Star Wars: A Ascensão Skywalker atinge US$ 1 bilhão de bilheteria mundial
“Star Wars: A Ascensão Skywalker” entrou no clube dos bilionários na terça-feira (14/1), quando atingiu US$ 1.001 bilhão de bilheteria mundial. A produção da Lucasfilm/Disney arrecadou US$ $481,3 milhões nos Estados Unidos e Canadá e US$ 519,7 milhões nos demais países. Apesar desse desempenho bem-sucedido, “A Ascensão Skywalker” não deve superar os rendimentos de “Os Últimos Jedi” (US$ 1,3 bilhão), o que o transformará no filme de menor faturamento da nova trilogia – a primeira produzia pela Disney – , inaugurada por “O Despertar da Força”, em 2015. O filme teve dificuldades inesperadas ao encontrar reprovação da crítica. Também vieram à tona informações de bastidores, em entrevistas com o elenco, sobre cortes extensos feitos pela Lucasfilm. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), “Star Wars: A Ascensão Skywalker” foi lançado em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Ao atingir US$ 1 bilhão, o filme fez aumentar o recorde da Disney, que passa a somar sete filmes bilionários lançados em 2019, um número nunca visto e que deve demorar para – se é que vai – ser repetido. Este desempenho foi resultado do êxito de “Vingadores: Ultimato”, que quebrou o recorde de maior bilheteria de todos os tempos, com US$ 2,8 bilhões, e mais os êxitos de “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão), “Frozen 2” (US$ 1,23 bilhão), “Capitão Marvel” (US$ 1,13 bilhão), “Toy Story 4” (US$ 1,07 bilhão), “Aladdin” (US$ 1,05 bilhão) e o citado “Star Wars: A Ascensão Skywalker”. Para se ter ideia do tamanho desta façanha, até então a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma companhia rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015.
Crise nas Infinitas Terras surpreende ao juntar os universos televisivo e cinematográfico da DC
Alerta de spoiler agudo. O final de “Crise nas Infinitas Terras”, megacrossover do Arrowverso, exibido na noite de terça-feira (14/1) nos EUA, surpreendeu o público com o encontro de dois Flash: o herói da série “The Flash”, vivido por Grant Gustin, e sua versão de cinema, vista no filme “Liga da Justiça” e interpretado por Ezra Miller. Foi a primeira vez que os universos televisivo e cinematográfico da DC Comics se encontraram. A participação surpresa de Ezra Miller foi mantida em segredo pelos produtores e só foi descoberta pelos telespectadores no momento da exibição. Com o público ainda de boca aberta, Grant Gustin compartilhou fotos de bastidores desse encontro histórico em seu Instagram. Em 12 horas, mais de 1,3 milhão de pessoas curtiram as imagens. Veja abaixo. O desfecho de “Crise nas Infinitas Terras” teve várias outras citações às infinitas versões dos super-heróis da DC, além de incluir uma aparição especial de Marv Wolfman, o escritor da “Crise nas Infinitas Terras” nos quadrinhos. Mas o detalhe mais divertido ficou para a cena final. Juntando-se em homenagem a Oliver Queen, os heróis resolvem manter uma sede secreta para se reunir sempre que fosse necessário enfrentar uma nova crise de proporções infinitas. Seria a criação da Liga da Justiça? Não exatamente. Ao mostrar o exterior, o lugar se revela a Sala da Justiça da animação clássica “Superamigos” – com direito à trilha do desenho e referência ao macaco Gleek, dos Super-Gêmeos, para reforçar a conexão. Desta vez com impacto duradouro no Arrowverso, a saga de cinco episódios culminou na morte de Oliver Queen e acomodou as infinitas Terras numa única Terra – ou seja, “Supergirl” e “Raio Negro” agora fazem parte do mesmo universo de “The Flash”, “Legends of Tomorrow” e “Batwoman”. Infelizmente, o crossover será exibido incompleto na TV brasileira pelo canal pago Warner. Isto porque o canal não tem direito à série “Batwoman” – que será lançada no mercado internacional junto da plataforma HBO Max – e só vai exibir quatro dos cinco episódios. Claro que isso deixará os telespectadores confusos (não bastasse a própria história ter uma narrativa incoerente), além de eliminar a aparição do Batman do Futuro em outra participação histórica – a primeira vez que o dublador oficial dos desenhos de Batman, Kevin Conroy, viveu o personagem. A estreia está prevista para o próximo domingo (19/1). Ver essa foto no Instagram How about that? Ezra is one of a kind. So glad we could make this happen and keep it a secret until today. Thank you to @dccomics. Uma publicação compartilhada por Grant Gustin (@grantgust) em 14 de Jan, 2020 às 8:26 PST
