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Filme

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    HBO Max terá novas séries animadas de Pernalonga, Zé Colmeia e do cineasta Robert Zemeckis

    29 de outubro de 2019 /

    A WarnerMedia anunciou que a HBO Max será lar de novas séries animadas, incluindo produções com personagens famosos do estúdio, entre eles os tradicionais Pernalonga e Zé Colmeia. A revelação foi feita na noite desta terça (29/10) em evento dedicado à plataforma, que estará disponível para assinantes americanos em maio de 2020. As novas versões dos personagens clássicos existirão juntamente com todo o conteúdo animado da biblioteca da Warner, que será disponibilizado na plataforma de streaming. “Essas novas séries das equipes talentosas da Warner Bros. Animation e Cartoon Network Studios certamente se tornarão clássicos instantâneos”, disse Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max e presidente da TBS, TNT e TruTV. “Somos administradores de alguns dos maiores personagens animados de todos os tempos”, acrescentou Sam Register, presidente da Warner Bros. Animation. “E para cada nova série com esses personagens, nosso ponto de partida é sempre focar no que os tornou tão amados. Em primeiro lugar, com as novas séries ‘Looney Tunes’ e ‘Jellystone’, nossos artistas capturaram o charme atemporal desses personagens para criar cartoons que pais e filhos amarão assistir juntos”. “Looney Tunes Cartoons” será uma nova produção com Pernalonga, Patolino, Frajola, Piu Piu, Papa-Léguas e toda a turma conhecida dos curtas de “Looney Tunes”. Ao todo, estão sendo produzidos 80 episódios de 11 minutos cada, que, além de histórias inéditas, incluirão remakes de curtas clássicos adaptados para o público atual. A produção da Warner Bros. Animation está a cargo de Sam Register (produtor de “Os Jovens Titãs em Ação!”) e Pete Browngardt (criador de “Titio Avô”). Já “Jellystone” vai juntar diversos personagens dos desenhos da Hanna-Barbera, incluindo Zé Colmeia, Catatau, Bibo Pai e Bobi Filho, Tutubarão, Capitão Caverna e muitos outros que vivem na cidade de Jellystone – onde eles não podem deixar de criar problemas uns para o outros. A produção também está a cargo de Register, desta vez em parceria com CH Greenblatt (criador de “Chowder” e “Harvey Beaks”). A lista de animações inéditas ainda vai incluir duas produções exclusivas da equipe do canal Cartoon Network, chamadas de “The Fungies!” e “Tig ‘n Seek”. Para completar, “Tooned Out” será uma série híbrida, produzida pelo cineasta Robert Zemeckis (“Uma Cilada para Roger Rabit”), que vai acompanhar um rapaz que passa a ver personagens de desenhos animados em sua vida cotidiana. Mas eles não surgem como piada e sim para ajudar o protagonista a superar um período difícil em sua vida.

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    A Princesa e a Plebeia vai ganhar sequência na Netflix

    29 de outubro de 2019 /

    A Netflix vai produzir uma continuação de “A Princesa e a Plebeia” (The Princess Switch), comédia romântica estrelada por Vanessa Hudgens (de três “High School Musical”). O filme original era numa versão moderna e feminina da famosa fábula de Mark Twain, “O Príncipe e o Mendigo”. Na trama, uma turista americana trocava de lugar com uma nobre europeia, idêntica à ela mesma, para que a princesinha pudesse descobrir como é viver longe das regras da monarquia. A ex-estrelinha da Disney estrelou a produção no papel duplo do título nacional, e obviamente encontrou o romance também em dose dupla, incorporado por Sam Palladio (“Nashville”) e Nick Sagar (“Caçadores de Sombras”). A premissa da continuação já foi divulgada e vai incluir uma terceira “gêmea”. Intitulado em inglês “The Princess Switch: Switched Again” vai mostrar Margaret (Hudgens) herdando inesperadamente o trono de Montenaro, ao mesmo tempo que seu romance experimenta um período conturbado. Assim, caberá novamente à sua dublê Stacy (também Hudgens) salvar o dia antes que uma terceira jovem idêntica e festeira, chamada Fiona (Hudgens novamente), frustre todos os planos de final feliz da história. Toda a equipe criativa também estará de volta, incluindo o diretor Mike Rohl e a veterana roteirista de TV Robin Bernheim, que divide os créditos da franquia com sua assistente Megan Metzger. Anteriormente, os três trabalharam juntos na produção canadense “Quando Chama o Coração: A Série”. As gravações devem acontecer em dezembro no Reino Unido, para uma estreia no final de 2020 em streaming. Relembre abaixo o trailer do primeiro filme, lançado pela Netflix em novembro do ano passado.

