Amizade Colorida: Comédia com Justin Timberlake vai ganhar remake brasileiro
A comédia romântica “Amizade Colorida”, lançada em 2011 e estrelada por Justin Timberlake e Mila Kunis, ganhará uma versão brasileira. A Sony Pictures está colaborando com a Biônica Filmes no remake, que terá direção de Rafael Gomes (“Meu Álbum de Amores”) e será estrelado por Maria Bopp (“Me Chama de Bruna”) e Ícaro Silva (“Verdades Secretas”). A trama gira em torno de Julia, interpretada por Maria Bopp, uma recrutadora de São Paulo que contrata Daniel, um diretor de arte de Salvador, interpretado por Ícaro Silva, para uma entrevista de emprego em uma grande empresa de tecnologia. Inicialmente relutante em deixar sua família e sua casa com vista para o mar na Bahia, Daniel aceita o trabalho após um dia explorando São Paulo, guiado por Julia. Rapidamente, a amizade deles se transforma em uma relação casual de amigos com benefícios, até que ambos percebem que estão apaixonados. Elenco e produção O roteiro da adaptação está a cargo de Mariana Zatz (“Turma da Mônica: A Série”) e Rafael Gomes (“Meu Álbum de Amores”), e o elenco também inclui Gisele Fróes (“Três Verões”), Tuca Andrada (“Amor de Mãe”), Luiz Pepeu (“A Bicicleta do Vovô – A série”) e Daniel Furlan (“La Vingança”). Karen Castanho, da Biônica Filmes, comemorou a produção: “Todos nós da Biônica estamos honrados em nos unir à Sony Pictures International Productions pela primeira vez. Que maneira de celebrar nosso 10º aniversário! Sempre apreciamos o filme, e é uma emoção adaptar este favorito dos fãs para o Brasil”. Confira o trailer do filme original:
Larissa Manoela não tinha conta bancária nem patrimônio próprio
A relação entre a atriz Larissa Manoela e seus pais, Gilberto Elias e Silvana Taques, continua a render novidades, com mais detalhes impressionantes surgindo a cada dia. Nesta quarta (16/8), a equipe jurídica da atriz revelou informações surpreendentes sobre a administração financeira da carreira de Larissa, incluindo a falta de controle sobre suas próprias contas bancárias e propriedades. Comunicado da Proetti Advogados, assessoria jurídica da atriz, afirma que ela não tinha conta bancária em seu nome até 2022. Todas as contas eram jurídicas e controladas por seus pais, que fizeram a limpa antes de Larissa decidir abrir mão de tudo. “Até o ano de 2022, Larissa Manoela não tinha sequer uma conta bancária em seu nome. As contas que existiam eram jurídicas e geridas pelos pais. Gilberto e Silvana fizeram transferências volumosas de dinheiro da conta jurídica para a conta pessoal, deixando-a sem recursos. Tudo isso antes de Larissa abrir mão de todos os bens apurados”, diz a nota enviada à imprensa. Propriedades e patrimônio A situação se estende também ao patrimônio imobiliário da atriz. Dos onze imóveis adquiridos por meio do trabalho de Larissa, apenas um estava em seu nome. O restante estava no nome de empresas ou dos pais. Ela tinha apenas um apartamento e um automóvel registrados em seu nome. A equipe jurídica da atriz também revelou que Larissa ficou sem acesso ao próprio plano de saúde durante três meses e negou rumores de que André Luiz Frambach, seu noivo, teria sido pivô dos embates entre a família. Na verdade, ele a acolheu quando ela ficou sem casa, ao romper com os pais. A casa em que Larissa morava com sua família foi posta à venda por seus pais e ela chegou a ficar sem teto e sem nenhum tostão no bolso. Em meio às polêmicas, Larissa Manoela vendeu o único apartamento que tinha para juntar dinheiro e comprar uma nova casa para morar. Ela também fez um empréstimo bancário para completar a transação milionária, estimada em R$ 4 milhões – a casa em que ela morava está sendo vendida por US$ 10 milhões por seus pais. Desgaste na relação familiar A relação entre Larissa Manoela e os pais começou a se desgastar nos últimos três anos. As divergências ficaram evidentes quando a atriz e a mãe começaram a bater de frente sobre decisões que afetavam a carreira e