dama da Califórnia vai depor como vítima no julgamento de Weinstein
A documentarista Jennifer Siebel Newsom (“Fair Play”), esposa do atual governador da Califórnia, Gavin Newsom, vai depor como vítima no julgamento do produtor Harvey Weinstein (“Os Oito Odiados”), que começou nessa segunda (10/10), em Los Angeles. A data do depoimento de Newsom ainda não foi divulgada. “Como muitas outras mulheres, minha cliente foi agredida sexualmente por Harvey Weinstein em uma suposta reunião de negócios que acabou sendo uma armadilha”, disse a advogada Elizabeth Fegan, ao site Deadline. “Ela pretende testemunhar em seu julgamento a fim de buscar alguma medida de justiça para as sobreviventes e como parte do trabalho de sua vida para melhorar a vida das mulheres”. A advogada ainda afirmou que Newsom não pretende discutir este assunto fora do tribunal e pediu respeito pela decisão da Primeira Dama. Até esta segunda identificada apenas como “Jane Doe” (Joana Ninguém) no processo, Newsom teria sido estuprada por Weinstein entre setembro de 2004 e setembro de 2005, em Los Angeles, de acordo com documentos judiciais. Apesar de ter sido revelada agora como acusadora, Jennifer Siebel Newsom (que além de ser documentarista também tem uma extensa carreira como atriz) já tinha assumido que era uma das vítimas do produtor. Ela detalhou o ataque de Weinstein em um artigo publicado em 2017, no Huffington Post. “Eu era ingênua, nova na indústria e não sabia como lidar com seus avanços agressivos – convites de trabalho de um amigo tarde da noite no Festival de Cinema de Toronto e, mais tarde, um convite para encontrá-lo e conversar sobre um papel no Hotel The Peninsula, onde a equipe estava presente e, de repente, desapareceram, deixando-me sozinha com essa lenda de Hollywood extremamente poderosa e intimidadora”, escreveu ela na ocasião. O relato original de Siebel Newsom veio logo após o jornal New York Times expor as décadas de estupros, agressões e ameaças de assédio de Weinstein contra atrizes e outras mulheres na indústria do entretenimento. Weinstein está enfrentando quatro acusações de estupro, quatro acusações de cópula oral forçada, uma acusação de penetração sexual forçada, uma acusação de agressão sexual por contenção e agressão sexual, em diferentes incidentes envolvendo cinco mulheres no condado de Los Angeles, entre 2004 a 2013. Ele já foi condenado a 23 anos de prisão por um júri de Manhattan em março de 2020 por conta de outros crimes sexuais, e pode aumentar sua sentença para 140 anos de prisão se for considerado culpado em Los Angeles. O julgamento iniciou com a seleção do júri, processo que pode durar até duas semanas. Portanto, as acusadoras e suas testemunhas só devem começar a ser ouvidas depois do dia 22 de outubro. A expectativa é que o processa tenha duração de até dois meses no tribunal. Atualmente, Weinstein apela da decisão do tribunal de Nova York para tentar reverter ou diminuir sua sentença. O documentário mais recente de Jennifer Siebel Newsom, “Fair Play” (2022), venceu o Bergen International Film Festival. Seus trabalhados anteriores incluem “The Mask You Live In” (2015), vencedor de um prêmio no Festival Internacional de Las Vegas, e “Miss Representation” (2011), indicado ao Grande Prêmio do Juri no Festival de Sundance.
