Susan Bernard (1948 – 2019)
A atriz Susan Bernard, estrela do cultuado filme “Faster, Pussycat! Kill! Kill!” (1965), morreu inesperadamente em sua casa em Los Angeles na sexta-feira (21/6) passada, após sofrer um ataque cardíaco aos 71 anos de idade. Ela era filha de Bruno Bernard, um dos mais célebres fotógrafos de Hollywood, que fez algumas das fotos mais conhecidas de Marilyn Monroe. A preservação do legado do pai foi uma das muitas atividades da estrela, que organizou exposições e ainda editou sete livros com o material mais icônico do fotógrafo. Sua carreira como atriz também foi marcada por sua beleza fotográfica. Não por acaso, ela foi eleita uma das 100 mulheres mais bonitas do século 20 pela revista Playboy, após aparecer nas páginas da publicação em 1966 – apresentada como a primeira playmate judia! – , seguindo sua estreia em “Faster, Pussycat! Kill! Kill!”. Escrito e dirigido por Russ Meyer, mestre do cinema “exploitation” dos anos 1960 – que explorava sensualmente os atributos físicos de suas estrelas – , “Faster, Pussycat! Kill! Kill!” foi um grande fracasso comercial. Mas se tornou cultuadíssimo com a passagem dos anos. Uma das influências de “À Prova de Morte” (2007), de Quentin Tarantino, o filme foi inicialmente odiado pela crítica e considerado misógino. Mas acabou revisto e celebrado como marco do feminismo no cinema. A história que inspirou tamanha polarização acompanhava uma gangue de mulheres espalhando morte e destruição pelas estradas empoeiradas da Califórnia. Susan interpretou Linda, uma caroneira que passa o filme quase todo de biquíni, após ser sequestrada e integrada à força no grupo de três dançarinas transformadas em assassinas desvairadas. Mas ela se vinga. O começo controvertido, seguido por fotos na Playboy, não transformou Susan Bernard em estrela. Ela acabou aparecendo apenas em filmes B, eventualmente marcando presença em outros cults da época, como o drama lésbico “That Tender Touch” (1969), o terror bizarro “Necromancy” (1972), estrelado por ninguém menos que Orson Wells, o violento “Raça Maldita” (1973) e o exploitation “Teenager” (1974). A atriz também teve papéis na novela “General Hospital” e na série “Família Buscapé”, antes de se retirar de Hollywood por ocasião de seu casamento com o ator Jason Miller (o padre Karras de “O Exorcista”) em 1974. A aposentadoria do cinema só foi interrompida uma vez, quando participou de um filme dirigido por seu filho em 1999, “The Mao Game”, um relato semibiográfico. Ator, diretor e roteirista, Joshua John Miller, o filho de Susan Bernard e Jason Miller, é um dos criadores da série “A Rainha do Sul” (The Queen of the South). Relembre, abaixo, o trailer de “Faster, Pussycat! Kill! Kill!”.
Roteirista de Sierra Burgess É uma Loser vai escrever o filme da gatinha Hello Kitty
O estúdio New Line, do conglomerado Warner, contratou a roteirista Lindsey Beer (“Sierra Burgess É uma Loser”) para desenvolver o script da adaptação cinematográfica de “Hello Kitty”. Não há maiores informações sobre o projeto, que pode ser uma animação ou um longa ao estilo de “Pokémon: Detetive Pikachu” – por sinal, produção da Warner – , combinando animação e personagens de carne e osso. A produção americana será o primeiro filme da gatinha japonesa criada por Yuko Shimizu em 1974, que deu origem ao boom do gênero kawaii, uma subcultura de personagens fofinhas, explorada em marketing e merchandising extensos pela empresa Sanrio. Em alta em Hollywood, a roteirista Lindsay Beer ficou mais conhecida por escrever “Sierra Burgess É uma Loser”, na Netflix, mas está envolvida em vários projetos de grande orçamento, como a sci-fi “Chaos Walking” (com Tom Holland e Daisy Ridley), um derivado do Homem-Aranha para a Sony e um reboot das Tartarugas Ninja, entre muitos outros.