a vida pessoal da atriz. Em entrevista ao “Fantástico” no domingo (13/8), Larissa afirmou: “Estava insuportável para mim ouvir tantas mentiras”. Larissa Manoela começou a ganhar dinheiro muito cedo, primeiro como modelo e depois como atriz, estourando aos 11 anos de idade ao ser escalada na novela “Carrossel”, do SBT. Ela revelou que, mesmo depois da maioridade, não sabia quanto ganhava e quantos bens tinha. Ela questionou os pais e passou a ser mais incisiva na busca por informações, o que incomodou a família. “Eu só queria entender o negócio. Como estava a questão financeira? Que nunca me era apresentada. Que eu não sabia o que eu recebia, o que tava sendo pago”, contou. Ela explicou que ganhava uma mesada. E quando faltava dinheiro, precisava pedir dinheiro para comprar coisas como água de coco de R$ 10 na praia. Ela apresentou áudios e mensagens, que mostravam como era o controle sobre seu dinheiro. Ao se tornar maior, Larissa buscou um escritório de advocacia e pediu os contratos sociais das três empresas das quais era sócia. Em choque, ela descobriu que tinha apenas 2% da cota da empresa principal, que cuidava de sua carreira desde os dias do SBT, enquanto os pais tinham 98%. Em outra empresa, os pais tinham plenos poderes para tomar todas as decisões sem sua autorização. “Eu era a única sócia, mas eles eram 100% administradores dessa empresa. Então, por isso que eu era só comunicada. Eles podiam decidir, assinar e se comprometer por mim”, relatou. Os pais da atriz, por meio de nota oficial, negaram as acusações feitas pela filha, dizendo ser extremamente triste e lamentável a opção de Larissa pela ingratidão, pela indiferença e pelo desrespeito.
Luísa Sonza rebate críticas ao clipe de “Campo de Morango”: “Sou muito corajosa”
A cantora Luísa Sonza voltou a ser alvo de críticas nas redes sociais após o lançamento do clipe de “Campo de Morango”. Acontece que muitos internautas se revoltaram com a letra hipersexualizada e até acusaram a artista de “fazer pacto” com o diabo. Luísa tem analisado cada um dos comentários sobre o novo single no Twitter/X, onde até seus fãs apontam que ela terá seu trabalho rejeitado por excesso de marketing. “Fico muito triste por a música ser tudo que falaram, porque até o lançamento do álbum vai ser virais e mais virais de hate”, declarou um perfil. “Eu gosto bastante da Luísa Sonza, mas acho que ela deveria inovar mais em questão de letra de música, porque a gata sempre entrega um super conceito, aí quando lança a música é sempre a mesma coisa, só falando de sexo”, escreveu mais um. “Eu esperei tanto dessa estética e ganhei um áudio de pornô com 1 minuto e 15 segundos”, afirmou outro perfil. No Instagram, os seguidores de Sonza foram mais além e a acusaram de promover “ritual satânico” no clipe: “Parece ritual satânico, isso sim”; “Energia ruim”; “Senti arrepios, senti bruxaria envolvida, senti uma sensação de quem passou por um estupro coletivo, macabro e demoníaco”, são alguns dos comentários no perfil da artista. Cantora responde Luíza Sonza se pronunciou sobre a repercussão negativa e citou machismo como uma das principais razões. “É muito desvalorizado quando uma mulher fala do seu prazer. Eu queria dizer que não sou menos artista, pelo contrário, eu acho que sou mais artista e muito corajosa por isso, em falar sobre isso, em falar da minha sexualidade, que nos tanto é tirada, que nos tanto é motivo de vergonha. É um assunto que pode parecer batido, mas enquanto gera discussão, temos que seguir falando”, disse ela em live. “As pessoas podem falar que a Madonna já fez isso lá atrás, e as pessoas já deviam ter parado de ver isso como um problema. Os caras [outros cantores] estão fazendo isso o tempo todo e eles nem falam deles, eles falam da nossa bunda, do nosso corpo e ninguém problematiza. É só uma pequena coisa, porque é um assunto tão ultrapassado e tão antigo, mas como foi falado muito no Twitter e tentaram me colocar como menos artista, [decidi falar]”, completou