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Filme

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    Helen Mirren receberá homenagem pela carreira no Festival de Berlim 2020

    4 de dezembro de 2019 /

    A organização da 70.ª edição do Festival de Berlim anunciou que irá homenagear a atriz Helen Mirren com o Urso de Ouro por sua carreira “Helen Mirren é uma personalidade cujas poderosas interpretações são sempre impressionantes”, elogiou a diretora executiva do festival, Mariette Rissenbeek, em comunicado, recordando que a atriz tem feito papéis que são “paradigmas de mulheres fortes” e “tem um estilo único de representação que lhe permite sentir-se à vontade tanto no cinema britânico como americano”. Além do troféu honorário, o festival alemão também fará uma retrospectiva de filmes da atriz, como “A Noite de Terror” (1980), de John McKenzie, “O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante” (1989), de Peter Greenaway, “A Rainha (2006), de Stephen Frears, e o recente “A Grande Mentira” (2019), de Bill Condon. Nascida em Londres em 1945, Helen Mirren foi uma das mais jovens atrizes a ingressar na Royal Shakespeare Company e soma alguns dos mais relevantes prêmios do teatro – Tony Awards e Oliver Awards – e do cinema, tendo inclusive um Oscar de Melhor Atriz em 2007 por “A Rainha”. Ela também foi premiada no Festival de Veneza pelo mesmo filme e no Festival Cannes por “As Loucuras do Rei George” (1994). Mas o Festival de Berlim ainda lhe devia reconhecimento. A 70.ª edição do festival de Berlim vai acontecer de 20 de fevereiro a 1 de março.

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    Netflix prepara documentário sobre Taylor Swift

    4 de dezembro de 2019 /

    A Netflix revelou nesta quarta (4/12) que prepara um documentário sobre a cantora Taylor Swift. Intitulado “Taylor Swift: Miss Americana”, o filme tem direção de Lana Wilson e será exibido em janeiro no Festival de Sundance, em Utah (Estados Unidos), antes de chegar em streaming. Em seu perfil oficial no Twitter, a plataforma descreveu assim a produção: “Um olhar cru e emocionalmente revelador para uma das artistas mais emblemáticas do nosso tempo, enquanto ela aprende a abraçar seu papel não apenas como compositora e intérprete, mas como uma mulher que utiliza todo o poder de sua voz”. Ainda não há data prevista para “Taylor Swift: Miss Americana” aparecer em streaming. TAYLOR SWIFT: MISS AMERICANA Dir. Lana Wilson A raw and emotionally revealing look at one of the most iconic artists of our time as she learns to embrace her role not only as a songwriter and performer, but as a woman harnessing the full power of her voice. pic.twitter.com/ElUuMbmKAS — Netflix Film (@NetflixFilm) December 4, 2019

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    Togo: Cachorro heroico salva Willem Dafoe em trailer de aventura da Disney

    4 de dezembro de 2019 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Togo”, que combina aventura, emoção e muitos efeitos para contar uma história de cachorro heroico. Passado no começo do século 20, o filme acompanha como o cachorro do título se transforma, de rejeitado, no mais veloz de sua região no Alasca, dando orgulho a seus tutores enquanto cresce. Até que enfrenta seu maior desafio, já na velhice, precisando conduzir o trenó de seu dono por uma tempestade de gelo, num trajeto arriscado pela tundra, para buscar remédios para as crianças doentes de sua comunidade. O filme é baseado numa história real, tem direção de Ericson Core (“O Invencível”) e destaca Willem Dafoe (“Aquaman”) e Julianne Nicholson (“Eyewitness”) como os donos de Togo. A estreia está marcada para 20 de dezembro nos Estados Unidos e Canadá. Infelizmente, o Disney+ (Disney Plus) só tem previsão de chegar ao Brasil no fim de 2020.

