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  • Música

    Documentário resgata vida e morte intensas de Torquato Neto

    17 de março de 2018 /

    A escolha do personagem Torquato Neto para um documentário não poderia ser mais feliz. O poeta, que viveu pouco, mas teve intensa e profunda atuação cultural, estava mesmo precisando ser lembrado e resgatado em sua obra, que envolvia música, como letrista, cinema, como criador e intérprete, jornalismo, com seus textos e poemas, e a produção cultural, de modo geral. Isso foi feito. O filme de Eduardo Ades e Marcus Fernando resgata a poesia e a prosa de Torquato Neto, na voz do ator Jesuíta Barbosa, e compreende a sua atuação por meio de muitos depoimentos e trechos de filmes em que ele participou, com o personagem do curta “Nosferato no Brasil” (1970), dirigido por Ivan Cardoso, e muitos exemplares do cinema marginal, com quem ele interagia, e do cinema novo. Sua vida cultural envolveu trabalhos com Edu Lobo, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Tom Zé, Jards Macalé, Wally Salomão, Hélio Oiticica, e muitos outros que compunham com ele a geleia geral brasileira do período em que ele viveu. Esse piauiense tão talentoso, inovador e provocador, suicidou-se aos 28 anos de idade, em 1972, e falar da sua vida é, inevitavelmente, falar dessa escolha, que sempre o acompanhou como ideia e que ele acabou por concretizar. Não há respostas, há tentativas de aproximação e entendimento. O que importa hoje é a obra que ficou, que é muito relevante e merece ser revisitada. Não faltam elementos, informações, referências visuais ao documentário “Torquato Neto – Todas as Horas do Fim”, mas ele seria mais interessante se tivesse se preocupado um pouquinho mais em ser didático, o que costuma ser mal visto pelos documentaristas atuais, mas que faz falta, muitas vezes. E não é nenhum pecado mortal, convenhamos. As falas, os depoimentos, são ouvidos quase o tempo todo, enquanto as imagens mostram filmes e fotos. Algumas vezes, aparece o nome da pessoa que fala, outras, não. Quem não identificar o tom de voz, fica sem saber quem está falando. Caetano, Gil, Tom Zé, têm timbres bem conhecidos e divulgados, outros, nem tanto. É possível dizer que o importante é o que se diz, não quem disse. Mas, sem dúvida, o espectador quer saber e tem esse direito. Outro aspecto que causa estranheza é a ausência de Edu Lobo no filme. A música de Torquato Neto que mais se ouve ainda hoje é “Pra Dizer Adeus”, parceria com Edu, tocada duas vezes no filme. Porém, a única referência a Edu Lobo na vida de Torquato é uma foto, junto com outras pessoas, e o crédito na música citada, ao final. Enquanto isso, Caetano e Gil aparecem prodigamente. Nada contra. Mas há um descompasso que poderia ter sido pelo menos compensado por alguma citação, se é que Edu não pôde ou não quis dar depoimento para o filme. Ficou faltando a sua presença, que certamente é menos provocadora, mas não menos importante. O tropicalismo, movimento que Torquato Neto ajudou a criar e militou culturalmente, tem grande destaque no documentário e as imagens dele, no papel de vampiro, perpassam todo o filme. As palavras que ele manejava como poucos inundam a tela. Ao final, um resgate bonito e necessário.

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  • Música

    Valesca Popozuda se veste como Uma Linda Mulher em novo clipe de funk

    16 de março de 2018 /

    Valesca Popozuda teve uma noite de Julia Roberts na produção do clipe de “Desce um Gin”. No vídeo da música, gravada em parceria com MC TH, ela aparece com o figurino da atriz no clássico “Uma Linda Mulher”. O filme de 1990 é um dos favoritos da funkeira carioca, que se inspirou na garota de programa Vivian, interpretada por Roberts, da peruca até a ajeitadinha na calcinha que marcou a personagem. Gravado na Vila Mimosa, no Rio de Janeiro, uma das mais famosas áreas de prostituição do Brasil, o clipe traz Valesca passando a noite em uma boate e resistindo às investidas de MC TH, deixando bem claro que “não é não” – frase escrita em seu braço. “Comecei 2018 com o pé direito, gravando meu clipe ‘Desce um Gin’ com inspiração em um famoso filme de Hollywood!”, escreveu Valesca nas redes sociais. “Quando tivemos a ideia de fazer o clipe na Vila Mimosa, a primeira coisa que me veio à cabeça foi ‘Uma Linda Mulher’. É o meu filme favorito até hoje, e eu sempre quis fazer algo baseado nele. Foi incrível recriar o figurino, me senti a própria Julia Roberts dos novos tempos”, ela explicou, sobre a produção. Dirigido por Fred Ouro Preto (sobrinho do cantor do Capital Inicial), as gravações duraram cerca de 14h e contaram com a participação dos funcionários da boate Mosaico, do comediante David Brazil (“Vai que Cola: O Filme”) e de cerca de 15 figurantes. A produção também disponibilizou um “making of”. Confira abaixo, também, a comparação entre o visual da cantora e da atriz no filme de 1990.

