James Wan revela fotos da pesquisa de locações para seu próximo filme de terror
O cineasta James Wan usou o Instagram para falar de seu próximo projeto. Ele postou algumas fotos climáticas e misteriosas, feitas durante pesquisa de locações para o filme, que marcará sua volta ao terror após o sucesso do blockbuster “Aquaman”. “Há muita especulação sobre o que é meu próximo projeto”, ele escreveu ao lado das imagens. “Tudo o que posso dizer é que estou super empolgado para voltar às minhas origens independentes com esse thriller para maiores. Uma ideia de terror original (não é um reboot/remake ou nada baseado em material existente) com efeitos práticos e à moda antiga, sem sets com telas verdes gigantes. Só posso falo isso por enquanto”. Conhecido como especialista em filmes de terror, o diretor que originou as franquias “Jogos Mortais”, “Sobrenatural” e “Invocação do Mal” não dirigia um filme do gênero desde “Invocação do Mal 2”, em 2016. Desde então, ele vinha se dedicando a produzir filmes derivados da franquia, obtendo grande sucesso com os spin-offs “Annabelle” e “A Freira”. Ainda sem título, o novo terror está sendo escrito pelo cineasta em parceria com a atriz Ingrid Bisu, que participou de “A Freira”, mas não há detalhes conhecidos da trama. Wan planeja começar a filmar nos próximos meses, em Los Angeles. Ver essa foto no Instagram Interesting things you see whilst location scouting. There’s been a bit of speculation as to what my next project is… all I’ll say is, I’m super excited to go back to my indie roots with this hard-R thriller. An original horror idea (not a reboot/remake or anything based on existing IP) with old school, practical effects and no giant, blue screen sets. That’s all I’ll say for now. Uma publicação compartilhada por James Wan (@creepypuppet) em 2 de Ago, 2019 às 2:40 PDT
Millie Bobby Brown assume novo visual para viver irmã de Sherlock Holmes
A atriz Millie Bobby Brown, estrela de “Stranger Things”, apareceu com um visual bem diferente em seu Instagram (veja acima). Os cabelos cacheados e compridos são para viver um novo papel: Enola Holmes, irmã mais nova do detetive Sherlock Holmes. Millie Bobby Brown vai estrelar a adaptação da coleção literária “Os Mistérios de Enola Holmes”, da escritora Nancy Springer. E também será produtora do filme, que ainda trará Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) como seu irmão Sherlock e Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) como sua mãe. Quando sua mãe desaparece em seu aniversário de 16 anos, Enola Holmes busca a ajuda de seus irmãos mais velhos, Mycroft e Sherlock, mas logo ela percebe que nenhum dos dois está muito interessado em ajudá-la. Assim, ela decide viajar sozinha para Londres, iniciando sua própria carreira de detetive, sempre um passo à frente de Sherlock. “Enola Holmes” vai marcar a estreia no cinema do diretor Harry Bradbeer (das séries “Dickensian” e “Fleabag”). O roteiro é de Jack Thorne (“Extraordinário”). E ainda não há previsão de estreia.
Brincando com Fogo: John Cena vira bombeiro-babá em trailer dublado e legendado
A Paramount divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Brincando com Fogo”, em versões legendada e dublada. A comédia traz o lutador e astro de ação John Cena (“Bumblebee”) numa profissão de machão, que precisa encontrar seu lado suave para cuidar de crianças que sem aviso prévio o transformam em babá. Após salvar três crianças de um incêndio, o bombeiro vivido por Cena vai ter que contar com a ajuda de seus colegas de destacamento para impedir que o trio coloque fogo no QG, enquanto busca os responsáveis pelos jovens perdidos. Além de Cena, os bombeiros incluem Keegan-Michael Key (“O Predador”), John Leguizamo (“John Wick: Um Novo Dia para Matar”) e Tyler Mane (o Michael Myers do remake de “Halloween”). Já as crianças incendiárias são vividas por Brianna Hildebrand (“Deadpool”), Christian Convery (“Descendentes 3”) e a estreante Finley Rose Slater. O elenco ainda conta com Judy Greer (“Homem-Formiga e a Vespa”). O tema não é novidade para o diretor Andy Fickman, que anteriormente juntou Dwayne Johnson com crianças em “Treinando o Papai” (2007). A estreia está marcada para 8 de novembro nos EUA e apenas 23 de janeiro no Brasil.
