O Clube dos Canibais: Terror brasileiro ganha trailer e imagens
A Olhar Distribuição divulgou o pôster, quatro fotos e o trailer de “O Clube dos Canibais”, novo terror brasileiro, que tem direção de Guto Parente (“Inferninho”). A trama é uma alegoria sanguinária da luta de classes, centrada num um casal de ricos que literalmente devora seus empregados. Mas há traições entre a elite faminta, alimentadas por seu próprio machismo. Otávio (Tavinho Teixeira, de “O Nó do Diabo”) é membro do clube do título, que só admite homens. Mas sua mulher (Ana Luiza Rios, de “O Último Trago”) não está nada feliz por ser excluída da diversão e logo descobre um segredo de Borges (Pedro Domingues, de “O Shaolin do Sertão”), líder do grupo e um poderoso deputado. Todo filmado no estado do Ceará – em Fortaleza e na praia de Guajiru – o longa surgiu a partir de uma história real que aconteceu em meados do século 19 em Porto Alegre (RS), conhecida como os Crimes da Rua do Arvoredo, onde um casal atraia suas vítimas para casa, as matava, as esquarteja e produzia linguiças de carne humana. As linguiças eram vendidas em um açougue da cidade e muito apreciadas pela população. As vítimas eram homens seduzidos por Catarina Palse, que os fazia acreditar que ela iria para a cama com eles, mas que acabavam assassinados por seu marido. “Esse jogo sexual perverso e fetichista do casal foi o que eu peguei emprestado dessa macabra história real para criar os personagens e práticas do ‘Clube dos Canibais’, que aponta para um lugar talvez mais exagerado e absurdo ainda, por envolver questões de classe e poder”, conta o diretor em nota sobre o lançamento. “O Clube dos Canibais” fez sua estreia mundial no Festival de Rotterdam e já foi exibido em mais de 30 festivais internacionais, além de ter sido vendido para diversos territórios, com distribuição garantida em países como EUA, Alemanha, Japão, Inglaterra, Suécia, Noruega e Dinamarca. A estreia nos cinemas brasileiros está marcada para o dia 3 de outubro.
Novo Exterminador do Futuro ganha coleção de pôsteres de personagens
A Paramount divulgou uma coleção de pôsteres americanos do sexto filme da franquia “Exterminador do Futuro”, que vai se chamar “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” (Terminator: Dark Fate). Os cartazes destacam os personagens, vividos por Arnold Schwarzenegger e Linda Hamilton, que retomam a parceria dos dois primeiros filmes da franquia, além de Mackenzie Davis (“Blade Runner 2049”), Natalia Reyes (série “2091”) e o Exterminador encarnado por Gabriel Luna (o “Motoqueiro” Fantasma da série “Agents of SHIELD”). A história vai mostrar que, embora Sarah Connor (Hamilton) tenha impedido o Dia do Julgamento, o futuro distópico aconteceu assim mesmo, apenas um pouco mais tarde. E ela vai num déjà vu, ao encontrar uma guerreira da resistência do futuro (Davis) lutando para proteger uma mulher (Reyes) importante para a sobrevivência da humanidade contra um Exterminador obstinado. O cineasta James Cameron, que criou a franquia em 1984, concebeu a história em parceria com Josh Friedman – criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles” – , mas o roteiro final ficou a cargo de David S. Goyer (“Batman vs. Superman”), Justin Rhodes (“Candidatos à Encrenca”) e Billy Ray (“Jogos Vorazes”). Já a direção é realizada por Tim Miller (“Deadpool”). “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” tem estreia marcada para 31 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Projeto Gemini: Filme com clone digital de Will Smith ganha vídeo legendado de bastidores
