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Filme

“A Morte do Demônio: Em Chamas” ganha trailer sangrento

Sexto filme da franquia de horror faz conexão direta com os eventos de "A Morte do Demônio: A Ascensão"

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8 de maio de 2026
Filme

Pedro Novaes surge como Alexandre em primeira foto do filme de “A Viagem”

Produção baseada na novela clássica de Ivani Ribeiro inicia filmagens nos estúdios da Globo, no Rio de Janeiro

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7 de maio de 2026
Filme

Cinemas recebem “As Ovelhas Detetives”, “Mortal Kombat 2” e filmes musicais

Comédia infantil e pancadaria têm lançamento mais amplo, mas semana também destaca documentários de Billie Eilish, Iron Maiden e cinebiografia de Hungria Hip Hop

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7 de maio de 2026
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    José Padilha está fazendo documentário sobre a Operação Lava Jato

    12 de setembro de 2019 /

    O cineasta José Padilha está fazendo um documentário sobre a Operação Lava Jato. O UOL apurou que o diretor esteve nesta quinta-feira (12/9) no Rio de Janeiro, para registrar imagens e entrevistas na redação do The Intercept Brasil, o site responsável pelos vazamentos de mensagens trocadas pelos integrantes da força-tarefa. O projeto é uma produção internacional, com participação da Concordia Studio, produtora do documentário “Uma Verdade Inconveniente” (2006), escrito e narrado pelo ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore, que venceu dois Oscars em 2007. Diretor do documentário “Ônibus 174” e dos dois filmes da saga “Tropa de Elite”, Padilha também é o criador da série “O Mecanismo”, da Netflix, livremente inspirada na operação da Lava Jato. A produção de streaming retratava a Lava Jato como um feito histórico de enfrentamento à corrupção no Brasil. Mas, em maio, durante promoção da 2ª temporada da atração, Padilha começou a criticar abertamente Sérgio Moro, o juiz que sentenciou Lula à prisão às vésperas das últimas eleições, por aceitar cargo no ministério de Jair Bolsonaro. A previsão de estreia do documentário, que ainda não tem título oficial, é para o primeiro semestre de 2020.

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    Filme Marighella tem lançamento cancelado no Brasil

    12 de setembro de 2019 /

    A estreia do filme “Marighella”, dirigido por Wagner Moura, foi cancelada. Em nota divulgada na tarde desta quinta-feira (12/9), a produtora O2 informou que cancelou a estreia, prevista para 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, por não conseguir cumprir “todos os trâmites” exigidos pela Agência Nacional do Cinema (Ancine). Não há nova data para o lançamento do filme nos cinemas. “Marighella segue sendo apresentado com muitos sucesso em vários festivais de cinema no mundo. Nosso objetivo principal sempre foi a estreia no Brasil. Os produtores e a distribuidora Paris Filmes vão seguir trabalhando para que isso aconteça”, diz a nota da O2, dando a entender que seria apenas um adiamento. Na prática, porém, trata-se sim de um cancelamento. Situação que só será transformada em adiamento quando uma nova data for anunciada. Dirigido pelo ator Wagner Moura e estrelado por Seu Jorge no papel do ex-deputado, poeta e guerrilheiro do título, assassinado pela ditadura militar em 1969, “Marighella” vem enfrentando problemas há tempos. Em ação coordenada de bolsominions (nome dado aos trolls brasileiros), os perfis da produção em sites internacionais, como IMDb e Rotten Tomatoes, foram tomados por críticas falsas e negativas de milhares de robôs que não viram o filme. Ambos os sites se viram forçados a apagar as mensagens de ódio e tomar medidas, mudando as regras para comentários de todo o mundo, para impedir o ataque virtual. Em julho passado, foi a vez de Wagner Moura desabafar sobre ameaças que estaria recebendo. Durante sua participação no Festival de Sydney, na Austrália, confessou ter medo de voltar ao Brasil. “Pela primeira vez na minha vida, eu sinto que estou correndo risco”, relatou ao jornal australiano Daily Telegraph. Em agosto, a Diretoria Colegiada da Ancine indeferiu dois pedidos da O2 a respeito ao ressarcimento de recursos da produção. A não liberação de verbas é apontada como a razão do adiamento/cancelamento. O caso ocorre em um momento de crise da indústria cinematográfica nacional, deflagrada por ataques, censura e cortes de financiamentos por parte do governo de Jair Bolsonaro. Além de proibir apoios de estatais, reduzir teto para incentivos, cortar gastos variados para divulgação de filmes brasileiros no exterior, congelar verbas, desmontar estruturas e cancelar editais, o governo também anunciou enxugamento de 43% no Fundo Setorial do Audiovisual e planos para acabar com as cotas de cinema nacional e o incentivo a filmes de arte do país – do tipo que é premiado em festivais internacionais. Por conta disso, o Festival do Rio já anunciou que também pode acabar, já neste ano.

