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Filme

“A Morte do Demônio: Em Chamas” ganha trailer sangrento

Sexto filme da franquia de horror faz conexão direta com os eventos de "A Morte do Demônio: A Ascensão"

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8 de maio de 2026
Filme

Pedro Novaes surge como Alexandre em primeira foto do filme de “A Viagem”

Produção baseada na novela clássica de Ivani Ribeiro inicia filmagens nos estúdios da Globo, no Rio de Janeiro

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7 de maio de 2026
Filme

Cinemas recebem “As Ovelhas Detetives”, “Mortal Kombat 2” e filmes musicais

Comédia infantil e pancadaria têm lançamento mais amplo, mas semana também destaca documentários de Billie Eilish, Iron Maiden e cinebiografia de Hungria Hip Hop

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7 de maio de 2026
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    Greta: Vencedor do Festival Cine Ceará ganha pôster e trailer oficiais

    7 de setembro de 2019 /

    A Pandora Filmes divulgou o trailer e o pôster de “Greta”, grande vencedor do Festival Cine Ceará 2019, encerrado na noite de sexta-feira (6/9) em Fortaleza.  A produção cearense ganhou o Troféu Mucuripe nas categorias de Melhor Filme, Direção e Ator (para Marco Nanini). A trama acompanha um enfermeiro (Nanini) que, para liberar uma vaga para internar sua amiga, a travesti Daniela (Denise Weinberg), resolve ajudar um jovem criminoso (Demick Lopes) a fugir do hospital. O enfermeiro esconde o homem em sua casa e os dois acabam tendo um romance. Inspirado livremente na peça de teatro “Greta Garbo, Quem Diria, Acabou no Irajá”, sucesso dos anos 1970 de autoria de Fernando Melo, o filme também foi exibido no Festival de Berlim e premiado no Festival Internacional de Cinema Gay e Lésbico de Milão. O longa marca a estreia na direção de Armando Praça, roteirista da série “Me Chama de Bruna”, e tem previsão de estreia para 10 de outubro.

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    Filme Greta, de temática LGBTQIA+, vence o Festival Cine Ceará

    7 de setembro de 2019 /

    O filme “Greta”, de Armando Praça, foi o grande vencedor do Festival Cine Ceará, encerrado na noite de sexta-feira (6/9) em Fortaleza.  A produção cearense ganhou o Troféu Mucuripe nas categorias de Melhor Filme, Direção e Ator (para Marco Nanini). A trama acompanha um enfermeiro (Nanini) que, para liberar uma vaga para internar sua amiga, a travesti Daniela (Denise Weinberg), resolve ajudar um jovem criminoso (Demick Lopes) a fugir do hospital. O enfermeiro esconde o homem em sua casa e os dois acabam tendo um romance. Inspirado livremente na peça de teatro “Greta Garbo, Quem Diria, Acabou no Irajá”, sucesso dos anos 1970 de autoria de Fernando Melo, o filme também foi exibido no Festival de Berlim e premiado no Festival Internacional de Cinema Gay e Lésbico de Milão. A premiação também destacou dois filmes latino-americanos. O peruano “Canção sem Nome”, de Melina León, levou quatro troféus: Fotografia (para Inti Briones), Trilha Sonora Original (para Pauchi Sasaki), Prêmio Olhar Universitário e Prêmio da Crítica. E a comédia germano-cubana “A Viagem Extraordinária de Celeste García”, de Arturo Infante, venceu nas categorias de Melhor Atriz (para Maria Isabel Díaz), Roteiro (para Arturo Infante) e Montagem (para Joanna Montero). Para completar, o documentário ‘Ressaca”, de Patrízia Landi e Vincent Rimbaux, recebeu o prêmio de Som e o longa cearense “Notícias do Fim do Mundo”, de Rosemberg Cariry, conquistou o prêmio de Direção de Arte.