Fracasso de “Amsterdam” deve dar US$ 100 milhões de prejuízo
O fiasco do filme “Amsterdam” nas bilheterias vai dar um prejuízo estimado em US$ 100 milhões. Repleto de estrelas, a produção da New Regency faturou apenas US$ 6,5 milhões no fim de semana de estreia nos EUA e Canadá, e ainda foi destruído pela crítica. Os 33% de aprovação no Rotten Tomatoes representaram uma das notas mais baixas da carreira do diretor David O. Russell (“O Lado Bom da Vida”) e de cada integrante de seu elenco, incluindo os astros Christian Bale, Margot Robbie e John David Washington. Na comédia de época, o trio vive dois soldados e uma enfermeira, que criaram laços durante a 1ª Guerra Mundial e se veem incriminados num homicídio. E para provar sua inocência, acabam se envolvendo com uma variedade de personagens, todos vividos por famosos de Hollywood. Russell estava tentando replicar o sucesso de “Trapaça” seu filme de época de 2013 estrelado por vários famosos, que recebeu 10 indicações ao Oscar. Mas “Trapaça” abriu com US$ 19,1 milhões nos EUA e atingiu US$ 251,1 milhões em todo o mundo com um custo de produção de US$ 40 milhões. “Amsterdam” custou o dobro, US$ 80 milhões, e em seu fim de semana de estreia rendeu US$ 10 milhões em todo o mundo. Com base nessa abertura, o site Deadline projetou um rendimento global de US$ 35 milhões para o filme, antes de sair de cartaz, o que representaria metade do gasto investido em seu P&A – cópias e publicidade – , estimado em US$ 70 milhões em todos os países. O site também contabilizou uma possível rentabilização do filme em locações digitais e exibição na TV paga e plataformas diversas. E mesmo assim chegou ao valor de cerca de US$ 100 milhões (o site fala em US$ 97 milhões para ser exato) de prejuízo. Os custos elevados de produção não seriam culpa do elenco grandioso, que ainda inclui Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”), Zoe Saldana (“Vingadores: Ultimato”), Rami Malek (“007 – Sem Tempo Para Morrer”), Chris Rock (“Espiral – O Legado de Jogos Mortais”), Alessandro Nivola (“Os Muitos Santos de Newark”), Andrea Riseborough (“Oblivion”), Matthias Schoenaerts (“The Old Guard”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Mike Myers (“Bohemian Rhapsody”), Timothy Olyphant (“Justified”) e até a cantora Taylor Swift (“Cats”). Todos receberam o salário básico tabelado pelo Sindicato dos Atores, participando apenas pela oportunidade de trabalhar com Russell. O problema foi a covid-19. Por conta da pandemia, o elenco se recusou a viajar para filmar em Boston, conforme planejado. Isto ocasionou uma mudança de última hora nas locações, que aconteceram em Los Angeles e precisaram contar com mais cenas de estúdio que o previsto, além de custos extras de testagem. Felizmente, nenhum ator se contaminou e toda a produção se encerrou em 49 dias, sem atrasos que acarretassem novas despesas. O filme teve distribuição mundial da Disney, que entretanto não compartilha de seu prejuízo, já que teria recebido uma comissão fixa de US$ 1 milhão, acordada numa parceria entre os estúdios New Regency e 20th Century Studios, para colocar os filmes da New Regency nos cinemas.
Sucessão de polêmicas de Kanye West seriam sintomas de surto grave
Após ser bloqueado do Twitter e do Instagram por difundir ódio aos judeus, a saúde mental de Kanye West passou a ser questionada. Segundo apurou o site Page Six, amigos e familiares acreditam que o rapper está passando por um grave surto. Fontes da publicação afirmam que West está enfrentando a crise mais séria de seu quadro clínico, após revelar em 2019 que sofre de transtorno bipolar. Ainda de acordo com o site, o surto estaria por trás da decisão do rapper de demitir o assessor responsável por seu desfile em Paris na semana passada e de reformular todo o evento, substituindo a proposta inicial pelo polêmico slogan “White Lives Matter” (“Vidas Brancas Importam”), que causaram indignação nas redes sociais. Depois disso, Kanye teria demitido vários membros de seu staff que discordam das ideias que ele agora vem difundindo, incluindo o antissemitismo que passou a professar, com ameaças a judeus. Este discurso extremista seria um ensaio para uma provável segunda campanha delirante do artista pela presidência dos EUA, em 2024.
