Após polêmica, Alanis Morissette renega documentário sobre sua vida
Alanis Morissette resolveu se manifestar sobre “Jagged”, documentário sobre sua carreira que tem première nesta terça (14/9) no Festival de Toronto. O filme ganhou destaque na mídia nos últimos dias após a revelação de declarações da cantora para a câmera sobre um estupro coletivo que ela teria sofrido aos 15 anos, quando era uma cantora pop no Canadá. A artista, que se recusou a participar da promoção do filme dirigido por Alison Klayman (“Flower Punk”), explicou nesta terça (14/9) que considera o filme sensacionalista. Ela afirmou, em comunicado, que “Jagged” inclui informações que “simplesmente não são verdadeiras” e acusa a cineasta de ter uma “agenda lasciva”. “Concordei em participar de um documentário sobre a celebração do 25º aniversário de ‘Jagged Little Pill’ e fui entrevistada durante um período muito vulnerável (enquanto estava no meio da minha terceira depressão pós-parto durante a quarentena)”, disse ela em um texto enviado à imprensa. “Fui enganado por uma falsa sensação de segurança e sua agenda lasciva tornou-se evidente assim que vi o primeiro corte do filme. Foi quando eu soube que nossas visões eram de fato dolorosamente divergentes. Esta não foi a história que concordei em contar”, acrescentou. “Agora, fico aqui, sentindo todo o impacto de ter confiado em alguém que não merecia ser confiável”. Ela explicou que decidiu não comparecer a nenhum evento relacionado ao filme por dois motivos. “Um é que estou em turnê agora. O outro é que, não muito diferente de ‘histórias’ e biografias não autorizadas por aí ao longo dos anos, este filme inclui implicações e fatos que simplesmente não são verdadeiros. Embora haja beleza e alguns elementos de precisão nesta/na minha história, com certeza, em última análise não vou apoiar a visão redutora de outra pessoa sobre uma história com muitas nuances para eles entenderem ou contarem. ” Em uma entrevista com o site Deadline na semana passada, Klayman tentou se esquivar da polêmica. “Claro, teria sido ótimo se ela pudesse estar aqui conosco, mas estou muito grato por todo o tempo que ela dedicou a fazer este filme”, disse a diretora. “É uma coisa muito difícil, eu acho, ver um filme feito sobre você”, ela continuou. “Eu acho que ela é incrivelmente corajosa e a reação quando viu foi que realmente – ela podia sentir todo o trabalho, todas as nuances envolvidas nele. E, novamente, ela deu muito de seu tempo e muito de seu esforço para fazer isso e eu acho que o filme realmente fala por si. ” Morissette está fazendo uma turnê de 25º aniversário “Jagged Little Pill”. O disco de 1995, que vendeu mais de 33 milhões de cópias e se tornou o maior sucesso de sua carreira, também rendeu um espetáculo recente na Broadway.
Tracy Morgan será irmão perdido de Arnold Schwarzenegger e Danny DeVito
Mencionada há mais de 30 anos, a sequência de “Irmãos Gêmeos” (1988) finalmente vai sair do papel. O projeto foi anunciado durante as negociações de mercado do Festival de Toronto. Intitulado “Triplets” (Trigêmeos) em inglês, o filme voltará a trazer Arnold Schwarzenegger e Danny DeVito como os gêmeos do filme dos anos 1980, que agora descobrirão que tem um terceiro irmão. Embora o projeto tenha começado por sugestão de Eddie Murphy, ele não interpretará o trigêmeo da família por estar cheio de projetos. O papel ficou com Tracy Morgan (“30 Rock”). O filme original de 1988 contava a história de Julius (Arnold Schwarzenegger) e Vincent (Danny DeVito), que descobrem após muitos anos que são gêmeos após terem passado por uma experiência genética. Enquanto o inocente Julius acabou recebendo a parte “boa” da experiência, sobrou ao malandro Vincent tudo o que tinha de ruim. Além da dupla de atores originais, o diretor Ivan Reitman também vai voltar para produzir a sequência, que ainda não tem previsão de estreia. Lembre do trailer do filme de 1988 abaixo.