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    Censura: Prefeito do Rio faz defesa homofóbica de repressão a quadrinhos

    6 de setembro de 2019 /

    O bispo e prefeito do Rio Marcelo Crivella publicou um novo vídeo nas redes sociais nesta sexta (6/9), em que busca justificar sua decisão de recolher os quadrinhos de “Vingadores – A Cruzada das Crianças” como uma “defesa da família”. O vídeo é uma declaração assumida de homofobia, que tenta caracterizar a homossexualidade como uma “degeneração”, para o usar o termo consagrado pelos nazistas para queimar livros e exterminar pessoas de orientação LGBTQIA+ nos anos 1930, por isso deve ser impedida de ser vista pelas crianças. No vídeo de meio minuto de duração, Crivella tenta caracterizar como “uma certa controvérsia na mídia” a “decisão da prefeitura de mandar recolher os livros que tinham conteúdo de homossexualidade atingindo um público infantil, um público juvenil”. Ele realmente repetiu o motivo de seu ultraje, como numa missa. Usando o mesmo discurso que justifica ataques a uma tal de “ideologia de gênero”, Crivella segue: “Esse assunto tem que ser tratado na família. Não pode ser induzido, seja na escola, seja em edição de livro, seja onde for. Nós vamos sempre continuar em defesa da família.” Em nome desta “defesa da família”, a Prefeitura do Rio enviou uma equipe de fiscais para ação de repressão na Bienal do Livro logo na sua abertura na manhã desta sexta (6/9). Comandada pelo subsecretário de operações da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), o coronel Wolney Dias, os fiscais buscaram a graphic novel “Vingadores: A Cruzada das Crianças” nas estantes do evento com ordem de apreender tudo. Mas não encontraram. Oficialmente, os expositores afirmam que a história foi toda vendida e os exemplares acabaram se esgotando. Além de proibir a venda da publicação, os fiscais pretendiam criar um flagrante para cassar a licença do evento. “Em caso de descumprimento, o material sem o aviso será apreendido e o evento poderá ter sua licença de funcionamento cassada”, disse a Seop em comunicado que antecedeu a ação, deixando clara a missão de fechar a Bienal. O vídeo do prefeito, que tenta justificar a repressão, foi publicado no Twitter acompanhado por um texto que retoma o apelo à “defesa da família”, além de incluir desinformação deliberada, para disfarçar o ataque declarado à Cultura. “A decisão de recolher os gibis na Bienal teve apenas um objetivo: cumprir a lei e defender a família”. Que lei seria essa? O texto segue, usando uma mentira oficial como embasamento para sua ação. “De acordo com o ECA, as obras deveriam estar lacradas e identificadas quanto ao seu conteúdo. No caso em questão, não havia nenhuma advertência sobre o assunto abordado”. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) não faz nenhuma referência a lacração e identificação de material de conteúdo LGBTQIA+. Só exige que material contendo “mensagens pornográficas ou obscenas” sejam colocados em embalagens lacradas ou opacas para proteger crianças. Vale atentar, porém, para o uso repetido da palavra “família” nas manifestações. O artigo 79 do ECA diz que “as revistas e publicações destinadas ao público infanto-juvenil não poderão conter ilustrações, fotografias, legendas, crônicas ou anúncios de bebidas alcoólicas, tabaco, armas e munições, e deverão respeitar os valores éticos e sociais da pessoa e da família”. Se a justificativa se basear neste artigo, estariam então proibidas as vendas de todas as revistas de super-heróis no Brasil, pois todas elas incluem muitas armas e munições. Deveriam, no mínimo, ser colocadas em embalagens com avisos e proibidas para menores, se essa for realmente a interpretação desse artigo. Mas valores éticos e sociais evoluem. No século 18, um homem branco era considerado ético como senhor de escravos. No século 19, era um valor social impedir manifestações políticas de mulheres. Na Alemanha do século 20, era ético e incentivado pela sociedade nazista perseguir e matar judeus, ciganos e homossexuais. A verdade é que não se trata, nem com grande esforço de retórica, de “cumprir a lei” no caso de “Vingadores – A Cruzada das Crianças”. A organização da Bienal emitiu comunicado em que declara não considerar que o desenho de dois rapazes se beijando, completamente vestidos, seja pornografia. Por isso se recusou a cumprir a ordem arbitrária de Crivella. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta sexta-feira (6/9) que também não viu nada “de mais” no livro em quadrinhos. Recentemente, o STF estabeleceu o entendimento jurídico de que homofobia é crime análogo a racismo no Brasil. A decisão de recolher os gibis na Bienal teve apenas um objetivo: cumprir a lei e defender a família. De acordo com o ECA, as obras deveriam estar lacradas e identificadas quanto ao seu conteúdo. No caso em questão, não havia nenhuma advertência sobre o assunto abordado. pic.twitter.com/7tePvvM8ab — Marcelo Crivella (@MCrivella) September 6, 2019

