Beleza Negra: Drama da Disney+ (Disney Plus) ganha trailer dublado e legendado
A Disney+ (Disney Plus) divulgou o trailer de “Beleza Negra”, em versões legendada e dublada em português. Lançado na sexta (27/11) nos EUA, a nova versão da história clássica só vai estrear em 18 de dezembro no Brasil. Várias vezes adaptado para o cinema e a TV, o romance inglês escrito por Anna Sewell em 1877 ganhou versão contemporânea da cineasta Ashley Avis (“Paixão Rebelde”), que trouxe a história para os dias atuais e também concentrou a trama na protagonista feminina, vivida pela jovem Mackenzie Foy (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”). A obra original era narrada pelo ponto de vista do cavalo, conforme ele mudava de donos, manifestando-se como um dos primeiros textos a dar voz – literalmente – à defesa dos direitos dos animais. Neste sentido, o filme de 1994 é mais fiel. Já a versão da Disney é mais parecida com a filmagem de 1946, centrando-se da tristeza de um viúvo que tenta consolar a filha ao lhe apresentar um cavalo indomável, acreditando que cuidar dele pode ajudá-la a abandonar a tristeza. Mas enquanto o drama dos anos 1940 destacava um romance tradicional, a versão moderna dispensa totalmente esse contexto, preferindo focar-se nos laços de amizade entre a garota e seu cavalo. Divulgado com um subtítulo em português, “Beleza Negra: Uma Amizade Verdadeira”, o filme também destaca em seu elenco Kate Winslet (“A Série Divergente: Insurgente”), Iain Glen (“Game of Thrones”) e Claire Forlani (“A Cinco Passos de Você”).
Leandro Hassum aparece desanimado para divulgar sua primeira comédia de Natal
A Netflix divulgou um novo teaser de “Tudo Bem no Natal que Vem”, comédia natalina protagonizada por Leandro Hassum. Na prévia, o ator aparece ao estilo Grinch, mal-humorado por ter que vestir apetrechos ligados ao Natal, em referência ao seu personagem, que no longa também detesta as festividades. Com roteiro de Paulo Cursino e direção de Roberto Santucci, com quem Hassum trabalhou nas franquias “Até Que a Sorte Nos Separe” e “O Candidato Honesto”, o longa acompanha a história do rabugento Jorge, que após um tombo desmaia e acorda apenas um ano mais tarde, sem saber o que fez nos 364 dias anteriores. Com o passar do tempo, ele percebe que está condenado a continuar acordando, ano após ano, na véspera de Natal – e a partir daí, precisa lidar com as consequências do que o seu “outro eu” fez nos meses que passaram. A trama segue a tendência das comédias de tema fantástico, que vive boom no Brasil. Como as outras produções similares, esta também é repleta de elementos de filmes americanos conhecidos – no caso, “Click” (2006) e “Feitiço do Tempo” (1993). A produção também marca um reencontro entre Hassum e Danielle Winits, após os dois viverem um casal no primeiro “Até Que a Sorte Nos Separe” de 2012 – a atriz foi substituída por Camila Morgado nas continuações de 2013 e 2015. Desta vez, Winits vive a segunda esposa de Jorge. O elenco ainda conta com Elisa Pinheiro, Louise Cardoso, Levi Ferreira, Arianne Botelho, Miguel Rômulo e Rodrigo Fagundes. A estreia está marcada para 3 de dezembro e compõe a mais longa programação temática de Natal de todos os tempos, que neste ano começou já no Halloween na Netflix.
