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    Emma Stone também pode processar Disney por streaming

    30 de julho de 2021 /

    O processo aberto por Scarlett Johansson contra a Disney por quebra de contrato, devido ao lançamento de “Viúva Negra” simultaneamente em streaming, está sendo observado de perto por outros artistas-produtores famosos. Matt Belloni, ex-editor da revista The Hollywood Reporter, soube que Emma Stone também está considerando processar a Disney por lançar “Cruella” da mesma forma – na plataforma Disney+ junto do cinema. Em sua newsletter, o jornalista disse que a estrela de “Cruella” está “avaliando suas opções”. O argumento para os processos é que o lançamento simultâneo prejudica a arrecadação das bilheterias — o que seria uma quebra de contrato, já que cláusulas estipulam remuneração baseada na vendas de ingressos a artistas que também são produtores das obras, casos de Johannson e Stone. A bilheteria mundial de “Cruella” foi de aproximadamente US$ 225 milhões, bem abaixo do esperado. Mas a Disney se comprometeu em realizar uma continuação. Ao fazer a revelação do interesse de Stone em seguir Johansson, o jornalista lembrou que a Disney é “famosa por ser difícil de lidar” em questões como essa. A empresa não gosta de ser contrariada e, após o processo de Johansson, divulgou o salário da atriz, chamando a ação de “triste” e “desrespeito cruel aos horríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de covid-19″.

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    Filmes online: “Jungle Cruise” e outras opções de cinema em casa

    30 de julho de 2021 /

    Último filme da Disney (até o momento) com previsão de lançamento simultâneo nos cinemas e em streaming, “Jungle Cruise” é o maior atrativo das plataformas online para assistir sob as cobertas. Similar a “Piratas do Caribe”, que também é baseado num passeio da Disneylândia, tem ritmo de ação e aventura de época, mas seu principal mérito é a química dos astros Dwayne Johnson e Emily Blunt, que distrai da trama mirabolante. É uma Sessãozona da Tarde, que chega na Disney+ com custo tamanho família. As opções populares incluem ainda o fraquinho “Mundo em Caos”, com o apelo dos astros Tom Holland (o Homem-Aranha) e Daisy Ridley (a Rey de “Star Wars”), e um par de lançamentos da Netflix, em particular o surpreendente “O Último Mercenário”, em que Jean-Claude Van Damme volta à boa forma dos anos 1990, entre cenas de ação e comédia. A lista tem também uma boa comédia e um belo romance LGBTQIAP+, respectivamente o brasileiro “Quem Vai Ficar Com Mário?” e o francês “Verão de 85”. Este último é do mestre François Ozon e explora uma vibe de “Me Chame pelo Seu Nome”. Para os cinéfilos que não podem viver sem a dose semanal de cinema europeu, as dicas são a dramédia islandesa “A Sombra da Árvore”, que faz humor mórbido sobre rivalidades entre vizinhos e levou 16 prêmios em festivais, além do festejado documentário romeno “Coletiv”, que teve o dobro exato de prêmios, 32, sem esquecer duas indicações ao Oscar. Por sinal, seu tema é indicadíssimo para quem está acompanhando a novela em tempo real da CPI da Covid, já que revela uma investigação chocante de corrupção no sistema de saúde romeno, responsável por mortes de cidadãos inocentes. Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 10 melhores opções de filmes disponibilizadas nas plataformas digitais nesta semana.     Jungle Cruise | EUA | Aventura (Disney+)     O Último Mercenário | EUA | Ação (Netflix)     Samurai X: A Origem | Japão | Ação (Netflix)     Mundo em Caos | EUA | Sci-Fi (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Oi Play, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Quem Vai Ficar Com Mário? | Brasil | Comédia (Amazon Prime Video)     Verão de 85 | França | Drama (Apple TV, Google Play, NOW, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Unpregnant | EUA | Comédia (HBO Max)     Sugar Daddy | Canadá | Drama (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     A Sombra da Árvore | Islândia | Dramédia (Reserva Imovision)     Colectiv | Romênia | Documentário (HBO Max)

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    Saiu o trailer legendado de Adam Driver e Lady Gaga como Sr. e Sra. Gucci