Kit Harington diz que “Eternos” é só começo de sua participação no MCU
O ator Kit Harington (“Game of Thrones”) tem recebido pouco espaço na divulgação de “Eternos”. Mas em entrevista para a revista “Total Film”, ele sugeriu que sua participação no filme é apenas “a ponta do iceberg” de sua imersão no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). No longa dirigido por Chloé Zhao (vencedora do Oscar por “Nomadland”), Harington interpreta Dane Whitman, que os fãs dos quadrinhos da Marvel conhecem como o herói Cavaleiro Negro. O personagem é descendente de um vilão clássico do Homem de Ferro, mas se juntou aos Vingadores após ajudá-los a vencer Kang, o Conquistador, vilão dos próximos filmes do MCU. “Eu tinha lido sobre quem ele poderia ser, ou seria. Então há sim essa possibilidade de uma longa trajetória”, explicou o ator. “Eu acho que ‘Os Eternos’ é apenas a ponta do iceberg para o meu personagem. Mas não sei, sabe? Estou tão no escuro quanto todo mundo. E eu tanto não pensar muito na frente. Até em ‘Game of Thrones’, na 6ª temporada, eu supunha que a 7ª nunca aconteceria”, completou. Apesar da reserva, ele deu detalhes sobre a origem de seu personagem e sua relação com os Eternos. “A história terá um caráter humano. Ele é um personagem que trabalha no Museu de História Natural de Londres. Mas ele não é um Eterno, este é o foco”, explicou. “Eu acho que há algumas coisas que foram faladas na imprensa. Não diria que estejam certos, mas ele tem uma conexão com Sersi, assim como o personagem do Richard [Madden, seu irmão em ‘Game of Thrones’]”. O mais importante para o filme em desenvolvimento é sua relação com Sersi, uma das integrantes mais poderosas dos Eternos, que será vivida por Gemma Chan (a Minn’Erva de “Capitã Marvel”). Os dois formam um par romântico trágico, e Sersi chegou até a integrar os Vingadores por causa desse relacionamento. A estreia de “Eternos” está marcada para 4 de novembro no Brasil.
Norm MacDonald (1959–2021)
O comediante Norm MacDonald, ex-integrante do humorístico “Saturday Night Live”, astro de stand-up e participante da trupe de Adam Sandler, morreu nesta terça (14/9) aos 61 anos, após lutar por quase uma década contra um câncer. MacDonald ficou conhecido em sua passagem pelo “Saturday Night Live” por apresentar o segmento de notícias satíricas “Weekend Update”. Seus comentários ácidos marcaram uma virada de tom no programa durante os anos 1990, levando o humorístico criado em 1975 a abraçar a sátira política. Após sua saída da produção, ele estrelou sua própria sitcom, “The Norm Show” (1999-2001), e seu primeiro e único filme como protagonista, “Trabalho Sujo” (1998). Ele também engatou uma série de papéis em filmes produzidos por seu colega do “SNL” Adam Sandler, como “Billy Madison, um Herdeiro Bobalhão” (1995), “Gigolô por Acidente” (1999), “Animal” (2001), “Tá Rindo do Quê?” (2009), “Gente Grande” (2010), “Cada Um Tem a Gêmea que Merece” (2011) e “Os 6 Ridículos” (2015). Outro destaque veio com a voz do cachorro Lucky nos filmes live-action de “Dr. Dolittle”. McDonald permaneceu na franquia iniciada em 1998 mesmo após a saída de Eddie Murphy. Depois de Lucky, a dublagem se tornou outra parte bem-sucedida de sua carreira. Seus últimos trabalhos foram de voz, nas séries live-action “The Orville” e nas animações “Skylanders Academy” e “Mike Tyson Mysteries”.