D.A. Pennebaker (1925 – 2019)
O cineasta D.A. Pennebaker, único documentarista premiado com um Oscar honorário pelas realizações da carreira, morreu na noite de quinta (1/8) de causas naturais, aos 94 anos. Maior mestre dos documentários musicais, ele ficou famoso ao registrar a turnê britânica de Bob Dylan de 1965, que registrou a difícil transformação do cantor folk em roqueiro, e foi indicado ao Oscar por sua cobertura da campanha presidencial de Bill Clinton em 1992. Donn Alan Pennebaker nasceu em 15 de julho de 1925 no subúrbio de Evanston, Illinois. “Penny” formou-se em engenharia mecânica na universidade de Yale, mas nunca seguiu a profissão. Em vez disso, tornou-se documentarista em 1953, ao filmar seu primeiro curta, “Daybreak Express”, que mostrava os trens sujos e abarrotados de Nova York como um retrato encantador, ao som da música de Duke Ellington que lhe servia de título. Foi o primeiro de seus muitos trabalhos em que a música tomou o primeiro plano. “A natureza do filme é musical”, ele disse uma vez, explicando sua preferência. Em 1959, Pennebaker juntou-se a Robert Leacock, Albert Maysles, Terry Filgate e Robert Drew na Drew Associates, produtora que lançou a célebre série documental “Living Camera”. Um dos trabalhos do diretor na série, “Mooney vs. Fowle”, sobre um jogo do campeonato colegial do futebol americano, venceu o prêmio principal no Festival de Cinema de Londres de 1962. Pennebaker e Robert Leacock também foram responsáveis, no início da década de 1960, por desenvolver os primeiros sistemas de câmera capazes de captar de forma sincronizada gravação de imagem e som, no formato de 16mm. A partir dessa inovação, que diminuiu o tamanho das equipes necessárias para registrar filmes documentais, os dois decidiram se juntar numa empresa própria, Leacock Pennebaker Inc. Um curta da companhia, sobre o vocalista de jazz David Lambert, chamou atenção internacional e levou o empresário de Dylan, Albert Grossman, a se aproximar de Pennebaker para filmar a turnê do músico na Inglaterra no ano seguinte. O resultado da filmagem foi o célebre “Don’t Look Back” (1965), um dos melhores documentários musicais de todos os tempos. “Penny” captou a essência de Dylan em sua turnê mais mítica, enfrentando as vaias dos fãs ao tentar se redefinir como cantor de rock, acompanhado por banda e tocando guitarra elétrica. Uma blasfêmia para quem surgiu na cena folk. Uma epifania para a história do rock. Sobre a reação de Dylan ao documentário, Pennebaker disse à revista Time em 2007: “Ele viu o filme pela primeira vez num projetor muito ruim e me disse: ‘Quando tivermos uma projeção melhor eu vou escrever todas as coisas que vamos ter que mudar’. Claro, isso me deixou um pouco triste. Na noite seguinte, nos reunimos novamente e ele se sentou na frente da tela com um caderno amarelo. No final do filme, ele me entregou o bloco em branco. ‘É isso aí que temos mudar’.” A abertura do filme, que mostrava Bob Dylan segurando diversos cartazes com a letra de “Subterranean Homesick Blues”, alternando os textos de forma sincronizada com a música, acabou “viralizando” antes dessa expressão significar o que representa hoje. Exibida de forma separada na TV, virou o primeiro Lyric Video de todos os tempos. Com o impacto desse filme na cena cultural da época, Pennebaker foi registrar outro marco da história do rock, o Festival de Monterey, de 1967. Lançado no ano seguinte como “Monterey Pop” (1968), o filme contou com performances que catapultaram para o estrelato ninguém menos que Janis Joplin e Jimi Hendrix. Mas, por incrível que pareça, nenhuma distribuidora se interessou em adquirir “Monterey Pop” para lançá-lo nos cinemas. Pennebaker acabou fechando com um cine pornô de Manhattan para a estreia. E o filme ficou um ano inteiro em cartaz naquele cinema, com as sessões sempre lotadas. O diretor especializou-se em documentários de rock, filmando shows de John Lennon, Little Richards, Jerry Lee Lewis, Chuck Berry e David Bowie, entre outros. Seu documentário sobre a turnê de “Ziggy Stardust and the Spiders from Mars” (1973) é um dos melhores registros da fase glam da carreira de Bowie. Outro de seus trabalhos marcantes foi “Original Cast Album: Company” (1970), que documentou a exaustiva sessão de 18 horas e meia de gravação da trilha sonora do musical da Broadway que estabeleceu