    30 de julho de 2021 /

    A Universal divulgou o trailer de “Casa Gucci” (House of Gucci), esperadíssimo filme do cineasta Ridley Scott (“Blade Runner”, “Todo o Dinheiro do Mundo”), sobre o maior escândalo em torno da grife Gucci. O filme revela as disputas da família, especialmente entre Maurizio, vivido por Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), e sua esposa Patrizia Reggiani, interpretada por Lady Gaga (“Nasce uma Estrela”). Eles foram casados por 12 anos, entre 1973 e 1985, e tiveram duas filhas. Até o herdeiro milionário da grife de moda trocá-la por uma mulher mais nova – disse que ia viajar a negócios e nunca mais voltou. Abandonada, Reggiani assinou o divórcio em 1991 e no ano seguinte passou por problemas de saúde, precisando retirar um tumor do cérebro. Como vingança, encomendou o assassinato do ex-marido a um matador profissional. O caso lhe rendeu o apelido de “Viúva Negra”, durante um julgamento midiático em 1998, que a condenou a 29 anos de prisão. Ela cumpriu 18 anos e foi libertada por bom comportamento em 2016. Mas Reggiani não perdeu tudo. Ela ganhou o direito de receber uma pensão da família Gucci, por causa de um contrato assinado antes de sua condenação. O papel de Reggiani representa o primeiro projeto de Gaga no cinema desde “Nasce Uma Estrela” (2018), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, além da conquista do troféu de Melhor Canção Original por “Shallow”. O elenco grandioso também inclui Jeremy Irons (“Watchmen”), Al Pacino (“O Irlandês”), Salma Hayek (“Dupla Explosiva 2: E a Primeira-Dama do Crime”) e Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), este irreconhecível graças a uma pesada maquiagem. A estreia está marcada para novembro nos cinemas dos EUA, mas ainda não há data prevista para o lançamento no Brasil.

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    Disney ataca Scarlett Johansson após processo: “Triste” e “desrespeito cruel”

    30 de julho de 2021 /

    A Walt Disney Co. disparou um comunicado contra o processo de Scarlet Johansson por quebra de contrato relativo à “Viúva Negra”. A atriz iniciou uma ação contra o estúdio na quinta-feira (29/7), alegando que a Disney só poderia lançar o filme no cinema e não simultaneamente em streaming, e que esta decisão unilateral teria o objetivo de diminuir o percentual das bilheterias que ela tem direito de receber como produtora. Como resposta, o estúdio afirmou que o processo da atriz é “triste” e representa um “desrespeito cruel” às vítimas de pandemia de covid-19. Além disso, revelou que ela já recebeu US$ 20 milhões pelo filme – uma exposição oficial de cachê, geralmente considerado matéria sensível e confidencial, que demonstra o tamanho da insatisfação do estúdio com a estrela. “Não há mérito algum neste processo. Ele é especialmente triste e angustiante em seu desrespeito cruel aos terríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de covid-19. A Disney cumpriu totalmente o contrato da Sra. Johansson e, além disso, o lançamento de ‘Viúva Negra’ no Disney+ com Premier Access aumentou significativamente sua capacidade de conseguir uma compensação adicional em cima dos US$ 20 milhões que ela já recebeu até o momento.” “Viúva Negra” foi um dos títulos que a Disney decidiu lançar também no streaming, pelo valor adicional de R$ 70 (US$30, nos EUA), em razão da pandemia do coronavírus, e o filme faturou US$ 60 milhões mundiais apenas no lançamento em streaming – em seu primeiro fim de semana disponibilizado na Disney+. Nos cinemas, por sua vez, o longa arrecadou mundialmente US$ 149 milhões em seu fim de semana inaugural, dos quais US$ 80 milhões vieram do mercado norte-americano. Desde então, “Viúva Negra” ultrapassou os US$ 320 milhões mundiais. O processo de Scarlett Johannson foi enviado ao Tribunal Superior de Los Angeles no dia em que a Disney lançou outro filme, “Jungle Cruise”, simultaneamente nos cinemas e em streaming.