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    Festival do Rio pode acabar. A culpa é de Bolsonaro

    12 de setembro de 2019 /

    A organização do Festival do Rio publicou um comunicado desolador em sua página oficial do Facebook. No texto, revela que, “após 20 anos de existência e sucesso de realização para o audiovisual brasileiro e internacional”, o evento “passa por seu maior desafio em termos financeiros”. O desabafo se deve à dificuldade de viabilizar financeiramente o evento, que perdeu seu principal patrocinador, a Petrobras, por decisão do presidente Jair Bolsonaro. “Vivemos a possibilidade real de cancelamento do nosso evento, com todas as perdas que tal decisão acarretará para o cinema brasileiro, para todo o mercado audiovisual e ainda para cidade [do Rio] e o país”, diz o texto fúnebre. “Decidimos tornar pública e oficial esta realidade, pois dentro de poucos dias, chegará o momento de bater o martelo, caso não tenhamos os recursos necessários para a realização, ainda que em formato compacto, do Festival do Rio”. O comunicado avisa que se trata de “um apelo final”, com exclamação, para atrair interessados em salvar o evento. “Estamos buscando apoio junto a várias empresas e parceiros com interesse na viabilidade do Festival do Rio e que apostam também no Estado e na Cidade do Rio de Janeiro”, explicam os organizadores. Mas fechar apoios virou uma corrida contra o tempo, já que a data prevista para o festival é de 7 a 17 de novembro. A dificuldade para a realização de festivais de cinema no Brasil já tinham sido prevista pela Pipoca Moderna desde as primeiras iniciativas de Bolsonaro contra a cultura. Em abril, o governo Bolsonaro deu ordem para cortar o financiamento ao “setor que alguns dizem ser de cultura”. Por determinação do inimigo declarado dos gastos em cultura no país, a Petrobras revelou que não renovaria o patrocínio de 13 eventos neste ano, o que incluía o Festival do Rio, mas também a Mostra de Cinema de São Paulo, o Festival de Brasília e o Anima Mundi, entre outros projetos. Dias depois, o governo encaminhou um novo modelo para aprovação de incentivos culturais no país, que estabeleceu o teto de R$ 1 milhão por projeto. Todos os festivais de cinema importantes do país foram atingidos duplamente pelas duas medidas, já que custam mais que isso por edição. O primeiro a enfrentar problemas foi um dos menores e mais baratos eventos de cinema internacional do Brasil, o Anima Mundi. Correndo risco de acabar, o festival mudou sua configuração, diminuiu ainda mais e recorreu à vaquinha virtual para realizar sua edição deste ano. Graças a financiamento coletivo, o festival, que dá vaga na disputa do Oscar de Melhor Curta de Animação, conseguiu sobreviver mais um ano. O Festival do Rio, porém, não é um Anima Mundi. É – ou era – o maior festival de cinema do país. Mesmo em crise financeira, no ano passado, conseguiu exibir 200 títulos de 60 países em 20 locais da cidade, durante 11 dias — uma redução em relação aos 250 filmes da edição anterior. Deste total, 84 obras eram brasileiras (ou coproduções) – 64 longas e 20 curtas, entre ficções e documentários. Por conta disso, o evento é considerado a maior e mais relevante mostra do cinema nacional contemporâneo, que ao passar por suas telas ganha um cobertura intensa a mídia, que nenhum outro festival consegue replicar. Caso seja cancelado, a perda será enorme. Vítima de um governo que despreza a cultura tanto quando gays e o meio-ambiente, cuja política visa apenas destruição e repressão, com sérios impactos econômicos e sociais, resultando não só em perda cultural, mas também em aumento de desemprego e danos na imagem internacional do Brasil – cada vez mais pária no mundo civilizado. O fim dos festivais de cinema, porém, são apenas a ponta do iceberg do projeto cultural do governo do PSL. Na verdade, o projeto anti-cultural começou com a extinção do Ministério da Cultura e ainda contempla a exclusão de representantes do mercado e da sociedade civil do CSN (Conselho Superior de Cinema), a mudança do CSC para a pasta da Casa Civil, o fim de apoio da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) para o programa Cinema do Brasil, voltado à exportação de filmes brasileiros, o corte ao apoio à exibição de filmes brasileiros em festivais internacionais e à campanha do filme indicado para representar o Brasil no Oscar, etc. Bolsonaro também não assinou o decreto da Cota de Tela, que estipula um determinado número de dias obrigatórios para que os cinemas exibam filmes brasileiros, que deveria ter sido publicado em janeiro, não escolheu os nomes do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), que decide como alocar os recursos arrecadados pelas taxas do mercado, e não nomeou nomes que preencheriam vagas abertas na diretoria da Ancine. Aproveitando-se de seu próprio imobilismo, ainda suspendeu edital de financiamento que afeta diretamente a cadeia audiovisual em todo o país, com a justificativa de que não fez o que deveria, isto é, recompor os membros do Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), responsável por direcionar as verbas arrecadadas com o Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional, taxa cobrada da indústria de cinema, TV e telefonia), para poder liberar o financiamento. Por conta disso, toda a verba do FSA está congelada por tempo indeterminado. Além disso, seu governo apresentou um projeto que prevê um corte de 43% do orçamento do FSA em 2020. E o ministro encarregado de acabar com o que resta, Osmar Terra, anunciou planos de encerrar a política de cotas e não financiar mais o cinema de arte feito no país – os filmes brasileiros que ganham festivais. Bolsonaro está determinado a entrar para a História como o presidente responsável por acabar com o cinema e a produção cultural brasileira. O Festival do Rio – após 20 anos de existência e sucesso de realização para o audiovisual brasileiro e internacional -… Publicado por Festival do Rio l Rio de Janeiro Int'l Film Festival em Quinta-feira, 12 de setembro de 2019

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    Minha Mãe É uma Peça 3 vai ter casamento gay… sem beijo!

