PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

Música

Artigo do New York Times compara impacto do BTS ao de Michael Jackson

Professor da NYU vê boicote ao Grammy como desafio à divisão de artistas por origem e idioma

Leia mais
11 de agosto de 2026
Música

Anitta diz que escondeu religião por medo de prejudicar carreira

Cantora contou no “Sem Censura” que temia o impacto do preconceito contra o candomblé

Leia mais
11 de agosto de 2026
Filme, Música

Anitta grava “Bichos Escrotos” para “Corrida dos Bichos” e confunde fãs

Versão do rock dos Titãs ganhou produção do Tropkillaz e gerou choque geracional nas redes sociais

Leia mais
11 de agosto de 2026
  • Filme,  Música

    Clipe traz Rita Ora em música da trilha de Pokémon: Detetive Pikachu

    25 de abril de 2019 /

    O produtor e DJ Kygo divulgou no YouTube o clipe de “Carry On”, sua parceria com a cantora Rita Ora para a trilha do filme “Pokémon: Detetive Pikachu”. O vídeo combina cenas da cantora com trechos da produção cinematográfica, em que o Pikachu não só fala como tem a voz de Ryan Reynolds (“Deadpool”). Com roteiro de Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e direção a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”), “Pokémon: Detetive Pikachu” estreia em 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Criadores de Game of Thrones comentam cenas e música do último episódio

    22 de abril de 2019 /

    A HBO divulgou um vídeo em que os criadores de “Game of Thrones”, David Benioff e D.B. Weiss, comentam as cenas mais importantes do segundo episódio da 8ª temporada. Os comentários acompanham momentos-chaves dos episódios, portanto tudo no vídeo é spoiler, como a perda da virgindade de Arya (Maisie Williams), a aceitação de Jaime Lannister (Nikolaj Coster-Waldau) em Winterfell e a sagração de Brienne de Tarth (Gwendoline Christie) como cavaleiro dos Sete Reinos – ato que batizou o episódio. Há também destaque para a música cantada por Podrick (Daniel Portman), cuja voz é elogiada pelos produtores. A canção “Jenny of Oldstones” também ganhou uma gravação de Florence + The Machine, que teve clipe divulgado aqui. Com a exibição de “A Knight of the Seven Kingdoms”, faltam só quatro episódios para o final da série. O terceiro capítulo vai ao ar no próximo domingo (28/4) no canal pago HBO. Veja o trailer aqui.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Música do último capítulo de Game of Thrones ganha clipe oficial

    22 de abril de 2019 /

    A HBO divulgou um clipe com a música “Jenny of Oldstones”, um folk de sonoridade medieval, cantando por Florence + The Machine. A versão foi ouvida durante os créditos de encerramento do segundo episódio da 8ª temporada de “Game of Thrones”, “A Knight of the Seven Kingdoms”, exibido no último domingo (22/4). Mas, um pouco antes no episódio, foi entoada por Podrick (Daniel Portman), o escudeiro da agora Sor Brienne de Tarth (Gwendoline Christie, que se converteu no cavaleiro dos Sete Reinos do título), durante a noite em que os personagens fizeram as pazes e enterraram rancores à espera da batalha mortal do próximo capítulo. “Quando ouvi a música pela primeira vez parecia uma canção de ninar celta”, contou Florence, que foi pessoalmente convidada pelos criadores da série David Benioff e D.B. Weiss para gravar a música, que os dois escreveram com Ramin Djawadi, compositor oficial de “Game of Thrones”, a partir dos primeiros versos publicados por George R.R. Martin, o autor dos livros em que a produção se baseia. A letra, por sinal, referencia a mitologia de “Game of Thrones”, já que a Lady Jenny cantada nos versos não é uma pessoa qualquer, mas uma camponesa que entrou para a casa Targaryen através do seu casamento com o príncipe Duncan, apesar das objeções do Rei Aegon V. Por causa do casamento, Duncan abriu mão de seu direito ao trono. E o clipe parece indicar que o mesmo ocorrerá com seu descendente Jon Snow (Kit Harington). Por curiosidade, Florence Welch, a cantora da banda, já tinha sido convidada antes e se recusado a gravar uma música para a série. Foi “Rains of Castamere”, na 2ª temporada – que acabou gravada pelas bandas The National e Sigur Rós. A cantora disse que a recusa anterior se deu por ela ser muito criteriosa com as canções que grava e que ela vivia “anos de caos” na época da 2ª temporada. “Fico feliz que eles tenham me convidado de novo”.