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    Diretor do primeiro “Esquadrão Suicida” culpa Warner por destruir filme

    30 de julho de 2021 /

    Após os elogios rasgados da imprensa norte-americana a “O Esquadrão Suicida” de James Gunn, o diretor do primeiro “Esquadrão Suicida”, David Ayer, resolveu manifestar todo o seu descontentamento contra a Warner, a quem culpa pelo resultado do péssimo filme de 2016. Num desabafo em que conta sua própria trajetória a partir do suicídio do pai, sua infância passada em orfanatos e até prisão, Ayer afirma que colocou sua vida no filme, apenas para vê-la descartada pelo estúdio. Ele acusa a Warner de ter forçado uma nova edição que afetou toda a obra, que ele não reconhece como sua. “Eu pus minha vida a ‘Esquadrão Suicida’. Eu criei algo incrível – a minha versão é uma jornada intrínseca e emocionante com algumas ‘pessoas más’ que levam a pior e são descartadas. A versão do estúdio não é o meu filme. Leia isto de novo”, escreveu o diretor, em sua carta aberta, publicada nas redes sociais. Ayer diz que a sua versão é uma “edição madura editada por Lee Smith junto com o trabalho incrível de John Gilroy”. E garante, ainda, que toda a trilha sonora continha apenas músicas do compositor Steven Price, sem nenhuma música pop. “[A minha versão] tem construções de personagem tradicionais, performances maravilhosas, uma resolução sólida do terceiro ato. Pouquíssimas pessoas a assistiram. Se alguém disser que a assistiu, não a assistiu”, continuou. “Eu nunca contei o meu lado da história e nunca irei. Por quê? Eu mantenho as minhas convenções”, diz, ligando seu silêncio ao que aprendeu no serviço militar que prestou na juventude. Apesar do desabafo pouco específico, ele declarou seu apoio ao próximo filme da franquia e, por incrível que pareça, ao próprio estúdio. “Estou orgulhoso de James [Gunn] e animado pelo sucesso que está vindo. Eu apoio a WB [Warner Bros] e estou emocionado que a franquia está conquistando o que precisa. Estou torcendo por todos, o elenco, a equipe. Todo filme é um milagre. E o trabalho brilhante do James será o milagre dos milagres”. “Agradeço sua paciência. Não irei mais falar publicamente desse assunto”, finalizou Ayer, que vem falando do assunto desde o lançamento do filme em 2016 – primeiro negando, depois confirmando e finalmente denunciando interferência do estúdio. O novo “O Esquadrão Suicida”, de James Gunn, chega aos cinemas brasileiros na próxima quinta-feira, dia 5 de agosto. My turn… https://t.co/E5uumAwvdp pic.twitter.com/ckr9kzeGFD — David Ayer (@DavidAyerMovies) July 29, 2021

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    Acidente paralisa filmagens de “The Flash”

    29 de julho de 2021 /

    As filmagens de “The Flash” foram paralisadas devido a um acidente sofrido por um operador de câmera durante o registro de uma cena de ação. “The Flash” começou a ser filmado no mês passado no Reino Unido e atualmente está em produção em Glasgow, na Escócia, onde o acidente aconteceu. Segundo o site Glasgow Live, houve uma colisão entre um dublê de Batman, que dirigia uma motocicleta, e um operador de câmera, que filmava a ação em outra moto. O acidente teria deixado o responsável pela câmera machucado. Testemunhas disseram ao site que o funcionário, cuja identidade não foi revelada, teria sido levado para um hospital. Nesta semana, vídeos do dublê motoqueiro de Batman foram postadas nas redes sociais para comprovar que a versão do personagem vivida por Ben Affleck estaria no filme. Veja abaixo. O estúdio Warner Bros., responsável pela produção, emitiu um comunicado confirmando o acidente. “Um acidente ocorreu durante as filmagens de ‘The Flash’, onde felizmente ninguém ficou gravemente ferido. O membro da equipe envolvido recebeu atenção médica imediata por uma questão de protocolo”, disse a empresa em comunicado. “Levamos a sério o bem-estar de todos os nossos funcionários e temos procedimentos rígidos de saúde e segurança em todas as produções.” Com previsão de estreia para novembro de 2022, o filme dirigido por Andy Muschietti (“It – A Coisa”) traz Ezra Miller no papel principal, repetindo seu papel de “Liga da Justiça”, e os atores Michael Keaton e Ben Affleck como duas versões de Batman, além de Sasha Calle como uma nova Supergirl. Hopefully Wayne Enterprises casualty insurance will cover the damages in Glasgow ⚡️#TheFlashMovie #TheFlash [🎥: @foreigncorr1] pic.twitter.com/uPbU4rOust — The Flash Film News (@FlashFilmNews) July 27, 2021