A Paramount divulgou novos pôsteres nacionais e o vídeo legendado de bastidores de “Projeto Gemini”, filme de ação em que Will Smith (“Bright”) desempenha dois papéis, caçando a si mesmo na tela. Um desses personagens é um clone, que mostra o ator jovem, graças à tecnologia que o diretor Ang Lee (“As Aventuras de Pi”) e o produtor Jerry Brukheimer (“Piratas do Caribe”) chamam de “revolucionária”. Veja o vídeo para entender melhor. Na trama, Will Smith interpreta Henry, um assassino de meia idade que quer se aposentar, e também seu oponente, um clone 25 anos mais jovem e no auge da forma física, que tem a missão de matá-lo. A prévia demonstra que o rejuvenescimento é caprichado, fazendo com que o astro enfrente sua versão Fresh Prince (da época da série “O Rei do Pedaço”). O elenco também inclui Mary Elizabeth Winstead (“Rua Cloverfield 10”) como uma aliada do protagonista original e Clive Owen (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”) como o vilão, chefe do programa de clonagem. A materialização de “Projeto Gemini” é uma façanha por si só. O desenvolvimento desse filme começou ainda nos anos 1990. Para se ter ideia, o papel principal chegou a ser discutido com Harrison Ford, Nicolas Cage, Clint Eastwood e até Sean Connery, mas a produção acabou esquecida pela Disney. Quando o estúdio encerrou seu contrato com Jerry Brukheimer, o produtor levou o roteiro para a Skydance, que se associou a Paramount e passou a dar prioridade à sua produção. A história é completamente original. Ou seja, não é baseada em nenhum livro, quadrinhos ou série. Mas, por conta do longo tempo de desenvolvimento, é assinada por uma multidão, com muitas contribuições aproveitadas no roteiro final. Entre os nomes por trás da trama estão Billy Ray (“Jogos Vorazes”), Andrew Niccol (“Gattaca”), Darren Lemke (“Shazam!”), Jonathan Hensleigh (“Armageddon”), a dupla Christopher Wilkinson e Stephen J. Rivele (“Ali”) e até David Benioff (criador de “Game of Thrones”). A estreia está marcada para 10 de outubro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Netflix vai lançar filme escrito e produzido por Millie Bobby Brown
A atriz Millie Bobby Brown, que interpreta Onze (Eleven) na série “Stranger Things”, fechou contrato para produzir seu segundo filme. Depois de conseguir seu primeiro crédito de produtora em “Enola Holmes”, longa em que viverá a irmã de Sherlock Holmes, ela assinou com a Netflix para realizar um projeto mais pessoal. A estrela de 15 anos vai produzir para a Netflix um filme que ela mesma escreveu em parceria com a sua irmã mais velha, Paige Brown, intitulado “A Time Lost”. A trama aborda a vida de duas famílias que entram em uma “longa disputa” após a filha adolescente de uma delas ser diagnosticada com câncer. “Somos muito gratos à Netflix por confiar em nós e nessa bela história, que passamos anos escrevendo e desenvolvendo. É sobre amizade, família e superação de obstáculos, quando parece que o mundo está te pressionando. Foi um trabalho de amor, literalmente”, disseram as irmãs Brown em comunicado conjunto. “Millie é um talento criativo extraordinário. Tivemos a sorte de tê-la em nossa família desde o início de sua carreira. É uma verdadeira emoção testemunhar Millie trazer sua visão distinta para a tela, agora como escritora e produtora, ao lado de sua irmã neste maravilhoso filme”, disse Lisa Nishimura, vice-presidente de filmes independentes e documentários da Netflix. “A Time Lost” ainda não tem previsão de estreia.
Bruna Linzmeyer vai estrelar curta LGBTQIA+ com a cantora Zélia Duncan
A atriz Bruna Linzmeyer (“O Filme da Minha Vida”) vai estrelar um curta com a cantora Zélia Duncan em “homenagem às sapatonas”, como diz o perfil do projeto no Instagram. Lésbicas e militantes na causa LGBTQIA+, elas atuarão em “Uma Paciência Selvagem me Trouxe até Aqui”, com roteiro e direção de Érica Sarmet. No filme, Zélia Duncan interpreta Vange, uma motoqueira solitária que “se encanta pela relação e liberdade de quatro garotas”, de acordo com a descrição de sua personagem. Uma dela é Rô, vivida por Bruna Linzmeyer. “No filme, Vange (Zélia Duncan), uma motoqueira solitária, se encanta pela relação e liberdade de 4 garotas, Rô (Bruna Linzmeyer), Ângela (Lorrane Motta), Alice (Camila Rocha) e Granado (Clarissa Ribeiro), com quem passa um final de semana onde trocas sobre a vivência e a cultura sapatão se fazem presentes, acompanhadas de um afeto mútuo que aos poucos se instaura”, diz a sinopse. Não há previsão de estreia.
Carcereiros: Filme derivado da série ganha trailer repleto de ação com Rodrigo Lombardi e Kaysar Dadour
A Imagem Filmes divulgou o primeiro trailer de “Carcereiros – O Filme”, longa derivado da série de sucesso da Globo, que traz Rodrigo Lombardi de volta ao papel do agente penitenciário Adriano. Apesar do título pouco esclarecedor, a produção não é uma versão de cinema de episódios televisivos. A trama é inédita, concebida para a tela grande por Marçal Aquino, Fernando Bonassi, Dennison Ramalho e Marcelo Starobinas, autores da série, e se passa ao longo de uma noite intensa. O personagem vivido por Lombardi precisa deixar seus dilemas familiares de lado com a chegada de um prisioneiro especial, Abdel (Kaysar Dadour, ex-“BBB”), um perigoso terrorista internacional, que acrescenta ainda mais tensão ao presídio, em eterna prontidão por conta da luta entre duas facções criminosas. A prévia ainda revela uma tentativa de fuga armada, com cenas de ação características dos thrillers americanos. O elenco também inclui Milton Gonçalves e Tony Tornado, repetindo seus papéis televisivos, além de Dan Stulbach (“O Vendedor de Sonhos”), Rômulo Braga (“Elon Não Acredita na Morte”), Jackson Antunes (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e Bianca Müller (“O Escaravelho do Diabo”). Com direção de José Eduardo Belmonte (“Alemão”), que também trabalha na série, o filme estreia em 28 de novembro nos cinemas.
Joaquin Phoenix se emociona ao lembrar de seu irmão River Phoenix
Celebrado pela crítica internacional por sua interpretação como o vilão Coringa nos cinemas, o ator Joaquin Phoenix afirmou na noite de segunda (9/9), durante o Festival de Toronto, que interpretar o personagem dos quadrinhos foi uma das melhores experiências de sua carreira. Mas que jamais teria carreira se não fosse por seu irmão. “Honestamente, não foi uma decisão fácil [aceitar o papel] no começo. Mas algo estava me puxando para essa direção. (…) Isso começou a se tornar algo maior do que eu havia antecipado. Foi uma das melhores experiências da minha carreira”, disse Phoenix para a imprensa internacional. Durante sua fala, o ator parou para lembrar o que o levou até aquele ponto, agradecendo especialmente seu falecido irmão River Phoenix, a quem ele atribui seu sucesso. O astro contou que quando tinha 15 ou 16 anos seu irmão trouxe um vídeo do filme “Touro Indomável” (1980), estrelado por Robert De Niro, com quem contracenou pela primeira vez em “Coringa”, e o fez assistir duas vezes. Depois disso, River mandou que ele fosse atuar. “Ele não me pediu, ele me mandou. Eu sou grato a ele por isso, porque atuar tem me proporcionado uma vida incrível”, declarou emocionado. Considerado um dos melhores atores de sua geração, River Phoenix morreu de overdose em 1993 com apenas 23 anos de idade. Precoce, ele estrelou um punhado de clássicos, como “Conta Comigo” (1986), “O Preço de um Passado” (1988) e “Garotos de Programa” (1991).
Quadrinhos que irritaram prefeito do Rio devem virar filme ou série da Disney
Com ajuda da prefeitura do Rio, o grupo de heróis conhecido como Jovens Vingadores ganhou projeção internacional, indo parar em publicações de todo o mundo, e pode agora virar uma série da Disney. Os boatos nesse sentido dispararam em sites geeks americanos, como o ComicBook, mas também foram registrados pela revista The Hollywood Reporter. A tentativa de censura carioca da edição encadernada dos quadrinhos dos personagens, “Vingadores: A Cruzada das Crianças”, porque continha uma cena de beijo entre dois super-heróis masculinos, colocou os Jovens Vingadores tanto na pauta da cobertura política quanto de Hollywood. E deixou os heróis juvenis mais visíveis que nunca, eliminando o maior entrave para a adaptação de seus quadrinhos: a falta de repercussão de suas histórias. Na última Comic-Con Internacional, a atriz Tessa Thompson já tinha sugerido que a homossexualidade da heroína Valquíria seria explorada no próximo filme de “Thor”. Após o sucesso de filmes protagonizados por super-herói negro (“Pantera Negra”) e super-heroína (“Capitã Marvel”), a comunidade LGBTQIA+ deve realmente ser a próxima da lista de “minorias” a ganhar destaque na Marvel. A plataforma progressista do estúdio tem enfrentado vozes ruidosas da extrema direita, que ataca cada iniciativa com campanhas de ódio nas redes sociais, propagando que super-heróis precisam ser sempre homens heterossexuais brancos. Mas as bilheterias dão razão à Marvel e diminuem a importância dos contrariados. O destaque obtido pela polêmica de “Vingadores: A Cruzada das Crianças” na Bienal do Livro do Rio vai ao encontro dessa abordagem inclusiva. Inicialmente, havia a perspectiva de os Jovens Vingadores assumirem o lugar dos Vingadores nos filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). O principal sinal disso estava na trama de “Vingadores: Ultimato”, que avançou cinco anos no tempo e escalou Emma Fuhrmann (“Juntos e Misturados”) para viver a versão adolescente de Cassie Lang, a filha do Homem-Formiga (Paul Rudd). Cassie se torna a heroína Estatura nos quadrinhos dos Jovens Vingadores. Nesta semana, o estúdio revelou planos para apresentar outra jovem vingadora. Mas desta vez numa série da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A atriz Hailee Steinfeld abriu negociações para interpretar Kate Bishop, a aprendiz do Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), na série do herói (“Hawkeye”, em inglês). A Gaviã Arqueira também faz parte do grupo de heróis adolescentes. Um terceiro integrante da equipe tende a ser introduzido em “WandaVision”, a série da Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e do Visão (Paul Bettany): Wiccan, o filho de Wanda e um dos beijoqueiros do Rio. Já Hulkling, sua cara metade, tem sua história ligada à “Capitã Marvel”. Especula-se que esses personagens devem se unir em breve. Mas não tão breve assim. As séries do Gavião Arqueiro e da Feiticeira Escarlate têm previsão de lançamento apenas para 2021. Assim, o mais provável é que uma série ou filme dos Jovens Vingadores só se materialize após 2022, mais provavelmente em 2023. A produção de cinema ou streaming mais distante oficializada pela Marvel até o momento está datada para 2022 – o longa “Pantera Negra 2”.
El Camino: Continuação de Breaking Bad ganha vídeo centrado em Jesse Pinkman
A Netflix divulgou um novo vídeo em antecipação ao filme derivado da série “Breaking Bad”, uma das melhores de todos os tempos. Intitulado “El Camino: A Breaking Bad Film”, o filme vai contar o que aconteceu com Jesse Pinkman, personagem de Aaron Paul, após a última cena da produção televisiva. Assim, a nova prévia faz uma rápida recapitulação do inferno pelo qual Pinkman passou na série original. A última imagem faz parte do capítulo final da série, com Pinkman dirigindo em disparada num El Camino (carro da Chevrolet que batiza o filme), após ser salvo das mãos de traficantes caipiras por Walter White (Bryan Cranston), por sua vez ferido mortalmente, enquanto sirenes da polícia se aproximavam do massacre. O filme deve começar logo depois deste desfecho. Aaron Paul, que venceu três Emmys de Melhor Ator Coadjuvante pelo papel de Jesse Pinkman, está confirmado como protagonista da produção, que tem roteiro do criador de “Breaking Bad”, Vince Gilligan, em parceria com outros colaboradores da série. Gilligan também assina a direção do filme, como fez com o capítulo final da atração televisiva. A Netflix adquiriu os direitos de exibição do longa e lançará “El Camino: A Breaking Bad Film” em todo o mundo no dia 11 de outubro.
Governo Bolsonaro não vai apoiar campanha de A Vida Invisível ao Oscar 2020
Pela primeira vez neste século, o governo brasileiro não apoiará o filme escolhido para representar o país na disputa de uma indicação ao Oscar 2020. “A Vida Invisível”, filme de Karim Aïnouz, não terá respaldo algum do governo Bolsonaro em sua campanha de divulgação nos Estados Unidos, considerada crucial para atrair a atenção dos eleitores da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Segundo o UOL apurou, nem a Ancine nem o Ministério da Cidadania aprovaram apoio financeiro ao filme. O governo brasileiro autorizou apenas o apoio institucional da campanha brasileira. Isto é, a inclusão da marca do governo federal no filme. Isto porque “A Vida Invisível” foi parcialmente financiado com recursos oriundos da Lei do Audiovisual. Como comparação, em 2018, durante o governo Temer, o longa escolhido para representar o país na disputa, “O Grande Circo Místico”, de Cacá Diegues, recebeu cerca de R$ 200 mil do antigo Ministério da Cultura para sua divulgação em Hollywood. O corte reflete também o fim de apoio da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) para o programa Cinema do Brasil, voltado à exportação de filmes brasileiros, e outras iniciativas similares. Felizmente, “A Vida Invisível” conta com um produtor de bom trânsito em Hollywood, Rodrigo Teixeira, dono da RT Features, que produziu, entre outros, “Me Chame pelo Seu Nome” (indicado ao Oscar de Melhor Filme em 2018), e fechou um acordo de distribuição internacional com a Amazon, que pretende investir um bom orçamento em marketing, para dar visualidade ao longa e o ajudar a conquistar espaço na disputa. A ideia é lançar primeiro nas salas de cinemas dos Estados Unidos, até o mês de dezembro, antes de chegar ao streaming, na Amazon Prime Video, que fará a distribuição internacional. “A Vida Invisível” é candidato muito mais forte que “O Grande Circo Místico”, do ano passado, por ter participado de competições internacionais e vencido prêmio de Melhor Filme da mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes. Ele ainda segue sendo exibido nos principais eventos de cinema do mundo, do Festival de Londres ao Festival de Toronto. Além disso, inclui Fernanda Montenegro no elenco, já indicada ao Oscar de Melhor Atriz por “Central do Brasil”. Sem esquecer que o diretor Karim Aïnouz (“Praia do Futuro”) também possuiu uma carreira reconhecida internacionalmente. O filme, baseado em livro de Martha Batalha, ainda explora temas em voga em Hollywood: a denúncia do machismo e o empoderamento feminino. A trama acompanha Eurídice e Guida, duas irmãs jovens e inseparáveis que enfrentam os pais conservadores no Rio de Janeiro dos anos 1950 para realizar seus sonhos. Eurídice (Carol Duarte, de “O Sétimo Guardião”) quer ser pianista na Áustria e Guida (Julia Stockler, da série “Só Garotas”) quer ir atrás de seu amor na Grécia. Nada sai como planejado, mas as duas contam com o apoio de outras mulheres para sobreviver ao mundo machista. A estreia no Brasil vai acontecer em duas fases. Primeiro,”A Vida Invisível” será lançado em algumas salas do Nordeste a partir de 19 de setembro. A distribuição nos demais estados, porém, está marcada apenas para 31 de outubro.
Conheça os 10 melhores filmes de apostas esportivas de Hollywood
O mundo das apostas esportivas sempre fascinou os cineastas de Hollywood. E por que não? Basta verificar a lista de filmes desse artigo, que oferecem uma olhar ficcional, mas informativo, sobre o mundo das apostas esportivas: jogadores, treinadores, familiares, amigos e, claro, apostadores. Com tanto drama, tensão e perigo, os filmes a seguir também são excelentes lembretes de porque a era contemporânea das apostas esportivas online se tornaram parte dos tempos modernos. Duvida? Experimente você mesmo. Basta clicar em br.netbet.com para ser transportado para uma lista infindável de opções, com apostas que vão do bom e velho futebol brasileiro até o Campeonato Mundial de Dardos da Inglaterra – sim, aquele joguinho de atirar um dardo no alvo. Aposta-se em tudo mesmo. Eis a seleção dos 10 melhores filmes de apostas esportivas feitos em Hollywood, em ordem cronológica. Desafio à Corrupção (The Hustler, 1961) De todos os filmes que apresentam apostas esportivas, são os duelos mano-a-mano que acontecem no feltro verde de uma mesa de bilhar que melhor materializam os riscos que surgem do jogo em si mesmo. Paul Newman dá um show como “Fast Eddie” Felson, personagem que retomou, 25 anos depois, em outro clássico desta lista. Veja a seguir. A Cor do Dinheiro (The Color of Money, 1986) Mais apostas. Mais mesas verdes. E mais Paul Newman, que retorna ao bilhar na continuação de “Desafio à Corrupção”. Desta vez, porém, ele tem um pupilo. Ninguém menos que o jovem Tom Cruise, no papel que fez Hollywood considerá-lo finalmente um ator sério. “Fast Eddie” Felson ensina tudo o que sabe ao personagem de Cruise, por tabela mostrando também ao público os segredos de ganhar dinheiro com apostas de bilhar. Newman venceu seu primeiro Oscar por esse filme, dirigido pelo mestre Martin Scorsese (“O Lobo de Wall Street”), após oito indicações na carreira. Fora da Jogada (Eight Men Out, 1988) Algumas apostas podem virar escândalo. A história da saga “Black Sox”, como ficou conhecido o escândalo do campeonato de beisebol de 1919 envolvendo o Chicago White Sox, é uma das lendas do esporte e da sociedade americanos. O brilhante filme de John Sayles mergulha no âmago da questão com um filme equilibrado entre o choque e a simpatia, que mostra como o clube endividado aceitou pagamentos para perder jogos. O Golpe Perfeito (Diggstown, 1992) Considerado um dos filmes de apostas mais empolgantes, tem direção de um especialista em dramas esportivos, Michael Ritchie (“Garotos em Ponto de Bala”, “Jamaica Abaixo de Zero”) e é cheio de ação do começo ao fim. James Woods (“Shark”) interpreta um empresário oportunista que aposta que um boxeador recém-libertado da prisão (interpretado por Louis Gossett Jr.), pode nocautear dez homens da cidade em 24 horas, o que desencadeia atenção e entusiasmo em toda a comunidade. Bookies (2003) “Bookies” é centrado em quatro amigos da faculdade (um deles é Johnny Galecki, estrela do “The Big Bang Theory”) que se tornaram pequenos apostadores. É um filme que retrata o outro lado do mundo dos jogos de azar, pela perspectiva dos apostadores. O problema dos protagonistas é que eles se tornam bons demais no que fazem e passam a concorrer com a máfia. Tudo por Dinheiro (Two for the Money, 2005) O eclético diretor DJ Caruso (“xXx: O Retorno de Xander Cage”) e o roteirista Dan Gilroy (indicado ao Oscar por “O Abutre”) juntaram-se para criar o filme mais minucioso centrado no vasto mundo das apostas esportivas. Al Pacino leva Matthew McConaughey a conhecer os segredos dos negócios, fornecendo para o espectador um verdadeiro tutorial e conto preventivo sobre o tamanho real desse mundo de jogos. A Última Aposta (Even Money, 2006) No último filme do veterano Mark Rydell (“Num Lago Dourado”), os vícios de jogo e um assassinato não resolvido vinculam dois apostadores de basquete da faculdade a um mistério criminal. A Grande Barbada (Let It Ride, 1989) Uma comédia sobre apostas em corridas de cavalos, em que Richard Dreyfus, no papel de um motorista de táxi, personifica o perdedor adorável com perfeição. O Dobro ou Nada (Lay the Favorite, 2012) Bruce Willis (“Duro de Matar”) interpreta um apostador de esportes que encontra um prodígio em potencial na forma de uma ex-dançarina exótica, vivida por Rebecca Hall (“Vicky Cristina Barcelona”). O tom de comédia dramática é uma característica dos filmes do diretor britânico Stephen Frears (“Florence: Quem é Essa Mulher?”). Golpe Duplo (Focus, 2015) O filme que juntou Will Smith e Margot Robbie antes de “Esquadrão Suicida” (2016) provavelmente se encaixa mais como uma trama de vigaristas do que como uma história de apostas, mas apostar em esportes é parte dos esquemas – o que conduz a uma das sequências de apostas esportivas mais elaboradas do cinema. De quebra, ainda inclui o brasileiro Rodrigo Santoro (“O Tradutor”) em seu elenco.
