Veja a apresentação completa da Marvel no Dia do Investidor da Disney
Perdeu algum dos anúncios da Marvel no evento Dia dos Investidor da Disney? A apresentação do chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, chegou ao YouTube, listando todas as séries e filmes revelados e atualmente em desenvolvimento para estreia até 2023. Durante cerca de 20 minutos de duração, Feige apresenta trailers, faz revelações de projetos inéditos, confirma elencos e define as datas de estreias de cada atração. Entre as novidades, destaca-se o crossover “Secret Invasion”, estrelado por Samuel L. Jackson como Nick Fury, os planos para duas séries focadas no legado do Homem de Ferro e a chegada do Quarteto Fantástico ao MCU (universo cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Tudo já foi bastante detalhado na Pipoca Moderna, mas a voz de Feige deixa mais claro como cada lançamento se conecta ao outro, formando um grande quadro, que amplia ainda mais o MCU, enquanto introduz uma nova geração de heróis – os Jovens Vingadores.
Carol Sutton (1933 – 2020)
A atriz Carol Sutton, que fez carreira no teatro, mas também apareceu no cinema em filmes como “Flores de Aço” (1989), “O Júri” (2003) e “Ray” (2004), morreu na sexta-feira (11/12) de complicações causadas pela covid-19, aos 87 anos em Nova Orleans. “Carol Sutton foi praticamente a rainha do teatro de Nova Orleans, tendo enfeitado os palcos da cidade por décadas”, disse a prefeita da cidade, LaToya Cantrell, no comunicado que informou o falecimento da atriz. “O mundo pode reconhecê-la por suas atuações em filmes e na TV – seja nas série ‘Treme’ ou no filme ‘O Júri’ – , mas sempre nos lembraremos de sua presença de palco dominante, seus personagens ricamente retratados e o coração caloroso que ela compartilhou com seus colegas de elenco e equipe em produções como ‘4000 Miles’ e ‘A Raisin in the Sun’. Que ela descanse na paz perfeita de Deus”, acrescentou a prefeita. Ela estreou no teatro na década de 1960 e subiu centenas de vezes aos palcos desde então. Seus créditos mais recentes no cinema e na televisão incluem os filmes “O Último Exorcismo” (2010), “Histórias Cruzadas” (2011), “Anjos da Lei” (2012), “Belas e Perseguidas” (2015) e “As Rainhas da Torcida” (2019), além das séries “True Detective”, “Lovecraft Country” e “Queen Sugar”. Ava DuVernay, criadora de “Queen Sugar”, tuitou: “Foi uma honra dar as boas-vindas a esta atriz veterana de teatro e cinema na nossa série como Tia Martha no episódio 409. Que ela descanse em paz e no poder.”
Druk – Mais uma Rodada vence prêmio de Melhor Filme Europeu do ano
A Academia Europeia de Cinema (EFA, na sigla em inglês) consagrou “Druk – Mais uma Rodada” (Another Round), novo longa do diretor Thomas Vinterberg, como Melhor Filme Europeu do ano. Grande vencedor da cerimônia de premiação, que aconteceu de forma virtual na tarde deste sábado (12/12), “Druk – Mais uma Rodada” conquistou todos os quatro troféus a que concorria, incluindo ainda Melhor Direção, Roteiro (também de Vinterberg) e Ator (Mads Mikkelsen). O cineasta dinamarquês é um velho frequentador da premiação. Ele já tinha sido consagrado com o Prêmio Descoberta (da Crítica) em 1998 por um de seus primeiros longas, “Festa de Família”, e vencido o troféu de Roteiro por “A Caça”, em 2012. Mas é a primeira vez que leva o troféu principal dos European Awards, bem como o reconhecimento por ter feito a Melhor Direção do ano. Já Mads Mikkelsen venceu seu prêmio após bater na trave três vezes anteriormente. Ele chegou a ser considerado favorito por “A Caça”, após ser premiado no Festival de Cannes pelo papel, mas precisou fazer nova parceria com Vinterberg para ter seu talento reconhecido pela Academia. Um dos filmes mais elogiados