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    Lady Gaga e Adam Driver ilustram cartazes de “Casa Gucci”

    29 de julho de 2021 /

    A MGM divulgou cinco pôsteres de personagens de “Casa Gucci” (House of Gucci), do cineasta Ridley Scott (“Blade Runner”, “Todo o Dinheiro do Mundo”), sobre o maior escândalo da família Gucci. Os cartazes trazem Lady Gaga (“Nasce uma Estrela”), Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Jeremy Irons (“Watchmen”), Al Pacino (“O Irlandês”) e Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), este irreconhecível graças a uma pesada maquiagem, que interpretam os papéis principais da produção. O filme gira em torno das disputas da família, especialmente entre Maurizio, vivido por Adam Driver, e sua esposa Patrizia Reggiani, interpretada por Lady Gaga. Eles foram casados por 12 anos, entre 1973 e 1985, e tiveram duas filhas. Até o herdeiro milionário da grife de moda trocá-la por uma mulher mais nova – disse que ia viajar a negócios e nunca mais voltou. Abandonada, Reggiani assinou o divórcio em 1991 e no ano seguinte passou por problemas de saúde, precisando retirar um tumor do cérebro. Como vingança, encomendou o assassinato do ex-marido a um matador profissional. O caso lhe rendeu o apelido de “Viúva Negra”, durante um julgamento midiático em 1998, que a condenou a 29 anos de prisão. Ela cumpriu 18 anos e foi libertada por bom comportamento em 2016. Mas Reggiani não perdeu tudo. Ela ganhou o direito de receber uma pensão da família Gucci, por causa de um contrato assinado antes de sua condenação. O papel de Reggiani representa o primeiro projeto de Gaga no cinema desde “Nasce Uma Estrela” (2018), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, além da conquista do troféu de Melhor Canção Original por “Shallow”. A estreia está marcada para novembro nos cinemas dos EUA, mas ainda não há data prevista para o lançamento no Brasil.

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    Alex Wolff teve problemas psicológicos após “Hereditário”

    29 de julho de 2021 /

    O ator Alex Wolff está de volta ao terror em “Tempo”, filme de M. Night Shyamalan que estreou nesta quinta (29/7) nos cinemas brasileiros. Mas diz que ainda não se recuperou totalmente de sua última incursão ao gênero. Em entrevista ao site Looper, o ator contou que passou a enfrentar problemas psicológicos após filmar “Hereditário”, lançado em 2018. “Esse filme causou o máximo de dano em mim que um filme poderia causar. Ele realmente me afetou. É difícil porque, como um ator, não quero soar pretensioso ou autocentrado, porque temos um trabalho privilegiado de várias maneiras. Mas esse filme, emocionalmente, foi um dos difíceis. Foi um daqueles em que realmente me esforcei para manter meu bem-estar emocional”, afirmou Wolff. De acordo com o ator, os efeitos foram desde perda de sono até “outros efeitos psicológicos” que ele preferiu não detalhar. No longa que marcou a estreia do diretor Ari Aster, Wolff interpretou Peter Graham, um jovem que acaba no centro de uma terrível e brutal tragédia familiar, refletindo a deterioração de tudo à sua volta. O elenco também contou com Toni Colette e seus gritos perturbadores. Elogiadíssimo pela crítica, “Hereditário” chegou a ser indicado ao Gotham e ao Spirit Awards, principais premiações do cinema independente dos EUA. E impulsionou a carreira do diretor, que depois fez “Midsommar”, outro sucesso que deu muito o que falar em 2019. Ari Aster atualmente desenvolver seu terceiro longa, “Disappointment Blvd.”, que será estrelado por Joaquin Phoenix (“Coringa”). Lembre abaixo o trailer perturbador de “Hereditário”.

