Luta por Justiça: Trailer legendado de drama jurídico junta astros e diretor da Marvel
A Warner divulgou o trailer legendado de “Luta por Justiça” (Just Mercy), drama jurídico que reúne estrelas da Marvel. A trama traz Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) e Brie Larson (“Capitã Marvel”) lutando para tirar Jamie Foxx (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) da prisão. O longa adapta o livro de memórias de Bryan Stevenson, um jovem advogado que luta por igualdade judicial em um sistema legal racista, e que se envolve num caso famoso do final dos anos 1980. Jordan interpreta Stevenson e Foxx dá vida a Walter McMillian, um homem falsamente acusado e condenado por assassinado, que passou seis anos no corredor da morte por um crime que não cometeu. O papel de Brie Larson é Eva Ansley, jovem assistente de Stevenson, que se junta ao advogado em sua causa, para rever casos de prisioneiros negros condenados à morte pelo sistema judiciário racista do sul dos Estados Unidos. Além de protagonizar o longa, Jordan é coprodutor de “Luta por Justiça”. O filme tem direção do cineasta indie Destin Daniel Cretton (“O Castelo de Vidro”), que também entrou recentemente na Marvel. Ele vai dirigir “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”. “Luta por Justiça” vai ter sua première mundial na sexta-feira (6/9), no Festival de Toronto, e chegará aos cinemas americanos no dia 25 de dezembro, de olho no Oscar. A estreia no Brasil está marcada apenas para 23 de janeiro.
Irmãos Russo lançam primeiro thriller de ação de Hollywood totalmente falado em árabe
O Festival de Veneza foi palco, nesta quarta (4/9), da première de “Mosul”, primeiro filme de ação de Hollywood falado inteiramente em árabe. Produzido pelos diretores Joe e Anthony Russo, responsáveis pelo blockbuster “Vingadores: Ultimato”, “Mosul” acompanha a equipe Nínive SWAT da polícia iraquiana, cujos integrantes lutaram para retomar sua cidade (Mossul, do título em inglês do filme) do domínio do Estado Islâmico. O filme marca a estreia na direção do roteirista americano Matthew Michael Carnahan, que anteriormente visitou temas do Oriente Médio em seus roteiros de “O Reino” e “Leões e Cordeiros” (ambos de 2007). O próprio Carnahan assina a trama, que é baseada numa história real e foi inspirada por uma reportagem da revista New Yorker. Na entrevista coletiva do lançamento, ele disse que sua condição para realizar o longa era que fosse filmado em árabe, mas ele ficou chocado quando os Russo aceitaram de imediato. Joe Russo aproveitou para afirmar que nem ele nem o irmão hesitaram “um segundo” diante do desafio de produzir um filme falado numa língua estrangeira. O cineasta garantiu que chegou a chorar quando leu a reportagem sobre essa unidade, formada por agentes que perderam sua família nas mãos do EI, e que isso lhe fez considerar que precisava ser o mais fiel possível. “Eu nunca tinha lido uma reportagem jornalística e chorado no final. O empenho desta equipe e todos em Mossul me levou às lágrimas. Aquilo precisava ser contado da forma mais autêntica possível. Não tinha outra forma de fazer isso”, explicou. Os Russo afirmaram, ainda, esperar que este filme represente uma reviravolta na forma como muçulmanos são retratados por Hollywood e se dizem orgulhosos de poder fazer parte desta História, por meio de sua produtora. “Mosul” é uma das primeiras produções da nova empresa dos irmãos, a AGBO. Para realizar o filme, eles trabalharam com um produtor-executivo iraquiano, Mohamed Al Daradji. Presente na coletiva, Daradji disse que ‘Mosul’ pode realmente ajudar a eliminar estereótipos racistas: “Estou muito otimista de que este filme possa abrir caminho para Hollywood fazer filmes mais positivos sobre o mundo árabe e o Oriente Médio”. Ele ponderou que, finalmente, Hollywood vai mostrar heróis que são “reconhecidamente iraquianos, árabes e muçulmanos”. “Nunca temos a chance de ter uma história árabe contada de forma positiva. A propósito, somos seres humanos que nem você”, brincou o produtor. “Infelizmente, fomos retratados de uma forma ruim por muito tempo. Sofri com isso, todos tivemos experiências assim”, acrescentou.