Boneco do Mal 2: Katie Holmes enfrenta terror de plástico no trailer legendado da continuação
A Galeria Distribuidora divulgou a versão legendada do trailer de “Brahms: Boneco do Mal 2” (Brahms: The Boy II), segundo filme do boneco assassino que não é Chucky nem Annabelle, mas também rendeu pegadinha do Programa Sílvio Santos. Escrito e dirigido pelos responsáveis pelo filme original de 2016, respectivamente o roteirista Stacey Menear e o diretor William Brent Bell, o novo filme troca a história de babá de boneco sinistro por uma trama de família assombrada pelo terror de plástico. Desta vez, Katie Holmes (“Batman Begins”) muda-se com a família para uma mansão afastada, onde seu filho, que já tem tendências violentas, encontra o boneco do título, que ele passa a tratar como um menino real. O elenco também inclui Owain Yeoman (“Emergence”), Ralph Ineson (“A Bruxa”) e o menino Christopher Convery (“Gotham”). A estreia está marcada para 5 de março no Brasil, duas semanas após o lançamento nos EUA.
Wagner Moura diz que Marighella não consegue estrear no Brasil por censura do governo
O ator Wagner Moura (“Tropa de Elite”) declarou que não consegue lançar seu primeiro filme como diretor no Brasil devido à censura do governo federal. Em entrevista para a coluna de Leonardo Sakamoto, ele usou explicitamente a palavra “censura” e falou em “perseguição política” para abordar o cancelamento da estreia de “Marighella” e a dificuldade enfrentada para colocar o filme em cartaz. “Como grande empresa, a [produtora] O2 não pode chegar e dizer que a Ancine censurou o filme. Mas eu posso. Sustento o que já disse. É uma censura diferente, mas é censura, que usa instrumentos burocráticos para dificultar produções das quais o governo discorda. Não há uma ordem transparente por parte do governo para que isso aconteça, no entanto já vimos Bolsonaro publicamente dizer que a cultura precisa de um filtro. E esse filtro seria feito pela Ancine”. O longa chegaria aos cinemas em novembro de 2019, mas a estreia foi cancelada após a produtora O2 ter dois pedidos de suplementação de verba negados pela Ancine. Segundo Moura, um processo era de redimensionamento de orçamento e outro de ressarcimento de recursos do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual) para cobrir a extensão do orçamento. Segundo Moura, os trâmites, que eram comuns em projetos culturais, passaram a enfrentar dificuldades burocráticas adicionais após a eleição de Bolsonaro. Ele revela que até outro filme da O2, o documentário “O Sentido da Vida”, está sendo usado como desculpa para trancar a verba que poderia ser usada na distribuição do filme. A Ancine alega que a O2 deve esse lançamento. “O atraso na conclusão desse filme ocorreu apenas em novembro de 2019, enquanto a negativa do pedido relativo ao ‘Marighella’ veio em agosto. Ou seja, uma coisa não tem nada a ver com a outra”. De acordo com ele, a forma que o governo escolheu para censurar produções artísticas foi “aparelhar” instituições. “Quando a Ancine é aparelhada pelo bolsonarismo, qualquer pedido com relação a um filme como o Marighella será negado”, afirmou. “Depois que a Ancine negou os pedidos feitos pela O2, o cancelamento da estreia foi comemorado pelos filhos de Bolsonaro nas redes sociais”, apontou. “Bolsonaro já gastou tempo para detonar o filme e a mim. Quando o presidente de um país se declara pessoalmente contra uma obra cultural específica e um setor específico, não dá para não dizer que não é perseguição política”. Moura disse ainda que está procurando apoiadores na iniciativa privada para lançar a produção, embora tenha a “esperança de que a Ancine honre o compromisso, uma vez que já havíamos sido contemplados pelo fundo”. Para completar, Moura também comentou a indicação da situação do cinema brasileiro sob Bolsonaro e a indicação do documentário “Democracia em Vertigem” ao Oscar 2020. “No ano em que investiram na destruição do nosso cinema, ‘Bacurau’ e ‘A Vida Invisível’ ganharam prêmios em Cannes e, agora, ‘Democracia em Vertigem’ foi indicado ao Oscar. Duvido que qualquer um desses filmes conseguisse financiamento através da Ancine hoje”. “Marighella” teve sua première mundial há quase um ano, no Festival de Berlim, sob aplausos. O filme narra os últimos anos da vida do guerrilheiro baiano Carlos Marighella, entre 1964 e 1969, quando ele morreu em uma emboscada por policiais na época da ditadura militar. Protagonizado por Seu Jorge, o elenco conta com Adriana Esteves, Humberto Carrão e Bruno Gagliasso.
