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Filme

Anne Hathaway vira Lenda da Disney 25 anos após “O Diário da Princesa”

Atriz recebeu a maior honraria da companhia e homenageou Julie Andrews, parceira que marcou sua estreia no cinema

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    Troco em Dobro: Quinta parceria entre Mark Wahberg e o diretor Peter Berg ganha trailer legendado

    21 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “Troco em Dobro”, título genérico nacional para a quinta parceria entre o ator Mark Wahlberg e o diretor Peter Berg – a anterior foi “22 Milhas”. Como já é praxe nos filmes da dupla, trata-se de uma história em que Wahlberg vive um herói – ele chega a ser chamado de Batman na prévia. A novidade fica por conta de uma abordagem de comédia e um tom mais caricatural que o costume nas cenas de violência – as porradas quebram paredes! No longa, Wahlberg interpreta Spenser, um ex-policial que foi preso ao tentar denunciar um esquema de corrupção. Ao sair da prisão, ele vai morar com seu ex-treinador de boxe e mentor, e passa a dividir seu quarto com Hawk, um lutador de MMA forte e comprometido. Sem desistir de enfrentar os corruptos, ele acaba alistando Hawk e sua ex-namorada desbocada Cissy para ajudá-lo a expor os motivos por trás de sua prisão injusta. A trama é adaptação do livro “Wonderland”, que integra a coleção literária do detetive conhecido apenas como Spenser. O personagem tem três dúzias de aventuras escritas por Robert B. Parker, mas “Wonderland” foi escrito por Ace Atkins, que assumiu a franquia após a morte do criador de Spenser em 2010. O elenco destaca Winston Duke (“Pantera Negra”) como Hawk, Alan Arkin (“O Método Kominsky”) como seu mentor e Iliza Shlesinger (“De Repente uma Família”) como a ex-namorada, além de Colleen Camp (“O Mistério do Relógio na Parede”), Bokeem Woodbine (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Michael Gaston (“Treadstone”), Marc Maron (“GLOW”) e o rapper Post Malone, como um presidiário em sua estreia como ator. “Troco em Dobro”, que tem título bem diferente (“Spenser Confidential”) em inglês, estreia em 6 de março na Netflix.

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    Netflix vai disponibilizar 21 animes clássicos do Studio Ghibli

    20 de janeiro de 2020 /

    A Netflix anunciou ter fechado um contrato com o Studio Ghibli, célebre estúdio de animação japonês, e disponibilizará 21 filmes animados na plataforma a partir de 1 de fevereiro. A informação veio acompanhada por um trailer, que inclui cenas de vários clássicos do mestre Hayao Miyazaki, fundador do estúdio, como o vencedor do Oscar “A Viagem de Chihiro” (2001), “Meu Amigo Totoro” (1988) e “Princesa Mononoke” (1997). A lista também inclui várias obras do grande Isao Takahata (indicado ao Oscar por “O Conto da Princesa Kaguya”), além de Hiromasa Yonebayashi, Hiroyuki Morita, Tomomi Mochizuki, Hiromasa Yonebayashi, Yoshifumi Kondô e Gorô Miyazaki, filho de Hayao. A plataforma vai dividir os lançamentos dos filmes em três etapas, entre fevereiro e abril. Confira o cronograma abaixo. 1º de fevereiro de 2020: “O Castelo no Céu” (1986), “Meu Amigo Totoro” (1988), “O Serviço de Entregas da Kiki” (1989), “Memórias de Ontem” (1991), “Porco Rosso: O Último Herói Romântico” (1992), “Eu Posso Ouvir o Oceano” (1993) e “Contos de Terramar” (2006). 1º de março de 2020: “Nausicaä do Vale do Vento” (1984), “Princesa Mononoke” (1997), “Meus Vizinhos, Os Yamadas” (1999), “A Viagem de Chihiro” (2001), “O Reino dos Gatos” (2002), “O Mundo dos Pequeninos” (2010) e “O Conto da Princesa Kaguya” (2013). 1º de abril de 2020: “Pom Poko: A Grande Batalha dos Guaxinins” (1994), “Sussurros do Coração” (1995), “O Castelo Animado” (2004), “Ponyo – Uma Amizade que Veio do Mar” (2008), “Da Colina Kokuriko” (2011), “Vidas ao Vento” (2013) e “As Memórias de Marnie” (2014) TODOS OS 21 FILMES DO ESTÚDIO GHIBLI VÃO ESTAR DISPONÍVEIS A PARTIR DE FEVEREIRO. EU TÔ GRITANDO SIM!! pic.twitter.com/0hNfN1o6s6 — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) January 20, 2020

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    Procuradoria Federal quer anular projetos e nomeações de Roberto Alvim na secretaria da Cultura

    20 de janeiro de 2020 /

    A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), órgão que integra o Ministério Público Federal, enviou nesta segunda-feira (20/1) à Procuradoria da República no Distrito Federal um pedido de responsabilização administrativa e criminal contra o ex-secretário de Cultura Roberto Alvim. No documento, a procuradora Deborah Duprat pede a nulidade do edital que lançou o Prêmio Nacional das Artes, bem como das nomeações feitas pelo então secretário no período em que esteve no cargo. O documento foi encaminhado a pedido de um grupo de juristas e acadêmicos que querem adoção de medidas contra Alvim pelo vídeo institucional em que demonstrou um projeto de governo nazista para a Cultura. Para Duprat, Alvim deve ser responsabilizado porque não há espaço no Estado brasileiro para citações a regimes autoritários. “O agente público em questão tem, pelo menos, admiração pela perspectiva de arte do nazismo. E como sob o seu cargo se desenvolviam todas as medidas relativas à Cultura, não é demasiado concluir que, no período em que o ocupou, levou para essa área a compreensão estética que tão desabridamente revelou no vídeo”, anotou a procuradora, no processo. Segundo a PFDC, o vídeo do ex-secretário é inconstitucional. “A mera destituição do cargo não é resposta suficiente a uma conduta que atinge os valores estruturantes da Constituição brasileira”, diz o texto. “Suas implicações são tamanhas que é possível concluir que o ex-secretário orientou toda a sua gestão inspirado pelo ideário anunciado. Nesse sentido, as nomeações que realizou devem ser declaradas nulas, porque não é possível conviver com a dúvida de que subsistam, naquela secretaria especial, pessoas que sigam adiante com os mesmos propósitos”, conclui a procuradora. Ainda de acordo com a PFDC, a Lei 8.429, de 1992, estabelece que agentes públicos são obrigados a velar pela estrita observância dos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade. “A lei diz que constitui ato de improbidade administrativa que atenta contra os princípios da administração pública qualquer ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade às instituições”, observou Duprat.

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    Lima Duarte ironiza presença da Viúva Porcina no governo do Sinhozinho Bolsonaro

    20 de janeiro de 2020 /

    O ator Lima Duarte ironizou a ida da atriz Regina Duarte à Secretaria da Cultura do governo Bolsonaro. Segundo a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, ele disse que convite feito à atriz é “perfeito para o Brasil de hoje: Sinhozinho Malta na Presidência e Viúva Porcina na Cultura”, comparou, lembrando de seu papel e o de Regina na novela “Roque Santeiro”, clássico televisivo de 1985 e uma das maiores audiências da história da TV brasileira. “Claro que é um Sinhozinho Malta, modéstia à parte, sem o charme do próprio. Bolsonaro e charme são duas coisas incompatíveis”, continuou o intérprete do Sinhozinho Malta real. “Sem o charme, mas com todo o resto [das características do personagem, um coronel da cidade fictícia de Asa Branca].” “Agora, a Porcina, a Regina, não sei no que ela vai se meter. Não quero emitir opinião dela como pessoa, se vai dar certo, se não vai dar certo. Mas parece que é a dela [participar do governo Bolsonaro]. Que seja feliz”, completou Lima, que diz mal conhecer a colega. “Depois da novela nós nos vimos muito pouco. Cada um seguiu sua vida para um lado.” Convidada a assumir a Secretaria Especial de Cultura após a demissão de Roberto Alvim – por basicamente revelar o viés nazista do governo Bolsonaro – , Regina Duarte encontrou Bolsonaro nesta segunda (20/1), no Rio de Janeiro, para conversar sobre o cargo. Em nota, o Palácio do Planalto chamou a conversa de “produtiva” e revelou que a atriz fará uma espécie de teste à frente da pasta. Regina vai a Brasília na quarta (22/1) para conhecer a secretaria. “Nós vamos noivar, vou ficar noiva, vou lá conhecer onde eu vou habitar, com quem que eu vou conviver, quais são os guarda-chuvas que abrigam a pasta, enfim, a família. Noivo, noivinho”, explicou a atriz.

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    Regina Duarte apoiou censura ao Porta dos Fundos e ironizou indicação de Democracia em Vertigem ao Oscar

    20 de janeiro de 2020 /

    A recém-anunciada secretária interina (?) da Cultura do Brasil, Regina Duarte disse que fará um período de teste para decidir se aceita ser oficializada no cargo. Caso o “casamento” seja consumado, ela afirmou que sua meta será pacificar a relação da classe artística com o governo. No entanto, Regina Duarte é parte integral da onda de ataques à Cultura e artistas do Brasil sob o governo Bolsonaro. Alguns “analistas” chegaram a comentar que a escolha de Regina Duarte ajudaria a tirar o viés ideológico que transformou a pasta em trincheira de guerra cultural. Mas trata-se de uma constatação digna de ficção de novela. A nova integrante do governo apoiou o movimento de censura ao Especial de Natal “A Primeira Tentação de Cristo”, do Porta dos Fundos, e ironizou a indicação de “Democracia em Vertigem” ao Oscar com uma ilustração de terceiros. No dia 12 de janeiro, depois que o Porta dos Fundos sofreu um atentado terrorista e o presidente do STF (Superior Tribunal Federal) Dias Toffoli derrubou uma decisão inconstitucional do desembargador Benedicto Abicair, que havia mandado a Netflix tirar o filme do ar, Regina Duarte compartilhou um vídeo gravado pelo ator Carlos Vereza em que ele alerta sobre “a lei do retorno”, fazendo ameaças aos humoristas. “Não é que Jesus vai se preocupar com a Porta dos Fundos e vai se vingar de vocês, Jesus é perdão antecipado, Maria é perdão antecipado. Não, eles estão extremamente amando vocês, eles são amor”, diz o ator. “Agora, existe uma lei que independe de Jesus, que é a lei que mantém o universo, pra que o universo não despenque, pra que haja sol, lua, ação e reação. Essa lei é a lei retorno. Vocês plantaram, claro, vocês têm todo o direito de fazer a plantação. Agora aguardem a colheita”, conclui. Vale lembrar que, duas semanas antes, a produtora do grupo tinha sofrido um atentado incendiário, no Rio, que quase resultou na morte de um segurança. Um dos autores confessos do ataque era um ativista de direita filiado ao PSL, partido que elegeu Bolsonaro. Já em relação ao documentário brasileiro “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, indicado para o Oscar 2020, Regina compartilhou um meme do movimento Vem pra Rua. No dia em que o filme nacional foi anunciado entre os indicados na categoria de Melhor Documentário, ela publicou em seu Instagram a ilustração com uma foto da avenida Paulista lotada e a legenda: “Um Oscar pra você que foi pra rua derrubar o governo mais corrupto da história”, e incluiu aplausos ao texto. A atriz também eternizou frases polêmicas, em suas posições políticas. Dois dias antes do segundo turno que elegeu Bolsonaro, em 2018, ela elogiou o machismo, o racismo e a homofobia do então candidato, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo. “Quando conheci o Bolsonaro pessoalmente, encontrei um cara doce, um homem dos anos 1950, como meu pai, e que faz brincadeiras homofóbicas, mas é da boca pra fora, um jeito masculino que vem desde Monteiro Lobato, que chamava o brasileiro de preguiçoso e que dizia que lugar de negro é na cozinha”, disse. Esta é a mesma Regina Duarte que fez campanha contra Lula, dizendo que tinha “medo” do que aconteceria no país se ele fosse eleito em 2002. Como todos sabem, a democracia se fortaleceu com Lula, cujo governo pode ser acusado de populista e corrupto, mas nunca de machista, racista, homofóbico ou… nazista. Nazismo é, sem dúvida alguma, razão para se ter muito medo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte) em 12 de Jan, 2020 às 4:41 PST Ver essa foto no Instagram 👏🇧🇷👏🇧🇷👏🇧🇷👏🇧🇷🙏👏 Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte) em 15 de Jan, 2020 às 5:20 PST

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    Regina Duarte fará período de “teste” na Secretaria da Cultura

    20 de janeiro de 2020 /

    A atriz Regina Duarte, convidada para assumir a Secretaria Especial de Cultura após a demissão de Roberto Alvim – por basicamente revelar o viés nazista do governo Bolsonaro – , encontrou o presidente da República nesta segunda (20/1), no Rio de Janeiro, para conversar sobre o cargo. Em nota, o Palácio do Planalto chamou a conversa de “produtiva” e revelou que a atriz fará uma espécie de teste à frente da pasta. Regina vai a Brasília para conhecer a secretaria. Falando à colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, a atriz deu mais detalhes. “Nós vamos noivar, vou ficar noiva, vou lá conhecer onde eu vou habitar, com quem que eu vou conviver, quais são os guarda-chuvas que abrigam a pasta, enfim, a família. Noivo, noivinho”, afirmou. É esperado que, caso o casamento se concretize, ela reveja algumas nomeações feitas pelo ex-secretário Roberto Alvim. Em conversas reservadas, segundo Mônica Bergamo, Duarte já estaria considerando algumas pessoas para compor sua eventual equipe — uma delas seria o ator Carlos Vereza, outro apoiador raivoso de Bolsonaro, que tem feito ataques e ameaças constantes contra o Porta dos Fundos desde a polêmica sobre o Especial de Natal. Regina Duarte já havia sido chamada anteriormente para o posto por Bolsonaro, mas recusou. Dessa vez, no entanto, o assédio a ela aumentou, devido às condições da saída de Alvim. Bolsonaro precisava de um nome que pudesse melhorar sua imagem, que ficou mais nazista nos últimos dias. Para conquistar seu “sim” e prestigiá-la no cargo, uma possibilidade que vem sendo avaliada no governo é a de recriar o Ministério da Cultura. Na entrevista com a colunista da Folha, a atriz disse que começa seu teste nesta quarta (22/1), mas não deixou claro se haverá nomeação no Diário Oficial durante esse período e não quis confirmar se colocou condições para aceitar o cargo. “Quero que seja uma gestão para pacificar a relação da classe com o governo. Sou apoiadora deste governo desde sempre e defendo a classe artística desde os 14 anos”, disse Duarte. Além de atacar a classe artística e implementar um projeto de destruição cultural, Bolsonaro também já declarou que o Grupo Globo, que emprega a atriz, é seu inimigo. Nos últimos dias, a Receita Federal teria começado uma devassa nas contas dos principais atores da empresa para denunciá-los por sonegação. O advogado Leonardo Antonelli, irmão da atriz Giovanna Antonelli e defensor de vários atores que caíram na malha de Bolsonaro, acusa o governo de perseguição para “destruir a Globo” por meio de prejuízo aos artistas da casa.

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    SAG Awards: Joaquin Phoenix homenageia Heath Ledger ao vencer prêmio por Coringa

    20 de janeiro de 2020 /

    A cerimônia do SAG Awards, premiação anual do Sindicato dos Atores dos EUA, consagrou Joaquin Phoenix como Melhor Ator do ano por seu trabalho em “Coringa”. A receber seu prêmio na cerimônia, realizada na noite de domingo (19/1) em Los Angeles, Phoenix fez questão de comentar a carreira de cada um dos indicados, Leonardo DiCaprio (“Era Uma Vez Em Hollywood”), Christian Bale (“Ford vs Ferrari”), Adam Driver (“História de um Casamento”) e Taron Egerton (“Rocketman”). E, ao final, homenageou o falecido Heath Ledger, que também foi premiado pelo papel de Coringa, em “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008). “Realmente, estou aqui nos ombros de meu ator favorito, Heath Ledger”, disse ele. Veja abaixo o discurso de Joaquin Phoenix. E confira a lista completa dos vencedores do SAG Awards 2020 aqui.

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    SAG Awards: Brad Pitt e Jennifer Aniston celebram juntos nos bastidores da premiação

    20 de janeiro de 2020 /

    O ex-casal Brad Pitt e Jennifer Aniston teve um reencontro animado nos bastidores do SAG Awards 2020, premiação do Sindicato dos Atores dos EUA. Ambos foram premiados no evento, que aconteceu na noite de domingo (19/1) em Los Angeles, e celebraram bastante, compartilhando a alegria diante dos paparazzi. Os dois se reaproximaram depois do divórcio entre Pitt e Angelina Jolie. E más línguas dizem que isso teria causado o divórcio entre Aniston e Justin Theroux. O fato é que ambos estão solteiros e não escondem que gostam muito um do outro, pelo menos como amigos. Pitt chegou a brincar sobre seu estado civil em seu discurso de aceitação do prêmio, como Melhor Ator Coadjuvante por “Era uma Vez em Hollywood”, dizendo que colocará a conquista em seu perfil no Tinder. Já Aniston, premiada como Melhor Atriz em Série Dramática por “The Morning Show”, preferiu confessar que amava Adam Sandler, de quem foi “esposa de mentirinha” em dois filmes, porque ele foi esquecido na temporada de premiações – apesar do elogiadíssimo trabalho em “Joias Brutas”. Confira a lista completa dos vencedores do SAG Awards 2020 aqui.

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    SAG Awards: Brad Pitt brinca com fetiche de Quentin Tarantino na premiação

    20 de janeiro de 2020 /

    Vencedor do troféu de Melhor Ator Coadjuvante no SAG Awards, premiação anual do Sindicato dos Atores dos EUA, Brad Pitt fez o discurso mais bem-humorado do evento, que aconteceu na noite de domingo (19/1) em Los Angeles. Um dos momentos que arrancou mais risos foi dedicado ao fetiche favorito do diretor Quentin Tarantino. Ao agradecer aos colegas de elenco de “Era uma Vez em Hollywood”, Pitt começou citando Leonardo DiCaprio e passou, em seguida, a nomear os pés das atrizes. Ele brincou que Tarantino tirou mais calçados de mulheres no filme que os seguranças dos aeroportos. Ele também zoou a si mesmo, afirmando que colocará a conquista do SAG Award em seu perfil no Tinder. O prêmio de Melhor Ator Coadjuvante por “Era uma Vez em Hollywood” foi o primeiro reconhecimento individual conquistado por Pitt entre seus colegas de classe. Anteriormente, ele tinha sido premiado pelo Sindicato como parte do elenco de “Bastardos Inglórios”, que inaugurou sua parceria com Tarantino. Veja abaixo a íntegra de seu discurso. E confira a lista completa dos vencedores do SAG Awards 2020 aqui.

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    SAG Awards: Parasita é primeiro elenco estrangeiro premiado pelo Sindicato dos Atores dos EUA

    20 de janeiro de 2020 /

    O SAG Awards, premiação do Sindicato de Atores dos EUA, concedeu seus troféus anuais na noite de domingo (19/1). E a grande surpresa da premiação foi a consagração de “Parasita”. Os atores sul-coreanos foram aplaudidos de pé pelos astros de Hollywood, durante sua passagem pelo palco do evento, e acabaram reconhecidos como Melhor Elenco de Cinema. Foi a primeira vez que um filme estrangeiro venceu esta categoria. E foi também a única surpresa da premiação cinematográfica da noite, já que a cerimônia repetiu a tendência do Globo de Ouro e Critics Choice ao premiar Joaquin Phoenix (“Coringa”) como Melhor Ator, Renée Zellweger (“Judy”) como Atriz e Brad Pitt (“Era uma Vez em Hollywood”) e Laura Dern (“História de um Casamento”) como Coadjuvantes. A previsibilidade já aponta que estes serão os mesmos nomes chamados para receber o Oscar 2020, em fevereiro. As surpresas foram retomadas nas categorias televisivas, principalmente com a vitória de Jennifer Aniston, como Melhor Atriz de Série Dramática por “The Morning Show”, superestimada atração da Apple TV+. Este também foi o primeiro grande prêmio do serviço do streaming da Apple, conquistado em tempo recorde, já que o serviço foi lançado há pouco mais de dois meses. Confira a seguir os vídeos da consagração de “Parasita” e, mais abaixo, a lista completa dos premiados. What a moment. The cast of #Parasite get a standing ovation at the #SAGAwards as they present their film in the best ensemble cast category https://t.co/duqdI5q1az pic.twitter.com/QFaoASIS8A — The Hollywood Reporter (@THR) January 20, 2020 Cinema Melhor Elenco – “Parasita” “O Escândalo” “O Irlandês” “Jojo Rabbit” “Era Uma Vez Em Hollywood” Melhor Ator – Joaquin Phoenix (“Coringa”) Christian Bale (“Ford vs Ferrari”) Leonardo DiCaprio (“Era Uma Vez Em Hollywood”) Adam Driver (“História de um Casamento”) Taron Egerton (“Rocketman”) Melhor Atriz – Renée Zellweger (“Judy”) Cynthia Erivo (“Harriet”) Scarlett Johansson (“História de um Casamento”) Lupita Nyong’o (“Nós”) Charlize Theron (“O Escândalo”) Melhor Ator Coadjuvante – Brad Pitt (“Era Uma Vez Em Hollywood”) Jamie Foxx (“Luta por Justiça”) Tom Hanks (“Um Lindo Dia na Vizinhança”) Al Pacino (“O Irlandês”) Joe Pesci (“O Irlandês”) Melhor Atriz Coadjuvante – Laura Dern (“História de um Casamento”) Scarlett Johansson (“Jojo Rabbit”) Nicole Kidman (“O Escândalo”) Jennifer Lopez (“As Golpistas”) Margot Robbie (“O Escândalo”) Melhor Desempenho de Dublês em Filme – “Vingadores: Ultimato” “Ford vs Ferrari” “O Irlandês” “Coringa” “Era Uma Vez em… Hollywood” Série Melhor Elenco em Série Dramática – “The Crown” “Game of Thrones” “The Handmaid’s Tale” “Stranger Things” “Big Little Lies” Melhor Elenco em Série de Comédia – “The Marvelous Mrs. Maisel” “Barry” “Fleabag” “The Kominsky Method” “Schitt’s Creek” Melhor Ator em Série de Drama – Peter Dinklage (“Game of Thrones”) Sterling K. Brown (“This Is Us”) Steve Carell (“The Morning Show”) Billy Crudup (“The Morning Show”) David Harbour (“Stranger Things”) Melhor Atriz em Série de Drama – Jennifer Aniston (“The Morning Show”) Helena Bonham Carter (“The Crown”) Olivia Colman (“The Crown”) Jodie Comer (“Killing Eve”) Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Melhor Ator em Série de Comédia – Tony Shalhoub (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Alan Arkin (“The Kominsky Method”) Michael Douglas (“The Kominsky Method”) Bill Hader (“Barry”) Andrew Scott (“Fleabag”) Melhor Atriz em Série de Comédia – Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) Cristina Applegate (“Dead to Me”) Alex Borstein (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Rachel Brosnahan (“The Marvelous Mrs. Maisel”) Catherine O’Hara (“Schitt’s Creek”) Melhor Ator em Minissérie/Telefilme – Sam Rockwell (“Fosse/Verdon”) Mahershala Ali (“True Detective”) Russell Crowe (“The Loudest Voice”) Jared Harris (“Chernobyl”) Jharrel Jerome (“When They See Us”) Melhor Atriz Minissérie/Telefilme – Michelle Williams (“Fosse/Verdon”) Patricia Arquette (“The Act”) Toni Collette (“Unbelievable”) Joey King (“The Act”) Emily Watson (“Chernobyl”) Melhor Desempenho de Dublês em Série – “Game of Thrones” “GLOW” “Stranger Things” “The Walking Dead” “Watchmen”

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    Bad Boys para Sempre estreia na liderança das bilheterias nos EUA

    19 de janeiro de 2020 /

    A estreia de “Bad Boys para Sempre” na América do Norte quebrou a maldição que no ano passado condenou ao fracasso as continuações de franquias antigas, como “O Exterminador do Futuro”, “Rambo” e “Homens de Preto”. De volta após 17 anos, a parceria entre Will Smith e Martin Lawrence superou as expectativas e liderou as bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá. O terceiro “Bad Boys” faturou US$ 59 milhões entre quinta e domingo (18/1) e deve chegar aos US$ 68 milhões até segunda-feira, feriado nos EUA. O montante é muito maior que as estimativas do mercado – e da própria Sony Pictures – , que apontavam entre US$ 38 milhões e US$ 45 milhões. Mas o filme contou com impulso de críticas positivas (76% no Rotten Tomatoes) e um sólido boca-a-boca do público (nota A no CinemaScore). Com o faturamento, “Bad Boys para Sempre” se tornou a segunda maior abertura de um lançamento de janeiro em todos os tempos na América do Norte, atrás apenas de “Sniper Americano” (US$ 107 milhões), e a melhor estreia da Sony para um filme com classificação “R” (para maiores nos EUA). No mundo inteiro, a arrecadação somou US$ 106,7 milhões. Mas isto equivale apenas a um terço do mercado, já que o filme ainda não chegou em vários países. A estreia no Brasil vai acontecer no dia 30 de janeiro. Este desempenho praticamente sacramentou a produção de um quarto filme da franquia. Em compensação, a outra estreia do fim de semana, “Dolittle”, dificilmente terá sequência. A aventura infantil com bichos falantes foi destruída pela crítica – apenas 19% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Ao todo, o faturamento foi de US$ 22,5 milhões na América do Norte. Neste caso, houve uma inversão de expectativas, já que existia uma projeção de US$ 30 milhões para sua abertura. O mercado internacional reagiu um pouco melhor, elevando o total mundial a US$ 57,3 milhões. Mesmo assim, a Universal terá um prejuízo colossal com a produção, que custou US$ 175 milhões – praticamente o dobro de “Bad Boys para Sempre” – , sem contar as despesas de P&A (cópias e publicidade). Boa parte deste dinheiro deve ter ido para o salário de Robert Downey Jr., que tem o papel-título, em seu primeiro trabalho após concluir sua jornada na Marvel. O Top 3 se completa com “1917”, que virou favorito ao Oscar 2020 após vencer o prêmio do Sindicato dos Produtores dos EUA no sábado (18/1). Líder no fim de semana passado, o filme de guerra de Sam Mendes soma US$ 76,7 milhões na América do Norte e US$ 143,5 milhões em todo o mundo. A estreia no Brasil está marcada para quinta-feira (23/1). Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Bad Boys para Sempre Fim de semana: US$ 59,1M Total EUA e Canadá: US$ 59,1M Total Mundo: US$ 106,7M 2. Dolittle Fim de semana: US$ 22,5M Total EUA e Canadá: US$ 22,5M Total Mundo: US$ 57,3M 3. 1917 Fim de semana: US$ 22,1M Total EUA e Canadá: US$ 76,7M Total Mundo: US$ 143,5M 4. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA e Canadá: US$ 270,4M Total Mundo: US$ 711,7M 5. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 8,3M Total EUA e Canadá: US$ 492M Total Mundo: US$ 1B 6. Luta por Justiça Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 19,6M Total Mundo: US$ 22,9M 7. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 5,9M Total EUA e Canadá: US$ 84,4M Total Mundo: US$ 130,1M 8. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA e Canadá: US$ 145,9M Total Mundo: US$ US$ 277,9M 9. Like a Boss Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 16,9M Total Mundo: US$ 18,6M 10. Frozen 2 Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA e Canadá: US$ 464,8M Total Mundo: US$ 1,4B

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    1917 vence prêmio do Sindicato dos Produtores e se torna favorito ao Oscar 2020

    19 de janeiro de 2020 /

    O filme de guerra “1917” conquistou, na noite de sábado (18/1), o prêmio anual do Sindicato do Produtores dos Estados Unidos (PGA), tornando-se o franco-favorito ao Oscar 2020. Dirigido pelo cineasta britânico Sam Mendes com o formato de um longo plano-contínuo (como se não tivesse cortes), o drama acompanha uma missão desesperada de dois soldados ingleses na 1ª Guerra Mundial e já tinha vencido o Globo de Ouro e o Critics Choice de Melhor Filme, além de estar indicado em 10 categorias no Oscar, incluindo a principal. Inédito no Brasil, “1917” estreia na próxima quinta-feira (23/1) nos cinemas nacionais. Vale lembrar que ele é o segundo filme de Sam Mendes a vencer o prêmio do Sindicato dos Produtores. O anterior foi justamente seu longa de estreia, “Beleza Americana”. E, depois do PGA Award, o filme de 1999 venceu o Oscar. Uma das premiações sindicais que melhor reflete as tendências da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, os vencedores do PGA Awards geralmente vencem o Oscar de Melhor Filme. Na década de 2010, por exemplo, a associação dos produtores só “errou” duas vezes: em 2016, quando premiou “A Grande Aposta” e o Oscar foi para “Spotlight”, e em 2017, quando premiou “La La Land” e o Oscar foi para “Moonlight”. Em ambos os casos, é possível dizer que quem “errou” foi a Academia. Entre as demais premiações de cinema, “Toy Story 4” foi consagrado como o troféu de Melhor Animação e “Apolo 11” de Melhor Documentário. E isto destacou um fato curioso: “Apolo 11” não foi indicado ao Oscar. Sua vaga teria sido “tomada” pelo brasileiro “Democracia em Vertigem”, único dos indicados ao Oscar que não venceu prêmios importantes. Já os prêmios televisivos foram para produções obrigatórias: “Fleabag” (Melhor Comédia), “Succession” (Melhor Drama) e “Chernobyl” (Melhor Minissérie), que estão vencendo tudo na temporada. Para completar, “Deixando Neverland”, sobre as denúncias de abuso sexual contra Michael Jackson, foi considerado o Melhor Programa de Não Ficção. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Melhor Filme – 1917 Ford vs. Ferrari O Irlandês Jojo Rabbit Coringa Entre Facas e Segredos Adoráveis Mulheres História de um Casamento Era Uma Vez Em Hollywood Parasita Melhor Animação – Toy Story 4 Abominável Frozen 2 Como Treinar o Seu Dragão 3 Link Perdido Melhor Documentário – Apollo 11 Advocate Indústria Americana The Cave For Sama Honeyland One Child Nation Melhor Série de Drama – Succession Big Little Lies The Crown Game of Thrones Watchmen Melhor Série de Comédia – Fleabag Barry The Marvelous Mrs. Maisel Schitt’s Creek Veep Melhor Minissérie – Chernobyl Fosse/Verdon True Detective Unbelievable Olhos que Condenam Melhor Filme Feito para TV ou exclusivo de Streaming – Apollo: Missions to the Moon American Son Black Mirror: Striking Vipers Deadwood: O Filme El Camino: A Breaking Bad Movie Melhor Programa de Não Ficção – Deixando Neverland 30 for 30 60 Minutes Queer Eye Surviving R. Kelly Melhor Talk Show ou Especial de Comédia – Last Week Tonight with John Oliver The Daily Show with Trevor Noah Dave Chappelle: Sticks & Stones The Late Show with Stephen Colbert Saturday Night Live Melhor Reality de Competição -RuPaul’s Drag Race The Amazing Race The Masked Singer Top Chef The Voice Melhor Programa Infantil – Vila Sésamo Carmen Sandiego Ovos Verdes e Presuntos O Cristal Encantado: A Era da Resistência Lemony Snicket: Desventuras em Série

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    Retrato de uma Jovem em Chamas é uma história de amor tão romântica quanto política

    19 de janeiro de 2020 /

    A relação que temos com alguns filmes é semelhante a uma história de amor: queremos que o filme fique um pouco mais com a gente, que aqueles sentimentos experienciados durante a sessão permaneçam não só na memória afetiva, mas também em nosso próprio corpo. “Retrato de uma Jovem em Chamas”, de Céline Sciamma (“Tomboy”), narra de maneira lenta e gradual a história de amor de duas jovens mulheres. Uma delas, Marianne (Noémie Merlant, de “Curiosa”), é a pintora e chega a uma ilha afastada para pintar o retrato de uma mulher recém-saída de um convento para o noivado com um desconhecido italiano. A outra, que dá título ao filme, é Héloïse (Adèle Haenel, de “Amor à Primeira Briga”), e, a princípio, o sentimento que mais passa no olhar e nos gestos dessa jovem é de raiva. Casar com um homem que sequer viu na vida não lhe parece algo muito agradável. A missão de Marianne é acompanhar Héloïse em caminhadas e, a partir da observação atenta de artista, ir formando a memória do rosto e do corpo da retratada. Isto porque não pode revelar que está pintando um retrato, pois a jovem se recusaria, como já fez anteriormente. Apresentada como dama de companhia, o olhar íntimo de Marianne é prontamente aceito. E logo acaba se tornando um olhar de desejo. Como o filme não deixa claro os pensamentos de cada uma, grande parte dessa expressão se dá por meio de gestos. E é curioso como esses gestos são verbalizados pelas duas protagonistas em determinada cena, quando elas passam a se conhecer melhor. Essa verbalização também é um ponto crucial para a criação de uma das cenas mais lindas do filme: em que as duas falam da memória de sua história de amor vivida. Compartilhar essas experiências é um privilégio que poucos casais têm. E eis o motivo de tal cena, tão impregnada de melancolia, ser também um momento de alegria. Um detalhe importante neste trabalho da cineasta francesa Céline Sciamma, que venceu o troféu de Melhor Roteiro no Festival de Cannes, é que praticamente não há homens em sua narrativa. Nem mesmo o sujeito que engravida a empregada (Luàna Bajrami, de “O Professor Substituto”) aparece em cena. Aquele espaço é das mulheres, e por isso há tantas situações em que elas compartilham alegria (jogando cartas, ouvindo um coral ao redor de uma fogueira etc) e também dor, como na cena do aborto. Aliás, essa cena foi construída de tal maneira para que expressasse uma dor muito além da dor física. A diretora de fotografia, Claire Maton, que contribui muito para a criação de texturas belíssimas, semelhantes a pinturas, é a mesma de “Um Estranho no Lago” e “Atlantique”, para citar dois filmes consagrados pela crítica. Quanto ao envolvimento afetivo das duas mulheres, cada plano é de fundamental importância, por mais que as duas, lá no final, digam ter perdido tempo, ao demorarem em sua aproximação. Essa verbalização serve mais para deixar claro o sentimento mencionado no primeiro parágrafo: a vontade de querer mais tempo ao lado de quem se ama. Como um filme escrito e dirigido por uma mulher e também como um exemplar deste momento de conscientização mais clara a respeito do papel da mulher na sociedade, “Retrato de uma Jovem em Chamas” é uma das obras mais importantes do cinema recente, conseguindo ser tanto uma história de amor impossível (e por isso tão bela quanto as mais belas tragédias clássicas) quanto um manifesto político.

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