Banda Heart vai ganhar filme biográfico na Amazon
A cantora Ann Wilson revelou que a banda Heart vai ganhar um filme biográfico, que está sendo produzido para a Amazon. Wilson fez o anúncio durante uma participação num programa da rádio SiriusXM. A produção vai narrar os primeiros passos e o sucesso de Ann e sua irmã Nancy Wilson desde os anos 1970, à frente de uma das primeiras bandas de rock lideradas por mulheres. Apesar de Nancy ter sido casada com o diretor Cameron Crowe (“Quase Famosos”), com quem tem dois filhos e com quem costuma colaborar em trilhas sonoras, quem está à frente do projeto é uma cantora punk. Carrie Brownstein, da banda Sleater-Kinney e co-estrela de “Portlandia”, escreveu o roteiro e vai dirigir o filme. “Eu vi o primeiro rascunho do roteiro”, disse Ann Wilson no programa. “É muito legal. Ela está trabalhando com a empresa de cinema – Amazon Studios – e com a produtora Linda Obst, que fez ‘Sintonia de Amor’ (1993)”. Outros créditos de produção de Obst incluem “Flashdance” (1983), “Um Dia Especial” (1996), “Como Perder um Homem em 10 Dias’ (2003) e a série de TV “Hot in Cleveland”. Nenhuma decisão de elenco ainda foi feita e Ann Wilson disse que não tem preferência. “Eu simplesmente não tenho nenhuma ideia. Estou muito próxima para opinar”, afirmou. “Estou tão animada para descobrir quanto você.” Wilson disse que a atriz Anne Hathaway expressou algum interesse no papel. Mas observou: “Não acho que ela seja exatamente adequada para isso”. Se os atores serão obrigados a cantar o catálogo Heart também está em aberto. “Isso ainda está em desenvolvimento agora”, disse Wilson. “Por causa de Covid, está tudo atrasado. Mas definitivamente está acontecendo.” Veja abaixo alguns clipes da banda Heart, para lembrar seus hits de glam rock e a fase de laquê da MTV, e escute também a entrevista de Ann Wilson para a radialista Lyndsey Parker na SiriusXM. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lyndsey Parker (@lyndseyparker)
Estreias online: Veja 10 sugestões de filmes para o fim de semana
Cada vez mais consolidado, o circuito digital de cinema permite reunir um Top 10 de ótimas opções para este fim de semana – à exceção da 10ª indicação, que pode até ser considerada, na verdade, uma contraindicação. Para começar, o melhor da lista. Entre opções para todos os gostos, da comédia romântica ao terror, o grande destaque é “Mosul”, produção americana com atores árabes e possivelmente o melhor filme de guerra dos últimos tempos – pelo menos, desde “Falcão Negro em Perigo” (2001). Por ser totalmente falado em árabe, o longa não passou nos cinemas, sendo negociado diretamente com a Netflix. Como esperado, a decisão em favor da autenticidade fortaleceu o realismo das cenas, que são brutais. Supertenso e repleto de ação, “Mosul” se passa na cidade do título, um local completamente destruído por bombas, em que um grupo de policiais iraquianos tenta impedir o avanço carniceiro do Estado Islâmico. Primeiro filme dirigido pelo roteirista Matthew Michael Carnahan – que começou a carreira escrevendo “O Reino”, de 2007, igualmente passado no Oriente Médico – , “Mosul” ainda tem produção assinada pelos irmãos Russo, diretores de “Vingadores: Ultimato” – e, por enquanto, está com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Os destaques da programação também incluem dois filmes de enorme potencial cult e que devem agradar quem busca alternativas criativas às produções americanas de apelo comercial. Com fotografia de cores psicodélicas e clima perturbador ao extremo, o terror colombiano “Luz: A Flor do Mal” – também com 100% no RT – ilustra como a fé pode se tornar distorcida, ao acompanhar uma família crente numa comunidade isolada nas montanhas. Em tom completamente diverso, a comédia finlandesa “Heavy Trip” encontra seu humor numa fonte pouco provável: o extremamente sisudo thrash/death/black metal finlandês. A trama gira em torno de uma banda iniciante que acredita estar no rumo do estrelato internacional – isto é, de sua primeira viagem à Noruega – , mesmo que jamais tenha se apresentado fora