a artista. Morango sangue Luísa Sonza deu início à sua nova era artística na noite de terça-feira (15/8) com a divulgação da primeira faixa de “Escândalo Íntimo”. O álbum terá canções sobre fases de sua vida, relatos pessoais e até uma “autoanálise de um relacionamento abusivo”. Recentemente, a cantora já havia antecipado para um de seus fãs clubes que o primeiro lançamento seria “Campo de Morango” devido ao potencial polêmico. “É o que vai irritar o povo do Twitter, que vão me xingar horrores. E depois, ó, vão tomar lapada porque o álbum está vindo grandão. Então, eu quero que todo mundo fale mal, e gostem muito, porque depois eles pagam pau”, disse ela. “Escândalo Íntimo” será lançado em 29 de agosto. Ae, tão falando que tu é endemoniada lá no instagram. — ʂɧąơƖıŋ (@xaaolin) August 16, 2023 esse pensamento errado independe de mim e do que eu entrego como artista, a única coisa que podemos fazer sobre é usar a nosso favor — LUÍSA SONZA (@luisasonza) August 16, 2023 Luisa Sonza também soltou a voz sobre alguns comentários feito no twitter: “eu não sou menos artista, eu sou mais, e muito mais corajosa em falar sobre minha sexualidade, os “caras” estão falando o tempo todo sobre nossa bunda e isso não é problema nenhum.” pic.twitter.com/4c2vrub9Fy — RDT SONZA (@RDTSonza) August 16, 2023
Teaser confirma anime de “Scott Pilgrim” com todo o elenco do filme
A Netflix divulgou o teaser da série animada “Scott Pilgrim” (2010), inspirada nos quadrinhos de Bryan Lee O’Malley e no filme de Edgar Wright. A prévia dá uma mostra do visual em estilo anime e confirma que todo o elenco grandioso do longa de 2010, “Scott Pilgrim contra o Mundo”, voltará para dar voz aos seus personagens. Além disso, anuncia a data de estreia: 17 de novembro. Na trama, o jovem Scott Pilgrim (Michael Cera, de “Arrested Development”) se apaixona por Romona Flowers (Mary Elizabeth Winstead, de “Aves de Rapina”). Mas para poder ficar com a garota que ama, ele precisará duelar com sete dos ex-namorados dela. Além de Cera e Winstead, o elenco de dubladores ainda conta com Kieran Culkin (“Succession”), Chris Evans (“Vingadores: Ultimato”), Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”), Brie Larson (“Capitã Marvel”), Alison Pill (“The Newsroom”), Aubrey Plaza (“The White Lotus”), Brandon Routh (“Legends of Tomorrow”), Jason Schwartzman (“Fargo”), Satya Bhabha (“Sense8”), Johnny Simmons (“The Late Bloomer”), Mark Webber (“Sala Verde”), Mae Whitman (“Intimidade Forçada”) e Ellen Wong (“GLOW”). Para completar, o diretor Edgar Wright e autor dos quadrinhos Bryan Lee O’Malley dividem a produção do desenho, que ainda conta com o roteirista e diretor BenDavid Grabinski (“A Felicidade é de Matar”). Já a animação está a cargo do estúdio japonês Science SARU (“Devilman: Crybaby”), com direção de Abel Gongora (“Star Wars: Visions”). “Estamos reunindo a banda de novo!” disseram O’Malley e Grabinski em uma declaração conjunta. “Um elenco estelar, perfeitamente montado por Edgar Wright. E, com a Science SARU liderando a animação fenomenal, não poderíamos pedir uma equipe melhor para esta aventura. Mal podemos esperar para que fãs e novos espectadores vejam o que nós e nossos parceiros na Science SARU estamos preparando. Vai ser uma aventura selvagem.” “Uma das conquistas mais orgulhosas e divertidas da minha carreira foi montar e trabalhar com o elenco dinamite de ‘Scott Pilgrim'”, acrescentou Wright. “Desde o lançamento do filme em 2010, fizemos perguntas e respostas, lembranças e leituras de caridade, mas nunca houve a ocasião de reunir toda a gangue em um projeto real até agora. O criador original Bryan Lee O’Malley, junto com o roteirista BenDavid Grabinski, criaram uma série de anime de ‘Scott Pilgrim’ que não apenas expande o universo, mas também … bem, é só assistir. Estou mais do que feliz em anunciar que ajudei a persuadir todo o elenco original a dar voz aos seus personagens nesta nova e épica aventura. Você está prestes a se deliciar”.