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    Novo filme de Pedro Almodóvar vai representar a Espanha no Oscar

    6 de setembro de 2019 /

    O novo filme do cineasta Pedro Almodóvar, “Dor e Glória”, foi selecionado pela Academia Espanhola de Cinema para representar o país na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional (antiga Melhor Filme em Língua Estrangeira) do Oscar 2020. Com isso, o diretor soma sete indicações para representar seu país no prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Seu primeiro filme indicado foi “Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos”, que conseguiu virar finalista em 1989, aparecendo entre os cinco títulos selecionados ao prêmio. Almodóvar acabou vencendo a categoria em 1999, com “Tudo Sobre Minha Mãe”. Quatro anos depois, ele voltou a ser premiado com “Fale com Ela”, mas na categoria de Melhor Roteiro Original. “Estamos muito emocionados por representar a Espanha”, declarou a produtora Esther García, como representante do diretor espanhol, que no momento viaja para a América do Norte para apresentar o longa-metragem nos Estados Unidos e no Canadá. Segundo a produtora, o lançamento nos cinemas norte-americanos permitirá que o filme “concorra em outras categorias” do Oscar. Protagonizado por Antonio Banderas, que recebeu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes deste ano, “Dor e Glória” segue um famoso cineasta em crise, com o coração partido e saudade de sua querida mãe. O papel representou a oitava parceria entre o ator e Almodóvar, começada em 1982, quando filmaram “Labirinto das Paixões” (1982). A lista com todos os candidatos ainda passará pela triagem de um comitê da Academia, que divulgará uma relação dos melhores, geralmente nove pré-selecionados, no final do ano. Dentro desses, cinco serão escolhidos para disputar o Oscar. O candidato do Brasil na disputa por uma vaga é “A Vida Invisível”, do diretor Karim Aïnouz. Os finalistas à premiação do Oscar 2020 serão divulgados no dia 13 de janeiro e a cerimônia de entrega dos prêmios acontecerá no dia 9 de fevereiro, em Los Angeles.

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    Documentário de Bárbara Paz sobre Babenco é premiado no Festival de Veneza

    6 de setembro de 2019 /

    O primeiro longa-metragem dirigido pela atriz Bárbara Paz foi premiado no Festival de Veneza. “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou”, documentário sobre os últimos dias do diretor Hector Babenco, conquistou o Bisato D’Oro, prêmio da crítica independente, no 76ª edição do tradicional festival italiano. O júri justificou a escolha em um comunicado, elogiando o documentário “porque o cinema está filmando a memória, porque o cinema está contando a história daqueles que vivem, daqueles que viveram, porque o cinema está comemorando o amor, porque o cinema é amor”. Paz se disse emocionada com a escolha e com as palavras do júri: “Eles entenderam tudo isso. O cinema é amor”. O diretor, que nasceu na Argentina e se naturalizou brasileiro, morreu em 2016, aos 70 anos, vítima de câncer. Foi casado com Bárbara Paz de 2010 até sua morte. E deixou um legado de filmes clássicos, entre eles “Pixote: A Lei do Mais Fraco” (1982) e “Carandiru” (2003).