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    A Jornada de Vivo: Animação musical de Lin-Manuel Miranda ganha trailer

    29 de julho de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer completo de “A Jornada de Vivo”, animação musical que conta com canções originais de Lin-Manuel Miranda, o criador de “Hamilton” e “Em um Bairro de Nova York”. Miranda também estrela a produção como a voz do personagem-título, um jupará (pequeno mamífero de florestas tropicais) que passa seus dias tocando música para o público de uma animada praça de Havana, ao lado de seu amado dono e parceiro Andrés (dublado pelo músico cubano Juan de Marcos González). Mas quando Andrés recebe uma carta de sua antiga paixão, a famosa cantora Marta Sandoval (dublada pela cantora Gloria Estefan), convidando-o para assistir ao show de despedida dela em Miami, Vivo recebe a missão de entregar uma música composta especialmente por seu dono para a artista. Mas para isso ele terá que contar com a ajuda de uma adolescente elétrica chamada Gabi (a estreante Ynairaly Simo), que segue seus próprios impulsos. O elenco de vozes também inclui Zoe Saldana (“Vingadores: Ultimato”), Brian Tyree Henry (“Godzilla vs. Kong”), Nicole Byer (“Loosely Exactly Nicole”), Michael Rooker (“Guardiões da Galáxia”), Juan de Marcos González, Leslie David Baker (“The Office”), Katie Lowe (“Scandal”), Olivia Trujillo (“For All Mankind”) e Lidya Jewett (“Good Girls”). A história foi concebida por Miranda e Quiara Alegría Hudes, sua parceira no libreto e no roteiro do musical “Em um Bairro de Nova York”, e roteirizada com ajuda do cineasta Kirk DeMicco (“Os Croods”). DeMicco também dirige o filme em parceria com Brandon Jeffords, que estreia na função após trabalhar nas animações de “Os Smurfs e a Vila Perdida”, “Hotel Transilvânia 2″ e “Tá Chovendo Hambúrguer 2”. Primeiro longa animado musical da Sony Pictures, “A Jornada de Vivo” deveria ter sido lançado nos cinemas em 4 de junho, mas acabou negociado com a Netflix, que recentemente fechou um contrato de distribuição de catálogo e produção de conteúdos exclusivos com o estúdio. A estreia vai acontecer em 6 de agosto. Veja abaixo o trailer em duas versões, dublada em português e com Lin-Manuel Miranda.

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    Globo vai homenagear Orlando Drummond com especial da “Escolinha do Professor Raimundo”

    29 de julho de 2021 /

    A Globo vai homenagear Orlando Drummond, intérprete do Seu Peru, falecido na terça (27/7) aos 101 anos. A emissora programou para este sábado (31/7) a reprise do episódio do remake da “Escolinha do Professor Raimundo”, originalmente exibido no ano passado, em que o ator fez uma participação especial para festejar um século de vida. Uma das curiosidades do programa é que a participação foi mantida em segredo do elenco da atração. Graças a um esquema especial de produção, Drummond foi acomodado na carteira que ocupou durante anos no cenário da Escolinha, enquanto os demais atores estavam do lado de fora do local. O último a entrar no estúdio foi Marcos Caruso, o herdeiro do personagem na nova versão do humorístico, que não conseguiu segurar as lágrimas ao vê-lo. Drummond completou quase 70 anos no papel do Seu Peru, que ele começou a interpretar ainda na versão de rádio da “Escolinha do Professor Raimundo”, em 1952. Quando o programa foi para a TV, ele foi junto. Mas além deste papel, Drummond também deu vida, com sua voz, a vários outros personagens famosos, como um dos dubladores mais talentosos do Brasil. Ele marcou época como a voz inigualável do Scooby-Doo, mas também deu tom ameaçador ao Vingador de “A Caverna do Dragão” e a Gargamel em “Os Smurfs”, sem esquecer da afetividade do pai de “Speed Racer”, o heroísmo de Popeye e a grande personalidade que a Alf, o ETeimoso ganhou com sua voz fanha – entre muitos outros papéis. Também foi um ator incansável, que manteve a atividade até o começo da pandemia. Seu último trabalho foi uma participação no filme “De Perto Ela Não é Normal”, lançado em novembro passado.