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  • Música

    Arcade Fire lança clipe-duplo com Toni Collette e músicas de seu último disco

    16 de março de 2018 /

    Arcade Fire lançou em seu canal no YouTube o vídeo de “Money + Love”, que é um clipe-duplo de 14 minutos com duas canções do último disco da banda, “Everything Now”. O vídeo contempla as performances completas de “Put Your Money on Me” e “We Don’t Deserve Love” e, além dos integrantes da banda e vários figurantes, conta com participação da atriz australiana Toni Collette (“xXx: Reativado”). A narrativa mostra Arcade Fire assinando contrato com a corporação fictícia Everything Now, representada por Collette, em troca de uma grande quantidade de dinheiro. Mas os músicos acabam se revoltando com a exploração de sua imagem, o que gera quebradeira, correria e prisão. Ao final, eles são forçados a se apresentar de graça durante sua condenação. A metáfora pouco sutil foi escrita e dirigida por David Wilson, que já tinha trabalhado anteriormente com a banda num clipe mais tradicional, “We Exist” (de 2014). O vocalista Win Butler falou sobre o projeto num comunicado. “O conceito de um vídeo duplo realmente nos atraiu, sempre gostamos de colocar músicas juntas como lado A e lado B … e essas músicas pareciam perfeitas juntas. David tem sido um grande colaborador desde ‘Reflektor’ e, finalmente, conseguimos trabalhar com Toni, com quem queríamos trabalhar há algum tempo”. A atriz Toni Collete também comentou seu papel na produção. “O Arcade Fire é uma das minhas bandas preferidas de todos os tempos. Fiquei surpresa quando me convidaram para participar do vídeo. Foi um grande prazer atuar ao lado deles e um prazer maior ainda poder conhecê-los. Eles continuam a inspirar e eu continuo a admirar. Sou tão sortuda!”.

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  • Música

    Novo clipe de Taylor Swift é comparado a comercial de perfume de 2016

    12 de março de 2018 /

    A cantora Taylor Swift lançou um novo clipe dirigido por Joseph Kahn, no qual demonstra como é chato ser famosa. Se a crise existencial da artista é de inspirar bocejos de tédio, a execução se mostra perigosamente preguiçosa, ao lembrar uma propaganda recente de perfume. Compare abaixo como o clipe de “Delicate” coincide com o comercial da fragrância da Kenzo dirigido por Spike Jonze em 2016 – em conceito, locação, caretas e até em elementos coreográficos. Detalhe: o comercial do cineasta que venceu o Oscar pelo Roteiro Original de “Ela” (2013) é muito melhor. O que diferencia as duas histórias curtas é a opção de transformar Swift numa donzela sonhadora de fábula encantada – enquanto a atriz Margaret Qualley (da série “Leftovers”) chuta seu tédio no comercial de forma empoderada, com direito a raios laser. Dando um tempo nos excessos que marcaram os vídeos anteriores da parceria da cantora com Kahn, carregados de efeitos visuais, o principal truque do diretor desta vez é um velho artifício teatral: fingir que ninguém vê a protagonista. Ela vira invisível, após desejar sumir. E assim aproveita seus primeiros minutos sem se sentir sufocada pelos fãs. Mas logo se arrepende, ao se perceber solitária, para entregar de bandeja a lição de moral da história. Este centro narrativo torna as duas obras diferentes. Mas não é a primeira vez que Joseph Kahn, diretor favorito de Swift e do Video Music Awards da MTV, é acusado de se apropriar de elementos alheios. Confrontado nas redes sociais, o diretor desconversou, alegando que o tema do clipe foi inspirado pelo súbito desaparecimento de Taylor Swift da mídia nos últimos meses. E, de fato, ela sumiu neste começo de 2018. A questão é que ninguém tinha sentido sua falta.

