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Filme

“Bluey: O Filme” troca 2D por 3D e divide fãs com primeiro teaser

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15 de agosto de 2026
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    Ator de Os 7 de Chicago será B.B. King no cinema

    30 de dezembro de 2020 /

    O ator Kelvin Harrison Jr. (visto recentemente em “Os 7 de Chicago”, “A Batida Perfeita” e “A Fotografia”) vai viver o lendário bluesman B.B. King, também conhecido como o Rei do Blues, no filme sobre Elvis Presley do diretor Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”). A produção da Warner Bros. foi retomada em setembro na Austrália após uma paralisação em março, quando o astro Tom Hanks contraiu covid-19. No filme ainda sem título, Hanks vai interpretar o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, enquanto Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) interpretará Elvis. Escrito por Luhrmann e Craig Pearce, o filme investiga a dinâmica complexa entre Elvis e o enigmático Parker ao longo de 20 anos, que levou à ascensão do cantor a um estrelato sem precedentes, tendo como pano de fundo a evolução da paisagem cultural e a perda da inocência dos EUA da época. No centro dessa jornada também estão algumas das pessoas mais significativas e influentes na vida de Elvis, como sua mãe Gladys, vivida por Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”), e sua esposa Priscilla, interpretada por Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”). Apesar da paralisação das filmagens durante a pandemia, a produção da Warner Bros. sofreu pouco atraso em seu cronograma de lançamento, com estreia adiada por apenas um mês, para novembro de 2021 nos EUA. Veja abaixo um dos mais antigos vídeos de B.B. King disponível no YouTube com boa qualidade.

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    Ray Fisher se recusa a fazer novos projetos da DC Films