    12 de setembro de 2019 /

    “Minha Mãe É Uma Peça 3” só estreia no dia 26 de dezembro nos cinemas, mas uma cena do filme – que ninguém viu – já está dando o que falar. A produção confirmou que a trama vai mostrar um casamento gay, entre os personagens Juliano (Rodrigo Pandolfo) e Thiago (Lucas Cordeiro). Mas o comediante Paulo Gustavo, estrela e autor do roteiro, anunciou que não terá beijo entre os noivos no filme, assim como aconteceu na cerimônia de seu próprio casamento com o médico dermatologista Thales Bretas. Em conversa com o UOL, o ator Rodrigo Pandolfo contou que chegou a questionar a decisão com o próprio Paulo Gustavo. “‘Por que não vai ter?’. Ele falou: ‘Olha, a gente está fazendo um filme popular. A gente sabe que o Brasil tem questões [relacionadas ao beijo gay] ainda, infelizmente. O Juliano já vai se casar’. Ele não sentiu a necessidade de colocar o beijo e expor publicamente”. Ao ser questionado se concorda com a decisão de Paulo Gustavo, Pandolfo diz que sim. “Eu entendo, de certa forma. O [primeiro] filme é a maior bilheteria da história do cinema brasileiro [não é, na verdade]. Se você coloca o beijo acontecendo, em uma sociedade que, infelizmente, ainda se assusta, talvez seja agressivo. O Paulo usou uma expressão que é: ‘A gente não precisa esfregar nenhuma opinião pessoal na cara do público. A gente já está mostrando um casamento gay. Mais do que isso não precisa’.” A decisão foi anterior à polêmica envolvendo a tentativa de censura do prefeito do Rio, o bispo Marcelo Crivella, que buscou impedir que um gibi antigo da Marvel com beijo entre dois super-heróis masculinos fosse vendido na recente Feira do Livro sem embalagem opaca e aviso de que era proibido para menores. A justificativa para a iniciativa foi a “defesa da família” contra “ato sexual” em publicação para menores. Com apoio de um desembargador estadual, o prefeito bispo quase conseguiu impedir a venda dos quadrinhos para menores ao comparar beijo gay com pornografia, diferente do beijo do príncipe na Branca de Neve. O STF impediu a censura. Paulo Gustavo pode ter se antecipado à interpretação dos setores mais conservadores do governo de que beijo gay seria, realmente, pornografia. E não é difícil imaginar que o governo Bolsonaro busque mesmo elevar a restrição etária a seu filme, caso veja um pornográfico beijo gay. Até a rede Globo se sujeitou à essa interpretação, censurando um beijo entre duas mulheres em sua novela das 18h. O carinho entre o casal Valéria (Bia Arantes) e Camila (Anajú Dorigon) deveria ter ido ao ar no capítulo de “Órfãos da Terra” de sexta passada (6/9), mas foi cortado por “decisão artística”, segundo a emissora, que passou a semana alardeando o “beijo apaixonado” na divulgação oficial da novela. Estas decisões “artísticas” são resultado de pressão assumida de um governo que pode causar prejuízo financeiro à entidades privadas apenas com uma canetada (mesmo que não seja mais da Bic), elevando classificação etária e inviabilizando comercialmente produções com beijos gay. Ou seja, o propalado liberalismo econômico, que teria ajudado Jair Bolsonaro a se eleger presidente, escondia não só o monstro do autoritarismo, mas também intervenção estatal na economia. A solução que busca evitar o confronto pode ser adequada para um primeiro momento. Mas se percebe, pelo andar do governo, que virão segundos e terceiros (reich) momentos. Enfrentar ameaças incipientes à liberdade ajuda a evitar a “normalização” da repressão. Pois se houve reação contundente contra a tentativa de censura do bispo prefeito do Rio, ela se deveu principalmente ao fato de que a maioria considera beijo gay normal. Quando a maioria voltar a achar que isso não é o normal – isso é, algo que se vê corriqueiramente em filmes, novelas e quadrinhos – , aí fica muito mais difícil evitar a repressão. Como diziam os famosos filósofos “marxistas” Menudos há mais de 30 anos: “Não se reprima”.

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    Uma Segunda Chance para Amar: Emilia Clarke se apaixona ao som de George Michael em novo trailer legendado

