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Música

Demi Lovato anuncia novo show em São Paulo

Apresentação no Suhai Music Hall será em 15 de setembro, como parte da turnê "It’s Not That Deep"

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27 de maio de 2026
Música

Sepultura anuncia último show da carreira em São Paulo

Banda encerra a turnê de despedida em novembro, no Pacaembu, após quatro décadas de trajetória

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27 de maio de 2026
Música

Mariah Carey anuncia dois shows no Brasil em novembro

A cantora fará apresentações em São Paulo e no Rio com repertório de Natal e sucessos da carreira

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26 de maio de 2026
  • Música,  Série

    Série documental da Anitta na Netflix ganha primeiro trailer

    1 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer do documentário “Vai Anitta”, que mostra os bastidores agitados do último ano da vida da cantora, quando ela passou de artista mais conhecida do funk brasileiro para estrela pop internacional. A prévia mostra gravações de clipes, shows, camarins e apuros, desde o esgotamento e as dores físicas causadas pela agenda lotada, com direito à injeções para aliviar o sofrimento que afetou seu rebolado, mas também situações engraçadas, como a súbita vontade de fazer xixi no meio da floresta amazônica. O documentário representa mais uma investida de Anitta em outros formatos de entretenimento. Este ano, ela também estreou “Anitta Entrou no Grupo”, seu novo programa no canal Multishow, após comandar o “Música Boa Ao Vivo”, e a recente série animada “Clube da Anittinha”, no canal infantil Gloob. “Vai Anitta” estreia em duas semanas (16/11) em streaming

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  • Música

    Slipknot volta à ativa no Halloween com lançamento de primeiro clipe em quatro anos

    1 de novembro de 2018 /

    Os loucos escaparam. A banda Slipknot revelou sua primeira faixa inédita em quatro anos, que também ganhou clipe. A data escolhida para a divulgação de “All Out Life” não poderia ser mais temática: o dia do Halloween. O clipe mostra uma fuga em massa de psicopatas mascarados de um ônibus lotado, possivelmente durante o transporte para uma prisão ou hospício, e conduz os alucinados até um galpão onde ocorre, literalmente, um banho de sangue – ou de xarope de framboesa. A direção é de Shawn Crahan, o percussionista do Slipknot, que estreou como cineasta durante o hiato da banda, com a comédia sci-fi “Officer Downe” (2016), destruída pela crítica – 36% de aprovação no Rotten Tomatoes. “All Out Life” deve fazer parte do próximo álbum da banda de metal pesado. Recentemente, o vocalista Corey Taylor afirmou que estava trabalhando num novo disco de músicas inéditas para 2019, e que o material deve ser seguido de uma turnê mundial. O álbum mais recente da banda é “The Gray Chapter”, lançado em 2014.

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  • Música

    Pharrell Williams proíbe Trump de usar a música Happy em seus comícios

    30 de outubro de 2018 /

    O cantor e compositor Pharrell Williams se manifestou contra o uso da sua canção “Happy”, indicada ao Oscar em 2014, em eventos do presidente dos EUA Donald Trump. Os advogados do cantor enviaram uma carta exigindo que a equipe da Casa Branca pare de usar o hit. Williams fez objeção especial ao uso de “Happy”, com sua mensagem otimista, em um comício do presidente realizado no sábado (27/10), na cidadezinha de Murphysboro, interior dos EUA, mesmo em que 11 pessoas foram mortas em um tiroteio dentro de uma sinagoga em Pittsburgh. “Não há nada ‘feliz’ (‘happy’) sobre a tragédia infligida ao nosso país no sábado, e ninguém garantiu permissão para que você usasse a faixa para propósitos de campanha”, diz a carta. “Pharell não deu e não dará permissão para você usar nenhuma de suas músicas em eventos de campanha. O uso de ‘Happy’ sem essa permissão fere os seus direitos autorais”, continuam os advogados, ameaçando processo caso a canção da trilha do filme “Meu Malvado Favorito 2” seja mais uma vez usada por Trump. Robert Bowers, o atirador da sinagoga em Pittsburgh, foi apreendido pouco depois do acontecido pela polícia. Ele se assumiu simpatizante de Trump, como o homem que enviou cartas-bombas à imprensa, artistas e políticos democratas, também preso na semana passada. Após esse fato ser citado pela imprensa, Trump disse que a imprensa que espalhava “fake news” era “inimiga do povo” americano.

