Faustão é internado com problemas no coração em São Paulo
Faustão está internado com insuficiência cardíaca há 12 dias no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. A unidade de saúde emitiu uma nota à imprensa nesta quinta-feira (17/8) sobre o quadro do apresentador. “Fausto Silva está internado desde o dia 05 de agosto para o tratamento de compensação clínica de insuficiência cardíaca. Neste momento, encontra-se estável e em cuidados intensivos”, diz o comunicado. O documento teve assinatura do cardiologista Fernando Bacal e do diretor-médico e serviços hospitalares Miguel Cendoroglo Neto, ambos da unidade da Zona Sul paulista. A informação foi confirmada por Luciana Cardoso, esposa do apresentador de 73 anos. Até o momento, não há maiores detalhes ou outras informações.
Mãe de Larissa Manoela quebra silêncio: “Nunca quisemos ficar com nada dela”
Silvana Taques, a mãe de Larissa Manoela, quebrou o silêncio sobre as declarações polêmicas da atriz na entrevista do “Fantástico”. Em entrevista à Folha de S. Paulo, Silvana disse estar preocupada com a filha de 22 anos e admitiu que não teve “intenção de prejudicá-la”. Sem querer entrar no mérito jurídico do rompimento, ela comentou sobre o áudio exposto por Larissa no qual ela diz ter apenas o “título de mãe”. A ex-empresária afirmou que a mensagem teria sido revelada fora de contexto. “Nós conversávamos sobre o futuro pessoal dela, e não sobre trabalho. Eu me referia ao fato de ela não estar aceitando os meus conselhos de mãe. Eu não queria ter o título de mãe apenas. Eu queria que ela me escutasse, de fato, como a mãe dela, a pessoa que a ama e sempre amará”, disse ela à colunista Mônica Bergamo. Silvana, que deixou sua profissão de pedagoga para dedicar-se à carreira de Larissa, admitiu ter ficado chateada com a exposição da briga familiar em rede nacional. Apesar da confusão, ela assegurou que seu amor pela filha não mudou. “O meu sentimento verdadeiro é de profunda tristeza e desolação, e de imensa preocupação com ela”, declarou. “Amo a minha filha, e continuarei amando. Tudo o que eu fiz, por anos, foi respeitar as escolhas dela. Nada foi feito, nenhuma decisão foi tomada, sem o conhecimento e o consentimento dela. Sempre perguntamos para a Larissa sobre cada trabalho e esclarecíamos: ‘Você não é obrigada a fazer’”, enfatizou ela. Contradições Mesmo tendo vendido propriedades sem o conhecimento de Larissa, Silvana afirmou que sempre cuidou do patrimônio para proteger o futuro da filha. “Não tenho nem nunca tive intenção alguma de prejudicá-la. A nossa única intenção como pais, ao constituir as empresas, foi blindar o patrimônio da Larissa contra terceiros. Nunca quisemos ficar com nada dela”, garantiu, sem mencionar os R$ 18 milhões que a atriz disse ter aberto mão para não brigar com os pais. A mãe de Larissa Manoela também negou ter controlado os passos da atriz e disse que tentou poupá-la de sofrimento. “Se houve alguma falha minha e do meu marido [Gilberto Elias], foi talvez a de pecar pelo excesso de zelo com ela. Fizemos de tudo para ela nunca precisar aprender algo pela dor. Tentamos poupá-la de sofrimentos”, disse Silvana. Por fim, Silvana Taques disse que gostaria de tentar conversar com a filha para esclarecer a situação, porém sem alimentar as páginas de fofoca. “Não vamos polemizar nem transformar uma gota em uma lagoa. No momento em que ela sinalizar que precisa de nós, com certeza estaremos de braços abertos para ajudá-la no que for preciso”, afirmou. “Jamais eu deixarei de ser a mãe dela. Jamais deixarei de amá-la. Embora pequena, formada apenas por nós três, sempre fomos uma família. E ela sempre foi uma ótima filha”, completou a ex-empresária da própria filha.
Taylor Swift teria recusado apresentação no Super Bowl 2024
Taylor Swift teria recusado um convite para se apresentar no Halftime Show durante a final do Super Bowl 2024. Segundo informações do Hits Daily Double, a cantora seria a escolha lógica para o show do intervalo do campeonato devido ao sucesso da “The Eras Tour”. No entanto, o veículo diz que a artista teria negado a oportunidade por duas possíveis razões: a primeira sugere que Taylor gostaria de um cachê maior da NFL, enquanto a outra alternativa aponta os altos gastos para custear parte do show do intervalo. Outro possível nome O intervalo do Super Bowl 2024 ainda segue sem artistas oficiais, mas o site acredita que a atração terá um show de Jay-Z. Vale lembrar que ele recusou uma oferta semelhante feita em 2018. A decisão poderia explorar o enorme repertório do rapper, que possui uma das carreiras mais longas do gênero musical, já que ele poderia realizar uma retrospectiva de seus maiores sucessos para o público. Além disso, seria uma chance de vê-lo ao lado de Beyoncé e Blue Ivy, a filha do casal. A final do Super Bowl acontecerá no dia 11 de fevereiro de 2024, em Las Vegas, nos Estados Unidos.