de sua garagem. Tem 94% no Rotten Tomatoes e é recomendadíssimo para quem gosta de comédias de rock. “A Galeria dos Corações Partidos” (mais) e “Uncle Frank” (menos) também divertem. E vale conferir ainda o longa brasileiro “O Barco”, de Petrus Cariry, que venceu três prêmios técnicos no Festival Cine Ceará de 2018, incluindo Melhor Fotografia por suas imagens que evocam atmosfera sobrenatural. Na verdade, de todas as opções, só uma destoa muito. Projeto de prestígio da Netflix, “Era uma Vez um Sonho” (Hillbilly Elegy) deve ter sido concebido visando vagas no Oscar, mas o resultado acabou tendo nível de melodrama convencional de televisão. Dirigido por Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”), o filme traz Glenn Close (“A Esposa”) e Amy Adams (“Objetos Cortantes”) como mãe e filha, e conta uma história geracional de autodestruição pelo vício, pobreza e outras limitações já vista muitas vezes antes. Com apenas 25% de aprovação no RT, entra nesta lista apenas pelos nomes envolvidos. Mosul | EUA | 2020 Disponível na Netflix Luz: A Flor do Mal | Colombia | 2019 Disponível na Apple TV/iTunes, NOW e Vivo Play Heavy Trip | Finlândia | 2020 Disponível na NOW e Vivo Play Uncle Frank | EUA | 2020 Disponível na Amazon A Galeria dos Corações Partidos | EUA | 2020 Disponível na Apple TV/iTunes, NOW, SKY Play e Vivo Play A Verdadeira História de Ned Kelly | Austrália | 2019 Disponível na Apple TV/iTunes e Vivo Play Nosso Amor | EUA | 2019 Disponível na Apple TV/iTunes, Google Play, NOW, Vivo Play e YouTube Filmes A Batida Perfeita | EUA | 2020 Disponível na Apple TV/iTunes e SKY Play O Barco | Brasil | 2018 Disponível na Apple TV/iTunes, NOW e Vivo Play Era uma Vez um Sonho | EUA | 2020 Disponível na Netflix
Jay-Z vai produzir thriller do criador de Luke Cage
O rapper Jay-Z está produzindo um thriller escrito por Cheo Hodari Coker, criador da série “Luke Cage”, para a Netflix. Trata-se de uma adaptação do livro “Forty Acres”, de Dwayne Alexander Smith, que é descrito pela mídia como uma mistura de “A Firma” e “Corra!”. A trama acompanha um advogado negro que precisa lutar para sobreviver após ser convidado a se juntar a uma organização de elite que guarda um segredo chocante. “Forty Acres” já é a segunda produção que Jay-Z desenvolve para a Netflix. Ele também produziu o thriller de vingança “The Harder They Fall”, de Jeymes Samuel (diretor de seus clipes), que ainda não foi lançado. Nenhuma das duas atrações tem previsão de estreia.
Tom Holland aparece em fotos do novo filme dos diretores de Vingadores: Ultimato
A produtora AGBO divulgou novas fotos de “Cherry”, thriller dramático que volta a reunir o ator Tom Holland (o Homem-Aranha da Marvel) com os cineastas do blockbuster “Vingadores: Ultimato”. Holland aparece em todas as fotos liberadas do longa, que é o primeiro dirigido pelos irmãos Joe e Anthony Russo após quebrarem o recorde de bilheteria de “Avatar” com seu filme de super-heróis da Marvel. Na trama, o ator interpreta um veterano de guerra viciado em drogas, que se torna ladrão de bancos para pagar suas dívidas. A história é real. A produção baseia-se no livro de memórias de Nico Walker, um ex-médico do Exército que voltou do Iraque com estresse pós-traumático, ficou viciado em opiáceos e começou a roubar bancos. Ele foi capturado em 2011 e passou oito anos preso. Os direitos foram adquiridos numa disputa feita por leilão, que incluiu a Warner e a Sony, e levou o autor a usar todos os minutos que tinha disponíveis no telefone da prisão para garantir o seu futuro como milionário. Os Russo venceram a competição pelo fato de também vir de Cleveland como o escritor, e terem perdido amigos para o vício, o que lhes fez querer se focar nesse problema como tema de seu próximo filme. O roteiro de “Cherry” foi escrito por Jessica Goldberg, criadora da série “The Path”, e o elenco ainda inclui Ciara Bravo (“Wayne”), Jack Reynor (“Midsommar”), Kelli Berglund (“Now Apocalypse”), Thomas Lennon (“Reno 911!”) e Michael Gandolfini (“The Deuce”) A previsão de lançamento é para 2021, em data ainda não confirmada.