Continuação de Tomb Raider define diretor e data de estreia
O estúdio MGM confirmou a produção de uma sequência de “Tomb Raider: A Origem”, filme que trouxe Alicia Vikander no papel de Lara Croft. O projeto definiu diretor e data de estreia. O cineasta britânico Ben Wheatley vai assumir as filmagens, substituindo o norueguês Roar Uthaug, responsável pelo longa de 2018. Wheatley é conhecido por filmes excêntricos, que rendem críticas positivas e culto, mas nunca chegam aos cinemas do Brasil, casos de “Sightseers” (de 2012), “Free Fire” (de 2017, com Brie Larson) e “High Rise” (de 2018, com Tom Hiddleston). Para descobrir sua filmografia, só buscando em streaming. Além de Wheatley, a produção contará com sua esposa, Amy Jump, que assina o roteiro da maioria dos longas do diretor. Importante destacar que ela entrou primeiro no projeto, anunciada em abril pelo estúdio. O contrato de Vikander inclui cláusula de reprise do papel, garantindo sua presença no novo filme. Mas o primeiro longa da atual franquia foi considerado medíocre pela crítica, com 52% de aprovação no site Rotten Tomatoes, e deu prejuízo financeiro. Produzido por cerca de US$ 100 milhões, “Tomb Raider: A Origem” arrecadou em torno de US$ 274 milhões nas bilheterias mundiais. A expectativa é que o segundo filme possa se valer do reconhecimento da marca e faturar mais, como tem sido praxe nas continuações. Entretanto, o baixo rendimento original pode significar um orçamento menor para a sequência. O que pode estar por trás da contratação de uma roteirista e um diretor acostumados a trabalhar em filmes de poucos recursos econômicos. As filmagens devem começar nos primeiros meses de 2020, visando um lançamento em março de 2021.
Bacurau ganha capa da revista francesa Cahiers du Cinéma
O filme “Bacurau” ilustra a capa da edição de setembro da “Cahiers du Cinéma”, conceituada revista francesa de cinema e mais conhecida publicação voltada a filmes de arte em todo o mundo. A revista traz uma entrevista com os diretores Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, e também um dossiê de 20 páginas sobre a situação do cinema brasileiro atual. Ilustrando a foto de capa, há uma chamada para “O Brasil de Bolsonaro”. Outros entrevistados da publicação incluem Fellipe Barbosa (“Gabriel e a Montanha”), Eryk Rocha (“Cinema Novo”), Marco Dutra (“As Boas Maneiras”), Camila Freitas (“Chão”) e Guto Parente (“Inferninho”). A Cahiers tem feito muito elogios sobre a qualidade do cinema feito no Brasil, considerando a atual geração de cineastas como a melhor do cinema brasileiro desde os movimentos do Cinema Novo e os chamados “marginais”. Ao mesmo tempo, lamenta que eles também precisem enfrentar o governo, em vez de receber apoio para levar sua arte ao resto do mundo. Um dos filmes brasileiros mais premiados do ano, “Bacurau” foi reconhecido nos festivais de Munique, de Lima e pelo importante Prêmio do Júri do Festival de Cannes. A trama, passada numa comunidade nordestina que desaparece dos mapas, promove uma mistura de gêneros que envolve o espectador numa trama misteriosa/metáfora de resistência estrelada por Sonia Braga (“Aquarius”), Barbara Colen (idem), Karine Teles (“Benzinho”) e pelo alemão Udo Kier (do clássico “Suspiria”), entre outros. Apesar da distribuição limitada a apenas 250 cinemas em todo o país, o longa arrecadou mais de R$ 1,5 milhão em seu fim de semana de estreia.
