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Filme

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10 de junho de 2026
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    Kim Ki-duk (1960 – 2020)

    11 de dezembro de 2020 /

    O polêmico cineasta sul-coreano Kim Ki-duk morreu de complicações decorrentes de covid-19 na madrugada desta sexta (11/12), num hospital da Letônia, aos 59 anos. Ele teria viajado para o país báltico com a intenção de comprar uma casa e obter uma autorização de residência. A notícia foi confirmada por Vitaly Mansky, o documentarista russo que mora na Letônia e dirige o ArtDocFest local, e o Ministério de Relações Exteriores da Coreia do Sul foi citado como tendo confirmado a morte do diretor em reportagens da mídia coreana. Nascido em 20 de dezembro de 1960, em Bonghwa, Coreia do Sul, Kim se estabeleceu como autor de cinema de arte premiado, com filmes de temas sombrios e polêmicos, sempre em evidência no circuito dos festivais internacionais. Mas nos últimos anos vivia um ostracismo forçado, após ser acusado de má conduta sexual por atrizes com quem trabalhou, durante a mudança sísmica da indústria cinematográfica, decorrente do movimento #MeToo. Ele sempre foi queridinho dos festivais europeus, fazendo premières no continente desde sua estreia cinematográfica de 1996. Seu debut de baixo orçamento, “Crocodile”, foi lançado no Festival Karlovy Vary, na Reública Tcheca, assim como os dois longas seguintes, “Animais Selvagens” (1997) e “Paran Daemun” (1998). Sua consagração veio com o quarto lançamento, “A Ilha” (2000), premiado nos festivais de Veneza, Bruxelas e Fantasporto. “A Ilha” também ganhou notoriedade por suas cenas terríveis de violência, inclusive contra animais – supostamente reais – , e conteúdo abertamente indigesto, um padrão que se tornaria marca do diretor. Reza a lenda que, durante a exibição em Veneza, o público abandonou as sessões entre surtos de vômitos e desmaios. O longa nunca foi exibido no Reino Unido, onde teve a projeção proibida. Também recebeu críticas extremamente negativas da imprensa sul-coreana, que o considerou de péssimo gosto. Mas os elogios europeus acabaram prevalecendo e a controvérsia ajudou a projetar seu nome. “Endereço Desconhecido” (2001) levou-o de volta a Veneza, “Bad Guy” (2001) inaugurou sua relação com o Festival de Berlim e “The Coast Guard” (2002) lhe rendeu três troféus em Karlovy Vary. Mas o filme que realmente o popularizou entre os cinéfilos acabou não tendo nada a ver com os caminhos que ele vinha trilhando. “Primavera, Verão, Outono, Inverno… e Primavera” (2003) abordava um mosteiro budista que flutuava num lago em meio a uma floresta intocada, e representava uma suavidade inédita em sua carreira. Venceu o Leopardo de Ouro e mais quatro troféus no Festival de Locarno, além do Prêmio do Público no Festival de San Sebástian, e graças à repercussão amplamente positiva – sem nenhum resquício de polêmica – conseguiu distribuição internacional da Sony. Só que seu lançamento seguinte voltou a mergulhar no horror. “Samaritana” (2004) acompanhava um prostituta amadora numa história de amor, morte e desespero, apontando um guinada sexual para o sadismo do diretor. Foi o começo de uma radicalização, que, no entanto, não se deu de uma hora para outra. Kim Ki-duk seguiu alimentando sua fama com a conquista do Leão de Prata de Melhor Diretor por “Casa Vazia” (2004), no Festival de Veneza. Ele ainda adentrou o Festival de Cannes com “O Arco” (2005), antes de retomar o cinema extremo com “Time – O Amor Contra a