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    Banda do astro mirim de Stranger Things lança seu primeiro clipe

    11 de março de 2018 /

    A banda Calpurnia, liderada por ninguém menos que Finn Wolfhard (intérprete de Mike na série “Stranger Things”), lançou seu primeiro clipe, “City Boy”. A música é também o primeiro single do grupo, que as imagens revelam ser tão jovem quanto o ator de 15 anos. O vídeo acompanha os garotos – e uma garota – entrando em estúdio para uma tarde de ensaio, gravação e descontração musical, ao som da canção, que surpreende pelo rumo indie. O cartão de visitas remete às baladas despojadas de Velvet Underground, Television e Replacements, o que faz de Calpurnia herdeiro de um legado clássico, que conduz até aos Strokes. O clima lúdico do clipe complementa a estética de forma adequada, exaltando uma bem-vinda falta de pretensão. A faixa conta com produção de Caiden Lake James, guitarrista da banda Twin Peaks – outra representante da mesma estirpe musical. A Calpurnia, por sinal, já tinha disponibilizado um cover da Twin Peaks em seu canal no YouTube. A banda assinou contrato com a gravadora canadense Royal Mountain Records e deve lançar seu primeiro disco neste ano.

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    Graphic novel O Quinto Beatle vai virar minissérie com músicas originais dos Beatles

    11 de março de 2018 /

    A graphic novel “O Quinto Beatle” (The Fifth Beatle: The Brian Epstein Story) vai virar série no canal pago americano Bravo, mais conhecido por exibir reality shows. O autor da história em quadrinhos, Vivek J. Tiwary, fará a própria adaptação. E ele conta com algo que nenhum outro produtor já conseguiu: autorização para usar as músicas originais dos Beatles na atração. Embora novato na indústria televisiva, Vivek goza de bastante prestígio nos meios teatrais. Suas produções para a Broadway já foram indicadas a 44 Tony Awards e renderam 25 troféus. Entre seus créditos, estão as montagens de “A Família Addams” e “American Idiot”, baseado no disco homônimo da banda Green Day. O chamado “quinto beatle” é Brian Epstein (1934-1967), primeiro empresário dos Beatles e um dos responsáveis pelo sucesso da banda nos anos 1960. A expressão foi cunhada por Paul McCartney, que disse: “Se alguém pudesse ser considerado o quinto Beatle, seria Brian”. A minissérie será produzida pela Universal Cable Productions e a Sonar Entertainment, e a trama acompanhará a jornada do empresário para levar a banda ao sucesso. Epstein já foi retratado numa minissérie anteriormente. Ele foi vivido por Ed Stoppard na produção britânica “Cilla” (2014), sobre outra artista que ele ajudou a estourar, a cantora Cilla Black. Não há detalhes adicionais sobre o projeto ou previsão para a estreia. Com desenhos de Andrew Robinson (dos quadrinhos de “Star Wars” e “Batman”) e contribuições adicionais do premiado artista Kyle Baker (da graphic novel “Why I Hate Saturn”), “O Quinto Beatle” foi editado pela Dark Horse nos EUA e recebeu uma edição nacional pela Editora Aleph em 2014. Veja a capa abaixo.

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    Figuraça Tommy Wiseau estrela clipe da banda The Neighbourhood

    11 de março de 2018 /

    O ator, diretor, roteirista, produtor e figuraça Tommy Wiseau, criador do trash “The Room” (2003), que inspirou o filme “O Artista do Desastre”, está aproveitando seus minutos extras de fama. Ele estrela o clipe de “Scary Love”, da banda The Neighbourhood, como um caçador de recompensas/amante rejeitado, que vai a um diner armado com um laser para acertar as contas com uma garçonete-monstro. O clipe dirigido por Jennifer Juniper Stratford (da série “Multinauts”) emula uma sci-fi B dos anos 1980, com a indispensável iluminação neon e defeitos visuais da era do VHS, para recriar uma Los Angeles pós-apocalíptica. E minimiza a própria música em favor de diálogos melodramáticos, para valorizar ao máximo a interpretação canastrona que consagrou Wiseau. A banda americana lançou o seu terceiro álbum de estúdio na sexta (9/3) e vem tocar no Brasil, no festival Lollapalooza, em 25 de março.