de 2020, “Druk – Mais uma Rodada” também já tinha sido premiado no Festival de Londres, San Sebastian e Ghent. A trama gira em torno de Martin, interpretado por Mikkelsen, um tutor, marido e pai que já foi brilhante, mas se tornou apenas uma sombra de si mesmo após embarcar numa jornada alcoólica para testar uma teoria. A 33ª edição da premiação europeia também destacou a alemã Paula Beer como Melhor Atriz por seu trabalho em “Undine”, três anos após sua primeira indicação (por “Frantz”). Comandado pelo apresentador de TV alemão Steven Gätjen, que apresentou os prêmios em Berlim, com participação remota dos indicados, o evento ainda definiu a produção francesa “Un Triomphe”, de Emmanuel Courcol, como Melhor Comédia do ano, “Collective”, de Alexander Nanau, como Melhor Documentário, e “Josep”, de Aurel, como a Melhor Animação. A maioria dos premiados pela EFA ainda é inédita no Brasil, mas os assinantes da Netflix conhecem bem pelo menos um dos títulos: o terror espanhol “O Poço”, vencedor da categoria de Efeitos Visuais e que deu muito o que falar quando foi lançado em streaming no começo do ano. Veja abaixo a lista completa dos vencedores. Melhor Filme Europeu “Druk – Mais uma Rodada” Melhor Diretor Europeu Thomas Vinterberg, “Druk – Mais uma Rodada” Melhor Ator Europeu Mads Mikkelsen, “Druk – Mais uma Rodada” Melhor Atriz Europeia Paula Beer, “Undine” Melhor Roteirista Europeu Thomas Vinterberg & Tobias Lindholm, “Druk – Mais uma Rodada” Melhor Comédia Europeia “Un Triomphe”, de Emmanuel Courcol Melhor Animação Europeia “Josep”, de Aurel Melhor Documentário Europeu “Collective”, de Alexander Nanau Melhor Curta Europeu “All Cats Are Grey In The Dark”, de Lasse Linder Melhor Fotografia Europeia Matteo Cocco, de “A Vida Solitária de Antonio Ligabue” Melhor Edição Europeia Maria Fantastica Valmori, “Il Varco – Once More Unto the Breach” Melhor Desenho de Produção Europeu Cristina Casali, “The Personal History Of David Copperfield” Melhor Figurino Europeu Ursula Patzak, “A Vida Solitária de Antonio Ligabue” Melhor Cabelo e Maquiagem Europeus Yolanda Pina, Felix Terrero, Nacho Diaz, “La Trinchera Infinita” Melhor Trilha Sonora Europeia Dascha Dauenhauer, “Berlin Alexanderplatz” Melhor Som Europeu Yolande Decarsin, “Pequena Garota” Melhores Efeitos Visuais Europeus Inaki Madariaga, “O Poço” Prêmio EFA para Narrativa Inovadora Mark Cousins, “Women Make Film: A New Road Movie Through Cinema” Descoberta Europeia – Prêmio da Crítica Carlo Sironi, “Sole” Prêmio de Coprodução Eurimages Luis Urbano
Julia Rabello, Thati Lopes e Natália Lage vão filmar comédia no Uruguai
A Migdal Filmes, produtora do sucesso de bilheteria “Minha Mãe É uma Peça”, começa a filmar em janeiro sua próxima comédia de apelo popular. Intitulada “La Situacion”, a produção foi apresentada na coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, como uma espécie de versão feminina e nacional do sucesso americano “Se Beber Não Case”. Só que não a sinopse tem bebida. Nem mesmo casamento. A comédia vai acompanhar três amigas que se juntam para uma viagem à fronteira da Argentina com Paraguai, onde está o terreno que uma delas acabou de herdar. No caminho, acabam confundidas com outras mulheres e passam a ser perseguidas pela polícia e por bandidos locais. As protagonistas serão vividas por Julia Rabello (“Ninguém Tá Olhando”), Thati Lopes (“Socorro, Virei uma Garota!”) e Natália Lage (“A Divisão”). E embora a trama se passe entre a Argentina e o Paraguai, as filmagens vão acontecer no Uruguai em função da pandemia – o país tem um dos menores níveis de contágio do mundo. A direção é de Tomás Portella (“Operações Especiais”), que já teria despachado uma equipe ao país vizinho em pré-produção para as filmagens.