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    Um Espião Animal: Will Smith e Tom Holland são cortados do filme no trailer nacional

    29 de outubro de 2019 /

    A Fox divulgou a versão dublada em português do mais recente trailer de “Um Espião Animal” (Spies in Disguise). Com isso, o público nacional perde um dos maiores atrativos da produção, que são as vozes em inglês de Will Smith (“Esquadrão Suicida”) e Tom Holland (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”). A aposta é que crianças não se importam com a dublagem americana – embora o estúdio tenha pago uma fortuna por esse detalhe descartável. A prévia acompanha uma versão animada de Will Smith como um superespião, explodindo tudo e encenando saltos impossíveis. Até que, lá pelas tantas, ele é transformado num pombo por um inventor adolescente (papel original de Holland). “Um Espião Animal” é baseado em um curta de 2009, feito por Lucas Martell, que não tem nada dessa premissa, mas inclui um agente secreto e um pombo. Ao transformar Will Smith no pombo, o estúdio Blue Sky – de “A Era do Gelo”, “Rio” e “Ferdinando” – mantém sua tradição de lançar animações de animais falantes. A direção do longa está a cargo de Nick Bruno e Troy Quane, respectivamente animador e artista de storyboard da franquia “A Era do Gelo”, que fazem suas estreias na função. A estreia mudou recentemente de data, adiada para 23 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Adoráveis Mulheres: Emma Watson, Saoirse Ronan e Meryl Streep ganham pôsteres individuais

    29 de outubro de 2019 /

    A Sony divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens de “Adoráveis Mulheres”, nova adaptação de “Little Women”, romance clássico de Louisa May Alcott que volta às telas com grande elenco e direção de Greta Gerwig (“Lady Bird”). As imagens destacam os papéis de Emma Watson (“A Bela e a Fera”), Meryl Streep (“Mamma Mia!”), Laura Dern (“Livre”), Florence Pugh (“Lady Macbeth”), Eliza Scanlen (“Objetos Cortantes”) e principalmente Saoirse Ronan e Timothée Chalamet (dupla que trabalhou com Gerwig em “Lady Bird”), que formam o par central. A história é velha conhecida do público de cinema desde os filmes mudos e já rendeu versões famosas, como “As Quatro Irmãs” (1933) com a jovem Katharine Hepburn, “Quatro Destinos” (1949) com a adolescente Elizabeth Taylor e a primeira versão chamada de “Adoráveis Mulheres” (1994) no Brasil, que reuniu simplesmente Winona Ryder, Kirsten Dunst, Claire Danes e Trini Alvarado como as irmãs March, além de Susan Sarandon e Christian Bale. Apesar dos títulos diferentes em português, a trama é sempre a mesma – supostamente. O romance foi baseada na própria vida da escritora e acompanha quatro irmãs que lutam contra as dificuldades para crescer no final do século 19, durante a Guerra Civil americana, entre a descoberta do amor, a inevitabilidade da morte, a superação de perdas, desilusões e outros desafios. Gerwig foi trazida inicialmente para polir o roteiro da obra, mas, após o sucesso de “Lady Bird”, os executivos da Columbia/Sony decidiram dar mais responsabilidades à jovem cineasta, contratando-a para dirigir o longa. Ela reuniu um elenco para encantar a Academia, que, além dos personagens dos pôsteres, também inclui Louis Garrel (“O Formidável”) e James Norton (“McMafia”). A estreia está marcada para 9 de janeiro no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA – no Natal, data que assume a pretensão de Oscar.