Vera Fischer diz que Xuxa lhe deu prejuízo ao censurar Amor, Estranho Amor
A atriz Vera Fischer se manifestou sobre a briga judicial que envolve o filme “Amor Estranho Amor”, longa que Xuxa conseguiu manter fora de circulação por anos, numa censura judicial, devido às cenas polêmicas em que ela aparece em situações sexuais impróprias ao lado de um menino de 12 anos. A estrela de “Laços de Família”, “Mandala” e “O Clone” também foi coprodutora do longa, ao lado de Anibal Massaini Neto, e disse ter tomado prejuízo com a polêmica. Em entrevista ao “Cinejornal”, da TV Brasil, ela lamentou a curta carreira cinematográfica do filme de 1982, dirigido por Walter Hugo Khouri (1929-2003). “Tinha um elenco enorme… Pena que o público só viu por um tempo. Ele entrou em cartaz nos cinemas, fez ótimo público, mas saiu de circulação. Eu senti muito, até porque era coprodutora do filme. O produtor principal era o Anibal Massaíni e nós sentimos no bolso”. De fato, “Amor Estranho Amor” era repleto de grandes atores e atrizes, como Tarcísio Meira, Íris Bruzzi, Mauro Mendonça e Otavio Augusto. O papel de Xuxa, na verdade, era bem pequeno. Mas tomou dimensões desproporcionais. Na trama com toques de erotismo – como praticamente toda a produção do cinema nacional da época – , a futura Rainha dos Baixinhos – então modelo, aspirante a atriz e namorada do jogador Pelé – interpretava uma garota de programa menor de idade, que seria dada de presente para o personagem de Mauro Mendonça, um político poderoso da região de Santa Catarina, 30 anos mais velho que a adolescente. Mas além de aparecer em cenas de nudez, Xuxa também se envolve com um garoto de 12 anos. Elas acabou se arrependendo de ter participado da produção após passar a apresentar programas infantis, dando início a uma disputa legal com os produtores para impedir que o filme voltasse aos cinemas. Sua última vitória para impedir o relançamento foi em 2013, mas, segundo sua assessoria, ela desistiu do bloqueio em 2018 e o lançamento está liberado. Vera também comentou a decisão de Xuxa. “Eu acho que ela (Xuxa) tinha uma equipe muito poderosa. E acho que eles a obrigaram a tirar o filme de circulação. Seminua com um garoto de 12 anos… Eu acho que a situação foi essa”. Mas agora Xuxa parece ter mudado de ideia. Em entrevista recente ao “Fantástico” – e já longe de seus dias de apresentadora infantil – , Xuxa até incentivou seus fãs a assistirem. “Quem não viu, por favor, veja. Fala de uma coisa atual, exploração infantil, realidade de muita gente. Essa é uma ficção, mas a realidade existe com o nome de exploração infantil”. Diante disso, Vera Fischer acredita que finalmente poderá começar a ganhar dinheiro com o longa. “Eu acho que vão querer lançar novamente nos cinemas ou nas plataformas. E vai ser um ganho… a própria Xuxa disse outro dia que o filme é bom e tem que ser visto. Vai ser bom para a gente”, comentou.