Documentário de Ariana Grande ganha trailer da Netflix
A Netflix divulgou o trailer de “Excuse Me, I Love You”, documentário que registra bastidores e shows da turnê “Sweeter”, de Ariana Grande. Os shows ocorreram entre março e dezembro de 2019 – e não passaram pelo Brasil. Foram 68 datas na América do Norte e 29 na Europa, com 1,3 milhões de ingressos vendidos. A turne, que agora poderá ser vista em casa, inclui o repertório dos discos “Sweetener” e “Thank U, Next” — com direito a hits como “God Is a Woman”, “No Tears Left to Cry”, “7 Rings” e faixa-título “Thank U, Next”. Além disso, a prévia mostra muitos momentos íntimos da artista, com direito à correria e lágrimas nos camarins. Vale lembrar que Ariana já lançou um álbum ao vivo dessa turnê. “K Bye For Now” foi disponibilizado na véspera do show de encerramento da excursão, em dezembro do ano passado. Já o filme será disponibilizado em streaming no próximo dia 21 de dezembro.
Vídeo mostra os “erros de gravação” de Tudo Bem no Natal que Vem
A Netflix divulgou um vídeo com os “erros de gravação” da comédia “Tudo Bem no Natal que Vem”, estrelada por Leandro Hassum. O vídeo dá uma mostra da zoeira que rolou nos bastidores, onde a descontração, aparentemente, foi total. O filme superou expectativas ao virar um sucesso internacional. Segundo o site Flixpatrol, especializado em rankings de audiência de streaming, a produção nacional, que foi batizada de “Just Another Christmas” no exterior, foi o 3º filme mais visto da Netflix em seu fim de semana de estreia em todo o mundo. Além disso, a produção assumiu o 1º lugar da audiência em vários países europeus, como Portugal, Alemanha, Suíça, Áustria e Luxemburgo. O filme também liderou o ranking brasileiro, é claro. Com roteiro de Paulo Cursino e direção de Roberto Santucci, com quem Hassum já tinha trabalhado nas franquias “Até Que a Sorte Nos Separe” e “O Candidato Honesto”, o longa acompanha o rabugento Jorge, que após desmaiar num tombo acorda apenas um ano mais tarde, sem saber o que fez nos 364 dias anteriores. Com o passar do tempo, ele percebe que está condenado a continuar acordando, ano após ano, na véspera de Natal – e a partir daí, precisa lidar com as consequências do que o seu “outro eu” fez nos meses que passaram. A trama segue a tendência das comédias de tema fantástico, que vive boom no Brasil. Como as outras produções similares, esta também é repleta de elementos de filmes americanos conhecidos – no caso, “Click” (2006) e “Feitiço do Tempo” (1993). A produção também marca um reencontro entre Hassum e Danielle Winits, após os dois viverem um casal no primeiro “Até Que a Sorte Nos Separe” de 2012 – a atriz foi substituída por Camila Morgado nas continuações de 2013 e 2015. Desta vez, Winits vive a segunda esposa de Jorge. O elenco ainda conta com Elisa Pinheiro, Louise Cardoso, Levi Ferreira, Arianne Botelho, Miguel Rômulo e Rodrigo Fagundes.
Barbara Windsor (1937 – 2020)
A atriz britânica Barbara Windsor, bastante popular no Reino Unido por estrelar mais de 1,5 mil episódios da longeva novela “EastEnders” e os filmes da franquia “Carry on”, como “Manda Ver, Doutor” (1967) e “Fuzarca no Acampamento” (1969), morreu na última quinta-feira (10/12), aos 83 anos, de causas não reveladas. Ela teria morrido “em paz” na casa de repouso que vivia em Londres, ao lado do marido, Scott Mitchell. “Eu perdi minha mulher, minha melhor amiga e minha alma gêmea. Meu coração e minha vida nunca mais serão os mesmos sem você”, disse o viúvo. Acompanhada pelo marido, Barbara lidou em seus últimos sete anos com o Alzheimer. “Sempre serei imensamente orgulhoso da coragem, dignidade e generosidade com que Barbara lidou com sua doença, enquanto ainda tentava ajudar outros, sensibilizando enquanto pôde”, explicou Mitchell. Nascida no condado de Londres, Barbara começou sua carreira no teatro aos 13 anos. Seu primeiro filme foi a comédia colegial “The Belles of St. Trinian’s” (1954), quando tinha 17. No total, ela fez 31 longas-metragens, nove deles da franquia cômica britânica “Carry On”, lançados entre as décadas de 1960 e 1970. Outros títulos de destaque em sua filmografia incluem a comédia “Ela Era Irresistível” (1960), com Jayne Mansfield, o drama racial “Lá Fora Ruge o Ódio” (1961), o cultuado “Névoas do Terror” (1965), em que Sherlock Holmes investiga os crimes de Jack, o Estripador, a fantasia musical “O Calhambeque Mágico” (1968), com Dick Van Dyke, e a comédia “O Namoradinho” (1971), com Twiggy. Seu papel mais conhecido no Reino Unido foi o de Peggy Mitchell, a proprietária do pub The Queen Victoria na novela “EastEnders”, da BBC. Barbara entrou no elenco em 1994 e logo popularizou o bordão “Saiam do meu pub!”. Apesar de ter sido diagnosticada com Alzheimer em 2014, ela continuou trabalhando na atração até 2016. Depois de se afastar da TV, Barbara foi condecorada dama pela familia real britânica, por sua contribuição para o entretenimento e para a filantropia do país. Apesar de lutar contra os sintomas da doença, no ano passado encontrou-se com o primeiro-ministro Boris Johnson para aumentar a conscientização sobre o mal de Alzheimer.