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  • Música,  Série

    Diretora de Selma desenvolve documentário sobre Prince para a Netflix

    30 de outubro de 2018 /

    A produtora e diretora Ava DuVernay, de “Selma” e “Uma Dobra no Tempo”, está trabalhando em um documentário sobre Prince para a Netflix. De acordo com o site Deadline, a produção será dividida em episódios que irão cobrir toda a trajetória do artista. O projeto, que está sendo desenvolvido há meses, conta com o apoio do espólio de Prince, cujos administradores estão colaborando com entrevistas e acesso a arquivos, vídeos e fotos. “Prince era um gênio e uma alegria e um choque para os sentidos”, declarou DuVernay. “A única forma que de fazer este filme é com amor e com muito cuidado. Estou honrada e grata pela oportunidade confiada a mim pela espólio”. Vencedor do Oscar de Melhor Canção por “Purple Rain” (1984), Prince morreu em 21 de abril de 2016, aos 57 anos, após uma overdose acidental de medicamentos para dor.

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  • Filme,  Música

    Amy Winehouse ganha clipe inédito para divulgar novo documentário

    29 de outubro de 2018 /

    A cantora Amy Winehouse vai ganhar um novo documentário em Blu-ray, “Back to Black”, que inclui cenas inéditas de um show privado, feito em Londres na noite em que ela venceu cinco Grammys. A apresentação, aberta apenas a convidados, aconteceu no dia 10 de fevereiro de 2008, no Riverside Studios, e foi apenas parcialmente exibida na TV, dentro da cerimônia do Grammy. Com o lançamento do Blu-ray previsto para a próxima sexta (2/11) no Reino Unido, a gravadora Eagle Rock divulgou a íntegra de uma música do show como clipe. Trata-se da versão ao vivo de “Love Is A Losing Game”. A gravação integra o que está sendo chamado de “bônus” do lançamento, com subtítulo de “An Intimate Evening In London”. A parte principal do material é dedicado a histórias de bastidores do disco “Back to Black”, segundo trabalho de estúdio de Amy Winehouse. Produzido por Mark Ronson, o disco de 2006 traz inúmeros sucessos, como a música-título, “Rehab” e “You Know I’m No Good”, que catapultaram a cantora ao estrelato, culminando na consagração do Grammy. A trajetória de Amy Winehouse, que morreu de intoxicação alcoólica aos 27 anos em 2011, já rendeu o documentário “Amy” (2015), do britânico Asif Kapadia, vencedor do Oscar da categoria, e há planos para uma cinebiografia com atores, atualmente em desenvolvimento.

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  • Filme,  Música

    Lady Gaga libera novo clipe da trilha de Nasce uma Estrela

    27 de outubro de 2018 /

    Lady Gaga disponibilizou em seu canal no YouTube um novo clipe da trilha de “Nasce uma Estrela”. Originalmente, o vídeo de “I’ll Never Love Again” tinha sido lançado com exclusividade para os assinantes da Apple Music. Agora, liberou geral. Como os dois clipes anteriores da trilha sonora, o vídeo inclui diversas cenas do filme. Mas esta canção não é “para cima” como “Shallow” e “Look What I Found”. Trata-se de uma balada cafona, que lembra mais o repertório da protagonista da versão de “Nasce uma Estrela” dos anos 1970, Barbra Streisand, com direito a acompanhamento de orquestra. O arranjo tenta acomodar Lady Gaga na canção, mas fica claro que a música pede uma cantora de mais potência e menos vergonha de ser brega. A história de “Nasce Uma Estrela” tem 81 anos e já foi filmada quatro vezes. Na nova versão, Lady Gaga interpreta uma cantora iniciante que ganha uma chance de se tornar conhecida com o apoio de um músico veterano (Bradley Cooper), com quem se envolve. Mas quando ela passa a fazer sucesso, ele entra em decadência, vítima do alcoolismo. Além de marcar a estreia da cantora como atriz de cinema, o filme também é o primeiro dirigido por Bradley Cooper, e sua trilha sonora está há duas semanas em 1º lugar na parada de álbuns da revista Billboard.