Ana Paula Renault vira garota-propaganda de Annabelle 3
O estilo de comerciais trash da Netflix, com participação de celebridades locais, definitivamente virou moda entre os publicitários que cuidam das contas de estúdios de cinema no Brasil. Depois da Sony usar Sérgio Mallandro para anunciar “MIB: Homens de Preto – Internacional”, a Warner apelou para a socialite Ana Paula Renault para divulgar “Annabelle 3: De Volta para a Casa”. Quem assiste TV aberta deve saber que, durante sua participação na 10ª edição do reality “A Fazenda”, Ana Paula chorou ao ser chamada de Annabelle. Pois agora ela aparece com “penteado Annabelle” para encontrar a boneca macabra na divulgação do longa. E não é pegadinha do Sílvio Santos. Veja abaixo. A campanha é uma iniciativa da Warner para popularizar ainda mais o lançamento do filme no Brasil. Afinal, “Annabelle 3” vai enfrentar uma paixão nacional nos cinemas, a “Turma da Mônica”, cujo primeiro longa live-action estreia junto com o terror embonecado nesta quinta-feira (27/6) em todo o país.
Astros de Pantera Negra e Star Wars vão estrelar série do diretor de 12 Anos de Escravidão
Os astros Letitia Wright e John Boyega, mais conhecidos como a princesa Shuri de “Pantera Negra” e o Finn de “Star Wars”, vão estrelar uma nova série da Amazon, “Small Axe”, criada pelo cineasta Steve McQueen (“12 Anos de Escravidão” e “As Viúvas”). Projeto pessoal de McQueen, a série contará histórias da comunidade negra de origem caribenha que vive na Grã Bretanha. O título é tirado de um provérbio caribenho: “Se você é a grande árvore, nós somos o pequeno machado”. “Small Axe” é o “pequeno machado” do ditado. “Eu senti que essas histórias precisavam ser compartilhadas”, disse McQueen em comunicado oficial. “Eu queria reviver, reavaliar e investigar as jornadas dos meus pais e da primeira geração de imigrantes caribenhos do Reino Unido”. “O que é importante sobre essas histórias é que elas são locais, mas também globais. Eu acho que o público vai se identificar com as dificuldades, preocupações e alegrias que nossos personagens passam. A série vai nos dar a oportunidade de confrontar a injustiça diante da adversidade”, completou. Com formato de antologia, a 1ª temporada contará cinco histórias diferentes, sendo que uma delas ocupará dois episódios, num total de seis capítulos. Além de Wright e Boyega, o elenco contará com Malachi Kirby (“Black Mirror”), Shaun Parkes (“Perdidos no Espaço”), Alex Jennings (“The Crown”) e Jack Lowden (“Dunkirk”). Ainda não há previsão de estreia.