Stephen King polemiza ao defender “qualidade” sobre diversidade no Oscar
O escritor Stephen King causou polêmica nas redes sociais ao decidir opinar sobre o que muitos chamam de “mimimi” da diversidade no Oscar 2020. Neste ano, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA voltou a sofrer críticas por indicar poucos atores de “cor” (negros, latinos, asiáticos, etc) e poucas mulheres em áreas de maior impacto criativo. “Como um escritor, eu posso ser indicado em apenas três categorias: Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado, e Melhor Roteiro Original. Para mim, o problema da diversidade – da forma que se aplica aos atores e diretores individualmente – não surgiu. Dito isto, eu nunca consideraria a diversidade quando o assunto é arte. Somente a qualidade. Para mim, fazer o contrário é errado”, ele escreveu. O post dividiu opiniões. Angie Thomas, autora do livro “O Ódio Que Você Semeia”, foi uma das milhares de questionou o colega de profissão. “E quem determina o que é qualidade?”, ela ponderou. Outra seguidora escreveu: “Com todo respeito, eu acho que isso é injusto. Quando filmes criados por pessoas de cor são constantemente ignorados por instituições que são predominantemente formadas por homens brancos, há uma parcialidade explícita.” “Como sua fã, é doloroso ler isso vindo de você. Isso implica que diversidade e qualidade não podem ser simultâneas. Estes não são conceitos separados. Qualidade está em todo lugar, mas a maioria das indústrias só acredita na qualidade de uma parcela da população”, questionou outra. A escritora brasileira Bel Rodrigues também se manifestou, obtendo quase 5 mil curtidas em sua mensagem: “É fácil considerar só a qualidade quando você consegue se ver em todos os trabalhos de arte que existem.” Diante da reação, King resolveu mudar a abordagem, esquecendo o posicionamento conservador anterior e partindo para uma visão de mundo liberal. “A coisa mais importante que podemos fazer como artistas e pessoas criativas é garantir que todos tenham as mesmas chances, independentemente de sexo, cor ou orientação sexual”, escreveu o autor. “Neste momento, estas pessoas estão muito mal representadas, e não apenas nas artes. Ninguém consegue ganhar prêmios se estiver excluído do jogo”, completou Stephen King, sem sugerir soluções. Uma dessas soluções, quem diria, é fazer exatamente aquilo que ele considerava “errado” no tuíte anterior: chamar atenção para a injustiça social de indicações que priorizam obras de homens brancos aos trabalhos artísticos dos demais segmentos da sociedade, tão bons quanto e muitas vezes melhores que os das classes privilegiadas. Conservadores não gostam disso, porque afeta os privilégios de que usufruem, como homens e/ou brancos. Neste ano, Lupita Nyong’o (em “Nós”) e Awkwafina (“A Despedida”) deram shows de interpretações e foram totalmente ignoradas pela Academia, assim como os diretores de seus filmes, respectivamente Jordan Peele e Lulu Wang, porque não têm a cor da qualidade. Já Martin Scorsese fez um longa que, mesmo com 3h30 e a ambição de cobrir décadas da história dos EUA, dá voz apenas a homens brancos. Com essa visão preconceituosa de mundo, “O Irlandês” recebeu 10 indicações ao Oscar!