    30 de dezembro de 2020 /

    Um dos motivos que explicam a falta de vontade da DC Films em dar continuidade à “Liga da Justiça” manifestou-se no Twitter. Após o chefão do estúdio, Walter Hamada, revelar planos para lançar seis filmes da DC por ano, o ator Ray Fisher, intérprete do Ciborgue, voltou a usar as redes sociais para atacar o executivo. Fisher linkou a entrevista de Hamada (no New York Times) sobre o futuro da DC Films, para declarar que não vai participar de “nenhuma produção associada a ele”. Fisher retomou uma briga que ele iniciou em setembro, ao revelar suposta conversa em que o executivo teria sugerido sacrificar algumas pessoas da produção da “Liga da Justiça” para preservar um dos produtores. Isto aconteceu em meio a várias polêmicas, como a denúncia feita pelo ator contra o diretor Joss Whedon por comportamento “abusivo” durante as refilmagens de “Liga da Justiça” e outras acusações, como racismo ou acobertamento de atitudes racistas – inclusive da parte do chefão da Warner Bros. Pictures, Toby Emmerich. “Para vocês entenderem o quão fundo isso vai: após eu expor o que aconteceu em ‘Liga da Justiça’, o presidente da DC Films [Walter Hamada] me ligou tentando que eu jogasse Joss Whedon e Jon Berg na fogueira e que eu pegasse leve com Geoff Johns. Eu não vou”, Fisher afirmou nas redes sociais, na ocasião. Agora, ele retoma a briga. “Walter Hamada é o mais perigoso tipo de facilitador. Ele mente, e sua tentativa fracassada de relações públicas de 4 de setembro procurou minar as questões reais por trás da investigação dos bastidores de ‘Liga da Justiça’. Não participarei de nenhuma produção associada a ele”, tuitou o ator nesta quarta (30/12). A tempestade de fogo de Fisher contra a WarnerMedia começou em 1º de julho num tuite em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Na primeira sexta de setembro, a WarnerMedia lançou um longo comunicado, o que não é típico do estúdio em situações de crise, disparando contra Fisher. “Em julho, os representantes de Ray Fisher pediram ao presidente da DC Films, Walter Hamada, que conversasse com o Sr. Fisher sobre suas preocupações durante a produção de ‘Liga da Justiça’. Os dois já haviam se falado quando o Sr. Hamada pediu que ele repetisse seu papel como Ciborgue no próximo filme da Warner Bros, do herói Flash, juntamente com outros membros da Liga da Justiça”, dizia o texto. “Em sua conversa de julho, o Sr. Fisher relatou divergências que teve com a equipe de criação do filme em relação à sua interpretação de Ciborgue, e reclamou que as revisões sugeridas do roteiro não foram adotadas. O Sr. Hamada explicou que diferenças criativas são uma parte normal do processo de produção e que o roteirista/diretor de um filme deve, em última instância, ser responsável por esses assuntos”, continuou o comunicado. “Notavelmente, o Sr. Hamada também disse ao Sr. Fisher que levaria suas preocupações à WarnerMedia para que eles pudessem conduzir uma investigação. Em nenhum momento o Sr. Hamada ‘jogou alguém na fogueira’, como o Sr. Fisher falsamente alegou, ou fez qualquer julgamento sobre a produção da Liga da Justiça, na qual Hamada não teve envolvimento, pois as filmagens ocorreram antes do Sr. Hamada assumir sua posição atual”, segue a nota. “Embora o Sr. Fisher nunca tenha alegado qualquer conduta indevida contra ele, a WarnerMedia, no entanto, iniciou uma investigação sobre as preocupações que ele havia levantado sobre a representação de seu personagem. Ainda não satisfeito, Fisher insistiu que a WarnerMedia contratasse um investigador independente. Este investigador tentou várias vezes se encontrar com o Sr. Fisher para discutir suas preocupações, mas, até o momento, o Sr. Fisher recusou-se a falar com o investigador. A Warner Bros. continua comprometida com a responsabilidade e o bem-estar de cada elenco e membro da equipe em cada uma de suas produções. Ela também continua empenhado em investigar qualquer alegação específica e confiável de má conduta, o que até agora o Sr. Fisher não forneceu”, conclui o texto oficial. Em uma entrevista subsequente à Forbes, em outubro, Fisher indicou que as questões raciais desempenharam um papel nas decisões que levaram aos seus alegados maus-tratos no set da “Liga da Justiça”. Outras estrelas de “Liga da Justiça”, como Jason Momoa, o Aquaman, apoiaram a cruzada do colega nas redes sociais, enquanto o ator convocava uma investigação. “Coisas sérias aconteceram”, declarou Momoa. Já Gal Gadot, a Mulher Maravilha, disse ao Los Angeles Times que não participou das refilmagens com Fisher, mas também teve “minha própria experiência com [Whedon], que não foi a melhor, e tomei providências quando isso aconteceu. Eu levei minha denúncia aos chefes [da Warner], e eles deram um jeito”. Na noite de 11 de dezembro, a WarnerMedia divulgou uma declaração vaga e superficial de que sua investigação dos bastidores de “Liga da Justiça” foi “concluída e medidas corretivas foram tomadas”. Nenhum outro detalhe foi fornecido e nem os executivos do cinema da Warner Bros. sabiam que medidas foram estas. Pouco depois desta declaração, Fisher compartilhou um texto oficial que recebeu da WarnerMedia com um agradecimento pela “coragem de se apresentar e ajudar a empresa a criar um ambiente de trabalho inclusivo e mais igualitário para seus funcionários e parceiros”. Ele acrescentou sua própria declaração no Twitter: “Ainda há conversas que precisam acontecer e resoluções que precisam ser encontradas. Obrigado a todos por seu apoio e incentivo nesta jornada. Estamos à caminho.” Fisher ainda informou que a investigação “levou a uma ação corretiva”, afirmando que “já vimos” isso, mas outros desdobramentos “ainda estão por vir”. Na época, especulou-se que o comentário se referia a Joss Whedon, que duas semanas antes tinha abandonado a produção da fantasia “The Nevers”, que ele criou para a HBO, citando exaustão e acontecimentos sem precedentes de 2020 que afetaram sua vida de “maneiras que jamais poderia ter imaginado”. Não houve, até o momento, nenhuma outra repercussão visível da investigação. Por outro lado, a reportagem de domingo passado (27/12) do New York Times sobre os planos ambiciosos da DC Films informou que, apesar de Hamada prometer seis filmes por ano, nenhum deles seria continuação de “Liga da Justiça”. A HBO Max está investindo uma fortuna para relançar o filme como uma minissérie de quatro horas, totalmente reeditada pelo diretor original, Zack Snyder. Mesmo assim, de acordo com o jornal nova-iorquino, o estúdio avalia essa produção “como uma narrativa que não leva a lugar nenhum”.