Passagem do Tempo” (2006), sobre uma mulher que decide sofrer cirurgia plástica extensa para salvar seu relacionamento. Este filme passou e foi premiado apenas em festivais de terror, como Fantasporto e Sitges. Após um par de dramas românticos incomuns, ele realizou seu primeiro documentário, “Arirang” (2011), refletindo sobre sua própria carreira. A obra autocongratulatória venceu a mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes. Só que o sangue voltou a rolar logo em seguida, no impressionante “Pieta” (2012). O filme venceu o Leão de Ouro, mas causou muita controvérsia devido a uma cena forte de estupro. Alguns espectadores abandonaram a première em Veneza, diante dos desdobramentos da relação entre um violento cobrador de dívidas, que fere devedores de forma brutal, e uma mulher que afirma ser sua mãe. Kim Ki-duk disse que as cenas polêmicas eram uma metáfora do capitalismo. A premiação de “Pieta” serviu de incentivo para o diretor explorar ainda mais seu sadismo cinematográfico. O lançamento seguinte, “Moebius”, foi recusado nos cinemas sul-coreanos, pelo conteúdo com incesto, castração e outras formas de situações “impróprias”, segundo a Korea Media Rating Board (KMRB), responsável pela classificação etária dos filmes no país. A trama apresentava uma família destrutiva, questionando os seus desejos sexuais básicos. “One On One” (2014) buscou mais violência, com o assassinato em série de suspeitos da morte de uma jovem estudante. Dividido entre o desejo dos fãs por filmes cada vez mais radicais e a falta de interesse dos festivais na brutalidade gratuita, a carreira de Ki-duk acabou à deriva, como o protagonista de seu filme “A Rede” (2016), encontrado perdido entre as Coreias do Norte e do Sul. Uma reviravolta marcou o lançamento de “Humano, Espaço, Tempo e Humano” (2018) no Festival de Berlim, que foi marcado por protestos – não por imagens terríveis, mas pelo homem atrás das câmeras. Kim deixou de ser um cineasta de cenas sádicas para virar um cineasta sádico, ao ser condenado por agressão contra uma atriz durante as filmagens de “Moebius” (2013). A vítima, cuja identidade foi mantida em sigilo, acusou Kim em 2017 de lhe dar três tapas e forçá-la a realizar cenas sexuais sem roupa, que não estavam no roteiro, nos bastidores da produção. A acusadora afirmou que Kim forçou-a a pegar o pênis de um ator, apesar de uma garantia anterior de que uma prótese seria usada. Devido a seus protestos, ela foi substituída por outra atriz no filme. O que a levou a entrar na justiça. Um tribunal sul-coreano multou Kim em US$ 4,6 mil por agressão, mas os promotores não consideraram as acusações de abuso sexual citando a falta de provas. Foi uma quantia irrisória. Mas custou sua carreira. Kim tentou aproveitar o palco oferecido pelo Festival de Berlim para se defender, afirmando que os tapas foram dados como instruções para atuação. Mas, logo em seguida, mais duas atrizes denunciaram abusos ainda piores cometidos pelo diretor. Uma delas disse que Kim exigiu vê-la nua durante um processo “humilhante” de seleção, enquanto a outra contou que Kim e seu ator favorito, Cho Jae-hyeon, a estupraram após convocá-la para um encontro num hotel para “discutir detalhes de um roteiro”. O diretor ainda conseguiu exibir seu último filme, “Din” (2019), no Festival de Cannes, mas não houve interessados para lançá-lo comercialmente. Inconformado, ele tentou processar as atrizes denunciantes. Fracassou. As últimas notícias afirmavam que ele tinha entrado em depressão profunda e não tinha nenhum trabalho em desenvolvimento.