L7NNON faz homenagem póstuma ao “Rei do Passinho” em novo clipe
O rapper L7NNON revelou o clipe de “A Pedido”, um remix feito em colaboração com MC Tikão, DJ Mandrake e a cantora Kloe. A faixa já está disponível em todas as plataformas digitais. O vídeo conta com a participação dos veteranos do passinho e faz um tributo a Gambá, dançarino assassinado brutalmente após sair de um baile funk em 2012. O rapaz de 22 anos era conhecido como o “Rei do Passinho” e fez sucesso no programa “Esquenta!”, de Regina Cazé. “A Pedido Remix” celebra a história e cultura do funk através dos típicos passinhos dos bailes cariocas. A faixa ainda tenta resgatar o “tamborzão da relíquia” através das parcerias com MC Tikão e DJ Mandrake, testemunhas oculares da evolução do gênero musical. Conexão funk Não é de hoje que o rapper deixa evidente seu carinho pelo funk carioca, já que ele está envolvido nos maiores hits atuais como “Desenrola Bate Joga de Ladin”, “Sei Que Tu Gosta Muito” e “Ai Preto”. Agora, ele tenta manter a linha dos últimos sucessos com a música “A Pedido Remix”, que representa seu primeiro lançamento sob o selo autoral Hip Hop Rare Record, empresa que tem como intuito impulsionar novos talentos. Confira o clipe.
“Besouro Azul” e “Fale Comigo” chegam ao cinema
Dois grandes lançamentos dividem as salas nesta quinta-feira (17/8), o novo filme de super-herói “Besouro Azul” e o elogiado terror “Fale Comigo”, que vão disputar o público de cerca de mil salas. Os demais lançamentos, incluindo a comédia nacional de apelo popular “Vai Ter Troco”, ficam com o circuito intermediário e limitado. Confira a seguir todas as estreias da programação. BESOURO AZUL O primeiro filme de super-herói latino da DC – e estreia de Bruna Marquezine em Hollywood – é melhor que seu trailer deixava entrever, graças a um elenco carismático e o uso extensivo da família do herói, que alimenta cenas de humor bem alinhadas com as sequências de ação. Entretanto, não escapa dos clichês dos filmes de origem e dos problemas crônicos das produções da DC, como vilões genéricos, efeitos visuais fracos e uma narrativa previsível. Em seu primeiro papel em inglês, Marquezine vive Jenny Kord, personagem que não existe na DC Comics, mas que no filme é apresentada como filha de Ted Kord (o segundo Besouro Azul dos quadrinhos), que ao tentar preservar o legado de seu pai desaparecido e impedir que sua tecnologia caia nas mãos de sua tia maligna, torna-se responsável por entregar o besouro alienígena a Jaime Reyes, vivido por Xolo Maridueña (“Cobra Kai”). O problema é que o artefato transforma o jovem no hospedeiro de uma arma de outro mundo. Ao se fundir à espinha de Jaime, o traje tecnológico extraterrestre possibilita ao adolescente do Texas aumentar sua velocidade e sua força, além de materializar armas, asas e escudos. Só que o uniforme tem uma agenda própria e não é sempre que obedece aos comandos do jovem – por sinal, a voz emitida pelo traje é fornecida pela cantora Becky G (“Power Rangers”). O roteiro foi escrito por por Gareth Dunnet-Alcocer (do remake de “Miss Bala”), a direção é de Ángel Manuel Soto (“Twelve”) e o elenco ainda destaca Adriana Barraza (“Rambo: Até o Fim”), Damian Alcázar (“O Poderoso Vitória”), Raoul Max Trujillo (“Mayans M.C.”), George Lopez (“As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl”), Harvey Guillén (“What We Do in the Shadows”) e Susan Sarandon (“Thema e Louise”) como a tia vilã de Marquezine. FALE COMIGO Com a fama de melhor terror dos últimos anos, o longa de estreia dos irmãos gêmeos Danny e Michael Philippou apresenta uma trama de possessão diferente de tudo que já foi feito. O filme acompanha um grupo de jovens na Austrália, que descobrem uma mão embalsamada que supostamente pertenceu a um médium ou satanista. Essa mão torna-se o objeto central de um jogo perigoso e viciante, que permite aos jogadores comunicar-se com os mortos. Ao segurar a mão e pronunciar as palavras “fale comigo”, o jogador pode ver o que parece ser um fantasma. Ao adicionar “eu te deixo entrar”, o espírito assume o controle do corpo do jogador até que alguém retire o objeto de suas mãos. Existem regras adicionais envolvendo uma vela e um tempo limite, para impedir que a possessão não dure mais de 90 segundos. A protagonista, Mia (Sophie Wilde, de “Eden”), uma adolescente introvertida que perdeu a mãe, é atraída por essa experiência sobrenatural, inicialmente tratada como uma atração de festa, mas logo descobre como a brincadeira pode ser mortal quando as regras são quebradas. A trama também aborda temas como a cultura da