Marcos Palmeira vai estrelar spin-off/prólogo de A Divisão
A Globoplay vai produzir o primeiro spin-off de suas séries. Isto porque Marcos Palmeira reviverá seu personagem de “A Divisão”, o delegado Benício, na nova série da plataforma “O Jogo que Mudou a História”. A trama também pode ser considerada um prólogo, já que o personagem aparecerá dez anos antes, quando ainda não estava envolvido com corrupção. Além disso, há uma espécie de “crossover” de bastidores na produção, que é uma criação da equipe de “Arcanjo Renegado”, o roteirista José Júnior e o diretor Heitor Dhalia. “O Jogo que Mudou a História” retratará a guerra do narcotráfico no Rio. A produção mostrará o surgimento das grandes facções criminosas, situando sua trama entre os anos de 1977 e 1989. As gravações estão previstas para começar em 2021 e também destacam o ator Matheus Nachtergaele no papel de gêmeos – um ex-policial, que começa a história na prisão por integrar um grupo de extermínio, e também um respeitado líder comunitário de uma favela, que não se envolve com o crime.
WarnerMedia conclui investigação sobre bastidores tóxicos de Liga da Justiça
Cinco meses depois que o ator Ray Fisher, o Ciborgue da “Liga da Justiça”, mencionou publicamente uma alegada má conduta durante as refilmagens do longa de 2017, a WarnerMedia concluiu uma investigação sobre o que teria acontecido nos bastidores da produção. Mas não vai compartilhar suas conclusões. “A investigação da WarnerMedia sobre o filme da ‘Liga da Justiça’ foi concluída e medidas corretivas foram tomadas”, disse resumidamente a WarnerMedia em um comunicado na noite de sexta-feira (11/12). A declaração, assinada pela chefe de comunicações globais da empresa, Christy Haubegger, é tudo o que a WarnerMedia tem a dizer sobre o assunto. A empresa não deu mais detalhes sobre quais medidas foram tomadas nem contra quem. O site Deadline teria apurado que executivos de alto escalão do departamento cinematográfico da Warner Bros foram surpreendidos pelo anúncio desta noite, também sem saber quem especificamente estava recebendo punição nesta situação. Por outro lado, Ray Fisher, o homem que exigiu a investigação sobre a conduta do diretor substituto Joss Whedon no set e os produtores do filme, aparentou estar claramente de bom humor. Pouco depois de a declaração da WarnerMedia ter sido divulgada, Fisher compartilhou um texto oficial que recebeu da WarnerMedia com um agradecimento pela “coragem de se apresentar e ajudar a empresa a criar um ambiente de trabalho inclusivo e mais igualitário para seus funcionários e parceiros”. Ele acrescentou sua própria declaração no Twitter: “Ainda há conversas que precisam acontecer e resoluções que precisam ser encontradas. Obrigado a todos por seu apoio e incentivo nesta jornada. Estamos à caminho.” Fisher ainda informou que a investigação “levou a uma ação corretiva”, explicamos que parte disso “já vimos”, mas outros desdobramentos “ainda estão por vir”. A especulação é que ele se refere a Whedon, que há duas semanas abandonou a produção da fantasia “The Nevers”, que ele criou para a HBO, citando exaustão e acontecimentos sem precedentes de 2020 que afetaram sua vida de “maneiras que jamais poderia ter imaginado”. Em julho, Fisher acusou Whedon no Twitter de tratar atores e outros membros da equipe de “Liga da Justiça” de maneira “nojenta, abusiva, não profissional e inaceitável” durante as filmagens. E alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, contratado para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. O ator manteve comportamento litigioso desde que fez a denúncia, envolvendo também outros figurões da Warner, como o próprio chefão do estúdio, Toby Emmerich, e o presidente da DC Films, Walter Hamada, e voltou