Godzilla vs. Kong pode sair direto em streaming
Está forte na internet o rumor de que “Godzilla vs. Kong”, o próximo filme do monstros da Legendary Pictures, trocaria o cinema por um lançamento em um serviço de streaming. O boato foi motivado por um artigo da revista The Hollywood Reporter, que revelou que a Netflix ofereceu US$ 200 milhões (aproximadamente R$ 1 bilhão) pelo direito de exibir o filme. Apesar de parecer elevado, o valor é baixo para o potencial do longa e teria sido recusado. A Warner, que é coprodutora e responsável pela distribuição de “Godzilla vs. Kong”, também teria outros planos para o título. Mas qualquer decisão só seria tomada após observar o desempenho de “Mulher-Maravilha 1984”. Uma das ideias do estúdio, ainda segundo o THR, seria realizar um lançamento simultâneo nos cinemas e em streaming, como o novo filme da super-heroína da DC Comics. As decisões sobre o destino da obra ficarão a cargo do novo CEO da WarnerMedia, Jason Kilar, e da presidente da Warner Bros., Ann Sarnoff. De um lado, há sinais claros de que as bilheterias vão continuar baixas enquanto não começar a vacinação contra o coronavírus. Isto explica os adiamentos em série feitos pela indústria, que aguardam boas notícias da Medicina para retomar a distribuição de seus blockbusters nos cinemas. De outro, a pandemia está consolidando em ritmo acelerado o hábito do consumo de streaming, mas a HBO Max tem pouco conteúdo inédito e, por isso, seus números estão abaixo do desejado na disputa com a Netflix, a Amazon e principalmente, por ser novata, a Disney+ (Disney Plus). Além disso, “Godzilla vs. Kong” já enfrentava ceticismo antes da pandemia. A produção começou a ser filmada antes da estreia de “Godzilla II: O Rei dos Monstros”, que, contrariando todas as apostas da Warner, fracassou nas bilheterias – arrecadação de US$ 385,9 milhões mundiais para um orçamento de US$ 170 milhões. Dirigido por Adam Wingard (“Bruxa de Blair”), “Godzilla vs. Kong” é uma continuação direta daquele filme, trazendo de volta Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), Kyle Chandler (“Bloodline”) e Zhang Ziyi (“O Tigre e o Dragão”), vistos na obra anterior. Além deles, seu elenco grandioso também inclui os atores Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”), Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”) e Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”). A produção não teve sinopse nem descrição de personagens divulgadas. Quarto lançamento do MonsterVerse da Legendary, que começou com “Godzilla” (2014), foi seguido por “Kong: A Ilha da Caveira” (2017) e quase acabou após o desempenho abaixo do esperado de “Godzilla II: Rei dos Monstros” (2019), o novo filme tem, por enquanto, estreia marcada para os cinemas em maio de 2021.
A Festa de Formatura: Musical do criador de American Horror Story ganha novo trailer
A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres individuais e um novo trailer legendado de “A Festa de Formatura”, adaptação do musical da Broadway “The Prom”, realizada pelo produtor e diretor Ryan Murphy com grande elenco. A prévia tem muitas cenas de música e dança, além de apresentar a trama e destacar a mensagem de superação de preconceitos da história. Para o filme, o criador de “American Horror Story”, “Glee” e “Pose” juntou Meryl Streep, que já provou seu talento em musicais como “Mamma Mia!” e “Caminhos da Floresta”, Nicole Kidman, que retorna ao gênero após sua incursão em “Moulin Rouge!”, James Corden, outro cantor de “Caminhos da Floresta”, além de Keegan-Michael Key (“Predador”), Andrew Rannells (“Girls”), Kerry Washington (“Scandal”), Ariana DeBose (“Hamilton”) e outros. A trama dirigida por Murphy inicia na Broadway, antes de chegar no baile do título, no interior homofóbico dos Estados Unidos. Streep interpreta Dee Dee Allen, uma atriz de teatro duas vezes vencedora do Tony, que estrelou com Barry Glickman (Corden) um musical fracassado sobre a ex-primeira dama Eleanor Roosevelt. Após críticas terríveis que podem acabar com suas carreiras, eles decidem se juntar aos personagens de Kidman e Rannells, novatos na Broadway, em busca de uma causa capaz de despertar interesse público e mostrar que eles ainda são relevantes. Acabam descobrindo o caso de uma garota do Ensino Médio do estado de Indiana que é proibida de levar a namorada no baile de formatura da escola, e resolvem se engajar na luta dela, indo de mala e plumas para a cidadezinha intolerante. O papel da garota, chamada Emma, é desempenhado pela novata Jo Ellen Pellman (vista na série “Deuce”). A estreia está marcada para 11 de dezembro.