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    Crime sem Saída: Astro de Pantera Negra caça criminosos em novo trailer

    29 de outubro de 2019 /

    A STX divulgou o terceiro trailer de “Crime sem Saída” (21 Bridges), filme policial que marca a estreia nos cinemas da produtora AGBO, de Joe e Anthony Russo, os diretores de “Vingadores: Ultimato”. A prévia traz muitos tiros e tensão, e marca um reencontro dos irmãos cineastas com o ator Chadwick Boseman (o “Pantera Negra”). A direção, porém, não é dos Russo, mas de Brian Kirk, que assinou episódios de “Game of Thrones”. No roteiro escrito por Matthew Michael Carnahan (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”) e Adam Mervis (“O Garoto de Ouro”), Boseman interpreta um detetive que perdeu seu pai, também policial, assassinado quando ele era apenas um garoto. Por conta disso, cultiva a reputação de ser “o cara que mata assassinos de policiais”. Quando um assalto rende a morte de oito policiais, ele é chamado para assumir a investigação e organiza um cerco aos criminosos foragidos, ordenando que as 21 pontes que ligam Manhattan ao resto de Nova York sejam fechadas, enquanto inicia uma caçada por toda a ilha pelos suspeitos. Ao mesmo tempo, ele desconfia que a história do crime não bate e começa uma investigação paralela que o coloca em choque com o comando policial. O bom elenco também conta com Sienna Miller (“Sniper Americano”), J.K. Simmons (“Liga da Justiça”), Stephan James (“Se a Rua Beale Falasse”), Taylor Kitsch (“True Detective”) e Keith David (“Morte no Funeral”). A estreia está marcada para 12 de dezembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Criadores de Game of Thrones desistem de comandar nova trilogia de Star Wars

    29 de outubro de 2019 /

    Os produtores-roteiristas David Benioff e D.B. Weiss, responsáveis pelo fenômeno “Game of Thrones”, abandonaram seu acordo com a Lucasfilm para o desenvolvimento de uma nova trilogia de filmes de “Star Wars”. “Nós amamos ‘Star Wars’. Quando George Lucas criou a franquia, ele nos criou também. Poder falar sobre ‘Star Wars’ com ele e com a equipe atual de ‘Star Wars’ foi a emoção de uma vida inteira, e nós sempre estaremos em débito com a saga que mudou tudo”, disseram os dois, no comunicado conjunto em que anunciaram sua desistência. Benioff e Weiss deveriam inaugurar a era pós-Skywalker de “Star Wars”, com uma história inédita que chegaria aos cinemas em 2022. Mas pesou contra o projeto um contrato recém-firmado com a Netflix, que mudou as prioridades da dupla. Eles não estavam conseguindo mais trabalhar em “Star Wars”. “Não há tantas horas num dia e sentimos que não poderíamos fazer justiça tanto a ‘Star Wars” quanto aos nossos projetos da Netflix”, continuaram. “Assim, infelizmente, estamos nos afastando.” A presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, tem outros projetos para ocupar o vazio deixado pelos criadores de “Game of Thrones”, como uma trilogia assinada por Rian Johnson (diretor-roteirista de “Os Últimos Jedi”) e Kevin Feige (presidente do Marvel Studios), mas fez questão de deixar a porta aberta para a dupla demissionária. “David Benioff e Dan Weiss são incríveis contadores de histórias. Esperamos incluí-los na jornada adiante, quando puderem se afastar de sua agenda lotada para se concentrar em ‘Star Wars’”, afirmou.