o recorde de 14 prêmios Tony, composta por Stephen Sondheim. A exibição causou tumulto no Festival de Nova York, com filas que precisaram ser organizadas pela polícia e agendamento apressado de segunda sessão, tamanha a procura. Infelizmente, devido a questões legais, o filme não encontrou distribuição até 1992, quando a RCA Victor o lançou em vídeo. Em meados dos anos 1970, Pennebaker firmou outra parceria importante com a colega cineasta Chris Hegedus, com quem trabalhou por mais de três décadas. E com quem se casou em 1982. Os dois realizaram um dos documentários musicais mais famosos dos anos 1980, “Depeche Mode: 101” (1989), sobre o show que encerrou a fase mais criativa da banda inglesa – anunciado na época como despedida do Depeche Mode. Mas mudaram totalmente de tema em seu filme mais celebrado da década seguinte. Para “The War Room” (1993), indicado ao Oscar de Melhor Documentário, Pennebaker e Hegedus focaram a campanha presidencial de Bill Clinton em 1992. Como os cineastas não tinham acesso ao próprio Clinton, as filmagens se concentraram nas estratégias políticas orquestradas pelo gerente de campanha James Carville e pelo diretor de comunicações George Stephanopoulos. O sucesso do filme transformou os dois em estrelas. Carville teve aparições em vários filmes e programas de TV e foi o conselheiro político de Hillary Clinton durante sua campanha presidencial de 2008, e Stephanopoulos virou comentarista de política na TV americana. A popularidade desse documentário gerou uma continuação, “The Return of the War Room” (2008), que reuniu os participantes originais para refletir sobre a paisagem da política americana e campanhas políticas da época. Pennebaker recebeu seu Oscar honorário em 2012, na primeira e até hoje única vez que a Academia reconheceu a carreira de um documentarista. E dedicou-o à sua esposa e parceira. Depois disso, ainda fez mais um filme ao lado dela, “Unlocking the Cage” (2016), sobre direitos animais. Do primeiro curta ao último longa, todos os seus filmes mantiveram a mesma característica, uma marca de Pennebaker que influenciou a carreira de muitos documentaristas: a ausência completa de narração e entrevistador. Ele dizia que seus filmes não eram didáticos e preferia ser comparado ao dramaturgo Henrik Ibsen do que a um repórter. “Este é o meu segredo: minha vontade de virar Ibsen. Existem coisas acontecendo o tempo todo com as pessoas. Você não precisa dramatizar nada ou roteirizá-las [para filmar um documentário]”.
Cate Blanchett negocia papel no novo fime de Guillermo del Toro
A atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) abriu negociação para co-estrelar o novo filme de Guillermo del Toro, vencedor do Oscar por “A Forma da Água”. Intitulado em inglês “Nightmare Alley”, o filme é uma adaptação do livro “Nightmare Alley”, de William Lindsey Graham, publicado em 1946 e que já foi transformado num clássico do cinema noir, batizado no Brasil como “O Beco das Almas Perdidas” (1947). Recentemente, Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”) foi confirmado como protagonista da trama. Outros atores que publicações americanas tem ligado ao projeto são Toni Collette (“Hereditário”), Richard Jenkins (“A Forma da Água”), Ron Perlman (o Hellboy dos filmes de del Toro), Willem Dafoe (“No Portal da Eternidade”), Mark Povinelli (“Água para Elefantes”), Rooney Mara (que contracenou com Blanchett em “Carol”) e Michael Shannon (também de “A Forma da Água”). Del Toro dirigirá a nova adaptação, além de ter co-escrito o roteiro com Kim Morgan (“O Quarto Proibido”). A trama cheia de reviravoltas acompanha um vigarista (Tyrone Power, em 1947) que entra num circo para aprender os truques de uma falsa vidente (Joan Blondell). Como ela se recusa a contar seus segredos, ele decide fragilizá-la, tornando-a viúva. Mas acaba se envolvendo com uma jovem assistente (Coleen Gray) e é expulso do circo. Mesmo assim, segue em frente com o golpe de vidente, até conhecer uma psicóloga pilantra (Helen Walker) que grava as confissões de seus pacientes. E aí percebe que pode tornar seu truque ainda mais convincente e extorquir uma clientela exclusiva com estas informações. O final é extremamente sombrio. As filmagens de “Nightmare Alley” devem começar em 2020 com produção da Fox Searchlight, mas ainda não há data de estreia prevista.