ao Twitter, logo após o anúncio da saída de Whedon, para afirmar que as mudanças de bastidores em “The Nevers” eram consequências da investigação sobre “Liga da Justiça”, e que a “versão oficial” de exaustão seria uma forma encontrada pela Warner para não queimar o cineasta. Ou, na visão do ator, acobertar o comportamento do cineasta. “Não tenho intenção nenhuma de deixar Joss Whedon usar a velha tática hollywoodiana de ‘sair’, ‘deixar’ ou ‘se afastar’ para acobertar seu comportamento horrível. A investigação da WarnerMedia sobre ‘Liga da Justiça’ está a todo vapor há três semanas. Isso é sem dúvida um resultado disso”, escreveu o ator. Em outubro, ele foi além, chegando a insinuar que as decisões tomadas nas refilmagens de “Liga da Justiça” tiveram motivações racistas. “O apagamento de pessoas de cor da versão cinematográfica de 2017 de ‘Liga da Justiça’ não foi um acidente nem uma coincidência”, afirmou Fisher. “Antes do processo de refilmagem, conversas abertamente racistas foram mantidas e entretidas – em várias ocasiões – por antigos e atuais executivos de alto escalão da Warner Bros. Pictures”, ele acusou. “Os tomadores de decisão que participaram dessas conversas racistas foram Geoff Johns, Jon Berg e o atual presidente do Warner Bros. Pictures Group, Toby Emmerich”, nomeou. Embora não se saiba que consequências a investigação trará para a Warner, a polêmica não impediu Fisher de participar de refilmagens de “Liga da Justiça” sob o comando do diretor original, Zach Snyder, para lançamento como uma minissérie de quatro horas na HBO Max em 2021. Na verdade, Snyder prometeu que sua versão terá muito mais participação do Ciborgue que no filme refeito por Whedon. The following was relayed to me on behalf of @WarnerMedia at 5pm EST today: – The investigation of Justice League is now complete. – It has lead to remedial action. (Some we’ve seen, and some that is still to come.) 1/3 — Ray Fisher (@ray8fisher) December 12, 2020 There are still conversations that need to be had and resolutions that need to be found. Thank you all for your support and encouragement on this journey. We are on our way. More soon. A>E 3/3 — Ray Fisher (@ray8fisher) December 12, 2020
Ana De Armas vai estrelar thriller de ação dos diretores de Vingadores: Ultimato
A atriz cubana Ana De Armas (“Blade Runner 2049”) será a protagonista feminina do thriller de ação “The Gray Man”, dos diretores Joe e Anthony Russo (“Vingadores: Ultimato”), que promete ser o filme mais caro já produzido pela Netflix. Ela é o terceiro nome confirmado no elenco, após o anúncio do projeto com os atores Ryan Gosling (“La La Land”) e Chris Evans (também de “Vingadores: Ultimato”) nos papéis principais. “The Gray Man” será o segundo filme dirigido pelos Russo após quebrarem todos os recordes de arrecadação com “Vingadores: Ultimato”, no ano passado. Antes da pandemia de covid-19, eles voltaram a se reunir com Tom Holland, o Homem-Aranha, no drama criminal “Cherry”, que está atualmente em pós-produção. O novo projeto vai custar mais de US$ 200 milhões, maior orçamento já gasto pela Netflix num único filme. Segundo o Deadline, a aposta é alta para transformar a produção no começo de uma franquia “no nível de James Bond”. A presença de Ana De Armas até ajuda a empurrar nesta direção, já que ela será a nova Bond girl de “007 – Sem Tempo para Morrer”. Inspirado no livro de estreia de Mark Greaney, publicado em 2009, “The Gray Man” vai trazer Gosling como um assassino de aluguel e ex-agente da CIA, que é caçado ao redor do mundo por um ex-colega de agência (Evans). Desde a publicação de “The Gray Man”, o matador já apareceu em outras quatro aventuras literárias. A mais recente, “One Minute Out”, foi publicada em fevereiro deste ano nos EUA.