Estreias de cinema destacam candidato do Brasil ao Oscar 2021
Um dos efeitos colaterais da falta de lançamentos bombásticos de Hollywood durante a pandemia de coronavírus tem sido o avanço das indústrias nacionais de cinema. Com mais força no Japão, Coreia do Sul e China, onde a crise sanitária encontra-se sob maior controle, os filmes locais têm dominado a programação e as bilheterias. Este processo vem acontecendo em escala muito menor no Brasil. Os motivos variam desde a reabertura tardia das salas até os reflexos inevitáveis de outra crise – dois anos sem que os produtores tivessem acesso ao Fundo Setorial do Audiovisual para produzir novos filmes. Mesmo assim, ainda há títulos de 2019, que completaram suas jornadas em festivais e chegam ao circuito comercial para ocupar salas que não têm mais o quê exibir. Entre os destaques desta semana, estão dois longas brasileiros premiados, “Pacarrete”, grande vencedor do último festival presencial de Gramado, no ano passado, e “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou”, selecionado para representar o Brasil no Oscar 2021. A escolha de um documentário para concorrer à categoria de Filme Internacional da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA é inusitada, mas a inesperada participação brasileira no Oscar passado também se deu por conta de um filme do gênero – “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa. Além disso, a obra de Barbara Paz tem muitos méritos. “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou” teve uma trajetória internacional premiada, vencendo, entre outros, o troféu de Melhor Documentário do Festival de Veneza do ano passado. Homenagem ao cineasta Hector Babenco, que sua parceira cineasta registra em seus últimos instantes de vida – ele morreu em 2016, depois de uma luta contra o câncer – , o filme também serve de testamento das realizações de um dos maiores cineastas do Brasil – mesmo ele sendo argentino. “Pacarrete”, por sua vez, foi recebida com aplausos de pé em Gramado. Os elogios foram direcionados especialmente à performance da atriz Marcélia Cartaxo, que venceu um Urso de Prata no Festival de Berlim no começo da carreira, por “A Hora da Estrela” (1985), e voltou a conquistar um grande prêmio, o Kikito de Melhor Atriz por seu trabalho na nova obra, dando vida à história real de uma mulher de Russas, no interior do Ceará. Bailarina e ex-professora, a personagem-título sonha em se apresentar na principal festa da cidade. Com voz estridente, grita frases desconexas pelas ruas — e é simplesmente tachada de louca pelos moradores. Mas nunca se dá por vencida, defendendo sua arte em protesto e resistência. “Todo artista precisa resistir. Viva o cinema brasileiro”, disse Marcélia Cartaxo, ao receber seu troféu no festival gaúcho – um dos oito conquistados pelo filme de Allan Deberton. A lista de lançamentos brasileiros ainda inclui dois longas de diretores estreantes: “Mulher Oceano”, de Djin Sganzerla (filha de Rogério Sganzerla e Helena Ignez), que filma a si mesma como duas mulheres, e “Boni Bonita”, de Daniel Barosa, passado às margens da cena pop-rock brasileira, com participações de Otto, Ney Matogrosso e premiado no Festim Lisboa. Já entre os poucos títulos internacionais, o destaque é o sul-coreano “Invasão Zumbi 2: Península”, continuação do terror-sensação de 2016, novamente dirigido por Yeon Sang-ho, que entretanto não repete o mesmo impacto e tensão do filme original. Confira abaixo os trailers de todos os filmes que entram em cartaz nesta quinta-feira (26/11). Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou | Brasil | 2019 Pacarrete | Brasil | 2019 Mulher Oceano | Brasil | 2019 Invasão Zumbi 2: Península | Coreia do Sul | 2020 Meu “Querido” Elfo | Rússia | 2019
Mads Mikkelsen entra no lugar de Johnny Depp em Animais Fantásticos 3