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    American Film Institute revela listas de Melhores Filmes e Séries de 2019

    4 de dezembro de 2019 /

    O American Film Institute (AFI) revelou sua tradicional lista anual com os 10 melhores filmes e séries do período. A relação costuma servir de prévia para as principais premiações da indústria do entretenimento, como o Oscar e o Globo de Ouro. Entre os selecionados de 2019 estão filmes que já vêm sendo aclamados pela crítica e pelas primeiras premiações da temporada, como “O Irlandês”, de Martin Scorsese, “Era Uma Vez em… Hollywood”, de Quentin Tarantino, e “História de um Casamento”, de Noah Baumbach. Mas não “Uncut Gems”. Em vez do drama indie, aparecem superproduções como “1917”, de Sam Mendes, e “Entre Facas e Segredos”, de Rian Johnson, sem esquecer de “Coringa”, de Todd Phillips, vencedor do Festival de Veneza, e “Jojo Rabbit”, de Taika Waititi, vencedor do Festival de Toronto. Já o vencedor do Festival de Cannes, “Parasita”, do sul-coreano Bong Joon-ho, ficou com uma citação “especial” no pé da lista, composta apenas por filmes falados em inglês. Nos últimos anos, apenas dois títulos ausentes da lista do AFI venceram o Oscar de Melhor Filme: O inglês “O Discurso do Rei” (2010) e o francês “O Artista” (2011). Confira, abaixo, as listas completas de melhores filmes e séries de 2019, segundo os membros do American Film Institute. Os 10 Melhores Filmes “1917” “The Farewell” “O Irlandês” “Jojo Rabbit” “Coringa” “Entre Facas e Segredos” “Adoráveis Mulheres” “História de um Casamento” “Era Uma vez em Hollywood” “Richard Jewell” Citação especial: “Parasita” As 10 Melhores Séries: “Chernobyl” “The Crown” “Fosse/Verdon” “Game of Thrones” “Pose” “Succession” “Inacreditável” “Veep” “Watchmen” “Olhos que Condenam” Citação Especial: “Fleabag”

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    Quentin Tarantino escolhe O Irlandês como Melhor Filme de 2019

    4 de dezembro de 2019 /

    O diretor Quentin Tarantino atualizou sua escolha de Melhor Filme de 2019. Após ver “O Irlandês”, colocou o filme de Martin Scorsese no topo de sua lista. A revelação foi feita pelo jornalista Erick Weber, que conversou com Tarantino na noite de segunda (2/12). O editor do site Awards Ace publicou um Top 3 atualizado do cineasta em seu Twitter. Em 2º lugar, ficou “Predadores Assassinos”, de Alexandre Aja, que Tarantino já tinha dito que era seu filme favorito. A declaração foi feita em novembro – antes, portanto, do lançamento de “O Irlandês” – para o jornalista Pete Hammond, do Deadline. “Tarantino disse, por incrível que pareça, que o filme o impressionou em todos os sentidos, em termos de cinematografia pura”, escreveu Hammond, na ocasião. O filme que fecha o Top 3 é “Doutor Sono”, de Mike Flanagan. Fracasso de público, a continuação de “O Iluminado” teve, paradoxalmente, boa repercussão entre a crítica. O que aumenta os indícios de que o terror foi vítima de marketing mau-feito de seu estúdio, que se mostrou problemático desde a escolha do título (o mesmo do livro de Stephen King), que não faz ligação com “O Iluminado”. Spoke with Quentin Tarantino last night, wanted to know his top films of 2019, here they are: 1) #TheIrishman2) #Crawl3) #DoctorSleephttps://t.co/znrHDKkwvh pic.twitter.com/hPZEdpV0BZ — 𝔼𝕎 AWARDS ACE (@ErickWeber) December 3, 2019

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    O Irlandês é o Melhor Filme de 2019 para os críticos de Nova York