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    Entre Facas e Segredos: Mistério estrelado por Daniel Craig, Chris Evans e grande elenco ganha novo trailer

    29 de outubro de 2019 /

    A Lionsgate divulgou mais um trailer de “Entre Facas e Segredos” (Knives Out), comédia de suspense escrita e dirigida por Rian Johnson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”). A prévia destaca os elogios rasgados da crítica, em especial os 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, numa montagem divertida que explora o elenco famosíssimo da produção. “Entre Facas e Segredos” presta uma homenagem aos velhos filmes de mistério do gênero “whodunit”, popularizado pelos livros de Agatha Christie, Ellery Queen e outros mestres do começo do século 20, que consistem em investigar suspeitos de um assassinato até descobrir “quem matou”. Os suspeitos da vez são de dar inveja no mais recente exemplar do gênero, “Assassinato no Expresso do Oriente” (2017). A trama gira em torno do assassinato de um escritor rico e famoso, morto durante a festa de seu aniversário por um de seus parentes. Daniel Craig (o James Bond) interpreta o detetive, Lakeith Stanfield (“Atlanta”) vive seu parceiro policial, Christopher Plummer (“Todo o Dinheiro do Mundo”) é a vítima e os suspeitos são nada menos que Chris Evans (o Capitão América), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Jamie Lee Curtis (“Halloween”), Ana de Armas (“Blade Runner 2049”), Katherine Langford (“13 Reasons Why”), Toni Colette (“Hereditário”), Jaeden Martell (“It: A Coisa”) e Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”). “Entre Facas e Segredos” estreia em 12 de dezembro no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos Estados Unidos.

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    Inferno de Dante pode virar série ambientada nos dias atuais

    28 de outubro de 2019 /

    O canal pago americano Freeform está desenvolvendo um projeto de série baseado no “Inferno de Dante”, a primeira parte do célebre poema épico de Dante Alighieri, “A Divina Comédia”. A produção está sendo descrita como uma recriação contemporânea do poema épico do século 14, que se passará no submundo demoníaco da atual Los Angeles. A trama vai seguir Grace Dante, que sempre achou sua vida uma droga. Entre sua mãe viciada em drogas e seu irmão problemático, a protagonista de 20 e poucos anos teve que desistir de todos os seus sonhos. Então, um dia, tudo muda e seus sonhos começam a se tornar magicamente realidade: escola, carreira, amor… mas o responsável por toda essa boa sorte é o próprio diabo. E, para se livrar dele, ela terá que viajar pelo Inferno de Dante. O projeto está sendo desenvolvido a oito mãos por Ethan Reiff e Cyrus Voris (de “Knightfall”), Nina Flore e John Herrera (de “The Handmaid’s Tale”). Por enquanto, apenas a produção do roteiro foi encomendada. Ele precisa agradar para ganhar encomenda de piloto e entrar na fila de aprovação final para virar série. Vale lembrar que o “Inferno de Dante” ganhou uma versão contemporânea no ano passado, como parte do filme “A Casa que Jack Construiu”, de Lars Von Trier.

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    Little Joe: Experiência genética em flores dá errado em trailer de terror

    28 de outubro de 2019 /

    O estúdio indie Magnolia divulgou o pôster, as fotos e o trailer do terror científico “Little Joe”. Na trama, flores geneticamente modificadas para dar a sensação de felicidade acabam se revelando um perigo, passando a espalhar paranoia e influenciar comportamentos inesperados. A produção é estrelada por Emily Beecham (“Into the Badlands”), Ben Whishaw (“O Retorno de Mary Poppins”), Kerry Fox (“A Vingança Está na Moda”) e Kit Connor (“Rocketman”). Escrito e dirigido pela austríaca Jessica Hausner (“Lourdes”), “Little Joe” será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 6 de dezembro e ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

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    Diretor de A Bela e a Fera prepara versão musical de Um Conto de Natal