internet, onde a possessão demoníaca se torna uma tendência viral, e a busca por escapismo através de rituais perigosos. O filme foi um sucesso instantâneo no Festival de Sundance deste ano, quando caiu nas graças dos críticos e desencadeou uma guerra por seus direitos de distribuição – vencida pelo estúdio indie especializado A24. Com impressionantes 95% de aprovação da crítica, registrada no site Rotten Tomatoes, a obra chama atenção pelos efeitos assustadores e a habilidade dos diretores em equilibrar humor e terror. PASSAGENS O drama adulto segue o relacionamento de um casal gay, Tomas (o alemão Franz Rogowski) e Martin (o inglês Ben Whishaw), cuja dinâmica é abalada quando Tomas se envolve com Agathe (a francesa Adèle Exarchopoulos). Passada em Paris, a história explora a complexidade do desejo, a atração sexual e as emoções, com Tomas movendo-se impulsivamente entre seus parceiros, enquanto Martin e Agathe tentam navegar em suas próprias respostas a essa dinâmica volátil. A narrativa é infundida com uma abordagem naturalista, com cenas de sexo que são tanto gráficas quanto honestas, e um olhar inquisitivo sobre as relações humanas. Além de trazer protagonistas de três nacionalidades diferentes, a produção é dirigida pelo americano Ira Sachs, que também assina o roteiro com seu parceiro brasileiro Mauricio Zacharias. Os dois trabalharam juntos em filmes premiados de temática gay, como “Deixe a Luz Acesa” (2012) e “O Amor é Estranho” (2014), mas esta foi a primeira vez que foram surpreendidos pelo conservadorismo americano, ao receberem a mais elevada classificação etária disponível, NC-17, que poucos cinemas aceitam exibir nos EUA. Apesar dessa controvérsia, o filme não busca chocar, mas sim oferecer uma visão perspicaz e muitas vezes humorada do narcisismo e das relações contemporâneas, com texto mordaz e performances vibrantes que merecem ser saboreadps e discutidos. A crítica dos EUA aplaudiu com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. AS ÓRFÃS DA RAINHA Com rica contextualização histórica, o ótimo drama de época mineiro se passa no final do século 16 e explora a chegada das primeiras mulheres enviadas de Portugal para ajudar a povoar a colônia brasileira. Para seu segundo longa, a diretora Elza Cataldo se inspirou em um verbete que encontrou no livro “Dicionário do Brasil Colônia”, organizado pelo historiador Ronaldo Vainfas, que descreve a expressão “órfãs da Rainha” como a denominação dada às mulheres enviadas com essa missão. O filme também aborda o terrível capítulo da Inquisição, a perseguição religiosa promovida pela Igreja Católica que chegou ao Brasil em 1581. A cineasta se cercou de autoridades no assunto, leu mais de 300 livros para retratar com fidelidade esse período e ainda visitou o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa, onde estão os documentos da Inquisição portuguesa. O resultado é uma trama fictícia, mas bastante realista, sobre os desafios enfrentados por três irmãs órfãs ao serem enviadas da corte portuguesa para a precariedade do Brasil colônia, onde encontram índios que comem gente, machismo e ainda precisam lidar com a intolerância da Igreja. A narrativa se aprofunda na transformação pessoal das personagens e na forma como lidam com a adversidade, entrelaçando suas histórias individuais com a História do Brasil. TEMPOS DE BARBÁRIE – ATO I: TERAPIA DA VINGANÇA O primeiro trabalho de Cláudia Abreu (“Desalma”) após sair da Globo é um “Desejo de Matar” brasileiro. Ela vive uma advogada chamada Carla, cuja vida sofre uma reviravolta brutal quando sua filha é baleada em uma tentativa de assalto e fica em estado grave. Apesar de buscar apoio em grupos de ajuda, ela se encontra insatisfeita com a falta de resultados da investigação policial e decide fazer justiça com as próprias mãos. Dirigido por Marcos Bernstein (“O Amor Dá Voltas”), o suspense nacional aborda temas como violência urbana, corrupção, tráfico de armas, ineficácia policial e crime organizado, e se diferencia ao mostrar que o puxar do gatilho é o resultado de uma cadeia de acontecimentos, que inicia no acesso à arma e termina fazendo a violência parecer natural. O elenco conta com Júlia Lemmertz (“Novo Mundo”), Alexandre Borges (“Deus Salve o Rei”), César Melo (“Bom Dia, Verônica”), Kikito Junqueira (“A Força do Querer”), Pierre Santos (“Impuros”), Adriano Garib (“Bom Dia, Verônica”) e Claudia Di Moura (“Segundo Sol”). Bernstein também é um dos roteiristas do filme, juntamente com Victor Atherino (“Faroeste Caboclo”) e Paulo Dimantas (“Todas as Melodias”). VAI TER TROCO A