    4 de dezembro de 2019 /

    O círculo da crítica de Nova York (NYFCC) divulgou sua lista de Melhores do Cinema em 2019, e “O Irlandês”, de Martin Scorsese, saiu triunfante como Melhor Filme. Curiosamente, no ano passado o vencedor foi “Roma”, de Alfonso Cuáron, fazendo com que a Netflix emplaque seu segundo filme consecutivo como favorito da crítica nova-iorquina. Além de Melhor Filme, “O Irlandês” emplacou o ator Joe Pesci como Melhor Coadjuvante. Antonio Banderas (“Dor e Glória”) e Lupita Nyong’o (“Nós”) foram os melhores atores protagonistas, enquanto Laura Dern (“História de um Casamento”) venceu como Atriz Coadjuvante. Já o prêmio de direção ficou para os irmãos Benny e Josh Safdie, por “Uncut Gems”, enquanto Quentin Tarantino assinou o Melhor Roteiro. Como começa a se cristalizar como tendência na temporada, o domínio de produções distribuídas pela Netflix correspondeu a uma quantidade de premiados sem precedentes. A vitória em nada menos que 6 categorias corresponde à metade dos 12 prêmios anunciados. A entrega dos troféus vai acontecer numa cerimônia de gala, marcada para 7 de janeiro na cidade de Nova York. Confira abaixo a lista com todos os vencedores. Melhor Filme: “O Irlandês”, de Martin Scorsese Melhor Realizador: Benny e Josh Safdie (“Uncut Gems”) Melhor Ator: Antonio Banderas (“Dor e Glória”) Melhor Atriz: Lupita Nyong’o (“Nós”) Melhor Atriz Coadjuvante: Laura Dern (“Uma História de Casamento”) Melhor Ator Coadjuvante: Joe Pesci (“O Irlandês”) Melhor Animação: “Perdi Meu Corpo”, de Jérémy Clapin Melhor Argumento: Quentin Tarantino (“Era uma Vez em Hollywood”) Melhor Fotografia: Claire Mathon (“Retrato de uma Jovem em Chamas”) Melhor Filme de Estreia: “Atlantics”, de Mati Diop Melhor Filme Estrangeiro: “Parasita”, de Bong Joon-ho Melhor Documentário: “Honeyland”, de Tamara Kotevska e Ljubomir Stefanov

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    Top 10 do New York Times inclui Democracia em Vertigem entre os Melhores Filmes de 2019

    4 de dezembro de 2019 /

    O documentário “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, é um dos 10 Melhores Filmes do ano segundo o jornal The New York Times. O longa brasileiro sobre o processo de impeachment de Dilma Rousseff, apareceu na tradicional lista de fim de ano da publicação em 8º lugar, à frente de “Era uma vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino. “Ánálise cuidadosa dos eventos que levaram à eleição de Jair Bolsonaro, o presidente populista do Brasil, este documentário angustiante é o filme mais assustador do ano”, diz o texto do jornal americano sobre os motivos da inclusão do filme, lançado com o título “The Edge of Democracy” nos EUA e disponibilizado no país pela Netflix. “Democracia em Vertigem” não é o único documentário nem o único filme estrangeiro da lista. O 1º lugar foi conquistado justamente por um documentário macedônico, “Honeyland”, de Tamara Kotevska e Ljubomir Stefanov, uma alegoria sobre abelhas e vizinhos mal-educados, que resume a situação do meio-ambiente no planeta. O drama britânico “The Souvenir”, de Joanna Hogg, e o sul-coreano “Parasita”, de Bong Joon Ho, completam o Top 3, e o primeiro filme americano da lista, “O Irlandês”, de Martin Scorsese, aparece apenas em 4º lugar. Também chama atenção o fato de que 40% da lista (“O Irlandês”, “História de um Casamento”, “Democracia em Vertigem” e “Atlantics”) foi exibida pela Netflix. Confira abaixo o Top 10 completo, dos Melhores Filmes de 2019, de acordo como o New York Times. 1. “Honeyland”, de Tamara Kotevska e Ljubomir Stefanov (Macedônia) 2. “The Souvenir”, de Joanna Hogg (Reino Unido) 3. “Parasita”, de Bong Joon Ho (Coreia do Sul) 4. “O Irlandês”, de Martin Scorsese (EUA) 5. “História de um Casamento”, de Noah Baumbach (EUA) 6. “Adoráveis Mulheres”, de Greta Gerwig (EUA) 7. “Peterloo”, de Mike Leigh (Reino Unido) 8. “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa (Brasil) 9. “Era uma Vez em Hollywood”, de Quentin Tarantino (EUA) 10. “Atlantics”, de Mati Diop (Senegal, França)

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    Após atuarem juntos, Rita Ora está namorando filho de Jude Law