A Warner Bros. oficializou a participação de Mads Mikkelsen (o “Hannibal”) em “Animais Fantásticos 3”. O astro dinamarquês foi escalado como o bruxo Gellert Grindelwald no lugar de Johnny Depp, que o estúdio pressionou a se demitir da produção. Depp desempenhou o papel no final do primeiro filme e dominou o segundo, que foi batizado com o nome de seu personagem, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”. Na época, sua escalação gerou controvérsias e levou o tabloide britânico The Sun a questionar a decisão da Warner de trabalhar com um “espancador de esposa”, referindo-se a insinuações existentes na época do divórcio entre o ator e a atriz Amber Heard. Depp não gostou da frase e decidiu processar o jornal. O processo aconteceu neste ano e o ator perdeu. Ele ainda tentou apelar, mas nesta quarta (23/11) teve a tentativa barrada pela justiça britânica por não haver “uma perspectiva razoável de sucesso” em sua causa. O processo, porém, trouxe à tona vários detalhes pouco lisonjeiros da vida privada de Depp, com fotos, gravações e testemunhos de seu comportamento violento e sua relação desregrada com as drogas e o álcool, que levaram o juiz Andrew Nicol a concluir que a afirmação do tabloide era “substancialmente verdadeira”. Sua decisão concluiu: “Eu descobri que a grande maioria dos alegados ataques à Sra. Heard pelo Sr. Depp foram comprovados de acordo com o padrão civil”. Após a sentença, a Warner pediu a Depp para desistir do filme e anunciou que estava procurando um novo ator para substituí-lo. Muitos fãs imaginaram voltar a ver Colin Farrell na franquia. Ele apareceu como um disfarce de Grindelwald no primeiro filme, de 2016, mas está atualmente ocupado com as filmagens de “Batman”, onde vive o Pinguim. “Animais Fantásticos 3” tem roteiro de J.K. Rowling, criadora de “Harry Potter”, que também enfrenta seu próprio problema de relações públicas após assumir postura transfóbicas nas redes sociais. A direção está a cargo de David Yates, veterano da franquia “Harry Potter” que assinou os dois longas anteriores. E o elenco voltará a juntar os intérpretes dos filmes anteriores, incluindo Eddie Redmayne, Jude Law, Katherine Waterston, Dan Fogler, Alison Sudol e Ezra Miller – outro envolvido em polêmica, por suposta agressão a uma fã. Após os últimos desdobramentos, a estreia do longa, que estava programada para 12 de novembro de 2021, foi adiada para 15 de julho de 2022.
Diane Keaton chama nova versão de O Poderoso Chefão 3 de “sonho que virou realidade”
A atriz Diane Keaton disse ter ficado impressionada pela nova versão de “O Poderoso Chefão 3”, reeditada pelo diretor Francis Ford Coppola para relançamento nos cinemas e em streaming. “Assistir [a nova versão] foi um dos melhores momentos da minha vida”, elogiou Keaton, em entrevista para a revista Variety. “Para mim, foi um sonho que virou realidade. Eu vi o filme sob uma luz completamente diferente. Quando eu vi lá atrás, minha reação foi ‘Oh, eu não sei.’ Não parecia funcionar muito bem e as críticas não eram boas. Mas Francis reestruturou o começo e o fim e, nossa, como funcionou.” Coppola ficou seis meses trabalhando na edição, que contou com a revisão dos negativos originais, guardados em mais de 300 caixas, para recuperar a obra, que encerrou com críticas apenas medianas uma trilogia que tinha começado excepcional. Com a nova versão finalmente finalizada, ele convidou o elenco original para uma exibição privada no estúdio da Paramount. E Keaton se maravilhou, lembrando da diversão que foram as filmagens no final dos anos 1980. “Isso me levou de volta”, diz Keaton. “Naquela época, eu estava meio que com Al. Eu realmente gostei do Andy Garcia [co-estrela]. Estávamos filmando na Itália. Foi um momento especial.” Mas ao ver o filme projetado nas telas em 1990, ela acabou concordando com a crítica. “E