comédia brasileira narra a história de funcionários domésticos que trabalham para uma família rica e trambiqueira – que deve meses de salários e ainda se envolve num escândalo de corrupção. Percebendo que seus patrões não vão arcar com seus pagamentos, eles iniciam uma revolução na mansão. Com direção Maurício Eça (“Barraco de Família”), o longa segue a fórmula das sitcoms nacionais, com timings de piadas televisivas – e poderia facilmente virar uma série. O elenco destaca no elenco Miá Mello (“Meu Passado Me Condena”), Marcos Veras (“Vai na Fé”), Giovanna Grigio (“Rebelde”), Evelyn Castro (“Tô de Graça”), Nany People (“Cama de Gato”), Edmilson Filho (“Cine Holliúdy”) e os cantores Ludmilla e Falcão. | COISAS DO AMOR | A comédia romântica alemã segue um astro famoso alemão, que, após participar de uma entrevista desastrosa, resolve se esconder da imprensa num pequeno teatro feminista independente LGBTIAP+ à beira da falência. Bebendo até cair, ele é encontrado desmaiado pela equipe da peça e acaba se envolvendo com uma feminista, contra todas as expectativas. Sua fama poderia ajudar a salvar o teatro da falência, mas para isso ele precisa restaurar sua reputação primeiro – e, no processo, dar uma chance ao amor, diante do olhar atordoado dos fãs que não conseguem entender esse desenvolvimento inesperado. A direção é de Anika Decker (“High Society”) e o elenco destaca Elyas M’Barek (“O Caso Collini”) e Lucie Heinze (“Professor T.”). EAMI O filme paraguaio de Paz Encina (“Hamaca Paraguaya”) é uma mistura quase inclassificável de realidade e ficção, que aborda o tema do desmatamento na região de Chaco, no norte do Paraguai, sob a perspectiva indígena. A narrativa segue uma menina chamada Eami, que, segundo a cosmogonia dos ayoreos, seria a reencarnação de uma divindade chamada Asojá. De modo simbólico, Eami deve proteger e ao mesmo tempo curar a terra indígena invadida e profanada por brancos insensíveis que, por décadas, tentaram transformar a região em terreno favorável para a indústria e o comércio pecuário. Vencedora do Festival de Roterdã, o filme não se centra em um conflito de violência explícita, mas sim em uma imersão total na vida, costumes e lendas da comunidade hostilizada, explorando a relação intensa desse povo com a natureza, por meio de uma belíssima cinematografia e um design sonoro notável. AS TRÊS VIDAS DE FRIEDA WOLFF Frieda Wolff (1911-2008) foi uma pesquisadora judia alemã que escapou do nazismo e emigrou para o Brasil em 1934. Depois de se dedicarem ao comércio óptico por 30 anos, ela e seu marido Egon, iniciaram um trabalho de pesquisa sobre a presença judaica no país, que resultou na publicação de mais de 40 livros. A partir de uma longa entrevista gravada com Frieda em 2003, o amigo Milton Weintraub inicia uma busca para remontar em três atos a trajetória desta personagem tão desconhecida quanto fundamental para a história dos judeus no país. ALDEIA NATAL O cineasta Guto Pasko volta à colônia de imigrantes ucranianos em que nasceu no Paraná. Ele deixou a casa dos pais ainda criança, com apenas 11 anos, e manteve distância por 30 anos – por motivos culturais e religiosos. Agora retorna com câmera na mão para confrontar todos os seus fantasmas do passado, e na busca pela sua ancestralidade leva seus pais à Ucrânia para buscarem juntos as aldeias de onde vieram seus antepassados, 123 anos depois de terem vindo para o Brasil. METALLICA M72 WORLD TOUR LIVE FROM TX Transmissão ao vivo do show da banda Metallica, que vai acontecer no Texas, EUA, nos dias 19 e 21 de agosto.
Viola Davis homenageia Léa Garcia: “Uma honra ter te conhecido”
A atriz americana Viola Davis usou sua conta no Instagram para prestar homenagens a Léa Garcia, atriz brasileira que morreu na terça-feira (15/8) aos 90 anos, no Rio Grande do Sul, onde receberia uma homenagem no Festival de Gramado pelas realizações de sua carreira. “Foi uma honra ter te conhecido, Dona Léa. Obrigado por suas contribuições ao nosso ofício”, escreveu a atriz, junto de uma foto de sua passagem pelo Brasil no ano passado, quando veio divulgar o filme “A Mulher Rei”. A foto mostra um encontro de Viola com artistas brasileiros, inclusive Léa Garcia. A reunião aconteceu na casa de Taís Araújo e Lázaro Ramos e contou com a presença também de Iza, Zezé Motta, Seu Jorge e Ícaro Silva, entre outros. O Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por VIOLA DAVIS (@violadavis) momento foi registrado em fotos publicadas pelo casal no Instagram. “Recebendo amigos. Noite linda e mais que especial”, escreveu Taís quando da ocasião.