    4 de dezembro de 2019 /

    A cantora Rita Ora (“Cinquenta Tons de Cinza”) está namorando o modelo Rafferty Law, filho dos atores Jude Law (“Capitã Marvel”) e Sadie Frost (“Drácula de Bram Stocker”). O casal chamou atenção ao circular de mãos dadas na festa do British Fashion Awards, na segunda-feira (2/12), ganhando vários cliques. Os dois se conheceram durante as gravações de uma nova versão de “Oliver Twist”, produzida pelo canal pago britânico Sky. A reimaginação da história clássica de Charles Dickens traz Rita, que tem 29 anos, como o delinquente Artful Dodger e o crescido Rafferty, de 23, como o moleque Oliver. A produção vai marcar a estreia de Rafferty como ator e ainda não tem previsão de estreia. De acordo com sites britânicos, Ora e Law estão juntos há algumas semanas.

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    007: Sem Tempo Para Morrer ganha primeiro trailer legendado e novas fotos

    4 de dezembro de 2019 /

    A Universal divulgou novas fotos e o primeiro trailer legendado de “007: Sem Tempo Para Morrer”, o último filme de James Bond estrelado por Daniel Craig. A prévia mostra fragmentos da trama, que envolve a sugestão de que o agente secreto foi traído por sua paixão, Madeleine Swann (Léa Seydoux). Além disso, confirma todos os boatos em torno da produção, como a volta de Blofeld (Christoph Waltz) e a aparição de Lashana Lynch (“Capitã Marvel”) como uma nova agente 00. O vídeo ainda dá uma geral em praticamente todos os personagens e termina apresentando o novo vilão, vivido por Rami Malek (vencedor do Oscar por “Bohemian Rhapsody”) com o rosto deformado, e a nova bond girl encarnada por Ana de Armas (“Blade Runner 2049”). Tudo isso em meio a muitas cenas de ação espetaculares, com direito ao arsenal secreto de armas do Aston Martin conversível do espião. O filme dirigido por Cary Joji Fukunaga (“Beasts of No Nation”) também terá os retornos de Ralph Fiennes, Ben Whishaw e Naomie Harris, que vivem M, Q e Eve Moneypenny desde “007: Operação Skyfall” (2012), e de Jeffrey Wright como o agente da CIA Felix Leiter, visto em “007: Cassino Royale” (2006) e “007: Quantum of Solace” (2008). A estreia está prevista para 9 de abril no Brasil, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos.

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    Emma Watson, Kristen Stewart e Claire Foy estão no calendário Pirelli 2020

    3 de dezembro de 2019 /

    O tradicional calendário Pirelli divulgou as fotos de sua edição de 2020. Seguindo a tendência dos últimos anos, as imagens se distanciam do padrão sensual pelo qual o calendário ficou conhecido em seus primórdios, apesar de, na atual coleção, juntar atrizes jovens bastante fotogênicas. O elenco de famosas inclui as atrizes Emma Watson (“A Bela e a Fera”), Kristen Stewart (“As Panteras”), Claire Foy (“The Crown”), Mia Goth (“Suspiria”), Yara Shahidi (“Grown-Ish”), Indya Moore (“Pose”) e as cantoras Rosalía e Chris Lee. Fotografadas pelo italiano Paolo Roversi na cidade de Veneza, as imagens extraem inspiração da peça clássica “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, e foram batizadas de “Looking for Juliet”. Desta vez, as escolhas refletem a evolução da sexualidade feminina, com a presença de estrelas LGBTQIA+. “A sociedade está mudando muito, muito rápido, e o calendário Pirelli também está mudando”, disse Roversi em comunicado. “Ele não poderia continuar o mesmo de 30 anos (atrás)… é interessante ver como o calendário Pirelli está acompanhando a evolução da sociedade e da fotografia, da estética, da ideia de beleza feminina.” Veja abaixo as fotos e um vídeo com os bastidores da produção.