Larissa Manoela influencia o zodíaco no trailer de “Tá Escrito”
A Paris Filmes divulgou nesta quarta-feira (16/8) o trailer astrológico de “Tá Escrito”, nova comédia estrelada por Larissa Manoela. A atriz dá vida à Alice, uma jovem leonina que, ao contrário de seu signo, se sente insegura e detesta ser o centro das atenções. Ela se frustra por viver com a mãe (Karine Teles), uma virginiana obcecada por organização, e com o astuto irmão (Kevin Vechiatto). Seu maior sonho é conquistar o primeiro emprego e ir morar com o namorado (André Luiz Frambach), porém a relação vai por água abaixo devido aos planos profissionais do garoto. A jovem vai culpar todos os astros por conta dos desafios, até que, contra todas as probabilidades, recebe uma oportunidade para abordar astrologia em um podcast. As mudanças continuam quando ela recebe um livro em branco com instruções mágicas, que prometem a realização de qualquer previsão escrita nas páginas. “Escreva seu destino e o destino de todo o zodíaco”, diz o manual. Com o poder astral de influenciar a astrologia, Alice se torna um fenômeno online com milhões de seguidores, porém também terá seu mundo revirado de cabeça para baixo. “Eu tenho superpoderes. Não sei mais o que fazer”, ela se preocupa. Mais detalhes A direção é de Matheus Souza (“A Última Festa”) com roteiro de Thuany Parente (“Apocalipse”) e Mariana Zatz (“Turma da Mônica: Lições”), e o elenco também inclui nomes como Caroline Dallarosa (“Além da Ilusão”), Victor Lamoglia (“Ana e Vitória”), Richard Abelha (“A Última Festa”), Hamilton Dias (“Ana e Vitória”), Emira Sophia (“Perdida”) e Vittoria Tosi (“Alice O Musical”). “Tá Escrito” tem estreia marcada para 2 de novembro.
Sandra Bullock teria se chateado ao descobrir que venceu Oscar por história fake
Sandra Bullock ficou com o “coração partido” ao descobrir que a história de “Um Sonho Possível” (2009) teria sido forjada, segundo o jornal The Daily Mail. A artista venceu o Oscar de Melhor Atriz pelo filme, que conta a suposta trajetória de Michael Oher, um adolescente negro que teria sido adotado pela família branca Tuohy e acabou explodindo como atleta de futebol americano. Uma fonte ligada à atriz revelou que ela ficou indignada com as acusações feitas por Oher na segunda-feira (14/8). O ex-NFL moveu um processo contra os tutores por se aproveitarem de sua fama e por forjarem a adoção retratada no longa-metragem. Ele alega que nunca foi adotado e ainda cedeu, sem saber, os direitos de sua vida para os Thuoys, que lucraram com o filme, enquanto ele não ganhou nenhum centavo. “Sandra odeia que uma história tão maravilhosa, um filme espetacular e um momento espetacular em sua vida agora tenham sido contaminados. Agora as pessoas não vão assistir e, se o fizerem, terão uma reação completamente diferente à sua intenção original”, explicou. “Houve tanto trabalho duro colocado no filme que todos pensaram que era a verdade e agora que foi questionado, apenas perturba Sandra sem fim que um momento em sua vida que foi tão especial, agora tem uma perspectiva completamente diferente.” Devolução do Oscar Com a repercussão, os internautas pediram a devolução do Oscar de Sandra Bullock, porém o ator que viveu Michael Oher defendeu sua colega de elenco. “Fazer um pedido como esse não faz sentido. Sandra não tem nada a ver com a história real que estamos vendo agora. Ela teve uma atuação brilhante e isso não deve ser manchado”, pontuou Quinton Aaron. “Obviamente, o meu coração lamenta pela situação. Eu sempre estive sob a impressão, como todo mundo, que aquela era uma boa família. Foi difícil ler aquela reportagem para mim, e mando minhas orações para todos os envolvidos. Espero que isso se resolva da melhor forma possível para todo mundo”, ele acrescentou. Os Thuoys negam as acusações e dizem que Oher tinha ameaçado o casal anteriormente de divulgar uma história negativa sobre eles a menos que recebesse US$ 15 milhões. O caso está na Justiça.