Elenco de “Riverdale” desabafa sobre pressões ao fim da série: “Foi difícil”
Após sete temporadas, “Riverdale” está chegando ao fim, e o elenco decidiu compartilhar seus pensamentos sobre a série, incluindo as pressões de serem símbolos sexuais, as críticas constantes nas redes sociais e as histórias cada vez mais absurdas que marcaram as últimas temporadas. Em uma entrevista coletiva com a Vulture, Lili Reinhart admitiu que não foi fácil saber que “nosso programa era muito zoado”. Alvo de piadas Embora “Riverdale”, baseada nos personagens da Archie Comics, tenha sido recebida com elogios durante a 1ª temporada em 2017, as tramas ficaram progressivamente mais extravagantes. O que eram episódios de dramas de escola e romance logo viraram batalhas contra serial killers e até contra o diabo, além de incluírem abduções alienígenas, bruxaria e viagens no tempo. Isso levou os fãs a postarem compilações de momentos insanos do programa nas redes sociais, atraindo muitos comentários e críticas negativas. A intérprete de Betty Cooper lamentou esta percepção: “Realmente não foi fácil sentir que você é o alvo de uma piada. Todos nós queremos ser atores; somos apaixonados pelo que fazemos. Então, quando a absurdidade de nosso programa se tornou um ponto de discussão, foi difícil.” Camila Mendes, que interpreta Veronica Lodge, defendeu os roteiros de Roberto Aguirre-Sacasa, criador da atração, lembrando que se trata de uma adaptação de quadrinhos. Ela comparou “Riverdale” aos filmes de super-heróis. “Os filmes de super-heróis são a principal coisa nas bilheterias hoje em dia, e essas são as histórias mais absurdas que você pode imaginar!”, exclamou ela. Ela citou personagens de “Os Guardiões da Galáxia” da Marvel como exemplo: “Você tem um guaxinim falante lutando contra alienígenas no espaço! Ninguém diz: ‘Isso não faz sentido.’ Somos uma história em quadrinhos; é para ser divertido, fictício e estranho.” Pressão de ser símbolo sexual KJ Apa, que vive Archie Andrews, falou abertamente sobre a pressão de ser um símbolo sexual na série. “Pode mexer com sua cabeça um pouco”, confessou ele. Apa inicialmente gostou da ideia de mostrar seu corpo, mas rapidamente descobriu os contras. “Você tem que se manter constantemente em forma incrível. Isso pesa”, admitiu ele, lembrando que qualquer cena era desculpa para tirar a camisa. Madelaine Petsch, Lili Reinhart e outros membros do elenco também compartilharam suas lutas com a imagem corporal. Petsch, intérprete de Cheryl Blossom, revelou que chorou durante uma sessão de fotos de lingerie, quando nenhum sutiã ficou bom, enquanto Reinhart falou sobre o desafio de crescer junto do programa e ver constantemente imagens de si mesma quando era mais jovem. “Meu corpo não se parece mais com isso”, disse Reinhart, sobre as cobranças de se manter com corpo de adolescente por sete anos. Apa também falou sobre a pressão de manter o cabelo vermelho por sete anos, dizendo que está ansioso para “não ter cabelo vermelho” e recuperar parte de sua identidade. No final da entrevista, Reinhart expressou gratidão pelo trabalho, mas acrescentou que provavelmente todos concordariam que “nunca mais faremos algo com mais de 100 episódios” na carreira. O último episódio de “Riverdale” vai ao ar na próxima quarta (23/8) no canal americano The CW. Já no Brasil, a série é disponibilizada no canal pago Warner e pela Netflix.
Talking Heads vai se juntar pela primeira vez em 20 anos
A icônica banda Talking Heads, uma das mais influentes a emergir na era punk/new wave dos anos 1970, anunciou que se reunirá pela primeira vez em mais de 20 anos. A reunião ocorrerá no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF), onde os membros participarão de uma sessão de perguntas e respostas sobre o relançamento do aclamado documentário sobre sua turnê de 1984, “Stop Making Sense”. A notícia surpreendeu os fãs, dada a história conturbada entre os membros da banda. Participação no Festival de Toronto A sessão de perguntas e respostas, que acontecerá no dia 11 de setembro, será conduzida pelo cineasta Spike Lee, que recentemente dirigiu o documentário do show de David Byrne na Broadway, “American Utopia”. A banda não se apresentará, mas discutirá o relançamento de “Stop Making Sense”, amplamente reconhecido como um dos melhores filmes de concerto já feitos. A A24 adquiriu recentemente os direitos de “Stop Making Sense”, dirigido pelo falecido Jonathan Demme, e está lançando uma restauração em 4K do filme. Essa restauração estreará no TIFF e, posteriormente, será transmitida em cinemas IMAX ao redor do mundo. O concerto completo também será lançado pela primeira vez pela Rhino, divisão de catálogo da Warner Music, nesta sexta (18/8). Histórico de problemas entre os membros da banda A relação entre os membros do Talking Heads desde a separação da banda em dezembro de 1991 não tem sido das mais harmoniosas. Desde o rompimento, a banda se reuniu apenas uma vez, quando foi introduzida no Rock and Roll Hall of Fame em 2002. O vocalista e principal compositor David Byrne tem sido alvo de uma série de críticas de seus ex-colegas de banda Chris Frantz e Tina Weymouth. O casal alega que Byrne os privou de créditos devidos e outras oportunidades, e foi geralmente um parceiro desagradável. Chris e Tina desfrutaram de sucesso solo como o Tom Tom Club e tentaram retomar o Talking Heads com o quarto membro, o guitarrista Jerry Harrison, mas sem Byrne nos anos 1990, lançando um álbum sob o nome The Heads, após o cantor tomar medidas legais para impedi-los de usar o nome completo da banda. Em sua autobiografia lançada no ano passado, “Remain in Love”, Frantz criticou Byrne várias vezes. Byrne, por sua vez, tem evitado comentar a situação, embora interprete um grande número dos sucessos que escreveu com a banda durante seus shows solo e também em seu recente espetáculo premiado na Broadway, “American Utopia”.