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    Connie Nielsen: “Cena incrível de ação” das amazonas será restaurada em Liga da Justiça

    30 de dezembro de 2020 /

    A atriz Connie Nielsen, intérprete da rainha Hipólita (e mãe da heroína) nos filmes da Mulher-Maravilha, confirmou que Zack Snyder irá restaurar as cenas originais das amazonas em sua versão de “Liga da Justiça”, que será lançada pela HBO Max. “Zack me ligou e perguntou se eu ficaria contente com o lançamento dessa versão do filme”, contou a atriz durante entrevista ao site The Hollywood Reporter. “Lembro que falei, ‘Bem, você vai trazer de volta o capítulo original das amazonas? Do jeito que foi escrito e gravado?’ E ele respondeu, ‘Absolutamente.’ E então continuei, ‘E Zack, você também vai trazer de volta aquela cena incrível de ação onde (Hipólita) corre pelas paredes?’ E ele respondeu, ‘É claro que sim.’ E terminei dizendo, ‘Ótimo, você com certeza têm minha bênção!’” A atriz confessou que tinha ficado muito chateada com a versão cinematográfica, especialmente por conta do corte da grande sequência de ação envolvendo Hipólita e Antiope (Robin Wright). “O mais triste foi ver tanto material sendo deixado de lado. E sinto que isso fez a versão dos cinemas de ‘Liga da Justiça’ ser menos coesa, não trazendo uma boa experiência ao público. As intenções durante a edição não eram as mesmas da época das filmagens.” Oficialmente intitulado, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, mas conhecido popularmente como “Snyder Cut”, a versão de “Liga da Justiça” como minissérie de 4 horas deve chegar à HBO Max em março.

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    Bilheterias brasileiras desabam sem cinemas de São Paulo

    30 de dezembro de 2020 /

    O fechamento dos cinemas de São Paulo durante o fim de semana de Natal, como prevenção contra o alastramento da pandemia de coronavírus, teve forte impacto na arrecadação das bilheterias brasileiras. Ao todo, 172,9 mil pessoas foram aos cinemas do país entre quinta e domingo (27/12), segundo dados da consultoria Comscore. O número representa uma queda de 67,3% na comparação com a semana anterior. O contraste se tornou ainda maior porque a estreia de “Mulher Maravilha 1984”, na semana anterior, tinha sido responsável pela melhor bilheteria desde o começo da pandemia: 529,8 mil espectadores e R$ 9,2 milhões arrecadados de quinta ao domingo retrasado (20/12). Além da queda de público, a renda dos ingressos caiu para R$ 3,1 milhões. Mesmo com o maior parque exibidor fechado, o filme estrelado por Gal Gadot foi o mais assistido. Teve 147,9 mil espectadores e arrecadou R$ 2,7 milhões, respondendo por 87% de toda a movimentação financeira do fim de semana.

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    Filme que vai reiniciar Resident Evil termina produção