Eternos: Sinopse oficial do novo filme da Marvel referencia Vingadores: Ultimato
A Marvel divulgou a sinopse oficial do filme “Eternos”, que cita ‘Vingadores: Ultimato’ e, apesar de bastante vaga, confirma que o enredo vai se concentrar na luta entre os personagens do título e seus rivais dos quadrinhos, os Deviantes. “‘Os Eternos’ apresenta um empolgante novo time de super-heróis no Universo Cinematográfico da Marvel, alienígenas antigos que viveram em segredo na Terra por milhares de anos. Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, uma tragédia inesperada faz com que eles saiam das sombras e se reúnam contra os inimigos mais antigos da humanidade, os Deviantes”, diz o texto. “O elenco incrível inclui Richard Madden (‘Game of Thrones’) como o todo-poderoso Ikaris, Gemma Chan (‘Capitã Marvel’) como a amante da humanidade Sersi, Kumail Nanjiani (‘Silicon Valley’) como o cosmicamente poderoso Kingo, Lauren Ridloff (‘The Walking Dead’) como a super-rápida Makkari, Brian Tyree Henry (‘Brinquedo Assassino’) como o inteligente inventor Phastos, Salma Hayak (‘Dupla Explosiva’) como a líder sábia e espiritual Ajak, Lia McHugh (‘American Woman’) como a eternamente jovem Sprite, Don Lee (‘Invasão Zumbi’) como o poderoso Gilgamesh, Barry Keoghan (‘Dunkirk’) como o indiferente Druig, e Angelina Jolie (‘Malévola: Dona do Mal’) como a implacável guerreira Thena. Kit Harrington (‘Game of Thrones’) foi escalado como Dane Whitman”, completa a sinopse, sem mencionar que Whitman é mais conhecido como o super-herói Cavaleiro Negro. Nos quadrinhos, os Eternos são uma raça de super-humanos, surgidos como um desdobramento da evolução que criou a vida inteligente na Terra. Concebidos pelos alienígenas Celestiais, eram destinados a ser defensores da Terra. Mas algo deu errado, a ponto da experiência gerar ninguém menos que Thanos, que é um desses seres geneticamente evoluídos. A citação da sinopse a “Vingadores: Ultimato” pode ser justamente uma referência à Thanos. Toda essa história veio da mente febril do mestre Jack Kirby em sua volta à Marvel em 1976, e compartilha algumas semelhanças com os Novos Deuses, que ele próprio criou na DC Comics, alguns anos antes. A trajetória original dos personagens ficou sem fim, graças às vendas fracas e uma briga definitiva de Kirby com a editora. Por conta disso, os roteiristas Roy Thomas e Mark Gruenwald tentaram juntar as pontas soltas ao incluir os personagens num arco de Thor, que deveria encerrar a trama. Entretanto, foi preciso que Neil Gaiman (criador de “American Gods”) retomasse os personagens numa minissérie de 2006 para tudo fazer sentido. O filme será dirigido pela chinesa Chloé Zhao, que nasceu em Pequim, passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “Domando o Destino” (The Rider, 2017), ambos exibidos no Festival de Cannes e premiados no circuito internacional. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner colocar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina, atualmente em pós-produção. A estreia de “Eternos” está marcada para 29 de novembro no Brasil, três semanas após o lançamento nos EUA.