Astro de 13 Reasons Why disputa papel de príncipe de A Pequena Sereia
A versão live-action de “A Pequena Sereia” pode transformar Christian Navarro, de “13 Reasons Why”, num príncipe encantado. O ator chamou atenção da Disney ao tuitar a respeito da recusa de Harry Styles para viver o príncipe Eric na trama. “Ouvi dizer que Harry Styles não quer ser o príncipe Eic. Bom, eu consigo cantar… e seria uma dupla com Eric latino e Ariel negra. Ninguém me chamou ainda, mas a 3ª temporada [de ’13 Reasons Why’] sai em breve e seria um teste bem legal.” A mensagem ganhou apoio dos fãs e acabou repercutindo para os lados da Disney, que entrou em contato com o ator. “Não sei o que aconteceu com o outro tuíte”, compartilhou Navarro em outra postagem. “Mas a Disney viu isso, viu o apoio de vocês e ligaram para a minha equipe, para verem o que eu consigo fazer. Enviei vídeos para a audição. Estou na torcida! Vamos fazer história.” Até agora, apenas a protagonista do remake está confirmada. A princesa Ariel será interpretada por Halle Bailey (da série “Grown-ish”), marcando uma mudança racial em relação ao desenho animado de 1989. O filme será a estreia cinematográfica de Bailey, que também é cantora. Ela tem um projeto musical com sua irmã, a dupla Chloe x Halle. A produção ainda negociou com Melissa McCarthy (“Poderia Me Perdoar?”), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Podres de Rico”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) para integrarem o elenco, mas não há confirmação de suas contratações. “A Pequena Sereia” é uma das últimas animações que restam para a Disney refilmar com atores, uma estratégia que continua a render hits, como “Aladdin”, lançado em maio com arrecadação de mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. Na trama, a filha do Rei Tritão da Atlântida rebela-se para fazer parte do mundo humano e acaba se casando com um humano, o príncipe Eric, que ela resgatou de um naufrágio. Diferente da versão Disney, o conto original de Hans Christian Anderson não tem final feliz, pois Eric se revela interessado apenas em usar Ariel, sem direito a um “e viveram felizes para sempre” em seu futuro – que por isso é trágico. A nova adaptação começou a ganhar vida com roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), que foi reescrito por David Magee a pedido do diretor Rob Marshall. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, no ano passado. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho dos anos 1980, também está no projeto, desenvolvendo com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) uma nova trilha. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar acostumados a trabalhar com Rob Marshall: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio colaborou com o cineasta em “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). Ainda não há previsão de estreia para o novo “A Pequena Sereia”. Idk what happened to the other tweet. But! @disney saw this, saw your support, and gave my team a call. They wanted to see what I could do. Tapes sent. Fingers crossed. Let’s make some history. #iloveyou3000 #PrinceEric #TheLittleMermaid https://t.co/192ZTsfqyH — Christian Navarro (@ChristianLN0821) September 3, 2019
Adam Sandler é cotado para o Oscar por filme dos diretores de Bom Comportamento
Adam Sandler, quem diria, está sendo cotado para um Oscar. Segundo maior vencedor do troféu Framboesa de Ouro, que consagra os piores de Hollywood, o comediante impressionou a crítica por um raro papel semi-dramático no thriller “Uncut Gems”, dos irmãos Joshua e Benjamin Safdie, diretores do também elogiado “Bom Comportamento”, que deu status de ator sério a Robert Pattinson. “Uncut Gems” arrancou elogios da crítica durante sua exibição no festival americano de Telluride, que foi frequentado em peso por alguns dos integrantes mais influentes da Academia de Artes e Ciências de Hollywood. Considerado o trabalho mais tenso e frenético do evento, surpreendeu positivamente por mostrar que Sandler sabe sim atuar. O consenso é que se trata do melhor desempenho da carreira do ator. Maldosos acrescentam que é, na verdade, o único desempenho bom da filmografia do astro de “Eu os Declaro Marido e… Larry”, “Zohan: O Agente Bom de Corte” e “Cada um tem a Gêmea que Merece”. Mas isso é exagero, pois Sandler já demonstrou que, quando quer, é capaz de sensibilizar, como em “Embriagado de Amor” (2002), “Tá Rindo do Quê?” (2009) e “Os Meyerowitz: Família Não se Escolhe” (2017). No filme dos irmãos Safdie, Sandler vive Howard Ratner, um joalheiro trambiqueiro de Nova York viciado em jogos de azar que se mete em uma aposta de alto risco, o que afeta sua vida e de sua família. De acordo com o crítico Eric Kohn, do site IndieWire, Sandler é o grande destaque da obra. “É o primeiro filme a de fato se comunicar com as forças performáticas de Sandler desde ‘Embriagado de Amor'”. E Todd McCarthy, da revista The Hollywood Reporter, faz um trocadilho com o título do filme, considerando o desempenho de Sandler uma “joia”. “É um grande personagem, e Sandler acerta em cheio.” Mas Peter Debruge, da revista Variety, prefere dar aos diretores os méritos pelo desempenho do humorista. “O filme prova como um diretor certo pode pegar o que sempre irritou os críticos sobre a atuação de Sandler, a do eterno homem infantil, e engrandecer num estudo de personagem mais sutil.” No site Rotten Tomatoes, principal agregador de críticas dos Estados Unidos, “Uncut Gems” está com 100% de aprovação. E não apenas pela atuação de Sander. A crítica Leah Greenblatt, da Entertainment Weekly, resume o que causa impressão tão positiva: “O filme também tem um dos finais mais chocantes e satisfatórios de praticamente todos os filmes deste ano.” O longa estreia em 13 de dezembro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Will Smith e Martin Lawrence retomam parceira no primeiro trailer de Bad Boys 3
A Sony divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Bad Boys for Life”, terceiro filme da antiga franquia “Bad Boys”, que volta a juntar os atores Will Smith e Martin Lawrence em torno de cenas de ação explosiva. Eles retomam os papéis de Mike Lowrey e Marcus Burnett, respectivamente, que já viveram em dois filmes anteriores – o primeiro, de 1995, lançou Michael Bay (“Transformers”) como diretor de cinema. Mas enquanto Smith se manteve em forma e ainda segue carreira como astro de ação, o sumido Lawrence ganhou alguns quilos e ressurge fora de forma para o papel. Esta discrepância foi incorporada na trama, que traz Burnett pensando em se aposentar, enquanto Lowrey tenta convencê-lo a apoiá-lo numa perigosa investigação final. O terceiro “Bad Boys” também inclui em seu elenco os atores Vanessa Hudgens (“A Princesa e a Plebeia”), Alexander Ludwig (o Bjorn de “Vikings”), Charles Melton (o Reggie de “Riverdale”) e a mexicana Paola Nuñez (“The Son”), além dos músicos DJ Khaled e Nicky Jam. A direção é da dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah, mais conhecidos por seu trabalho na série “Snowfall”, e a estreia está marcada para janeiro de 2020.
Novos pôsteres destacam personagens de Malévola: Dona do Mal
A Disney divulgou nove pôsteres de “Malévola: Dona do Mal”, que destacam os personagens do filme. As imagens enfatizam as participações da fada/bruxa Malévola (vivida por Angelina Jolie), da princesa Aurora (Elle Fanning), da Rainha Ingrith (Michelle Pfeiffer) e do fada Connal (Chiwetel Ejiofor), mas também mostram ao fundo o príncipe Felipe (Harris Dickinson) e outros personagens. Nesta versão do conto de fadas, a Malévola de Angelina Jolie é malvada só de nome e supera suas tendências sombrias para criar a princesa Aurora como sua própria filha. Mas este não foi o final feliz da história. Ao decidir se casar com Felipe, Aurora traz uma nova maldição a seu reino, na forma de sua sogra, a rainha Ingrith, que resolve se tornar uma “mãe de verdade” para a jovem. Furiosa, Malévola deixa seus piores instintos prevalecerem ao entrar em guerra contra a mãe de Filipe. “Malévola: Dona do Mal” foi escrita por Jez Butterworth (roteirista de “No Limite do Amanhã”) e Linda Woolverton (do primeiro “Malévola”). A direção está a cargo do norueguês Joachim Rønning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) e a estreia em 17 de outubro vai encerrar um ano repleto de lançamentos de versões live-action de animações da Disney, após “Dumbo”, “Aladdin” e “O Rei Leão” – sem esquecer de “A Dama e o Vagabundo”, que chega em streaming.
Rambo: Até o Fim ganha seu trailer mais violento
A Imagem Filmes divulgou o novo trailer legendado de “Rambo: Até o Fim”. E é o mais violento já apresentado. As cenas são cortadas instantes antes dos detalhes mais sangrentos, deixando em dúvida qual será a classificação etária da produção. A prévia remete ao tipo de ação vista no primeiro filme da franquia, com John Rambo cercado de inimigos e revidando com armadilhas e brutalidade. O filme revela uma neta de uma antiga empregada do rancho de sua família, que Rambo adotou por não possuir parentes vivos, e a história envolve a descoberta da garota de seu verdadeiro pai, no México, e sua decisão de ir encontrá-lo. Assim, ela acaba refém de um grupo de traficantes. E Stallone requenta a história do primeiro “Os Mercenários” para resgatá-la. O roteiro foi escrito pelo próprio Stallone, com a ajuda de Matthew Cirulnick (“Absentia”), e a direção ficou a cargo de Adrien Grunberg, que dirigiu Mel Gibson em “Plano de Fuga”. O elenco inclui os espanhóis Paz Vega (“Não Pare na Pista: A Melhor História de Paulo Coelho”), Óscar Jaenada (“Escobar: A Traição”), Sergio Peris-Mencheta (“Resident Evil 4”), o mexicano Joaquín Cosio (“Narcos: México”), a americana Jessica Madsen (“Massacre no Texas”) e Yvette Monreal (de “Faking It”) como a jovem raptada. A estreia está marcada para 19 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Zach Galifianakis mata Matthew McConaughey em trailer de comédia da Netflix
A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer (sem legendas) de “Between Two Ferns – O Filme”. Como “explica” o título, a produção é um filme sobre o programa “Between Two Ferns”, um talk show do comediante Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”), produzido pela trupe do website “Funny or Die!” desde 2008 com estética de programa barato de canal público. O título se deve ao fato do cenário se constituir de duas samambaias (fern, em inglês) e Galifianakis sentar-se com seus convidados entre elas. A prévia mostra como uma tragédia leva a equipe a levar o programa para a estrada, com roteiristas, produtores, Galifianakis e as duas plantas num carro apertado. Tudo porque, durante uma entrevista, Galifianakis simplesmente “mata” o ator Matthew McConaughey, durante uma inundação no cenário precário – spoiler: McConaughey já melhorou. Will Ferrell, que é realmente produtor do programa, ameaça cancelar a atração, mas aceita produzir mais 10 episódios para encerrar o contrato do apresentador. A ideia de pegar estrada se deve à obstinação de Galifianakis de entrevistar o maior número de celebridades possível antes do fim do programa. Em seus 11 anos de produção, Between Two Ferns recebeu celebridades como Natalie Portman, Brad Pitt, Bladley Cooper, Charlize Theron, Justin Bieber e até mesmo o ex-presidente americano Barack Obama. E, para o filme, vai concentrar número recorde de famosos, incluindo, além dos já citados, Keanu Reeves, Benedict Cumberbatch, Peter Dinklage, Brie Larson, Jon Hamm, Tessa Thompson, Paul Rudd, Rashida Jones, John Legend, Awkwafina, Hailee Steinfeld, Tiffany Haddish, Adam Scott, John Cho, Chrissy Teigen, Jason Schwartzman, Chance the Rapper e David Letterman, entre outros. “Between Two Ferns: o Filme” estreia em 20 de setembro em streaming.