Duna: Bastidores destacam relacionamento de Timothée Chalamet e Zendaya
A Warner divulgou um novo vídeo de bastidores do remake de “Duna”, que destaca o relacionamento do protagonista e a “garota dos seus sonhos”. Na trama, Paul Atreides, o papel de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”), sonha com a jovem misteriosa interpretada por Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que introduz visões de seu futuro como um herói predestinado. O vídeo revela que, fora das telas, os dois atores também se deram bem. “Eu amo Timothée. Ele se tornou um dos meus amigos mais próximos e queridos”, diz Zendaya. Apesar da ênfase neste relacionamento, ela já assumiu publicamente que seu papel no filme é “muito, muito pequeno”. Vale lembrar que o livro de Frank Herbert, em que a trama se baseia, foi dividido em dois filmes e a participação de Chani, o papel da atriz, tem destaque apenas na metade final. Fãs de ficção científica conhecem de cor a história de “Duna”. Trata-se de um clássico do gênero, originalmente escrito por Frank Herbert em 1965 e levado pela primeira vez às telas em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). O material ainda rendeu duas minisséries do canal Syfy e uma franquia literária, que continua a ser estendida, anos após a morte de Herbert, em 1986. Na trama, uma família aristocrática deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, que só existe no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. O elenco reunido para materializar essa história é tão grandioso quanto a escala da produção, incluindo ainda Jason Momoa (o “Aquaman”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”) – entre outros. A direção é de Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), que também trabalhou no roteiro com Jon Spaihts (“Prometheus”) e Eric Roth (“Forest Gump”). O filme teve première internacional no Festival de Veneza e chega aos cinemas do Brasil no dia 14 de outubro, até aqui sem garantia de produção de sua segunda parte.
Criador dos Sopranos está irritado com lançamento do prólogo na HBO Max
O criador de “Família Soprano” (The Sopranos), David Chase, juntou-se ao grupo crescente de criativos descontentes com a estratégia de lançamentos híbridos da Warner, que já fez o estúdio perder o diretor Christopher Nolan para a Universal Pictures. Em entrevista ao site Deadline, Chase se declarou “extremamente irritado” com o lançamento simultâneo de “The Many Saints of Newark” nos cinemas e na HBO Max. “Francamente, acho que não teria aceitado o trabalho se soubesse que o lançamento [nos cinemas e no streaming] seria no mesmo dia. Acho péssimo”. “The Many Saints of Newark” é um prólogo da série “Família Soprano”, um dos maiores sucessos da HBO, e Chase disse que não queria que as pessoas pensassem que se trata de um produto televisivo. Chase disse ter ficado chateado, porque as pessoas já associam a “Família Soprano” à TV, mas “The Many Saints of Newark” foi concebido como experiência cinematográfica. “As pessoas deveriam ver no cinema. Foi pensado pra ser um filme, e ele é lindo. Nunca pensei que voltaria para a HBO. Nunca”. O filme será lançado em 1 de outubro nos EUA, mas ainda não há previsão para o Brasil, onde os lançamentos da Warner não acontecem simultaneamente em streaming. Além de Chase e Nolan, o diretor Denis Villeneuve também lamentou lançar “Duna” em outubro nos cinemas e na HBO Max. Mas há mais diretores inconformados, como James Gunn (“O Esquadrão Suicida”) e Jon M. Chu (“Em um Bairro de Nova York”), que não se manifestaram com a mesma veemência em público. O efeito colateral negativo da estratégia de lançamento da WarnerMedia, que implodiu o relacionamento do estúdio com vários diretores, é apontado como um dos fatores que levaram a AT&T a buscar se livrar da encrenca, negociando a empresa com a Discovery, numa joint venture que criará uma nova companhia com diferentes executivos e já batizada com o nome de Warner Bros. Discovery.
Netflix apresenta anime baseado no filme “Bright”
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Bright: Samurai Soul”, um anime derivado do filme “Bright”, lançado pela plataforma em 2017. Apesar disso, a trama não envolve os personagens vistos no longa, que foi estrelado por Will Smith e Joel Edgerton. A trama se desenrola no passado distante, no Japão durante o final do Shogunato, e gira em torno de um samurai errante chamado Izo e um orc chamado Raiden, que se unem para conduzir uma jovem elfa a salvo para a terra de seu povo no norte, enfrentando inimigos que querem o poder dela. Em suma, basicamente a história de “Bright”, só com samurais em vez de policiais. O visual da produção chama atenção por combinar a estética da arte de impressão em xilogravura japonesa com tecnologia 3DCG. A direção é de Kyohei Ishiguro (“Palavras que Borbulham como Refrigerante”) e a versão em inglês destaca a dublagem de Simu Liu (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) como Izo. “Bright: Samurai Soul” estreia em 12 de outubro.