SBT prepara série de documentários com Hebe, Gugu e Carlos Alberto de Nóbrega
O SBT iniciou nesta quarta-feira (16/8) uma série de produções documentais com Hebe Camargo (1929-2012), Gugu Liberato (1959-2019) e Carlos Alberto de Nóbrega. O projeto também deve incluir um especial inédito sobre Silvio Santos. Os documentários dirigidos por Michel Ukstin (“Máquina da Fama”) serão exibidos através do SBT Digital, no site da emissora ou em plataformas de terceiros, como o YouTube. A princípio, as produções não serão transmitidas na TV aberta. Ainda não está claro qual será o formato adotado, mas a emissora deve reproduzir diversos materiais de arquivos e depoimentos inéditos de personalidades. O projeto pode se inspirar no bem-sucedido documentário sobre Xuxa Meneghel, exibido na concorrente Globoplay. Principais ícones As três primeiras produções serão feitas sobre os principais ícones da história do SBT, porém a série documental deve trazer outros nomes com o passar dos meses. Hege Camargo foi uma das principais apresentadoras de toda a TV brasileira entre os anos 1980 e 2010. A história foi semelhante com Gugu, que teve sua imagem atrelada à emissora por quase toda a vida e chegou a ser considerado sucessor de Silvio Santos. Já Carlos Alberto de Nóbrega é considerado dono vitalício do banco cômico da “Praça É Nossa”, além de ser filho de Manuel da Nóbrega, criador do formato em “Praça da Alegria” e a quem Silvio Santos é eternamente grato por ter herdado o “Baú da Felicidade”. O documentário de Silvio Santos, no entanto, será uma grandiosa surpresa para seus fãs que nunca tiveram a oportunidade de se aprofundar na história do ídolo, já que ele não gostava da ideia de ver sua trajetória retratada na emissora.
Xuxa explica ausência de boatos sobre “pacto com diabo” no documentário
Xuxa Meneghel falou pela primeira vez sobre a ausência dos boatos de “pacto para ficar famosa” no documentário do Globoplay. Segundo a apresentadora, o tema teria sido considerado irrelevante por Pedro Bial. “Fico com pena das pessoas que acreditam nisso, é assinar embaixo que elas são burras. ‘A Xuxa teve um pacto com o diabo’. Pelo amor de Deus! Como posso ter um pacto com o diabo se eu tenho o melhor na minha vida?”, disse ao Gshow. A apresentadora também se mostrou indignada com as histórias inusitadas geradas ao longo da carreira, em especial, no final dos anos 1980. “A boneca? Como podem inventar uma coisa dessas… O disco ao contrário… Qualquer disco ao contrário fica esquisito e você pode colocar tudo que a sua imaginação mande”, ela alegou. Xuxa explicou que Bial não deve nem ter considerado o tema digno da produção: “Acho que ele não botou porque o Pedro tem um intelecto diferente. É uma pessoa muito bem informada. Ele dar asas a essa coisa é meio que dizer assim: ‘Olha a idiotice de vocês, a burrice de vocês me fez parar para pensar por 10 segundos’.” “Acho que ele não ia perder o tempo dele com isso. Eu é que acabo respondendo as pessoas porque fico com pena delas acreditarem nisso. O filme que fiz, que a boneca é assassina, que eu tenho pacto com o diabo… Isso é uma coisa que nem chego a achar engraçado, chega a ser triste eu ver que uma pessoa pode acreditar nisso.” Sobre o documentário “Xuxa, o Documentário” retrata os episódios que marcaram a vida e carreira da apresentadora, incluindo os momentos de assédio sofridos ainda na infância. Dentre os capítulos, ela expõe inúmeras críticas à ex-diretora Marlene Mattos. A apresentadora também relembra seus amores, incluindo Pelé, Luciano Szafir e Ayrton Senna, e fala sobre o seu atual relacionamento com Junno Andrade. Além disso, o programa traz reflexões sobre a relação dela com a filha, Sasha Meneghel Szafir.