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  • Música

    Novo clipe de Shawn Mendes presta homenagem ao filme Encontros e Desencontros

    27 de outubro de 2018 /

    O cantor Shawn Mendes lançou o clipe de “Lost in Japan”, faixa de seu terceiro álbum, que, aproveitando o tema da canção, presta homenagem ao filme “Encontros e Desencontros” (Lost in Translation, 2003). O vídeo recria cenas conhecidas da produção cinematográfica, colocando o cantor nas pantufas de Bill Murray durante uma viagem ao Japão. Lá, ele acaba conhecendo e se apaixonando por outra jovem turista americana, a atriz Alisha Boe (intérprete de Jessica na série “13 Reasons Why”), que usa a peruca rosa de Scarlett Johansson nessa versão musical. Da sequência do elevador ao comercial de whisky, culminando na noitada de karaokê, os principais momentos do longa da diretora Sofia Coppola são revisitados e devidamente celebrados. Para completar, o clipe mistura a faixa original com o remix lançado em parceria com Zedd, que também aparece em cena como um amigo do casal, no momento do karaokê. A direção é de Jay Martin, que assina os principais clipes do cantor e também foi responsável pelos storyboards de “Jogos Vorazes: Em Chamas” (2013) e “O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro” (2014). Aproveite e reveja abaixo o trailer de “Encontros e Desencontros” para comparar; só evite reparar na trilha superior do filme.

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  • Filme,  Música

    Legalize Já acerta praticamente tudo ao contar a gênese do Planet Hemp

    27 de outubro de 2018 /

    É raro uma cinebiografia acertar a mão. Muitas tentam dar conta da vida completa do artista ou da pessoa em questão e acabam por tornar tanto a narrativa quanto o personagem rasos. Não é o caso de “Legalize Já – Amizade Nunca Morre”, dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, que faz um recorte destacando a amizade entre Marcelo D2 e Skunk, responsáveis pela criação de uma das bandas mais importantes do cenário brasileiro dos anos 1990, o Planet Hemp. Bastava estar vivo naquela década para lembrar o que o rolava nas rádios e nas televisões: era o boom do pagode e do axé. O surgimento das novas bandas da turma de 1994 foi crucial para dar uma oxigenada no rock daquele período, ainda que as bandas da década anterior ainda estivessem ativas e interessantes. Mas era preciso sangue novo e essa nova turma em geral soube lidar com a transgressão de maneira muito mais efetiva que a turma anterior. Colocar a legalização da maconha como principal bandeira por si só já foi um trunfo. Mas o Planet Hemp tinha também muito a oferecer no que se refere à qualidade de sua música. Uma coisa que muita gente não sabia era a importância de Skunk para a criação do conceito da banda. Marcelo não acreditava em si mesmo, embora as letras tenham partido dele desde o começo. Skunk, soropositivo, tentou lidar com a doença até onde deu. Na época, os coquetéis para combater o avanço do HIV eram muito desconfortáveis e tinham efeitos colaterais desagradáveis. “Legalize Já” ganhou o subtítulo “Amizade Nunca Morre” justamente por focar mais na amizade da dupla do que na criação musical. As linhas paralelas das vidas de Marcelo, camelô que vendia camisetas de banda de rock na rua, e Skunk, que morava com um amigo argentino dono de bar e de uma espécie de mini-estúdio caseiro, cruzam-se em um momento em que o rapa aparece para desmontar as bancas de alguns vendedores de rua. Chega a ser tocante ver a aproximação e a ótima química entre os dois, com Skunk sempre sendo o cara que motiva Marcelo a acreditar em si, em pensar grande com a ideia de montar uma das melhores bandas de rock do país. Apesar de haver aspectos dramáticos muito fortes, devido às situações nada fáceis da vida de ambos, o filme tem uma pegada leve, com cenas bem divertidas. E há também momentos musicais, que são de arrepiar. O que dizer da primeira vez em que ouvimos “Phunky Bhuda”? O que é aquele riff de guitarra, aquela energia? Vale destacar aqui as excelentes performances dos atores. Tanto Renato Góes (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”) como Marcelo D2 quanto Ícaro Silva (“Sob Pressão”) como Skunk estão ótimos. Principalmente o segundo, que exala um carisma impressionante. E também a evolução do diretor Johnny Araújo, que filma rock desde sua estreia, “O Magnata” (2007), com roteiro de Chorão e participação do Marcelo Nova, e seguiu firme no tema com “Depois de Tudo” (2015), uma espécie de ode à canção “Soldados”, da Legião Urbana. “Legalize Já” é poesia urbana que, em vez de rimas, usa imagens.