Christopher Nolan rompe com a Warner e vai filmar na Universal
O próximo filme de Christopher Nolan (“Tenet”) será lançado pela Universal Pictures. O diretor levou o projeto ao mercado, mostrando sua contrariedade com a Warner, estúdio por onde lançou quase todos os seus longas nos últimos 20 anos – desde “Insônia” em 2002. Seu último filme, “Tenet”, foi lançado exclusivamente nos cinemas em outubro de 2020. Apesar das dificuldades da crise sanitária, o épico de ação arrecadou US$ 363 milhões em bilheterias ao redor do mundo. Mesmo assim, a Warner considerou o valor baixo e optou por lançar todos os seus filmes posteriores num modelo híbrido de distribuição. Nolan ficou irritadíssimo. Após falar mal da estratégia do estúdio de distribuir filmes simultaneamente nos cinemas e no “pior serviço streaming”, a HBO Max, ele decidiu buscar outra parceria. Em seu novo filme, Nolan pretende voltar à época da 2ª Guerra Mundial, mas em vez das batalhes de “Dunkirk” focará nos bastidores burocráticos e científicos da criação da bomba atômica, com destaque para o envolvimento do cientista J. Robert Oppenheimer, gênio por trás do projeto Manhattan e autor da famosa frase: “Agora, eu me tornei a morte, a destruidora de mundos”. Segundo o site Deadline, o ator Cillian Murphy vai participar do projeto. Mais conhecido como protagonista de “Peaky Blinders”, Murphy já trabalhou várias vezes com Nolan, desde os filmes de Batman (onde viveu o vilão Espantalho), além de ter aparecido em “A Origem” e “Dunkirk”. Oppenheimer já foi o tema de filme, o fracasso de bilheteria de 1989 “O Início do Fim” (Fat Man and Little Boy), estrelado por Paul Newman, dirigido por Roland Joffé e apreciado por poucos, com 47% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Sondra James (1939-2021)
A atriz Sondra James, que participou do filme “Coringa” e em dezenas de outras produções nas últimas décadas, morreu no domingo (12/9) em Nova York, após uma batalha de cinco meses contra o câncer de pulmão. Ela tinha 82 anos. James fez sua estreia no cinema em “A Poderosa Afrodite”, comédia de Woody Allen de 1995, que abriu as portas para uma carreira de figurante em várias atrações famosas, como “Aconteceu em Woodstock” (2009), “Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme” (2010), “Amor à Distância” (2010), “O Ditador” (2012), “Trocando os Pés” (2014) e até “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” (2017), sem esquecer sua aparição antológica em “O Coringa” (2019), como a Dra. Sally, convidada de um programa de entrevistas que é beijada por Joaquin Phoenix. Ela também apareceu em muitas séries, incluindo “Law & Order”, “Blue Bloods”, “What We Do in the Shadows” e “Crisis in Six Scenes”, na qual voltou a trabalhar com Woody Allen. Mas estas figurações eram, na verdade, uma carreira paralela à sua principal atividade em Hollywood. Depois de fazer algumas dublagens, James se tornou diretora de um dos maiores grupos de pós-produção de Nova York, chamado Speakeasy, escalando elencos, coordenando gravações de som, mixagens e dublagens para séries, incluindo todas as temporadas de “Sex and the City”, “Boardwalk Empire”, “Smash” e “Damages” e sucessos de cinema como “O Talentoso Ripley” (1999), “O Sexto Sentido” (1999), “Os Excêntricos Tenenbaums” (2001), “O Diabo Veste Prada” (2006), “O Leitor” (2008) e “Inside Llewyn Davis: Balada de um Homem Comum” (2013). Seu último trabalho foi um papel em “The Tender Bar”, filme dirigido por George Clooney e estrelado por Ben Affleck, que será lançado no próximo ano.