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    Planeta dos Macacos vai ganhar novo filme do diretor de Maze Runner

    3 de dezembro de 2019 /

    A Disney está desenvolvendo um novo filme de “Planeta dos Macacos”. Segundo apuração do site The Hollywood Reporter, confirmada pela imprensa, o projeto terá direção de Wes Ball (da franquia “Maze Runner”). Primeira franquia da Fox a receber aval dos novos administradores do estúdio, “Planeta dos Macacos” chegou às mãos de Ball após a Disney cancelar outro projeto que o cineasta estava desenvolvendo na Fox, a fantasia “Mouse Guard”, que curiosamente era produzida por Matt Reeves, diretor dos dois últimos filmes da saga dos macacos inteligentes. Não foram revelados detalhes sobre o novo filme, que pode ser uma continuação de “Planeta dos Macacos: A Guerra”, final da bem-sucedida trilogia recente da Fox, ou um reboot completo da franquia, originalmente iniciada em 1968 no cinema. O mais provável, porém, é que seja as duas coisas. Afinal, a trama do primeiro “Planeta dos Macacos” se passava muito depois da ascensão de Caesar, o macaco falante interpretado por Andy Serkis nos filmes de Matt Reeves.

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    O Irlandês é eleito melhor filme de 2019 pela crítica dos EUA

    3 de dezembro de 2019 /

    A National Board of Review deu a largada na temporada de premiações por parte da crítica americana. A mais antiga associação de críticos, cinéfilos e acadêmicos dos Estados Unidos, que em 1930 inaugurou o hoje tradicional costume de criar listas de melhores do ano, divulgou sua seleção de melhores de 2019. Dirigido por Martin Scorsese, “O Irlandês” foi o grande destaque da premiação. Eleito o Melhor Filme de 2019, também conquistou reconhecimento como Melhor Roteiro Adaptado, para o escritor Steven Zaillian, e ainda recebeu um “Icon Award”, prêmio especial que homenageou Scorsese e os astros Robert De Niro e Al Pacino, que atuam no longa-metragem. O prêmio de Melhor Direção, porém, ficou com Quentin Tarantino por “Era uma Vez em… Hollywood”, filme que também rendeu troféu de Melhor Ator Coadjuvante para Brad Pitt. Os demais prêmios de atuação foram divididos entre intérpretes de filmes diferentes. Adam Sandler foi eleito o Melhor Ator, por “Uncut Gems”, enquanto Renée Zellweger venceu como Melhor Atriz, por “Judy”. No domingo (1/12), ela também venceu o BIFA, premiação do cinema independente britânico, pelo mesmo papel – Zellwegger interpreta a também atriz Judy Garland (de “O Mágico de Oz” e “Nasce uma Estrela”) em seus últimos meses de vida. Por fim, Kathy Bates foi premiada como Melhor Atriz Coadjuvante por “O Caso Richard Jewell”. No ano passado, a NBR elegeu “Green Book” como Melhor Filme. O longa acabou vencendo o Oscar. Mas, em outros anos, o favorito da NBR também experimentou tratamento oposto da Academia. O caso mais significativo foi “The Post – A Guerra Secreta”, de Steven Spielberg, vencedor da NBR em 2017, que não conquistou um único Oscar sequer – e nem sequer foi indicado na categoria principal da premiação. Veja abaixo a lista completa dos premiados da NBR, que ainda incluem categorias como Melhor Animação, Filme Estrangeiro, Fotografia, Roteiro Original e Estreia na Direção, entre outras. Melhor Filme: “O Irlandês” Melhor Diretor: Quentin Tarantino (“Era uma Vez em… Hollywood”) Melhor Ator: Adam Sandler (“Uncut Gems”) Melhor Atriz: Renée Zellweger (“Judy”) Melhor Ator Coadjuvante: Brad Pitt (“Era uma Vez em… Hollywood”) Melhor Atriz Coadjuvante: Kathy Bates (“O Caso Richard Jewell”) Melhor Roteiro Original: Josh Safdie, Benny Safdie, Ronald Bronstein (“Uncut Gems”) Melhor Roteiro Adaptado: Steven Zaillian (“O Irlandês”) Melhor Revelação: Paul Walter Hauser (“O Caso Richard Jewell”) Melhor Estreia na Direção: Melina Matsoukas (“Queen & Slim”) Melhor Animação: “Como Treinar seu Dragão 3” Melhor Filme em Língua Estrangeira: “Parasita” (Coreia do Sul) Melhor Documentário: “Maiden” Melhor Elenco: “Entre Facas e Segredos” Melhor Fotografia: Roger Deakins (“1917”) Prêmio NBR Icon: Martin Scorsese, Robert De Niro, Al Pacino (“O Irlandês”) Prêmio NBR de Liberdade de Expressão: “For Sama” e “Luta por Justiça”