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    Novo Halloween vai resgatar as crianças do filme de 1978

    5 de setembro de 2019 /

    Quem viu o “Halloween” original, escrito e dirigido por John Carpenter em 1978, deve recordar que Laurie Strode (papel consagrado por Jamie Lee Curtis) trabalhava como babá quando foi atacada por Michael Myers. O que poucos lembram são as crianças da história. Pois os personagens mirins do filme original vão reaparecer na próxima continuação da franquia. Lindsay Wallace e Tommy Doyle, as crianças que estavam sob os cuidados de Laurie durante o ataque do psicopata mascarado, fazem parte da nova história. Doyle será interpretado, em sua versão adulta, por Anthony Michael Hall (“O Vidente”). Mas a menina terá a mesma intérprete do filme original: Kyle Richards, que deu continuidade à carreira de atriz e foi até uma das enfermeiras da série “Plantão Médico” (E.R.). Intitulado “Halloween Kills”, o próximo filme será o segundo de uma nova trilogia, iniciada no ano passado por “Halloween” e que se encerrará com “Halloween Ends”. “Halloween Kills” vai estrear em 15 de outubro de 2020 e “Halloween Ends”, de nome bastante sugestivo, chega aos cinemas brasileiros em 16 de outubro de 2021, sempre um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ambos serão novamente escritos por Danny McBride e David Gordon Green, com o último assumindo a direção. Os dois também trabalharão com John Carpenter, criador da franquia, que mais uma vez assinará a trilha sonora da produção.

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    Guillermo del Toro faz reunião de Carol, com Rooney Mara e Cate Blanchett em seu novo filme

    5 de setembro de 2019 /

    A confirmação da participação de Rooney Mara em “Nightmare Alley”, próximo filme do diretor Guillermo del Toro (“A Forma da Água”), vai materializar um reencontro entre as protagonistas de “Carol”. Ela vai contracenar com Cate Blanchett, que já tinha sido anunciada anteriormente. Mara vai interpretar Molly, interesse amoroso do protagonista Stan (Bradley Cooper, de “Nasce uma Estrela”), um golpista que se disfarça de guru espiritual para dar golpes em ricos ingênuos. O papel de Blanchett não está claro, mas ela deve viver a psicóloga pilantra que se torna sócia nos golpes. O filme é uma adaptação do livro homônimo de William Lindsey Graham, publicado em 1946 e que já foi transformado num clássico do cinema noir, batizado no Brasil como “O Beco das Almas Perdidas” (1947). A primeira adaptação cinematográfica acompanhava um vigarista (Tyrone Power em 1947) que entra num circo para aprender os truques de uma falsa vidente (Joan Blondell). Como ela se recusa a contar seus segredos, ele decide fragilizá-la, tornando-a viúva. Mas acaba se envolvendo com a jovem assistente Molly (Coleen Gray) e é expulso do circo. Mesmo assim, segue em frente com o golpe de vidente, até conhecer uma psicóloga pilantra (Helen Walker) que grava as confissões de seus pacientes. E aí percebe que pode tornar seu truque ainda mais convincente e extorquir uma clientela exclusiva com estas informações. O final é extremamente sombrio. Outros atores que publicações americanas tem ligado ao projeto são Toni Collette (“Hereditário”), Richard Jenkins (“A Forma da Água”), Ron Perlman (o Hellboy dos filmes de del Toro), Willem Dafoe (“No Portal da Eternidade”), Mark Povinelli (“Água para Elefantes”) e Michael Shannon (também de “A Forma da Água”). Del Toro dirigirá a nova adaptação, além de ter co-escrito o roteiro com Kim Morgan (“O Quarto Proibido”). As filmagens devem começar em 2020 com produção da Fox Searchlight, mas ainda não há data de estreia prevista.

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    Roteirista de Podres de Ricos abandona sequência denunciando disparidade salarial