O Farol: Robert Pattinson e Willem Dafoe enlouquecem em novo trailer de terror
O estúdio indie A24 divulgou um novo pôster e o segundo trailer do terror “O Farol” (The Lighthouse). A prévia explora o enquadramento, a montagem e a projeção de luz e sombras dos clássicos expressionistas alemães, ao mostrar um mergulho na loucura dos protagonistas. Em preto e branco de forte influência expressionista, o filme traz os atores Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) e Willem Dafoe (“Projeto Flórida”) como trabalhadores solitários de um farol numa ilha deserta, no final do século 19. A situação de isolamento alimenta a tensão e a paranoia entre os dois, que precisam se abrigar no farol contra a fúria do clima, enquanto antigos mitos marinhos ganham vida. O filme é o segundo longa do diretor Robert Eggers, do premiado “A Bruxa”, que assim como o longa de 2015 também é uma coprodução com a empresa brasileira RT Features, de Rodrigo Teixeira Exibido em première mundial no Festival de Cannes, conquistou o Prêmio da Crítica de Melhor Filme na seção paralela Quinzena dos Realizadores. A estreia brasileira está marcada para 31 de outubro, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.
It: Capítulo Dois estreia em 1º lugar no Brasil
“It: Capítulo Dois” repetiu no Brasil o sucesso que tem feito em todo o mundo. Em seus primeiros dias de exibição, a continuação de “It: A Coisa” atingiu o topo das bilheterias brasileiras, com uma impressionante arrecadação de mais de R$ 18,2 milhões. O longa bateu recorde como o filme de terror mais assistido no final de semana de estreia durante o ano de 2019. Ao todo, o filme foi visto por mais de 1,1 milhão de pessoas no Brasil. Mas esse número reflete a distribuição em padrão de terra arrasada. “It: Capítulo Dois” foi lançado em mais de 2 mil salas no país (informação da Warner), num parque exibidor que soma pouco mais de 3 mil cinemas ao todo. Com isso, o filme do tio do prefeito do Rio, “Nada a Perder 2”, caiu para o 2º lugar — segundo o jornal O Globo “ainda naquela base: bilheteria gorda e salas vazias”. A continuação da cinebiografia do bispo Edir Macedo foi exibida em 1061 salas e levou 394 mil pessoas aos cinemas, com arrecadação de R$ 3,5 milhões. Bem atrás do terror americano. A segunda obra brasileira mais bem cotada do ranking, “Bacurau”, arrecadou R$ 1,4 milhão, mas foi apenas o 6º filme mais assistido entre quinta e domingo (8/9), de acordo com levantamento semanal da Comscore. Com distribuição muito inferior, em apenas 356 salas, levou 79 mil pessoas aos cinemas e agora acumula, em duas semanas no circuito, R$ 4,2 milhões em bilheteria e 254 mil espectadores. Veja abaixo o ranking das 10 maiores bilheterias do Brasil, segunda a Comscore. TOP 10 #bilheteria Final Semana 5 a 8 Setembro:1. It Capitulo Dois 2. Nada A Perder 23. Yesterday4. O Rei Leão5. Corgi: Top Dog6. Bacurau7. Era Uma Vez em…Hollywood8. VelozesFuriosos Hobbs & Shaw9. O Amor Dá Trabalho10. A Tabacaria — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) September 9, 2019