Wendell & Wild: Nova animação do diretor de “Coraline” ganha trailer macabro
A Netflix divulgou os pôsteres e um novo trailer de “Wendell & Wild”, animação em stop-motion dirigida por Henry Selick. A prévia mantém o clima sinistro dos desenhos anteriores do diretor, os impressionantes “Coraline” (2009) e “O Estranho Mundo de Jack” (1993). A trama acompanha dois irmãos demônios, Wendell e Wild, que exploram a ajuda de Kat Elliot, uma adolescente mórbida de 13 anos, para fazer uma conjuração que lhes permita entrar na Terra dos Vivos, trazendo com eles o inferno. O roteiro foi escrito pela dupla Jordan Peele (o diretor de “Não! Não Olhe”) e Keegan Michael-Key (ator de “A Bolha”), que retomam a parceria da série “Key and Peele” (2012-2015). Além disso, eles dublam os personagens do título. A atriz Lyric Ross (“This Is Us”) faz a voz de Kat e o elenco de dubladores ainda inclui Angela Bassett (“Pantera Negra”), Ving Rhames (“Missão: Impossível”), James Hong (“Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”), Ramona Young (“Eu Nunca…”) e Tamara Smart (“A Pior das Bruxas”). A estreia vai acontecer em 28 de outubro. Veja abaixo o trailer em duas versões: dublada em português e com as vozes originais.
Lily-Rose Depp é provocante em novo teaser de “The Idol”
A HBO divulgou um novo teaser da série “The Idol”, cocriada e estrelada por The Weeknd. A prévia destaca cenas sensuais protagonizadas por Lily-Rose Depp (“Viajantes”), filha dos astros Johnny Depp e Vanessa Paradis. Ela é estimulada a parecer sexy e provocante por uma equipe de produção, aparentemente durante a gravação de um vídeo musical. Desenvolvida em colaboração entre The Weeknd e Sam Levinson, criador de “Euphoria”, “The Idol” acompanha uma cantora pop, que começa um romance com um guru de autoajuda e dono de um clube de Los Angeles, sem saber que ele é líder de uma seita secreta. Abel “The Weeknd” Tesfaye vive o guru. O elenco também inclui Suzanna Son (“Red Rocket”), os cantores Troye Sivan (“Boy Erased”), Moses Sumney (“Creed”), Jane Adams (“Hung”), Dan Levy (“Schitt’s Creek”), Hank Azaria (“Brokmire”), Eli Roth (“Bastardos Inglórios”), Rachel Sennott (“Shiva Baby”), Hari Nef (“País da Violência/Assassination Nation”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome é Dolemite”), Ramsey (“Clementine”), o produtor musical Mike Dean, a recém-falecida Anne Heche (“Chicago P.D”) e ninguém menos que Jennie Ruby Jane, mais conhecida como Jennie Kim do fenômeno musical sul-coreano BLACKPINK. Sem data de estreia marcada, a série é esperada para 2023.
Filme “Medo”, com Mark Wahlberg e Reese Witherspoon, vai virar série
O thriller “Medo” (Fear, 1996), estrelado pelos então astros em ascensão Mark Wahlberg (“Uncharted – Fora do Mapa”) e Reese Witherspoon (“The Morning Show”), vai virar série, desenvolvida para o serviço de streaming Peacock. No filme original, a jovem Nicole (Witherspoon) conhece o charmoso David (Wahlberg), por quem ela imediatamente se apaixona. Mas ela não sabe que ele tem um lado sombrio e logo a adoração dele por ela se transforma em uma violenta obsessão. Dirigido por James Foley (“Cinquenta Tons de Liberdade”), o filme fez um relativo sucesso, rendendo mais de US$ 20 milhões nas bilheterias, uma quantia considerável quando comparada ao seu orçamento de US$ 6,5 milhões. Desde então, o longa adquiriu um status de cult. Segundo a sinopse oficial, a série vai ser uma “reinvenção moderna que acompanha dois jovens amantes em um jogo psicológico de gato e rato – mas quem é o gato e quem é o rato? Quando David e Nicole se encontram pela primeira vez em Seattle, parece um romance épico, o único na vida. Mas logo fica claro que o casal aparentemente perfeito é tudo menos isso. Contada a partir de pontos de vista conflitantes, a série lidará com os demônios pessoais dos personagens, com agendas ocultas e reformulará a convenção ‘ele disse que ela disse’ em uma história sobre relacionamentos tóxicos cheia de suspense e reviravoltas.” A série “Fear” foi criada por Jessica Goldberg (roteirista de “Cherry – Inocência Perdida”), que também vai produzir a atração ao lado de Brian Grazer (produtor do original) e do cineasta Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”) – os dois são sócios na produtora Imagine Entertainment. Ainda não há previsão de estreia. Assista abaixo ao trailer do filme “Medo”.