    5 de setembro de 2019 /

    A roteirista Adele Lim, que escreveu com Peter Chiarelli o sucesso “Podres de Ricos”, não vai voltar para a continuação. Ela alegou disparidade salarial, afirmando que receberia muito menos do que seu colega homem. Segundo a denúncia, publicada pela revista The Hollywood Reporter, a Warner lhe ofereceu algo em torno de US$ 110 mil para coescrever o roteiro, enquanto o cachê de Chiarelli ficaria entre US$ 800 mil e US$ 1 milhão pela mesma tarefa. “Podres de Rico” conseguiu muita simpatia da mídia por representar um suposto avanço para a representação da cultura e atores asiáticos em Hollywood. Mas a Warner reagiu ao sucesso do filme menosprezando a integrante asiática de sua equipe de roteiristas. O baixo salário oferecido fez Lin considerar sua participação como um mero preenchimento de cota racial. “Ser avaliada dessa forma te faz pensar em como eles devem valorizar minhas contribuições.” Chiarelli, que continua no projeto, ofereceu-se para dividir seu salário com Lim, mas a roteirista recusou, afirmando que não tinha problemas com o salário de seu colega e sim com o seu próprio. “Pete sempre foi incrivelmente gracioso, mas eu não deveria depender apenas da generosidade de um roteirista branco. Se eu não consigo receber um salário igual ao dele após ‘Podres de Ricos’, nem consigo imaginar como deve ser para as outras roteiristas mulheres de cor. Não há forma realista de atingir equidade desse jeito.” Anunciada em 2018, a sequência ainda não tem muitos detalhes divulgados. Com a saída de Lim, caberá apenas a Peter Chiarelli, trabalhando com o diretor Jon M. Chu, adaptar os demais livros de Kevin Kwan. A continuação vai levar às telas o segundo livro da trilogia de Kwan, chamado “China Rich Girlfriend” e lançado em janeiro no Brasil como “Namorada Podre de Rica”. A trama aborda a vida amorosa de Astrid (Gemma Chan, de Capitã Marvel), prima de Nick (Henry Golding, protagonista do primeiro filme). Recém-separada de seu marido, Astrid encontrará um novo amor na forma do bonitão Charlie, interpretado por Harry Shum Jr. (“Glee”). O elenco da sequência também deve contar com os retornos de Constance Wu e Awkwafina, mas ainda não há previsão de estreia. Caso a Warner opte por completar a franquia, o terceiro livro se chama “Rich People Problems” (literalmente, problemas de gente rica). Ainda inédito no Brasil, traz mais uma trama de novela com galãs asiáticos.

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    Versão de terror da fábula de João e Maria ganha trailer com atriz de It: A Coisa

    5 de setembro de 2019 /

    A Orion Pictures divulgou o primeiro pôster e o trailer de “Gretel & Hansel”, versão de terror para o conto de fadas clássico dos Irmãos Grimm, conhecido no Brasil como a fábula de “João e Maria”. O filme traz Sophia Lillis (a Beverly de “It: A Coisa”) como a menina Gretel/Maria, que se perde no meio da floresta com seu irmão menor (o estreante Sammy Leakey). Como na história conhecida, eles acabam indo parar numa casa habitada por uma bruxa. Além de Lillis e Leakey, o elenco inclui Alice Krige (“The OA”), Jessica De Gouw (a Caçadora da série “Arrow”) e Charles Babalola (“A Lenda de Tarzan”). Com direção de Oz Perkins (“A Enviada do Mal”), a estreia está marcada para 31 de janeiro nos EUA. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Filme em que Dakota Fanning vive “etíope” muçulmana gera polêmica nas redes sociais

    5 de setembro de 2019 /

    A atriz Dakota Fanning virou alvo de uma curiosa polêmica nas redes sociais. O caso ganhou proporções porque a jovem atriz, que é loira e americana, estrela “Sweetness in the Belly” como uma refugiada muçulmana. Isto causou ultraje. Entretanto, grande parte dos protestos foram motivados por desinformação. Na adaptação do romance homônimo de Camilla Gibbs, Dakota vive Lilly Abdal, uma órfã britânica que passou a infância em Marrocos e na Etiópia antes de fugir para a Inglaterra e viver como uma refugiada em Londres. A personagem é descrita pela escritora como branca e loira. Exatamente como Dakota. O filme terá sua première mundial no sábado (7/9), durante o Festival de Toronto. E a divulgação da produção fez muita gente descobri-la nos últimos dias. Incluindo os ativistas. O Twitter virou uma espécie de fórum de guerreiros da justiça social, que resolveram atacar a artista por viver o papel de refugiada muçulmana. “Tantos atores muçulmanos por aí e vocês contratam… Dakota Fanning? E para viver uma etíope? Como é que é?”, escreveu um usuário contrariado. Mas nem todos os comentários negativos foram de pessoas desconhecidas. “Dakota Fanning já foi forçada a fugir de um país devastado pela guerra? Ela ora em direção a Meca cinco vezes por dia? Já dirigiu um Uber? Então, por que diabos ela foi escalada como refugiada muçulmana?”, publicou no Twitter a ativista Titania McGrath, que tem mais de 330 mil seguidores na rede social. Só que existe diferença entre documentário, quando se filma a experiência real de pessoas, e ficção, em que atores encenam histórias baseadas nessas experiências. “Dakota Fanning é uma mulher branca que interpreta uma mulher branca. Isso agora é inaceitável também? Os brancos simplesmente não podem mais participar de filmes?”, disparou em resposta o apresentador Matt Walsh, dono de uma conta com mais de 250 mil seguidores no Twitter. E que aparentemente leu o livro. Diante da polêmica, a própria atriz resolveu expor seu ponto de vista sobre o papel, na seção Stories de seu Instagram. “Só para esclarecer. No novo filme do qual faço parte, ‘Sweetness in the Belly’, não interpreto uma mulher etíope. Interpreto uma britânica abandonada pelos pais aos sete anos na África e viro muçulmana. Minha personagem, Lilly, viaja para a Etiópia e é pega no início da guerra civil. Posteriormente, ela é enviada para casa na Inglaterra, um lugar de onde ela é, mas nunca conheceu”. Dakota acrescentou que se trata de uma obra de ficção e não um documentário, é dirigido por um cineasta etíope e possui elenco africano. “Baseado em um livro de Camilla Gibb, este filme foi parcialmente produzido na Etiópia, é dirigido por um homem etíope (Zeresenay Berhane Mehari) e apresenta muitas mulheres etíopes. Foi um grande privilégio fazer parte desta história”. “O filme é sobre o que significa lar para as pessoas que se vêem deslocadas e para as famílias e comunidades que eles escolhem e que os escolhem”, completou a estrela. Após a explicação, os ultrajados ficaram confusos. Mas a produtora de TV Maya Dunphy resolveu ajudá-los a perceber como a polêmica nunca teve sentido. “Todo o ultraje gerado por Dakota Fanning interpretar uma etíope branca na versão cinematográfica de ‘Sweetness in the Belly’ é nonsense. Ela não tomou o papel de uma atriz negra. A personagem é branca no livro. Não deveria ser um grande esforço pesquisar sobre o assunto antes de se encher de raiva contra ele”. Mas a questão não se encerrou aí. Uma usuária muçulmana resolveu abordar o verdadeiro motivo da indignação. Não tem nada a ver com o papel ou com a atriz. O problema é Hollywood. “O problema deste filme não é Dakota Fanning. A questão é que a dor da experiência dos refugiados, da guerra civil e a beleza do Islã só se tornam aceitáveis ​​para Hollywood quando a protagonista é uma mulher branca. Se você nos ferir, nós não sangramos?” “Sweetness in the Belly” ainda não tem previsão de estreia comercial.

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    It: Capítulo Dois tem um dos maiores lançamentos do ano no Brasil