Reportagem revela que ego dos valentões de Velozes e Furiosos originou racha na franquia
Os valentões musculosos de “Velozes e Furiosos” não admitem apanhar e perder lutas na franquia. Foi o que apurou uma reportagem do Wall Street Journal, que trouxe detalhes dos bastidores dos filmes à tona, ajudando a explicar o verdadeiro motivo do lançamento de um spin-off da saga. O jornal nova-iorquino conversou com vários integrantes da equipe de produção que revelaram como funciona a complicada dinâmica entre os atores nos sets de filmagens. “Durante toda a saga, as lutas são coreografadas para garantir que nenhum dos protagonistas saia como perdedor”, revelou Michael Fottrell, produtor de cinco dos filmes. “A vaidade é uma das responsáveis por essa decisão?”, questiona a publicação. “Sem comentários”, responde o produtor antes de adicionar: “É claro que sim!”. De acordo com os produtores e membros da equipe entrevistados, Jason Statham negociou um acordo com o estúdio que limita o quanto ele pode levar porrada nos filmes. Já Diesel tem a irmã mais nova, que ele encaixou como produtora dos longas, contando o número de socos que ele leva, enquanto Dwayne Johnson pressiona produtores, editores e coordenadores de luta para garantir que ele sempre apareça do melhor jeito que puder. Tanto Vin Diesel, Dwayne Johnson e até mesmo Jason Statham exigem que seus personagens sempre vençam as cenas de luta. E quanto precisam lutar entre si, o confronto tem que acabar em empate. Se isso não ocorre, há problemas nas filmagens. A reportagem cita que uma das cenas de “Velozes e Furiosos 8” pedia para Luke Hobbs (o personagem de Johnson), ficasse deitado no chão, aos pés de Toretto (Diesel), mas isso não foi aceito por Johnson. A cena foi filmada com ele sentado. O astro, inclusive, só teria concordado em “perder” a primeira luta contra Jason Statham (aquela em que ele se joga por uma janela) porque estaria fazendo o salvamento de outro personagem. Esta briga de egos acabou criando muita tensão nos bastidores do oitavo filme, que veio à tona com explosões de Johnson pelo Instagram. Ele e Vin Diesel teriam brigado feio. E o resto do elenco ficou do lado do intérprete de Toretto. Esta seria uma das razões para separar a turma com um spin-off, “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”, que estreou na quinta-feira (1/8) no Brasil.
Disney Channel presta homenagem a Cameron Boyce após estreia de Descendentes 3
O Disney Channel exibiu uma homenagem ao ator Cameron Boyce após a exibição de um de seus últimos trabalhos, o filme “Descendentes 3”, que foi ao ar na noite de sexta (2/8). Desde o primeiro telefilme sobre os filhos dos vilões da Disney, de 2015, ele interpretava Carlos De Vil, o filho bonzinho da vilã de “101 Dálmatas”. O segmento de quase três minutos traz diversas cenas da carreira de Boyce no canal, incluindo um momento cômico que ele dividiu com a ex-primeira dama dos EUA, Michelle Obama. Cenas dos bastidores da franquia “Descendentes” e da série “Jessie”, que o tornou conhecido do grande público, também foram incluídas no tributo. Veja abaixo. A homenagem termina com uma mensagem para os fãs de Boyce, aconselhando-os a pedir ajuda a amigos e membros da sua família para lidar com o luto. “Você vai se sentir melhor com um pouco de apoio”, diz a inscrição da Disney. O jovem ator morreu em julho aos 20 anos de idade, em decorrência de uma convulsão causada pela epilepsia, doença com a qual convivia, mas que só foi tornada pública após sua morte. “Descendentes 3” vai ser exibido no Disney Channel brasileiro na próxima sexta (9/8), uma semana após a estreia nos Estados Unidos.