    12 de setembro de 2019 /

    A Universal divulgou o segundo pôster e o novo trailer legendado de “Uma Segunda Chance para Amar”, tradução nacional de “Last Christmas”. Pois é, o título nacional é enorme, tem cinco palavras e nenhuma delas faz referência às duas pequeninas do nome original. Para piorar, “Uma Segunda Chance para Amar” parece nome de melodrama trágico. Mas “Last Christmas” é uma comédia romântica musical. E seu título original é importante para o contexto, por ser o mesmo de uma música da dupla Wham!, de onde saiu George Michael. O filme é justamente uma homenagem às músicas do cantor. O trailer, por sinal, destaca a ótima “Freedom ’90”. A denominação “criativa” brasileira só não é totalmente descabida porque a prévia começa com a protagonista no hospital, descobrindo ter uma doença que poderia tê-la matado. E aí entra outro detalhe curioso: a estrela do filme, a atriz Emilia Clarke (a Daenerys de “Game of Thrones”), recentemente revelou ter passado por susto parecido em sua vida real. No filme, ela é uma funcionária azarada e autodestrutiva de uma loja londrina, que se veste de Elfa no período natalino, e acaba conhecendo seu par romântico (Henry Golding) quando um pombo acerta sua cara com dejetos. O encontro fortuito se repete por acaso (“mágica”) mais adiante. E o clima de Natal, combinado à presença da atriz Emma Thompson (“O Bebê de Bridget Jones”), logo induzem no espectador a lembrança da excelente comédia romântica britânica – e natalina – “Simplesmente Amor” (2003). A própria Emma Thompson, que vive a mãe da personagem de Clarke, escreveu o roteiro em parceria com outra atriz, Bryony Kimmings, estreante em qualquer função no cinema, mas considerada grande revelação do circuito teatral britânico por suas peças experimentais e autobiográficas. O longa tem direção de Paul Feig, especialista em comédias femininas, que tem no currículo “Missão Madrinha de Casamento” (2011), “As Bem-Armadas” (2013), “Caça-Fantasmas” (2016) e dirigiu o protagonista Henry Golding em seu filme mais recente, “Um Pequeno Favor”. O elenco também inclui Michelle Yeoh (“Podres de Ricos”), Patti LuPone (“Pose”), Lydia Leonard (“Absentia”) e Rebecca Root (“Os Irmãos Sisters”). A estreia está marcada para 28 de novembro no Brasil, 20 dias após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Midway: Filme de guerra do diretor de Independence Day ganha novo trailer com destruição espetacular

    12 de setembro de 2019 /

    A Diamond Films divulgou um novo trailer legendado de “Midway”, versão do cineasta Roland Emmerich (de “Independence Day”) para uma das batalhas navais mais famosas da 2ª Guerra Mundial. A prévia enfatiza a principal característica dos filmes do diretor: destruição em escala grandiosa, com cenas do ataque japonês à base de Pearl Harbor, que encerrou a neutralidade dos Estados Unidos na guerra, e a grande batalha que se seguiu no oceano Pacífico, em que os americanos revidaram. Tudo é exagerado, com muitos efeitos digitais, num clima assumido de videogame. O vídeo também chama atenção por um motivo inesperado. Não há negros no elenco grandioso. E os poucos não brancos vistos na tela são vilões – os inimigos japoneses. Os heróis brancos são vividos por Ed Skrein (“Deadpool”), Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”), Patrick Wilson (“Aquaman”), Dennis Quaid (“Quatro Vidas de um Cachorro”), Woody Harrelson (“Três Anúncios para um Crime”), Mandy Moore (“This Is Us”), Darren Criss (“American Crime Story”), Nick Jonas (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e Aaron Eckhart (“Invasão a Londres”), entre outros. O detalhe é que, embora politicamente incorreta, a escalação reflete o período. A Marinha americana manteve-se segregacionista até os primeiros meses da 2ª Guerra Mundial. Recrutas negros passaram a integrar a corporação apenas três dias antes da batalha de Midway. Mesmo assim, um dos últimos sobreviventes do conflito, o ex-marinheiro Andy Mills, que morreu no ano passado, era negro. Vale lembrar que a primeira filmagem dessa história também mostrou apenas americanos brancos. Em 1976, “A Batalha de Midway” foi estrelada por Charlton Heston, Henry Fonda, James Coburn, Robert Mitchum, Glenn Ford, Robert Wagner, Cliff Robertson e Toshirô Mifune. Na ocasião, foi o segundo filme a usar a tecnologia sonora Senssuround, criada para intensificar os tremores do filme de desastre “Terremoto” (1974). Em tempos modernos, outro adepto do cinema bombástico, o diretor Michael Bay, já usou de estilo explosivo em projeto similar, “Pearl Harbor”, fracasso dispendioso de público e crítica em 2001. “Midway” tem a vantagem – ou desvantagem, dependendo do ponto do vista – de vir após “Dunkirk” (2017), que reviveu o interesse em filmes do gênero. Mas enquanto o filme de Christopher Nolan optou pelo maior realismo possível, a obra de Roland Emmerich vai em outra direção, resultando numa guerra feita em computador. O confronto marítimo retratado no longa aconteceu ao longo de quatro dias em junho de 1942, entre a marinha americana e uma numerosa frota japonesa, que pretendia realizar um novo ataque-surpresa aos EUA, seis meses após atacar Pearl Harbor, agressão que marcou o início da guerra no Oceano Pacífico. Mas a invasão japonesa foi antecipada pela interceptação e decifração de códigos secretos, permitindo às forças americanas saberem exatamente quando e por onde os navios inimigos chegariam. O resultado foi a destruição da frota invasora e um grande golpe na capacidade japonesa de tentar levar a guerra aos EUA. A estreia de “Midway” está marcada para 7 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Filmes brasileiros lideram a ocupação de cinemas nesta semana