Lili Reinhart e Mark Ruffalo vão estrelar série do diretor de “Cha Cha Real Smooth”
Os atores Lili Reinhart (a Betty de “Riverdale”) e Mark Ruffalo (o Hulk dos filmes da Marvel) vão estrelar “Hal & Harper”, uma série de televisão independente do cineasta e ator Cooper Raiff, responsável por “Cha Cha Real Smooth”, vencedor do Festival de Sundance do ano passado. A informação foi revelada por fontes do projeto ao site Deadline. Elenco e produção Além dos três atores principais, Addison Timlin (conhecida por “Blackout”), Havana Rose Liu (de “No Exit”) e o próprio Raiff vão participar da série, que será escrita e dirigida pel cineasta. A produção conseguiu um acordo interino com o Sindicato dos Atores dos EUA (SAG-AFTRA) algumas semanas atrás para começar a ser gravada durante a greve de Hollywood. Enredo e detalhes Não há detalhes oficiais sobre a série, que é descrita como um drama familiar cômico. Raiff falou sobre “Hal & Harper”, um projeto pelo qual tem paixão e vem trabalhando há anos, durante uma entrevista em 2020 na época do lançamento de seu primeiro longa-metragem, “Shithouse”. Na época, ele disse que “Hal & Harper” seguiria dois irmãos e um pai solteiro que os faz crescer muito rápido – tão rápido que os personagens de 7 e 9 anos seriam interpretados por atores adultos. Acredita-se que Reinhart e Raiff interpretarão os irmãos, Harper e Hal, respectivamente. Ruffalo interpretará o pai. Timlin deve interpretar Audrey, e Liu, Abby. Raiff está produzindo ao lado da parceira de produção Clementine Quittner, através da Small Ideas, empresa que lançaram no ano passado. Desde então, o segundo longa-metragem de Raiff, “Cha Cha Real Smooth”, estreou no Festival de Sundance, onde ganhou o Prêmio do Público na Competição Dramática e fechou um acordo de distribuição de US$ 15 milhões com a Apple TV+.
Críticas de “Besouro Azul” apontam filme genérico com partes acima da média
Com menos de 24 horas para sua estreia na quinta-feira (17/8), as primeiras críticas de “Besouro Azul” finalmente foram publicadas e têm sido majoritariamente positivas, ainda que não projetem uma unanimidade. No Rotten Tomatoes, a nota abriu com 88% de aprovação pela manhã, mas já caiu para 81% no começo da noite. Parece alto, mas as resenhas que ainda não foram computadas são mais negativas. Os elogios são principalmente focados no elenco de coadjuvantes, que incluem Bruna Marquezine em sua estreia em Hollywood. Entretanto, o longa escrito por Gareth Dunnet-Alcocer (do remake de “Miss Bala”) e dirigido por Ángel Manuel Soto (“Twelve”) também é considerado um filme genérico de super-herói, com uma pequena evolução em relação às produções da DC. Por conta disso, está sendo considerado melhor que os outros lançamentos do gênero neste ano, como “Adão Negro”, “The Flash” e até “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, da Marvel. Elogios e críticas ao elenco A revista Empire concedeu ao filme 3 estrelas, concluindo sua crítica dizendo: “‘Besouro Azul’ deve muito à pura inteligência e calor de seu elenco de apoio, o que lhe renderá muito mais aprovação do que suas cenas de efeitos visuais medianos e familiaridade com a história de origem.” Para o site IGN, o que destaca o filme “dentro do gênero saturado” são “os laços profundamente conectados de Jaime [o Besouro Azul] e da família Reyes.” Xolo Maridueña, no papel principal, foi elogiado por sua “performance que pode transformá-lo em estrela”, pelo blog The Cinematic Reel. Já o jornal The New York Times acha o contrário, afirmando que ele “não tem o mesmo carisma ou humor” do resto do elenco, e que seu “rosto de bebê, olhos de cachorrinho e uma impressionante extensão de cabelo encaracolado no estilo Stamos não compensam a falta de uma personalidade real”. Susan Sarandon, como a vilã, foi descrita pelo site Fresh Fiction como alguém que “interpreta essa parte com uma inclinação exagerada”, sugerindo uma caricatura. E o Screen Rant observou que “Sarandon está claramente se divertindo muito como a matriarca e CEO maligna Victoria Kord, mas seu plano beligerante nunca parece se transformar em uma ameaça real.” Representatividade latina Apresentado como primeiro filme de super-herói latino dos EUA, “Besouro Azul” também dividiu opiniões sobre escolhas feitas para representar a comunidade latina na tela. O crítico David Gonzalez, do The Cinematic Reel, observou: “Como latino, foi esclarecedor ver as ideologias de uma casa latina tão elegantemente exploradas na tela grande”. Yolanda Machado, da Entertainment Weekly, acrescentou: “Besouro Azul é uma das raras oportunidades de celebrar uma parte específica da comunidade latina, e ele se deleita com essa especificidade, apenas adicionando mais coração à jornada de Jaime para se tornar um herói”. Entretanto, a família falastrona, que está sempre um ou dez tons acima dos diálogos normais, também