Insatisfação com “Halloween – Ressurreição” fez Jamie Lee Curtis voltar à franquia
A atriz Jamie Lee Curtis revelou ter aceitado voltar à franquia “Halloween” porque estava insatisfeita com o final dado à personagem Laurie Strode nos filmes anteriores. A revelação foi feita pela própria atriz, durante a Comic Con de Nova York. Na ocasião, Curtis lembrou que ela já tinha retornado à franquia no filme “Halloween H20: Vinte Anos Depois” (1998), que tinha o propósito de dar um fim à saga de Laurie Strode e Michael Meyers. Entretanto, na ocasião, os produtores não queriam que o filme terminasse com a morte do assassino. “Agora, isto foi dito com o trem em movimento, quero dizer, quando estávamos prontos para filmar”, contou ela. “Eu bati o pé: ‘Não vou fazer isso, não vou provocar o público novamente'”. Assim, “Halloween H20: Vinte Anos Depois” terminou com Laurie decapitando Michael, numa cena que deveria ter encerrado a franquia. Mas os roteiristas deixaram uma porta aberta e, quatro anos depois, “Halloween – Ressurreição” mostrou outra versão do desfecho. A explicação dada foi a de que Meyers havia trocado de roupa com um paramédico, e que a pessoa que Strode decapitou era, na verdade, um homem inocente. Curtis falou que não se importou com a mudança, desde que aquilo significasse a sua despedida da franquia. Mas estipulou uma condição para aceitar esta possibilidade. “Eu disse: ‘OK, se vocês vão fazer isso, e parece que terminou para Laurie, e meu público sente que acabou, então eu farei. Mas vocês terão que me pagar muito dinheiro no próximo filme e me matar nos primeiros dez minutos do filme, porque então ficará claro que eu [na verdade, Laurie] matei um homem inocente e não poderia viver com isso.” “Halloween – Ressurreição” mostrou Michael Meyers finalmente matando Laurie Strode logo no início do filme, numa cena de deveria marcar o fim da participação de Curtis na franquia. Mas tudo mudou quando ela recebeu o roteiro do reboot, “Halloween” (2018), co-escrito pelo cineasta David Gordon Green. “Ele me enviou um roteiro [que desconsiderava os filmes anteriores] e disse que ela passou 40 anos se escondendo atrás de arame farpado, emocionais e físicos”, explicou Curtis. “Às custas de sua filha e neta, porque ela sabe que Michael Meyers está voltando. E era esse filme incrível sobre Laurie e seu trauma.” A conexão do novo filme com os tempos atuais também foi um fator determinante para que ela aceitasse retornar. “Era esse lindo filme sobre uma mulher assumindo o controle de sua vida e coincidiu com as mulheres ao redor do mundo se levantando e assumindo o controle de suas vidas e dizendo ‘Me Too’, ‘Me Too’, ‘Time’s’ Up’ e ‘Me Too.'” Agora, Curtis está empolgada em compartilhar com o público o verdadeiro final da sua personagem, que será revelado em “Halloween Ends”, último capítulo da trilogia iniciada em 2018. Numa entrevista anterior, concedida à revista Total Film, ela falou um pouco sobre o que o público pode esperar desse novo filme. “Quando encontramos Laurie Strode, ela já conseguiu ajuda”, contou. “Ajuda para processar o nível de violência que foi perpetrado contra ela e sua família. Ela fez o trabalho. E há um momento no início do filme em que você realmente conhece Laurie – não vou dizer que ela é tão inocente quanto era aos 17 anos – mas há uma camada de esperança sobre ela. Esse é um belo lugar para começar um final realmente trágico e incrivelmente violento”, completou. A trama do novo filme vai se passar quatro anos após os eventos mostrados em “Halloween Kills” (2021). Agora, Laurie está morando com sua neta, Allyson (Andi Matichak) e terminando de escrever suas memórias. Laurie decidiu se libertar do medo e da raiva e abraçar sua vida. Mas quando um jovem, Corey Cunningham (Rohan Campbell), é acusado de matar um menino que ele estava cuidando, isso desencadeia uma cascata de violência e terror que forçará Laurie a finalmente enfrentar o mal que ela não pode controlar. Além de Curtis, a nova trilogia também resgatou Kyle Richards, que viveu originalmente uma das crianças cuidadas pela então babá Laurie em 1978, e introduziu a filha e a neta da heroína, vividas por Judy Greer e Andi Matichak. Com direção de David Gordon Green (dos dois “Halloween” anteriores), o filme derradeiro tem estreia marcada para quinta-feira (13/10) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