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  • Música

    Playlist: 12 clipes da nova geração do rock feminista

    26 de outubro de 2018 /

    Feministas estão cada vez mais estridentes. E com guitarras, mais barulhentas ainda. A seleção abaixo reúne 12 bandas da nova geração do rock feministas e LGBTQIA+ da América do Norte, Reino Unido e Austrália. A lista inclui garotas com camisetas do Bikini Kill, odes a Ellen Page, palavras de ordem, conclamação a boicotes, tatuagens, solos de guitarra, mosh, rebeldia de botas, minissaias, garotas de cabelos curtos, cabeludas, Beatlemaníacas, riot Grrls, lutadoras, bandeirosas, mães, lésbicas, atitude destroy, #MeToo e #EleNão. 1 Petrol Girls – “Touch Me Again” (Inglaterra) | 2 Dream Wife – “F.U.U.” (Inglaterra) | 3 Skating Polly – “Camelot” (EUA) | 4 Big Joanie – “Fall Asleep” (Inglaterra) | 5 Peach Club – “Bad Bitch” (Inglaterra) | 6 The Menstrual Cramps – “Boycott the Lot” (Inglaterra) | 7 Goat Girl – “The Man” (Inglaterra) | 8 VOIID – “Silly Girl” (Austrália) | 9 Yassassin – “Citizen” (EUA) | 10 Tancred – “Something Else” (EUA) | 11 GRLwood – “Bisexual” (EUA) | 12 Partner – “The ‘Ellen’ Page” (Canadá)

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  • Música

    Michael Myers toca guitarra em clipe da versão heavy metal de Halloween

    26 de outubro de 2018 /

    O tema clássico do terror “Halloween”, composto pelo diretor John Carpenter, ganhou um de seus melhores covers. O guitarrista Jason Richardson criou um arranjo heavy metal para a canção, mostrando toda sua virtuosidade técnica. Mas não ficou nisso. Ele extrapolou ao incorporar o tema no clipe de divulgação. No vídeo, Richardson aparece com o macacão e a famosa máscara do psicopata Michael Myers, andando à noite pelos subúrbios de guitarra em punho, pronto a arrancar gritos das cordas metálicas. Completa o visual clássico o registro em VHS, que evoca vídeos das antigas videolocadoras, onde se podia alugar o primeiro filme da franquia. O ex-guitarrista das banda All Shall Perish, Born of Osiris e Chelsea Grin segue atualmente em carreira solo. Por curiosidade, seu primeiro disco individual, lançado em 2016, tinha participação de outro guitarrista famoso, Jeff Loomis, atualmente na banda Arch Enemy. E este detalhe é curioso porque o psiquiatra de Michael Myers em 1978 se chamava… Dr. Loomis. Autor do tema original, Carpenter voltou à franquia para assinar a trilha da nova versão de “Halloween”, que estreou na quinta-feira (25/10) nos cinemas brasileiros.