Turma da Mônica: Laços atinge marca de 2 milhões de espectadores
“Turma da Mônica – Laços” atingiu a marca de 2 milhões de ingressos vendidos nesta sexta-feira (2/8), pouco mais de um mês após estrear nos cinemas. “Nosso objetivo era emocionar e divertir, por isso estamos muito felizes e satisfeitos com a resposta do público ao nosso filme”, disse o diretor Daniel Rezende. O filme ainda está em cartaz em cerca de 300 salas e sua continuação já foi anunciada, com o mesmo elenco e diretor. “Turma da Mônica 2: Lições” tem previsão de estreia para outubro de 2020. Saiba mais aqui.
Elenco “mirim” de It: A Coisa teve que ser rejuvenescido por computador na continuação
Uma das maiores curiosidades reveladas pelo cineasta Andy Muschietti em sua turnê de divulgação de “It: Capítulo Dois” diz respeito ao crescimento acelerado das crianças do filme. Apenas dois anos separaram as filmagens de “It: A Coisa” e sua continuação, mas as crianças viraram adolescentes e mudaram bastante fisicamente. Por isso, precisaram ser rejuvenescidas digitalmente em suas cenas de flashback. “Desde o começo, sabíamos que teríamos que fazer isso. A equipe de efeitos especiais se manteve ciente desse detalhe. Tivemos que rejuvenescer alguns atores na pós-produção”, explicou o diretor, durante entrevista ao site Slash Film. Finn Wolfhard foi quem mudou mais drasticamente, principalmente em sua altura, algo que muitos fãs notaram já na série “Stranger Things”. Apesar da volta dos garotos, desta vez eles terão pequena participação na história. “It: Capítulo Dois” vai se focar na versão adulta do Clube dos Perdedores, que volta a se reencontrar depois de 27 anos para confrontar pela última vez o palhaço assassino. O elenco adulto inclui Jessica Chastain (de “Mama”) como a personagem Beverly (papel de Sophia Lillis no primeiro filme), James McAvoy (“Vidro”) como Bill (Jaeden Lieberher), Bill Hader (série “Barry”) como Richie (Finn Wolfhard), James Ransone (“A Entidade”) como Eddie (Jack Dylan Grazer), Andy Bean (série “Power”) como Stanley (Wyatt Oleff), Jay Ryan (série “Beauty and the Beast”) como Ben (Jeremy Ray) e Isaiah Mustafa (série “Shadowhunters”) como Mike (Chosen Jacobs). Além deles, Bill Skarsgård retorna como o palhaço Pennywise. A estreia está marcada para 5 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Stephen King pediu para incluir cena inédita em It: Capítulo Dois
Mesmo estendida ao longo de dois filmes, a versão de cinema de “It: A Coisa” é bem diferente da história original de Stephen King. Isto porque o cineasta Andy Muschietti optou por dividir as duas linhas do tempo da história de King, que correm paralelamente no livro, para focar apenas na infância dos personagens no primeiro filme. Para surpresa do diretor, King não só aprovou como ofereceu conselhos e fez um pedido inesperado: para que fosse acrescentada uma cena “completamente nova”. A revelação veio à tona durante entrevista de Muschietti para revista Total Film. O diretor não adiantou qual é a cena inédita, que estará em “It: Capítulo Dois”, mas disse que “foi absolutamente grandioso” receber o pedido, que foi prontamente atendido. “It: Capítulo Dois” vai mostrar o reencontro do Clube dos Perdedores depois de 27 anos para, já adultos, confrontar pela última vez o palhaço assassino. O elenco adulto inclui Jessica Chastain (de “Mama”) como a personagem Beverly (papel de Sophia Lillis no primeiro filme), James McAvoy (“Vidro”) como Bill (Jaeden Lieberher), Bill Hader (série “Barry”) como Richie (Finn Wolfhard), James Ransone (“A Entidade”) como Eddie (Jack Dylan Grazer), Andy Bean (série “Power”) como Stanley (Wyatt Oleff), Jay Ryan (série “Beauty and the Beast”) como Ben (Jeremy Ray) e Isaiah Mustafa (série “Shadowhunters”) como Mike (Chosen Jacobs). Além deles, Bill Skarsgård retorna como o palhaço Pennywise e as crianças originais também aparecem em flashbacks. A estreia está marcada para 5 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Gal Gadot é confirmada como estrela de minissérie sobre Hedy Lamarr