Novo filme do Predador encerra filmagens
O quinto filme da franquia “Predador” foi rodado totalmente sem alarde e já encerrou suas filmagens. O fim dos trabalhos foi anunciado no Instagram por Jeff Cutter, diretor de fotografia da produção, e confirmado, de certa forma, pelo diretor Dan Trachtenberg. Os dois trabalham juntos na sci-fi “Rua Cloverfield, 10” (2016). Cutter também revelou o título do filme em inglês em sua postagem. “É o fim das filmagens de ‘Skulls’! Não tenho palavras para agradecer o suficiente Dan Trachtenberg por me convidar para essa jornada épica e confiar em mim para ajudar a alcançar sua visão para este filme!”, ele escreveu, mencionando ainda integrantes do elenco e a “brava equipe de Calgari”, no Canadá, onde a produção foi filmada. Menos explícito, Trachtenberg publicou uma foto da região das filmagens e se despediu sem dar detalhes. “Adeus, Calgary. Obrigado pela paisagem”, escreveu suscintamente. “Skulls” será apenas o segundo longa de Trachtenberg, que deu uma sumida após estrear com a ótima sci-fi “Rua Cloverfield, 10” há cinco anos. Desde então, ele filmou três episódios de séries – “Black Mirror”, “The Boys” (também cinematografado por Cutter) e o piloto da vindoura “The Lost Symbol”. O quinto “Predador” ainda não tem sinopse oficial, mas vai envolver um grupo de guerreiros Comanche e uma protagonista feminina, interpretada por Amber Midthunder (a Rosa de “Roswell, New Mexico”). O roteiro foi escrito por Patrick Aison, especialista em séries de ação e espionagem (como “Jack Ryan” e “Treadstone”) e ainda não há previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jeff Cutter (@jeff_cutter) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Dan Trachtenberg (@dannytrs)
Oliva Wilde divulga teaser do filme em que se apaixonou por Harry Styles
A atriz e cineasta Oliva Wilde divulgou nas redes sociais o primeiro e curtíssimo teaser de “Don’t Worry Darling”, seu segundo longa como diretora. A prévia revela a data do lançamento e destaca a atriz Florence Pugh (“Viúva Negra”), que protagoniza a trama e aparece aos beijos com o cantor Harry Styles (“Dunkirk”). A diretora e Styles começaram a namorar nos bastidores da produção. O roteiro original de “Don’t Worry Darling” foi escrito pelos irmãos Shane e Carey Van Dyke (do terror “O Silêncio”), que são netos do veterano ator Dick Van Dyke (“Mary Poppins”), mas a versão filmada foi reescrita por Katie Silberman, coautora de “Fora de Série”, a estreia de Wilde na direção. A trama se passa durante os anos 1950, em uma comunidade isolada no deserto da Califórnia (EUA), onde uma dona de casa descobre uma verdade perturbadora sobre sua vida aparentemente perfeita. Wilde também vai atuar no filme, que ainda inclui Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Gemma Chan (“Eternos”) e a pin-up Dita Von Teese no elenco. A estreia foi marcada para daqui a um ano, em 23 de setembro de 2022. In theaters only. 9.23.22 pic.twitter.com/S2wiqcmL9m — olivia wilde (@oliviawilde) September 13, 2021
“Shang-Chi” ultrapassa US$ 250 milhões mundiais
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” manteve-se imbatível no topo das bilheterias dos EUA e Canadá em seu segundo fim de semana em cartaz. Exibido em 4,3 mil cinemas, o filme da Marvel/Disney arrecadou surpreendentes US$ 35,8 milhões nos últimos três dias, elevando seus rendimentos a US$ 145,6 milhões no mercado doméstico. O desempenho representa o maior segundo fim de semana de todo o período da pandemia, superando os US$ 25,8 milhões de “Viúva Negra”. A diferença de resultados dá razão à Scarlett Johansson em sua disputa contra a Disney. A atriz argumenta que