    Leia mais
  • Música

    Anitta pede clipe de graça a Selton Mello

    21 de abril de 2019 /

    Anitta usou seu Instagram Stories na manhã deste domingo (21/4) para fazer um pedido especial aos seus fãs: seguir o perfil do ator e diretor Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”). O pedido inusitado tem segunda intenções. A cantora brincou que gostaria de fazer uma troca de favores. No lugar dos novos seguidores, ela pediu um clipe de graça, afirmando que neste ano já tinha gastado todo o dinheiro disponível para investir em produções. “Segue ele aí, gente, por favor. Não tenho mais dinheiro para fazer clipe não. A não ser que ele queira me dar de presente. Já foi toda a verba”, brincou ela. Anitta lançou seu novo álbum, “Kisses”, no último dia 5, com dez músicas. Todas elas ganharam clipes, divulgados simultaneamente.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Documentário de Beyoncé é considerado “um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”

    20 de abril de 2019 /

    “Homecoming”, o documentário de Beyoncé lançado na quarta (17/4) na Netflix, recebeu 100% de aprovação da crítica, na tabulação do site Rotten Tomatoes, e está sendo considerado um marco de seu gênero. O documentário registra a apresentação de Beyoncé no Festival de Coachella do ano passado, tanto no palco quanto nos ensaios e bastidores. O espetáculo grandioso se tornou icônico, todo concebido como uma mensagem social e cultural, ao traçar as contribuições de artistas negros do Sul dos Estados para a formação da cultura americana. Na época, a crítica da apresentação publicada no New York Times considerou o show um dos “mais significativos, absorventes, vigorosos e radicais de um músico americano neste ano, ou em qualquer ano próximo”. A versão filmada é ainda mais elogiada. “Um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”, tascou o prestigioso Washington Post. Para não deixar dúvidas, o Chicago-Sun Times repetiu: “‘Homecoming’ é um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”. Exatamente o mesmo elogio. O que disse o site do finado crítico Roger Ebert? “Um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”. Não é mentira. A frase cansou de ser repetida. E também ganhou variações, como no texto da agência Associated Press: “Uma das mais icônicas apresentações musicais de todos os tempos”. Mas teve quem tentasse elogiar melhor. “Homecoming” pertence a uma classe só dele, como uma síntese completa das artes pop”, segundo a revista New Yorker. Obra-prima, em outras palavras. E com o seguinte detalhe: Beyoncé não aparece apenas diante das câmeras. Ela escreveu, dirigiu e produziu o filme. Os fãs que ficaram em êxtase podem se preparar para o bis. Segundo a revista Variety, o contrato assinado pela cantora prevê mais dois especiais na Netflix.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Após “obra-prima”, Beyoncé fará mais dois especiais na Netflix

    20 de abril de 2019 /

    “Homecoming”, o documentário de Beyoncé lançado na quarta (17/4) na Netflix, foi apenas o primeiro de três especiais previstos num contrato milionário fechado entre a cantora e a plataforma de streaming. De acordo com a revista Variety, Beyoncé receberá US$ 60 milhões pelos três projetos. O primeiro da encomenda, o documentário “Homecoming: A Film by Beyoncé”, escrito, dirigido, produzido e estrelado pela cantora, teria custado US$ 20 milhões. O filme recebeu 100% de aprovação da crítica, na tabulação do site Rotten Tomatoes, e está sendo considerado uma obra-prima.