O canal pago Showtime confirmou, durante o encontro semestral entre executivos da indústria televisiva e a TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), que Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”) vai estrelar uma minissérie sobre a vida da atriz e inventora Hedy Lamarr. O projeto existe há pelo menos um ano, mas o Showtime ainda não tinha se pronunciado oficialmente sobre a produção. Desenvolvida pela roteirista-produtora Sarah Treem, co-criadora da série “The Affair”, a minissérie vai trazer Gadot como a estrela austríaca de Hollywood, que brilhou em clássicos como “Êxtase” (1932), “Argélia” (1938), “Demônio do Congo” (1942), “Flor do Mal” (1946) e “Sansão e Dalila” (1949), e que além de linda e famosa era literalmente genial. A maior realização de Lamarr não foi um papel de cinema, mas uma invenção. Em parceria com o compositor George Antheil (“No Silêncio da Noite”), ela criou um sistema de comunicações revolucionário que, apesar de ter sido esnobada pelas Forças Armadas dos Estados Unidos durante a 2ª Guerra Mundial, serve de base para os atuais sistemas de compartilhamento de dados por WiFi e Bluetooth. Sua contribuição tecnológica foi reconhecida muito tarde em sua vida. Porém, em 2014 ela foi homenageada postumamente com sua inclusão no National Inventors Hall of Fame. Este não é o primeiro projeto de minissérie em desenvolvimento sobre Lamarr. A estrela alemã Diane Kruger, vencedora do prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes por “Em Pedaços”, anunciou uma produção similar há quase dois anos. Ela se associou com a produtora Straight Up Films (que fez “Transcendence” e “Em Busca da Justiça”) para fazer sua minissérie, que pretendia produzir e protagonizar, e contava até com o apoio do Google e algumas fundações de incentivo à pesquisa. Mas, desde então, assumiu diversos compromissos no cinema e o projeto não saiu do papel. A produção marca o primeiro papel importante de Gadot numa série americana após a frustração de “The Beautiful Life: TBL”, série cancelada após cinco episódios em 2009.
Astro de As Branquelas se multiplica no trailer legendado de Seis Vezes Confusão
Marlon Wayans (“Cinquenta Tons de Preto”) conseguiu um “Professor Aloprado” (1996) pra chamar de seu. A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Seis Vezes Confusão” (Sextuplets), comédia em que, como diz o título, Wayans interpreta seis personagens diferentes. São irmãos gêmeos, separados no nascimento e diferentes em tudo. Vale lembrar que, em “Professor Aloprado”, Eddie Murphy interpretava sete integrantes da mesma família. A historinha gira em torno do Wayans que sempre achou que fosse filho único, até encontrar um irmão e descobrir que, na verdade, eles são sêxtuplos. A partir daí, parte em busca do paradeiro dos demais, arriscando uma decepção atrás da outra. O filme permite a Wayans usar a fantasia de homem gordo que Eddie Murphy popularizou em “Professor Aloprado” e voltar a se vestir de mulher como em “As Branquelas”, com direito a muitas piadas de bundas. O nível é exatamente o que se espera de uma comédia do ator e roteirista. “Seis Vezes Confusão” tem direção de Michael Tiddes, que filma todos os filmes de Wayans desde “Inatividade Paranormal” (2013). A estreia está marcada para 16 de agosto.
Segundo filme da Turma da Mônica ganha título e previsão de estreia
O sucesso de “Turma da Mônica: Laços”, visto por quase 2 milhões de brasileiros, já garantiu sequência. O novo filme definiu título, confirmou equipe e data de estreia. A continuação também será baseada numa graphic novel dos irmãos Lu e Vitor Cafaggi, como “Laços”. Trata-se de “Turma da Mônica: Lições”, em que Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão cometem um erro grave na escola e tem que encarar as consequências, e elas não são poucas. A nova jornada valoriza o real valor da amizade desta turma. A adaptação deve ganhar um número 2 (dois) no título, “Turma da Mônica 2: Lições”. As filmagens voltarão a reunir o elenco de “Laços”, Giulia Benite (“Mônica”), Kevin Vechiatto (“Cebolinha”), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão). Além deles, quem também vai continuar na franquia é o diretor Daniel Rezende. A previsão de estreia é para 8 de outubro de 2020.