    12 de setembro de 2019 /

    A semana tem 12 estreias. E metade são filmes brasileiros: uma comédia, três dramas e dois documentários. Outro detalhe inesperado: dois deles respondem pela maior ocupação de telas desta quinta (12/9). Produção baseada em série, “Vai que Cola 2 – O Começo” chega em 750 salas, seguido pela cinebiografia religiosa “Divaldo – O Mensageiro da Paz”, em 200. Os demais lançamentos nacionais de ficção são “Legalidade”, sobre a resistência gaúcha à tentativa de golpe militar em 1962, e “Marés”, drama indie que aborda o alcoolismo de forma sensível. O longa gaúcho merece um registro especial por trazer o último trabalho do ator Leonardo Machado, falecido há um ano. Ele interpreta Leonel Brizola, governador do Rio Grande do Sul e líder da resistência. Pela primeira vez no ano, não há títulos novos americanos. Por isso, à exceção da produção infantil russa “Abigail e a Cidade Proibida”, as estreias internacionais miram o circuito de filmes de arte. Chega a formar uma programação de festival, com títulos de cineastas veteranos e premiados, como o inglês Mike Leigh (“Peterloo”, exibido no Festival de Veneza), o francês André Téchiné (“Adeus à Noite”, que passou no Festival de Berlim) e o japonês Kiyoshi Kurosawa (“O Fim da Viagem, o Começo de Tudo”, lançado há dois dias no Festival de Toronto!). Destes, prefira o japonês. O melhor filme da semana, no entanto, é de uma cineasta (ainda) jovem, a dinamarquesa May el-Toukhy. “Rainha de Copas” registra um relacionamento tabu entre uma mulher mais velha e seu enteado adolescente. O drama acaba pendendo para o suspense, ao retratar a protagonista como uma narcisista capaz de tudo para conseguir o que quer, sem pretender abrir mão de nada por isso. Tem 100% de aprovação no Rotten Tomatoes e venceu o prêmio do público no Festival de Sundance deste ano. Ver Juliette Binoche é outra opção sempre bem-recomendada, e ela também está às voltas com um rapaz bem mais jovem em “Quem Você Pensa que Sou”, drama do francês Safy Nebbou, que trata de identidade e romance na era dos aplicativos de namoro. Exibido no Festival de Berlim, tem 75% de aprovação no Rotten Tomatoes. Confira abaixo a lista completa das estreias da semana com suas sinopses e trailers. Vai que Cola 2 – O Começo | Brasil | Comédia Muito antes de socializarem quase todos os dias na pensão da Dona Jô (Catarina Abdala), Jéssica (Samantha Schmütz), Ferdinando (Marcus Majella), Máicol (Emiliano D’Ávila) sequer se conheciam. Mas quando Terezinha (Cacau Protásio) decide organizar uma grande feijoada no Morro do Cerol, todos eles se encontram pela primeira vez, da maneira mais inusitada possível. Divaldo – O Mensageiro da Paz | Brasil | Religião Convivendo com a mediunidade desde os quatro anos, Divaldo (Bruno Garcia) era rejeitado pelas outras crianças e reprimido pelo pai (Caco Monteiro). Ao completar 17 anos, o jovem decide usar seu dom para ajudar as pessoas e se muda para Salvador, com o apoio da mãe (Laila Garin). Sob a orientação de sua guia espiritual, Joanna de Ângelis (Regiane Alves), ele se torna um dos médiuns mais importantes de todos os tempos. Legalidade | Brasil | Drama Brasil, 1961. Quando Jânio Quadros renuncia à presidência do Brasil, o vice-presidente João Goulart torna-se o sucessor natural ao cargo. No entanto, setores da sociedade, liderados pelos militares, clamavam pelo impedimento da posse de Jango, temerosos de suas posições de esquerda. Liderado por Leonel Brizola (Leonardo Machado), o movimento Legalidade é criado para garantir a posse do vice-presidente, colocando grande parte do Rio Grande do Sul contra o núcleo do exército. Em meio à turbulência política e social, um triângulo amoroso é formado entre Cecília (Cleo Pires), Luis Carlos (Fernando Alves Pinto) e Tonho (José Henrique Ligabue). Marés | Brasil | Drama Valdo (Lourinelson Vladmir) é um fotógrafo muito talentoso que está se separando de esposa, Clara (Julieta Zarza), com quem tem uma filha de três anos. Depois de anos negligenciando o alcoolismo em sua vida, ele se vê em uma situação muito arriscada e percebe que dar continuidade a essa condição significa perder a guarda da filha que tanto ama. Rainha de Copas | Dinamarca | Drama Anne é uma advogada do direito das crianças e dos adolescentes. Acostumada com lidar com jovens complicados, ela não tem muitas dificuldades para estreitar laços com seu enteado Gustav, filho do primeiro casamento de seu marido Peter que acaba de se mudar para sua casa. No entanto, a relação que deveria ser paternal se torna uma relação romântica, envolvendo Anna em uma situação complexa, arriscando a estabilidade tanto de sua vida pessoal quanto profissional. Quem Você Pensa que Sou | França | Drama Desconfiada de seu marido Ludo (Guillaume Gouix), Claire Millaud (Juliette Binoche), de 50 anos, decide criar um perfil falso em uma rede social. Lá, ela atende por Clara, uma bela jovem de 24 anos. Alex (François Civil), amigo do seu marido, é uma das pessoas com a qual o avatar interage. O homem acaba se apaixonando por Clara, enquanto Claire, por trás das telas, também nutre um sentimento de amor por Alex. Apesar de tudo se desenrolar no mundo virtual, as emoções evocadas são bastante reais e podem trazer complicações para ambos. O Fim da Viagem, o Começo de Tudo | Japão | Drama Yoko (Atsuko Maeda), uma repórter itinerante de um programa de variedades da TV japonesa, visita o país do Uzbequistão, na região central da Ásia. Ela se torna autoconsciente através de sua jornada repleta de desafios e interações com uma cultura na qual não está habituada. Yoko registra todas as experiências que mudaram sua percepção sobre o mundo. Peterloo | Reino Unido | Drama O Massacre de Peterloo, também conhecido mundialmente como Massacre de Manchester, foi um dos acontecimentos mais abomináveis da história da Inglaterra. Manifestantes foram às ruas protestar por uma reforma e foram cruelmente atacados pelas forças britânicas, por ordens do próprio governo. A sede quase visceral de alcançar justiça e a inconformidade com o governo do Reino Unido tomaram conta de grande parte da população inglesa. Adeus à Noite | França | Drama Muriel (Catherine Deneuve) é uma mulher idosa que viveu na Argélia durante muitos anos e hoje comanda uma fazenda na França, onde diversos jovens de talento são treinados para a equitação. Ela possui um carinho especial pelo neto Alex (Kacey Mottet Klein), com quem não se encontra há anos. Quando o neto enfim decide visitá-la, Muriel se surpreende ao descobrir que ele se converteu ao islamismo e possui ideias bastante radicais. Suspeitando que Alex esteja por trás de algum plano criminoso, ela precisa decidir entre proteger o neto da perseguição da polícia ou proteger o resto da sociedade das possíveis ações do jovem. Abigail e a Cidade Proibida | Rússia | Infantil Uma cidade teve suas fronteiras fechadas após uma epidemia tomar conta de grande parte do local. Lá, vive uma jovem chamada Abigail (Tinatin Dalakishvili), que, ainda criança, teve seu pai levado da cidade onde moravam por ter sido afetado por essa doença misteriosa. Mais velha, Abigail decide quebrar as regras e passar por cima das autoridades da região para ir à procura de seu pai. Nessa jornada, ela descobre que ela e a cidade têm poderes mágicos. Tsé | Brasil | Documentário Tsecha Szpigel foi uma judia polonesa que migrou para o Brasil em 1949, onde morreu mais de 50 anos mais tarde. Contada pela própria Tsé, por seus netos e bisnetos, a sua jornada começa no ponto em que sua mãe a atira, ainda criança, de um trem que as leva para um campo de concentração durante o regime nazista. Sozinha, perdida e machucada, Tsé aprende que logo cedo já deve fazer grandes sacrifícios para sobreviver. A Música do Tempo – Do Sonho do Império ao Império do Sonho | Brasil | Documentário Neste documentário, a emoção, memórias e as novas perspectivas de futuro se conectam com as músicas do concerto “Do Sonho do Império ao Império do Sonho”, inspirado no mito do quinto império português. A trilha sonora vai da corte de D. Manuel à religião do Tambor de Mina do Maranhão. A obra inclui depoimentos e imagens da visita do grupo a Roberto de Regina, criador do museu dedicado a arte barroca e renascentista.