    28 de outubro de 2019 /

    O diretor Bill Condon vai filmar nova fábula musical da Disney, depois do sucesso de “A Bela e a Fera” (2017). Dessa vez, Condon irá comandar “Marley”, uma versão musical do famoso “Um Conto de Natal”, de Charles Dickens. A produção contará a história clássica pela perspectiva de Jacob Marley, falecido parceiro de negócios de Ebenezer Scrooge. Para quem não lembra do personagem, ele é o espírito que visita Scrooge, o avarento que abomina o Natal. O espírito de Marley não pode descansar em paz, já que não foi bom nem generoso em vida, e avisa a Scrooge que ele receberá a visita dos Fantasmas do Natal Passado, Presente e Futuro, que lhe darão a chance de mudar seus próprios caminhos enquanto é tempo. Condon já escreveu o roteiro, sinal de estágio de desenvolvimento avançado do projeto, que está em fase final de composição musical. A trilha de canções está a cargo de Stephen Schwartz, compositor e letrista, famoso pelo sucesso da Broadway “Wicked” e que venceu dois Oscars por suas músicas em “Pocahontas”, animação de 1995 da própria Disney. “Marley” ainda não teve elenco anunciado, nem data de estreia divulgada. Curiosamente, a Apple também está desenvolvendo uma versão musical de “Um Conto de Natal”, que será estrelada por Will Ferrell e Ryan Reynolds.

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    Diretor diz que Jurassic World 3 é na verdade Jurassic Park 6

    28 de outubro de 2019 /

    Os reforços de Jeff Goldblum, Sam Neill e Laura Dern no elenco do terceiro “Jurassic World” está fazendo o diretor Colin Trevorrow chamar o filme de “Jurassic Park 6”. A revelação foi feita em entrevista para a revista Empire. “Este novo filme permite que o legado destes personagens seja parte da história, de forma orgânica. Emily Carmichael [corroteirista] e eu o chamamos de ‘Jurassic Park 6’, porque é o que ele é”, explicou o cineasta. Será a primeira vez que os três atores contracenarão como os personagens do primeiro “Jurassic Park” desde o lançamento do filme original, em 1993 – o elenco se alternou nas duas continuações oficiais. Eles se juntarão a Chris Pratt e Bryce Dallas Howard, protagonistas de “Jurassic World”, confirmando que as duas trilogias jurássicas são parte da mesma franquia. Na entrevista, o diretor também afirmou que existe uma grande colaboração entre atores e roteiristas na produção do filme, já que tanto os astros da trilogia original quanto o casal dos novos longas conhecem bem seus personagens e são capazes de localizar seu lugar na nova história. “Eles conhecem e amam estes personagens. Vamos fazer isso juntos”. Além de dirigir, Trevorrow assina o roteiro ao lado de Emily Carmichael (“Círculo de Fogo: A Revolta”). Eles trabalharam juntos no curta “Battle at Big Rock”, que serve como uma prévia do filme (e pode ser visto integralmente neste link). A estreia de “Jurassic World 3″/”Jurassic Park 6” prevista apenas para junho de 2021.

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    Rachel Weisz vai estrelar cinebiografia de Elizabeth Taylor centrada em ativismo contra a Aids

    28 de outubro de 2019 /

    A atriz Rachel Weisz (“A Favorita”) vai viver uma das maiores lendas de Hollywood em seu próximo filme, ninguém menos que Elizabeth Taylor em “A Special Relationship”. A produção cinebiográfica será focada no ativismo de Taylor em prol das vítimas de HIV/AIDS, nos anos 1980. Na época, a atriz tinha como assistente pessoal o jovem gay Roger Wall, com quem formou um estreito laço de amizade e que a ajudou a se informar sobre a epidemia do HIV. A morte de Rock Hudson, com quem ela contracenou em “Assim Caminha a Humanidade”, vítima de Aids em 1985, também foi um momento chave para transformar a estrela na face mais conhecida do movimento de conscientização contra a Aids. Neste papel, ela apostou sua reputação para enfrentar diretamente o então presidente Ronald Reagan, responsável por travar a formulação de políticas de contenção da doença e investimentos para seu tratamento por puro e assumido preconceito – porque a doença afetava desproporcionalmente a comunidade LGBTQIA+. Barbara Berkowitz e Tim Mendelson, que administram o legado de Elizabeth Taylor, aprovaram a produção do longa-metragem, que está sendo escrito pelo roteirista inglês Simon Beaufoy, vencedor do Oscar por “Quem Quer Ser um Milionário” (2008). “A Special Relationship” ainda não tem data de estreia definida.