    29 de dezembro de 2020 /

    A Sony informou que as filmagens do novo filme de “Resident Evil” foram oficialmente encerradas. A novidade foi revelada pelo Twitter, com uma foto dos bastidores. “Terminaram as filmagens em Raccoon City. Dirigido por Johannes Roberts”, diz o texto. Veja abaixo. A produção da Constantin Film, que será distribuída pela Sony, mesma parceria dos seis filmes anteriores, será estrelada por Kaya Scodelario (“Predadores Assassinos”) e Robbie Amell (“A Babá”), que viverão os irmãos Claire e Chris Redfield, personagens clássicos dos games. Além deles, Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e a Vespa”) será Jill Valentine, a policial mais durona de Raccoon City, Avan Jogia (“Victorious”) será Leon Kennedy, um agente federal da divisão antiterrorismo, Tom Hopper (o Luther de “The Umbrella Academy”) viverá o vilão Albert Wesker, cientista da temível Umbrella Corporation, e Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”) dará vida ao virologista William Birkin, responsável pelas experiências de T-vírus que originaram a pandemia zumbi. Não há uma nova Alice, porque a personagem popularizada por Milla Jovovich nos filmes anteriores nunca fez parte dos games. Portanto, não se trata exatamente de um prólogo, como chegou a ser anunciado em alguns lugares, mas de um recomeço completo da franquia. Roteiro e direção estão a cargo de Johannes Roberts (“Medo Profundo”), que disse, em comunicado: “Com este filme, eu realmente queria voltar aos dois primeiros jogos originais e criar a terrível experiência visceral que tive quando os joguei pela primeira vez, enquanto ao mesmo tempo contava uma história humana fundamentada sobre uma pequena cidade americana enferma, algo que parece ainda mais relevante para o público de hoje”. O filme ainda não tem previsão de estreia. Além desta produção de cinema, a franquia de games da Capcom também vai ganhar duas novas séries da Netflix: uma animada, que já teve primeiro vídeo revelado, e outra em live-action, ainda em estágios iniciais. “Resident Evil” completa 25 anos de seu lançamento original em 22 de março. That’s a wrap in Raccoon City. 🎬 diREcted by Johannes Roberts pic.twitter.com/q5mmQxjFQo — Sony Pictures (@SonyPictures) December 28, 2020

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    Contágio terá continuação de Steven Soderbergh

    29 de dezembro de 2020 /

    O diretor Steven Soderbergh vai realizar uma continuação de “Contágio”, longa de 2011 que previu a pandemia de covid-19 em detalhes assustadores. Ele revelou os planos em entrevista ao podcast Happy Sad Confused, dizendo que tem discutido a história com o roteirista do primeiro filme, Scott Z. Burns. “Scott e eu temos conversado sobre ‘qual é a sequência de uma história como Contágio?’ E trabalhamos nisso”, disse o cineasta. Soderbergh ainda descreveu o novo filme como “um tipo de sequência filósofica a ‘Contágio’, mas em um diferente contexto. Você verá os dois como um par, mas com cores de cabelo diferentes”, explicou. “Contágio” virou hit durante o começo da pandemia, no início do ano, graças à semelhança com os desdobramentos do coronavírus na vida real. O filme mostrava uma epidemia mundial originada na China, cujos sintomas iniciais pareciam uma gripe e que rapidamente se espalha pelo no mundo inteiro, transmitida inicialmente por turistas vindos do território chinês. A trama também mostrou o trabalho de trolls da desinformação na internet, interesses financeiros escusos por trás da divulgação maciça de um remédio sem eficácia comprovada contra a doença, a contaminação fatal de funcionários do serviço de saúde e o longo caminho para a aprovação e a distribuição da vacina. Confira abaixo o trailer original do longa, que tem um elenco impressionante (Matt Damon, Gwyneth Paltrow, Kate Winslet, Jude Law, Laurence Fishburne e Marion Cotillard, entre outros).

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    Michael B. Jordan vai dirigir Creed 3

    29 de dezembro de 2020 /

    A atriz Tessa Thompson contou que Michael B. Jordan, seu colega no elenco de “Creed”, vai dirigir o terceiro filme da franquia. “Ele vai dirigir o próximo ‘Creed’, sim”, afirmou a estrela de “Thor: Ragnarok”, em entrevista à MTV News, abordando um rumor que chegou a ser especulado pelo site Deadline. O primeiro “Creed” foi dirigido por Ryan Coogler (“Pantera Negra”) e “Creed 2” por Steven Caple Jr. (“Grown-ish”). Thompson e Jordan estão confirmados em “Creed 3”, mas Sylvester Stallone ainda não confirmou se continuará atuando na franquia, que é um spin-off de “Rocky”. O filme também não tem previsão de início para as filmagens. “Não vamos fazer isso até mais tarde no ano [que vem]”, revelou a atriz.

