Resgate: Filme de ação estrelado por Chris Hemsworth ganha primeiro trailer legendado
A Netflix divulgou o novo pôster e o primeiro trailer legendado de “Resgate” (Extraction), filme de ação que volta a juntar o ator Chris Hemsworth (“Thor”) com os diretores de “Vingadores: Ultimato”. “Resgate” foi escrito por Joe Russo, um dos irmãos diretores do filme dos Vingadores, e dirigido por Sam Hargrave, dublê do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) que faz sua estreia como cineasta. Ele chegou a trabalhar como diretor assistente dos Russo em “Vingadores: Guerra Infinita”. O filme seria originalmente chamado de “Dhaka”, nome da capital do Bangladesh, e traz Hemsworth como um mercenário contratado para salvar o filho de um traficante, raptado por outro traficante daquela região, missão que se torna uma das mais difíceis de sua vida. Hemsworth já tinha dito que a premissa rende “algumas das mais intensas sequências de ação que já fiz” e a prévia confirma a definição. Filmado na Índia e na Indonésia, o filme foi produzido pelos irmãos Russo, por meio de sua empresa AGBO, e o elenco ainda traz David Harbour (o Xerife Hopper de “Stranger Things”), Derek Luke (“13 Reasons Why”) e Golshifteh Farahani (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). A estreia está marcada para 24 de abril em streaming.
Festival de Animação de Annecy é cancelado, mas ganhará versão online
Os organizadores do Festival de Cinema de Animação de Annecy, na França, anunciaram que a 60ª edição do evento foi cancelada. Ela estava prevista para acontecer entre os dias 15 e 20 de junho deste ano. O evento é conhecido como uma espécie de Cannes da animação e já consagrou várias obras brasileiras, como os longas “Uma História de Amor e Fúria” (2013), de Luiz Bolognesi, e “O Menino e o Mundo” (2014), de Alê Abreu. “É com enorme decepção que nos resignamos a cancelar a edição”, pronunciaram-se os responsáveis pelo festival, em comunicado. “Motivados por nossa paixão e entusiasmo, apesar das restrições de confinamento, esperávamos manter a edição que havíamos preparado para vocês. Porém, a lógica e a situação internacional nos obrigam a agir com lucidez e responsabilidade. Precisamos mostrar respeito e profunda gratidão aos prestadores de serviços de saúde, bem como a todos aqueles que escolhem a solidariedade e o interesse público”. O comunicado prossegue: “O Annecy Festival é uma festa, uma ‘reunião de família’. Não podemos celebrar a animação e o nosso 60º aniversário quando alguns de vocês estão impedidos de participar”. O festival, porém, vai ganhar uma versão online, que, segundo os organizadores, está atualmente sendo elaborada. “Durante várias semanas nossos membros fundadores, parceiros, fornecedores, profissionais e criadores nos enviaram seu apoio total e, por isso, somos imensamente gratos. Esses incentivos nos motivam a oferecer uma versão online do Annecy Festival 2020. Esta versão daria acesso a obras exclusivas e conteúdo original, apesar das circunstâncias atuais. Em breve divulgaremos a programação que está sendo elaborada”. A seleção oficial dos participantes da versão online será anunciada no dia 15 de abril. Já o retorno da versão tradicional, presencial, na cidade alpina de Annecy só vai acontecer no ano que vem, em 14 de junho de 2021. Veja abaixo o cartaz produzido para o evento que foi cancelado.
Viúva Negra, Shang-Chi e Doutor Estranho 2 vão estrear uma semana antes no Brasil
Três dias depois de anunciar as novas datas de estreias e seus filmes nos EUA, a Disney oficializou a situação de seus próximos lançamentos no Brasil. A previsão de estreia reflete o otimismo pouco realista do calendário americano, com a primeira estreia marcada para junho. Pelo cronograma, o filme que abre a volta da Disney ao cinema é a animação “Soul”. Trata-se de uma produção que nunca alterou sua data. O desenho produzido pela Pixar está desde sempre marcado para 25 de junho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Em seguida, a Disney pretende lançar “Mulan”. O filme, que chegaria em março, foi remarcado para 24 de julho de 2020, mês que outros estúdios ainda consideraram inviável – a Sony adiou “Morbius”, que chegaria às telas brasileiras em 30 de julho, para 19 de março de 2021 nos EUA, e passou “Ghostbusters: Mais Além”, de 10 de julho para 5 de março de 2021. Já “Viúva Negra” será lançada em 29 de outubro. Mais plausível, esta data coloca o filme em cartaz no Brasil uma semana antes dos EUA, onde a estreia está marcada para 6 de novembro. Anteriormente, o filme chegaria aos cinemas no fim de abril. Ela não será o único filme da Marvel que chegará antes ao Brasil. “Eternos” (11/2/21), “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings” (29/4/21) e “Doctor Strange in the Multiverse of Madness” (28/10/21) também estrearão no Brasil com antecedência. No caso do primeiro, de apenas um dia, mas a diferença chega a uma semana para os demais. A lista também confirma que “Os Novos Mutantes” voltou para o limbo, ficando sem previsão. Triste sina do derivado dos X-Men, que deveria ter estreado em abril do ano passado, caso a Disney não tivesse comprado a Fox. Claro que se os cinemas continuarem fechados, estas datas não significarão nada. Confira abaixo o calendário dos próximos lançamento da Disney no Brasil. “Soul”: 25/6 “Mulan”: 23/7 “Empty Man”: 6/8 “The One and Only Ivan”: 13/8 “The Beatles: Get Back”: 3/9 “King’s Man: A Origem”: 17/9 “Morte No Nilo”: 8/10 “The French Dispatch”: 15/10 “Everybody’s Talking About Jamie”: 22/10 “Viúva Negra”: 29/10 “Deep Water”: 19/11 “Free Guy – Assumindo O Controle”: 10/12 “West Side Story”: 17/12 “Raya and the Last Dragon”: 7/1/21 “Eternos”: 11/2/21 “Ron’s Gone Wrong”: 25/2/21 “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”: 29/4/21 “Cruella”: 3/6/21 “Jungle Cruise”: 29/7/21 “Hamilton”: 14/10/21 “Doctor Strange in the Multiverse of Madness”: 28/10/21 “Avatar 2”: 16/12/21
Novo clipe da trilha de Trolls 2 junta Justin Timberlake e Anna Kendrick
Justin Timberlake lançou em sua página no YouTube um novo clipe baseado na trilha da animação “Trolls 2”, disponibilizada nesta semana em serviços de VOD do exterior. A música “Don’t Slack” é uma parceria entre Timberlake e o cantor Anderson Paak, e o clipe traz os dois tentando contagiar com sua alegria a atriz Anna Kendrick, que aparece desanimada em trajes de quarentena (pijamas). Os personagens principais da franquia “Trolls” são dublados por Timberlake e Kendrick. “Don’t Slack” é a segunda música da trilha sonora de “Trolls 2” a ganhar clipe. A primeira foi “The Other Side”, uma parceria de Timberlake com SZA. A animação tinha estreia marcada para 9 de abril no Brasil, mas com os cinemas fechados a Universal decidiu lançar o filme em streaming nos EUA e Europa. Não há previsão para que o mesmo aconteça no Brasil, onde o estúdio planeja retomar o lançamento cinematográfico de “Trolls 2” em outubro.
Jay Benedict (1951 – 2020)
O ator Jay Benedict morreu no sábado (4/4) aos 68 anos, vítima de covid-19. A informação foi confirmada pela assessoria do ator. “É com muita dor que anunciamos a morte do nosso cliente Jay Benedict, que perdeu a batalha contra o covid-19 nesta tarde. Nossos pensamentos estão com sua família”, disse a TCG Artist Management em um comunicado. Nascido na Califórnia (EUA), Benedict teve uma longa carreira, com participações em várias séries, inclusive produções britânicas. Ele também apareceu em grandes sucessos do cinema, como “Vítor ou Vitória?” (1982), “Aliens, o Resgate” (1986), “A Casa da Rússia” (1990), “A Colônia” (1997), “Vatel, um Banquete para o Rei” (2000) e “Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge” (2012), entre outros, sempre em papéis pequenos. Seus últimos filmes foram duas produções francesas de 2017: a comédia “Madame” e a sci-fi “Depois do Apocalipse”. Benedict era casado com Phoebe Scholfield, que trabalhava com casting de dubladores e também era atriz – estrelou a série britânica “‘Allo ‘Allo!” (1982–1992).
George Ogilvie (1931 – 2020)
O diretor australiano George Ogilvie, que codirigiu “Mad Max 3: Além da Cúpula do Trovão” (1985), morreu no domingo (5/4) aos 89 anos, após sofrer uma parada cardíaca. Vindo do teatro, Ogilvie inciou sua carreira como ator, e depois de alguns papéis na TV australiana nos anos 1950, virou diretor. Ele conheceu George Miller durante a produção da minissérie “The Dismissal” (1983), que teve episódios dirigidos pelos dois. Quando decidiu continuar a sua franquia “Mad Max”, Miller chamou seu colega para codirigir o terceiro longa. “Mad Max 3: Além da Cúpula do Trovão” foi a estreia de Ogilvie no cinema. A produção de 1985 trouxe a popstar Tina Turner para atuar ao lado de Mel Gibson, na última vez em que o ator viveu Mad Max. A música-tema do filme, “We Don’t Need Another Hero”, tornou-se um dos maiores sucessos da cantora e foi indicada ao Globo de Ouro e ao Grammy. Em 1990, Ogilvie dirigiu a estreia do ator Russell Crowe no cinema, o drama romântico “The Crossing”. Os dois mantiveram a amizade, e 24 anos depois Crowe chamou Ogilvie para fazer uma aparição como ator em sua estreia na direção, “Promessas de Guerra”. No longa de 2014, o cineasta australiano aparece interpretando um afiador de facas cego. No Twitter, Crowe homenageou o amigo e mentor como “um talentoso professor na arte, no teatro e na vida”. “Foi um profundo privilégio conhecer George. Ainda sinto o impacto, todos os dias da minha vida, do que ele me ensinou. Ah, precioso Sr. Ogilvie, este é um momento triste de verdade”, escreveu o ator.
Honor Blackman (1925 – 2020)
A atriz inglesa Honor Blackman, conhecida por viver a Bond girl Pussy Galore em “007 Contra Goldfinger” (1964), morreu nesta segunda (6/4) em sua casa em Lewes, no Reino Unido, de causas naturais não relacionadas ao novo coronavírus, segundo disse a família ao jornal The Guardian. Ela tinha aos 94 anos. “Além de ter sido uma mãe e avó adorada por nós, Honor era uma atriz de talento criativo imensamente prolífico, com uma extraordinária combinação de beleza, inteligência e poderio físico, além de sua voz única e sua ética de trabalho dedicada”, escreveu a família em nota. Ela começou a carreira nos anos 1940, geralmente escalada como jovem recatada em filmes como “A Filha das Trevas” (1948) e “Quarteto” (1948). E sua longa carreira inclui muitos clássicos, entre eles “Angústia de uma Alma” (1950), “Somente Deus por Testemunha” (1958), uma das versões cinematográficas do desastre do Titanic, e “Jasão e o Velo de Ouro” (1963), em que viveu a deusa Hera. Mas, curiosamente, sua popularidade só explodiu quando ela foi para a TV, ao estrelar a série “Os Vingadores” (The Avengers) em 1962 como Catherine Hale, uma espiã em roupa de couro preto que marcou época na programação televisiva britânica. Ela deixou o papel em 1964, exatamente para se juntar a Sean Connery em “007 Contra Goldfinger”, a terceira aventura de James Bond nos cinemas. A personagem de Blackman, Pussy Galore, que liderava um esquadrão aéreo, rompeu com os clichês das Bond girls indefesas e submissas da franquia. “Ela era uma criatura fascinante e a menos previsível de todas as conquistas de James Bond”, disse Blackman uma vez. “Todas as outras sucumbiram rapidamente [à sedução de Bond], mas não Pussy. No livro [de Ian Fleming], ela era lésbica.” E ela era capaz de fazer mais que deixar os homens tontos com sua beleza, ela os fazia cair a seus pés, desmaiados após golpes de artes marciais. Graças ao papel de “Os Vingadores”, Blackman tinha treinado judô e a repercussão de seus papéis em produções de ação renderam até o lançamento de um livro em que atriz ensinava golpes de autodefesa. Seu papel em Pussy Galore ainda repercutiu na cultura pop, inspirando o nome de uma banda de rock, formada em Washington em 1985 pelo guitarrista e cantor Jon Spencer (posteriormente líder do trio The Jon Spencer Blues Explosion). O sucesso de “007 Contra Goldfinger” levou Blackman a estrelar três filmes em 1965: a comédia “O Segredo do Meu Sucesso”, o drama “Leilão de Almas” e o romance trágico “Por um Momento de Amor”. Ela voltou a contracenar com Sean Connery no western “Shalako” (1968) e continuou em alta até o fim dos anos 1970, aparecendo em “Twinky” (1970), de Richard Donner, e em vários terrores cultuados, como “Uma Noite de Pavor” (1971), “Uma Filha para o Diabo” (1976) e “O Gato e o Canário” (1978). Blackman também fez muitas produções televisivas, inclusive um arco em “Doctor Who”, nos anos 1980, e na maior parte dos anos 1990 estrelou a série de comédia “The Upper Hand”, a versão britânica da sitcom americana “Who’s the Boss?”, como uma mãe sexualmente ativa que contrata um empregado doméstico masculino. Entre seus últimos papéis estão participações nos filmes “O Diário de Bridget Jones” (2001), “Totalmente Kubrick” (2005), “Eu, Anna” (2012) e o terrir “Cockneys vs. Zombies” (2012). A atriz foi casada duas vezes. Seu último marido foi o também ator Maurice Kaufmann, com quem contracenou em “Uma Noite de Pavor”. O casal adotou dois filhos, Lottie e Barnaby, que lhes deram os netos Daisy, Oscar, Olive e Toby.
Lee Fierro (1929 – 2020)
A atriz Lee Fierro, conhecida por interpretar a Sra. Kintner em “Tubarão” (1974) e “Tubarão 4: A Vingança” (1987), morreu aos 91 anos, vítima de complicações relacionadas ao coronavírus. Ela era uma moradora de Martha’s Vineyard, onde o filme original de Steven Spielberg foi filmado, e acabou sendo escalada como habitante da fictícia Amity Island durante a produção. Sua personagem era mãe de Alex Kintner, a segunda vítima do ataque do tubarão da trama. Depois da projeção obtida pelo papel, ela se tornou diretora artística do Island Theatre Workshop, que ensinava atuação aos moradores da região. Fierro deu aulas de atuação para mais de mil crianças, até se aposentar aos 80 anos. O ator Jeffrey Voorhees, que interpretou seu filho em “Tubarão”, compartilhou uma história engraçada sobre Fierro em uma entrevista de 2014. “No meu restaurante [na cidade de Martha’s Vineyard] há um sanduíche chamado Alex Kintner Burger, e uma vez essa senhora entrou com sua amiga, e eu reconheci instantaneamente”, ele explicou. “Quando me aproximei da mesa dela, disse: ‘Posso fazer uma pergunta muito pessoal: você acredita em reencarnação? Porque eu acho que morri anos atrás, e você parece minha mãe de uma vida anterior’. E Lee percebeu quem eu era e embarcou na piada, dizendo: ‘Oh meu Deus, eu tive um filho que morreu anos atrás no oceano!’ E todos no restaurante, incluindo a amiga dela, ficaram espantados, perguntando-se o que diabos estava acontecendo!”
Patricia Bosworth (1933 – 2020)
Patricia Bosworth, atriz e cronista da Era de Ouro de Hollywood, morreu na quinta-feira passada (2/4) de complicações relacionadas ao novo coronavírus. Ela tinha 86 anos. Nascida Patricia Crum, na Califórnia, era filha de um advogado e uma repórter/romancista de crimes, e teve uma vida dramática do começo ao fim. Enquanto cursava a universidade Sarah Lawrence, fugiu com uma estudante de arte que a abusou, levando à anulação de seu casamento após 16 meses. Seu irmão mais novo se suicidou e seu pai faria o mesmo seis anos depois. Ela virou modelo e foi fotografada pela célebre Diane Arbus para um anúncio de ônibus da empresa Greyhound. E graças a esse trabalho conseguiu realizar seu sonho de infância, tornando-se atriz em 1954. Bosworth ingressou no Actors Studio em Nova York, estudando com Lee Strasberg e ao lado de muitos dos grandes artistas da Era de Ouro de Hollywood, incluindo Paul Newman, Marilyn Monroe, Steve McQueen e Jane Fonda. Em meados dos anos 1950, começou a aparecer em várias produções da Broadway, fazendo rapidamente sua transição para as telas. Após estrear no cinema com “Quatro Rapazes e um Revólver” (1957), ela foi escalada em seu principal papel, como uma freira ao lado de Audrey Hepburn no clássico de Fred Zinnemann “Uma Cruz à Beira do Abismo” (1959). A sequência de tragédias de sua vida a acompanhou mesmo neste auge da carreira. No mesmo dia em que foi escalada para o longa de 1959, Bosworth soube que estava grávida e pagou para ter um aborto ilegal, para não perder o papel. Ela nunca mais engravidou. Seus últimos trabalhos como atriz foi em séries de TV, entre elas “Cidade Nua” e “The Patty Duke Show”, entre 1960 e 1963. Na década de 1960, decidiu deixar de atuar para se concentrar no jornalismo, passando a escrever sobre o show business. Escreveu para a revista New York e o jornal The New York Times antes de se tornar, durante as décadas seguintes, editora das revistas Screen Stars, Harper’s Bazaar, Viva, Mirabella e, principalmente, da Vanity Fair, onde Tina Brown a contratou como editora colaboradora em 1984. Ela manteve essa posição pelo resto da vida, com uma breve interrupção entre 1991 e 1997. Seus artigos permaneceram por décadas entre os mais lidos e discutidos da Vanity Fair, com destaque para um perfil de Elia Kazan que lhe rendeu o Prêmio Front Page do Newswomen’s Club de New York. Ela também escreveu biografias best-sellers de Montgomery Clift, Diane Arbus, Marlon Brando e Jane Fonda, além de vários livros de memórias. Seu livro sobre Arbus serviu de base para o roteiro do filme “A Pele” (2006), estrelado por Nicole Kidman e Robert Downey Jr.
Shirley Douglas (1934 – 2020)
A atriz Shirley Douglas, mãe do ator Kiefer Sutherland, morreu neste domingo (5/4), aos 86 anos, por complicações de um pneumonia, no momento em que os EUA atravessam sua pior fase de contaminação do covid-19. “Minha mãe era uma mulher extraordinária que levou uma vida extraordinária”, escreveu o astro das séries “24 Horas” e “Designated Survivor” nas redes sociais. “Tristemente, ela estava lutando por sua saúde há algum tempo e nós, como família, sabíamos que esse dia estava chegando. Para todas as famílias que perderam entes queridos inesperadamente devido ao coronavírus, meu coração se parte por você. Por favor, fique seguro.” Douglas, que faria aniversário na quinta-feira, foi casada com o ator Donald Sutherland de 1966 até o divórcio de 1971, e eles tiveram um casal de filhos gêmeos, Kiefer e Rachel. Ela era filha de Tommy Douglas, o fundador do Medicare do Canadá. Moradora de Toronto, Douglas apareceu em clássicos do cinema, como “Lolita” (1962), de Stanley Kubrick, e “Gêmeos – Mórbida Semelhança” (1988), de David Cronenberg, entre outras produções, incluindo o telefilme “Sombras no Lago” (1999), que lhe rendeu o prêmio Gemini (equivalente canadense do Emmy). Ela também foi ativista e na juventude lutou contra a Guerra do Vietnã e pelos direitos civis, assistência médica pública e desarmamento nuclear.
Diretor de Shazam! aterroriza a esposa em curta de terror feito na quarentena
O isolamento social não impediu o diretor David F. Sandberg de fazer um novo filme. Ele aproveitou a quarentena do coronavírus para retomar suas origens de terror com um curta filmado em sua própria casa e estrelado por sua mulher. Muito antes de fazer “Shazam!” e até mesmo “Annabelle 2: A Criação do Mal”, Sandberg se projetou com o curta “Luzes Apagadas” (2013), estrelado por sua esposa, Lotta Losten. Naquele filme, ela vivia uma mulher assombrada por uma criatura que se movia no escuro, mas que desaparecia quando as luzes se acendiam. O curta inspirou o primeiro longa dirigido por Sandberg, “Quando as Luzes se Apagam”, lançado em 2016. A mesma premissa retorna no novo trabalho, intitulado “Shadowed”, em que Lotta Losten é perseguida por sombras, após uma queda de energia em sua casa. O próprio Sandberg dá vida a uma das sombras aterradoras. De acordo com a descrição do vídeo, a melhor forma de assistir à obra é “no escuro e com o som bem alto”. Usando as redes sociais, o cineasta disse que em breve disponibilizará um making-of, contando como conseguiu fazer o curta, que tem efeitos visuais, contando apenas com a colaboração de sua esposa e co-produtora, enquanto ambos estão trancados em sua casa.
Serviço de saúde pública do Reino Unido inspira agradecimentos de astros britânicos
Várias celebridades britânicas se juntaram em vídeos de agradecimento ao NHS, serviço de saúde britânica que inspirou o SUS brasileiro, por seu trabalho duro durante a pandemia de coronavírus no Reino Unido. Publicado no Twitter pelo próprio NHS, os vídeos começam com funcionários públicos, como a chefe de enfermagem Ruth May, agradecendo à equipe médica. E segue com o anúncio de que outras pessoas também gostariam de estender seus sentimentos. A lista de famosos que compartilham “thank you” e seguram folhas de papel com as hashtags #OurNHSPeople e #ThankYouNHS é enorme. Entre os atores, inclui Daniel Craig, Kate Winslet, Naomi Harris, Phoebe Waller-Bridge, Keira Knightley, Jude Law, Benedict Cumberbatch, Martin Freeman, Henry Cavill e John Boyega. Mas também há cantores como Paul McCartney, Elton John, Mick Jagger e Kyle Minogue, e muitas outras celebridades. Neste momento de crise sanitária mundial, a saúde pública ganha cada vez mais reconhecimento e valor, e sistemas como o NHS e o SUS se tornam contrastes gritantes diante da situação de países sem plano de saúde estatal, como os EUA, que não estão preparados para atender sua população. Our #ThankYouThursday doesn't end there! Joining James Bond, David Beckham and Paul McCartney are some more famous faces who want to give a shout out to #OurNHSPeople. #ThankYouNHS pic.twitter.com/g36o1sVuxr — NHS England and NHS Improvement (@NHSEngland) April 2, 2020
Roteirista de Rick & Morty vai escrever Homem-Formiga 3
A Marvel contratou Jeff Loveness, roteirista da série animada “Rick & Morty” e do programa “Jimmy Kimmel Live!”, para escrever o terceiro filme do Homem-Formiga. O longa, que será novamente dirigido por Peyton Reed e estrelado por Paul Rudd, Evangeline Lilly e Michael Douglas. Em um entrevista de novembro passado, Douglas contou que a produção só deveria começar a ser filmada em janeiro de 2021. Não há informação sobre se a data será afetada pela pandemia de coronavírus, já que a volta geral ao trabalho é prevista para muito antes disso. Mas o filme não tem previsão de estreia. Além de seus dois filmes solo, o Homem-Formiga teve um papel importante em “Vingadores: Ultimato”, ao introduzir o Reino Quântico, que possibilitou a viagem no tempo responsável por mudar a história, salvar o universo – e os heróis falecidos – e derrotar Thanos.