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    Academia celebra inclusão e diversidade na entrega dos Oscars honorários de 2019

    28 de outubro de 2019 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos entregou os Oscars honorários deste ano, numa cerimônia realizada no domingo (27/10) em Los Angeles. Chamado de Governors Awards (‘governors’ são os diretores da organização, não governadores de estados), o evento celebrou as carreiras dos cineastas David Lynch e Lina Wertmüller e do ator Wes Studi, além de homenagear a atriz Geena Davis com o Prêmio Humanitário Jean Hersholt. Os temas da diversidade e inclusão, tanto sexual quanto racial, marcaram os discursos. Davis, uma das protagonistas de “Thelma e Louise” (1991), afirmou que o “road movie” clássico e feminista a incentivou a lutar pelo equilíbrio de gênero no cinema. “‘Me fez perceber de uma maneira muito poderosa as poucas oportunidades que damos às mulheres de sair de um filme sentindo-se empolgadas e empoderadas por personagens femininas”, disse a atriz sobre o filme de 1991. Desde então, ela tem se engajado na luta por mais espaço às mulheres no cinema e, em 2004, fundou um instituto que compila dados sobre preconceitos de gênero. Ao receber o prêmio da Academia por este trabalho, ela pediu aos cineastas que revisem os projetos atuais e “risquem muitos nomes de personagens do elenco e os transformem em mulheres”. Responsável por entregar o troféu, a diretora e atriz Olivia Wilde afirmou que Geena Davis “estava 20 anos à frente do movimento #TimesUp”. Aos 91 anos, a cineasta italiana Lina Wertmuller foi celebrada em Hollywood após mais de quatro décadas de sua façanha histórica, como a primeira mulher indicada ao Oscar de Direção (por “Pasqualino Sete Belezas”). A questão racial, por sua vez, veio à tona com o reconhecimento da carreira de Wes Studi. O astro de “Dança com Lobos” (1990) e “O Último dos Moicanos” (1992) se tornou o primeiro ator nativo americano a receber um Oscar. “Eu gostaria apenas de dizer: já estava na hora”, declarou Studi, muito aplaudido. “Tem sido uma viagem selvagem e maravilhosa”, completou. O prêmio de Studi aconteceu quase meio século depois de Marlon Brando rejeitar o Oscar de Melhor Ator por “O Poderoso Chefão” em protesto pelo tratamento dado aos nativos americanos pela indústria do cinema. Em 1973, ele enviou uma atriz indígena para discursar em seu nome. “Poucas oportunidades no cinema, nos dois lados da câmera, foram concedidas a artistas nativos ou indígenas. Estamos em uma sala cheia de pessoas que podem mudar isso”, disse Christian Bale, que entregou o prêmio, após ter protagonizado com Studi o filme “Hostis”, de 2017. A lista de homenageados se completou com o cineasta David Lynch, indicado três vezes ao prêmio de Melhor Diretor, mas que nunca venceu a estatueta. Considerado um dos principais cineastas americanos de sua geração, Lynch é o diretor de filmes cultuadíssimos como “O Homem Elefante” (1980), “Veludo Azul” (1986), “Coração Selvagem” (1990) e “Cidade dos Sonhos” (1999), além de criador da série “Twin Peaks”. Ele foi apresentado por Laura Dern e Kyle MacLachlan, que atuaram em vários de seus filmes, e descreveram Lynch como um “homem renascentista moderno”. Os Oscars honorários são entregues todos os anos para homenagear as carreiras de grandes figuras do cinema. A cerimônia passou a acontecer em um evento separado da premiação da Academia em 2009 para render homenagens mais longas que as permitidas pelo tempo apertado da exibição televisiva. Os homenageados também são apresentados durante a transmissão do Oscar, cuja próxima edição vai acontecer em 9 de fevereiro.

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