o lançamento simultâneo em streaming prejudicou as bilheterias de seu longa, e a queda de arrecadação foi realmente dramática após a estreia. Já “Shang-Chi”, que é exclusivo dos cinemas, manteve uma arrecadação forte. O filme também se manteve em 1º lugar em vários países do mundo, incluindo o Brasil, Austrália, França, Alemanha, Coréia, Itália, México, Rússia, Espanha e Reino Unido. O sucesso do novo herói da Marvel é tão impressionante que precisou só de 10 dias, em plena pandemia, para cruzar os US$ 250 milhões mundiais. O montante internacional está em US$ 112 milhões, o que rende um total exato de US$ 257,6 milhões em todo o mundo. E isto sem o mercado chinês, que não deve receber “Shang-Chi” por censura política. Os números reforçam a decisão da Disney de encerrar sua experiência com o Premier Access, seu PVOD na Disney+, e voltar a realizar lançamentos apenas no cinema, ainda que com uma janela bem menor de exclusividade – 45 dias, em vez dos 90 de antes da pandemia. A Disney, por sinal, também ocupa o 2º lugar nas bilheterias norte-americanas. “Free Guy – Assumindo o Controle” continua a mostrar fôlego, ultrapassando a marca de US$ 100 milhões de faturamento doméstico neste domingo (12/9), com um cume de US$ 101,8 milhões até o momento. No mundo inteiro, o valor está em US$ 276,5 milhões graças ao lançamento na China, que já rendeu US$ 76,3 milhões até o momento. A principal estreia da semana, o terror “Maligno” da Warner, abriu apenas em 3º lugar, com US$ 5,57 milhões em 3,5 mil telas nos EUA. Disponibilizado também na HBO Max, o filme não teve o desempenho esperado, especialmente diante das críticas positivas que costumam impulsionar bilheterias de terror – teve 74% de aprovação no Rotten Tomatoes. Somando as arrecadações internacionais, chegou a US$ 15,1 milhões em todo o mundo. O Top 5 ainda inclui outro terror, “A Lenda de Candyman”, com US$ 4,8 milhões em seu terceiro fim de semana para um total doméstico de US$ 48 milhões, e outra produção da Disney, “Jungle Cruise”, que fez US$ 2,4 milhões para um total doméstico de US$ 109,9 milhões após sete semanas nos cinemas.
Diretor celebra final das filmagens de “Missão: Impossível 7”
Uma das filmagens mais longas da história de Hollywood chegou ao fim. O diretor Christopher McQuarrie agradeceu à equipe de “Missão: Impossível 7” pela verdadeira missão impossível que foi enfrentar quase dois anos de produção. Junto de uma foto em que aparece ao lado de Tom Cruise no cenário, ele refletiu sobre o trabalho árduo e elogiou os esforços que lhe permitiram finalizar a fotografia principal. “Tudo o que você precisa são boas pessoas. Para nosso elenco e equipe indomáveis, imparáveis: mesmo nas melhores circunstâncias, deveria ser impossível. Mesmo vendo tudo isso, não podemos acreditar no que vocês conquistaram. Nunca teremos palavras adequadas para expressar a nossa gratidão e admiração – não apenas para vocês, mas também para seus familiares. Vocês são os melhores do mundo”, o diretor exaltou. As filmagens de “Missão: Impossível 7” começaram há 18 meses, em fevereiro de 2020 em Veneza, e sofreram quatro interrupções – uma por acidente no set e as demais por contágio de coronavírus. Durante a produção, o astro Tom Cruise ainda foi roubado e, segundo afirmam tabloides ingleses, iniciou um namoro com a colega Hayley Atwell (a Agente Carter da Marvel). Ainda sem título oficial, “Missão: Impossível 7” tem previsão de lançamento para setembro de 2022, mas Tom Cruise não terá folga, porque a continuação do longa já está encomendada e deverá começar a ser rodada em seguida. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie)