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    Midway: Filme de guerra com Nick Jonas e Patrick Wilson revela pôsteres de personagens

    11 de setembro de 2019 /

    A Lionsgate divulgou uma coleção de pôsteres de “Midway”, versão do cineasta Roland Emmerich (de “Independence Day”) para uma das batalhas navais mais famosas da 2ª Guerra Mundial. Os cartazes chamam atenção para um detalhe curioso, ao destacar individualmente os protagonistas do filme. São closes de um elenco praticamente todo branco, à exceção de dois representantes dos inimigos japoneses. Os heróis brancos são vividos por Ed Skrein (“Deadpool”), Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”), Patrick Wilson (“Aquaman”), Dennis Quaid (“Quatro Vidas de um Cachorro”), Woody Harrelson (“Três Anúncios para um Crime”), Mandy Moore (“This Is Us”), Darren Criss (“American Crime Story”), Nick Jonas (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) e Aaron Eckhart (“Invasão a Londres”), entre outros. O detalhe é que, embora politicamente incorreta, a escalação reflete o período. A Marinha americana manteve-se segregacionista até os primeiros meses da 2ª Guerra Mundial. Recrutas negros passaram a integrar a corporação apenas três dias antes da batalha de Midway. Mesmo assim, um dos últimos sobreviventes do conflito, o ex-marinheiro Andy Mills, que morreu no ano passado, era negro. Vale lembrar que a primeira filmagem dessa história também mostrou apenas americanos brancos. Em 1976, “A Batalha de Midway” foi estrelada por Charlton Heston, Henry Fonda, James Coburn, Robert Mitchum, Glenn Ford, Robert Wagner, Cliff Robertson e Toshirô Mifune. Na ocasião, foi o segundo filme a usar a tecnologia sonora Senssuround, criada para intensificar os tremores do filme de desastre “Terremoto” (1974). O confronto marítimo retratado no longa aconteceu ao longo de quatro dias em junho de 1942, entre a marinha americana e uma numerosa frota japonesa, que pretendia realizar um novo ataque-surpresa aos EUA, seis meses após atacar Pearl Harbor, agressão que marcou o início da guerra no Oceano Pacífico. Mas a invasão japonesa foi antecipada pela interceptação e decifração de códigos secretos, permitindo às forças americanas saberem exatamente quando e por onde os navios inimigos chegariam. O resultado foi a destruição da frota invasora e um grande golpe na capacidade japonesa de tentar levar a guerra aos EUA. A estreia de “Midway” está marcada para 7 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Novo pôster de Paradise Hills reúne Emma Roberts, Milla Jovovich, Eiza González e Awkwafina