era uma das pessoas que não gostaram”, admite ela. “O que estava errado comigo? Por que eu não gostei disso antes? Eu meio que dei de ombros e pensei ‘tudo bem’.” Ela agora está convencida de que a reedição de Coppola fará as pessoas reconsiderarem o filme, inclusive um de seus elementos mais difamados, a atuação de Sofia Coppola como filha de Michael Corleone, Mary. Ela quase não tinha experiência em atuação quando substituiu Winona Ryder, que caiu doente pouco antes das filmagens, e os críticos dilaceraram sua atuação, chamando-a de amadora e pouco convincente. “Isso não vai acontecer mais”, diz Keaton, argumentando que a nova edição dá ao desempenho de Sofia Coppola mais chance de brilhar. “Ela é como uma filha seria se você tivesse este cara como seu pai, o chefe de uma organização criminosa. Ela não estava tão segura de si e está meio quieta. Meio assombrado. Achei ela fantástica. ” Keaton contou que conseguiu até mesmo deixar de lado sua antiga aversão a se ver na tela para apreciar o filme. “Nunca é divertido me ver”, diz Keaton. “Eu moro comigo. Eu não quero me ver na tela”, conta. Mas apesar de ser sua crítica mais dura, ela vê seu trabalho como Kay Corleone, a ex-esposa de Michael, como um dos destaques de uma carreira que inclui filmes amados como “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa”, “Reds” e “Alguém tem que Ceder”. “Os filmes de ‘O Poderoso Chefão’ são realmente poderosos”, diz Keaton. “Eles estão cheios deste mundo criminoso. Há uma intensidade e questões familiares. Acho que é muito fácil entender por que eles são amados.” Rebatizado de “O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone”, o filme terá lançamento limitado nos cinemas brasileiros em 3 de dezembro e chegará em PVOD para locação digital cinco dias depois. E Keaton torce para que o público prefira e possa vê-lo nos cinemas, “com ótima música e ótimo som, para que ele possa levar você para longe”, diz ela. “Eu gosto de filmes grandes. Eu gosto deles na minha cara. Você fica imerso neles dessa forma. Isso tira você de sua vida mundana e idiota. Eu falo por mim, é claro. ” Veja o trailer legendado da nova versão do filme de 1990 abaixo.
Mulher-Maravilha 1984 ganha novo pôster exclusivo para estreia no Brasil
A Warner Bros. Pictures Brasil revelou um pôster nacional exclusivo de “Mulher-Maravilha 1984”, que traz a heroína dos quadrinhos com um novo uniforme alado dourado. A imagem, por sinal, dá bastante ênfase para as asas do traje, que aparecem abertas, ocupando metade do cartaz. O novo visual reflete uma tendência curiosa das continuações de super-heróis, que sempre procuram mostrar os personagens em uniformes diferentes daqueles usados nos filmes anteriores. As mudanças vão tão longe que chegam a perder as referências originais. A imagem atual, por exemplo, é do segundo filme da Mulher-Maravilha, embora pareça sugerir a estreia da Mulher-Gavião no cinema. De todo modo, o estúdio aproveitou para fazer divulgação dupla, ao incluir o cartaz num post com o anúncio de sua participação na convenção virtual Comic Con Experience (CCXP), que este ano vai acontecer de 4 a 6 de dezembro como um evento digital e gratuito, rebatizado como CCXP Worlds. “Mulher-Maravilha 1984” é novamente dirigido por Patty Jenkins e traz de volta a atriz Gal Gadot como a personagem-título, Connie Nielsen como a Rainha Hipólita e Chris Pine como o Capitão Steve Trevor. Apesar de poucos detalhes sobre o enredo terem sido revelados, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord. Originalmente previsto para 4 de junho no Brasil, o filme teve seu lançamento adiado para 17 de dezembro, devido à pandemia do novo coronavírus. Com isso, a estreia vai acontecer oito dias antes dos EUA, onde a produção será lançada no Natal, simultaneamente nos cinemas e em streaming.