Miley Cyrus, Ariana Grande e Lana Del Rey vão se juntar na trilha do filme As Panteras
A nova versão de “As Panteras” terá um trio poderoso – além do trio poderoso na tela – em sua trilha sonora. Miley Cyrus confirmou hoje, em seu Instagram, que gravou uma música em parceria com Ariana Grande e Lana Del Rey para o filme. “Nós estamos chegando!”, escreveu Miley na rede social. Miley postou uma espécie de teaser para a nova canção, que revela um trecho da melodia, mas não a data de lançamento. Como o trailer oficial do filme deverá ser lançado até o fim de semana, é provável que a canção seja incluída no vídeo. Curiosamente, o longa não é um reboot da franquia. Trata-se de uma continuação, que leva em conta a série dos anos 1970 e também os dois filmes da década passada. A premissa indica que que o novo trio feminino, formado por Kristen Stewart (“Crepúsculo”), Naomi Scott (“Power Rangers”) e Ella Balinska (“The Athena”), é apenas uma das muitas equipes comandadas pelo misterioso Charlie. Além disso, a agência original de detetives virou uma operação de espionagem internacional, expandindo-se para acompanhar a evolução do mundo. Com direção de Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), “As Panteras” estreiam em 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ver essa foto no Instagram WE ARE COMING! @charliesangels ? @arianagrande @lanadelrey Uma publicação compartilhada por Miley Cyrus (@mileycyrus) em 26 de Jun, 2019 às 10:00 PDT
Édith Scob (1937 – 2019)
A atriz francesa Édith Scob, que marcou época ao estrelar o clássico do terror “Os Olhos Sem Rosto”, morreu nesta quarta (26/6) aos 81 anos. Nascida em Paris, em 1937, ela começou sua trajetória como atriz de teatro aos 21 anos de idade. Em 1958, fez a estreia nos palcos com a peça “Don Juan”, encenada por Georges Vitaly, e, no ano seguinte, com 22 anos, abriu sua vasta filmografia com “Os Muros do Desespero”, de George Franju, pioneiro do cinema fantástico. O filme que lhe deu fama veio em seguida, o segundo de sua carreira e o segundo da parceria com Georges Franju, lançado em 1960. Em “Os Olhos Sem Rosto”, a atriz interpretou a personagem misteriosa do título, a filha de um médico famoso, que passa por várias cirurgias após o seu rosto ser desfigurado. Ela interpretou boa parte do filme usando bandagens e uma máscara que deixava apenas o seus olhos visíveis. Sua performance misteriosa – alguns diriam “etérea” – conquistou a imaginação do público e dos críticos, ajudando a transformar o filme num dos terrores mais influentes do cinema francês – que inspirou, por exemplo, “A Pele que Habito” (2011), de Pedro Almodóvar. Scob seguiu fazendo filmes cultuados, como “O Pecado de Teresa” (1962), seu terceiro longa dirigido por Franju, o terror “Câmara Ardente” (1962), o pulp “Judex” (1963) e encarnou até o papel da Virgem Maria no surreal “Via Láctea” (1969), do mestre Luís Buñuel. Ao final dos anos 1960, ela fundou uma companhia de teatro vanguardista em Bagnolet, nos arredores de Paris, juntamente com o marido, o compostor Georges Aperghis, e diminuiu sua presença nas telas. Mas isso não impediu que, mais tarde, voltasse a aparecer em muitos outros filmes que se destacaram no cinema europeu, como “Verão Assassino” (1983), de Jean Becker, “Joana, A Virgem II – As Prisões” (1994), de Jacques Rivette, a adaptação de Marcel Prost “O Tempo Redescoberto” (1999), de Raoul Ruiz, “Instituto de Beleza Vênus” (1999), de Tonie Marshall, “A Fidelidade” (2000), de Andrzej Zulawski, “O Pacto dos Lobos” (2001), de Christophe Gans, “Uma Passagem para a Vida” (2002), de Patrice Leconte, e “Horas de Verão” (2008), de Olivier Assayas, que lhe rendeu sua primeira indicação ao César (o Oscar francês). Édith Scob ainda chegou a firmar uma parceria marcante com o diretor Leos Carax, com quem trabalhou em “Os Amantes de Pont-Neuf” (1991) e “Holy Motors” (2012). Neste último filme, pelo papel da motorista de limusine Céline, recebeu sua segunda indicação ao César. O reconhecimento da indústria cinematográfica francesa deu fôlego à parte final de sua carreira, permitiu que ela trabalhasse intensamente nos últimos anos, com papéis que apenas reforçaram a qualidade de sua filmografia – em “Gemma Bovery – A Vida Imita a Arte” (2014), de Anne Fontaine, “O Ignorante” (2016), de Paul Vecchiali, e “Amor à Segunda Vista” (2019), de Hugo Gélin, entre outros.
Carreira de Claudinho e Buchecha vai virar filme
A história de Claudinho e Buchecha, dupla musical de sucesso dos anos 1990, vai ganhar uma cinebiografia. A revelação foi feita por Buchecha para o colunista Leo Dias. Produção da Urca Filmes, o longa será lançado em 2020 e recebeu o título de “Nosso Sonho”, mesmo nome de uma música do disco de estreia da dupla, lançado em 1996. A produção vai abordar a vida e a carreira dos dois amigos, que começaram a cantar rap quando eram adolescentes em São Gonçalo, no Rio, venceram concursos e explodiram nas paradas de sucesso com hits como “Só Love”, “Quero te Encontrar”, “Conquista” e o citado “Fico Assim Sem Você”. Eles lançaram seis discos até a morte acidental de Claudinho, em 2002. “Será um filme que conta toda a trajetória da dupla”, disse Buchecha. “Pegaram histórias da minha família, coisas que eu contei sobre nós, da família do Claudinho, relatos de fãs. Está bem completo. Tenho certeza que será muito premiado e vai emocionar e surpreender” Relembre um dos maiores hits da dupla abaixo.
Cena de Simonal mostra striptease de Isis Valverde
A Downtown Filmes divulgou uma cena de “Simonal”, cinebiografia do cantor Wilson Simonal (1938-2000). A prévia destaca um striptease de Ísis Valverde ao som de “Balanço Zonal Sul”, grande sucesso do cantor, interpretado de forma carismática por Fabrício Boliveira. A atriz interpreta Tereza, esposa de Simonal. E, curiosamente, os dois atores já tinham vivido um casal no cinema, em “Faroeste Caboclo”, também inspirado no pop nacional. O vídeo foi divulgado na terça (25/6), dia em que se completou 19 anos da morte do artista. O resto do elenco inclui Leandro Hassum (“Não Se Aceitam Devoluções”), Caco Ciocler (“Um Namorado para Minha Mulher”), Mariana Lima (“Real: O Plano por Trás da História”) e Bruce Gomlevsky (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”). “Simonal” retrata o sucesso meteórico do cantor entre os anos 1960 e 1970, quando ele se tornou uma das personalidades mais populares do país para, em seguida, mergulhar no ostracismo ao virar vítima de patrulhamento ideológico. O longa tem roteiro de Geraldo Carneiro (“Eternamente Pagu”) e direção de Leonardo Domingues, que estreia na ficção após dirigir o documentário “A Pessoa É para o que Nasce” (2003) e editar a cinebiografia “Nise: O Coração da Loucura” (2015). A estreia vai acontecer em 8 de agosto, um ano após première nacional no Festival de Gramado de 2018, quando venceu três prêmios – Direção de Arte, Fotografia e Trilha, composta pelos filhos do cantor, Simoninha e Max de Castro.
O Rei Leão registra segunda maior pré-venda do ano nos EUA
O maior site de vendas de ingressos online dos Estados Unidos, o Fandango, divulgou as primeiras informações sobre a pré-venda de “O Rei Leão”. O portal informou que o filme bateu o recorde de produções originais da Disney nas primeiras 24 horas, superando outros remakes da empresa. “O Rei Leão” também se tornou a animação de maior pré-venda pelo mesmo período no serviço. E marcou a segunda maior pré-venda geral de primeiro dia em 2019, perdendo apenas para o recordista “Vingadores: Ultimato”. Como na época da pré-venda do filme da Marvel, o Fandango não informou o número de ingressos comercializados nem os valores arrecadados. Mas se o parâmetro dos “Vingadores” servir como projeção, o remake de computação gráfica pode se tornar a animação de maior bilheteria de todos os tempos. O serviço rival Atom também divulgou seus dados de primeiro dia de vendas, informando que “O Rei Leão” superou todos os títulos voltados para a família (isto é, Censura Livre) em 2019, incluindo “Aladdin” e “Toy Story 4”. A comparação direta com “Aladdin”, até aqui o remake mais bem-sucedido da Disney no ano, é brutal. Segundo o Atom, “O Rei Leão” vendeu 4 vezes mais ingressos que o musical live-action nas primeiras 24 horas. Assim como o Fandango, o Atom não divulgou números – que não fossem “4” e “24”. O novo “O Rei Leão” tem direção de Jon Favreau, responsável por “Mogli, o Menino Lobo”, e a estreia está marcada para 18 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. #TheLionKing is already taking its throne. ? pic.twitter.com/j7blOTn33t — Fandango (@Fandango) June 25, 2019 Within the first 24 hours of advance tickets going on sale, #TheLionKing sold FOUR TIMES more tickets than #Aladdin did on Atom in the same time period. pic.twitter.com/utIm75ES62 — Atom Tickets (@atomtickets) June 25, 2019
Diretores de Vingadores: Ultimato revelam as “cenas” extras do relançamento do filme
Os irmãos Russo divulgaram no Instagram os conteúdos da nova versão de “Vingadores: Ultimato”, que voltará aos cinemas um pouco mais longo no último fim de semana de junho. Infelizmente, o material descrito passa longe de ser empolgante. Consiste numa nova abertura, em que Anthony Russo apresenta o filme, e um novo fecho com prévia de “Homem-Aranha: Longe de Casa”. De inédito e exclusivo mesmo apenas uma única cena “deletada”, e ainda por cima “inacabada” (conforme descrição), após os créditos – e que também será incluída na edição em DVD e Blu-Ray do filme. Rumores indicam que a cena envolverá o Hulk. Também há informações sobre uma homenagem especial a Stan Lee, que não foi citada no post. Em compensação, o post afirma que o lançamento será global. Entretanto, a Disney ainda não divulgou detalhes sobre a exibição da nova versão no Brasil. Com o material precário acrescentado, a Disney assume que o relançamento é um caça-níquel, feito à toque de caixa registradora para juntar mais alguns trocados ao montante bilionário da produção e assim tirar de “Avatar” o título de maior bilheteria mundial de cinema em todos os tempos. O filme dos super-heróis da Marvel está atualmente com US$ 2,750 bilhões de arrecadação, enquanto a sci-fi de James Cameron tem US$ 2,788 bilhões. A diferença é de “apenas” US$ 38 milhões. O relançamento de “Vingadores: Ultimato” também ganhou um pôster horroroso, que ilustra a mensagem dos diretores no Instagram. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram See #AvengersEndgame on the big screen one more time before it leaves theaters… Act fast to get your hands on this exclusive poster (at select theaters while supplies last), see a special intro from Anthony, an unfinished deleted scene, and a special sneak peek from #SpiderManFarFromHome. Get your tickets now through the link in bio for this GLOBAL RELEASE! Uma publicação compartilhada por The Russo Brothers (@therussobrothers) em 25 de Jun, 2019 às 10:38 PDT
Mckenna Grace vira a produtora mais jovem de Hollywood aos 12 anos de idade