    11 de setembro de 2019 /

    A produtora Samuel Goldwyn Films divulgou um novo pôster de “Paradise Hills”, que reúne as estrelas do filme: Emma Roberts (“American Horror Story”), Milla Jovovich (“Hellboy”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Awkwafina (“Podres de Rico”), Danielle Macdonald (“Bird Box”), Jeremy Irvine (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Arnaud Valois (“120 Batimentos por Minuto”). Apesar destes atores, o filme é espanhol, escrito pelo inventivo Nacho Vilalongo (“Colossal”) e Brian DeLeeuw (“Vingança Sobrenatural”), e dirigido pela fotógrafa de moda Alice Waddington, que estreia em longa-metragem. A trama se passa numa espécie de internato de garotas numa ilha paradisíaca, onde as alunas vivem fantasias de contos de fada para se tornarem as filhas que todos os pais gostariam de ter. O detalhe é que, nas sombras da direção de arte de época e do figurino romântico de fábula encantada, escondem-se computadores futuristas e um clima de sci-fi distópica, assombrada pela “rainha má” vivida por Milla Jovovich. A estreia está marcada para 1 de novembro nos EUA e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Margot Robbie adquire os direitos dos quadrinhos de Tank Girl

    11 de setembro de 2019 /

    A produtora LuckyChap, da atriz Margot Robbie, adquiriu os direitos dos quadrinhos de “Tank Girl” para uma nova adaptação cinematográfica. Ainda sem anúncio oficial, a notícia foi postada no Twitter por Alan Martin, co-criador da personagem (com Jamie Hewlett, o artista da banda Gorillaz). “Acabei de ouvir que a empresa de Margot Robbie comprou os direitos da MGM para fazer um novo filme de ‘Tank Girl'”, escreveu Martin, lembrando que uma produção baseada na personagem já estava “há vários meses em desenvolvimento” na MGM. “Não fomos contatados por nenhuma das partes envolvidas no projeto. Portanto, não temos certeza se haverá alguma contribuição dos criadores originais”, acrescentou. O site Collider foi atrás de detalhes. Segundo a publicação, Robbie fez mais que adquirir os direitos dos quadrinhos britânicos. A intérprete de Arlequina nos filmes da DC Comics já escalou um diretor para o projeto: Miles Joris-Peyrafitte (“Como Você É”). Os dois trabalharam juntos no filme “Dreamland”, que por enquanto só foi exibido no Festival de Tribeca, em abril passado. O Collider afirma ainda que, caso aprove o roteiro, Robbie também pode estrelar a produção. Criada em 1988, Tank Girl é uma operadora de tanque de guerra que navega por um cenário pós-apocalíptico parecido com a Austrália futurista de “Mad Max”, realizando missões estranhas e violentas, enquanto enche a cara e transa com seu parceiro, um canguru mutante. Os quadrinhos de Martin e Hewlett já foram transformados em um filme de 1995 estrelado por Lori Petty (vista mais recentemente em “Orange Is the New Black”) e dirigido por Rachel Talalay (atualmente comandando séries como “Riverdale” e “The Flash”). Just heard that Margot Robbie's company have optioned rights from MGM to make a new Tank Girl movie – now several months into development. We haven't been contacted by any of the parties involved with the project, so not sure if there will be any input from the original creators. pic.twitter.com/7RxbV4qLFt — Alan Martin (@AlienMartian23) September 9, 2019