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    Jaimie Alexander voltará como Sif no próximo filme de Thor

    11 de dezembro de 2020 /

    Depois de faltar em “Thor: Ragnarok”, Jaimie Alexander voltará a viver a deusa Sif em “Thor: Love and Thunder”. Esta novidade não foi anunciada oficialmente pela Disney em seu megaevento para investidores na noite de quinta (10/12), mas apurada nesta sexta pelo site Deadline e confirmada pela concorrência. Alexander não conseguiu participar de “Ragnarok” devido a conflitos de agenda com as gravações de sua série “Blindspot”, encerrada em julho passado. Com isso, escapou do destino dos demais coadjuvantes asgardianos da franquia, assassinados por Hela, a Deusa da Morte (vivida por Cate Blanchett). Em busca de vaga no próximo filme, a atriz chegou a se candidatar até a

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    Raya e o Último Dragão terá lançamento simultâneo nos cinemas e na Disney+

    11 de dezembro de 2020 /

    Apesar da estreia de “Mulan” em streaming, a Disney não demonstrou inclinação para seguir a opção radical da WarnerMedia, que decidiu lançar todo seu calendário de 2021 simultaneamente nos cinemas e em sua plataforma, HBO Max. Durante o evento corporativo batizado de Dia do Investidor, na noite de quinta (10/12), a Disney anunciou apenas um lançamento simultâneo. A nova animação do estúdio, “Raya e o Último Dragão” (Raya and the Last Dragon), chegará aos cinemas e à Disney+ (Disney Plus) em 12 de março. A estreia em streaming, porém, será cobrada a parte dos assinantes do serviço, como aconteceu com “Mulan” nos EUA, dentro da proposta de première digital. Criada pelo roteirista vietnamita-americano Qui Nguyen (“The Society”) e a roteirista malaia Adele Lim (“Podres de Ricos”), Raya tem traços asiáticos e é dublada em inglês por Kelly Marie Tran, a rebelde Rose Tico da franquia “Star Wars”. Ela é uma guerreira destemida que busca salvar seu reino das forças do mal. A trama se passa em uma terra de fantasia fictícia chamada Kumandra, que foi dividida em cinco regiões com diferentes clãs de pessoas, que antes viviam em harmonia com os dragões. Porém, monstros malignos chamados Druun invadiram esse mundo e os dragões se sacrificaram para salvar a humanidade. Quinhentos anos depois, os Druun estão de volta, mas um dragão foi deixado para trás, caso a ameaça reaparecesse. Raya, então, parte atrás do último dragão, chamado Sisu, que pode se transformar em um ser humano. Ela encontra a criatura na forma de uma velha (dublada por Awkwafina, de “Jumanji: Próxima Fase”), e as duas devem recuperar a identidade perdida do dragão para deter os Druun para sempre. Além dessa dupla, a trama também destaca o bichinho de estimação da heroína, Tuk Tuk, um adorável tatu-bola – que fica menos fofo após se tornar gigante. A animação é dirigida por Don Hall (“Moana”), Carlos López Estrada (“Ponto Cego”) e os estreantes na função Paul Briggs e John Rippa, veteranos da Disney que trabalharam em várias animações famosas do estúdio, de “A Princesa e o Sapo” (2009) a “Zootopia” (2016). A animação deveria estrear nos cinemas em novembro, mas a pandemia de coronavírus adiou sua distribuição para 12 de março de 2021 nos EUA. A data foi mantida pela Disney e o lançamento ampliado com a opção de streaming. Confira abaixo os trailers da produção, em versões dublada e legendada em português.

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    Pixar anuncia primeiro longa da diretora de Bao

    11 de dezembro de 2020 /

    A cineasta Domee Shi, que assinou “Bao”, curta premiado com o Oscar em 2019, vai dirigir seu primeiro longa animado para a Pixar. A novidade foi anunciada durante o Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), e foi acompanhada por uma imagem da protagonista da produção – em suas duas versões. Veja acima. Intitulado “Turning Red”, o filme vai acompanhar uma adolescente chamada Mei, que se transforma em um panda vermelho gigante quando fica muito agitada. A estreia está marcada para 11 de março de 2022.

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    Buzz Lightyear vai ganhar filme de origem da Pixar