Com apenas 12 anos, Mckenna Grace virou a produtora mais jovem de Hollywood. A atriz em ascensão, que estrela o vindouro “Annabelle 3: De Volta para Casa”, vai estrelar e produzir “Rabbit Cake”, adaptação do aclamado romance homônimo de Annie Hartnett, para a Amazon Studios. O romance de 2017 é uma comédia de humor negro, que explora a resistência do humor após uma perda. A história gira em torno da menina Elvis Babbitt. Quando sua mãe se afoga durante uma crise de sonambulismo, a menina decide investigar as circunstâncias estranhas, embarcando numa jornada para descobrir o seu lugar no mundo e encontrar conforto nas pessoas e animais de sua cidade no Alabama. A direção está a cargo de Susan Johnson (“Para Todos os Garotos que Já Amei”). Com o contrato, Grace supera o recorde de produtora mais jovem da indústria cinematográfica americana, que pertencia a Marsai Martin. A jovem tinha 14 anos quando foi creditada como produtora executiva em sua comédia “Little”, lançada no início deste ano. A façanha não espanta quem acompanha a carreira da menina prodígio. Precoce, ela já tem mais de 50 aparições em filmes e séries. Este total inclui 21 episódios na série “Designed Survivor”, como filha do protagonista, 10 no terror “The Haunting of Hill House”, mais 7 aparições em “Fuller House” e 3 em “Young Sheldon”, além de já ter sido a versão mirim de Emma Swan na série “Once Upon a Time”, de Caroline em “The Vampire Diaries” e de Sabrina em “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Mas é no cinema que a lista de participações realmente impressiona. Ela entrou em “Jogador Nº 1”, coestrelou “Um Laço de Amor” com Chris Evans, foi a versão infantil de Tonya Harding (Margot Robbie) em “Eu, Tonya”, a criança Carol Danvers (Brie Larson) no filme “Capitã Marvel”, virou protagonista de “Annabelle 3: De Volta para Casa” como a filha do casal Warren (Vera Farmiga e Patrick Wilson), está dublando o longa animado de “Scooby-Doo” e ainda estrelará o próximo “Caça-Fantasmas”. Trata-se de uma das atrizes mais requisitadas de Hollywood na atualidade.
Vídeo de Bacurau destaca premiação do filme brasileiro no Festival de Cannes
A Vitrine Filmes divulgou um vídeo de “Bacurau”, centrado na premiação do filme no Festival de Cannes. O novo longa de Kleber Mendonça Filho (“Aquarius”), realizado em parceria com Juliano Dornelles (“O Ateliê da Rua do Brum”), venceu o Prêmio do Júri do festival francês. A prévia traz o discurso de introdução aos vencedores do prêmio, proferido pelo documentarista americano Michael Moore (“Fahrenheit 11 de Setembro”), que fala que “a arte, em tempos sombrios, é o que ajuda a salvar a humanidade dos autocratas e dos idiotas”. Estrelado por Sonia Braga (também de “Aquarius”), Barbara Colen (idem), Karine Teles (“Benzinho”) e pelo alemão Udo Kier (do clássico “Suspiria”), entre outros, “Bacurau” retrata o drama de um povoado isolado no nordeste brasileiro que descobre que não consta mais no mapa. Nessa comunidade não reconhecida pelo poder público, figuras marginalizadas, como prostitutas e transgêneros, são aceitas e tratadas com naturalidade. O filme fará sua première nacional na abertura do Festival de Gramado, em 16 de agosto, e estreia nos cinemas brasileiros logo em seguida, em 29 de agosto.
Diretora de Para Todos os Garotos que Já Amei vai filmar fábula encantada para a Disney+ (Disney Plus)
A Disney contratou a diretora Susan Johnson, do sucesso da Netflix “Para Todos os Garotos que Já Amei”, para comandar um novo filme de fábula encantada do estúdio. Todos os detalhes da produção, como o título e a premissa, estão sendo mantidos em sigilo. Mas a obra será lançada pelo serviço de streaming Disney+ (Disney Plus). O que põe mais lenha na fogueira da rivalidade entre a Netflix e a Disney. Segundo apurou o site Deadline, o roteiro foi escrito pela estreante em longas Cat Vask (do curta “Grrl Scouts”) e a produção estaria negociando com os atores Olivia Cooke (“Bates Motel”, “Jogador Nº 1”) e Lakeith Stanfield (Atlanta, Corra!) para interpretar o casal principal da trama. A produção se junta a outras produções infantis exclusivas já anunciados para a plataforma, como a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo” e uma comédia em que Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) interpreta a filha do Papai Noel. Divulgação