    Leia mais
  • Música

    Madonna lança teasers de seu novo disco, com título de filme clássico

    14 de abril de 2019 /

    A cantora Madonna divulgou um vídeo em suas redes sociais para confirmar o título e o conceito de seu 14º álbum de estúdio. Após várias pistas nas últimas semanas, ela anunciou oficialmente que o disco vai se chamar “Madame X”. O vídeo traz cenas da cantora em Lisboa, onde ela reside atualmente, alternando-se entre visuais de loira platinada e morena perigosa. Madonna explica no teaser o conceito por trás do nome e das mudanças de penteado, afirmando que assumirá várias identidades “Decidi chamar meu álbum de ‘Madame X’. Uma agente secreta viajando ao redor do mundo, trocando sua identidade, lutando por liberdade, trazendo luz a lugares sombrios. Ela é uma instrutora de dança, uma docente, uma chefe de estado, uma governanta, uma prisioneira, uma estudante, uma professora, uma freira, uma cantora de cabaret, uma santa e uma prostituta”. Antes do vídeo, ela compartilhou trechos desse texto no Instagram, além de dar pistas do novo álbum. Cinéfilos conhecem bem esta personagem. “Madame X” é o título de um melodrama clássico de 1966 (baseado numa peça de Alexandre Bisson), em que Lana Turner finge a própria morte, após um acidente mortal envolver seu suposto amante. Ela acaba adotando personalidades diferentes, até decair tanto que vai a julgamento por outro assassinato. A esta altura, nem seu filho é capaz de reconhecê-la, ao assumir seu caso como advogado. Em outro post, a cantora também citou o título de um romance de Anais Nin, “Uma Espiã na Casa do Amor”, clássico erótico de 1954 sobre uma mulher de vida dupla. Seja quem for, a nova Madame X parece gostar de ensinar, pois Madonna frisou a palavra professora com mais dois sinônimos para defini-la. Ela só não deu previsão de lançamento das gravações. Veja abaixo os vídeos criados para divulgar o disco. Welcome to the World of Madame ❌. ………………… @nunoxico #stevenkleinstudio pic.twitter.com/bo0L0MAstr — Madonna (@Madonna) April 14, 2019 Madame ❌ is a spy in the house of Love ♥️ pic.twitter.com/8DE5SF6uyR — Madonna (@Madonna) April 14, 2019 What song is Madame ❌ playing…………… pic.twitter.com/257fxOHwyN — Madonna (@Madonna) April 14, 2019 pic.twitter.com/oswdYUdCbz — Madonna (@Madonna) April 13, 2019

    Leia mais
  • Música

    Clipe do grupo feminino Blackpink quebra recordes no YouTube

    9 de abril de 2019 /

    Sensação feminina do K-pop, o grupo sul-coreano Blackpink bateu dois recordes no YouTube com o lançamento do clipe de “Kill This Love”. O vídeo registrou a maior estréia de um vídeo na história da plataforma de streaming, com 56,7 milhões de visualizações em suas primeiras 24 horas. Com a marca, o grupo desbancou a cantora americana Ariana Grande, que tinha o recorde de clipe mais visto em 24 horas por “Thank U, Next”, exibido 55,4 milhões de vezes em sua estreia. Mas não ficou nisso. “Kill This Love” também se tornou o clipe que mais rapidamente bateu a marca de 100 milhões de visualizações no YouTube: em menos de três dias desde seu lançamento – que aconteceu na quinta passada (4/4). Atualmente, a conta está em mais de 142 milhões de visualizações. No início deste ano, a banda já tinha batida um recorde com o clipe de “Ddu-Du Ddu-Du”, como o vídeo de K-pop mais visto de todos os tempos. “Kill This Love” deixou esse sucesso para trás. Com visual colorido e fashion, que lembra antigos clipes de Taylor Swift – mas não tão colorido quanto os clipes do grupo rival de K-pop Red Velvet – , Blackpink vem se firmando como referência no gênero, que tem como equivalente popular masculino o grupo BTS.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Trailer revela documentário “secreto” sobre show icônico de Beyoncé