    5 de setembro de 2019 /

    “It: Capítulo Dois” é o maior lançamento dos cinemas nesta quinta-feira (5/9). E põe grande nisso. A sequência do filme de 2017 terá uma das distribuições mais amplas do ano, estimada em quase 2 mil salas, atrás apenas de “Vingadores: Ultimato” – 2,7 mil telas, recorde do monopólio cinematográfico no país. Como o Brasil tem pouco mais de 3 mil cinemas, isso significa que muitos multiplexes vão passar o filme em mais de duas salas simultaneamente. A expectativa é elevada, porque o primeiro “capítulo” se tornou o terror de maior bilheteria de todos os tempos – US$ 700 milhões de arrecadação mundial. A trama foca a segunda parte do livro “It: A Coisa” de Stephen King, em que o Clube dos Perdedores volta a se reunir após 27 anos para, já adultos, enfrentar pela última vez o palhaço assassino. O elenco da fase adulta tem atores famosos, como Jessica Chastain, James McAvoy (ambos de “X-Men: Fênix Negra”) e Bill Hader (série “Barry”) nos papéis desempenhados pelas crianças do longa anterior. Mas, curiosamente, a crítica não gostou tanto da nova história, que apela para efeitos digitais, sacrificando o clima de medo e a influência spielberguiana do primeiro. Com lançamento também marcado para este fim de semana nos Estados Unidos, o “Capítulo 2” atingiu 72% de aprovação nas primeiras 100 críticas compiladas pelo agregador Rotten Tomantoes, enquanto a primeira parte foi aprovada por 86%. Detalhe: considerando apenas os “top critics” (a imprensa propriamente dita), a continuação não passa dos 45% de aprovação. O circuito alternativo oferece poucas opções – por falta de salas. Ao menos, apresenta “A Tabacaria”, de Nikolaus Leytner, que foi um dos últimos trabalhos do grande ator Bruno Ganz (“A Queda! As Últimas Horas de Hitler”). Ele interpreta o pai da psicanálise Sigmund Freud, um dos clientes da tabacaria do título. Mas a trama é centrada no jovem balconista que providencia seus charutos, apaixonado por uma artista de cabaré. Apesar dessa premissa, não se trata de uma comédia romântica. Ao contrário, explora o amadurecimento de seu protagonista durante a ascensão do nazismo em Viena – com 80% de aprovação no Rotten Tomatoes. A lista também inclui algumas armadilhas para cinéfilos. “Vision”, novo filme da premiada cineasta japonesa Naomi Kawase (“Esplendor”), estrelado pela francesa Juliette Binoche (“Ghost in the Shell”), leva o estilo contemplativo da cineasta ao limite e passa longe de seus melhores esforços – registrou apenas 50% no RT. Já “Chicuarotes” pode atrair curiosos por ser dirigido pelo ator Gael Garcia Bernal (“Museu”). Entretanto, seus palhaços adolescentes assaltantes de ônibus e sequestradores de crianças são mais convencionais que a descrição sugere. Na verdade, o filme se dividiu entre decepcionar a crítica – 33% no RT – e agradar o público – 7,2 no IMDb. Confira abaixo a lista completa das estreias da semana com suas sinopses e trailers. It: Capítulo Dois | EUA | Terror 27 anos depois dos eventos de “It: A Coisa”, Mike (Isaiah Mustafa) percebe que o palhaço Pennywise (Bill Skarsgard) está de volta à cidade de Derry. Ele convoca os antigos amigos do Clube dos Perdedores para honrar a promessa de infância e acabar com o inimigo de uma vez por todas. Mas quando Bill (James McAvoy), Beverly (Jessica Chastain), Ritchie (Bill Hader), Ben (Jack Ryan) e Eddie (James Ransone) retornam às suas origens, eles precisam confrontar traumas nunca resolvidos de suas infâncias, e que repercutem até hoje na vida adulta. A Tabacaria | Áustria, Alemanha | Drama Um jovem de 17 anos chamado Franz (Simon Morzé) começa a trabalhar como aprendiz em uma tabacaria onde Sigmund Freud (Bruno Ganz) é um cliente frequente. Após um tempo, os dois estabelecem uma forte relação de amizade. Certa vez, o jovem se apaixona por uma moça, Anezka (Emma Drogunova), e começa a pedir conselhos amorosos para Freud, que, embora seja um renomado psicanalista, confirma que, até mesmo para ele, os mistérios femininos têm uma grande potência. Em meio a uma grave tensão política na Áustria e a ascensão do nazismo, os três personagens se vêem no dilema entre sair do país ou permanecer nele. Vision | Japão, França | Drama A ensaísta francesa Jeanne, que escreve diários de viagens, passa o verão na floresta Nara em busca da erva medicinal chamada Vision. Durante sua jornada, ela conhece o Satoshi e uma relação floresce enquanto as estações passam. Mas a verdadeira razão para a visita de Jeanne ao local ainda é desconhecida. Chicuarotes | México | Drama Cagalera (Benny Emmanuel) e Moloteco (Gabriel Carbajal) são dois amigos adolescentes que vivem em San Gregorio, bairro periférico da Cidade do México. Insatisfeitos com sua difícil situação financeira e status social, acabam se envolvendo com o mundo do crime ao executar pequenos delitos, na esperança de uma nova vida em outro lugar. Além das consequências de seus atos, os jovens precisam lidar com a falta de perspectiva na região e parentes abusivos que tornam a convivência no lar ainda mais problemática. Corgi: Top Dog | Bélgica | Animação O corgi Rex foi escolhido como “Top Dog”, o cachorro preferido da Rainha. Ele vive cercado de outros cachorros no Palácio de Buckingham, repleto de alimentos finos e outras mordomias. Quando uma visita do presidente Donald Trump à Inglaterra tem desdobramentos negativos graças a Rex, o cachorro abandona o Palácio e se aventura por Londres. No caminho, faz novos amigos no canil e se apaixona por Wanda, uma cadela prometida ao cão mais valente do local. Rex precisará reunir todos os esforços necessários para conquistar o amor da sua vida e voltar aos braços da Rainha. O Corpo é Nosso! | Brasil | Documentário O abismo existente entre a trajetória da desconstrução do corpo da mulher como objeto ainda é real. Este documentário traz à tona grande parte da questão da liberdade do corpo feminino, seja na música, dança ou na sexualidade, relacionada a desconstrução da visão de masculinidade a partir do feminismo. Inclusive, há a presença de episódios de ficção que mostram as atitudes ainda machistas, racistas e preconceituosas tomadas pelos homens e por grande parte da sociedade, sejam elas inconscientes ou não.