Sérgio Hondjakoff pretende ser conselheiro em dependência química
Sérgio Hondjakoff revelou à Quem que pretende atuar como conselheiro em dependência química. O ator ficou internado por mais de 10 meses em uma clínica no interior de São Paulo para tratar o vício. Na entrevista publicada nesta quarta-feira (16/8), Hondjakoff contou que a nova rotina está repleta de autocuidados e planos futuros para a carreira profissional. “Estou me mantendo abstêmio, positivo e grato”, começou ele. “Alimento o despertar espiritual com palestras físicas e virtuais e tenho consumido conteúdos de psicoterapia, neurociência, filosofia, direito, ciências políticas, língua inglesa… Consumo ainda conteúdos de entretenimento, audiovisuais, podcasts, séries, filmes e documentários. […] Tenho feito esportes e terapia com frequência”, descreveu Hondjakoff. Serginho deixou claro que seus planos profissionais estão atrelados a nova fase terapêutica e que pretende ajudar outros adictos, sem abrir mão da atuação. “Quero muito ter um trabalho como ator em que eu possa me doar com regularidade e constância, pode ser teatro, longa-metragem ou série. Desejo muito participar de campanhas e ações publicitárias, estou aberto a convites para participar de realities”, ele afirmou. “Quero muito um contrato fixo com uma grande emissora ou uma grande plataforma de streaming. Também pretendo adquirir um certificado para atuar como conselheiro em dependência química. E desejo muito continuar rodando o Brasil e o exterior fazendo participações musicais com o Dino Boyer, porque é uma forma muito legal de reencontrar meus fãs, que sempre gostaram do meu trabalho.” Por fim, Hondjakoff declarou que também quer “ser um pai presente para o Benjamin”, seu filho de três anos com Danielle Monteiro que vive na capital do Rio de Janeiro. A internação Em junho de 2022, Sérgio Hondjakoff decidiu se internar numa clínica de reabilitação após ter surtado numa live pública. Nas imagens virais, o ator chegou a ameaçar matar o próprio pai devido ao uso de drogas, consumo de bebida alcoólica e várias noites sem dormir. Ele já havia sido denunciado por maus-tratos. Lembrando da situação em abril passado, ele reconheceu ter chego no fundo do poço por conta do vício que iniciou na adolescência através de colegas da escola. Ele acrescentou que sua condição mental e as pressões da fama com “Malhação” também facilitaram o vício
Sandy relata crises de pânico em última turnê com Junior: “Eu não sabia se queria”
Sandy revelou na terça-feira (15/8) que teve crises de pânico nos bastidores da turnê “Nossa História”, realizada com Junior em 2019. No podcast “Quem Pode Pod”, a cantora explicou que estava acostumada com um público menor nos shows da carreira solo e temeu não dar conta da rotina de popstar. O assunto surgiu depois que as apresentadoras Fernanda Paes Leme e Giovanna Ewbank questionaram sobre as fases em que Sandy precisou se reinventar. A artista admitiu que teve que ressignificar vários momentos da vida. “Já tive que me refazer. Tanto em relacionamento amoroso que não deu certo, quanto me reinventar como artista. Para fazer o movimento pós ‘Sandy & Junior’ para virar carreira solo, como também o movimento de Sandy solo para ir para a turnê com o meu irmão”, respondeu ela. Em seguida, Sandy lembrou que a rotina de shows como dupla de Junior foi intensa ao ponto de despertar gatilhos emocionais. “Eu fiquei apavorada, eu não sabia se eu saberia ser aquela artista de novo. Eu tive crise de pânico, várias! Tinha dia que eu ficava chorando e falando: ‘eu não vou conseguir outro ensaio, não vou conseguir outro ensaio… não consigo fazer isso'”, detalhou. “Eu não sabia se eu dava conta do tamanho, dessa visibilidade, dessas atenções muito voltadas para nós, eu não sabia se eu queria aquilo, era muita responsabilidade. E também porque os shows tinham duas horas e pouco [de duração], eu tinha que cantar, dançar, trocar de roupa, ser artista pop de novo, do nada, virar essa ficha. Eu não sabia se eu sabia fazer isso de novo, eu estava com medo, de verdade.” Turnê “Nossa História” “Nossa História” foi a nona turnê da dupla Sandy & Junior. A emocionante despedida marcou o reencontro dos irmãos nos palcos após 12 anos da última série de shows. A dupla voltou às paradas de sucesso com a turnê feita com estruturas imensas, corpo de baile e coreografias nostálgicas de “Dig-Dig-Joy”, “Vâmo Pulá!”, “Eu Acho Que Pirei”, entre muitas outras. As apresentações foram registradas em uma série documental com detalhes dos bastidores. A websérie “Sandy & Junior: A História” tem sete episódios exclusivos do Globoplay.