Amazon vai lançar comédia com Jennifer Lopez
A Amazon adquiriu os direitos internacionais de “Shotgun Wedding”, comédia romântica que vai juntar a cantora Jennifer Lopez (“As Golpistas”) com Armie Hammer (“Rebecca, a Mulher Inesquecível”). Mistura de comédia e ação, “Shotgun Wedding” vai acompanhar os personagens de Lopez e Hammer no dia de seu casamento. Enquanto reúnem suas famílias adoráveis, mas cheias de opiniões, para viajar até o local da cerimônia, os dois começam a discutir e colocar em xeque o matrimônio. E no momento em que o casamento balança, todos acabam virando reféns de criminosos. O projeto vem do estúdio Lionsgate, tem roteiro de Liz Meriwether (a criadora de “New Girl”) e Mark Hammer (“Apenas Duas Noites”), direção de Jason Moore (“A Escolha Perfeita) e ainda inclui o astro Ryan Reynolds (“Deadpool”) em sua equipe de produção. É que ele estava originalmente negociando estrelar o filme, mas acabou acertando apenas como produtor. A Lionsgate permaneceu com os direitos de exibição nos EUA, onde tentará lançar o filme nos cinemas. As filmagens vão começar no começo de 2021, mas ainda não há previsão de estreia.
Amazon vai produzir filme biográfico de Fred Astaire e Ginger Rogers
A Amazon encomendou a produção de “Fred & Ginger”, um filme biográfico sobre a parceria icônica de Fred Astaire e Ginger Rogers, o casal mais famoso dos musicais clássicos de Hollywood. O longa pretende revelar detalhes da vida do casal, incluindo a história de amor entre as duas lendas, dentro e fora das telas, enquanto celebra a magia criativa de sua parceria artística. Os intérpretes já foram escolhidos. Os atores Jamie Bell (“Rocketman”) e Margaret Qualley (“Era uma Vez em… Hollywood”) vão desempenhar os papéis principais, retratando os famosos dançarinos de “O Picolino” (1935), “Ritmo Louco” (1936), “Nas Águas da Esquadra” (1936), “Vamos Dançar?” (1937), “Dance Comigo” (1938) e “A História de Irene e Vernon Castle” (1939) em sua juventude. O roteiro foi escrito por Arash Amel (“Grace de Mônaco”) e a direção está a cargo de Jonathan Entwistle (criador da série “I Am Not Okay with This”). Vale lembrar que Jamie Bell foi revelado aos 14 anos como ator-dançarino, no papel-título do célebre musical “Billy Elliot” (2000), enquanto Qualley mostrou suas habilidades de dança na minissérie “Fosse/Verdon”, do canal pago FX. Além de atuarem, os dois também serão produtores do filme, que ainda conta com Max Minghella (o Nick de “The Handmaid’s Tale”) em sua produção.
Victoria Racimo (1943 – 2020)
A atriz Victoria Racimo, que apareceu em vários filmes e séries dos anos 1970 e 1980, morreu em 29 de novembro em Williamsburg, Virgínia (EUA), aos 69 anos. Apesar do tempo transcorrido, a causa de sua morte não foi anunciada. Nascida em Nova York, mas descendente de Filipinos, ela geralmente era escalada em papéis “étnicos”. Na TV, gravou episódios de “Mod Squad”, “Mannix”, “Kung Fu”, “Havaí 5-0”, “Fuga das Estrelas” (Logan’s Run) e “Ilha da Fantasia”, entre outras séries, além de ter um arco importante durante a 3ª temporada do popular drama novelesco “Falcon Crest”. No cinema, foram menos papéis, incluindo pequenas participações no thriller “O Dia do Golfinho” (1973), de Mike Nichols, e no terror “A Semente do Diabo” (1979), de John Frankenheimer. Mas se destacou na aventura “Os Homens da Montanha” (1980), no papel de uma índia resgatada por Charlton Heston, que motivava uma luta por sua “posse”. Seu último filme foi outra incursão a “terras selvagens”, “Caninos Brancos 2: A Lenda do Lobo Branco” (1994). Após desistir de atuar nos anos 1990, Racimo passou a dirigir, escrever e produzir. Ela foi produtora executiva da comédia “Casi Casi” (2006) e escreveu e dirigiu o documentário “One Day”, sobre uma reserva para cavalos de corrida puro-sangue e éguas reprodutoras. Uma forte defensora do bem-estar e direitos dos equinos, ela também escreveu em 2017 um livro sobre “A Vida Equestre de Elvis Presley”.