Tudum: Lana Condor e Noah Centineo vêm a São Paulo para a “Comic Con da Netflix”
A Netflix anunciou que Lana Condor e Noah Centineo, casal de “Para Todos os Garotos que já Amei”, virá a São Paulo na semana que vem para participar do Tudum Festival Netflix. Com isso, o evento ganha cara de uma Comic Con em miniatura. Em sua apresentação oficial, o Tudum foi definido como uma reunião de “experiências” e “ativações” para os fãs das produções do serviço streaming. Para quem não fala o idioma marketês, isso significa uma espécie de parque temático da Netflix, que vai oferecer “experiências” como gravar um funk como o MC Doni no estúdio de “Sintonia”, tomar um milkshake no Corner Cafe, como a Lara Jean de “Para Todos os Garotos que Já Amei”, e dar uma espiadinha no futuro num Tarot inspirado em “O Mundo Sombrio de Sabrina”. Não deixa de ser uma espécie de estande vitaminado de Comic Con transformado em evento. Mas o que seria uma Comic Con sem o palco para os convidados internacionais, apenas a parte “Experience”, mudou de patamar com a vinda dos dois astros. Condor e Centineo vêm divulgar a continuação de “Para Todos os Garotos que Já Amei”, em que Lara Jean (Condor) e Peter (Centineo) não fingem mais ser um casal, eles são um casal. Intitulada “Para Todos os Garotos: P.S. Eu Ainda Amo Você”, a sequência vai estrear no serviço de streaming no dia 12 de fevereiro. Não está claro se a vinda do casal será a única atração internacional do evento ou se este é apenas o primeiro anúncio de convidados especiais. Vale lembrar que esse projeto é uma iniciativa de marketing e será totalmente gratuito, diferente da Comic Con Experience, onde o público precisa pagar para assistir à publicidade – painéis de divulgação que revelam trailers, vídeos, pôsteres, datas de estreia, etc. Pra quem não se ligou, o nome Tudum vem do som que acompanha o logotipo da Netflix, exibido na abertura das atrações da plataforma – que a gente aqui acha que soa como “tuduuum”. Além das atrações citadas, a programação promete “experiências” baseadas nas séries “Sex Education”, “Stranger Things”, “Big Mouth”, “Atypical”, “Você” (You) e “The End of the F***ing World”, além do filminho “A Barraca do Beijo” e as atrações brasileiras “Modo Avião” e “Whindersson Nunes: Adulto”. O evento gratuito acontece entre os dias 25 (feriado de aniversário de São Paulo) e 28 de janeiro no Pavilhão da Bienal no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Mas para comparecer ao evento, os interessados devem se cadastrar com seu CPF no site oficial do Tudum. Outro detalhe importante: menores de 16 anos deverão comparecer acompanhados por um responsável. Para Todos os Festivais Que Já Amei PS: Agora Eu Tenho O Meu. O @noahcent e a @lanacondor estão vindo me visitar na Bienal em SP no #TudumNetflix. O festival vai rolar entre os dias 25 e 28 de janeiro e é gratuito. Passa no link da bio pra garantir o seu ingresso. <3 pic.twitter.com/1olJKR6Owo — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) January 14, 2020
Billie Eilish vai cantar a música-tema de 007: Sem Tempo para Morrer
A música tema de “007: Sem Tempo para Morrer está sendo gravada por Billie Eilish. A própria cantora anunciou a novidade nas redes sociais, informando que a música também foi composta por ela. Eilish compôs a canção, que ainda não teve seu título revelado, com seu habitual parceiro criativo, o irmão Finneas, tornando-se a mais jovem intérprete de temas dos filmes do agente secreto britânico, aos 18 anos de idade. “É muito louco fazer parte disso, em todos os sentidos. Fazer a música-tema de um filme que é parte de uma franquia tão lendária é uma enorme honra. A franquia James Bond é a mais incrível que existe. Estou em choque até agora”, comentou a jovem artista, em comunicado oficial. O cineasta Cary Joji Fukunaga, que dirigiu “Sem Tempo Para Morrer”, adicionou: “O clube de intérpretes de temas de ‘007’ é bem exclusivo. Eu sou um grande fã de Billie e Finneas. A integridade criativa e o talento deles é incomparável, e mal posso esperar para o público ouvir o que eles trouxeram — uma nova perspectiva cujos vocais vão ecoar por gerações”, prometeu. O “clube” citado pelo diretor inclui artistas como Paul McCartney, Duran Duran, Chris Cornell, Madonna, Tina Turner, Adele, A-ha, Sam Smith, Alicia Keys & Jack White, Shirley Bassey e Carly Simon, entre muitos outros. “007: Sem Tempo para Morrer”, que será o último filme de James Bond estrelado por Daniel Craig, tem estreia marcada para 9 de abril no Brasil, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos. Billie has written and will perform the theme song for the 25th James Bond film, #NoTimeToDie @007 pic.twitter.com/BrxqLM6ED6 — billie eilish (@billieeilish) January 14, 2020 The #NoTimeToDie title song will be performed by @billieeilish. Billie has written the song with her brother @finneas and is the youngest artist in history to write and record a James Bond theme song. pic.twitter.com/Qd5cYIRlmg — James Bond (@007) January 14, 2020
Bloodshot: Vin Diesel vira super-herói no novo trailer da adaptação de quadrinhos
A Sony divulgou o segundo trailer de “Bloodshot”, adaptação de quadrinhos estrelada por Vin Diesel (“Velozes e Furiosos”). A prévia é repleta de efeitos e ação, numa trama que costura referências de clássicos do gênero sci-fi heroico, como “RoboCop” (1987), “O Vingador do Futuro” (1990) e “Soldado Universal” (1992), embalada com trilha bombástica e genérica. “Bloodshot” foi criado em meio às referências desta época, em 1992, por Kevin VanHook e Yvel Guichet, mas com trama bem diferente da mostrada no trailer. Os quadrinhos originalmente acompanhavam o assassino profissional Angelo Mortalli, ex-capanga de mafiosos que entra em um programa de proteção a testemunhas e acabava traído, virando cobaia de uma experiência para se tornar uma verdadeira máquina de matar, com suas memórias apagadas e diversos nanocomputadores implantados em seu corpo. O detalhe é que, ao longo da história, ao relembrar seu passado, ele começa a perceber que na verdade era outra pessoa, um soldado de elite chamado Raymond Garrison… A trama se complica, mas o roteiro do filme simplifica, ao mostrar Diesel apenas como Garrison no longa. A fabricação de falsas memórias e a regeneração por nanites mantêm-se como destaques da prévia. Além de Diesel, o elenco inclui Guy Pearce (“The Rover – A Caçada”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), Talulah Riley (“Westworld”), Lamorne Morris (“New Girl”) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (“Os Inocentes”). O roteiro foi escrito por Eric Heisserer (“Bird Box”) e Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”) e a direção está a cargo de Dave Wilson, que vai estrear na função após trabalhar em diversos blockbusters (inclusive da Marvel) como técnico de efeitos visuais. A estreia está marcada para 5 de março no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos Estados Unidos.
Víúva Negra: Novos vídeos legendados revelam novidades do próximo filme da Marvel
A Marvel divulgou dois novos vídeos legendados de “Víúva Negra”, filme solo da heroína vivida por Scarlett Johansson. Um deles traz entrevistas e cenas antigas da participação da atriz no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), enquanto o outro (oficialmente chamado de “conteúdo especial”) funciona como um novo trailer, com cenas inéditas da produção. Entre as novidades reveladas, estão um exército de Viúvas Negras e uma luta mais detalhada contra o novo vilão – supostamente o Treinador – , cuja habilidade no manejo do escudo chama atenção da heroína, remetendo ao Capitão América. “Viúva Negra” acompanha Natasha Romanoff (Johansson) após fugir dos EUA, passando-se entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”. O longa tem roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), e seu elenco também inclui Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”) como a “família” russa da protagonista. A estreia está marcada para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Oscar 2020: Bolsonaro chama Democracia em Vertigem de “porcaria”
O presidente Jair Bolsonaro finalmente comentou em público o que achou da indicação do documentário brasileiro “Democracia em Vertigem” ao Oscar 2020. Na entrada do Palácio da Alvorada, onde cumprimentou um grupo de eleitores nesta terça (14/1), ele classificou o filme da cineasta Petra Costa como ficção, lixo e porcaria. “Ah, não, pera. Ficção. Para quem gosta do que o urubu come, é um bom filme”, afirmou o presidente, sugerindo tratar-se de lixo (que o urubu come). Perguntado pela Folha se havia assistido ao documentário para fazer esse comentário, ele disse que não ia “perder tempo com uma porcaria dessas”. Apesar dessa opinião, Bolsonaro está no filme. Ele concedeu uma entrevista exclusiva para a equipe da produção quando era deputado federal, que foi incluída no trabalho final. A 92ª edição do Oscar será realizada em 9 de fevereiro no Teatro Dolby, em Los Angeles, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT.