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    Homem é eletrocutado durante filmagens da cinebiografia da banda Mötley Crüe

    10 de março de 2018 /

    Um homem foi eletrocutado no set de “The Dirt”, cinebiografia da banda Mötley Crüe, durante as filmagens que aconteciam em Nova Orleans na tarde deste sábado (10/3). Segundo o site de celebridades TMZ, o homem fazia parte da equipe de produção e trabalhava no topo de um prédio quando sofreu o acidente. Imagens disponibilizadas no site mostram uma pessoa sendo atendida e levada ao hospital – veja abaixo. Não há mais informações sobre o estado de saúde da vítima. O filme sobre a banda de rock dos anos 1980 é uma produção da Netflix baseada na “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo autor Neil Strauss e pelos próprios membros do grupo. O elenco traz Iwan Rheon (que viveu Ramsey Bolton em “Game of Thrones”) no papel do guitarrista Mick Mars, Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como o baixista Nikki Sixx, Machine Gun Kelly (série “Roadies”) como o baterista Tommy Lee e Daniel Webber (série “The Punisher/O Justiceiro”) como o vocalista Vince Neil. O roteiro da adaptação é assinado por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine, diretor dos filmes da franquia “Jackass”. “The Dirt” ainda não tem previsão de estreia.

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    Clipe da trilha de Uma Dobra no Tempo traz Demi Lovato em cenários do filme

    10 de março de 2018 /

    A trilha do filme infantil “Uma Dobra no Tempo” ganhou seu primeiro clipe. A parceria de Demi Lovato e DJ Khaled se chama “I Believe”. Mesclando cenas do filme com dançarinos e uma performance da dupla nos cenários (inseridos em blue screen) da produção, a música bate na tecla da positividade que alimenta a indústria da auto-ajuda, da importância de se acreditar em si mesmo, e é melosa o suficiente para almejar um lugar no próximo Oscar. A trilha sonora do filme, que também conta com músicas da Sia e Sade, foi lançada na sexta-feira (9/3). Já o filme da Disney estreia em 29 de março.

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    James Bay lança clipe com atriz de Stranger Things

    20 de fevereiro de 2018 /

    O cantor inglês James Bay divulgou o clipe da música “Wild Love”, que traz uma convidada especial. A atriz Natalia Dyer, intérprete de Nancy na série “Stranger Things”, aparece numa festa, mas o casal não consegue se encontrar, forçando seu caminho em meio à multidão e borboletas azuis. A direção é de Marc Klasfeld, que já trabalhou com Katy Perry (“Last Friday Night”), Sia (“Santa’s Coming For Us”) e Whiz Califa (“See You Again”, da trilha do filme “Velozes e Furiosos 7”). Curiosamente, a letra é o oposto da canção, falando em amor selvagem, “do tipo que nunca fica lento”. Já a música é bem lentinha. Ela deve fazer parte do segundo álbum do cantor, que ainda não teve maiores informações divulgadas. Bay estava sem lançar material novo desde o primeiro disco, “Chaos and the Calm”, de 2015.

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    Trilha de Pantera Negra lidera as paradas de sucesso dos Estados Unidos

    20 de fevereiro de 2018 /

    Depois de dominar as bilheterias dos cinemas, “Pantera Negra” também conquistou as paradas de sucesso dos Estados Unidos. O disco “Black Panther: The Album”, trilha sonora produzida por Kendrick Lamar, foi o mais vendido da semana, com o equivalente a 154 mil unidades comercializadas – das quais 52 mil foram vendas físicas. A quantia marca o maior vendagem de estreia de uma trilha sonora em mais de um ano e meio, desde que o álbum de “Esquadrão Suicida” (2016) vendeu 182 mil cópias. O levantamento dos dados foi da empresa de pesquisa Nielsen. A parada oficial da revista Billboard, que é o principal parâmetro da indústria fonográfica, só será publicada na quarta-feira (21/1). “Black Panther: The Album” traz músicas inéditas de Lamar, com participações de SZA, Khalid, Future, The Weeknd e outros. O disco foi lançado em 9 de fevereiro.

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    Drake distribui felicidade e todo o orçamento de seu novo clipe nas ruas de Miami

    17 de fevereiro de 2018 /

    O rapper Drake lançou o primeiro clipe 100% assistencialista da música pop. Logo no início, letreiros anunciam: “O orçamento deste vídeo foi de US$ 996.631,90. Nós doamos tudo. Não contem à gravadora”. Logo em seguida, ao som da música “God’s Plan”, ele aparece distribuindo dinheiro para diversas pessoas. A verba destinada à produção do vídeo acabou tendo destino bem diferente, financiando compras de um grupo de pessoas num mercado. “Tudo o que vocês escolherem hoje é de graça”, disse o rapper, ao chegar no local, com um autofalante em punho. Drake também ajudou pessoas nas ruas e surpreendeu ao dar uma bolsa de estudos na Universidade de Miami a uma jovem. Em seu Instagram, o rapper disse que o clipe, dirigido pela atriz Karena Evans (da série “Mary Kills People”) e gravado nas ruas de Miami, tinha sido a ação mais importante já realizada por ele. “A coisa mais importante que já fiz em toda a minha carreira”, escreveu. Veja abaixo. A atitude rendeu diversos elogios nas redes sociais. “Drake, como você me faz chorar assim. Que clipe mais incrível”, tuitou uma internauta. “O vídeo de God’s Plan é obrigatório para que todos assistam. Ele mostra aos jovens que, se você tem sonhos, você pode alcançá-los e uma pessoa pode fazer toda a diferença para tornar isso possível. Isso mostra que você nunca é muito legal, muito importante ou muito famoso para ajudar!”, elogiou outra internauta. Vale lembrar que, no ano passado, o rapper Young Thug torrou a verba de um clipe milionário sem aparecer para as gravações. O diretor teve que se virar, já que tinha contratado mulheres, carros e o escambau para a produção, e criou um trabalho muito elogiado de metalinguagem, que resultou engraçado, mas também embutiu uma forte crítica ao descaso das estrelas do universo da ostentação. Agora, Drake oferece um exemplo oposto do que fazer com o dinheiro de um megaclipe. O hit “God’s Plan” já lidera a parada da Billboard há três semanas. The most important thing I have ever done in my career…drop a ?? if I can share it with you. Uma publicação compartilhada por champagnepapi (@champagnepapi) em 15 de Fev, 2018 às 9:09 PST

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    Descendentes 3 é confirmado com teaser que revela novo vilão

    17 de fevereiro de 2018 /

    O Disney Channel surpreendeu os fãs da franquia “Descendentes” com a divulgação de um teaser anunciando a produção do terceiro telefilme. Mais que isso, o vídeo já revela quem será o novo vilão da história: o pai misterioso de Mal (Dove Cameron), a filha da bruxa Malévola. Não é de surpreender que a Disney planeje continuar explorando as aventuras dos filhos dos vilões das fábulas encantadas. “Descendentes 2” foi um dos maiores fenômenos de audiência do canal dos últimos anos. Ao vivo, em sua exibição original em julho, o telefilme infantil foi visto por 5,3 milhões de telespectadores, mas, somadas as reprises, transmissões em outros canais e plataformas online, o número atingiu 21 milhões de telespectadores, e isto apenas em seu fim de semana de estreia. “Descendentes 2” também se destacou como o programa mais visto de 2017 por crianças entre 2 e 11 anos de idade. Além disso, sua trilha sonora atingiu o 1º lugar na parada do iTunes. Com música, dança e magia, a franquia dirigida por Kenny Ortega (“High School Musical”) conta a história dos filhos dos grandes vilões das fábulas, que foram aceitos no Reino Encantado, após o príncipe herdeiro, filho da Bela e a Fera, dar-lhes uma chance para provar que não eram iguais aos seus pais, e assim poder estudar na mesma escola que os filhos das princesas da Disney. Todo o elenco está confirmado em “Descendentes 3”, assim como Kenny Ortega e as roteiristas Josann McGibbon e Sara Parriott (de comédias dos anos 1990, como “Três Solteirões e uma Pequena Dama” e “Noiva em Fuga”), que criaram a atração. Mas ainda não há previsão para a estreia da continuação.

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