foi apontada como estereotipada. “Para cada menção de ação direta revolucionária [para a representação], há uma cena com um clichê estereotipado, então não estou convencido de que o filme dê um grande passo à frente em termos de representação”, acusou a crítica da BBC. Já o Flickering Myth foi mais sarcástico: “Os latinos agora têm seu próprio filme genérico do DCU”. Ação, humor e efeitos visuais Cada detalhe da produção foi examinado de forma divisiva. As sequências de ação foram elogiadas pela revista Entertainment Weekly. “Longe dos gráficos terríveis de ‘The Flash’, as sequências de ação de Soto são emocionantes e impressionantes. Cada luta é bem coreografada, sem um único tiro desperdiçado”. Mas o Washington Post ainda reclamou das lutas: “No final das contas, a trama evolui para o tipo de confronto caótico de antagonistas vestidos de robôs que se tornou, nesta era de filmes de quadrinhos, desmoralizantemente repetitivo e, ouso dizer, chato”. Algumas críticas também apontaram para problemas com o humor e o ritmo do filme. “A comédia do filme às vezes cai no chato. Nunca é um bom sinal quando seu filme depende de piadas de peido”, escreveu The Cinematic Reel. E poucos ousaram elogiar os efeitos. “A armadura grita ‘e se os efeitos especiais de ‘Homem de Ferro’ fossem desenvolvidos para um Playstation 2?'”, comparou o IndieWire. Acima da média já está bom para a DC? Estas idas e vindas levam à conclusão de que a crítica considerou o filme ligeiramente acima da média, o que pode ser comemorado como um feito entre os últimos lançamentos da DC. Segundo a revista The Hollywood Reporter, “o diretor e o roteirista não quebram exatamente o molde do filme de super-herói, mas tratam o gênero com um carinho cativante pelas qualidades retrô que foram perdidas nos últimos anos.” Na perspectiva otimista do jornal britânico The Guardian, o filme “tem uma vivacidade difícil de resistir e uma competência básica difícil de não apreciar, um pequeno feixe de luz azul em um momento sombrio para os super-heróis.” Na visão mais pessimista do IndieWire, “’Besouro Azul’ é cheio de floreios coloridos e perfeitamente capaz de proporcionar alguma diversão decente sempre que se concentra em seus personagens, mas o filme é tão resignado com os clichês mais seguros de seu gênero obsoleto, que mesmo as coisas mais novas nem sempre mantém seu sabor”.
Bradley Cooper enfrenta críticas pesadas por caracterização em “Maestro”
O próximo filme de Bradley Cooper, “Maestro”, no qual ele atua como diretor e estrela, interpretando o maestro e compositor Leonard Bernstein, gerou polêmica após a divulgação de seu primeiro teaser. A controvérsia se concentra em uma prótese de nariz usada por Cooper, que foi acusado de reforçar estereótipos antissemitas em sua representação do compositor judeu. A polêmica da prótese de nariz A polêmica começou na terça-feira (15/8), com a revelação da prévia do longa, uma produção da Netflix. No vídeo, o galã — que não é judeu — aparece com uma prótese de nariz maior do que o nariz real do maestro, filho de pais judeus ucranianos. O detalhe despertou ódio na web, que classificou o filme como um caso de “jewface” – termo usado para caracterizar representações estereotipadas ou inautênticas de judeus. Internautas também afirmaram que a caracterização de Bradley seria carregada de antissemitismo. Um usuário do X (antigo Twitter) destacou: “Parece completamente desnecessário ter ido nessa direção, dada à estranha semelhança (entre ator e personagem). O verdadeiro Leonard Bernstein não tinha o nariz engraçado que Bradley Cooper está usando em ‘Maestro’”. Outro acrescentou: “Não havia necessidade de Bradley Cooper adicionar uma estranha prótese de nariz em cima disso para interpretar Leonard Bernstein, já que seu próprio nariz é mais longo!”. Reações de artistas e organizações Alguns artistas também não gostaram do fato de Cooper precisar se caracterizar para viver um judeu no longa, incluindo a atriz e ativista britânica Tracy-Ann Oberman, que publicou: “Se [Cooper] precisa usar uma prótese nasal, então isso é, para mim e muitos outros, o equivalente a blackface ou yellowface. Se Bradley Cooper não pode [desempenhar o papel] por meio do poder ou atuando sozinho, então não o contrate, consiga um ator judeu”. A organização “Stop Antisemitism” também se manifestou, criticando a escolha de Cooper para o papel e a utilização da prótese. Defesa da família Bernstein Com a repercussão e os ataques direcionados a Cooper, os familiares do já falecido Bernstein resolveram se manifestar. Em nota divulgada no perfil oficial de Bernstein no X, Jamie, Alexander e Nina Bernstein, os filhos do maestro, saíram em defesa do ator: “Bradley Cooper incluiu nós três em cada etapa de sua incrível jornada ao fazer seu filme sobre nosso pai. Ficamos profundamente tocados ao testemunhar a