John Travolta tem pior estreia da carreira com The Fanatic
O novo filme de John Travolta chamou atenção por se tornar o maior fracasso da carreira do ator. Só não foi pior porque “The Fanatic” teve distribuição limitada em apenas 52 telas nos Estados Unidos. Mas uma das salas chegou a registrar apenas US$ 10 (dez dólares!) de bilheteria na estreia. O longa não conseguiu fazer nem US$ 10 mil entre sexta (30/8) e segunda (2/9), feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos, e sequer entrou no ranking das 85 maiores bilheterias do fim de semana no site Box Office Mojo. Trata-se da pior estreia da carreira de Travolta, que comandava as bilheterias de cinema nos anos 1970 e atualmente atravessa outra fase de fiascos, como a que antecedeu seu resgate em “Pulp Fiction” nos anos 1990. Os filmes mais recentes de Travolta foram todos fracassos comerciais, como os casos de “Speed Kills”, “Gotti” e “The Poison Rose”, lançados entre 2018 e este ano. De fato, ele não emplaca um sucesso médio desde “Dupla Implacável” (2010), e seu último grande sucesso foi o musical “Hairspray” (2007). “The Fanatic” também não teve bom retorno nas plataformas digitais em que foi liberado. Além do baixo retorno financeiro, os críticos destruíram o longa, dirigido por Fred Durst, cantor da banda Limp Bizkit, chamando-a de versão pobre de “Louca Obsessão” (1990). A média do filme no Rotten Tomatoes é de apenas 18% de aprovação. Na trama, Travolta interpreta um fã obcecado por um astro de cinema – ironicamente interpretado por um ator pouquíssimo conhecido, Devon Sawa (da série “Nikita”). O resto do elenco é ainda mais inexpressivo. Favorito ao Framboesa de Ouro 2020, o filme não tem previsão de lançamento no Brasil. Veja o trailer do fracasso abaixo.
Jojo Rabbit: Taika Waititi vira Hitler em novo trailer de comédia ultrajante
A Fox Searchlight divulgou um novo trailer de “Jojo Rabbit”, comédia do diretor Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”). A prévia explora o humor ultrajante da trama, ao acompanhar um menino da juventude hitlerista que sofre bullying e é confortado por seu amigo imaginário, ninguém menos que Adolf Hitler. Passada na Alemanha nazista, a trama se complica quando a criança descobre que sua mãe está escondendo uma garota judia em sua casa. O elenco destaca o estreante Roman Griffin Davis como o personagem do título, Scarlett Johansson (“Vingadores: Ultimato”) como sua mãe, Thomasin McKenzie (de “O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”) como a menina judia e o próprio Taika Waititi como Hitler – um Hitler maori! O elenco também inclui Sam Rockwell (vencedor do Oscar 2018 por “Três Anúncios para um Crime”) e Rebel Wilson (“A Escolha Perfeita”), vistos no vídeo com uniformes nazistas. Baseado no romance homônimo de Christine Leunens, o filme foi selecionado para o Festival de Toronto, que começa nesta quarta (4/9), e estreia comercialmente em 18 de outubro nos Estados Unidos. Já a previsão de lançamento no Brasil é apenas para 6 de fevereiro.
Novo trailer de As Golpistas traz Jennifer Lopez, Constance Wu, Lili Reinhart e Cardi B como strippers
A STX divulgou um novo trailer de “As Golpistas” (Hustlers), thriller de strippers estrelado por Jennifer Lopez (“Shades of Blue”), Constance Wu (“Podres de Rico”), Lili Reinhart (“Riverdale”), Julia Stiles (“Jason Bourne”), Madeline Brewer (“The Handmaid’s Tale”), Keke Palmer (“Scream Queens”), Trace Lysette (“Transparent”), Mette Towley (do vindouro “Cats”) e as rappers Cardi B e Lizzo, que fazem suas estreias como atrizes. A prévia tem direito a cenas de pole dancing e muitos rebolados, enquanto mostra um grupo de strippers, liderado pela personagem de Lopez, aplicando golpes em seus clientes, a maioria deles executivos de Wall Street, o centro financeiro do mercado norte-americano, durante a crise econômica do começo dos anos 2000. Vale lembrar que, antes de estourar como rapper e vencer um Grammy, Cardi B trabalhava como stripper em Nova York. É dela a música que toca no vídeo, o hit “Money”. Roteiro e direção estão a cargo de Lorene Scafaria (“A Intrometida”), que adapta a reportagem sobre o crime publicada pelo New York magazine. A estreia está marcada apenas para 5 de dezembro no Brasil, três meses após chegar aos cinemas dos Estados Unidos.