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  • Música

    Anitta faz dueto com ex-estrela mirim colombiana em clipe supostamente sensual

    26 de outubro de 2018 /

    Anitta voltou ao reggaeton em novo dueto com artista latino. Desta vez é a cantora colombiana Greeicy, com quem a brasileira divide o clipe da música “Jacuzzi”. A dupla aparece dançando bem juntinha, à distância de um beijo, em clima de flerte num clube e também com as roupas molhadas. Mas é tudo menos quente que a intenção dos produtores. Não há sequer troca de carinhos entre as duas, no máximo um braço que encosta em outro, limitando a sensualidade à closes insistentes de seios e movimentos individuais de dança. O vídeo não reflete nem sequer a letra da música, que conta a história de uma pessoa que decidiu sair de casa para se divertir e acabou a noite em uma banheira, após ficar com alguém. A brasileira foi mais sexy em quase todos seus outros vídeos, inclusive naqueles em que adotou o ritmo latino. Ela já fez sucesso no gênero com “Downtown”, parceria com J. Balvin, e na versão em espanhol de “Sim ou Não”, gravada com o cantor colombiano Maluma. A distância protocolar entre as duas reflete o fato de que Greeicy é uma ex-artista mirim. Ela começou a carreira há 11 anos num reality show infantil, de onde partiu para a TV, virando atriz de telenovelas e também da série infantil “Chica Vampiro”, exibida no Brasil pelo canal Gloob. Greeicy também foi uma das protagonistas de “Venganza”, a versão colombiana da série “Revenge”. Sua estreia oficial como cantora aconteceu apenas 2017, quando explodiu com o hit “Amantes”, de temática adulta, embora o clipe pareça uma telenovela colombiana para toda a família. Por sinal, ela continua sua carreira televisiva, vencendo em 2018 o “Mira Quién Baila”, a versão mexicana da “Dança dos Famosos”. Anitta também é estrela da TV mexicana, como integrante da versão local do programa “The Voice”. Em sua última música solo, “Medicina”, Anitta rodou o mundo no clipe, passando por Colômbia, Hong Kong, Índia, Estados Unidos, África do Sul e Brasil. O resultado foi premiado pelo Latin Music Awards na noite de quinta-feira (25/10), mostrando o acerto da aposta no reggaeton para conquistar o mercado internacional.

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    Bohemian Rhapsody: Filme sobre a banda Queen ganha novo trailer e vídeo sobre seu legado

    26 de outubro de 2018 /

    A Fox divulgou um novo trailer de “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia de Freddie Mercury e da banda Queen, e um vídeo em que diversos artistas atuais reverenciam seu legado. O trailer resume a trajetória da banda, de sua origem glam nos anos 1970 aos estádios lotados da década seguinte, além de abordar tópicos como a relação do cantor com sua família, a homossexualidade e sua relação complicada com a única mulher de sua vida. O vídeo também chama atenção por apresentar uma variedade de figurinos e penteados, que aponta a abrangência temporal da história. Visualmente convincente, nem parece que a produção precisou sofrer intervenção do estúdio para ser finalizada. Para quem não lembra, o diretor Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) começou as filmagens, antes de sumir e ser demitido. Apesar de ser creditado como único diretor do longa, a produção foi completada por Dexter Fletcher (“Voando Alto”). Já o elenco de “Bohemian Rhapsody” traz Rami Malek (série “Mr. Robot”) como o cantor Freddie Mercury, Gwilym Lee (série “Midsomer Murders”) como Brian May, Joe Mazzello (minissérie “The Pacific”) no papel do baterista Roger Taylor e Ben Hardy (o Anjo de “X-Men: Apocalipse”) vivendo o baixista John Deacon. Além deles, também participam Aidan Gillen (série “Game of Thrones”) como John Reid, empresário da banda durante seu auge, entre 1975 e 1978, Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”) como Jim Beach, o empresário que assumiu em 1978, Lucy Boynton (“Sing Street”) como Mary Austin, namorada de Freddie Mercury antes dele sair do armário, e Aaron McCusker (Jamie na versão britânica de “Shameless”) como Jim Hutton, namorado do cantor nos últimos anos de sua vida. O roteiro foi escrito por Justin Haythe (“A Cura” e “O Cavaleiro Solitário”) e, apesar da crise de bastidores, a estreia, originalmente prevista para o Natal de 2018, foi antecipada para 1 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Kesha bate o bumbo do feminismo no clipe da trilha do filme Suprema