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    Channing Tatum vai estrelar comédia romântica com Sandra Bullock

    28 de dezembro de 2020 /

    O ator Channing Tatum (“Magic Mike”) está nas negociações finais para co-estrelar a comédia “The Lost City of D”, ao lado de Sandra Bullock (“Gravidade”). Descrito como uma comédia romântica no estilo de “Tudo por uma Esmeralda”, o filme segue uma romancista reclusa (Bullock) que tinha certeza de que nada poderia ser pior do que ficar presa em uma turnê de livro com seu modelo de capa (Tatum), até que uma tentativa de sequestro coloca os dois em uma aventura implacável na selva, provando que a vida pode ser muito mais estranha e mais romântica do que qualquer uma das ficções baratas. Dana Fox (“Megarrromântico”) escreveu o roteiro baseado em uma ideia de Seth Gordon (“Quero Matar Meu Chefe”), que também está produzindo o filme junto com Bullock para a Paramount Pictures. A direção está a cargo dos irmãos Adam e Aaron Nee (“The Last Romantic”) e ainda não há previsão de estreia.

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    Luccas Neto vai lançar seu 10º filme em janeiro

    28 de dezembro de 2020 /

    O criador de conteúdo infantil Luccas Neto vai lançar seu 10º filme em janeiro, “Luccas Neto em Acampamento de Férias 3”. São 10 filmes em praticamente dois anos de produção. O primeiro, “Luccas Neto em Perdidos na Noite de Natal”, saiu em dezembro de 2018. Depois, foram quatro títulos em 2019 e mais quatro neste ano. As produções geralmente contam com participação da atriz Giovanna Alparone e ainda exploram os lançamentos musicais de suas trilhas sonoras. Além de atuar, Luccas Neto produz a nova obra e divide o roteiro com Marcio Vianna. Veja abaixo uma cena musical de “Luccas Neto em Acampamento de Férias 3”, que chega nas plataformas de VOD a partir do dia 13 de janeiro.

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    Diretor da DC planeja lançar seis filmes de super-heróis por ano – dois deles na HBO Max

    28 de dezembro de 2020 /

    O chefe da DC Films, Walter Hamada, deu uma entrevista ao jornal The New York Times no domingo (27/12), numa reportagem sobre o futuro dos filmes de super-heróis da Warner. Segundo o executivo, a partir de 2022 haverá até quatro estreias da DC Comics nos cinemas por ano. Os títulos serão baseados nos quadrinhos mais populares da editora, filmados com grande orçamento e projetados para a tela grande. Além disso, o plano inclui mais dois filmes adicionais “focados em personagens mais arriscados, como Batgirl e Super Choque (Static Shock)”, para lançamento anual na HBO Max. Séries derivadas de filmes também serão tratadas como prioridade e Hamada admite que, “com cada filme que estamos vendo agora, pensamos: ‘Qual é o potencial spin-off para a HBO Max?'” Os primeiros projetos dessa linha se relacionarão aos filmes “Batman” (um spin-off focado no departamento de polícia de Gotham City) e “O Esquadrão Suicida” (uma série do vilão Pacificador). Hamada acredita que os cinéfilos e os assinantes da HBO Max não deverão ter problemas para entender que todos esses projetos existem no Multiverso da DC, um conceito que o filme do Flash vai apresentar quando for lançado – por isso, ele incluirá duas versões diferentes de Batman, vividas por Ben Affleck e Michael Keaton. A exceção entre os projetos que se multiplicam em streaming deve ficar por conta da nova versão de “Liga da Justiça”, do diretor Zack Snyder. O estúdio avalia essa produção “como uma narrativa que não leva a lugar nenhum”, de acordo com o jornal nova-iorquino. Em outras palavras, as chances da nova “Liga da Justiça” ganhar uma sequência, derivados ou mesmo influenciar futuros projetos são mínimas. Isso não é muito surpreendente e pode explicar por que Snyder tem mencionado continuar sua história em quadrinhos (provavelmente com arte do chefão da editora DC Jim Lee). O simples lançamento do “Snyder Cut” já pode ser considerado uma grande vitória para os fãs, é claro – que a Warner tenha topado fazer essa versão já é um grande choque. Mas se a minissérie de quatro horas estourar em audiência na HBO Max, tudo pode acontecer – o estúdio pode simplesmente mudar sua postura e continuar a história. “Acho que ninguém mais tentou isso”, diz Hamada, sobre as diferentes abordagens dos projetos da DC. “Mas o público é sofisticado o suficiente para entender. Se fizermos bons filmes, eles virão assisti-los.”