    9 de abril de 2019 /

    A Netflix divulgou de surpresa o primeiro trailer de “Homecoming”, um documentário “intimista” sobre Beyoncé, que foi produzido sem alarde. A prévia é “narrada” por uma entrevista com a poeta Maya Angelou, pouco antes de sua morte, dentro do conceito cultural criado pela cantora para o show que inspira o filme. As filmagens acompanham principalmente a apresentação de Beyoncé no Festival de Coachella do ano passado, tanto no palco quanto nos ensaios e bastidores. O espetáculo grandioso se tornou icônico, todo concebido como uma mensagem social e cultural, que traça as contribuições de artistas negros do Sul dos Estados para a formação da cultura americana. Na época, a crítica da apresentação publicada no New York Times considerou o show um dos “mais significativos, absorventes, vigorosos e radicais de um músico americano neste ano, ou em qualquer ano próximo”. O filme será lançado em 17 de abril – por coincidência, logo após o começo da edição deste ano do festival americano de música.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Banda Starcrawler grava cover dos Ramones na trilha de Cemitério Maldito

    7 de abril de 2019 /

    A banda americana Starcrawler divulgou no YouTube sua gravação da música tema de “Cemitério Maldito”. A música é um “remake”, para usar a terminologia cinematográfica. A faixa é cover do punk rock original dos Ramones, “Pet Sematary”, usado há 30 anos na trilha do primeiro “Cemitério Maldito” (1989). A banda de Los Angeles tem só dois anos de existência, mas é inspirada pela geração punk americana da década de 1970 – além de Ramones, as Runaways, X, New York Dolls e Dead Boys. A nova versão de “Cemitério Maldito” estreou neste fim de semana nos Estados Unidos, com críticas mais positivas que as geradas pelo filme anterior e US$ 25 milhões nas bilheterias. A estreia no Brasil vai acontecer na próxima quinta-feira (9/4). Ouça o cover e compare com o clipe original dos Ramones abaixo.

    Leia mais
  • Música,  Série

    História do grupo musical Menudo vai virar série da Amazon

    7 de abril de 2019 /

    A Amazon encomendou uma minissérie sobre a história do grupo Menudo, fenômeno musical adolescente dos anos 1980. Segundo a agência EFE, as filmagens vão começar no verão norte-americano (entre maio e agosto) com locações em Porto Rico, onde a banda foi formada, e no México, país que foi seu maior mercado comercial. A produção é do Piñolywood Studios, que vai traçar, em 15 episódios, desde a origem do grupo até seu estrelado mundial. A atração conta com o envolvimento de Edgardo Díaz, o criador do grupo, e de Ricky Meléndez, um dos primeiros integrantes, que compartilharam histórias de bastidores com os roteiristas. A primeira banda de garotos hispânicos que teve fama mundial foi formada inicialmente pelos irmãos Fernando e Nefty Sallaberry Valls, junto com outros irmãos Carlos, Óscar e Ricky Meléndez. Com esta formação, os Menudos lançaram seu primeiro disco em 1977. Mas o auge do grupo foi nos anos 1980, quando o quinteto se tornou mundialmente conhecido. Com o passar do tempo, vários integrantes foram mudados, lançando para o estrelato jovens até então desconhecidos, como Ricky Martin e Robi Draco Rosa. Mas essa mudança contínua também dispersou fãs e não impediu o envelhecimento da “grife”. Depois de contar com 39 cantores diferentes, o grupo anunciou seu fim em 2009. A expectativa é que a série, provisoriamente batizada com o título de uma música do grupo, “Suba em Minha Moto: A História do Menudo”, seja disponibilizada em 2020 pela Amazon.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Filme da banda Mötley Crüe imita, mas não é Bohemian Rhapsody