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    Víuva Negra: Trailer lidera tópicos do Twitter com diversas teorias sobre a heroína

    3 de dezembro de 2019 /

    O primeiro trailer de “Viúva Negra” virou o principal tópico do Twitter nesta terça-feira (3/12). Além de apresentar muitas cenas de ação, introduzir novos personagens e traçar um painel da trajetória da heroína, o vídeo também trouxe alguns easter eggs que viraram temas de infindáveis teorias de fãs. Os pontos mais comentados foram, curiosamente, elementos do figurino da produção. Em especial, o fato de Yelena Belova (Florence Pugh, de “Midsommar”) aparecer com um colete igual ao usado por Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), a Viúva Negra, em “Vingadores: Guerra Infinita”. Como o filme solo da heroína é um prólogo da luta contra Thanos, o fato de Natasha usar a roupa de Yelena tem alimentado muitas discussões. Há quem acredite que Yelena morra em “Viúva Negra” e o colete usado em “Guerra Infinita” seja uma homenagem póstuma, e até quem afirme que Yelena assumiu a identidade de Viúva Negra e foi quem morreu em “Vingadores: Ultimato”. Outra confusão de guarda-roupas pode ser observada na veste usada por Melina Vostokoff (Rachel Weisz, de “A Favorita”) e uma cena em que a Viúva Negra aparece com traje idêntico. O figurino também destaca a versão branca do uniforme de Natasha e a roupa apertada do Guardião Vermelho, em que se espreme o obeso Alexei Shostakov (David Harbour, de “Stranger Things”). Mas muito mais chamativo que isso, o uniforme do vilão, com estilo Power Rangers, esconde o grande mistério da produção, não esclarecido até o momento: quem interpreta o Treinador (Taskmaster). Integrantes confirmados do elenco, os atores O-T Fagbenle (o marido de June em “The Handmaid’s Tale”) e Ray Winstone (“Caçadores de Emoção: Além do Limite”) são candidatos por não aparecerem no trailer, mas o vídeo lançou uma nova teoria sobre a identidade escondida sob o capacete do “Power Ranger russo”. Como o vilão aparece usando arco e flecha, os fãs apostam num disfarce de Clint Barton (Jeremy Renner), o Gavião Arqueiro. Neste sentido, vale lembrar as conversas entre Natasha e Clint em “Vingadores: Ultimato” sobre um encontro dos dois em Budapeste, na Hungria, onde as cenas de luta com o Treinador foram filmadas. Para completar a lista de teorias, a prévia ainda mostrou uma versão (supostamente) rejuvenescida do General Ross (William Hurt). Apesar do efeito visual ser muito inferior ao utilizado em “O Irlandês”, é possível reparar que o rosto de William Hurt foi alterado digitalmente, colocando sua aparição num contexto de flashback. Um flashback dentro do flashback que é o próprio filme, em relação à cronologia do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Fãs também questionam porque a Marvel resolveu inaugurar sua Fase 4 com um filme que é prólogo do final da Fase 3. Passado logo após “Capitão América: Guerra Civil”, “Viúva Negra” não avança a história coletiva do MCU. Ou será que avança de alguma forma que o trailer buscou esconder? Assim sendo, até que ponto o colete de Yelena, que foi parar em “Guerra Infinita”, aponta para o futuro da Viúva Negra no MCU? Mais que isso: a Viúva Negra, morta em “Vingadores: Ultimato”, tem futuro no MCU? A resposta pode estar na roupa da outra personagem, Melina, idêntica à de Natasha numa das cenas. Nos quadrinhos, a Dama de Ferro cria um programa de clonagem da Viúva Negra após a morte da heroína original – e uma das clones recebe as memórias da verdadeira Natasha, que se volta contra seus mestres russos. Interessante? Com roteiro de Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e direção da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), “Viúva Negra” estreia em 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Confira abaixo as imagens do trailer que alimentam as principais discussões nas redes sociais, além do próprio trailer legendado em português.

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