“Warrior Nun” vai voltar como trilogia de filmes após cancelamento na Netflix
A série “Warrior Nun”, cancelada pela Netflix após duas temporadas, retornará como uma trilogia de filmes graças ao apoio dos fãs. O produtor executivo Dean English anunciou na noite de terça (15/8) que a plataforma de streaming fechou contrato para o desenvolvimento de três filmes baseados na personagem de quadrinhos Warrior Nun Areala, criada por Ben Dunn e transformada em série por Simon Barry. A trilogia de filmes Dean English expressou sua gratidão aos fãs leais da série, afirmando que foi por causa deles que a equipe nunca desistiu. Em uma declaração postada em um site em apoio à salvação de “Warrior Nun”, ele disse: “Eu preciso começar agradecendo a todos vocês, fãs leais. É por causa de vocês e da sua incrível energia que continuamos avançando para criar essas histórias. Vocês realmente tornam tudo isso valioso. Então, muito obrigado pelo seu apoio contínuo. Estou muito feliz em anunciar que ‘Warrior Nun’ está voltando como uma trilogia de filmes. Mais uma vez, uma trilogia de longas-metragens. Três.” Em dar detalhes, ele afirmou que as greves em Hollywood envolvendo atores e roteiristas limitava o que podia dizer sobre os filmes. No entanto, indicou que a trilogia poderia ser o início de um universo expandido de “Warrior Nun”, que poderia se estender a filmes e séries de TV seguindo personagens já conhecidos. O anúncio de que “Warrior Nun” voltaria foi feito pelo criador da série, Simon Barry, em junho. Mas quando se preparava para anunciar o projeto, vieram as greves em Hollywood. Na época, ele afirmou que “‘Warrior Nun’ retornará e será mais épica do que vocês podem imaginar”. De fato, é de se esperar que os filmes tenham maior orçamento que a série. O que é “Warrior Nun” Baseada nos quadrinhos “Warrior Nun Areala”, de Ben Dunn, publicados desde 1994 em estilo mangá, a atração virou febre quando foi lançada pela Netflix há três anos. A pandemia, porém, adiou os planos de produção do segundo ano, criando um longo hiato entre os episódios, e a Netflix negligenciou seu potencial ao praticamente abrir mão de promovê-la. A trama gira em torno da personagem Ava, uma jovem morta que é ressuscitada por engano por um halo mágico e é convencida a se juntar a uma ordem das noviças rebeldes, treinadas para enfrentar ameaças sobrenaturais. Após uma luta definitiva contra o anjo do mal e outras criaturas das trevas, a situação terminou de forma trágica para a heroína, graças ao hábito da série de encerrar as temporadas com cliffhangers, deixando os fãs diante de uma situação dramática sem resolução. Trama LGBTQIAPN+ Além das tramas cheias de reviravoltas – escritas por Simon Barry, responsável pela também cultuada série sci-fi canadense “Continuum” – , “Warrior Nun” era elogiada por suas lutas marciais bem coreografadas e o clima queer, que resultou em romance lésbico entra as duas principais personagens nos últimos capítulos. A inclusão de personagens LGBTQIAPN+ em uma série praticamente de super-heróis foi considerada significativa, pois representou uma mudança bem-vinda em um gênero que tem sido historicamente dominado por personagens heteronormativos. Por isso, o cancelamento por parte da Netflix foi recebido com desapontamento por muitos fãs, o que também explicou o forte engajamento em campanhas para o retorno da produção. Mobilização de fãs Inconformados pelo cancelamento, os fãs se mobilizaram em uma campanha impressionante para reviver a série, iniciando uma variedade de hashtags no Twitter, petições e até mesmo comprando outdoors em frente à sede da Netflix. A persistência deu frutos com o anúncio oficial do retorno de “Warrior Nun”, embora os detalhes ainda estejam pendentes. Mesmo sem uma data de lançamento estabelecida para o retorno de “Warrior Nun”, espera-se que Alba Baptista retorne em seu papel de protagonista, junto com outros membros do elenco. Elenco europeu A série também se destacou por reunir um grupo promissor de novas atrizes, como a citada portuguesa Alba Baptista (de “Linhas de Sangue” e noiva do ator Chris Evans, o Capitão América da Marvel), em seu primeiro papel em inglês, Toya Turner (vista em “Chicago Med”), Lorena Andrea (“House on Elm Lake”), a estreante Kristina Tonteri-Young (que rouba as cenas com seu kung fu) e a mais experiente Olivia Delcán (da série espanhola “Vis a Vis”), nos papéis das jovens freiras guerreiras. O elenco ainda incluía o português Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”), a holandesa Thekla Reuten (“Operação Red Sparrow”), o francês Tristán Ulloa (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), a italiana Sylvia De Fanti (“Medici: Mestres de Florença”) e o inglês William Miller (o vilão McCreary em “The 100”), numa produção que era gravada em cenários deslumbrantes da Espanha. Veja abaixo os trailers das duas temporadas da série e o anúncio de Dean English.