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    J.K. Simmons negocia voltar como Comissário Gordon no filme da Batgirl

    29 de julho de 2021 /

    O ator J.K. Simmons está em negociações para voltar a viver o Comissário Gordon. Ele interpretou o personagem em “Liga da Justiça” e agora vai reaparecer no filme da Batgirl. O site The Hollywood Reporter foi quem deu a notícia primeiro, posteriormente confirmada por outros veículos. Caso o acordo seja fechado, “Batgirl” integrará o DCU (Universo Cinematográfico da DC Comics) criado por Zack Snyder. A identidade secreta da heroína é Barbara Gordon, filha do Comissário Gordon. A personagem surgiu em 1967, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada. Escolhida como intérprete original, a atriz Yvonne Craig ainda serviu como modelo físico para as primeiras artes da personagem, quando Batgirl foi integrada aos quadrinhos – quase simultaneamente à sua estreia na TV. Apesar de ter se tornado uma das heroínas mais populares da DC Comics, ela só apareceu no cinema 30 anos depois, quando a loira Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). O fracasso de público e crítica daquela produção acabou reforçando a aposentadoria da personagem, que nos quadrinhos virou tetraplégica e passou a adotar a identidade de Oráculo, especializando-se em computação e serviços de inteligência para outros heróis. Essa versão de Barbara Gordon também já foi vista em carne e osso, na série “Birds of Prey” (lançada no Brasil com o título equivocado de “Mulher Gato”), interpretada por Dina Meyer em 2002, e voltará a aparecer na 3ª temporada de “Titãs”, vivida por Savannah Welch (“Six”), a partir de 12 de agosto nos EUA. Enquanto ela estava confinada numa cadeira de rodas nos quadrinhos, duas outras heroínas assumiram sua identidade, mantendo o nome de Batgirl vivo nas publicações mensais. Até que a DC Comics passou por dois reboots e mudou tudo, voltando a trazer Barbara Gordon em forma e de volta à ação como a Batgirl original. O filme de “Batgirl” não está sendo desenvolvido para o cinema, mas para a HBO Max pela dupla de diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah (de “Bad Boys Para Sempre”). E marcará a primeira vez que a personagem não será interpretada por uma atriz branca. A escolhida para viver Batgirl em seu primeiro filme solo foi Leslie Grace (de “Em um Bairro de Nova York”). .

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    Scarlett Johansson processa Disney pelo lançamento de “Viúva Negra” em streaming

    29 de julho de 2021 /

    A atriz Scarlett Johansson matou definitivamente a Viúva Negra nesta semana. Se havia esperanças de que sua personagem pudesse voltar, isso acabou quando ela abriu um processo contra a Disney pelo lançamento do filme “Viúva Negra” simultaneamente nos cinemas e no streaming Disney+. De acordo com The Wall Street Journal, os advogados da estrela alegam que esta decisão foi uma quebra de contrato, pois o documento tratava exclusivamente de estreia nos cinemas. Como ela também é produtora do filme, seus rendimentos são baseados na performance da bilheteria do longa, que teriam sido supostamente afetados pelo lançamento em streaming. Na verdade, a Disney também está cobrando “ingressos” virtuais em streaming, mas não está claro se isso está coberto pelo contrato ou se é o principal tema da disputa judicial, que teria encontrado dificuldades para ser resolvida de forma amigável. Há boatos de que Kevin Feige, chefão da Marvel, tentou apaziguar os ânimos, mas sem sucesso diante da decisão da Disney de não fazer concessões. Ao mesmo tempo, Johansson se sentiu lesada ao perceber que perdeu uma fortuna e ainda ajudou a Disney a atrair assinantes para o streaming. “A Disney intencionalmente induziu a quebra do acordo da Marvel, sem justificativa, para impedir que a Sra. Johansson pudesse ter o benefício completo da sua negociação com a Marvel”, diz o processo. “Por que a Disney abriria mão de centenas de milhões de dólares em receitas de bilheteria ao lançar o filme nos cinemas em um momento em que sabia que o mercado estava ‘fraco’, em vez de esperar alguns meses para que o mercado se recuperasse?”, questiona o documento. “Com base nas informações e na convicção, a decisão de fazê-lo foi tomada pelo menos em parte porque a Disney viu a oportunidade de promover seu principal serviço de assinatura usando o filme e a Sra. Johnasson, atraindo assim novos assinantes mensais, mantendo os existentes e estabelecendo o Disney+ como um serviço indispensável em um mercado cada vez mais competitivo. ” A reclamação acrescenta que as ações da Disney “não apenas aumentaram o valor da Disney+, mas também salvou intencionalmente a Marvel (e, portanto, a si mesma) do que a própria Marvel se referiu como ‘bônus de bilheteria muito grande’ que a Marvel de outra forma teria sido obrigada a pagar à Sra. Johnasson.” Por meio do processo, a atriz também alega que a Disney sabia que o streaming dissuadiria o comparecimento dos espectadores aos cinemas, incluindo os que voltariam para assistir mais de uma vez, e fez isso mesmo assim, com conhecimento de causa e intencionalmente. “Viúva Negra” foi um dos títulos que a Disney decidiu lançar também no streaming, pelo valor adicional de R$ 70 (US$30, nos EUA), em razão da pandemia do coronavírus. Na sua estreia, o longa arrecadou mundialmente US$ 149 milhões, dos quais US$ 80 milhões vieram apenas do mercado norte-americano. A Disney também revelou que o filme faturou US$ 60 milhões mundiais no lançamento em streaming – em seu primeiro fim de semana disponibilizado na Disney+. O processo foi enviado ao Tribunal Superior de Los Angeles no dia em que a Disney lançou outro filme, “Jungle Cruise”, simultaneamente nos cinemas e em streaming.