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    Demon Slayer vira maior bilheteria de todos os tempos no Japão

    28 de dezembro de 2020 /

    A animação baseada no mangá e no anime “Demon Slayer” bateu recorde de bilheteria do cinema japonês no fim de semana, ao ultrapassar “A Viagem de Chihiro”, animação de Hayao Miyazaki vencedora do Oscar, que desde 2001 se mantinha no topo de arrecadações com US$ 295,5 milhões. “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba the Movie – Mugen Train” atingiu, ao todo, US$ 313,9 milhões, de acordo com a distribuidora Aniplex. Graças aos baixos níveis de infecção de covid-19 no Japão, que mantém os cinemas em pleno funcionamento, o filme quebrou quase todos os recordes de bilheteria do Japão, tornando-se um fenômeno cultural inescapável no país. Lançada em 16 de outubro, a animação teve o maior faturamento bruto em um único dia (US$ 11,3 milhões) no Japão, o maior fim de semana de estreia (US$ 44 milhões), o título que chegou mais rapidamente a US$ 100 milhões (em apenas 10 dias) e o maior sucesso de Imax no país (com US$ 21 milhões). Vários meios de comunicação japoneses também especularam que o sucesso do Demon Slayer pode ter algo a ver com seus temas de resiliência em tempos difíceis. A produção é baseada em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge e serializado desde 15 de fevereiro de 2016 na revista semanal “Weekly Shōnen Jump”, com seus capítulos sendo reunidos em 18 volumes até o momento. A publicação também já tinha sido transformada num anime no ano passado, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto no Brasil na plataforma Crunchyroll. Por sinal, o filme é uma continuação direta da 1ª temporada do anime “Demon Slayer” e tem o mesmo diretor da série, Haruo Sotozaki, que estreia no cinema. A história acompanha Tanjiro Kamado e sua irmã, Nezuko, que levavam uma vida pacata até serem atacados por demônios. Além de perder todos seus familiares, Tanjiro viu sua irmã se transformar também em um demônio. Para tentar torná-la humana novamente e impedir que outros passem pelos mesmos transtornos, o menino se transforma em um matador de demônios.

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    Warner oficializa Mulher-Maravilha 3

    27 de dezembro de 2020 /

    O receio de que o lançamento simultâneo na HBO Max pudesse implodir a franquia da Mulher-Maravilha foi dissipado com o anúncio da produção de “Mulher-Maravilha 3”. O chefão do departamento cinematográfico da Warner Bros., Toby Emmerich, deu a notícia num comunicado efusivo, que celebrou o bom desempenho mundial do filme – US$ 85 milhões de bilheteria global – e também os recordes quebrados pela estratégia de disponibilizar o filme na HBO Max, ao mesmo tempo de sua estreia nos cinemas. “À medida que fãs ao redor do mundo continuam a abraçar Diana Prince, rendendo uma forte presença no fim de semana de abertura da ‘Mulher-Maravilha 1984’, ficamos empolgados em poder continuar sua história com nossas Mulheres Maravilhas da vida real – Gal e Patty – que voltarão para concluir a longamente planejada trilogia cinematográfica”, disse Emmerich. Gal Gadot, intérprete da Mulher-Maravilha, chegou a dizer, no sábado (26/3), que esperava concluir a trilogia. Mas Patty Jenkins também está contratada para dirigir o filme “Star Wars: Rogue Squadron”, que a Disney planeja lançar no Natal de 2023. Com isso, não está claro quando as duas poderão voltar a se juntar para filmar “Mulher Maravilha 3”. De todo modo, a cineasta já falou abertamente sobre os planos para uma terceira história por vários anos, observando que, ao contrário dos dois primeiros longas, o final da trilogia se passará nos dias atuais.