    11 de dezembro de 2020 /

    A Pixar vai realizar um filme solo de Buzz Lightyear. O primeiro longa derivado de “Toy Story” foi anunciado durante o Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12). Chamado de “Lightyear”, a produção será uma história de origem do personagem animado. Mas não voltará a contar com a dublagem de Tim Allen. No lugar do dublador original, o filme trará Chris Evans (o Capitão América da Marvel) no papel principal. “Lightyear” mostrará como um jovem piloto de testes se tornou o herói espacial conhecido como Buzz Lightyear. O estúdio também apresentou a primeira imagem da versão jovem do personagem, que pode ser vista abaixo. O filme será dirigido por Angus MacLane, codiretor de “Procurando Dory”, que trabalhou como animador em “Toy Story 2” e “Toy Story 3”, além de ter comandado dois curtas da franquia, “Um Pequeno Grande Erro” e “Toy Story de Terror”. O lançamento está marcado para os cinemas em 17 de junho de 2022. Here’s a first look of the young test pilot that became the Space Ranger we all know him to be today. Lightyear launches into theaters June 17, 2022. pic.twitter.com/Ho2ChPrQbx — Disney (@Disney) December 11, 2020

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    Mudança de Hábito 3 com Whoopi Goldberg é confirmado na Disney+ (Disney Plus)

    11 de dezembro de 2020 /

    Quase 30 anos após a última vez que se vestiu de freira, Whoopi Goldberg vai voltar a viver Deloris Wilson no terceiro filme da franquia “Mudança de Hábito”. O chefe de produção cinematográfica do Walt Disney Studios, Sean Bailey, oficializou a produção de “Mudança de Hábito 3” (Sister Act 3) durante a avalanche de novidades do Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12). A continuação trará de volta Goldberg ao papel principal, que ela interpretou no primeiro longa de 1992 e em sua continuação do ano seguinte. Ela também vai produzir a sequência, ao lado do cineasta Tyler Perry (“Um Funeral em Família”), confirmado no projeto. No filme original, Whoopi Goldberg vivia uma cantora que, após se tornar testemunha de um crime, é escondida pela polícia em um convento, disfarçada de freira. O resultado foi um choque cultural divertidíssimo. O anúncio se resumiu à confirmação da atriz e de Perry, além do reforço de que o filme será lançado na Disney+ (Disney Plus). Mas, há dois anos, veio à tona que duas produtoras da série “Insecure”, Regina Hicks e Karin Gist, foram contratadas para desenvolver o roteiro da continuação.

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    Gabrielle Union vai estrelar nova versão de Doze É Demais na Disney+ (Disney Plus)

    11 de dezembro de 2020 /

    A Disney revelou que Gabrielle Union (“L.A.’s Finest: Unidas Contra o Crime”) vai estrelar um novo remake de “Doze É Demais” para a plataforma Disney+ (Disney Plus) em 2022. A notícia foi anunciada durante o dilúvio de novidades do Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12). Desenvolvida por Kenya Barris (criador de “Black-ish”) e Jenifer Rice-Genzuk (“Grown-ish”), a nova versão da história vai misturar raças, além de famílias. O remake será centrado num família mista de 12 pessoas. 10 delas são crianças que precisam conviver numa mesma casa, após o casamento dos pais. A filmagem será a terceira versão da comédia familiar. A primeira estreou em 1950 e era baseada na vida real de seu autor, o escritor Frank Bunker Gilbreth Jr. Na ocasião, foi lançada nos cinemas brasileiros como “Papai Batuta”. Já a versão mais conhecida saiu em 2003, estrelada por Steve Martin e dirigida por Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”). Fez tanto sucesso que ganhou uma continuação, “Doze é Demais 2”, em 2005.

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    Sequência de Encantada é confirmada na Disney+

    11 de dezembro de 2020 /

    O presidente de produção da Disney Studios, Sean Bailey, oficializou no Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), a esperada sequência de “Encantada”, que vai se chamar “Desencantada” (Disenchanted, no original em inglês). O filme voltará a trazer Amy Adams no papel da princesa Giselle, que saiu do mundo das fábulas animadas para o filme live-action de 2007, e será lançada na Disney+ (Disney Plus). A comédia original foi uma sátira muito certeira, divertida e bem-sucedida aos desenhos animados musicais de princesas da Disney, mostrando o duro choque de realidade sofrido por uma dessas princesas ao emergir na moderna cidade de Nova York dos dias atuais. Bailey não forneceu detalhes sobre o projeto, mas Adam Shankman (“Rock of Ages: O Filme”) é responsável pela direção do novo longa.