Luísa Sonza provoca com clipe tingido de morango sangue
A cantora Luísa Sonza lançou o clipe de “Campo de Morango”, marcando o início de uma nova era em sua carreira. A música, que conta com produção do americano Roy Lenzo, conhecido por trabalhar com artistas como Lil Nas X, Jack Harlow e Kid Cudi, faz parte do álbum “Escândalo Íntimo”, com lançamento marcado para 29 de agosto. Bem curta, a música de pouco mais de 1 minuto é acelerada, combinando uma batida pesada com letra proibidona. Para ilustrá-la, o diretor Diego Fraga apostou numa atmosfera sensual, com Luísa deliciando-se com morangos numa cama no meio do campo, acompanhada por seis dançarinas. Mas em pouco tempo os lençóis brancos são tingidos de morango sangue, dando à encenação um clima de orgia vampírica. O clipe, que começa bucólico, surpreende com a mudança climática menstrual e deve alimentar polêmica. Provocação Antes do lançamento, Luísa revelou que escolheu “Campo de Morango” como primeiro single justamente para “estressar os fandons, o povo no Twitter. Vão me xingar horrores e depois vão tomar lapada porque o álbum tá vindo grandão”. De fato, a música e seu clipe não passaram despercebidos, entrando nos tópicos mais comentados do X (antigamente conhecido como Twitter). O álbum “Escândalo Íntimo” promete mostrar um lado mais maduro de Luísa Sonza, com letras autorais e uma pegada conceitual. A cantora descreve o disco como uma viagem no interior de sua vida, representando quase uma autoanálise, passando pelo consciente, subconsciente, inconsciente, angústias e inseguranças.
Stevie Nicks elogia “Daisy Jones & The Six”: “Minha própria história”
A série “Daisy Jones & The Six”, da Prime Video, que estreou em março deste ano, chamou atenção não apenas dos fãs e críticos, mas também de uma das lendas do rock que inspirou sua trama. Stevie Nicks, a icônica vocalista do Fleetwood Mac, compartilhou sua admiração pela série nas redes sociais nesta terça (15/8), afirmando que a fez sentir como um “fantasma assistindo à minha própria história”. Inspirada em Fleetwood Mac Adaptada do livro de Taylor Jenkins Reid, a série não é especificamente baseada no Fleetwood Mac, mas a autora admitiu que se inspirou na famosa banda de rock dos anos 1970. Em uma entrevista com a Penguin Books em 2019, Reid revelou que começou com “o germe de Stevie Nicks e Lindsey Buckingham e Fleetwood Mac”, mas também pesquisou muitos outros cantores e bandas da época. Os fãs rapidamente apontaram paralelos entre Fleetwood Mac e “Daisy Jones & The Six”, incluindo os membros da banda e os relacionamentos românticos. As semelhanças foram notadas entre Stevie Nicks e a personagem Daisy Jones (interpretada por Riley Keough), bem como entre a tecladista Christine McVie e Karen Sirko (Suki Waterhouse). Nicks expressou seus sentimentos em uma postagem na rede social X (anteriormente conhecida como Twitter), dizendo: “No começo, não era realmente minha história, mas Riley, sem esforço, logo se tornou minha história. Trouxe de volta memórias que me fizeram sentir como um fantasma assistindo minha própria história. Foi muito emocional para mim. Só queria que Christine pudesse ter visto. Ela teria adorado. Espero que continue.” A música da série Os produtores da série, cientes das comparações inevitáveis com o Fleetwood Mac, trabalharam com os produtores musicais Blake Mills e Tony Berg para criar várias faixas originais que soassem como música dos anos 1970, mas de uma banda que nunca existiu. Scott Neustadter, co-showrunner, explicou que eles não queriam que a música soasse como qualquer banda específica. “Eles sabiam que você não deveria ser capaz de citar todas as influências. Deveria soar como um disco legal em sua coleção que saiu naquela época.” Reconhecimento e sucesso A série, que segue a ascensão da banda de rock Daisy Jones and The Six na cena musical de Los Angeles nos anos 1970, conquistou um total de nove indicações ao Emmy 2023.A resposta de Nicks à série é um testemunho da autenticidade que a produção conseguiu capturar, ressoando com uma das artistas que inspirou sua produção. Just finished watching @daisyjonesand6 for the 2nd time. In the beginning, it wasn't really my story, but Riley seamlessly, soon became my story. It brought back memories that made me feel like a ghost watching my own story. It was very emotional for me. I just wish Christine… pic.twitter.com/CmbexMFx6l — Stevie Nicks (@StevieNicks) August 15, 2023