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  • Filme

    Joaquin Phoenix teria surtado e abandonado várias vezes as filmagens de Coringa

    11 de setembro de 2019 /

    A história dos bastidores de “Coringa” daria um filme, segundo apurou o jornal The New York Times. Reportagem publicada na terça (10/9) revelou que o astro Joaquin Phoenix surtou repetidas vezes e “perdeu a compostura no set, às vezes espantando seus colegas de elenco.” O diretor Todd Phillips confirmou as histórias que o jornal apurou. “No meio de uma cena, ele simplesmente virava as costas e saía andando. Os outros pobres atores ficavam pensando que era culpa deles e nunca era – sempre era dele [Phoenix], porque ele achava que não estava conseguindo sentir a cena.” Apesar dos surtos, o ator sempre retornava após uma pausa. Phillips contou que Phoenix buscou tranquilizá-lo, depois de um momento particularmente tenso da filmagem, garantindo que tudo ficaria bem. “Nós vamos sair para dar uma caminhada e então vamos voltar e fazer isso.” A reportagem afirma que Phoenix só não aprontou com uma pessoa durante toda a produção. Ele nunca virou as costas para Robert De Niro, porque o idolatra. De Niro também foi convidado a comentar os bastidores e descreveu o colega como um “profissional intenso” durante as cenas que compartilharam no set. Com a experiência de quem interpretou vários personagens mentalmente instáveis no cinema, inclusive dois papéis que inspiram a interpretação de Phoenix em “Coringa” – Travis Bickle de “Taxi Driver” (1976) e Rupert Pupkin em “O Rei da Comédia” (1982), ambos dirigidos por Martin Scorsese -, o ator disse que conseguia entender o método de Phoenix. “Joaquin foi muito intenso no que fazia, como deveria ser e como ele deveria agir”, disse DeNiro. “Não há nada para ser dito, pessoalmente, sobre isso”. Phoenix, por sua vez, disse que não tinha percebido, até se comprometer e ver o interesse da imprensa, que interpretar o Coringa seria “um negócio realmente muito importante”. Isso aumentou a pressão. Mas não mudou seu mau humor para lidar com a divulgação de seus trabalhos. Ele ironizou, menosprezou e fez pouco caso de várias perguntas da jornalista do New York Times que o entrevistou. Todd Phillips confirmou que o ator segue seu próprio ritmo. “Se ele for no programa do Jimmy Kimmel e abandonar a entrevista na TV após dois minutos, eu vou só pensar: ‘Esse é o meu garoto'”. Phoenix resumiu a história sobre seus supostos exageros nas filmagens dizendo: “Se não sinto que estou me esforçando ao máximo, fico entediado, ou talvez eles fiquem entediados comigo. Não sei quem vai se cansar de quem primeiro.” Caso “Coringa” lhe garanta uma indicação ao Oscar 2020, será a quarta vez que a Academia reconhecerá seu talento. Joaquin Phoenix já disputou anteriormente o troféu de Melhor Ator Coadjuvante por “Gladiador” (2002) e duas o Oscar de Melhor Ator, por “Johnny & June” (2005) e “O Mestre” (2012). Ele nunca foi premiado. E na época da última indicação chamou o Oscar de “uma asneira completa” e completou: “Eu não quero fazer parte disso”.

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    Filmes da Netflix e da Amazon são boicotados pelo cinema oficial do Festival de Toronto

    11 de setembro de 2019 /

    Após passar em branco na premiação do Festival de Veneza deste ano, a Netflix sofreu outra decepção no Festival de Toronto (TIFF, na sigla em inglês), em sua estratégia para conseguir atenção da Academia para seus candidatos ao Oscar 2020. A rede de cinemas Cineplex, que patrocina o festival, barrou os filmes de plataformas de streamings em suas salas. Entre elas, o Scotiabank Theatre, local oficial de exibição dos filmes participantes do festival canadense. Com isso, diversos títulos da programação do festival perderam o palco principal do evento, entre eles “Meu Nome É Dolemite”, “História de um Casamento”, “Dois Papas” e “A Lavandeira”, da Netflix, e “Os Miseráveis”, “Honey Boy”, “O Relatório” e “The Aeronauts”, da Amazon. Sarah Van Lange, representante do Cineplex, declarou para à revista The Hollywood Reporter que a rede impediu a exibição dos filmes para manter a tradição de programar apenas títulos feitos para telas de cinema. “Existem centenas de filmes fantásticos sendo exibidos no festival este ano e, com todas essas opções, nós pedimos que os títulos exibidos em nossas telas sejam de estúdios que compreendem e apreciam a importância do modelo tradicional de cinema.” Diante da polêmica, os organizadores do festival programaram os filmes de streaming em cinemas menores. “O Cineplex tem sido um ótimo parceiro do TIFF por muitos anos. Este ano, estabeleceram novas restrições em relação ao uso das salas de cinema da Scotiabank durante o festival. Como resultado, agendamos filmes que não estão de acordo com os requisitos dos cinemas tradicionais em outros locais”

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    Vídeo revela como é feita a transformação de Angelina Jolie em Malévola

    11 de setembro de 2019 /

    A Disney divulgou um vídeo de bastidores de “Malévola: A Dona do Mal”, que mostra como é o processo de transformação de Angelina Jolie na vilã do título, com direito à maquiagem especial, chifre e dentes postiços. Veja abaixo. Nesta versão do conto de fadas, a Malévola de Angelina Jolie é malvada só de nome e supera suas tendências sombrias para criar a Princesa Aurora (Elle Fanning) como sua própria filha. Mas ao decidir se casar com o Príncipe Felipe (Harris Dickinson), Aurora cria uma nova ameaça para Malévola na forma de sua sogra, a Rainha Ingrith (Michelle Pfeiffer), que resolve se tornar uma “mãe de verdade” para a jovem. Furiosa, a protagonista deixa seus piores instintos prevalecerem ao entrar em guerra contra a mãe de Filipe. “Malévola: Dona do Mal” foi escrita por Jez Butterworth (roteirista de “No Limite do Amanhã”) e Linda Woolverton (do primeiro “Malévola”). A direção está a cargo do norueguês Joachim Rønning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”) e as novidades do elenco também incluem Ed Skrein (“Deadpool”) e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”). A estreia em 17 de outubro vai encerrar um ano repleto de lançamentos de versões live-action de animações da Disney, após “Dumbo”, “Aladdin” e “O Rei Leão” – sem esquecer de “A Dama e o Vagabundo”, anunciado para streaming.

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