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    Criador de Outlander prepara série da Família Robinson para a Disney+ (Disney Plus)

    11 de dezembro de 2020 /

    A Disney vai transformar sua clássica aventura juvenil “A Família Robinson” (1960) numa série para sua plataforma de streaming. A novidade foi anunciada por Dana Walden, presidente da Disney Television Studios, durante o Dia do Investidor da empresa, na noite de quinta (10/12). O roteirista-produtor Ronald D. Moore, criador de “Battlestar Galactica” e “Outlander”, e o cineasta Jon M. Chu (“Podres de Ricos”) vão trabalhar juntos na produção, que segue uma família suíça, que sobrevive a um naufrágio para reconstruir sua vida numa ilha deserta. Moore é o responsável pelo roteiro do piloto, que será dirigido por Chu. O filme de 1960 foi dirigido pelo célebre cineasta britânico Ken Annakin (“O Mais Longo dos Dias”) e adaptava o romance “A Família do Robinson Suiço”, de Johann David Wyss, publicado em 1812. Vale lembrar que essa história já virou série antes, produzida por Irwin Allen (criador de “Perdidos no Espaço”, que era uma versão espacial da mesma história) nos anos 1970 – durou só uma temporada, exibida no Brasil pela rede Globo. A trama gira em torno de uma família da Suíça, que viaja num navio, em fuga das Guerras Napoleônicas, para se mudar para uma colônia na Nova Guiné, quando seu navio é atacado por piratas e acaba afundando. Eles conseguem sobreviver e vão parar em uma ilha paradisíaca, mas desabitada, onde estabelecem uma comunidade, até se depararem com a volta dos piratas. Além desse projeto, Jon M. Chu está envolvido com a adaptação de “Willow”, fantasia dos anos 1980 que também vai virar série na Disney+ (Disney Plus). Veja abaixo o trailer do filme original da Disney.

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    Indiana Jones 5 ganha data de estreia em julho de 2022

    11 de dezembro de 2020 /

    A chefe da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, aproveitou sua participação no Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), para oficializar a produção do quinto filme de “Indiana Jones”. Ela anunciou que Harrison Ford continuará interpretando o arqueólogo aventureiro e revelou que as filmagens vão começar no segundo trimestre de 2021 para um lançamento em julho de 2022. Outro detalhe confirmado é que “Indiana Jones 5” será o primeiro filme da franquia sem direção de Steven Spielberg. O fato é que Spielberg tem adiado seguidamente os planos dessa produção, sempre colocando outro filme à sua frente. Depois de muito esperar, a Disney/Lucasfilm decidiu não perder mais tempo e fechou com James Mangold (“Logan”, “Ford vs. Ferrari”) para comandar as filmagens. O projeto está em desenvolvimento desde 2015, quando foi anunciado pelo então CEO da Disney, Bob Iger. Os planos originais previam um lançamento em 2019, mas o roteiro escrito por David Koepp não agradou. A trama seria uma continuação direta de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008), também roteirizado por Koepp. O estúdio encomendou um novo roteiro em junho de 2018. O texto foi escrito por Jonathan Kasdan, filho de Lawrence Kasdan – que foi o roteirista do primeiro filme de Indiana Jones, “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981). Pai e filho trabalharam juntos recentemente em “Han Solo: Uma História Star Wars”. Além do fato de trazer de volta Harrison Ford ao papel-título, nenhum detalhe sobre a história do filme foi revelado.

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    Tommy “Tiny” Lister (1958 – 2020)