profundidade de seu compromisso […] Quebra nossos corações ver quaisquer deturpações ou desentendimentos de seus esforços. É verdade que Leonard Bernstein tinha um nariz bonito e grande. Bradley escolheu usar maquiagem para amplificar sua semelhança, e estamos perfeitamente bem com isso. Também temos certeza de que nosso pai também ficaria bem com isso”. Perspectivas para “Maestro” Apesar das críticas, a imprensa internacional especula que a atuação pode render a estatueta do Oscar para Cooper, que também dirige a obra. Descrito como uma epopeia emocional sobre família e amor, o filme conta a complexa história de amor entre Leonard Bernstein e Felicia Montealegre Cohn Bernstein (Carey Mulligan, de “Bela Vingança”), uma história que se estende por mais de 30 anos. Bernstein, talvez mais conhecido por sua trilha sonora para o musical da Broadway “Amor, Sublime Amor” e o clássico filme “Sindicato dos Ladrões” com Marlon Brando, casou-se com a atriz em 1951 e teve três filhos com ela. A dinâmica entre o casal foi complicada pelos casos amorosos que ele teve ao longo dos anos, inclusive com homens, mesmo com o consentimento de Felicia. O casal chegou a se separar por um período de um ano, mas permaneceu junto até a morte de Felicia em 1978. Elenco e produção Cooper escreveu o roteiro de “Maestro” com o vencedor do Oscar por “Spotlight”, Josh Singer, e é acompanhado no elenco por Matt Bomer (“Patrulha do Destino”), Maya Hawke (“Stranger Things”), Sarah Silverman (“Case Comigo”), Josh Hamilton (“The Walking Dead”), Gideon Glick (“Maravilhosa Sra. Maisel”), Sam Nivola (“Ruído Branco”), Alexa Swinton (“Billions”), Michael Urie (“Falando a Real”) e Miriam Shor (“Younger”). Entre os produtores executivos, também são listados nomes como dos cineastas Martin Scorsese (“O Irlandês”) e Steven Spielberg (do remake de “Amor, Sublime Amor”). “Maestro” terá première mundial em 2 de setembro no Festival de Veneza, mas só chegará à Netflix em 20 de dezembro. Confira a seguir o primeiro teaser da produção.
Britney Spears teria terminado casamento com Sam Asghari
Britney Spears e Sam Asghari teriam se separado. De acordo com uma publicação do site americano TMZ, nesta quarta-feira (16), a estrela pop e o personal trainer encerraram o casamento após uma forte discussão, que envolveu uma suposta traição por parte da cantora. A matéria diz que o ator confrontou a loira sobre os rumores e de que ela “teria lhe abandonado”, o que resultou numa grande briga. O site acrescentou que a relação dos dois já estava passando por “problemas profundos” há meses. Por conta disso, Sam Asghari não estava dormindo muito em casa, o que deixou a artista furiosa. Eles chegaram a ter discussões violentas que incluíam gritos e insultos, ainda segundo o site. Após a briga mais recente, Asghari deixou a mansão do casal, em Calabasas, na Califórnia, e estaria morando em um lugar próprio. “É apenas uma questão de tempo até que ele peça o divórcio”, disse a fonte do TMZ. O site também ressalta que, até o momento, não há provas de que o rumor de traição apresentado por Sam Asghari seja verdadeiro. Britney Spears e Sam Asghari se conheceram durante as gravações do videoclipe “Slumber Party”, em 2016. No mesmo ano, começaram a namorar. Mas os dois só se casaram após o fim da tutela da cantora, em uma cerimônia realizada em setembro de 2021.
Novo disco apresenta regravações de clássicos de Cazuza
A gravadora Som Livre reuniu uma série de artistas para o lançamento de um álbum feito com versões inéditas de clássicos de Cazuza (1958-1990). O projeto será lançado na sexta-feira (18/8) nas plataformas digitais. O projeto “Cazuza: O Poeta Vive” nasceu como homenagem ao legado do artista carioca, que completaria 65 anos idade neste ano. A gravadora também não se esqueceu do 40º aniversário da canção “Pro Dia Nascer Feliz”, o primeiro grande hit de sua trajetória ainda com o Barão Vermelho. A coletânea traz 20 canções do início da carreira do cantor, além de quatro versões inéditas para seus maiores hits nas vozes de Silva (“Preciso Dizer que Te Amo”), Thiago Pantaleão e Marô (“Pro Dia Nascer Feliz”), Luiza Martins (“Codinome Beija-Flor”) e Reddy Allor (“O Tempo Não Para”). Nomes como Lucas Romero e Felipe Vassão fazem parte da produção musical Poeta vivo A Som Livre foi a primeira casa da trajetória artística de Agenor Miranda de Araújo Neto, mais conhecido como Cazuza. A gravadora reafirma sua relação com o cantor e compositor através da ação (Re)Descubra, que visa presentear os saudosistas e reapresentar obras para as novas gerações. A campanha possui outros lançamentos da história musical brasileira, como é o caso da homenagem aos 50 anos de “Acabou Chorare” (1972), dos Novos Baianos, além da disponibilidade do disco “Trem Azul”, gravação do último show de Elis Regina em 1981 e lançado em março deste ano.