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    Estreias: “Jungle Cruise”, “Tempo” e “Dupla Explosiva 2” chegam aos cinemas

    29 de julho de 2021 /

    Lutando contra a queda de público e da temperatura, sem esquecer a nova variante delta, os cinemas brasileiros decidiram simular normalidade com três grandes lançamentos simultâneos. Baseado num dos passeios mais antigos da Disneylândia, “Jungle Cruise” se inspira em várias aventuras clássicas, de “Uma Aventura na África” (1951) à “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008), passando por “Tudo por uma Esmeralda” (1984) e a franquia “Piratas do Caribe”. E se não consegue ser melhor que os títulos originais, a química dos astros Dwayne Johnson e Emily Blunt distrai de um possível desastre. Tem cara de Sessão da Tarde e está saindo simultaneamente em streaming pela Disney+, com um preço bem salgado para temperar a pipoca em casa. Cotação RT (Rotten Tomatoes): 66% “Tempo”, o novo terror de M. Night Shyamalan, oferece uma premissa instigante, que literalmente morre na praia. Uma praia isolada, cercada por falésias, em que turistas são aterrorizados por um inesperado envelhecimento em ritmo acelerado. Em poucos minutos, crianças viram jovem adultos, enquanto os pais começam a enrugar e ninguém consegue deixar o local. Depois de alguns minutos no cinema, a sensação do público pode se tornar a mesma. RT: 50% “Dupla Explosiva 2 e a Primeira-Dama do Crime” volta a juntar o guarda-costas traumatizado vivido por Ryan Reynolds com o matador debochado interpretado por Samuel L. Jackson. Mas desta vez dá mais destaque à Salma Hayek, quase secundária no primeiro filme (de 2017) como esposa do matador. Mesmo com este elenco – e mais Antonio Banderas como vilão – tudo explode no pior sentido. RT: 25% O circuito limitado ainda recebe quatro títulos, com destaque para o russo “Caros Camaradas! Trabalhadores em Luta”, obrigatório para quem ainda romanceia o comunismo. Rodado em preto e branco pelo veterano mestre Andrey Konchalovskiy, parece filme de época, mas é bastante atual diante dos acontecimentos recentes em Cuba, ao mostrar como burocratas soviéticos massacraram trabalhadores grevistas nos anos 1960 – história real. Consagrado com o Prêmio Especial do Júri do Festival de Veneza passado, tem nada menos que 95% no RT. A programação se completa com três produções nacionais: “Rodantes”, filmado por Leandro Lara entre zonas de garimpo e prostituição de Rondônia, “O Buscador”, longa de estreia do ator Bernardo Barreto centrado numa reunião de família, e “Ana. Sem Título”, uma experiência híbrida de drama com linguagem documental de Lúcia Murat, em busca de uma personagem perdida da História do Brasil.     Jungle Cruise | EUA | Aventura     Tempo | EUA | Terror     Dupla Explosiva 2 e a Primeira-Dama do Crime | EUA | Ação     Caros Camaradas – Trabalhadores em Luta | Rússia | Drama     Rodantes | Brasil | Drama     Ana. Sem Título | Brasil | Drama     O Buscador | Brasil | Dramédia

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