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  • Filme,  Música

    José Padilha vai produzir filme sobre o rapper Sabotage

    5 de setembro de 2019 /

    A produtora Zazen, do cineasta José Padilha (“Tropa de Elite”), vai realizar um filme sobre a vida do rapper paulista Sabotage, nome artístico de Mauro Mateus dos Santos Filho. Orçado em R$ 9 milhões, o longa-metragem vai chegar aos cinemas em 2020, 17 anos após a morte do cantor, uma das figuras mais importantes do rap nacional. Sabotage inspirou milhares de jovens ao gravar um rap consciente e carregado de realidade. Ela saiu do tráfico para criar rimas sobre a vida violenta na periferia e lançou um álbum elogiadíssimo em 2000, “Rap É Compromisso!”. Com a carreira em ascensão, chegou a participar dos filmes “O Invasor” (2002), dirigido por Beto Brant, e do premiado “Carandiru” (2003), de Hector Babenco. Mas foi alvejado com quatro tiros em via pública, após deixar sua esposa no trabalho, na manhã de 24 de janeiro de 2003. O suspeito Sirlei Menezes da Silva tentou colocar a culpa no PCC, mas acabou condenado a 14 anos de prisão pelo assassinato do artista. Relembre abaixo o clipe “Um Bom Lugar”, uma das músicas mais conhecidas do rapper, que teve entre seus diretores Beto Brant.

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  • Filme

    Vaza o novo teaser de Aves de Rapina

    4 de setembro de 2019 /

    Vazou o novo teaser de “Aves de Rapina”, que supostamente só seria exibido nos cinemas. No planejamento da Warner, a prévia passaria apenas nas sessões de “It: Capítulo Dois”, que estreia neste fim de semana. Mas acabou chegando algumas horas antes na internet. O vídeo realmente tem efeito maior quando relacionado ao filme de terror, já que seu começo passa a ilusão de ser uma abertura da adaptação de Stephen King, com muitos balões. Até que a Arlequina, interpretada por Margot Robbie, aparece com seu martelo atacando os balões vermelhos e declara: “Já superei essa po**a de palhaços” – numa referência tanto a Pennywise, o palhaço assassino de “It”, quanto ao Coringa, o palhaço do crime de Gotham City. Além dela, as demais personagens do filme também aparecem rapidamente na prévia – Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell, de “True Blood”), Caçadora (vivida por Mary Elizabeth Winstead, de “Rua Cloverfield, 10”), Cassandra Cain (Ella Jay Basco, da série “Teachers”) e Renee Montoya (Rosie Perez, de “O Conselheiro do Crime”), além dos vilões Máscara Negra (Ewan McGregor, de “Christopher Robin”) e Victor Zsasz (Chris Messina, de “The Mindy Project”). Com direção da chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”), que estreia à frente de uma grande produção, “Aves de Rapina” chega em 6 fevereiro ao Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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