“The Boys” apresenta novas super-heroínas da 4ª temporada
O serviço de streaming Amazon Prime Video divulgou as primeiras fotos das atrizes Susan Heyward (“Orange Is the New Black”) e Valorie Curry (“The Lost Symbol”) devidamente caracterizadas como as super-heroínas Sister Sage e Firecracker, que serão introduzidas na 4ª temporada da série “The Boys”. As fotos destacam os uniformes das personagens. Até o momento não foram divulgados mais detalhes sobre as personagens. O uniforme das duas foi criado pela estilista Laura Jean Shannon, que também foi responsável pelo uniforme do personagem Soldier Boy (Jensen Ackles), visto na 3ª temporada da série. A 4ª temporada de “The Boys” vai se concentrar na influência do Capitão Pátria (Anthony Starr) sobre seu filho Ryan, interpretado por Cameron Crovetti. O jovem ator foi promovido ao elenco fixo da série nos novos episódios, após sua participação impactante no final da temporada passada. Ainda não há previsão de estreia para os novos capítulos, atualmente em produção em Toronto, no Canadá.
Diretores de “O Telefone Preto” e “Hellraiser” farão novo “V/H/S”
Os cineastas Scott Derrickson (“O Telefone Preto”) e David Bruckner (do novo “Hellraiser”) vão dirigir segmentos do vindouro “V/H/S/85”, novo filme da franquia de terror “V/H/S”, uma coleção de antologia de estilo “found footage”. O anúncio foi feito durante a Comic Con de Nova York. Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados, além de se passar em 1985. Mas o filme também vai contar com a participação dos cineastas Mike P. Nelson (“Pânico na Floresta: A Fundação”), Gigi Saul Guerrero (“Bingo Hell”) e Natasha Kermani (“Lucky”). A franquia “V/H/S” começou em 2012, quando um grupo de cineastas independentes se reuniu para juntar pequenos curtas de terror num longa com a temática de vídeos em VHS. Desde então, ela já teve três continuações lançadas. Curiosamente, David Bruckner era um desses cineastas presentes na concepção da franquia. “A série ‘V/H/S’ é uma carta de amor contínua para as maldades e a variedade louca do horror antológico de found footage”, disse Bruckner. “Tendo dirigido um segmento do filme original, estou muito empolgado por estar de volta atrás das câmeras em ‘V/H/S/85’, ao lado de algumas das minhas vozes favoritas no gênero.” “V/H/S/85” será lançado em 2023, pelo serviço americano de streaming Shudder, especializado em terror, que pertence ao canal pago AMC. O serviço também produziu o capítulo mais recente da franquia, intitulado “V/H/S/99”, que estreia em 20 de outubro. Confira o trailer abaixo.
Selena Gomez passa por transformação em trailer de documentário
A Apple TV+ divulgou o pôster e o trailer legendado do documentário “Selena Gomez: Minha Mente e Eu”, que mostra a luta da cantora e atriz contra a depressão durante seu tratamento com lúpus. Dirigido por Alek Keshishian, conhecido por outro famoso documentário musical, “Na Cama com Madonna” (1991), o filme aborda a carreira de Gomez e seus problemas de saúde, tanto física quanto mental, e vinha sendo desenvolvido em segredo há seis anos. Mas apesar de imagens de hospitais e da artista pensativa, a prévia acaba revelando outro foco da produção: apresentar a transformação de Selena em filantropa, destacando sua nova missão de vida para “ajudar os outros”. O trailer é quase chapa-branca neste sentido. “Selena Gomez: Minha Mente e Eu” chega no streaming da Apple em 4 de novembro.