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    Mulher-Maravilha 1984 lidera bilheterias e quebra recorde da HBO Max nos EUA

    27 de dezembro de 2020 /

    “Mulher-Maravilha 1984” teve uma arrecadação estimada em US$ 16,7 milhões em sua estreia no fim de semana de Natal, nos EUA e Canadá. Com isso, não superou os US$ 20,2 milhões de “Tenet”, o campeão da pandemia, e ainda entrou para a História como a pior estreia em décadas de um líder de arrecadação de Natal. Mas vale lembrar que “Tenet” teve exibição em 2,8 mil salas, enquanto a continuação de “Mulher-Maravilha” (2017) entrou em cartaz em 2,1 mil cinemas, num circuito que mantém somente 40% das salas em operação – e os cinemas que estão abertos trabalham com metade de suas lotações, devido aos protocolos da pandemia. O filme da super-heroína teve desempenho melhor no exterior, onde atingiu US$ 68,3 milhões, fazendo sua bilheteria total chegar a US$ 85 milhões. “Tenet” faturou só US$ 53 milhões em sua estreia internacional, mas o montante de “Mulher Maravilha 1984” já contabiliza duas semanas de exibição. O desempenho foi comemorado pela Warner, que também lançou o longa na plataforma HBO Max. A empresa estaria imensamente satisfeita com o volume de assinaturas criado com a estratégia de distribuição simultânea do filme em sua plataforma. Quase metade dos assinantes da HBO Max assistiram ao filme no dia de sua estreia, e o total de horas de utilização do serviço triplicou na sexta-feira (25/12), segundo afirmou a Warner em comunicado. “'”Mulher-Maravilha 1984′ quebrou recordes e superou nossas expectativas em todas as nossas principais visualizações e métricas de assinantes nas primeiras 24 horas no serviço, e o interesse e o impulso que estamos vendo indicam que isso provavelmente continuará além do fim de semana”, disse o chefe da plataforma da WarnerMedia, Andy Forssell. É impossível saber quanto mais o filme teria feito na bilheteria se não tivesse sido exibido na HBO Max, mas a Warner tem enfrentado a pandemia com uma estratégia focada no fortalecimento de seu espaço digital. Após “Mulher Maravilha 1984”, toda a lista de estreias de cinemas de 2021 do estúdio seguirá o mesmo caminho, com distribuição simultânea nos cinemas e na HBO Max. A decisão gerou fúria em Hollywood, mas os números podem estar do lado da Warner. As outras estreias da semana acabaram ofuscadas pela produção da super-heroína. O western dramático “Relatos do Mundo” (News of the World), estrelado por Tom Hanks, abriu com US$ 2,4 milhões em 1,9 mil cinemas. A Universal esperava arrecadar pelo menos US$ 3 milhões. Mas sua bilheteria foi suficiente para lhe garantir o 2º lugar. Já a segunda produção da Universal da semana, o thriller “Bela Vingança” (Promising Young Woman), estrelado por Carey Mulligan, fez US$ 680 mil em 1,3 mil salas e fechou o Top 5 – atrás de “The Croods 2: Uma Nova Era” e “Monster Hunter”. A Universal é o estúdio que mais estreia filmes na pandemia, devido a um acordo com os exibidores que lhe permite disponibilizar os títulos em PVOD (para locação digital premium) apenas três fins de semana após seus lançamentos cinematográficos.

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