    11 de dezembro de 2020 /

    O ator e lutador Tommy “Tiny” Lister, conhecido por participar de filmes como “Sexta-Feira em Apuros” (1995) e “O Quinto Elemento” (1997), foi encontrado morto na quinta (10/12) em seu apartamento em Marina Del Rey, Califórnia, aos 62 anos. Sua agente, Cindy Cowan, contou à revista People que apesar de não ter testado positivo para o coronavírus, ele morreu após apresentar “sintomas de covid-19” por uma semana. De acordo com ela, o ator estava escalado para trabalhar em um filme nos próximos dias, mas já havia cancelado. “Ele estava reclamando, mas estava fraco para ir ao médico”, disse. “Ele era um gigante gentil e único”, desabafou ela. “Um homem que é meu irmão há 20 anos”, acrescentou Cindy. Antes de atuar, ele foi um lutador profissional da federação de luta-livre, creditado como Zeus e ZGangsta nas competições da WWE. A mudança de carreira começou em 1985, quando apareceu no clássico de ação “Expresso para o Inferno”. Mas Lister seguiu exercendo as duas atividades paralelamente por um bom tempo, até aparecer como ele mesmo no filme “Desafio Total” (1989), estrelado pelo também lutador Hulk Hogan. Ao todo, Lister participou de mais de 80 filmes, incluindo os dois da franquia “Sexta-Feira em Apuros”, ao lado de Ice Cube. Entre seus papéis de destaque, incluem-se atuações em vários blockbusters, como “O Quinto Elemento” (1997), onde teve uma participação memorável como o presidente Lindberg, “Um Tira da Pesada II” (1987), “Soldado Universal” (1992), “Austin Powers em o Homem do Membro de Ouro” (2002) e “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008). Nos últimos anos, porém, vinha fazendo filmes de baixo orçamento para o mercado de VOD (locação digital). Ele deixou finalizadas participações em cinco longas desse tipo, ainda inéditos.

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    James Gunn fará especial de Natal dos Guardiões da Galáxia para a Disney+

    11 de dezembro de 2020 /

    Os Guardiões da Galáxia vão ganhar um Especial de Natal. Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, revelou durante o Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), que James Gunn vai escrever e dirigir esse especial para o Disney+ (Disney Plus), antes de começar a filmar “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. O programa deve juntar todos os intérpretes originais, como Chris Pratt (Senhor das Estrelas), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Karen Gillan (Nebula), Pom Klementieff (Mantis), Vin Diesel (como a voz de Groot) e Bradley Cooper (como a voz de Rocket), para um lançamento no Natal de 2022. Além disso, Feige anunciou que a plataforma de streaming receberá uma série do Baby Groot, batizada de “I Am Groot”, que juntará a versão mais jovem do Guardião da Galáxia com outros personagens incomuns. A série terá formato de antologia de curtas, mas não foi revelado se a produção será live-action ou animada, nem previsão de estreia.

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    Christian Bale é confirmado como vilão de Thor 4

    11 de dezembro de 2020 /

    O ator Christian Bale, que já viveu o herói Batman no cinema vai trocar de lado, vivendo o vilão do quarto filme de “Thor”. Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, revelou durante o Dia do Investidor da Disney, na noite de quinta (10/12), que Bale vai estrear na Marvel no papel de Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Gorr the God Butcher). O personagem apareceu pela primeira vez no começo de 2013, num arco que fez sucesso entre os fãs de Thor. Gorr cresceu em um planeta estéril sem nome. Quando sua mãe, companheira e filhos morreram, ele passou a crer que os deuses não poderiam existir e por causa disso foi banido por sua tribo. Quando descobriu que os deuses realmente existiam, mas não ajudavam os necessitados, ele jurou matar todos eles. Com a confirmação do papel, Bale se tornou o segundo Batman a virar ator da Marvel. Michael Keaton, que viveu o herói da DC em dois longas entre 1989 e 1992, já apareceu como vilão em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, em 2017. Novamente dirigido por Taika Waititi (de “Thor: Ragnorok”), “Thor: Love and Thunder” será baseado num arco de quadrinhos em que o Deus do Trovão se revela indigno para levantar o Mjölnir. Com isso, Jane Foster vira a nova portadora do martelo encantado, escolhida por seu altruísmo e dedicação em salvar vidas (nos quadrinhos, como médica), tornando-se a Poderosa Thor. O elenco vai trazer de volta Chris Hemsworth como Thor e Natalie Portman como Jane Foster, além de manter a participação de Tessa Thompson como Valquíria. Feige também revelou que a estreia de “Thor: Love and Thunder” ganhou nova data. O filme foi adiado para 6 de maio de 2022.

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