“Sorria” estreia no topo das bilheterias do Brasil
O terror “Sorria” estreou em 1º lugar nas bilheterias brasileiras, repetindo seu bom desempenho dos EUA. Com renda de R$ 3,5 milhões, o filme foi assistido por 188 mil pessoas entre quinta-feira e domingo (9/10), segundo dados inéditos da Comscore. Após liderar o ranking por duas semanas consecutivas, “A Mulher Rei” ficou em 2º lugar, com R$ 3,26 milhões e mais de 160 mil ingressos vendidos. Lançado em mais telas que os dois, a estreia da animação “Aventuras de Tadeo e a Tábua de Esmeralda” emplacou o 3º lugar, vista por 108 mil espectadores e com faturamento de R$ 1,98 milhão. “A Orfã 2 – A Origem” (R$ 1,43 milhão) e “Amsterdam” (R$ 1,11 milhão) completam o Top 5. Apesar de incluir diversos famosos, como Christian Bale, Margot Robbie e John David Washington, “Amsterdam” foi um fiasco, atraindo apenas 45 mil pessoas. A estreia nacional “Os Suburbanos” ainda apareceu em 8º lugar no Top 10, que pode ser conferido abaixo. 1. “Sorria” 2. “A Mulher Rei” 3. “As Aventuras de Tadeo e a Tábua de Esmeralda” 4. “Órfã 2 – A Origem” 5. “Amsterdam” 6. “Morte Morte Morte” 7. “Avatar” 8. “Os Suburbanos” 9. “Minions 2: A Origem de Gru” 10. “Ingresso para o Paraíso”
Hackers afetam “A Fazenda” no Playplus e e-mails da Record TV
A Record TV ainda não se pronunciou oficialmente sobre o ataque hacker que está impedindo acesso aos arquivos e material gravado da emissora, mas os resultados são visíveis em sua programação, especialmente em programas jornalísticos. Os problemas se estendem também à edição de “A Fazenda” no Playplus. Enquanto as câmeras ao vivo seguem funcionando, a disponibilização da íntegra dos programas foi interrompida na quinta (6/10) e os trechos tem sido publicados de forma esporádica e com enorme atraso. A função “ao vivo” da Record TV no Playplus também segue fora do ar desde o início do ataque. Além disso, a coluna de Fefito apurou que a própria intranet (a internet privada) da emissora está fora do ar, dificultando os trabalhos internos, e os e-mails corporativos foram sequestrados. Os hackers teriam se apossado de anos de conteúdos de e-mails trocados, enviados e recebidos por funcionários – um número incalculável de mensagens. A descoberta teria causado um verdadeiro clima terror na Record, porque coloca os e-mails privados de toda a cúpula da emissora, incluindo bispos da Universal, nas mãos dos invasores.
Miguel Falabella passa aniversário em aeroporto devido a caos aéreo
O multitalentoso Miguel Falabella completou 66 anos nesta segunda-feira (10/10) no aeroporto de Confins. Em cartaz com a peça “A Mentira” em Belo Horizonte, ele passou a meia-noite de seu aniversário no aeroporto, sem conseguir voltar para a casa, devido ao caos provocado por um acidente em Congonhas, em São Paulo. Na festa de chá de espera, ele teve a companhia da atriz Danielle Winits, com quem divide o espetáculo. “Encerramos BH com uma plateia linda e, por causa do acidente em Congonhas, não embarcamos, não temos pra onde ir e estamos sentados no chão de Confins, rindo porque não nos resta outra coisa. É o que temos pra hoje!”, publicou ele em seu perfil no Instagram, recebendo muitos comentários de “parabéns” de colegas, como Grace Gianoukas e Maitê Proença. Danielle também comentou a situação. “Já é niver dele e a gente tá como? Sentados na rua pós peça com nosso voo cancelado, caos no aero pra tudo quanto é lado, mas o amor por aqui é nosso maior aliado. Te amo infinito”. A confusão no aeroporto de Belo Horizonte se repetiu em vários outros no país. Em Guarulhos, as filas tinham centenas de pessoas e preenchiam toda a área do check-in até as escadarias do embarque, porque na noite de domingo (9/10), um acidente com uma aeronave de pequeno porte fez a pista do aeroporto ser interditada por quase nove horas. De acordo com a Infraero, 19 voos registravam atraso e 20 foram cancelados. No horário do almoço desta segunda (10/10), Falabella voltou ao Instagram para registrar uma foto para registrar que continuava no aeroporto. “Ainda no aeroporto. Mas de hoje não passa! Beijos aos amigos!”, escreveu.