Turma da Mônica: Começam as filmagens do novo filme, que ganha primeiras fotos
As gravações de “Turma da Mônica: Lições”, o segundo filme live-action da franquia, já começaram. O anúncio foi feito pelas redes sociais da produção, junto da divulgação das primeiras imagens oficiais do longa, que mostram o quarteto central de uniforme escolar. “As filmagens estão muito lindas”, disse Daniel Rezende, que retoma a direção após conduzir “Turma da Mônica: Laços”. O longa será filmado até 11 de fevereiro na cidade de Poços de Caldas, em Minas Gerais, voltando a reunir o elenco de “Laços”, Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão). Assim como no primeiro filme, a continuação também será baseada numa graphic novel dos irmãos Lu e Vitor Cafaggi. Em “Lições”, os quatro amigos esquecem de fazer as lições da escola e têm que encarar as consequências, que não são poucas. A nova jornada valorizará ainda mais a amizade desta turma. “Preparem os lenços porque ‘Turma da Mônica – Lições’ será um filme ainda mais lindo e emocionante que ‘Laços’. O sucesso do primeiro só demonstra que o brasileiro dá valor aos seus personagens e histórias. E é com muita alegria que elenco e equipe estão reunidos de novo para a sequência, que vai ter muitas surpresas e vários personagens novos. E podem esperar mais filmes do universo Mauricio de Sousa em breve porque não vamos parar por aqui’, revelou o diretor Daniel Rezende, em comunicado. Mauricio de Sousa, criador dos personagens e produtor do filme, completou: “Se a emoção já foi grande com ‘Laços’, a expectativa só aumenta para ‘Lições’! Como todos os fãs da turminha, não vejo a hora de chegar dezembro de 2020!”. Além do elenco mirim, também seguem no elenco Monica Iozzi, como Dona Luísa, e Paulo Vilhena, vivendo Seu Cebola. Ainda não há previsão para a estreia. Ver essa foto no Instagram Eles estão de volta ao Bairro do Limoeiro! As filmagens de Turma Da Mônica – Lições, o segundo filme da Turminha mais amada do Brasil, já começaram. Quem está contando os dias para ver Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão nas telonas de novo? #TurmaDaMônicaOFilme ❤ Uma publicação compartilhada por Turma da Mônica – Lições (@turmadamonicaofilme) em 14 de Jan, 2020 às 6:00 PST Ver essa foto no Instagram Eles estão de volta ao Bairro do Limoeiro. E agora na escola. Primeira imagem do “Turma da Mônica Lições”. As filmagens estão muito lindas. . ❤️💚💛🧡 @turmadamonicaofilme @turmadamonica @gabriel_mmoreira @laurarauseo @giuliabenite @kevin_vechiatto @bionicafilmes #turmadamonica #turmadamonicaofilme #turmadamonicalicoes #cinemanacional Uma publicação compartilhada por Daniel Rezende (@danirez) em 14 de Jan, 2020 às 8:26 PST
Spike Lee vai presidir o Festival de Cannes em 2020
A organização do Festival de Cannes anunciou nesta terça (14/1) que o diretor americano Spike Lee foi escolhido como o próximo presidente do juri internacional do grande evento de cinema, responsável pela premiação da Palma de Ouro. Lee será o primeiro negro a presidir o prestigioso festival francês em seus 73 anos de sua existência. “Quando me chamaram para presidir o juri de Cannes 2020 não acreditei, fiquei feliz, surpreso e orgulhoso ao mesmo tempo”, revelou o cineasta de 62 anos, em comunicado oficial. O diretor também se declarou “honrado” por ser o primeiro afro-descendente a assumir este cargo no festival. Ele apresentou sete de seus filmes no Festival de Cannes e recebeu o Grande Prêmio do Júri em 2018 por “Infiltrado na Klan” (BlackkKlansman). Além de presidir o júri, ele também receberá uma homenagem pelas realizações de sua carreira, com a entrega de uma Palma de Ouro honorária. Spike Lee terá a tarefa de suceder o diretor mexicano Alejandro González Iñárritu, que presidiu a premiação com louvor no ano passado, apresentando ao mundo “Parasita”, do sul-coreano Bong Joon Ho, vencedor da Palma de Ouro em 2019. O Festival de Cannes de 2020 vai acontecer entre 13 e 23 de maio na Riviera Francesa.