    7 de abril de 2019 /

    Depois do sucesso de “Bohemian Rhapsody”, a fórmula ficou clara. E “The Dirt: Confissões do Mötley Crüe” segue à risca, até nas passagens importantes da “timeline” da banda, picotadas e aceleradas com tratamentos dramáticos superficiais para reduzir a reclamação dos fãs no caso de algum fato ficar de fora (nem que seja um trechinho de uma música). A sensação é de ver na tela a materialização de um verbete da Wikipedia. A principal diferença em relação à cinebiografia do Queen é que o filme do Mötley Crüe não tanta obrigação em incluir “hits”. Afinal, a banda de metal farofa ficou mais famosa pela zona que fez por onde passou do que pelo legado de sua música. E o filme deixa a setlist no backstage para privilegiar o caos que seus quatro integrantes liberaram no mundo, com um toque especial de mau gosto por cortesia de Jeff Tremaine, um dos criadores de “Jackass” e diretor dos filmes da série. Basta dizer que o “cineasta” abre o filme “jorrando” o orgasmo de uma mulher numa cena criada para o público masculino rir. Depois disso, conhecemos os integrantes da banda, que se dividem no voice over executado de forma pobre, do ponto de vista narrativo – o recurso não faz a menor diferença. E, sem maior explicação, a história passa a mostrar apenas o baixista Nikki Sixx (Douglas Booth) em sua infância, até encontrar o baterista Tommy Lee (Machine Gun Kelly), o guitarrista Mick Mars (Iwan Rheon) e o vocalista Vince Neil (Daniel Webber). Será que só para justificar sua entrega às drogas e uma vida de excessos? Bom, Vince e Tommy também cometem seus exageros. Tudo é reducionista nesta versão da história feita para a Netflix. A ponto de bastar o quarteto tocar junto somente uma vez para sair do anonimato. E tudo também é gratuito, como o fato de Tommy Lee socar a cara de uma namorada e depois se casar com Heather Locklear como se fosse um prêmio. O pior é que há uma moral nesta história. Ao final, tudo que aprontaram teria servido para a formação de uma família entre os músicos. É assim que Jeff Tremaine ousa terminar o seu, digamos, streaming. É questionável, mas o importante é ver o Mötley Crüe zoando por aí na primeira metade e rir disso. Desde que, claro, você admita que está se divertindo com um filme ruim, que tenta inclusive uma quebra de quarta parede para driblar suas deficiências e explicar o que o filme deixa de contar. A graça, claro, esvai-se quando o diretor tenta alguma dramaticidade na segunda metade da história, com resultado arrastado, enfadonho, que escancara o quanto os atores são fracos e estavam disfarçados (com perucas) de engraçadinhos até então. Tirando Iwan Rheon, que esteve em “Game of Thrones”, nenhum dos demais dá conta de interpretar algo além da caricatura. A verdade é que, mesmo com produção dos integrantes verdadeiros da banda, um filme sobre o Mötley Crüe só poderia dar mesmo nisso. A surpresa seria um filme bom. Claro que, para isso, precisaria-se de um diretor um pouquinho apaixonado pela música da banda. Já que é difícil, pelo menos que fosse alguém com algo mais na carreira além da tombos e escatologia barata.

    Leia mais
  • Música

    Novo clipe dos Jonas Brothers cita Game of Thrones e evoca Miami Vice

    5 de abril de 2019 /

    Os Jonas Brothers laçaram um de seus melhores clipes, acompanhando a música “Cool”, em que recriam a vibe de “Miami Vice”. Dirigido por Anthony Mandler – que também fez o clipe de “Sucker” – , o vídeo é uma homenagem a uma era saudosa da MTV, em que artistas apareciam em cenas de praia, repletas de mulheres de biquíni, e usando ternos de cor pastel sobre camisetas claras. Não falta sequer os óculos escuros, a obsessão pelo penteado ligeiramente imperfeito e a cena panorâmica num iate, elementos icônicos do pop dos anos 1980. O visual combina com uma letra que é pura massagem de ego. “Quando crescer, quero ser igual a mim”, diz Kevin Jonas, depois do refrão grudar forte – “Estou me sentindo tão cool”, repete sem parar o melhor cantor do grupo. Outro detalhe divertido da letra surge quando Joe Jonas assume os vocais e passa descrever que chegar em casa é se sentir “vencendo como em ‘Game of Thrones'”, numa clara referência a quem ele encontra neste momento – sua noiva Sophie Turner, a Sansa Stark. A maior surpresa fica por conta da forma espontânea como os vocais soam, às vezes quase improvisados, para injetar um pouco de criatividade no padrão redondinho do hit pop. Pode não parecer, mas a experiência como ator de Kevin Jonas melhorou muito sua interpretação musical.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie