The Jesus Rolls: Filme derivado de O Grande Lebowski ganha trailer sem graça
A Screen Media Films divulgou o trailer completo de “The Jesus Rolls”, filme em que John Torturro retoma o personagem Jesus Quintana do clássico “O Grande Lebowski” (1998). Junto da prévia, o canal do estúdio no YouTube revela que o filme será lançado diretamente em VOD. Um final pífio para a saga do personagem. O trailer sem nenhuma cena engraçada ou minimamente interessante ajuda a explicar o que deu errado. Turturro falava há anos sobre seu interesse em um spin-off sobre Jesus Quintana, o jogador de boliche machista, egocêntrico e pervertido de “O Grande Lebowski”. De tanto pedir, ganhou a benção dos Coen para escrever, dirigir e logicamente estrelar um filme sobre o personagem. A produção foi rodada em 2016, quando estava sendo chamada de “Going Places”. Desde aquela época, falava-se que a trama era, na verdade, um remake de “Corações Loucos” (Les Valseuses, 1974), de Bertrand Blier, longa francês que o célebre crítico Roger Ebert chamou de “o filme mais misógino que consigo lembrar”. No filme francês, dois criminosos abobalhados se envolviam com uma mulher sexualmente insatisfeita. A prévia e a sinopse oficial confirmam a história: “Jesus Quintana (Torturro) se junta a outros desajustados, Petey (Bobby Cannavale) e Marie (Aubrey Tautou), e embarca em uma viagem sem destino cheia de crimes e romance”. O elenco da produção também inclui Susan Sarandon (“A Intrometida”), Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), Pete Davidson (do humorístico “Saturday Night Live”), John Hamm (“Em Ritmo de Fuga”) e a brasileira Sonia Braga (“Bacurau”). O filme já foi lançado na Itália, após ser exibido no Festival de Roma no ano passado, onde recebeu críticas muito negativas. A estreia em VOD está marcada para 28 de fevereiro nos EUA e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Henry Golding revela primeira foto de Snake Eyes
O ator anglo-malaio Henry Golding (“Podres de Ricos”) divulgou a primeira imagem de “Snakes Eyes”, filme derivado da franquia “G.I. Joe”. Na foto em preto e branco disponibilizada no Instagram, o ator aparece de costas, no papel do personagem-título. “Porque é meu aniversário”, ele acrescentou, sem explicar o contexto da imagem. Nela, Snake Eyes aparece em trajes ninja, mas sem a máscara que tradicionalmente esconde sua identidade. Além de Golding como Snakes Eyes, o elenco inclui o anglo-japonês Andrew Koji (da série “Warrior”) como Storm Shadow, a espanhola Ursula Corberó (a Tóquio de “La Casa de Papel”) como a vilã Baronesa e a australiana Samara Weaving (“A Babá”) como a heroína Scarlett. Todos os personagens já aparecem no cinema antes, com intérpretes diferentes. Para completar, o indonésio Iko Uwais (“22 Milhas”) também faz parte da produção, como o mentor de Snake Eyes. “Snakes Eyes” foi escrito pelo grego Evan Spiliotopoulos, roteirista de “Hércules” (2014), “O Caçador e a Rainha do Gelo” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017) e a direção está a cargo do alemão Robert Schwentke, que dirigiu dois filmes da franquia “Divergente”. A previsão de lançamento dessa produção multinacional é para outubro de 2020. Ver essa foto no Instagram Because its my birthday today and I'm playing Snake Eyes… Here's your first look 🐍 Uma publicação compartilhada por Henry Golding (@henrygolding) em 4 de Fev, 2020 às 9:14 PST
Espiral: Novo terror da franquia Jogos Mortais ganha trailer legendado
A Paris Filmes divulgou o trailer legendado do novo “Jogos Mortais”, o segundo desde o suposto “Final” da franquia. Batizado de “Espiral: O Legado de Jogos Mortais” (“Spiral: From the Book of Saw”), o longa também ganhou fotos e um pôster americano da Lionsgate. O novo filme é estrelado e produzido pelo comediante Chris Rock (“Lá Vêm os Pais”), mas é terror mesmo. Na trama, um serial killer sádico inspira-se em Jigsaw para levar adiante novos assassinatos brutais. O detalhe é que, desta vez, seus alvos são policiais. Chris Rock interpreta um dos policiais que investiga o crime. O elenco também destaca Samuel L. Jackson (“Capitã Marvel”), Max Minghella (o Nick de “The Handmaid’s Tale”), Marisol Nichols (a Hermione de “Riverdale”), Zoie Palmer (“Dark Matter”), Nazneen Contractor (“Ramson”) e Dan Petronijevic (“Letterkenny”). Fã de longa data da “Jogos Mortais”, Chris Rock ajudou a desenvolver a história do novo filme em parceria com Pete Goldfinger e Josh Stolberg, que escreveram “Jigsaw” (2017), o longa mais recente da franquia. Já a direção está cargo de Darren Lynn Bousman, responsável por “Jogos Mortais 2”, “3” e “4” entre 2005 e 2007.
Lionsgate oficializa continuação de Entre Facas e Segredos
Indicado a Melhor Roteiro Original no Oscar 2020, “Entre Facas e Segredos” teve sua sequência oficialmente confirmada na quinta-feira (6/2) por Jon Feltheimer, presidente da Lionsgate, durante o balanço fiscal do último trimestre de 2019 para investidores. O diretor e roteirista Rian Johnson revelou que já estava trabalhando na história há exatamente um mês, no começo de janeiro. A sequência de “Entre Facas e Segredos” será centrada em um novo caso investigado pelo detetive Benoit Blanc, personagem de Daniel Craig no longa. “Entre Facas e Segredos” se tornou um caso raro no cinema americano de 2019: uma produção original bem-sucedida. Num mercado dominado por sequência e remakes, conseguiu se pagar apenas com a bilheteria doméstica, faturando US$ 156 milhões nos EUA e Canadá, cobrindo seu orçamento de US$ 40 milhões. Além disso, em todo o mundo, seu faturamento chegou a cerca de US$ 300 milhões. Para completar, o filme também recebeu diversas indicações a prêmios, do Globo de Ouro aos troféus dos sindicatos da indústria cinematográfica, como o WGA (dos roteiristas) e o PGA (dos produtores), além, claro, do Oscar. O longa presta uma homenagem bem-humorada aos velhos filmes de mistério do gênero “whodunit”, popularizado pelos livros de Agatha Christie, Ellery Queen e outros mestres do começo do século 20, que investigam suspeitos de um assassinato até descobrir “quem matou”. A trama original girava em torno do assassinato de um escritor rico e famoso, morto durante a festa de seu aniversário por um de seus parentes. Além de Daniel Craig (o James Bond) como o detetive, o elenco destacava Lakeith Stanfield (“Atlanta”) como seu parceiro policial, Christopher Plummer (“Todo o Dinheiro do Mundo”) como a vítima e uma galeria de suspeitos formada por Chris Evans (o Capitão América), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Jamie Lee Curtis (“Halloween”), Ana de Armas (“Blade Runner 2049”), Katherine Langford (“13 Reasons Why”), Toni Colette (“Hereditário”), Jaeden Martell (“It: A Coisa”) e Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”).
Por Lugares Incríveis: Romance adolescente com Elle Fanning ganha trailer legendado
A Netflix divulgou dois pôsteres, seis fotos e o primeiro trailer de legendado de “Por Lugares Incríveis” (All the Bright Places), romance adolescente estrelado por Elle Fanning (“Malévola”) e Justice Smith (“Detetive Pikachu”). Inspirado no livro de Jennifer Niven, o longa relata o improvável namoro colegial entre Violet Markey (Fanning), uma jovem traumatizada pela morte da irmã, e Theodore Finch (Smith), um rapaz com distúrbios psicológicos que o tornam imprevisível. A adaptação foi feita pela própria Niven, em parceria com a roteirista Liz Hannah (“The Post: A Guerra Secreta”). A direção é de Brett Haley (“Coração Batendo Alto”) e o elenco ainda inclui Luke Wilson (“Dias Incríveis”), Alexandra Shipp (“X-Men: Apocalipse”) e Keegan Michael-Key (“Meu Nome É Dolemite”). “Por Lugares Incríveis” estreia em streaming no dia 28 de fevereiro.
Joaquin Phoenix estrela curta ambientalista contra incêndios e desmatamentos no Brasil e Austrália
O ator Joaquin Phoenix, que no domingo (9/2) deve vencer o Oscar de Melhor Ator por “Coringa”, é a estrela de um curta ambientalista lançado nesta sexta (6/2). Em “Guardians of Life”, ele interpreta um médico num planeta Terra agonizante. Gravado em um pronto-socorro de Los Angeles, o filme mostra médicos tentando salvar um paciente não identificado cuja ausência de sinais vitais simboliza a ameaça da mudança climática. Quando a falência de seus órgãos é anunciada, mãos ensaguentadas de uma médica se afasta do corpo, revelando em seu interior o desmatamento e os incêndios florestais que vão da Austrália à Amazônia. “Qual o próximo?”, pergunta o vídeo, pedindo para o espectador agir agora. “Realmente é um pedido de ação”, disse o ator, em comunicado sobre o lançamento. “As pessoas não percebem que ainda há tempo, mas somente se reagirmos agora e fizermos mudanças abrangentes em nosso consumo. Não podemos esperar que os governos resolvam estes problemas por nós.” Além de Phoenix, o elenco do curta inclui Adria Arjona (“Esquadrão 6”), Oona Chaplin (de “Game of Thrones” e neta de Charles Chaplin), Rosario Dawson (“Luke Cage”), Matthew Modine (“Stranger Things”), Q’orianka Kilcher (“Yellowstone”) e o músico Albert Hammond Jr. (da banda The Strokes). A direção é de Shaun Monson, do documentário “Terráqueos”, narrado justamente por Joaquin Phoenix. Um dos astros mais proeminentes de Hollywood a chamar atenção para o perigo do aquecimento global, Phoenix se juntou ao grupo ambientalista Rebelião contra a Extinção e à Amazon Watch, uma organização sediada na Califórnia que faz campanha para proteger a floresta amazônica, para produzir o curta, o primeiro de uma série de vídeos que pretendem provocar ações de combate à mudança climática. Há cerca de um mês, Phoenix chegou a ser preso em um protesto contra a mudança climática organizado pela colega Jane Fonda, em Washington, alguns dias depois de vencer o Globo de Ouro como protagonista de “Coringa”. Veja o curta ambientalista abaixo.
Comercial do Super Bowl de Top Gun: Maverick ganha versão legendada
A Paramount divulgou a versão legendada em português do comercial de “Top Gun: Maverick” produzido para o intervalo do Super Bowl (final do campeonato de futebol americano), exibido no domingo passado (2/2) na TV dos EUA. A prévia de 30 segundos é literalmente de perder o fôlego, repleta de cenas ação, discussões tensas e marcada pela respiração ofegante do astro Tom Cruise. Este último detalhe não é interpretação, mas reação real às condições de filmagens. Um vídeo de bastidores antecipado pelo estúdio mostrou que Cruise e os demais atores filmaram suas cenas em aviões de verdade, sentindo a força da gravidade durante as manobras de ação. Embora não tenham realmente pilotado os jatos do filme, realizaram diversos voos como passageiros, em assentos adaptados para passar a impressão de que comandavam as aeronaves. “Não se pode criar esse tipo de experiência sem filmá-la ao vivo”, justificou Cruise, sobre a opção. O realismo resultante pode ser literalmente ouvido no vídeo abaixo. Os demais atores da continuação do “Top Gun” de 1986 são Miles Teller (“Whiplash”), Jennifer Connelly (“Noé”), Glen Powell (“Estrelas Além do Tempo”), Ed Harris (“Westworld”), Jon Hamm (“Mad Men”), Charles Parnell (“Transformers: A Era da Extinção”), Jay Ellis (“Insecure”), Bashir Salahuddin (“GLOW”), Danny Ramirez (“The Gifted”), Monica Barbaro (“Chicago Justice”), Lewis Pullman (filho de Bill Pullman, visto em “A Guerra dos Sexos”) e até Val Kilmer, que reprisa seu papel como Iceman. O diretor é Joseph Kosinski, que já dirigiu Cruise em “Oblivion” (2013), e a estreia está marcada para 25 junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Matrix 4: Vídeos e fotos do começo das filmagens revelam pistas da trama
Fãs e paparazzi profissionais flagraram o começo das filmagens do quarto “Matrix” nas ruas de San Francisco, na Califórnia (EUA). Em fotos e vídeos, é possível ver Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss, que retornam a seus papéis de Neo e Trinity, sob a direção de Lana Wachowski, cocriadora da franquia. As cenas foram registradas no bairro de Chinatown e mostram Keanu com seu visual de John Wick, com barba e cabelo comprido, e em determinado momento também com gorro de lã grunge. As imagens, que a princípio não parecem revelar muita coisa, podem ter, na verdade, apresentado grandes pistas sobre a história da continuação, por enquanto mantida em sigilo. Até então, a narrativa oficial considerava Neo e Trinity como mortos no terceiro filme. Mas e se, em vez disso, tivessem sido absorvidos de volta à Matrix? E se voltassem a viver a fantasia de habitar uma projeção do mundo real do passado – mais especificamente, uma versão virtual da San Francisco de 2020? Vale lembrar que a trama do “Matrix” original passava-se no futuro distante, após uma Inteligência Artificial dominar o mundo. A maioria das pessoas, no entanto, vive sem saber disso, habitando uma “simulação” virtual do planeta antes do apocalipse. Porém, alguns conseguem se libertar e o hacker Neo (Reeves) é escolhido para se “desplugar” deste universo artificial e liderar uma revolução contra os computadores e robôs que escravizaram a humanidade. O filme de 1999 foi revolucionário por suas metáforas, que combinavam metafísica e sci-fi, mas também por suas cenas de ação, que introduziram o wire fu (o kung fu voador) e o feito “time bullet” (câmera lenta do ponto de vista de uma bala) no cinema ocidental. Fez tanto sucesso que ganhou duas continuações, que entretanto não tiveram a mesma repercussão, chegando a decepcionar os fãs da franquia. A nova história foi escrita por Aleksandar Hemon (roteirista de “Sense8”) e David Mitchell (autor do livro que virou “A Viagem”) em parceria com Lana Wachowski, que criou “Matrix” com a irmã Lilly, na época em que ambas eram “irmãos”. Desta vez, Lana é a única Wachowski envolvida no projeto, completando uma separação da irmã que se iniciou na produção de “Sense8”. Ver essa foto no Instagram Matrix stars Keanu Reeves and Carrie-Anne Moss were spotted in Chinatown today as they filmed scenes for the upcoming sequel (📷: @peacepandaz) #thematrix #matrix4 #keanureeves #carrieannemoss #sanfrancisco #sf #chinatown #houseofnanking #filmset #sequel Uma publicação compartilhada por San Francisco Examiner (@sfexaminer) em 5 de Fev, 2020 às 3:13 PST Ver essa foto no Instagram He's baaaaack! Keanu Reeves is back in the Bay Area filming the next installment of "The Matrix" in San Francisco. Uma publicação compartilhada por KRON4 News (@kron4tv) em 5 de Fev, 2020 às 3:39 PST Ver essa foto no Instagram 'Matrix 4' begins filming in San Francisco 🌉 Drop your best guess — what's Keanu looking at? 👀 (via @dougdalton) Uma publicação compartilhada por Fandom (@getfandom) em 5 de Fev, 2020 às 5:01 PST Ver essa foto no Instagram Mr Keanu Reeves filming Matrix inSF .. bets JT picture … thanks Mr Reeves for posing ! 📸 JTMSPORT10 #keanureeves #matrix4 Uma publicação compartilhada por @ keanuital em 5 de Fev, 2020 às 3:02 PST Ver essa foto no Instagram Walked right into Keanu filming The Matrix 4 in my neighborhood this morning. I wanted to yell, “I love that you’re dating a cool woman in your age group!!!” (Google Alexandra Grant), but chose not to disrupt his creative process because that’s the kind of person I am. Also, an exasperated crew member was all, “We’re working HE-YAH.” 🎥🔥🤓 Uma publicação compartilhada por Erin Carlson (@erinleighcarlson) em 5 de Fev, 2020 às 12:06 PST Ver essa foto no Instagram Yeah there he is, Keanu dodging bullets you can't even see. #matrix4 https://t.co/6jMwhkCNzB Uma publicação compartilhada por Fan community (@keanu_fans_international) em 5 de Fev, 2020 às 11:45 PST Ver essa foto no Instagram Thanks Shane O’ Rourke! Keanu Reeves filming right across street from my office via FB Thanks Manzoni. #Matrix4 #keanureeves Uma publicação compartilhada por Mr_R_News_Blog (@mr_r_news_blog) em 5 de Fev, 2020 às 7:29 PST Ver essa foto no Instagram 📸Первые фотографии со съёмок фильма МАТРИЦА 4. ⠀ Напомним, что сценарий написала Лана ВАЧОВСКИ, которая также выступит режиссёром будущей картины. Киану РИВЗ и Керри-Энн МОСС вернутся к ролям Нео и Тринити, соответственно. ⠀ Премьера 21 мая 2021 года. ⠀ #Matrix4 #КиануРивз @carrieannemoss и @jadapinkettsmith. Uma publicação compartilhada por Кино в Беларуси (@kino.kinoprom) em 6 de Fev, 2020 às 4:45 PST Ver essa foto no Instagram #repost from @keanureevesfanpage2020 #matrix #matrix4 #neo #keanureeves ❤ #King #idol #actor #Neo ☑©️GYPHY ☑©️posts non profit ☑©️thankssource #credit #photocredit #credittoowner #allrightstotheowner #copyrightbytheownerofthepicture #photocredittotheowner #credittotheownerofthemovie Uma publicação compartilhada por keanu_charles_reeves_fan (@big_fan_of_keanu_reeves) em 6 de Fev, 2020 às 8:49 PST
Sam Raimi negocia dirigir sequência de Doutor Estranho
O diretor Sam Raimi, que dirigiu a primeira trilogia do Homem-Aranha nos cinemas, pode voltar a comandar um filme de super-herói da Marvel. Ele abriu negociações com o estúdio comandado por Kevin Feige para substituir Scott Derrickson em “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” (Doutor Estranho no Multiverso da Loucura). A Marvel Studios confirmou em janeiro a saída de Derrickson por “diferenças criativas”, mas ele vai continuar no projeto como produtor executivo. Como o filme manteve seu cronograma, com início das filmagens em maio deste ano e lançamento em maio do ano que vem, a Marvel corre para definir o substituto. Caso tope, será a estreia de Raimi num longa produzido pela Marvel Studios, já que os primeiros Homem-Aranha foram lançamentos exclusivos da Sony. Tanto Raimi quanto Derrickson tem passado ligado ao cinema de terror, mas Raimi é mais conhecido por injetar humor em suas histórias aterrorizantes. Mais interessado em desenvolver sua própria produtora nos últimos anos, Raimi não dirige um filme desde 2013, quando lançou “Oz: Mágico e Poderoso”, uma fábula da Disney, justamente a dona da Marvel. O primeiro “Doutor Estranho” foi um sucesso comercial e de crítica quando estreou em 2016, arrecadando quase US$ 680 milhões nas bilheterias mundiais.
Aves de Rapina e Jojo Rabbit são as grandes estreias da semana nos cinemas
A semana reservou duas grandes estreias de cinema, com condições de agradar cinéfilos e fanboys. Primeiro filme de super-heróis do ano, “Aves de Rapina – Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa” tem a maior distribuição. A produção da Warner, que junta a vilã Arlequina de Margot Robbie (isto é, o que dava para salvar de “Esquadrão Suicida”) com um novo grupo de heroínas relutantes, não é um “Deadpool” feminino, como muitos torciam, mas a versão mais colorida e pop de quadrinhos desde a clássica série de “Batman” dos anos 1960. Há mais ação que humor e pouca fidelidade às publicações que inspiram sua trama, mas o tom anárquico faz justiça à Arlequina. Além disso, sua perspectiva cartunesca traz um frescor divertido ao sombrio universo cinematográfico da DC Comics. Tanto que, dentre as adaptações recentes da editora, seus 90% de aprovação no Rotten Tomatoes só perdem para os 93% recebidos por “Mulher-Maravilha” em 2017. “Jojo Rabbit”, por sua vez, é a consagração de Taika Waititi (de outro filme de super-heróis, “Thor: Ragnarok”) como um dos diretores de comédia mais criativos da atualidade. Vencedor do Festival de Toronto e do WGA Awards, premiações que costumam subestimar comédias, é favorito a levar ao menos o Oscar de Melhor Roteiro Original no domingo (9/2). Por sinal, a demora da Disney/ex-Fox para lançar esse filme no Brasil vai obrigar os cinéfilos a disputar salas em seu circuito médio, para assisti-lo nos três dias que antecedem a premiação. Não precisava. Muito menos escolher uma data de lançamento em que as atenções que deveriam privilegiar esta pequena maravilha estarão divididas com um inescapável blockbuster. Não se pode esquecer que o longa ainda confirma a boa fase de Scarlett Johansson, que concorre ao Oscar pelo papel de mãe inconformada de um pequeno nazista, durante a 2ª Guerra Mundial. Para quem não sabe, a trama ultrajante acompanha esse menino, que é aspirante à membro da juventude hitlerista, sofre bullying dos coleguinhas fascistas e é confortado por seu amigo imaginário, ninguém menos que Adolf Hitler. A história tem uma reviravolta quando a criança descobre que sua mãe está escondendo uma garota judia em sua casa. Como a ideia de fazer piada com Hitler ainda é controvertida, o filme obteve “apenas” 80% no Rotten Tomatoes. A programação se completa com duas produções francesas convencionais. Confira abaixo os detalhes, com todos os títulos, sinopses e trailers das estreias da semana. Aves de Rapina – Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa | EUA | Super-Heróis Arlequina (Margot Robbie), Canário Negro (Jurnee Smollett), Caçadora (Mary Elizabeth Winstead), Cassandra Cain e a policial Renée Montoya (Rosie Perez) formam um grupo inusitado de heroínas. Quando um perigoso criminoso começa a causar destruição em Gotham, as cinco mulheres precisam se unir para defender a cidade. Jojo Rabbit | EUA | Comédia Alemanha, durante a 2ª Guerra Mundial. Jojo (Roman Griffin Davis) é um jovem nazista de 10 anos, que trata Adolf Hitler (Taika Waititi) como um amigo próximo, em sua imaginação. Seu maior sonho é participar da Juventude Hitlerista, um grupo de composto por jovens que concordam com os seus ideais. Um dia, Jojo descobre que sua mãe (Scarlett Johansson) está escondendo uma judia (Thomasin McKenzie) no sótão de casa. Depois de várias tentativas frustradas para expulsá-la, o jovem rebelde começa a desenvolver empatia pela nova hóspede. A Chance de Fahim | França | Drama Forçado a fugir de Bangladesh, sua terra natal, o jovem Fahim (Assad Ahmed) e seu pai deixam o resto da família e partem para Paris. Após a sua chegada à França, eles começam uma verdadeira maratona de obstáculos para obter asilo político. Graças ao seu talento com xadrez, Fahim conhece Sylvain (Gérard Depardieu), um dos melhores treinadores da França. Quando o campeonato francês começa, a ameaça de deportação pressiona Fahim e seu pai. O jovem enxadrista tem apenas uma opção para continuar no país: ser campeão. Quem me Ama, me Segue! | França | Comédia Simone (Catherine Frot) e Gilbert (Daniel Auteuil), um casal de aposentados, vive em uma aldeia no sul da França. Após uma série de acontecimentos, como falta de dinheiro, a mudança do amante de Simone para outro lugar e as reclamações constantes de Gilbert, Simone decide simplesmente sair de casa. Agora, Gilbert está pronto para fazer qualquer coisa para ter sua esposa de volta.
Kirk Douglas (1916 – 2020)
Kirk Douglas, um dos últimos atores da era de ouro de Hollywood, morreu nesta quarta-feira (5/2) aos 103 anos, nos Estados Unidos. A informação foi confirmada pelo filho, o também ator Michael Douglas, em comunicado. “É com muita tristeza que meus irmãos e eu anunciamos que Kirk Douglas nos deixou aos 103 anos. Para o mundo, ele era uma lenda, um ator da era de ouro do cinema que viveu seus anos dourados. Um humanitário cujo comprometimento com a justiça e as causas que acreditava estabeleceu um padrão para todos nós aspirarmos”. O texto de Michael conclui dizendo que “para mim e meus irmãos Joel e Peter, ele era simplesmente pai, para Catherine [Zeta-Jones], um maravilhoso sogro, para seus netos e bisnetos, um avô amoroso e, para sua esposa Anne, um marido maravilhoso. A vida de Kirk foi bem vivida e ele deixa um legado no cinema que perdurará pelas gerações vindouras, e uma história como um filantropo de renome que trabalhou para ajudar o público e trazer paz ao planeta”. A causa da morte não é conhecida, mas ele sobreviveu a um acidente de helicóptero em 1991 e a um AVC em 1996, que o deixou com problemas de fala. Filho de imigrantes russos de origem judaica, que chegaram aos EUA fugindo do nazismo, Issur Danielovitch, o menino que virou Kirk Douglas, viveu uma infância pobre, entre seis irmãos. Trabalhava como faxineiro quando conseguiu impressionar o diretor da Academia de Artes Dramáticas de Nova York num teste para entrar na escola, e conseguiu uma bolsa de estudos por não poder bancar as aulas. Ele chegou a estrear no teatro em 1941, mas sua carreira foi interrompida quando foi alistado para lutar na 2ª Guerra Mundial. Por isso, já tinha 30 anos quando sua colega de curso de atuação, a icônica Lauren Bacall, convenceu o produtor Hal Wallis a lhe dar seu primeiro papel no cinema. Era para ser uma figuração, mas o teste foi tão bom que ele foi escalado num dos principais papéis de “O Tempo Não Apaga” (1946), de Lewis Milestone, como o marido alcoólico e não amado de Barbara Stanwyck, personagem complexo que antecipou o tipo de figuras que interpretaria ao longo de mais de 90 longa-metragens. Depois de enfrentar Robert Mitchum e Burt Lancaster em dois clássicos noir, “Fuga do Passado” (1947) e “Estranha Fascinação” (1947), sua fisionomia marcante, caracterizada por uma covinha profunda num queixo privilegiado, logo passou a estampar pôsteres como protagonista. Já em “Minha Secretária Favorita” (1948) deixou de interpretar o vilão para se tornar o galã romântico, em seu primeiro papel principal. Curiosamente, ele não investiu nesse perfil. Ao contrário, preferiu continuar malvado e fazer clássicos. No espaço de uma década, Douglas trabalhou com alguns dos maiores diretores do cinema americano, estrelando filmes memoráveis como “Quem é o Infiel?” (1949), de Joseph L. Mankiewicz, “Êxito Fugaz” (1950), de Michael Curtiz, “Embrutecidos pela Violência” (1951), de Raoul Walsh, “Chaga de Fogo” (1951), de William Wyler, “A Montanha dos 7 Abutres” (1951), de Billy Wilder, “O Rio da Aventura” (1952), de Howard Hawks, “Assim Estava Escrito” (1952), de Vincente Minnelli, “Mais Forte que a Morte” (1953), de Anatole Litvak, “Caminhos sem Volta” (1955), de Henry Hathaway, “Homem sem Rumo” (1955), de King Vidor, “Sede de Viver” (1956), de Minnelli e George Cukor, “Glória Feita de Sangue” (1957), de Stanley Kubrick e a dupla de westerns “Sem Lei e Sem Alma” (1957) e “Duelo de Titãs” (1959), de John Sturges. Se tivesse feito apenas estes filmes, sua filmografia seria uma das melhores de todos os tempos, repleta de clássicos e obras de mestres da sétima arte, de onde saíram, inclusive, suas três indicações ao Oscar. Mas este foi apenas o começo de sua carreira. Douglas deu vida a algumas das principais tendências do cinema hollywoodiano, transitando dos gângsteres de filme noir para os cowboys de chapéu preto, mas ficou conhecido mesmo como o nome dos filmes de qualidade. Sua primeira indicação ao Oscar veio com o papel do pugilista cínico e cruel de “Invencível” (1950), um vilão que encantou a Academia. A segunda foi como um produtor ambicioso de cinema em “Assim Estava Escrito” (1952). E a terceira acompanhou seu retrato sublime do atormentado pintor Vincent van Gogh, em “Sede de Viver” (1956). Em comum, eram todos os personagens repletos de falhas e muitas vezes detestáveis. Esta característica também marcou o jornalista sensacionalista de “A Montanha dos 7 Abutres”, que explorava uma tragédia em busca de benefício próprio, assim como inúmeros outros papéis de sua carreira. Mesmo seus heróis se caracterizavam por possuir um lado sombrio, como Ulisses, no filme homônimo de 1954, o arpoador Ned Land em “20.000 Léguas Submarinas” (1954) e o cowboy Doc Holliday, em “Sem Lei e Sem Alma”. Dizem que essa personalidade difícil não existia apenas nas telas. O ator nutria a reputação de gostar de mandar em seus diretores. Seu amigo de longa data Burt Lancaster costumava dizer que o próprio Kirk Douglas era o primeiro a admitir ser uma pessoa difícil — “Eu sou o segundo a dizer”, acrescentava na piada. Fato é que, desde 1955, passou a receber créditos em seus filmes como produtor. Esta força de bastidores acabou se provando positiva quando ele resolveu enfrentar a lista negra de Hollywood. Para saber o que era a lista negra é preciso lembrar que, após a 2ª Guerra Mundial, políticos da extrema direita tinha instaurado um clima de paranoia nos EUA, dizendo que havia comunistas em todos os lugares, inclusive na indústria cinematográfica. Dando início a uma “caça às bruxas” moderna – uma guerra ao “marxismo cultural”, expressão que não existia na época, mas que serve de parâmetro para os leitores atuais – , o Congresso americano pressionou roteiristas, diretores e atores a revelar quais de seus colegas eram esquerdistas. Quem se recusava a falar, era ameaçado de prisão e fim de carreira. Assim que os primeiros cederam, foi criada uma lista com nomes dos “comunistas” de Hollywood, a infame lista negra. Vários roteiristas foram listados e proibidos de trabalhar. Mas eles encontraram um meio de driblar os políticos, usando a assinatura de colegas e até mesmo pseudônimos. Mesmo assim, havia um clima de pânico por receio do subterfúgio ser descoberto. Quando definiu que seu primeiro filme dos anos 1960 seria “Spartacus”, Kirk Douglas resolveu contratar o melhor roteirista que conhecia, Dalton Trumbo, um escritor da lista negra. Mas ao fechar o projeto com o diretor Stanley Kubrick, ele insistiu que Trumbo fosse creditado com seu nome real. Dizia que se fossem criar problema com o produtor, ele era o produtor. Trumbo foi devidamente creditado e nada aconteceu contra ele, Kubrick ou Douglas, encerrando o terror da lista negra em Hollywood. Como intertexto, esse embate aconteceu apropriadamente num filme de temática revolucionária, em que um escravo chamado Spartacus liderava um levante contra os desmandos do Senado de Roma. Consagrado como um dos principais épicos de seu gênero, “Spartacus” venceu quatro Oscars. O ator dizia que se orgulhava mais disso do que de qualquer filme que tivesse feito. Mas ainda fez muitos outros clássicos nos anos seguintes, entre eles o western “O Último Por-do-Sol” (1961), de Robert Aldrich, “A Lista de Adrian Messenger” (1963), de John Huston, “Sete Dias de Maio” (1964), de John Frankenheimer, “A Primeira Vitória” (1965), de Otto Preminger, “Os Heróis de Telemark” (1965), de Anthony Mann, “Paris Está em Chamas?” (1966), de René Clément, “Movidos pelo Ódio” (1969), de Elia Kazan, e “Ninho de Cobras” (1970), outra parceria com Mankiewicz. Apenas mais uma seleção incrível de obras de mestres do cinema. A partir dos anos 1970, sua carreira seguiu um rumo inusitado, levando-o a acumular filmes de fantasia e ficção científica. O mais curioso é que até essa etapa trash ou decadente, inferior à fase clássica, produziu bons títulos de entretenimento, como a adaptação de Jules Verne “O Farol do Fim do Mundo” (1971), a sci-fi paranormal “A Fúria” (1978), de Brian De Palma, o terror nuclear “Exterminação 2000” (1977), de Alberto Martino, a cultuada viagem no tempo de “O Nimitz Volta ao Inferno” (1980) e o divertido western cartoon “Cactus Jack, o Vilão” (1979), em que enfrentou Arnold Schwarzenegger. Além de Brian De Palma (duas vezes), ele trabalhou com outros cineastas que marcaram a era do VHS, entre eles George Miller, o criador de “Mad Max”, em “Herança de um Valente” (1982), e John Landis, o diretor de “Blues Brothers”, “O Clube dos Cafajestes” e do célebre clipe de “Thriller”, de Michael Jackson, em “Oscar: Minha Filha Quer Casar” (1991) – no qual contracenou com Sylvester Stallone. Um de seus últimos filmes, “Acontece nas Melhores Famílias” (2003), ainda lhe permitiu atuar ao lado de seu filho, o igualmente famoso ator Michael Douglas. Para dar a devida dimensão à importância e tamanho da carreira de Kirk Douglas, basta lembrar que ele ganhou seu primeiro troféu pelas realizações da vida no Globo de Ouro de 1968. Quase 30 anos depois, em 1996, foi a vez do Oscar homenageá-lo por sua impressionante filmografia. Após mais três anos, foi a vez do SAG (Sindicato dos Atores). E ele ainda estava ativo. Em 2001, foi a vez do Festival de Berlim. Até o WGA (Sindicato dos Roteiristas) lhe deu um prêmio em reconhecimento pelo que fez por Dalton Trumbo. Na verdade, a indústria cinematográfica nunca parou de homenageá-lo, desde que ele ganhou sua estrela na Calçada da Fama em 1960. E o motivo de tanto carinho é que, em contraste com os papéis de malvados, ele foi um grande herói da vida real. Não apenas por enfrentar o fascismo americano. Mas por criar a Fundação Douglas, que desde 1964 investe em vários projetos de educação e saúde, ajudando a manter casas de repouso para astros idosos, hospitais infantis, playgrounds públicos, pesquisas médicas e bolsas de estudos. Em 2018, já com 101 anos, de cadeira de rodas e com problemas relacionados a seu AVC, Kirk Douglas pôde testemunhar pela última vez como era querido em Hollywood, ao ser aplaudido de pé por toda a geração atual de atores, atrizes e cineastas. Foi a última vez em que apareceu em público, durante o Globo de Ouro.
Documentário de Bárbara Paz sobre Hector Babenco vence prêmio internacional na Índia
“Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou”, documentário sobre os últimos dias do diretor Hector Babenco, ganhou um novo prêmio internacional. Depois de ser premiado no Festival de Veneza, o primeiro longa-metragem dirigido pela atriz Bárbara Paz conquistou o troféu de Melhor Documentário no Festival de Mumbai, um dos mais importantes evento de cinema internacional da Índia. O documentário também foi exibido nos festivais de Mar del Plata (Argentina), do Cairo (Egito), de Havana (Cuba), do Rio, no Maranhão na Tela, Fest Aruanda, mostras de Tiradentes e de São Paulo. E traça um paralelo entre a arte e a doença de Babenco, revelando medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e a fragilidade física que marcou o fim de sua vida. O diretor, que nasceu na Argentina e se naturalizou brasileiro, morreu em 2016, aos 70 anos, vítima de câncer. Foi casado com Bárbara Paz de 2010 até sua morte. E deixou um legado de vários clássicos, entre eles “Pixote: A Lei do Mais Fraco” (1982) e “Carandiru” (2003). O longa chega aos cinemas brasileiros em 9 de abril. Veja o trailer da produção abaixo.
Minions: A Origem de Gru ganha trailer dublado por Leandro Hassum
A Illumination/Universal divulgou o primeiro trailer completo de “Minions: A Origem de Gru”, disponibilizado no Brasil com dublagem em português. O estúdio não produziu versão legendada, mas é possível assistir abaixo também a versão americana com as vozes originais. Tanto a versão brasileira quanto a americana mantém os mesmos dubladores de Gru. A voz do mini-vilão está a cargo, respectivamente, de Leandro Hassum e Steve Carell. Apesar da presença de Gru, o filme não é sequência de “Meu Malvado Favorito 3”, mas sim de “Minions”. Faz sentido, não apenas porque as criaturinhas amarelas se tornaram os personagens mais populares da franquia, mas devido à ordem cronológica. “Minions” terminava com a introdução do pequeno Gru. A prévia introduz a premissa da continuação, ao mostrar o desejo da versão infantil de Gru de entrar num time de supervilões. Ao ser ridicularizado, ele tenta provar que é criminoso ao roubar uma “pedra” dos vilões, o que dá início a uma perseguição e introduz a ajuda atrapalhada dos minions. “Minions: A Origem de Gru” é dirigido por Kyle Balda, que assinou os dois últimos filmes da franquia (justamente “Minions” e “Meu Malvado Favorito 3”), e Brad Ableson (animador de “Os Simpsons”), que estreia no estúdio Illumination. Mesmo cedendo seu lugar atrás das câmeras, o diretor Pierre Coffin segue fazendo as vozes macarrônicas dos Minions. A animação tem estreia marcada para 2 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.