    24 de outubro de 2018 /

    A cantora Kesha lançou o clipe de “Here Comes the Change”, música da trilha sonora de “Suprema” (On the Basis of Sex), cinebiografia da juiza Ruth Bader Ginsburg. O vídeo começa em preto-e-branco com Kesha sem maquiagem, numa casa abandonada, tocando violão e batendo bumbo para marcar os versos de empoderamento da canção. Lá pela metade da faixa, ela também introduz um solo de gaita, o que traz uma lembrança do folk nova-iorquino militante de Bob Dylan e Joan Baez, apropriada ao tema, mas que contrasta com a melodia e os berros de country caipira do resto da canção. O clipe também inclui cenas do filme com diálogos que se sobrepõem à música. A opção é diferente, mas, por outro lado, todas as cenas já tinham aparecido no trailer oficial do longa – isto é, não houve maior pesquisa além do material de dois minutos divulgado anteriormente. Até o final é o mesmo. Em “Suprema”, a atriz inglesa Felicity Jones (“Rogue One: Uma História Star Wars”) vive a versão jovem da juíza da Suprema Corte dos EUA Ruth Bader Ginsburg, considerada um símbolo vivo da luta pelos direitos das mulheres na Justiça americana. Formada na Columbia Law School, Ruth Bader Ginsburg marcou época ao se tornar uma das primeiras professoras de Direito dos EUA nos anos 1960. Enfrentando forte preconceito ao longo de toda a carreira como advogada, integrou-se ao movimento pela igualdade de gêneros e passou a defender casos de discriminação sexual nos anos 1970, que criaram jurisprudência e mudaram as leis americanas. Em reconhecimento à sua atuação, o presidente Jimmy Carter a indicou a uma vaga de juiz na corte de apelações da capital dos EUA em 1980. E em 1993, o presidente Bill Clinton a promoveu ao ponto mais alto da justiça americana, como juíza da Suprema Corte. Ela se tornou a segunda mulher e a primeira judia a chegar na instituição máxima do judiciário do país. A prévia do filme ainda explora um detalhe relevante de sua biografia, que diferencia o longa de outras produções sobre lutas pelos direitos femininos. Ela teve apoio total em sua vida pessoal e profissional do marido, Martin D. Ginsburg, que era uma advogado renomado. Assim, a trama não vira uma história de ódio contra os homens, mas uma história de reconhecimento de uma grande mulher. Na produção de Hollywood, o marido da futura juíza é vivido por Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”). O filme é um lançamento importante, principalmente após a indicação de um juiz extremamente conservador e acusado de abuso sexual para a Suprema Corte dos Estados Unidos. Brett Kavanaugh pode ajudar a reverter decisões sobre leis consideradas feministas. O roteiro foi escrito pelo estreante Daniel Stiepleman e a direção é da veterana Mimi Leder (“Impacto Profundo”), afastada do cinema há quase uma década, e que ultimamente vinha comandando as séries “The Leftovers” e “Shameless”. A estreia está marcada para 25 de dezembro nos Estados Unidos, visando a temporada de premiações, e chega na semana seguinte, em 3 de janeiro, ao Brasil.

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